Título: Direção Autor: Coluna: CULTURA Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: SANTO ANDRÉ País: BRASIL Data de Capa: 28/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 6 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Mercado de automóveis está aquecido na região Autor: Coluna: INFORME PUBLICITÁRIO Nome do Veículo: FOLHA DE S.PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 29/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 4 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: A semana Autor: Coluna: ECONOMIA & NEGÓCIOS Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 30/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B 8 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
B8 Economia %HermesFileInfo:B-8:20130930:
O ESTADO DE S. PAULO
SEGUNDA-FEIRA, 30 DE SETEMBRO DE 2013
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DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO-22/7/2010
Isenta de IR para pessoa física, LCI é alternativa à caderneta de poupança ● Gostaria de investir em títulos, mas não sei bem como funcionam e o que devo fazer para não deixar meu pouco dinheiro se evaporar por um erro. Há essa possibilidade?
Investir de maneira errada pode fazer você perder dinheiro, mas não necessariamente todo o valor. Investir de maneira correta exige planejamento, dedicação e conhecimento. Comece estabelecendo os seus objetivos financeiros, como comprar a casa própria ou se preparar para a aposentadoria. Outro aspecto importante do planejamento é organizar o seu orçamento familiar. Dedicação, por sua vez, significa que, ao estabelecer o quanto deve ser poupado para atingir os objetivos, faça isso de maneira religiosa. Não menos importante é que você desenvolva conhecimento de finanças. Conhecer as diversas alternativas de investimentos que o mercado oferece, permite que o investidor faça sua opção de maneira consciente. Comece pelo básico que é juntar dinheiro na caderneta de poupança. Ao mesmo tempo, busque conhecer o Tesouro Direto e os outros títulos como CDB, Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio. Descubra as regras dos fundos, os seus custos e não se esqueça de considerar a tributação. Dentro de pouco tempo você estará craque em finanças.
● Tenho 63 anos e a maior parte da minha carteira de investimentos está em um fundo referenciado DI com taxa de administração de 0,5% ao mês. Outra parte da reserva está alocada em fundos multimercados e de renda fixa. Tenho ainda R$ 300 mil na caderneta de poupança, da regra nova. A gerente do banco sugeriu que eu transfira R$ 200 mil para uma Letra de Crédito Imobiliário (LCI). Estes títulos teriam rendimento de 85% da taxa Selic, porém é isento de Imposto de Renda, desde que não saque durante seis meses. O que devo fazer?
Acho uma boa opção aplicar em LCI, inclusive porque isto diversificaria um pouco mais a sua atual carteira de investimentos. A caderneta de poupança, pela nova regra de rentabilidade, deve fechar o ano com a retorno líquido próximo a 5,40%, um bom ganho tendo em vista a facilidade de aplicação, a flexibilidade de poder sacar o dinheiro a qualquer momento, a garantia de até R$ 250 mil pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e a isenção de custos e tributos, como Imposto de Renda. Por outro lado, você deverá obter um rendimento mais alto com a LCI de rendimento de 85% do CDI. Esta letra equivale a um Certificado de Depósito Bancário (CDB) com rentabilidade de 106,25% do CDI, devido ao fato de que sobre o último há incidência de IR. O CDI acumulado no ano atinge 4,89%, o que equivale a uma taxa anualizada de 7,42%. Assim, a rentabilidade líquida
Nos bancos. Consumidor precisa ficar atento e exigir condições adequadas de remuneração para o capital da LCI deve ser próxima a 6,30%. A sugestão é que você volte ao banco e negocie um pouco mais essa remuneração da LCI, para melhorar a taxa ofertada. Caso possível, veja qual a proposta no caso de você deixar o dinheiro aplicado no título por um ou dois anos. Lembre-se também que a garantia das LCIs, assim como na poupança, vai até R$ 250 mil pelo FGC. ● Possuo aplicação em um plano de previdência privada Vida Gerador de Benefício Líquido (VGBL) de um banco, no valor de R$ 106 mil. Tal plano cobra 3,2% ao ano de taxa de administração e 0,75% de taxa de carregamento, o que eu acho muito alto. Com a situação atual de mercado, de baixas remunerações, a rentabilidade do plano está quase zerada. Seria interessante colocar este dinheiro na caderneta de poupança, pois teria a certeza de uma rentabilidade constante?
Os custos do seu plano de previdência atual realmente são muito altos. Antes de tomar decisão de retirar o dinheiro dessa aplicação em VGBL, no entanto, faça uma pesquisa na mesma instituição e em outras concorrentes para verificar se não pode ser obtido um plano similar, em termos de risco, com custos mais baixos e melhor rentabilidade. No caso de retirada do dinheiro, a tributação deve ser muito alta. No caso da opção pela tabela regressiva, o Imposto de Renda será de 10% sobre o ganho acumulado nesse fundo. Assim, antes de decidir a sacar os recursos, verifique se você não consegue uma alternativa, como outro plano VGBL com condições melhores. Use a portabilidade entre planos de mesma natureza para transferir os recursos entre eles sem ter que pagar o tributo de imediato. As taxas pagas por você no atual VGBL estão realmente muito altas e
devem estar consumindo todo o ganho gerado pelo plano. Não vale a pena mantê-lo nas atuais condições. O mercado apresenta boas opções que podem atender melhor aos investidores. O problema é que muitas pessoas não conferem os seus extratos e sequer sabem qual é o custo do plano de previdência. O resultado da falta de informação é que muitos fundos cobram taxas exorbitantes e não dão o retorno mínimo para os seus participantes. Nós temos de ficar atentos e exigir condições adequadas de remuneração para nosso capital, principalmente em se tratando de produto dedicado ao longo prazo, como a aposentadoria. ✽ FÁBIO GALLO É PROFESSOR DE FINANÇAS DA FGV E DA PUC-SP
Artigo
O Brasil mudou Apenas uma minoria tem seguro contra os eventos naturais no País, ainda que boa parte dos riscos possa ser segurada ✽ ●
ANTONIO PENTEADO MENDONÇA
A
pesardenossospolíticoscontinuarem cometendo as barbaridades de sempre, a natureza evoluiu. Durante décadas o Brasil foi o país abençoado por Deus, sem vulcões, furacões, tornados, nevascas, terremotos e outros eventos de origem natural capazes de causar danos de monta. Enquanto os países desenvolvidos sofriamnas mãos da natureza, tendo deadministrartodasortedecatástrofes capazes de matar, ferir e destruir
o patrimônio nacional, o Brasil passava ao largo das desgraças, ameaçado apenas pelas formigas e pelos políticos. É verdade que as catástrofes naturais são seguráveis. Da mesma forma, é verdade que os estragos causados pelas formigasepelospolíticosnãosãoseguráveis. Em outras palavras, os prejuízos causados pelos políticos são mais danosos que os decorrentes dos eventos naturais. Estes, pelo menos nos países ricos, são indenizados em boa parte pelas seguradoras. No Brasil, nem isso. Aqui apenas uma minoria tem seguro contra os eventos naturais, ainda que boa parte dos riscos possa ser segurada. Mas se nós não tínhamos catástrofes naturais, por que agora, de uma hora paraoutra,oPaíscomeçoua servarrido por uma série de eventos desta natureza? A resposta é simples: não é que o Brasil não fosse solo propício para os eventos, nós é que não tínhamos qualquertipodeaferiçãosobresuaocorrência. Hoje se sabe que o Brasil, de acordo com a ONU, é um dos 10 países mais afetados por prejuízos de causas naturais. Só as pragas que atacam a agrope-
cuáriaseriam suficientes paranos colocar em lugar de destaque em qualquer rankingglobal.Mashámais.Epelojeito sempre houve. Nós só não sabíamos porque eles aconteciam em zonas até pouco tempo atrás pouco habitadas. É verdade que nos últimos anos caíram alguns mitos internacionais, a começarpelaafirmaçãodequenoAtlânticoSuleraimpossívelaformaçãodefuracões. Santa Catarina sentiu na pele a fúria de um desses fenômenos.
