Título: Venda de veículos diminui pelo 2º mês Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: DIÁRIO REGIONAL DO ABCD Cidade: DIADEMA País: BRASIL Data de Capa: 03/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 7 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Vendas de carros caem 6,57% Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: METRO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 12 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Setor automotivo não deve se queixar, diz Fenabrave Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: METRÔ NEWS Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 12 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Fiat Strada com cabine dupla ganha versão de três portas até outubro Autor: Evandro Enoshita Coluna: AUTOS Nome do Veículo: ABCD MAIOR Cidade: SÃO BERNARDO DO CAMPO País: BRASIL Data de Capa: 26 a 27/09/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Título: Número de veículos vendidos no mês de setembro teve alta de 7,03% Autor: Coluna: NEGÓCIOS & EMPRESAS Nome do Veículo: MONITOR MERCANTIL Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 03/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Título: Indústria rateia e afeta o PIB Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: CORREIO BRAZILIENSE Cidade: BRASÍLIA País: BRASIL Data de Capa: 03/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Título: Queda nas vendas de veículos ainda não preocupa a Fenabrave Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: JORNAL DO COMÉRCIO Cidade: PORTO ALEGRE País: BRASIL Data de Capa: 03/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Título: Concessionárias de carros: taxa zero e prestação para 2014 Autor: Coluna: GANHE MAIS Nome do Veículo: EXTRA Cidade: RIO DE JANEIRO País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Título: Vendas de veículos caem pelo segundo mês seguido Autor: CLEIDE SILVA E GUSTAVO PORTO Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: A TARDE Cidade: SALVADOR País: BRASIL Data de Capa: 03/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Título: Para atingir meta, venda de carro tem de subir 6% Autor: Coluna: ECONOMIA Nome do Veículo: ZERO HORA Cidade: PORTO ALEGRE País: BRASIL Data de Capa: 03/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Título: Vendas de automóveis subiram 5,9% em Setembro Autor: Coluna: DINHEIRO EM AÇÃO Nome do Veículo: ISTOÉ DINHEIRO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 09/10/2013 - Nº 834 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: REVISTA Página: 97 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Título: Tracker tem (quase) tudo para agradar Autor: Gustavo Henrique Ruffo Coluna: JORNAL DO CARRO Nome do Veículo: O ESTADO DE S. PAULO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 06/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: 04 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
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JornaldoCarro1
OESTADODES.PAULO
DOMINGO,6DEOUTUBRODE2013
Tracker tem (quase) tudo para agradar Com bons motor 1.8 de até 144 cv e câmbio automático de 6 marchas, além de visual atraente, Chevrolet derrapa na tabela, de R$ 71.990 FOTOS: CHEVROLET/DIVULGAÇÃO
Gustavo Henrique Ruffo
O Tracker é bonito, moderno, tem mecânica adequada a sua proposta (motor 1.8 flexível de até 144 cv e câmbio automático de seis marchas) e suspensão de tirar o chapéu. Tudo isso deveria credenciá-lo a ser um dos utilitários-esportivos compactos mais vendidos do País, ao lado do Ford EcoSport, líder do segmento. Mas sua tabela, que começa em R$ 71.990 no Brasil, onde só há versão LTZ, não deve deixá-lo chegar lá. No México, onde é feito, essa configuração traz controles de tração e estabilidade, teto solar, seis air bagse custa o equivalente a R$ 54 mil. Aqui, para ter teto solar e quatro bolsas adicionais (duassãode série),é precisopagar mais R$ 3.500. Controle de tração e de estabilidade não são nem opcionais no Brasil. O desenho do novo carro é atual e atraente. As caixas de rodaparecemdestacadasdacarroceria. É um estilo moderno e, ao mesmo tempo, saudosista. Por dentro, há vários portaobjetos. A tampa da caixa de fusíveis, que fica do lado esquerdo do painel, perto da porta, é umdeles.Acimadorádio,háoutro nicho e, sobre o porta-luvas,
PRÓS E CONTRAS Suspensão Bem acertada, ela garante conforto, apesar das rodas de 18”, que tendem a deixar o jipe “duro”. Preço Se o regime de cotas já não ajuda a trazer mais Tracker, a tabela, alta ante a dos rivais, só prejudica o novato. mais um, com entradas USB e auxiliar, onde cabe um celular e mais alguma coisinha. O acabamento, caprichado, traz bancos revestidos de couro. Dada a partida, o Tracker mostracompetênciaparaacelerar. Seu motor é o mesmo da linha Cruze, mas a transmissão, batizadadeGF62,émaismoderna que a do sedã e do hatch nacionais. Basta um pisão forte no aceleradorparaessacaixa reduzir a marcha no tempo certo. Equilíbrio. A suspensão é dig-
na de nota. As rodas enormes, de 18 polegadas, usam pneus 215/55R18.Nãochegamaterperfilbaixo,massemostraramconBem-feito. Novato tem rodas de 18” e bom acabamento, que inclui itens como bancos de couro em dois tons. Mas falta espaço na cabine
Novo retrô. Para-lamas parecem se destacar da carroceria fortáveis ao passar por buracos na pista de testes da GM, em Indaiatuba, no interior do Estado. O sistema deixa o modelo firme e bom de dirigir, seja em pisolisoou acidentado.Emcurvas, ele quase não aderna. O espaço interno desaponta.
