Título: Vendas de veículos da Fiat caem 5,6% no acumulado até agosto Autor: Rafael Tomaz Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: DIÁRIO DO COMÉRCIO Cidade: BELO HORIZONTE País: BRASIL Data de Capa: 05/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Título: Peugeot 408 muda para ganhar mercado Autor: José Oswaldi Costa Coluna: VEÍCULOS Nome do Veículo: DIÁRIO DO COMÉRCIO Cidade: BELO HORIZONTE País: BRASIL Data de Capa: 06/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Título: (OP) Estado apresenta volume de vendas abaixo da média nacional (CNDL) Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CDL FORTALEZA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 13/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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(OP) Estado apresenta volume de vendas abaixo da média nacional (CNDL) 13 de Setembro de 2013
Resultado do comércio varejista em julho surpreende, mas ainda não confirma crescimento nacional em 2013. O Ceará teve quedas expressivas nas atividades hipermercados (-3,3%) e veículos (-11,1%) O comércio varejista do Brasil, em julho, obteve resultado positivo, com um crescimento de 6% no volume de vendas na comparação com igual período do ano passado. No Ceará, a taxa global ficou abaixo da nacional (2,6%), influenciada pelas quedas significativas das atividades de venda de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-3,3%) e Veículos e motos, partes e peças (-11,1%). A pesquisadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou os dados ontem, Aleciana Gusmão, observa que as pessoas estão substituindo alimentos ou comendo menos. O recuo da atividade dos hipermercados é explicado pela inflação do item alimentação no domicílio. Para se ter uma ideia, no Brasil o acumulado nos últimos 12 meses, medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registra 11,9% e no Ceará, 16,9%. Aleciana diz que em relação ao ano passado é possível perceber que as pessoas estão fazendo substituição de alimentos ou reduzindo o consumo. “Em 2013, as famílias estão se adaptando, mudando hábitos de consumo”, comenta a pesquisadora do IBGE. Ela acrescenta que no Ceará não houve impacto do Programa Minha Casa Melhor que, junto com a política de incentivo do governo ao consumo, através da manutenção de alíquotas de IPI reduzidas para móveis e eletrodomésticos impactou muito a atividade móveis e eletrodomésticos. De acordo com a pesquisa, essa atividade, com aumento de 11,0% no volume de vendas em relação a julho do ano passado, foi responsável pela maior participação da taxa global do Varejo (explicando 22,4% desta). No Ceará, o crescimento foi de apenas 6,6%. Para a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, os dados de julho são uma “surpresa positiva”. Avalia, no entando, que é preciso aguardar o desempenho de agosto para saber se há tendência de recuperação para o segundo semestre ou se o resultado foi um pico passageiro. A pesquisadora Aleciana Gusmão concorda. “É preciso esperar uma série um pouco mais longa para ver se existe uma recuperação”, afirma. Consumo O consultor econômico da Federação do Comércio do Ceará (Fecomércio-CE), Alex Araújo, diz que o comércio em geral sofreu um desaquecimento do consumo a partir de junho deste ano que foi um mês atípico por conta da Copa das Confederações. Considera, entretanto, que o resultado negativo de julho no item hipermercado só pode ser explicado pela inflação da alimentação no domicílio. “Se considerarmos que grande parte dos que tem renda mais baixa é destinada a alimentação, o impacto da inflação é muito grande”, conclui. O vice-presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores no Ceará (Fenabrave-CE), Raimundo Brasileiro Magalhães, diz que nos últimos anos a venda de veículos sempre cai nos meses de julho. Adianta que esse resultado nunca influenciou o acumulado do ano e que a projeção para este ano continua sendo de crescimento de 5% nas vendas. “Vamos bater a venda dos 64 mil veículos de 2012”, afirma, ressaltando que a recuperação virá de setembro a dezembro. Saiba mais O resultado de julho do Brasil, para o volume de vendas, é o maior desde janeiro de 2012 (2,8%), e para a receita nominal, é a maior variação desde junho de 2012 (2,4%) Das 27 Unidades da Federação, apenas uma apresentou variação negativa na comparação julho de 2013 contra julho de 2012, a saber: Acre (-1,72%). Os destaques em termos de taxa de crescimento foram Mato Grosso do Sul com variação de 15,7% e Paraíba (13,8%). Na avaliação do Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas do Bradesco, o resultado reduz em alguma medida as preocupações com o consumo das famílias, que teve um desempenho muito aquém do normal na apuração do PIB dos dois primeiros trimestres do ano.
Fonte: Jornal O POVO
13/9/2013 09:54
Título: VW Touareg V8 R-Line: luxo e desempenho Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO COMÉRCIO BH ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 13/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Publicada em 13-09-2013
VW Touareg V8 R-Line: luxo e desempenho Veículo entrega o que propõe; a aposta e o investimento da Volkswagen devem ser feitos no marketing do modelo .
Editorias Opinião
FOTOS: JOSÉ OSWALDO COSTA
Economia Internacional Política Negócios Agronegócio Veículos Finanças Indicadores Fórum Legislação DC Mais
Indicadores Ibovespa Dow Jones Nasdaq S&P 500 Merval
-0.49% -0.24% -0.34% -2.70%
"Impressões ao Dirigir" recebeu uma unidade dessa versão para avaliação. O pacote R-Line acrescenta ao "monstro" de mais de duas toneladas rodas de 20 polegadas, detalhes esportivos (como minissaias e spoilers) e para-choques maiores do que os utilizados na versão mais "mansa", que utiliza motor V6. O motor do Touareg R-Line é um competente 4.2 V8 (360 cv), desenvolvido pela Audi, que faz parte do Grupo Volkswagen.
Minas 2032
Completa o powertrain um câmbio automático de 8 marchas, com opções de trocas sequenciais ou por meio de paddle shifts no volante. Além do ótimo desempenho, que faz o condutor se esquecer do tamanho e do peso do Touareg, ajudam no quesito dirigibilidade os controles de tração - que é integral - e estabilidade.
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De:
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Aliás, sua plataforma é compartilhada com o Audi Q7 e com o Porche Cayenne, outra marca que pertence ao grupo. A motorização cumpre muito bem o seu papel, possibilitando que o SUV tenha números, como na aceleração, realmente compatíveis com sua proposta esportiva (ver Ficha Técnica).
R$2,2755 R$3,0276 R$3,6084 R$0,0229
Qtd.