‘Os prejuízos causados pelos políticos são mais danosos que os decorrentes dos eventos naturais’ Por falar em Santa Catarina, me lembro eu, criança, ouvindo no rádio as informações a respeito das enchentes que arrasaram boa parte do Estado. Da mesma forma que me lembro, mais ou menos na mesma época, de Caraguatatuba soterrada por parte da Serra do Mar que veio abaixo depois de intensas chuvas de verão.
Então, as chuvas não são novas, nem mesmo na região serrana do Rio de Janeiro. Os moradores de Petrópolis que o digam. Da mesma forma que as águas sempre se espraiaram por São Paulo, atingindo as mais variadas regiões da cidade. E fazem costumeiramente o mesmonoRiodeJaneiro,emBeloHorizonte, Salvador e tantas outras cidades espalhadas pelo País. Agora mesmo Taquarituba, município do interior paulista, desconhecido damaioriadapopulaçãobrasileira,sentiu na área urbana os efeitos devastadoresdeumtornadoquematou2pessoas, feriu mais de 60 e destruiu dezenas de imóveis. Aliás, os tornados não são novos na história dos eventos naturais que atingem São Paulo. Há alguns anos, um atravessou a região de Ribeirão Preto, outro desceu em São Bernardo do Campo e um terceiro, com efeitos mais danosos, passou por Indaiatuba. Enquanto as últimas inundações que atingiram a Alemanha devem custar perto de € 3 bilhões para as seguradoras, no Brasil ninguém fala do valor das indenizações suportadas pelo setor em
decorrência dos eventos naturais que se abatem sobre nós. Existeseguroparaváriosdeles.Essas garantias podem ser contratadas nos pacotes residenciais e empresariais sem qualquer dificuldade. E a cobertura compreensiva do seguro de automóveis indeniza os danos causados pela água, o que eleva a sinistralidadedacarteiranosmesesde verão. Alguns riscos, como as enchentes eosdeslizamentos,sãodifíceisdeserem segurados. Mas isso não justificaabaixíssimacontrataçãodegarantias contra os eventos de origem natural.Estánahoradessasituaçãomudar. Isso só vai acontecer quando as apólices forem mais conhecidas. Querdizer,daquiatéofinaldopróximoverãoapopulaçãobrasileiramais uma vez vai morrer com a conta. ✽ PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, SÓCIO DE PENTEADO MENDONÇA ADVOCACIA E COMENTARISTA DA ‘RÁDIO ESTADÃO’
A SEMANA Segunda-feira, 30 BC: Nota de Política Fiscal (agosto). BC: Relatório Trimestral de Inflação. EUA: Atividade (ISM Chicago) Industrial (setembro). China: PMI Industrial (set).
Terça-feira, 1º Inflação: IPC-S (set). Balança Comercial (set). EUA e Zona do Euro: PMI Industrial (set). EUA: ISM Industrial (set). Zona do Euro: Taxa de Desemprego (ago). Quarta-feira, 2
inflação (%)
INSS
Inflação: IPC-Fipe (set). IBGE: Produção Industrial (agosto). Dados/Fenabrave (set). EUA: postos de trabalho no setor privado (set). Quinta-feira, 3 EUA: Atividade (ISM) Serviços (set).
Zona do Euro: PMI de Serviços (set). Zona do Euro: Vendas no Varejo (ago). Europa: Reunião do BCE. Sexta-feira, 4 Dados/Anfavea (set). EUA: Nível de Emprego (Payroll) de setembro. Japão: Reunião do BoJ.
TRABALHADOR DOMÉSTICO
AUTÔNOMOS
Suas Contas Imposto de Renda na fonte
Reajuste do aluguel (Outubro)
ALÍQUOTA
PARCELA A DEDUZIR
–
Isento
De 1.710,79 até 2.563,91
7,5
128,31
De 2.563,92 até 3.418,59
15
320,60
De 3.418,60 até 4.271,59
22,5
577,00
Acima de 4.271,59
27,5
790,58
BASE DE CÁLCULO (R$)
Até 1.710,78
IGP-M (FGV) 1,0440 IGP-DI (FGV) IPC (FIPE) -
IPCA (IBGE) INPC (IBGE) ICV (DIEESE)
-
OBS.: FATORES VÁLIDOS PARA CONTRATOS CUJO ÚLTIMO REAJUSTE OCORREU HÁ UM ANO
Salário mínimo (2013) Deduções: R$ 171,97 por dependente; pensão alimentícia integral; contribuição ao INSS. Aposentado com 65 anos ou mais tem direito a uma dedução extra de R$ 1.710,78 no benefício recebido da previdência.
R$ 678,00
ÍNDICE
INPC (IBGE) IGP-M (FGV) IGP-DI (FGV) IPA-DI (FGV) IPC-DI (FGV) IPC (FIPE) IPCA (IBGE) INCC (FGV) ICV - Dieese FIPEZAP*
Setembro
NO ANO
12 MESES
1,50 -
3,33 3,69 2,46 1,46 3,32 1,99 3,43 6,86 4,09 8,60
6,07 4,40 3,98 2,81 5,54 4,88 6,09 7,86 6,65 13,70
TRABALHADOR ASSALARIADO* MÊS DE COMPETÊNCIA: Setembro Salário de contribuição
Até 1.247,70 De 1.247,71 a 2.079,50 De 2.079,51 a 4.159,00 * Empregador
Alíquota
8% 9% 11%
Alíquota
Máx. (R$)
Mín. (R$)
Empregado 8 a 11 Empregador 12 Total 20 a 23
54,24 81,36 135,60
457,49 499,08 956,57
Base
Alíquota
De 678,00 até 4.159,00 20%
A pagar
De 135,60 até 831,80
Autônomo (plano simplificado)**
678,00
11%
74,58
12%
Vencimento 15/10. O porcentual de multa a ser aplicado fica limitado a 20%, mais taxa Selic.