Apesar de ter 4 cm a mais no entre-eixos do que o EcoSport, quem vai atrás dispõe de menos espaço. O porta-malas, de 306 litros, também é menor (o do Ford tem 362 litros). O rival direto do Tracker é a versãoTitanium2.0PlusPower-
Shift do EcoSport, a R$ 77.690. Com motor de até 147 cv e câmbio automatizado de dupla embreagem e seis marchas, o baiano traz controle de tração e sistemadepartidasemchave.Vende pouco porque custa muito. Para enfrentar a concorrência de igual para igual, o Tracker precisaria ter versões mais em conta. Há previsão de uma opçãocomrodas de16”,masoproblema para a fabricante é o atual regime de cotas, que restringe o número de carros que podemserimportadossemopagamento de taxas adicionais. Se fosse feito no Brasil e custasse menos, o Tracker poderia somarmaisdoque as10milunidades que a Chevrolet espera venderporano.Comocomparação, a Ford comercializou 5.537 EcoSport apenas em setembro.
FICHA TÉCNICA Chevrolet Tracker Preço sugerido R$ 71.990 Motor 1.8, 4 cil., 16V, flexível Potência (cv)* 144 cv a 6.300 rpm Torque (mkgf)* 18,9 a 3.800 rpm Comprimento 4,25 metros Entre-eixos 2,56 metros Porta-malas 306 litros * DADOS COM ETANOL; FONTE: GM
No acumulado do ano, foram cerca de 51,2 mil, segundo dados da Fenabrave, federação quereúneasassociaçõesdeconcessionárias do País. Outrosrivais,todoscomcâmbio automático e motor 2.0, são Hyundai Tucson (R$ 67 mil), Mitsubishi TR4 (R$ 71.390) e Renault Duster (R$ 65.050).
Título: Montadoras apostam em efeito da Copa Autor: Eduardo Laguna Coluna: EMPRESAS Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO Cidade: SÃO PAULO País: BRASIL Data de Capa: 07/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: JORNAL Página: B4 Estado: SP Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Jornal Valor --- Página 4 da edição "07/10/2013 1a CAD B" ---- Impressa por dprado às 06/10/2013@18:38:30
Valor
| Segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 7/10/2013 (18:38) - Página 4- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW
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Enxerto
B4
Empresas | Indústria Veículos Apesar de cenário nebuloso para 2014, evento esportivo gera expectativa de boas vendas a frotas
Moan, presidente da Anfavea. Alguns analistas, contudo, estão menos entusiasmados e lembram que, mesmo considerando um aquecimento nas vendas para frotas, tal efeito tende a ser minimizado no varejo pela redução no fluxo de consumidores em concessionárias nos dias de jogos — sobretudo durante as partidas da seleção brasileira, quando muitas lojas provavelmente fecharão as portas. “Só quem odeia futebol vai querer comprar carro quando o Brasil estiver jogando. Perdem-se alguns dias úteis. Então, o efeito da Copa nos resultados da indústria no ano que vem deve ser bem marginal”, avalia Milad Kalume Neto, analista da consultoria Jato Dynamics, ao abordar o possível impacto negativo sobre a atividade comercial no país por conta da mobilização em torno do evento. Há programas especiais para a renovação de taxis em algumas das cidades que vão abrigar os jogos da Copa. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, dois dos maiores mercados automotivos do país, taxistas contam com isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na aquisição de carros. Já no Paraná, uma linha especial de crédito, com juros a partir de 0,55% ao mês, foi criada no mês passado para atender aos taxistas no aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba. Fora isso, as montadoras começam a receber encomendas vindas com a renovação de frotas do transporte público em cida-
João José Oliveira De São Paulo A Copa do Mundo de Futebol e as eleições gerais vão aquecer a compra de veículos por parte das locadoras no ano que vem. O aumento pode ir de 10% a 25%, em relação ao volume comprado neste ano. Segundo executivos, o cenário menos otimista ocorre se o governo decidir não prorrogar as alíquotas menores do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Uma linha de crédito específica para frotistas junto ao BNDES e mudanças na legislação de leasing, em discussão no Congresso, também ajudariam a elevar as compras em 2014. Segundo estimativa da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), levando em conta apenas as empresas cujo negócio central é a locação de veículos para pessoas físicas e frotas, as compras do setor ano que vem podem atingir 450 mil unidades, ante as 360 mil projetadas para este ano. Em 2011, o setor comprou 350 mil carros. Ano passado, o faturamento
tradicional Dicionário Aurélio. Com os novos equipamentos, que já estão em operação, o objetivo é alavancar os negócios de consultoria de impressão, que engloba uma área de inteligência de mercado. “Nossa proposta é entregar ao clientes uma estratégia de comunicação impressa e não apenas o produto final”, explicou.