Capa
O VW Touareg vendeu, até ontem, 137 unidades no Brasil. Este número representa uma média mensal de cerca de 16 unidades emplacadas. Isto descontando-se as sete unidades vendidas em setembro, ou seja, foram 130 até o fim de agosto. Estão englobadas todas as versões do utilitário. A explicação é necessária porque, no fim de 2012, a montadora apresentou uma versão apimentada do modelo, a R-Line. Números obtidos com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
VW Touareg - Frente
Câmbio Dólar Euro Libra Iene
avançada
de segurança de forma satisfatória.
Mesmo tendo um elevado centro de gravidade, o utilitário percorre curvas sem sustos, até em velocidades mais elevadas. O rodar é muito confortável, mas sem ser ao estilo norte-americano, que prima pelo excesso de maciez em alguns casos, fazendo a carroceria oscilar em demasia. O Touareg tem uma boa dose de rigidez, que aumenta a sensação
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Para: Converter
Edições Ant.
DC RH
Qualidade - O interior está de acordo com o "padrão VW" para seus veículos de luxo. Foram utilizados materiais de qualidade e o acabamento é esmerado. Há uma mistura, de muito bom gosto, entre acabamento emborrachado e macio (na maior parte do painel), apliques em alumínio escovado (como no console central) e, a nova moda atual, o black piano (na moldura do sistema de áudio, por exemplo). O painel de instrumentos é discreto e funcional, sem grandes arrojos. Condutor e passageiro contam, cada um, com duas saídas do sistema de refrigeração. Um item, opcional, que ajuda bastante nas manobras para estacionar são as câmeras espalhadas em sua carroceria. Apertando um botão no painel, o condutor consegue ter, na tela do sistema de multimídia, uma visão de 360º do entorno do carro. Com isso, ele pode verificar obstáculos traseiros, dianteiros e laterais. Para que se tenha uma melhor noção, é como se o motorista estivesse acima do teto do utilitário, olhando para baixo.
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Edições CIEE
Institucional Histórico Centenário José Costa
Empresa
VW Touareg - Traseira
O Touareg R-Line é equipado com seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), freios com ABS, controles de tração e estabilidade, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré, faróis de neblina, faróis com lâmpada de xenônio, luzes dianteiras diurnas com LED, assitente de partidas em rampa, ar-condicionado de quatro zonas (duas dianteiras e duas traseiras), direção assistida, câmbio automático de oito marchas, volante multifuncional com ajustes de altura e profundidade, bancos revestidos em couro, banco do motorista com ajustes elétricos, sistema multimídia com GPS integrado, rodas em liga leve de 20 polegadas, paddle shifts (borboletas) no volante para
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trocas de marchas, computador de bordo, entre outros.
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Dentre os opcionais, destaque para o teto solar panorâmico, "piloto automático" adaptativo, sistema de som de alta qualidade da marca Dynaudio e quatro câmeras auxiliares para manobras.
Venda Avulsa Fale Conosco
Equipado com todos os opcionais disponíveis, o preço do Touareg R-Line V8 é de cerca de R$ 360 mil. Para fins de comparação, o Touareg V8, sem o pacote R-Line, custa algo em torno de R$ 307 mil. Já a sua versão mais barata, equipada com motor V6, fica próximo de R$ 260 mil. O modelo avaliado é um ótimo utilitário. Ele entrega muito luxo e requinte aliados a um desempenho notável, principalmente, levando-se em conta seu tamanho e peso. Talvez o que o impeça de atingir melhores números de vendas seja a proximidade do seu preço com os de veículos de marcas consideradas ícones, como Audi, Mercedes-Benz, BMW e Porche. Ele não fica atrás dos modelos dessas marcas e oferece praticamente os mesmos equipamentos que eles, além do desempenho. O problema está em sua falta de "grife", ou melhor dizendo, de status. E neste sentido, não há nada que a Volkswagen possa fazer para melhorar o Touareg. Até porque, como dissemos, é um veículo que entrega o que propõe. A aposta, e o investimento, da montadora deve ser feita no marketing do modelo. JOSÉ OSWALDO COSTA* * Colaborador e editor do blog http://detalhauto.zip.net
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13/9/2013 09:58
Título: Ford Caminhões entra no segmento de extrapesados com dois modelos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: LOG WEB Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 11/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Ford Caminhões entra no segmento de extrapesados com dois modelos Notícia | 11 de Setembro de 2013
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Priscilla Cardoso Com uma fatia de 13,5% do mercado total de caminhões no Brasil, a Ford Caminhões (Fone: 0800 703 3673) apresentou oficialmente seus modelos extrapesados até 56 toneladas. Única faixa onde a Ford Caminhões ainda não atuava, o mercado de extrapesados é, segundo informações da própria montadora, o que mais cresce no Brasil. Em 2012 ele foi responsável por movimentar R$ 10,8 bilhões, e as projeções para esse ano são de um crescimento maior que 30%, com faturamento de R$ 14 bilhões nas vendas. NOVIDADES Os cavalos mecânicos Cargo 2042 4X2 e Cargo 2842 6X2 foram apresentados em evento no Deserto do Atacama, no Chile. Esses são os primeiros caminhões dentro de um projeto global da montadora e foram desenvolvidos pela Ford do Brasil em parceria com a Ford Otosan, joint-venture da montadora na Turquia. “A Ford decidiu entrar nesse segmento porque é o que mais cresce no Brasil. Há seis anos, ele representava 20% do mercado total de caminhões, e hoje já está com mais de 30% da fatia do mercado”, explicou o gerente de marketing da Ford, Pedro Aquino. Equipados com o novo motor FPT de 10,3 litros, que atende a norma Proconve P-7, com potência de 420 cavalos e torque de 1.900 Nm, os extrapesados da Ford têm como item de série o câmbio automatizado ZF AS Tronic de 12 velocidades, controle automático de tração (ASR) e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD). O modelo Cargo 2842 ainda tem, como item opcional, o controle eletrônico de estabilidade (ESP), que conta com sensores que identificam se o caminhão está saindo do curso original, acionando os freios individualmente nas rodas, além de reduzir o torque do motor, se necessário, para mantê-lo sob controle. “O FPT de 10,3 litros é um dos motores mais vendidos no mundo, mas a escolha por ele foi puramente técnica. Queríamos um motor mundial e o FPT foi o que melhor desempenhou em termos de retorno financeiro e em termos técnicos também”, afirmou Guilherme Telles, da Engenharia da Ford. PROCESSO CRIATIVO