No Estado de São Paulo, o valor mínimo de contribuição é de R$ 135,60 e o máximo de R$956,57. Outros Estados têm piso salariais próprios
** Contribuinte individual que trabalha por conta própria (antigo autônomo), sem relação de trabalho com empresa ou equiparada. Códigos: Individuais: 1163 mensal e 1180 trimestral. Facultativos:1473 mensal e 1490 trimestral.
Título: Focus terá vida difícil com Golf, mas aposta em "acessórios" Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MATO GROSSO NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 29/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
contato@matogrossonoticias.com.br | Cuiabá, 30 de Setembro de 2013, 09:33
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29.09.2013 | 04h10
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BOCA NA BOTIJA
ECONOMIA / VEÍCULOS
Repercussão nacional
Focus terá vida difícil com Golf, mas aposta em "acessórios"
Reportagem sobre juíza sai no Conjur e em outros sites nacionais
Musa dos prefeitos
Novo Focus chega renovado em outubro para tentar manter a liderança do segmento de hatches médios
Modelo planejava cooptar 11 prefeituras em Mato Grosso
Terra
Perseguição?
COPA 2014 Trabalho escravo: comitê local se diz 'estarrecido' com denúncias
No mesmo dia em que a Volkswagen anuncia que a sétima geração do Golf está
Após condenação, advogado diz que promotor persegue o Getúlio Grill
nas concessionárias, a Ford revela preços e versões do Novo Focus. O movimento praticamente simultâneo é sintomático e mostra a importância do segmento de hatches médios, que estava alguns anos atrasado. Agora, os dois modelos chegam ao alcance do brasileiro com o mesmo nível do produto europeu. Enquanto a marca
Show de abertura da Copa será no Rio e terá U2
Avenida terá intervenção para início de novas obras
alemã apela para a parte emocional de um motor 1.4 l turbo, a montadora
VÍDEOS
americana faz sua aposta em acessórios tecnológicos a preços mais acessíveis para manter a liderança. O salto de patamar em equipamentos vem também com um custo maior. Com relação ao modelo comercializado atualmente no Brasil, o Focus ficará R$ 10 mil mais caro na versão hatch com motor 1.6 l. Já carregando o novo motor 2.0 l a diferença fica ainda maior: R$ 16 mil. Embora o preço de entrada seja mais atrativo
Assembleia de MT: Preserve o Meio Ambiente.
que o novo Golf (R$ 67.990), a briga deve se dar mesmo com de 2.0 l, que parte de Estádios correm contra o tempo com obras
Governo rejeita proposta de consórcio
R$ 72.990 (SE) e chega a R$ 87.990 no topo de linha Titanium com pacote Plus, deixando o modelo 1.6 l para fazer frente ao Chevrolet Cruze Sport6. Também disputam o mesmo mercado Hyundai i30 e Peugeot 308.
Testamos esta versão mais cara do hatch da Ford em Mendoza, na Argentina, mesmo país onde ele será fabricado e exportado ao Brasil. A lista de equipamentos é longa e conta com itens como faróis de xenon, luzes diurnas de LED, faróis auxiliares em curvas, teto solar elétrico, sistema de estacionamento automático, banco do motorista com ajuste elétrico, câmera de ré, tela multimídia com tela de 8 polegadas, GPS, seis airbags, partida sem chave, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, retrovisores com rebatimento elétrico e ar-condicionado automático digital. Durante o percurso de cerca de 35 km nem foi possível utilizar todas as funções que o carro oferece, muitas praticamente inperceptíveis, como o controle de torque
ENQUETE
em curvas, mas elas estão ali para quando for necessário. Entre os gadgets, a conectividade com o sistema multimídia por meio de comandos de voz equipa todas as versões e merece destaque. Ele permite que o motorista trace uma rota no GPS, busque o posto ou restaurante mais próximo na tela, sem precisar parar o carro ou desviar a atenção para tocar a tela no console central. E funciona adequadamente em português.
VARIEDADES
Os comandos instalados no volante de circunferência um pouco acima do normal
Qual sua opinião sobre a verba indenizatória paga aos vereadores? A favor, pois precisam manter seu gabinetes Contra, pois já recebem um salário alto, para nada fazerem
VARIEDADES
Os comandos instalados no volante de circunferência um pouco acima do normal também direcionam o foco do condutor para sua segurança e na experiência de dirigir, que é agradável, com posição boa para o motorista e banco acolhedor em couro. Com baixo nível de ruído dentro da cabine, o motor 2.0 l Duratec Direct é o primeiro bicombustível com injeção direta e duplo comando de válvulas variável, entregando até 178 cavalos de potência. Essa novidade leva o Focus a acelerar até 100 km/h em 9s2, mesmo com câmbio Powershift, e alcançar até 206 km/h, segundo a fabricante. Mas não espere muita esportividade. A combinação com a transmiss ão automatizada pode ser ideal para o uso urbano, mas na estrada mostra falta de fôlego. Até atingir rotações um pouco maiores, a resposta é inferior à expectativa que o carro produz. Sem borboletas no volante e com botão para troca de marchas sequencial incômodo na manopla, o
‘Sou natural, sem
jeito é pisar fundo mesmo e fazer o motor "gritar" um pouco.
silicones’, diz Isadora Depois de dirigir, passamos ao banco de trás para avaliar o espaço interno. Embora seja feito para cinco pessoas, dificilmente a lotação máxima será confortável para todos no caso de adultos. Um corte no teto baixo dá um pouco mais de altura para
OPINIÃO Marcos Machado O juiz de carne e osso
os passageiros traseiros, mas ainda assim parece oprimir qualquer um que tenha mais de 1,80 metro. O porta-malas, no entanto, é bastante generoso, com 316
Pressupõe enxergar o juiz sob uma ótica impessoal, pluralista e institucional
litros de capacidade, e ainda guarda o estepe de 16 polegadas, o que limita o uso em caso de necessidade, já que as demais são de 17 polegadas. Carro mais vendido no mundo em 2012 e neste ano, o Novo Focus faz um bom serviço ao mercado nacional ao tornar mais acessível a tecnologia. Por R$ 87.990,
HUMOR DO DIA
o veículo já vem, por exemplo, com assistente de estacionamento, antes exclusivo de veículos de alto luxo. Quando o sistema de câmera e radar encontra uma vaga 20% maior que o carro, o motorista "assiste" o veículo fazer a manobra, apenas acelerando e freando.