gem. Ainda assim, isso foi insuficiente para impedir a derrocada do mercado de veículos pesados no ano passado, quando as vendas caíram quase 20% num reflexo da transição na tecnologia de propulsão dos caminhões, que encareceu os veículos em até 15%. Com a proximidade da abertura da Copa — marcada para o dia 12 de junho —, o setor começou a receber encomendas de caminhões adaptados para atividades de monitoramento nas proximidades dos estádios — alguns deles já utilizados durante a Copa das Confederações em junho. Só
Uma pesquisa encomendada pela gráfica ao Instituto Data Popular, e que contribuiu para a decisão do investimento, indica que a mídia impressa promocional influencia ativamente a decisão de compra. Segundo o levantamento, tabloides e impressos promocionais são os meios que mais levam consumidores que se lembram de
a Truckvan, uma fabricante de implementos instalados em caminhões — dona de duas fábricas na capital paulista —, vai entregar 22 plataformas de observação para operações ligadas à segurança dos torcedores. Alcides Braga, sócio-diretor da empresa, diz que seis unidades foram produzidas já para a Copa das Confederações e outras 16 serão entregues até dezembro. Para dar conta dos novos pedidos, a Truckvan concluiu recentemente uma ampliação de 60% da capacidade de uma de suas fábricas e agora tem capacidade de produzir cerca de
a Copa do Mundo de Futebol e as eleições têm força para mais que compensar um eventual aumento de carga tributária no setor. “As eleições maiores, que é o caso do ano que vem, costumam aumentar em até 3 pontos percentuais nossa taxa de crescimento”, disse o diretor de finanças e de relações com investidores da Localiza, Roberto Mendes. A empresa fechou o primeiro semestre de 2012 com 97,2 mil veículos, 1% a mais que a frota existente em 31 de dezembro de 2012. Ela chegou a 103,5 mil carros no dia 30 de junho deste ano. “Podemos crescer 10% nossas aquisições em 2014”, disse Mendes. “Copa e Eleições se complementam. A Copa vai gerar mais demanda entre junho e julho, e na sequência teremos a campanha política e as eleições, entre agosto e novembro, nos casos em que há segundo turno”, afirmou o diretor da Localiza. Mendes descarta antecipar compras. “Tradicionalmente já fazemos compras maiores em dezembro para atender à demanda maior no fim de ano. De-
ter visto propaganda às lojas, à frente da internet e da publicidade na TV. “Essa é a segunda mídia mais valorizada”, ressaltou Alves. O investimento em expansão vem na esteira de informações de mercado de que o grupo Positivo teria planos de vender seu braço de educação, incluindo a gráfica, conforme reportagem publicada pelo
30 implementos a cada mês. “Nossa perspectiva é de crescimento de 50% neste ano e alcançar um faturamento próximo a R$ 120 milhões”, diz Braga, que também preside a Anfir, entidade que representa a indústria brasileira de implementos rodoviários. Para a Mercedes-Benz, a Copa do Mundo, junto com outros fatores, ajudará o mercado de caminhões a crescer cerca de 10% em 2013 e outros 5% em 2014. De janeiro a setembro deste ano, as vendas desse veículo cresceram quase 14%, somando pouco mais de 115 mil unidades licenciadas.
pois, devemos voltar ao mercado em abril e maio para atender aos movimentos de Copa e eleições”, disse o diretor. A Locamerica também trabalha com um cenário em 2014 mais favorável ao setor que o registrado em 2013. “Alguma coisa a Copa traz de aumento, não só para quem atua no segmento de rent a car [aluguel para pessoa física], mas para a locação de frota, por causa das construções dos estádios”, disse o presidente do conselho de administração da empresa, Luis Fernando Porto. A Locamerica encerrou o primeiro semestre deste ano com uma frota de 28,7 mil veículos, 1% a mais que o total existente na mesma data de 2012. “Devemos fechar este ano com uma frota entre 29 mil e 30 mil carros”, disse Porto, que enxerga espaço para acelerar a taxa de compras para o exercício do ano que vem. Em 2012, a Locamerica comprou 9,5 mil veículos e vendeu 7 mil nas lojas de seminovos, dentro do plano de investimentos que atingiu R$ 188,4 milhões em compra de novos.