O designer do Cargo 2042 4X2 e do Cargo 2842 6X2 foi desenvolvido pela equipe da Ford em Camaçari, na Bahia, em conjunto com a equipe da montadora na Turquia. Entre os itens destacados estão a configuração de cabine leito alta, permitindo que uma pessoa de 1,90 m de altura fique em pé no seu interior, e itens importantes com relação à segurança, como as coberturas externas dos degraus da cabine, que impedem o acesso à cabine após o fechamento das portas. “Os degraus com proteção antifurto foram desenvolvidos já em conjunto com o caminhão. Não são uma adaptação. Já estão integrados ao próprio designer, à própria superfície do caminhão. Por sua vez, o leito, de 1,90 de altura, atende a 99,9% da altura dos motoristas, tanto brasileiros como de outros países, porque como esse é um produto global, pensamos em um espaço que atendesse tanto o mercado interno como os demais mercados”, explicou o chefe de designer da Ford na América do Sul, João Marcos Ramos. “Conseguimos um desenvolvimento muito bom, porque ele acompanhou o de outros caminhões que foram lançados em 2011. Ou seja, não foi um desenvolvimento solto, ele começou praticamente junto com o de outros, como o Canavieiro”, completou ele. Durante o desenvolvimento, os extrapesados da Ford passaram por mais de um milhão de quilômetros de testes. Eles foram realizados no Campo de Provas da Ford em Tatuí, São Paulo, em Gebze, na Turquia, em Boxberg e Behr, na Alemanha, em Lommel, na Bélgica, em Idiada, na Espanha, e em Mira, na Inglaterra. Já os testes de frenagem foram feitos em um lago congelado na Suécia e as provas de alta temperatura no deserto da Arábia Saudita. “Na Inglaterra foram feitos todos os testes de eletroeletrônica, compatibilidade e eletromagnética. Já os testes de frenagem, controle de estabilidade e controle de tração foram feitos na Alemanha. E também na Suécia, para serem feitos no gelo”, explicou Telles. COMPETITIVIDADE Um dos principais atrativos dos modelos extrapesados da Ford Caminhões dentro do mercado será o preço. O Cargo 2042 4x2 tem preço sugerido de R$ 260.900 e o Cargo 2842 6x2 de R$ 294.900.
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Eles serão produzidos na fábrica da empresa em São Bernardo do Campo, SP, e têm índice de nacionalização de mais de 65%, se enquadrando dentro das exigências do Finame do BNDES.
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“Esses produtos são bastante competitivos, eles são completos com potência, conforto, dirigibilidade e alguns equipamentos bastante interessantes em termos de segurança, como o ABS. E estão trazendo a marca Ford, que tem muito respeito, muita história no país. A princípio, o nosso preço é bastante competitivo, mas sabemos que a concorrência não fica parada quando entra um novo competidor de respeito no mercado, mas certamente vamos ter muito sucesso e competitividade”, disse Aquino. Segundo dados do último relatório da Fenabrave – Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fone: 11 5582.0000), a Scania é líder no emplacamento de caminhões pesados acima de 45 toneladas. Em julho último, o modelo Scania r 440 chegou a 993 emplacamentos, com 19,21% de participação no mercado. Para o diretor de posicionamento da Ford, Marcel Bueno, os principais concorrentes dos extrapesados lançados pela montadora serão o Volkswagen Constellation, a linha Mercedes Axor e o Volvo FM motor de 11 litros. “Quando falamos dos principais concorrentes, esse segmento de 4x2 e 6x2 extrapesado tem uma faixa de potência de 370 até 440 cavalos. E estamos posicionados bem ao centro dessa faixa, com 420 cavalos. Assim, acreditamos que os nossos principais concorrentes serão o Volkswagen Constellation, a linha Mercedes Axor e o Volvo FM motor de 11 litros. Quando colocamos a linha Cargo lado a lado com esses veículos, é possível ver que ele é bem competitivo com as especificações técnicas que possui”, afirmou ele. A criação do Cargo 2042 4X2 e do Cargo 2842 6X2 faz parte do plano de investimentos de R$ 670 milhões da Ford no Brasil, iniciado em 2009, e que ampliou a participação da montadora no mercado com 15 novos produtos lançados nesse período. “O mercado latino é muito importante para nós. O nosso objetivo é incrementar a nossa participação em toda a América Latina. A América do Sul é um dos maiores mercados, depois da China e da Índia, e, ao contrário dos Estados Unidos e da Europa, o mercado latino e a América do Sul estão crescendo muito. E uma das vantagens dos produtos globais é poder atingir a necessidade dos clientes nos diferentes mercados. Esse é um ponto muito importante para nós, e vamos trabalhar as operações que já temos nesses países para incrementar nossa participação”, afirmou o diretor de Operações da Ford Caminhões para a América do Sul, Guy Rodriguez. A repórter esteve no Chile a convite da Ford Caminhões
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13/9/2013 09:58
Título: Semana Nacional de Trânsito Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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A Semana Nacional do Trânsito é uma Nota comemoração anual que acontece entre os dias 18 e 25 de setembro. A data foi 0 votos estabelecida desde a criação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997. A Semana é caracterizada por uma série de eventos e ações educativas promovidas por todos os órgãos e entidades que integram o Sistema Nacional de Trânsito. Este ano, a abertura da semana será realizada no Velopark, maior parque automobilístico da América Latina, localizado a 30 km do centro de Porto Alegre no município de Nova Santa Rita. Com a presença das principais autoridades do setor público e privado será lançada a Academia de Condução Veicular Velopark. Com o olhar focado na cultura e educação das comunidades o Velopark e algumas instituições desenvolveram um Centro de Treinamento para Motoristas de Veículos, com um programa de formação de condutores voltado para jovens recém habilitados, motoristas profissionais de motos, motoristas já habilitados que buscam uma direção mais segura, e ainda condutores profissionais de veículos leves ou pesados. O programa também contempla ações junto ao público infantil através do estímulo a conscientização de crianças em idade escolar, além de uma ação voluntária junto a menores de rua. A formação será oferecida por instrutores habilitados com certificação em órgãos regulatório de trânsito. As diversas formações têm currículos específicos, porém em comum a estrutura em
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módulos para facilitar o aprendizado. Durante os cursos serão utilizados a ampla área em pistas do Velopark, salas climatizadas, além dos mais atualizados recursos didáticos para aquisição e fixação do conhecimento.