Marcelo Zaina de Oliveira A guerra fiscal no Brasil Os Estados, entre si, e os municípios, competem na atração de investimentos privados
E este pode ser o trunfo da Ford sob a ameaça do Golf. Para contar com "acessórios" semelhantes, o modelo da Volkswagen precisa do chamado Pacote Premium, que acrescenta R$ 25 mil no valor, além dos R$ 3,7 mil do Park Assist. Com câmbio DSG e navegação por comado de voz, o Golf não sai por menos de R$ A Aposta da Loira
109 mil. Mas apenas depois de outubro, quando o Focus começar a chegar à rede de lojas, descobriremos quem levará a melhor nesse duelo, embora o vencedor no ano já esteja quase certo: o Focus hatch emplacou de janeiro a agosto 15 mil unidades, ante 7,1 mil do Golf nacional, segundo dados da Fenabrave.
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Título: Mercado de automóveis volta a crescer Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 29/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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Mercado de automóveis volta a crescer
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Por Eduardo Laguna | De São Paulo Após três meses seguidos de queda - período no qual o mercado perdeu fôlego diante de uma base mais forte de comparação -, as vendas de carros novos no Brasil voltaram a crescer comparativamente ao ano passado.
Nota
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Ainda que sem mostrar mudança em relação ao ritmo dos dois meses anteriores, o setor caminha para fechar setembro com crescimento na faixa de 6% a 8% em relação ao mesmo período de 2012, possivelmente marcando o melhor desempenho para o mês na história. O resultado ainda permitirá à indústria reduzir pela metade a queda dos emplacamentos de automóveis e utilitários leves no acumulado do ano, que estava em quase 2% no fechamento de agosto. As previsões de analistas, feitas a partir de números preliminares coletados até quarta-feira, vão de 295 mil a 298 mil carros licenciados, o que superaria tanto o resultado de um ano antes (277,6 mil) como, no melhor cenário, as 296,7 mil unidades emplacadas em igual mês de 2009 - até agora, o melhor setembro da história no mercado de veículos leves. Incluindo caminhões e ônibus, o pico para o mês aconteceu em 2011, com 311,6 mil veículos vendidos, um número que também poderá ser ultrapassado se as estimativas mais otimistas forem confirmadas. A evolução deste mês se deve ao calendário mais favorável - com dois dias úteis de venda a mais em relação a igual período do ano passado -, assim como pode ser atribuído a um abrandamento na base de comparação. Junto com fevereiro e março, setembro de 2012 mostrou um dos resultados mais fracos desde que o governo, em maio do ano passado, cortou as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis. Nos três meses que se seguiram ao anúncio desse estímulo, o mercado alcançou alguns dos melhores resultados da história, incluindo a máxima de mais de 405 mil carros vendidos em agosto. Após a corrida dos consumidores às concessionárias para aproveitar descontos que chegavam a zerar o IPI de automóveis populares, a ressaca veio com uma acomodação dos volumes no mês seguinte. Embora as vendas caminhem para um crescimento em relação ao mesmo período de 2012, não houve, em setembro, alteração significativa em relação ao ritmo que o mercado já vinha mostrando nos dois últimos meses. Assim como aconteceu entre julho e agosto, as vendas ficaram próximas de um giro diário de 14 mil carros. Mas quando se compara com o resultado, em valores absolutos, de agosto, que teve um dia útil a mais de venda, o calendário pesa contra. Analistas projetam uma queda em torno de 5% a 6% nos emplacamentos de carros de setembro comparativamente ao mês imediatamente anterior. Rodrigo Nishida, da LC A, lembra que depois do pico em junho - quando as vendas diárias passavam de 15 mil carros - o setor perdeu fôlego diante da menor propensão ao consumo provocada pela queda na confiança do consumidor e pela acomodação na geração de empregos no mercado de trabalho. São fatores que se somam ao impacto da antecipação de compras feitas em 2012, que reduziu o potencial de demanda neste ano.
O utras C idades
Em volume acumulado desde o início de setembro, as vendas de carros passavam de 244 mil unidades até quarta-feira. Mesmo com o aguardado aumento no ritmo de emplacamentos nos três últimos dias úteis do mês, esse número, segundo as estimativas, não deverá ultrapassar a marca de 300 mil unidades, o que configura o volume mais baixo no intervalo de seis meses. O balanço consolidado dos emplacamentos de setembro será divulgado na quarta-feira pela Fenabrave, a entidade que reúne as concessionárias de veículos.
Não foi possível carregar o plug-in.Após fechar agosto com queda de 1,2% nas vendas de veículos -
incluindo caminhões e ônibus -, a Anfavea, a associação das montadoras, reduziu para a faixa de 1% a 2% a expectativa de crescimento do mercado em 2013, que antes variava de 3,5% a 4,5%.
Mais conservador, Nishida prevê uma evolução de 0,6% nos emplacamentos de carros e utilitários leves e, ainda assim, isso pressupõe que o mercado voltará a crescer a um ritmo diário superior a 15 mil unidades até dezembro. Ferramentas
Por Valor Econômico - SP
Link(s) Relacionado(s): www.transgabardo.com .br www.rglog1.com .br www.sincodiv-
Título: Os preços dos seguros dos 20 SUVs mais vendidos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SINCOR (AM) Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 29/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Os preços dos seguros dos 20 SUVs mais vendidos Fonte: Exame.com Veja os preços dos seguros dos 20 utilitários esportivos mais vendidos em agosto, segundo a Fenabrave, em cinco diferentes regiões da capital paulista A pedido da EXAME.com, a corretora online Minuto Seguros realizou em torno de 500 cotações em 11 seguradoras para calcular o valor médio dos seguros para os 20 SUVs mais vendidos em agosto de 2013, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram considerados os carros classificados pela Fenabrave como SUVs. O levantamento mostra que quem quer ter um SUV precisa ter bala na agulha, e não só para comprar o veículo. Os preços dos seguros podem chegar a mais de 10% do valor do veículo zero quilômetro, o que pode ser considerado um seguro caro, dado que um seguro normal costuma ficar entre 3% e 4% do preço do carro. O preço do seguro pode variar muito entre modelos de uma mesma categoria ou de uma mesma faixa de preço, e mesmo entre diferentes seguradoras. Algumas jogam o preço lá para cima ou mesmo se recusam a fazer seguro para carros que pernoitam em regiões de índices de roubo mais alto, como é o caso da Zona Leste paulistana. Uma série de variáveis influencia o preço do seguro, desde o perfil do motorista ao local onde ele mora, passando por onde o carro costuma ficar estacionado e o quanto ele é usado. Também são cruciais a incidência de roubos e furtos do veículo e o preço de suas peças de reposição. Perfil do motorista considerado: homem, de 35 anos, casado, com garagem em casa e no trabalho, morando em um apartamento com portão automático. Todos os carros cotados possuem alarme e são zero quilômetro. E para efeito do teste, foram usados CEPs de pernoite de cinco regiões da cidade de São Paulo. Seguradoras: Allianz, Azul, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Mitsui, Porto Seguro, Tokio, Yasuda e Zurich. Cobertura: Cobertura total do valor do carro, com cobertura de até 50.000 reais para danos materiais e até 100.000 reais de danos corporais a terceiros, assistência 24 horas, cobertura de vidros e garantia de até seis meses de reposição do valor de um carro novo.