NAVI/VALOR
Valor em 11 de abril. Caso o negócio não fosse fechado, o grupo poderia optar pela abertura de capital dessa área de negócios — a Positivo Informática, também do grupo, já é listada em bolsa. Questionado sobre o assunto, o grupo informou que está em período de silêncio e “não se manifesta sobre rumores e especulações”.
Gilberto Alves, diretor-geral da Posigraf: “O investimento melhora a produtividade e reforça a presença em segmentos mais sofisticados, mais valorizados”
total do setor de aluguel de veículos de passeio atingiu R$ 6,23 bilhões, crescendo 9,88% em relação a 2011, enquanto a frota do setor, levando em conta 2.217 empresas monitoradas pela Abla, cresceu 9,89% sobre 2011. “São dois eventos que vão ter papel importante ano que vem junto com outros fatores”, diz o presidente da entidade, Paulo Gabba, referindo-se à prorrogação do IPI, à criação de linha de financiamento especial para aquisição de veículos por parte de empresas e à aprovação de nova regulamentação para o leasing. “Mas 2014 é ano de eleição, o que torna mais provável a manutenção do IPI reduzido”, diz. O executivo lembra que o setor está com a frota levemente envelhecida em relação à média de 2011. Os veículos das locadoras estão com 18 meses de uso, ante uma média que era de 14 meses há dois anos. “Um 2014 mais aquecido pode estimular um rejuvenescimento da frota”. Executivos das duas maiores empresas nacionais do setor, Localiza e Locamérica, afirmam que
Compras das locadoras podem crescer até 25%
des-sede, como Brasília, que fez recentemente uma licitação 2,6 mil ônibus. É claro que nem todo esse volume se deve apenas à realização do evento, mas nas contas da Mercedes-Benz — que ficou com quase 2,1 mil dos novos coletivos de Brasília —, só a Copa do Mundo vai gerar uma demanda adicional de aproximadamente 2 mil ônibus no país entre este e o próximo ano. A indústria de caminhões foi a primeira a se beneficiar da realização do evento, fornecendo veículos de carga para as obras de estádios desde a fase de terraplena-
Alcides Braga, diretor da Truckvan, fabricante de implementos que recebeu encomenda de 22 plataformas de monitoramento a serem usadas no evento esportivo
LUIS USHIROBIRA/VALOR
Montadoras apostam em efeito da Copa Eduardo Laguna De São Paulo Com o aumento dos juros, a acomodação da demanda nos últimos meses e o risco da retirada de estímulos a partir de janeiro, a indústria automobilística tem motivos para se preocupar com o cenário para as vendas de veículos no ano que vem. Mas, desde já, um ponto em comum anima tanto os fabricantes como as concessionárias: o efeito da Copa do Mundo no consumo de carros. Para o setor, a renovação e a ampliação das frotas de táxis ou de locadoras — estas últimas responsáveis por quase 9% dos emplacamentos de automóveis — estarão entre os vetores de crescimento em 2014, junto com a expansão do consumo no interior do país, a substituição de carros nacionais por importados e a continuidade na recuperação das exportações. O otimismo tem sido manifestado em declarações recentes de representantes da Anfavea, a entidade das montadoras, e da Fenabrave, associação que representa o setor de distribuição de veículos. À exemplo do que tradicionalmente acontece na indústria de televisores em anos de Copa, aguarda-se que o evento esportivo também incentive a aquisição de veículos em setores ligados à mobilidade de turistas. “Teremos uma maior concentração de investimentos no transporte público e em frotas de táxi ou de empresas de locação de carros”, aposta Luiz RAFAEL MOTTA/NITRO
Luis Fernando Porto, presidente da Locamerica, projeta expansão em 2014
va, com capacidade de 90 mil giros por hora, a Posigraf comprou uma impressora de folhas planas e construiu uma área de expedição em seu centro produtivo, em Curitiba. “O investimento melhora a produtividade e reforça a presença em segmentos mais sofisticados, mais valorizados”, disse o diretorgeral da Posigraf, Gilberto Alves. A gráfica não revela números relativos a produção e faturamento. Mas, considerando-se somente as impressoras rotativas, registra mais de 1,5 bilhão de giros por ano, medida utilizada no setor que corresponderia a mais de 1,5 bilhão de revistas de 16 páginas em tamanho A4. Com mais de mil funcionários, a Posigraf opera mais de dez rotativas e mais de oito impressoras planas, e tem em sua carteira de clientes grandes redes varejistas, a Editora Positivo (que também pertence ao grupo Positivo), O Boticário, entre outros. É responsável, ainda, pela impressão do