Ferramentas
O Modulo Teórico foi desenvolvido com o objetivo de educar os aprendizes através de gráficos, filmes, simulações, testes, desenvolvimento e tecnologia embarcada nos veículos, como ferramenta de segurança. Ainda no Modulo Teórico, são apresentados dados estatísticos comprovando a complexidade da ação de dirigir. Os cursos alertam para a necessidade de atenção constante considerando todas as variáveis que compõe o tráfego veicular. Noite, neblina, chuva, tráfego intenso, sinalização deficiente, rodovias sem as devidas condições são alguns dos aspectos abordados. Já o Modulo Pratico, desenvolve um modelo de instrução e treinamento em local absolutamente seguro, sem a interferência de qualquer elemento estranho ao aprendizado ideal. É neste módulo que o aprendiz coloca em prática todo o conhecimento absorvido durante o amplo debate realizado em sala de aula, na busca pela eliminação dos fatores causadores de acidentes.
Desenvolvimento
Instituições presentes no evento: • Governo do Estado do Rio Grande do Sul • Detran • EPTC • SRT - Superintendência Regional do Trabalho • Assembléia Legislativa - Frente Parlamentar pelo Tãnsito • Prefeitura Municipal de Porto Alegre • Prefeitura Municipal de Nova Santa Rita • Prefeitura Municipal de Canoas • FAMURS • FENABRAVE • VELOPARK
Cronograma: 9h - Abertura com autoridades 10h - Apresentação ACV 10h15min - Coffee Break 10h30min – Cases de Sucesso para um Trânsito Melhor Por VIVA Comunicação
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13/9/2013 10:00
Título: Analistas do Bradesco consideram positivo o comportamento do comércio Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ÚLTIMO INSTANTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Analistas do Bradesco consideram positivo o comportamento do comérc...
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Home > Notícias de Comércio e Varejo > Analistas do Bradesco consideram positivo o comportamento do comércio Publicado em 12/09/2013 às 15:36 na categoria Comércio e Varejo por Ivonete Dainese
Os analistas do Bradesco consideraram satisfatórios os resultados das vendas do comércio no mês de julho, conforme boletim diário desta quinta-feira. Segundo os analistas, a alta das vendas do comércio em julho surpreende positivamente e reduz as preocupações com o desempenho do consumo, mas não constitui novo ritmo de expansão As vendas do comércio varejista iniciaram o terceiro trimestre com forte alta, reduzindo o viés negativo para o desempenho esperado para o PIB do período. Mesmo expurgando fatores temporários, como as liquidações de inverno, que favoreceram as vendas de vestuários, o varejo deu sinais robustos de recuperação em julho. "Avaliamos que o arrefecimento da inflação e os incentivos para a compra de eletrodomésticos tiveram papel relevante nessa melhora, em especial nas vendas dos supermercados", diz o economista responsável pela análise, Octavio de Barros. O volume de vendas no varejo restrito (que exclui as atividades de veículos e motos, partes e peças e de material de construção) cresceu 1,9% em julho, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE. "O resultado foi bastante superior à nossa expectativa de queda de 0,4% e das projeções do mercado, que apontavam alta de 0,2%, segundo levantamento da Agência Estado." Na comparação com o mesmo período de 2012, houve alta de 6,0%. O comércio ampliado (que considera todas as atividades), por sua vez, registrou avanço de 0,6% na margem e de 3,7% na comparação interanual. O mercado esperava recuo de 0,9% na comparação mensal. A abertura da pesquisa apontou crescimento na maioria dos segmentos em julho, com destaque para as variações de 2,6% de móveis e eletrodomésticos e de 5,4% de tecidos, vestuário e calçados, que acumulam altas de 4,8% e 3,4% no ano, respectivamente. No primeiro grupo, o crescimento interanual de 11% ocorreu sobre uma base de comparação bastante elevada; avaliamos que esse movimento seja reflexo de programas federais de estímulo, tais como o Programa Minha Casa Melhor, anunciado no dia 12 de junho. Já a atividade de vestuário, a nosso ver, foi favorecida pelas liquidações de inverno, que impulsionaram as vendas em julho. De fato, o deflator implícito dessa atividade apontou para deflação. Em sentido contrário, as vendas de veículos e motos, partes e peças caíram 3,5%, menos do que o recuo sugerido pelos dados de emplacamentos (-10%) divulgados previamente pela Fenabrave. Também vale mencionar o avanço de 1,8% das vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios , bebidas e fumos, em grande medida, reflexo da descompressão da inflação de alimentos exibida nos últimos meses." "Avaliamos que o resultado reportado hoje pelo IBGE reduz em alguma medida as preocupações com o consumo das famílias, que teve um desempenho muito aquém do normal na apuração do PIB dos dois primeiros trimestres do
13/9/2013 10:02
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ano. Ao mesmo tempo, a combinação de queda da produção industrial com alta das vendas do varejo em julho sugere que podemos observar algum ajuste dos estoques industriais em ritmo mais intenso do que o esperado." Contudo, não há elementos suficientemente fortes para afirmar que o crescimento das vendas em julho – que não foram afetadas pelas manifestações populares, como se temia – constitua uma nova velocidade de expansão (o crescimento mensal da PMC restrita entre janeiro e junho foi de 0,2% na média, sendo 0,4% em junho). O nível das vendas restritas está em linha com a sua tendência histórica, depois de vários meses abaixo dela. Para os próximos meses, a evolução tanto da confiança do consumidor (que se recuperou em agosto, mas está em nível bastante reduzido) quanto da inflação (que atingiu a mínima em meados do ano) será importante para a dinâmica do consumo, assim como o mercado de trabalho. "Com os resultados reportados, calibramos a nossa projeção de IBC-Br de julho, para alta de 2,8% ante o mesmo mês de 2012 e queda de 0,7% na margem."
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Título: Alta das vendas do varejo reduz temores sobre consumo, mas não constitui novo ritmo de expansão Autor: Redação Tipo de Veículo: BLOG Coluna: Nome do Veículo: CIDADE BIZ Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/09/2013 Origem: On Line Nome do Cliente: FENABRAVE Palavra Chave: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
Alta das vendas do varejo reduz temores sobre consumo, mas não consti...