Clique aqui para ler as matérias anteriores
Título: Ponta Grossa tem maior alta de vendas do Estado Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL DA MANHÃ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 28/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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Automóveis Publicado em 28 de Setembro de 2013, às 00h52min | Autor: Fernando Rogala, da redação
Ponta Grossa tem maior alta de vendas do Estado Segundo estatísticas da Fenabrave, com as vendas de automóveis acumuladas de janeiro a agosto, entre as cinco principais cidades do estado, PG é a única que vendeu mais que em 2012 Tamanho da letra
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O comércio de Ponta Grossa, desde o início do ano, segue dando indícios do momento de expansão econômica que o município vive, destacando-se a nível estadual quanto às vendas, segundo as pesquisas do Fecomércio. No mercado, há destaque também no comércio de alto valor agregado, como no setor de imóveis e de automóveis. Neste último caso, segundo a última pesquisa, divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores Seccional Paraná (Fenabrave – PR), entre as principais cidades do Estado, Ponta Grossa é a única com saldo positivo nas vendas no acumulado do ano. Ou seja: enquanto Curitiba Com lançamentos, lojistas esperam que vendas (-0,34%), Londrina (-6,74%), Maringá (-2,80%) aumentem até dezembro e Cascavel (-5,86%), de janeiro a agosto deste ano, venderam menos carros que no ano passado; em Ponta Grossa as vendas deste ano estão maiores que as do ano passado no mesmo período.
Cr edito: Thiago Ter ada
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Título: Focus terá vida difícil com Golf, mas aposta em "acessórios" Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CORREIO DO ESTADO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 28/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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Focus terá vida difícil com Golf, mas aposta em 'acessórios'
Focus terá vida difícil com Golf, mas aposta em 'acessórios' TERRA
28/09/2013 17h00
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No mesmo dia em que a Volkswagen anuncia que a sétima geração do Golf está nas concessionárias, a Ford revela preços e versões do Novo Focus. O movimento praticamente simultâneo é sintomático e mostra a importância do segmento de hatches médios, que estava alguns anos atrasado. Agora, os dois modelos chegam ao alcance do brasileiro com o mesmo nível do produto europeu. Enquanto a marca alemã apela para a parte emocional de um motor 1.4 l turbo, a Foto: Divulgação montadora americana faz sua aposta em Novo Ford Focus acessórios tecnológicos a preços mais acessíveis para manter a liderança. O hatch, que custará partir de R$ 60.990, tentará manter sua fatia do segmento mesmo diante do novo Volkswagen Golf, o sedã vai encarar de frente Toyota Corolla e Honda Civic, entre outros. O salto de patamar em equipamentos vem também com um custo maior. Com relação ao modelo comercializado atualmente no Brasil, o Focus ficará R$ 10 mil mais caro na versão hatch com motor 1.6 l. Já carregando o novo motor 2.0 l a diferença fica ainda maior: R$ 16 mil. Embora o preço de entrada seja mais atrativo que o novo Golf (R$ 67.990), a briga deve se dar mesmo com de 2.0 l, que parte de R$ 72.990 (SE) e chega a R$ 87.990 no topo de linha Titanium com pacote Plus, deixando o modelo 1.6 l para fazer frente ao Chevrolet Cruze Sport6. Também disputam o mesmo mercado Hyundai i30 e Peugeot 308. Testamos esta versão mais cara do hatch da Ford em Mendoza, na Argentina, mesmo país onde ele será fabricado e exportado ao Brasil. A lista de equipamentos é longa e conta com itens como faróis de xenon, luzes diurnas de LED, faróis auxiliares em curvas, teto solar elétrico, sistema de estacionamento automático, banco do motorista com ajuste elétrico, câmera de ré, tela multimídia com tela de 8 polegadas, GPS, seis airbags, partida sem chave, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, retrovisores com rebatimento elétrico e ar-condicionado automático digital. Durante o percurso de cerca de 35 km nem foi possível utilizar todas as funções que o carro oferece, muitas praticamente inperceptíveis, como o controle de torque em curvas, mas elas estão ali para quando for necessário. Entre os gadgets, a conectividade com o sistema multimídia por meio de comandos de voz equipa todas as versões e merece destaque. Ele permite que o motorista trace uma rota no GPS, busque o posto ou restaurante mais próximo na tela, sem precisar parar o carro ou desviar a atenção para tocar a tela no console central. E funciona adequadamente em português. Os comandos instalados no volante de circunferência um pouco acima do normal também direcionam o foco do condutor para sua segurança e na experiência de dirigir, que é agradável, com posição boa para o motorista e banco acolhedor em couro. Com baixo nível de ruído dentro da cabine, o motor 2.0 l Duratec Direct é o primeiro bicombustível com injeção direta e duplo comando de válvulas variável, entregando até 178 cavalos de potência.