Mesmo com queda no setor, Posigraf investe R$ 30 milhões no PR Gráfica Stella Fontes De São Paulo Uma das três maiores gráficas do país, a Posigraf, do grupo Positivo, investiu R$ 30 milhões na modernização de seu parque gráfico, o que vai permitir aumentar a capacidade produtiva entre 10% e 20%, ampliar presença no segmento de impressos mais sofisticados e reforçar a estratégia de prestar serviços de consultoria aos clientes. O investimento, realizado integralmente com recursos próprios, vem em um momento delicado para a indústria gráfica nacional, que no segundo trimestre registrou recuo de 5,9% na produção física, frente ao verificado um ano antes — na sétima queda consecutiva nessa base de comparação, segundo a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf). Além de uma impressora rotati-
Título: Vendas de veículos no país aumentaram 7,57% em setembro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BONITONEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Vendas de veículos no país aumentaram 7,57% em setembro Se x ta-fe ira, 04 de O utubro de 2013
As vendas de veículos no Brasil em setembro chegaram às 309.879 unidades, com um crescimento de 7,57% em relação ao mesmo período do ano anterior (288.079), informou nesta quarta-feira a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No entanto, o número de automóveis, utilitários leves, caminhões e ônibus que saíram das concessionárias no mês passado foi 5,87% menor que no mês de agosto do mesmo ano, quando foram emplacados 329.202 veículos. Segundo a Fenabrave, em setembro foram vendidos 293.961 automóveis e utilitários leves, com um crescimento de 5,90% frente ao mesmo mês do ano passado (277.581) e uma redução de 6% em comparação com agosto deste ano, quando foram vendidas 312.715 unidades. A venda de caminhões e ônibus se situou, por sua parte, em 15.918 unidades, 51,63% maior que em setembro de 2012 (10.498) e 3,45% menor que no mês precedente (16.487). Levando em conta as motocicletas, máquinas agrícolas e outros veículos emplacados, o total comercializado chegou em setembro de 2013 às 449.627 unidades, uma queda de 6,57% frente às 481.241 unidades de agosto e um aumento de 7,03% sobre os 420.096 veículos de setembro de 2012. Durante os nove primeiros meses do ano, 2,78 milhões de automóveis foram emplacados, 0,3% menos que no mesmo período do ano precedente. UOL
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Título: Volks anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CAMAÇARI NOTÍCIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Volks anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil 04 de Outubro de 2013
*Jornal do Brasil
A alemã Volkswagen vai investir cerca de R$ 520 milhões para ampliar sua produção de veículos de passeio no Brasil. Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no país, Thomas Schmall, disse que será construída uma mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A linha de montagem produzirá a sétima geração do Golf. Segundo Schmall, o carro é o melhor da empresa e os investimentos fazem parte de uma nova fase da marca no Brasil, que é o seu segundo mercado fora da Alemanha, atrás apenas da China. O primeiro veículo deve ser produzido em até dois anos. Schmall demonstrou confiança nos investimentos no Brasil, país que, segundo suas estimativas, tem a “pujança” de superar a marca de 5 milhões de comercialização de carros em 2018. Atualmente, o mercado nacional de automóveis e veículos comerciais leves (como vans e furgões) é 3,6 milhões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Aumotores (Fenabrave). Com a avaliação, o presidente da empresa evitou comentar a projeção de crescimento no Brasil, reduzida novamente pelo Banco Central nesta semana. “Quarenta por cento dos brasileiros hoje não conseguem comprar carro, o que significa um potencial e um mercado muito grande. Isso [a queda no crescimento] está acontecendo agora, mas vai passar e nós vamos crescer”, disse Thomas Schmall. De acordo com ele, o anúncio de hoje fará com que a previsão de investimentos no Brasil suba de R$ 8,7 bilhões para R$ 9,2 bilhões em 2016. Segundo Thomas Schmall, a presidenta Dilma Rousseff perguntou sobre as perspectivas dos próximos investimentos da empresa alemã no Brasil. “Nós falamos sobre as futuras tecnologias do grupo Volkswagen e o que é possível de fazer alocar aqui [no Brasil]”, informou, dizendo que o conteúdo da resposta dada à presidenta é confidencial. Apesar dos investimentos, Schmall declarou que não há previsão de queda no custo dos automóveis produzidos pela empresa. “Isso o mercado vai definir, não consigo lhe falar isso hoje. O preço do carro já é bem competitivo”, respondeu a jornalistas. O presidente da empresa no Brasil disse ainda que a fábrica em Curitiba (PR) vai aumentar em 20% sua capacidade de produção e, com a nova linha, terá potencial para criar cerca de 500 empregos. A Volkswagen tem atualmente 23 mil funcionários no Brasil, sendo 3.500 na unidade de Curitiba. “A capacidade [de produção de carros] vai aumentar de 840 carros por dia para 1.000 carros”, informou Schmall, que também é presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.