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Alta das vendas do varejo reduz temores sobre consumo, mas não constitui novo ritmo de expansão
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Com os resultados reportados pelo IBGE, Depec-Bradesco calibra projeção do IBC-Br de julho para um crescimento de 2,8% na comparação anual 12/9/2013 - 16:15 - Redação
As vendas do comércio varejista iniciaram o terceiro trimestre com forte alta, reduzindo o viés negativo para o desempenho esperado para o PIB do período. Mesmo expurgando fatores temporários, como as liquidações de inverno, que favoreceram as vendas de vestuários, o varejo deu sinais robustos de recuperação em julho. Avaliamos que o arrefecimento da inflação e os incentivos para a compra de eletrodomésticos tiveram papel relevante nessa melhora, em especial nas vendas dos supermercados. Vendas no varejo brasileiro cresceram 1,9% em julho, maior alta desde janeiro de 2012. O volume de vendas no varejo restrito (que exclui as atividades de veículos e motos, partes e peças e de material de construção) cresceu 1,9% em julho, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje pelo IBGE. O resultado foi bastante superior à nossa expectativa de queda de 0,4% e das projeções do mercado, que apontavam alta de 0,2%, segundo levantamento da Agência Estado. Na comparação com o mesmo período de 2012, houve alta de 6,0%. O comércio ampliado (que considera todas as atividades), por sua vez, registrou avanço de 0,6% na margem e de 3,7% na comparação interanual. O mercado esperava recuo de 0,9% na comparação mensal. A abertura da pesquisa apontou crescimento na maioria dos segmentos em julho, com destaque para as variações de 2,6% de móveis e eletrodomésticos e de 5,4% de tecidos, vestuário e calçados, que acumulam altas de 4,8% e 3,4% no ano, respectivamente. No primeiro grupo, o crescimento interanual de 11% ocorreu sobre uma base de comparação bastante elevada; avaliamos que esse movimento seja reflexo de programas federais de estímulo, tais como o Programa Minha Casa Melhor, anunciado no dia 12 de junho. Já a atividade de vestuário, a nosso ver, foi favorecida pelas liquidações de inverno, que impulsionaram as vendas em julho. De fato, o deflator implícito dessa atividade apontou para deflação. Em sentido contrário, as vendas de veículos e motos, partes e peças caíram 3,5%, menos do que o recuo sugerido pelos dados de emplacamentos (-10%) divulgados previamente pela Fenabrave. Também vale mencionar o avanço de 1,8% das vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios , bebidas e fumos, em grande medida, reflexo da descompressão da inflação de alimentos exibida nos últimos meses. Avaliamos que o resultado reportado hoje pelo IBGE reduz em alguma medida as preocupações com o consumo das famílias, que teve um desempenho muito aquém do normal na apuração do PIB dos dois primeiros trimestres do ano. Ao mesmo tempo, a combinação de queda da produção industrial com alta das vendas do varejo em julho sugere que podemos observar algum ajuste dos estoques industriais em ritmo mais intenso do que o esperado. Contudo, não há elementos suficientemente fortes para afirmarmos que o crescimento das vendas em julho– que não foram afetadas pelas manifestações populares, como se temia– constitua uma nova velocidade de expansão (o crescimento mensal da PMC restrita entre janeiro e junho foi de 0,2% na média, sendo 0,4% em junho). O nível das vendas restritas está em linha com a sua tendência histórica, depois de vários meses abaixo dela.
Governo americano prepara intervenção militar na Síria: Sou a favor, muitos civis inocentes estão morrendo. Sou a favor, a região é estratégica por causa do petróleo. Sou contra, a ação pode colocar em risco a paz no mundo. Sou contra, os EUA devem parar de interferir em outros países. Ainda não formei opínião, o assunto é complexo.
Para os próximos meses, a evolução tanto da confiança do consumidor (que se recuperou em agosto, mas está em nível bastante reduzido) quanto da inflação (que atingiu a mínima em meados do ano) será importante para a dinâmica do consumo, assim como o mercado de trabalho. Com os resultados reportados, calibramos a nossa projeção de IBC-Br de julho, para alta de 2,8% ante o mesmo mês de 2012 e queda de 0,7% na margem.
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13/9/2013 10:01
Título: "A ?Revolução? planejada da Honda" Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TRIBUNA DO NORTE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 13/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
A Revolução planejada da Honda
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A Revolução planejada da Honda A Honda do Brasil anunciou, dia 7 de agosto, que vai investir mais de R$ 1 bilhão em uma unidade industrial em Itirapina (SP), onde montará um novo automóvel compacto, cujo modelo ainda está mantido em sigilo pela marca. Essa iniciativa dobrará sua capacidade produtiva no País, das atuais 120 mil unidades para 240.000 unidades por ano. "A fábrica estabelece o início de um novo ciclo na história da Honda no Brasil", afirma Masahiro Takedagawa, CEO da montadora na América do Sul. "Nossa confiança no mercado brasileiro não poderia ser maior", enfatiza Masahiro. Com a nova fábrica, a segunda de automóveis Honda, a participação de mercado da marca deverá subir de 3,8% para mais de 5%, deixando para trás a Toyota, sua concorrente, hoje com 4,7% da comercialização. O entusiasmo e a confiança do Sr. Masahiro, que também administra o negócio de motocicletas Honda, resultam da convicção que a unidade industrial vai lograr êxito, gerando muitos dividendos. "Estar mais próximos de fornecedores e ter acesso rápido a São Paulo - maior mercado consumidor do Brasil, são fundamentais para ter sucesso e agilidade em nosso negócio", afirma Takedagawa. A proximidade com o porto de Santos (SP) também pesou a favor da cidade paulista. A fábrica poderá abastecer outros mercados da América do Sul, como Argentina e Chile. "O Brasil é peça-chave nos planos mundiais da Honda e base para toda nossa estratégia no continente", afirmou o presidente mundial da Honda, Takonobu Ito. A escolha de Itirapina (SP) é, de fato, o pilar do plano de negócios da Honda no Brasil. A nova unidade ficará a menos de 50 kms de Rio Claro e São Carlos (SP), cidades que são referências nacionais na formação de engenheiros, com universidades federais e estaduais. Até mesmo Itirapina (SP) poderá se tornar um polo de geração de conhecimento. O prefeito da cidade solicitou ao governo do Estado, horas depois da confirmação da fábrica na cidade, a implantação de uma ETEC (Escola Técnica Estadual), além da instalação de uma unidade do Senai. "Não podemos perder a oportunidade de desenvolvimento profissional, porque se não tivermos mão de obra específica, a Honda buscará em outro lugar", explicitou o prefeito de Itirapina. Graças a essa nova ofensiva bilionária, a montadora fará sua estreia no segmento dos carros "populares" compactos, que representou 72% das vendas no Brasil em 2012, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Revendedores