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Essa novidade leva o Focus a acelerar até 100 km/h em 9s2, mesmo com câmbio Powershift, e alcançar até 206 km/h, segundo a fabricante. Mas não espere muita esportividade. A combinação com a transmissão automatizada pode ser ideal para o uso urbano, mas na estrada mostra falta de fôlego. Até atingir rotações um pouco maiores, a resposta é inferior à expectativa que o carro produz. Sem borboletas no volante e com botão para troca de marchas sequencial incômodo na manopla, o jeito é pisar fundo mesmo e fazer o motor "gritar" um pouco. Depois de dirigir, passamos ao banco de trás para avaliar o espaço interno. Embora seja feito para cinco pessoas, dificilmente a lotação máxima será confortável para todos no caso de adultos. Um corte no teto baixo dá um pouco mais de altura para os passageiros traseiros, mas ainda assim parece oprimir qualquer um que tenha mais de 1,80 metro. O porta-malas, no entanto, é bastante generoso, com 316 litros de capacidade, e ainda guarda o estepe de 16 polegadas, o que limita o uso em caso de necessidade, já que as demais são de 17 polegadas. Carro mais vendido no mundo em 2012 e neste ano, o Novo Focus faz um bom serviço ao mercado nacional ao tornar mais acessível a tecnologia. Por R$ 87.990, o veículo já vem, por exemplo, com assistente de estacionamento, antes exclusivo de veículos de alto luxo. Quando o sistema de câmera e radar encontra uma vaga 20% maior que o carro, o motorista "assiste" o veículo fazer a manobra, apenas acelerando e freando. E este pode ser o trunfo da Ford sob a ameaça do Golf. Para contar com "acessórios" semelhantes, o modelo da Volkswagen precisa do chamado Pacote Premium, que acrescenta R$ 25 mil no valor, além dos R$ 3,7 mil do Park Assist. Com câmbio DSG e navegação por comado de voz, o Golf não sai por menos de R$ 109 mil. Mas apenas depois de outubro, quando o Focus começar a chegar à rede de lojas, descobriremos quem levará a melhor nesse duelo, embora o vencedor no ano já esteja quase certo: o Focus hatch emplacou de janeiro a agosto 15 mil unidades, ante 7,1 mil do Golf nacional, segundo dados da Fenabrave.
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Título: Segundo Valor Econômico, mercado de automóveis volta a crescer Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FENABRAVE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 27/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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Segundo Valor Econômico, mercado de automóveis volta a crescer 27 / 09/2013 E-Mail Imprimir Tweet Após três meses seguidos de queda - período no qual o mercado perdeu fôlego diante de uma base mais forte de comparação -, as vendas de carros novos no Brasil voltaram a crescer comparativamente ao ano passado. Ainda que sem mostrar mudança em relação ao ritmo dos dois meses anteriores, o setor caminha para fechar setembro com crescimento na faixa de 6% a 8% em relação ao mesmo período de 2012, possivelmente marcando o melhor desempenho para o mês na história. O resultado ainda permitirá à indústria reduzir pela metade a queda dos emplacamentos de automóveis e utilitários leves no acumulado do ano, que estava em quase 2% no fechamento de agosto. As previsões de analistas, feitas a partir de números preliminares coletados até quarta-feira, vão de 295 mil a 298 mil carros licenciados, o que superaria tanto o resultado de um ano antes (277,6 mil) como, no melhor cenário, as 296,7 mil unidades emplacadas em igual mês de 2009 - até agora, o melhor setembro da história no mercado de veículos leves. Incluindo caminhões e ônibus, o pico para o mês aconteceu em 2011, com 311,6 mil veículos vendidos, um número que também poderá ser ultrapassado se as estimativas mais otimistas forem confirmadas. A evolução deste mês se deve ao calendário mais favorável - com dois dias úteis de venda a mais em relação a igual período do ano passado -, assim como pode ser atribuído a um abrandamento na base de comparação. Junto com fevereiro e março, setembro de 2012 mostrou um dos resultados mais fracos desde que o governo, em maio do ano passado, cortou as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis. Em volume acumulado desde o início de setembro, as vendas de carros passavam de 244 mil unidades até quarta-feira. Mesmo com o aguardado aumento no ritmo de emplacamentos nos três últimos dias úteis do mês, esse número, segundo as estimativas, não deverá ultrapassar a marca de 300 mil unidades, o que configura o volume mais baixo no intervalo de seis meses. O balanço consolidado dos emplacamentos de setembro será divulgado na quarta-feira pela Fenabrave, a entidade que reúne as concessionárias de veículos. Valor Econômico - Empresas – 27/09/2013 – Pág. B4
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Título: Concessão de crédito e inadimplência no setor automotivo Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FENABRAVE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 27/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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Concessão de crédito e inadimplência no setor automotivo O Banco Central divulgou os dados de Crédito e Inadimplência de veículos nessa semana. De acordo com a MB Associados, consultoria macroeconômica parceira da Fenabrave, a Inadimplência continua em níveis altos, em 5,8%, e a disponibilidade de crédito no acumulado em 12 meses ainda segue ruim, em -14,2%. Segundo os analistas da MB, com a euforia da redução do IPI para veículos, o crédito havia subido, e o aumento da inadimplência era inevitável. Ainda de acordo com a consultoria, agora que estamos caminhando para a volta do nível normal do imposto, a tendência é que a oferta de crédito siga caindo, e será importante acompanhar de perto o não cumprimento das dívidas, pois com a inflação em alta e as perspectivas ruins da economia, as famílias podem começar a realizar decisões mais complexas, preterindo o automóvel em favor do crédito habitacional.
Título: Mercado de automóveis volta a crescer Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: COBERTURA MERCADO DE SEGUROS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 27/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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Por Eduardo Laguna | De São Paulo Após três meses seguidos de queda - período no qual o mercado perdeu fôlego diante de uma base mais forte de comparação -, as vendas de carros novos no Brasil voltaram a crescer comparativamente ao ano passado. Ainda que sem mostrar mudança em relação ao ritmo dos dois meses anteriores, o setor caminha para fechar setembro com crescimento na faixa de 6% a 8% em relação ao mesmo período de 2012, possivelmente marcando o melhor desempenho para o mês na história. O resultado ainda permitirá à indústria reduzir pela metade a queda dos emplacamentos de automóveis e utilitários leves no acumulado do ano, que estava em quase 2% no fechamento de agosto. As previsões de analistas, feitas a partir de números preliminares coletados até quartafeira, vão de 295 mil a 298 mil carros licenciados, o que superaria tanto o resultado de um ano antes (277,6 mil) como, no melhor cenário, as 296,7 mil unidades emplacadas em igual mês de 2009 - até agora, o melhor setembro da história no mercado de veículos leves. Incluindo caminhões e ônibus, o pico para o mês aconteceu em 2011, com 311,6 mil veículos vendidos, um número que também poderá ser ultrapassado se as estimativas mais otimistas forem confirmadas. A evolução deste mês se deve ao calendário mais favorável - com dois dias úteis de venda a mais em relação a igual período do ano passado -, assim como pode ser atribuído a um abrandamento na base de comparação. Junto com fevereiro e março, setembro de 2012 mostrou um dos resultados mais fracos desde que o governo, em maio do ano passado, cortou as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis. Nos três meses que se seguiram ao anúncio desse estímulo, o mercado alcançou alguns dos melhores resultados da história, incluindo a máxima de mais de 405 mil carros vendidos em agosto. Após a corrida dos consumidores às concessionárias para aproveitar descontos que chegavam a zerar o IPI de automóveis populares, a ressaca veio com uma acomodação dos volumes no mês seguinte. Embora as vendas caminhem para um crescimento em relação ao mesmo período de 2012, não houve, em setembro, alteração significativa em relação ao ritmo que o mercado já vinha mostrando nos dois últimos meses. Assim como aconteceu entre julho e agosto, as vendas ficaram próximas de um giro diário de 14 mil carros. Mas quando se compara com o resultado, em valores absolutos, de agosto, que teve um dia útil a mais de venda, o calendário pesa contra. Analistas projetam uma queda em torno de 5% a 6% nos emplacamentos de carros de setembro comparativamente ao mês imediatamente anterior. Rodrigo Nishida, da LCA, lembra que depois do pico em junho - quando as vendas diárias passavam de 15 mil carros - o setor perdeu fôlego diante da menor propensão ao consumo provocada pela queda na confiança do consumidor e pela acomodação na geração de empregos no mercado de trabalho. São fatores que se somam ao impacto da antecipação de compras feitas em 2012, que reduziu o potencial de demanda neste ano. Em volume acumulado desde o início de setembro, as vendas de carros passavam de 244 mil unidades até quarta-feira. Mesmo com o aguardado aumento no ritmo de emplacamentos nos três últimos dias úteis do mês, esse número, segundo as estimativas, não deverá ultrapassar a marca de 300 mil unidades, o que configura o volume mais baixo no intervalo de seis meses. O balanço consolidado dos emplacamentos de setembro será divulgado na quarta-feira pela Fenabrave, a entidade que reúne as concessionárias de veículos. Após fechar agosto com queda de 1,2% nas vendas de veículos - incluindo caminhões e ônibus -, a Anfavea, a associação das montadoras, reduziu para a faixa de 1% a 2% a
ônibus -, a Anfavea, a associação das montadoras, reduziu para a faixa de 1% a 2% a expectativa de crescimento do mercado em 2013, que antes variava de 3,5% a 4,5%. Mais conservador, Nishida prevê uma evolução de 0,6% nos emplacamentos de carros e utilitários leves e, ainda assim, isso pressupõe que o mercado voltará a crescer a um ritmo diário superior a 15 mil unidades até dezembro.