Título: Volks anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FRIZZ Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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ECONOMIA Publicado em 04 de Outubro de 2013, ás 08h33min
Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no país, Thomas Schmall, disse que será construída uma mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José dos Pinhais Frizz Agência Brasil
Brasília - A alemã Volkswagen vai investir cerca de R$ 520 milhões para ampliar sua produção de veículos de passeio no Brasil. Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no país, Thomas Schmall, disse nesta quinta-feira (3) que será construída mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A linha de montagem produzirá a sétima geração do Golf. Segundo Schmall, o carro é o melhor da empresa e os investimentos fazem parte de uma nova fase da marca no Brasil, que é o seu segundo mercado fora da Alemanha, atrás apenas da China. O primeiro veículo deve ser produzido em até dois anos. Schmall demonstrou confiança nos investimentos no Brasil, país que, segundo suas estimativas, tem a “pujança” de superar a marca de 5 milhões de comercialização de carros em 2018. Schmall apresenta para a imprensa o novo modelo Atualmente, o mercado nacional de automóveis e veículos comerciais leves (como vans e furgões) do Golf (AgBR) é 3,6 milhões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Aumotores (Fenabrave). Com a avaliação, o presidente da empresa evitou comentar a projeção de crescimento no Brasil, reduzida novamente pelo Banco Central nesta semana. O presidente da Volkswagen no Brasil, Thomas
“Quarenta por cento dos brasileiros hoje não conseguem comprar carro, o que significa um potencial e um mercado muito grande. Isso [a queda no crescimento] está acontecendo agora, mas vai passar e nós vamos crescer”, disse Thomas Schmall. De acordo com ele, o anúncio de hoje fará com que a previsão de investimentos no Brasil suba de R$ 8,7 bilhões para R$ 9,2 bilhões em 2016. Segundo Thomas Schmall, a presidenta Dilma Rousseff perguntou sobre as perspectivas dos próximos investimentos da empresa alemã no Brasil. “Nós falamos sobre as futuras tecnologias do grupo Volkswagen e o que é possível de fazer alocar aqui [no Brasil]”, informou, dizendo que o conteúdo da resposta dada à presidenta é confidencial. Apesar dos investimentos, Schmall declarou que não há previsão de queda no custo dos automóveis produzidos pela empresa. “Isso o mercado vai definir, não consigo lhe falar isso hoje. O preço do carro já é bem competitivo”, respondeu a jornalistas. O presidente da empresa no Brasil disse ainda que a fábrica em Curitiba (PR) vai aumentar em 20% sua capacidade de produção e, com a nova linha, terá potencial para criar cerca de 500 empregos. A Volkswagen tem atualmente 23 mil funcionários no Brasil, sendo 3.500 na unidade de Curitiba. “A capacidade [de produção de carros] vai aumentar de 840 carros por dia para 1.000 carros”, informou Schmall, que também é presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. Na terça-feira (1º), a Mercedes-Benz anunciou a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, com previsão de investimentos de R$ 500 milhões e criação de mil empregos diretos no país. Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o anúncio confirma o sucesso do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto). Para Thomas Schmall, o Inovar-Auto auxiliou na avaliação da empresa sobre a estratégia de aplicar novos recursos no país. “Com a estabilidade de planejamento pela Inovar Auto, os critérios ajuda na definição e execução mais rápida do investimento”, disse.