de Veículos Automotores). Outra estratégia nos planos da marca japonesa no País será o lançamento de um Utilitário Esportivo compacto, segmento dominado, hoje, pelo Renault "Duster", com 46.900 unidades vendidas em 2012 e pelo Ford "EcoSport", com 38.200 unidades. "A Honda enxergou tarde, mas a tempo de se recuperar, que os segmentos de maior potencial no Brasil não estão nos carros premium", afirma o americano Bill Russo, presidente da consultoria Synergistics. "Com a boa reputação da marca, não será difícil desbancar as concorrentes", concluiu o executivo. No quesito reputação, a Honda é quase imbatível no mercado nacional, junto com outras asiáticas. O estudo Vehicle Owership Satisfaction Study 2013, realizado pela consultoria J.D. Power com mais de 8.000 consumidores brasileiros, divulgado no dia 7 de agosto, mostrou que a marca só perde para a Toyota no ranking de satisfação de seus clientes. Em seguida, aparecem Hyundai, Nissan e Kia. A boa imagem junto a seus consumidores fez a Toyota e a Honda serem as últimas a entrar no mercado de compactos e esperar, ao máximo, para anunciar novas unidades de produção", esclarece Wim van Acker, consultor para o mercado automobilístico da americana The Hunter Group. Na realidade, a Honda foi a última grande fábrica de automóveis brasileira a expandir a sua capacidade produtiva, com a construção de uma nova unidade industrial. Nos últimos anos, a Hyundai inaugurou uma fábrica em Piracicaba (SP), assim como a Toyota fez em Sorocaba (SP), a 87 quilômetros de São Paulo. A
13/9/2013 10:00
A Revolução planejada da Honda
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Nissan (japonesa) e a Chery (chinesa) estão construindo suas fábricas em Resende (RJ) e na cidade de Jacareí (SP), respectivamente. "As montadoras globais estão encontrando no mercado brasileiro grandes oportunidades de investimento e uma alternativa para equilibrar seus negócios diante dos desafios nas economias europeias", afirma a britânica Ken Elias, especialista em mercado automotivo, sócia da consultoria Maryann Keller & Associates, com sede em Londres. "É um novo momento para as montadoras e uma fase única para os municípios que recebem esses grandes investimentos", enfatizou a empresária. Além das inegáveis oportunidades de negócios com a crescente demanda interna, as fábricas de automóveis têm se sentido pressionadas a investir no Brasil após o anúncio do Inovar- Auto, regime automotivo elaborado pelo governo federal, que oferece incentivos tributários àqueles que venham a investir na nacionalização e no desenvolvimento de carros mais eficientes. Desde janeiro, o programa garantiu R$ 6,8 bilhões em planos de investimentos das multinacionais do setor, como BMW, JAC, Mitsubishi, Nissan, Hyundai, DAF-Caminhões e Metro-Shacman, além de mais de R$ 1 bilhão da Honda. "O novo investimento da Honda no Brasil demonstra a confiança da empresa no País e confiança que o Inovar-Auto é uma política com resultados concretos, que está alcançando o objetivo de atrair investimentos e fortalecer a indústria", enfatizou, dia 8/8, Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
13/9/2013 10:00
Título: Semana Nacional de Trânsito Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: TECNODATA EDUCACIONAL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
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12/09/2013
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Semana Nacional de Trânsito A Semana Nacional do Trânsito é uma comemoração anual que acontece entre os dias 18 e 25 de setembro. A data foi estabelecida desde a criação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997. A Semana é caracterizada por uma série de eventos e ações educativas promovidas por todos os órgãos e entidades que integram o Sistema Nacional de Trânsito. Este ano, a abertura da semana será realizada no Velopark, maior parque automobilístico da América Latina, localizado a 30 km do centro de Porto Alegre no município de Nova Santa Rita. Com a presença das principais autoridades do setor público e privado será lançada a Academia de Condução Veicular Velopark. Com o olhar focado na cultura e educação das comunidades o Velopark e algumas instituições desenvolveram um Centro de Treinamento para Motoristas de Veículos, com um programa de formação de condutores voltado para jovens recém habilitados, motoristas profissionais de motos, motoristas já habilitados que buscam uma direção mais segura, e ainda condutores profissionais de veículos leves ou pesados. O programa também contempla ações junto ao público infantil através do estímulo a conscientização de crianças em idade escolar, além de uma ação voluntária junto a menores de rua. A formação será oferecida por instrutores habilitados com certificação em órgãos regulatório de trânsito. As diversas formações têm currículos específicos, porém em comum a estrutura em módulos para facilitar o aprendizado. Durante os cursos serão utilizados a ampla área em pistas do Velopark, salas climatizadas, além dos mais atualizados recursos didáticos para aquisição e fixação do conhecimento. O Modulo Teórico foi desenvolvido com o objetivo de educar os aprendizes através de gráficos, filmes, simulações, testes, desenvolvimento e tecnologia embarcada nos veículos, como ferramenta de segurança. Ainda no Modulo Teórico, são apresentados dados estatísticos comprovando a complexidade da ação de dirigir. Os cursos alertam para a necessidade de atenção constante considerando todas as variáveis que compõe o tráfego veicular. Noite, neblina, chuva, tráfego intenso, sinalização deficiente, rodovias sem as devidas condições são alguns dos aspectos abordados. Já o Modulo Pratico, desenvolve um modelo de instrução e treinamento em local absolutamente seguro, sem a interferência de qualquer elemento estranho ao aprendizado ideal. É neste módulo que o aprendiz coloca em prática todo o conhecimento absorvido durante o amplo debate realizado em sala de aula, na busca pela eliminação dos fatores causadores de acidentes. Instituições presentes no evento: ? Governo do Estado do Rio Grande do Sul ? Detran ? EPTC ? SRT - Superintendência Regional do Trabalho ? Assembléia Legislativa - Frente Parlamentar pelo Tãnsito ? Prefeitura Municipal de Porto Alegre ? Prefeitura Municipal de Nova Santa Rita ? Prefeitura Municipal de Canoas ? FAMURS ? FENABRAVE ? VELOPARK Cronograma: 9h - Abertura com autoridades 10h - Apresentação ACV 10h15min - Coffee Break 10h30min - Cases de Sucesso para um Trânsito Melhor
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13/9/2013 09:59
Título: Estado apresenta volume de vendas abaixo da média nacional Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: O POVO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 13/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Título: Honda terá terceira fábrica de automóveis no Brasil Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO GAÚCHO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Honda terá terceira fábrica de automóveis no Brasil - Dia a Dia - Diári...