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Título: Mercado de automóveis volta a crescer Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: UDOP Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 27/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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Embora as vendas caminhem para um crescimento em relação ao mesmo período de 2012, não houve, em setembro, alteração significativa em relação ao ritmo que o mercado já vinha mostrando nos dois últimos meses. Assim como aconteceu entre julho e agosto, as vendas ficaram próximas de um giro diário de 14 mil carros.
30/09/13 Brasil seguirá como quarto mercado de carros do mundo até 2020, diz KPMG
Mas quando se compara com o resultado, em valores absolutos, de agosto, que teve um dia útil a mais de venda, o calendário pesa contra. Analistas projetam uma queda em torno de 5% a 6% nos emplacamentos de carros de setembro comparativamente ao mês imediatamente anterior.
30/09/13 Commodities Agrícolas - Soja
Rodrigo Nishida, da LCA, lembra que depois do pico em junho - quando as vendas diárias passavam de 15 mil carros - o setor perdeu fôlego diante da menor propensão ao consumo provocada pela queda na confiança do consumidor e pela acomodação na geração de empregos no mercado de trabalho. São fatores que se somam ao impacto da antecipação de compras feitas em 2012, que reduziu o potencial de demanda neste ano. Em volume acumulado desde o início de setembro, as vendas de carros passavam de 244 mil unidades até quarta-feira. Mesmo com o aguardado aumento no ritmo de emplacamentos nos três últimos dias úteis do mês, esse número, segundo as estimativas, não deverá ultrapassar a marca de 300 mil unidades, o que configura o volume mais baixo no intervalo de seis meses. O balanço consolidado dos emplacamentos de setembro será divulgado na quarta-feira pela Fenabrave, a entidade que reúne as concessionárias de veículos. Após fechar agosto com queda de 1,2% nas vendas de veículos - incluindo caminhões e ônibus -, a Anfavea, a associação das montadoras, reduziu para a faixa de 1% a 2% a expectativa de crescimento do mercado em 2013, que antes variava de 3,5% a 4,5%. Mais conservador, Nishida prevê uma evolução de 0,6% nos emplacamentos de carros e utilitários leves e, ainda assim, isso pressupõe que o mercado voltará a crescer a um ritmo diário superior a 15 mil unidades até dezembro. Eduardo Laguna
30/09/13 O teste do marco do petróleo
Título: Novo Ford Focus chega em outubro a partir de R$ 60.990 na versão hatch e de R$ 69.990 na sedã CAMILA FRANCO, AB | De Mendoza (Argentina) Autor: Redação Tipo de Veículo: SITE Coluna: Nome do Veículo: AUTOMOTIVE BUSINESS Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Data de Capa: 26/09/2013 Origem: On Line Nome do Cliente: FENABRAVE Palavra Chave: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 30/09/2013
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ovo Ford Focus chega em outubro a partir de R$ .990 na versão hatch e de R$ 69.990 na sedã
ortado da Argentina, é o primeiro veículo do mundo a ter motor com injeção direta de
LA FRANC O, AB | De Mendoza (Argentina)
d aposta que 60% das vendas serão do ch e 40% do sedã.
Reportagem atualizada às 22 hs da sexta-feira, 27. Veículo de maior sucesso da Ford, com mais de 1 milhão de unidades vendidas em 2012 nos cinco continentes, o Focus em sua terceira geração desembarca nas concessionárias brasileiras em outubro com a promessa se ser o mais competitivo no disputado segmento de carros médios. C om nova plataforma global e tecnologias inéditas, como o primeiro motor flex do mundo com injeção direta de etanol, será vendido nas versões hatch e sedã em três diferentes configurações de acabamento, S, SE e Titanium. Terá duas opções de motorização, 2.0 Duratec com injeção direta flex ou Sigma 1.6 flex com duplo comando variável (apenas para o hatch), e duas de transmissão, a automática PowerShift de seis velocidades com dupla embreagem e trocas sequênciais ou a manual de cinco (somente no hatch 1.6). A faixa de preço do Focus é de R$ 60.990 a R$ 81.990.