Título: Volkswagen anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: PARANÁ ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Curit iba, 7 de out ubro de 2013
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Publicado: 04/10/2013 - 09:45 | Atualizado: 04/10/2013 - 09:45
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Volkswagen anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil A alemã Volkswagen vai investir cerca de R$ 520 milhões para ampliar sua produção de veículos de passeio no Brasil. Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no país, Thomas Schmall, disse que será construída uma mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A linha de montagem produzirá a sétima geração do Golf. Segundo Schmall, o carro é o melhor da empresa e os investimentos fazem parte de uma nova fase da marca no Brasil, que é o seu segundo mercado fora da Alemanha, atrás apenas da China. O primeiro veículo deve ser produzido em até dois anos. Schmall demonstrou confiança nos investimentos no Brasil, país que, segundo suas estimativas, tem a “pujança” de superar a marca de 5 milhões de comercialização de carros em 2018. Atualmente, o mercado nacional de automóveis e veículos comerciais leves (como vans e furgões) é 3,6 milhões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Aumotores (Fenabrave). Com a avaliação, o presidente da empresa evitou comentar a projeção de crescimento no Brasil, reduzida novamente pelo Banco Central nesta semana. “Quarenta por cento dos brasileiros hoje não conseguem comprar carro, o que significa um potencial e um mercado muito grande. Isso [a queda no crescimento] está acontecendo agora, mas vai passar e nós vamos crescer”, disse Thomas Schmall. De acordo com ele, o anúncio de hoje fará com que a previsão de investimentos no Brasil suba de R$ 8,7 bilhões para R$ 9,2 bilhões em 2016. Segundo Thomas Schmall, a presidenta Dilma Rousseff perguntou sobre as perspectivas dos próximos investimentos da empresa alemã no Brasil. “Nós falamos sobre as futuras tecnologias do grupo Volkswagen e o que é possível de fazer alocar aqui [no Brasil]”, informou, dizendo que o conteúdo da resposta dada à presidenta é confidencial. Apesar dos investimentos, Schmall declarou que não há previsão de queda no custo dos automóveis produzidos pela empresa. “Isso o mercado vai definir, não consigo lhe falar isso hoje. O preço do carro já é bem competitivo”, respondeu a jornalistas. O presidente da empresa no Brasil disse ainda que a fábrica em Curitiba (PR) vai aumentar em 20% sua capacidade de produção e, com a nova linha, terá potencial para criar cerca de 500 empregos. A Volkswagen tem atualmente 23 mil funcionários no Brasil, sendo 3.500 na unidade de Curitiba. “A capacidade [de produção de carros] vai aumentar de 840 carros por dia para 1.000 carros”, informou Schmall, que também é presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. Na terça-feira (1º), a Mercedes-Benz anunciou a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, com previsão de investimentos de R$ 500 milhões e criação de mil empregos diretos no país. Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o anúncio confirma o sucesso do Programa de Incentivo à Inovação
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Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto). Para Thomas Schmall, o Inovar-Auto auxiliou na avaliação da empresa sobre a estratégia de aplicar novos recursos no país. “Com a estabilidade de planejamento pela Inovar Auto, os critérios ajuda na definição e execução mais rápida do investimento”, disse.
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Título: Concessionárias oferecem taxa zero, primeira prestação para janeiro e IPVA 2013 grátis para aumentar vendas Autor: Redação Tipo de Veículo: SITE Coluna: Nome do Veículo: O GLOBO ONLINE Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Origem: On Line Nome do Cliente: FENABRAVE Palavra Chave: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Concessionárias oferecem taxa zero, primeira prestação para janeiro e IPVA 2013 grátis para aumentar vendas Primeira parcela para pagar só em janeiro do ano que vem, taxa zero de juros e IPVA 2013 grátis. Essas são algumas das iscas que as concessionárias de veículos estão usando para fisgar clientes em meio à queda nas vendas, que chegou a 5,87% em setembro, em relação ao mês anterior, segundo dados da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). O diretor-executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, o consumidor deve ficar atento às condições dos financiamentos: — Muitas vezes, o vendedor fala que a taxa é de 0%, mas é preciso conferir. Basta multiplicar o valor das parcelas e somar ao da entrada para verificar se está igual ao que é cobrado à vista. Apesar da taxa zero de juros, os veículos não costumam sair pelo mesmo preço pago por quem compra à vista, devido aos custos para abertura de crédito no banco ou na financeira que vai financiar o bem, que vão de R$ 500 a R$ 1.200. No caso de um Focus, de R$ 52.990, anunciado pela Ford, com juro zero para quem dá metade do valor na entrada e parcela o restante em 36 vezes, a correção mensal fica em 0,17% — por causa das taxas de financiamento embutidas — considerando a parcela de R$ 760. A diferença, no fim, é de R$ 865. Para o economista Gilberto Braga, a possibilidade de começar a pagar no ano que vem pode ser uma boa opção. — Esse tipo de promoção pode estar atrelada à queima de estoques — diz. Acompanhe o noticiário de Economia pelo Twitter @AnoteePoupe URL: undefined Plantão publicado em 4/10/13 - 8h00 Atualizado em 3/10/13 - 21h20 Impresso em 07/10/13 - 08h14