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Diário Gaúcho ClassiDiário 12/09/2013 | 12h18
Operação em Itirapina terá capacidade para produzir 120 mil carros por ano
Foto: Reprodução / Reprodução
A Honda Automóveis do Brasil confirmou a construção de uma nova fábrica de automóveis no país, com capacidade para produzir 120 mil carros por ano.
O início das operações está previsto para 2015, em Itirapina, no interior do Estado de São Paulo, localizada a aproximadamente 200km da capital e 100km da outra planta da japonesa, em Sumaré (SP).
2 mil novos empregados
Na nova fábrica, que empregará cerca de 2 mil pessoas, deverá ser produzido um veículo compacto, da categoria do Fit, considerando a forte demanda nesse segmento.
Com a nova fábrica, a Honda dobrará sua capacidade produtiva no país, partindo de 120 mil (da unidade de Sumaré) para 240 mil automóveis por ano. Além disso, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento de produtos que atendam às necessidades dos consumidores brasileiros e a nacionalização de componentes, até o final do ano, a montadora iniciará as operações de um novo centro de pesquisa e desenvolvimento nas dependências da fábrica de Sumaré.
- Sendo o quarto maior mercado de automóveis, o Brasil é uma região muito importante para as operações da Honda. Com a expansão da capacidade, o nosso objetivo é ganhar competitividade e oferecer produtos cada vez mais atrativos, que excedam as expectativas dos consumidores brasileiros - disse Masahiro Takedagawa, presidente na Honda América do Sul e no Brasil.
13/9/2013 10:05
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Queda nas vendas
De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de carros e comerciais leves em agosto totalizaram 312,72 mil unidades, correspondendo a uma queda de 22,87% em comparação às 405,46 mil do mesmo período do ano passado.
O número de emplacamentos em agosto foi 3,46% inferior ao de julho. Em contrapartida, a média diária de vendas se manteve estável, com mais de 14 mil unidades.
Apesar da já esperada desaceleração no segundo semestre, analistas acreditam que será possível alcançar volume suficiente para garantir crescimento no final do ano. Para isso, o setor precisa emplacar mais de 1,3 milhão de veículos nos próximos quatro meses, com média mensal superior a 332 mil unidades.
Pelo 16º mês seguido, o Volkswagen Gol ocupa a primeira posição do ranking, como o carro mais vendido no Brasil.
Entre as marcas, a Fiat manteve a liderança, com 21,9% de participação no mercado. A briga ocorreu pela segunda colocação. Uma diferença inferior a 1% separou a Volkswagen da General Motors no acumulado do ano, ou cerca de 15 mil carros. Com portfólio renovado, a americana vem tentando tomar a posição da alemã nos últimos meses.
DIÁRIO GAÚCHO
13/9/2013 10:05
Título: Confiança cai e analistas estimam alta de 0,3% do varejo Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: COBERTURA MERCADO DE SEGUROS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Confiança cai e analistas estimam alta de 0,3% do varejo
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Por Tainara Machado A importante retração da confiança de empresários e consumidores em julho deve ter levado o varejo restrito, que não considera o desempenho das vendas de automóveis e de material de construção, a mostrar crescimento moderado no início do segundo semestre, em um contexto em que a renda real também não dá suporte para uma variação mais expressiva do comércio, avaliam economistas. Após alta de 0,5% do volume de vendas nesse conceito na medição anterior, a média de 14 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data aponta para alta de 0,3% na passagem de junho para julho, feitos os ajustes sazonais. Apesar do avanço modesto, este é considerado o "novo normal" para o comércio, que diante da desaceleração do mercado de trabalho e do crédito não deve voltar a crescer a taxas mais fortes no médio prazo. As estimativas para a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), a ser divulgada hoje pelo IBGE, vão de queda de 0,4% a expansão de 0,8% no dado mensal. Para o varejo ampliado - que inclui, além dos oito segmentos analisados no restrito, os ramos de automóveis e material de construção - dez analistas projetam, em média, retração de 0,9% no período.
Tecnologia & Serviços
Para Mariana Oliveira, economista da Tendências Consultoria, a massa de rendimentos dos trabalhadores deixou de contribuir positivamente para o desempenho do setor varejista, em função de ganhos reais de renda mais moderados e a baixa expansão da ocupação. "Do ponto Eventos (Fatos&Fotos) de vista do varejo, o mercado de trabalho não ajuda mais como nos outros anos", afirma. Além disso, o aumento da inflação no início deste ano elevou o nível de preços, que continua alto Cursos mesmo com o arrefecimento recente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Artigos (IPCA). Eventos
Responsabilidade Social Revista Cobertura TV Cobertura Links Sincors do Brasil
Regulação/Sinistros Prest. de Serviços Links do Mercado Parcerias Sincor DF e Fenacor-NE Parceria MBM
Por isso, afirma, as vendas nos super e hipermercados, que avançaram 0,3% no acumulado até junho deste ano, não devem ganhar muito fôlego nos próximos meses. "As vendas devem ter alguma aceleração, mas não será um forte impulso". Mariana Hauer, do Banco ABC Brasil, projeta expansão de 0,2% do varejo em julho, em linha com o avanço sugerido pelo Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian. De acordo com a entidade, as vendas nos mercados recuaram 0,1% nessa comparação. É por isso, comenta a economista, que o avanço de 1,5% mostrado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é visto com alguma cautela. "Os dados da Abras têm descolado um pouco da pesquisa do IBGE, por isso avaliamos que as vendas devem influenciar o resultado do mês pelo lado positivo, mas não com tanta força." As manifestações que tomaram as ruas do país entre junho e julho também são um fator importante para explicar o ritmo moderado de avanço esperado para o primeiro mês do segundo semestre. "Mesmo que não tenhamos visto queda nos índices do varejo, o baixo crescimento nestes dois meses tem relação com o desempenho da confiança, que abala principalmente a venda de bens não essenciais, como vestuário e calçados", afirma. De acordo com Sondagem do Comércio da Fundação Getulio Vargas (FGV), no trimestre encerrado em julho a confiança dos empresários do setor recuou 5,9% em relação a igual período do ano anterior. Os consumidores também ficaram menos otimistas entre julho e julho, quando o índice recuou 4,1%, para o menor nível desde maio de 2009. No caso de móveis e eletrodomésticos, a dinâmica pode ser diferente por causa dos estímulos em vigor, entre eles o Minha Casa Melhor, que criou linha de crédito para compra desses itens a juros subsidiados por beneficiários do programa habitacional do governo. Em junho, por exemplo, o avanço de 1,8% dessa categoria de bens deu impulso importante para a alta de 0,5% das vendas no período. "É um programa com potencial de melhorar as vendas, já que as condições de financiamento são muito mais favoráveis do que se encontra atualmente no mercado de crédito privado", diz.