Nas estimativas de Oswaldo Ramos, gerente de marketing da Ford Brasil, que não revela os volumes iniciais de ção, as vendas deverão se dividir em 60% para o hatch e 40% para o sedã. “O modelo hatchback é sem a o carro-chefe no segmento dos médios por atrair um público mais jovem. Mas temos apostado com esta geração do carro, agora muito mais moderna e inovadora, que haverá uma migração de consumidores para o que oferece conteúdo superior ao de seus concorrentes diretos.”
s acredita que a versão intermediária SE de ambas as carrocerias (custa cerca de R$ 75 mil para o sedã e R$ no caso do hatch) será a mais vendida. “A Ford não revela as suas expectativas de vendas, mas o que posso é que esperamos um volume bem mais expressivo que a segunda geração do Focus vinha conseguindo no do brasileiro”, comenta Ramos.
ndo dados da Fenabrave, de janeiro a agosto deste ano, o ultrapassado Focus hatch, da segunda geração, foi o odelo mais vendido no Brasil, com apenas 15 mil unidades emplacadas. O sedã, em 50° nos mesmos oito s, teve comercializadas 5 mil unidades, volume que o Honda C ivic emplacou somente em agosto.
concorrentes diretos, o novo Focus sedã encarará Toyota C orolla, Honda C ivic, C hevrolet C ruze e wagen Jetta. O objetivo da Ford é estar entre os quatro mais vendidos. Entre os hatches, disputará mercado ovo Volkswagen Golf, C hevrolet C ruze, Hyundai i30 e Peugeot 308.
EÚDO E PREÇOS
tado da Argentina, onde foi apresentado oficialmente à imprensa na sexta-feira, 27, o Focus na versão hatch com transmissão manual, duplo airbag, freios ABS, rodas de liga leve de 16 polegadas e sistema multimídia (projetado pela Ford em parceria com a Microsoft, com as funções telefone, entretenimento, navegação e ização), tem o seu preço mais barato, de R$ 60.990. Nesta mesma versão de acabamento e motor, se forem os transmissão automática PowerShift e sistema AdvanceTrac (de controle eletrônico de estabilidade e tração orque em curvas), o valor sobe para R$ 66.990.
são intermediária SE com propulsor 1.6, acrescenta quatro airbags tela de 4,2 polegadas e bancos de couro, $63.990. C om a opção da transmissão PowerShift e sistema AdvanceTrac, sai por R$69.990, e acrescentando or 2.0 Duratec Direct Flex o preço é R$72.990.
ão para o hatch mais cara é a Titanium 2.0, que vem equipada com câmera de ré, sistema SYNC com tela de gadas e navegação e rodas de liga leve exclusivas, por R$ 79.990.
ã, disponível apenas com motor 2.0 Duratec e transmissão sequencial PowerShift, pode ser encontrado na o S, a mais básica, com duplo airbag, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), sistema
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nceTrac com controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, aviso de pressão dos pneus e sistema multimídia SYNC , por R$ 69.990.
ã SE, intermediário, que acrescenta dois airbags frontais e laterais, freio a disco nas quatro rodas, banco de e sistema SYNC com tela colorida, custa R$ 74.990. Enquanto o sedã Titanium, o top de linha, sai por R$ 0, com o diferencial do SYNC 2, que traz sistema de navegação completo, camera de ré e som premium da composto por nove altofalantes.
para o modelo de quatro portas, quanto para o de cinco, a partir da versão intermediária, é possível aderir ao e SE Plus, que por R$ 3 mil traz: seis airbags, chave com sensor de presença para abrir o carro aticamente ao se aproximar, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor crômico, retrovisores com rebatimento elétrico e ar-condicionado automático e digital com controle individual mperatura para motorista e passageiro dianteiro. No Focus não há saída de ar para os bancos traseiros, o na versão Titanium do hatch e do sedã.
a versão top Titanium também há um pacote de opcionais Plus, com faróis de xenon, luzes diurnas de LED, auxiliares em curvas, teto solar elétrico, sistema de estacionamento automático e banco do motorista com elétrico em seis posições, por R$ 8 mil.
a linha pode ser encontrada em oito cores externas: as sólidas branco e vermelho, a metálica prata, as zadas preto, azul e prata, e ainda em dois tons de cinza.
s ganhou materiais nobres no interior; painel de instrumentos tem espuma injetada, o que orciona mais sofisticação.
ERTRAIN
os grandes trunfos da Ford para buscar ser a mais competitiva do segmento está escondido bem abaixo do do Focus. O motor, com bloco, cabeçote e cárter em alumínio, é fabricado no México, de onde é exportado abastecer a linha de produção da Ford em Pacheco, na Argentina.
Duratec Direct Flex, disponível tanto para o hatch quanto para o sedã, com injeção direta bicombustível Bosch o comando de válvulas independente e variável, gera 178 cv com etanol e 175 cv com gasolina. É o primeiro om injeção direta no mundo e não necessita de qualquer recurso auxiliar para a partida com etanol a frio, o somente a compressão do motor. O alto torque da versão 2.0 dá agilidade ao sedã e pegada esportiva ao
ordo com C arlos Hess, engenheiro-chefe do projeto Focus na América do Sul, o motor 2.0 faz em média com 6,6 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada, o que representa uma melhoria de mais de 10% em relação ao lsor da geração anterior do Focus. A gasolina, o desempenho do 2.0 Duratec sobe para 9,6 km/l na cidade e m/l na rodovia.
igma 1.6 TiVC T Flex, só presente no hatch, com duplo comando de válvulas independente e variável, entrega v a etanol e 131 cv com gasolina. C onta com o sistema Easy-Start, que também dispensa o tradicional nho na partida a frio, em temperaturas de até 10° negativos.
diz que o 1.6 já foi certificado com etiqueta A, o equivalente a nota máxima, no Programa Brasileiro de tagem Veicular, do Inmetro. Abastecido com etanol, percorre 7 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada. A na, são 10,3 km/l na cidade e 13,7 km/l na rodovia. para o hatch quanto para o sedã, o conjunto de suspensão é do tipo independente e a direção, elétrica.
o Focus foi classificado com cinco estrelas em importantes testes de segurança: na Europa pelo EuroNC AP, stados Unidos pelo NHTSA e na Ásia pelo C -NC AP. Segundo a Ford, será o primeiro veículo vendido no Brasil a istar nota máxima no Latin NC AP, que regula a segurança dos veículos na América Latina. Já passa, inclusive, rocesso de avaliação.
de freio ABS com distribuição eletrônica (EBD) e auxílio em frenagem de emergência (EBA), ele oferece, me a versão, dois, quatro ou seis airbags – frontais, laterais e de cortina. Há também de série o sistema nceTrac, de controle eletrônico de estabilidade e tração e de torque em curvas; faróis com temporizador, que m as luzes acesas por alguns segundos após o carro ser estacionado para iluminar o caminho; sistema Isofix ixação de cadeirinhas; farol de neblina traseiro; e sistema de alerta pós-acidente, com acionamento ático das buzinas e luzes de emergência.
os equipamentos inteligentes e inéditos da categoria, o novo Focus oferece sistema de estacionamento ático (Active Park Assist), que monitora o caminho para detectar espaços vazios e manobra o carro na vaga ue o motorista precise tocar no volante.
s hatch mede 4.358 mm e o sedã, 4.525 mm.
Focus, lançamento, motor, Duratec.
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