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No varejo ampliado, as perspectivas são de um mês mais negativas. Mariana, do ABC Brasil, afirma que os dados compilados pela Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias do país, sugerem retração de 1,9% do licenciamento de veículos na passagem mensal. Como o desempenho de materiais de construção também foi fraco, o ABC Brasil projeta queda de 0,9% do varejo nesse conceito em julho, na comparação com o mês anterior. Jankiel Santos, economista-chefe do BES Investimento, também estima retração de 1,1% do comércio ampliado em julho. A fraca expansão no mês, diz, é "mau presságio para o desempenho dos serviços no período", deixando um carregamento estatístico de queda de 0,8% para o varejo no terceiro trimestre. A economista do ABC Brasil avalia que o varejo continuará a mostrar variações positivas nos próximos meses, mas sem acelerar o passo, o que deve levar o setor a fechar o ano com alta de 4%, praticamente a metade do avanço de 8,4% de 2012. É o "novo normal" para o comércio, que não deve mais crescer a taxas tão robustas em função da moderação observada no mercado de trabalho, enquanto o endividamento continua a comprometer parte elevada da renda.
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Título: Confiança cai e analistas estimam alta de 0,3% do varejo Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ABRASNET Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 12/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 13/09/2013
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Notícias do setor Economia RH Legislação
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NOTÍCIAS ABRAS 12/09/2013 11:56
- CONFIANÇA CAI E ANALISTAS ESTIMAM ALTA DE 0,3% DO VAREJO
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A importante retração da confiança de empresários e consumidores em julho deve ter levado o varejo restrito, que não considera o desempenho das vendas de automóveis e de material de construção, a mostrar crescimento moderado no início do segundo semestre, em um contexto em que a renda real também não dá suporte para uma variação mais expressiva do comércio, avaliam economistas. Após alta de 0,5% do volume de vendas nesse conceito na medição anterior, a média de 14 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data aponta para alta de 0,3% na passagem de junho para julho, feitos os ajustes sazonais. Apesar do avanço modesto, este é considerado o "novo normal" para o comércio, que diante da desaceleração do mercado de trabalho e do crédito não deve voltar a crescer a taxas mais fortes no médio prazo.
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As estimativas para a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), a ser divulgada hoje pelo IBGE, vão de queda de 0,4% a expansão de 0,8% no dado mensal. Para o varejo ampliado - que inclui, além dos oito segmentos analisados no restrito, os ramos de automóveis e material de construção - dez analistas projetam, em média, retração de 0,9% no período. Para Mariana Oliveira, economista da Tendências Consultoria, a massa de rendimentos dos trabalhadores deixou de contribuir positivamente para o desempenho do setor varejista, em função de ganhos reais de renda mais moderados e a baixa expansão da ocupação. "Do ponto de vista do varejo, o mercado de trabalho não ajuda mais como nos outros anos", afirma. Além disso, o aumento da inflação no início deste ano elevou o nível de preços, que continua alto mesmo com o arrefecimento recente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Por isso, afirma, as vendas nos super e hipermercados, que avançaram 0,3% no acumulado até junho deste ano, não devem ganhar muito fôlego nos próximos meses. "As vendas devem ter alguma aceleração, mas não será um forte impulso". Mariana Hauer, do Banco ABC Brasil, projeta expansão de 0,2% do varejo em julho, em linha com o avanço sugerido pelo Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian. De acordo com a entidade, as vendas nos mercados recuaram 0,1% nessa comparação. É por isso, comenta a economista, que o avanço de 1,5% mostrado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é visto com alguma cautela. "Os dados da Abras têm descolado um pouco da pesquisa do IBGE, por isso avaliamos que as vendas devem influenciar o resultado do mês pelo lado positivo, mas não com tanta força." As manifestações que tomaram as ruas do país entre junho e julho também são um fator importante para explicar o ritmo moderado de avanço esperado para o primeiro mês do segundo semestre. "Mesmo que não tenhamos visto queda nos índices do varejo, o baixo crescimento nestes dois meses tem relação com o desempenho da confiança, que abala principalmente a venda de bens não essenciais, como vestuário e calçados", afirma. De acordo com Sondagem do Comércio da Fundação Getulio Vargas (FGV), no trimestre encerrado em julho a confiança dos empresários do setor recuou 5,9% em relação a igual período do ano anterior. Os consumidores também ficaram menos otimistas entre julho e julho, quando o índice recuou 4,1%, para o menor nível desde maio de 2009. No caso de móveis e eletrodomésticos, a dinâmica pode ser diferente por causa dos estímulos em vigor, entre eles o Minha Casa Melhor, que criou linha de crédito para compra desses itens a juros subsidiados por beneficiários do programa habitacional do governo. Em junho, por exemplo, o avanço de 1,8% dessa categoria de bens deu impulso importante para a alta de 0,5% das vendas no período. "É um programa com potencial de melhorar as vendas, já que as condições de financiamento são muito mais favoráveis do que se encontra atualmente no mercado de crédito privado", diz. No varejo ampliado, as perspectivas são de um mês mais negativas. Mariana, do ABC Brasil, afirma que os dados compilados pela Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias do país, sugerem retração de 1,9% do licenciamento de veículos na passagem mensal. Como o desempenho de materiais de construção também foi fraco, o ABC Brasil projeta queda de 0,9% do varejo nesse conceito em julho, na comparação com o mês anterior. Jankiel Santos, economista-chefe do BES Investimento, também estima retração de 1,1% do comércio ampliado em julho. A fraca expansão no mês, diz, é "mau presságio para o desempenho dos serviços no período", deixando um carregamento estatístico de queda de 0,8% para o varejo no terceiro trimestre. A economista do ABC Brasil avalia que o varejo continuará a mostrar variações positivas nos próximos meses, mas sem acelerar o passo, o que deve levar o setor a fechar o ano com alta de 4%, praticamente a metade do avanço de 8,4% de 2012. É o "novo normal" para o comércio, que não deve mais crescer a taxas tão robustas em função da moderação observada no mercado de trabalho, enquanto o endividamento continua a comprometer parte elevada da renda.
Veículo: Valor Econômico
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