Título: Concessionárias oferecem taxa zero, primeira prestação para janeiro e IPVA 2013 grátis para aumentar vendas Autor: Redação Tipo de Veículo: SITE Coluna: Nome do Veículo: EXTRA NOTICIA Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Origem: On Line Nome do Cliente: FENABRAVE Palavra Chave: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Notícias Economia
04/10/13 08:00
Concessionárias oferecem taxa zero, primeira prestação para janeiro e IPVA 2013 grátis para aumentar vendas
Loja de carro no Rio: promoções Foto: Antônio Duarte/ 26.05.2012
Extra
Primeira parcela para pagar só em janeiro do ano que vem, taxa zero de juros e IPVA 2013 grátis. Essas são algumas das iscas que as concessionárias de veículos estão usando para fisgar clientes em meio à queda nas vendas, que chegou a 5,87% em setembro, em relação ao mês anterior, segundo dados da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). O diretor-executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, o consumidor deve ficar atento às condições dos financiamentos: — Muitas vezes, o vendedor fala que a taxa é de 0%, mas é preciso conferir. Basta multiplicar o valor das parcelas e somar ao da entrada para verificar se está igual ao que é cobrado à vista. Apesar da taxa zero de juros, os veículos não costumam sair pelo mesmo preço pago por quem compra à vista, devido aos custos para abertura de crédito no banco ou na financeira que vai financiar o bem, que vão de R$ 500 a R$ 1.200. No caso de um Focus, de R$ 52.990, anunciado pela Ford, com juro zero para quem dá metade do valor na entrada e parcela o restante em 36 vezes, a correção mensal fica em 0,17% — por causa das
taxas de financiamento embutidas — considerando a parcela de R$ 760. A diferença, no fim, é de R$ 865. Para o economista Gilberto Braga, a possibilidade de começar a pagar no ano que vem pode ser uma boa opção. — Esse tipo de promoção pode estar atrelada à queima de estoques — diz. Acompanhe o noticiário de Economia pelo Twitter @AnoteePoupe
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Título: Volks anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: FOLHA DE LONDRINA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Economia 04/10/2013 09:58:00
Volks anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil A alemã Volkswagen vai investir cerca de R$ 520 milhões para ampliar sua produção de veículos de passeio no Brasil. Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no país, Thomas Schmall, disse que será construída uma mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A linha de montagem produzirá a sétima geração do Golf. Segundo Schmall, o carro é o melhor da empresa e os investimentos fazem parte de uma nova fase da marca no Brasil, que é o seu segundo mercado fora da Alemanha, atrás apenas da China. O primeiro veículo deve ser produzido em até dois anos. Schmall demonstrou confiança nos investimentos no Brasil, país que, segundo suas estimativas, tem a "pujança" de superar a marca de 5 milhões de comercialização de carros em 2018. Atualmente, o mercado nacional de automóveis e veículos comerciais leves (como vans e furgões) é 3,6 milhões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Aumotores (Fenabrave). Com a avaliação, o presidente da empresa evitou comentar a projeção de crescimento no Brasil, reduzida novamente pelo Banco Central nesta semana. "Quarenta por cento dos brasileiros hoje não conseguem comprar carro, o que significa um potencial e um mercado muito grande. Isso [a queda no crescimento] está acontecendo agora, mas vai passar e nós vamos crescer", disse Thomas Schmall. De acordo com ele, o anúncio de hoje fará com que a previsão de investimentos no Brasil suba de R$ 8,7 bilhões para R$ 9,2 bilhões em 2016. Segundo Thomas Schmall, a presidenta Dilma Rousseff perguntou sobre as perspectivas dos próximos investimentos da empresa alemã no Brasil. "Nós falamos sobre as futuras tecnologias do grupo Volkswagen e o que é possível de fazer alocar aqui [no Brasil]", informou, dizendo que o conteúdo da resposta dada à presidenta é confidencial. Apesar dos investimentos, Schmall declarou que não há previsão de queda no custo dos automóveis produzidos pela empresa. "Isso o mercado vai definir, não consigo lhe falar isso hoje. O preço do carro já é bem competitivo", respondeu a jornalistas. O presidente da empresa no Brasil disse ainda que a fábrica em Curitiba (PR) vai aumentar em 20% sua capacidade de produção e, com a nova linha, terá potencial para criar cerca de 500 empregos. A Volkswagen tem atualmente 23 mil funcionários no Brasil, sendo 3.500 na unidade de Curitiba. "A capacidade [de produção de carros] vai aumentar de 840 carros por dia para 1.000 carros", informou Schmall, que também é presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. Na terça-feira (1º), a Mercedes-Benz anunciou a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, com previsão de investimentos de R$ 500 milhões e criação de mil
empregos diretos no país. Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o anúncio confirma o sucesso do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto). Para Thomas Schmall, o InovarAuto auxiliou na avaliação da empresa sobre a estratégia de aplicar novos recursos no país. "Com a estabilidade de planejamento pela Inovar Auto, os critérios ajuda na definição e execução mais rápida do investimento", disse. Agência Brasil
Título: Produção de veículos cai 2,5% em setembro, mas cresce 14% em 2013 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Atualizado: 04/10/2013 11:06 | Por Gustav o Porto, da Agência Estado, estadao.com.br
Produção de veículos cai 2,5% em setembro, mas cresce 14% em 2013 Apesar de queda no último mês ante agosto, Anfavea registra ritmo mais acelerado da indústria automotiva nos nove primeiros meses deste ano em relação ao período de 2012 Compartilhar
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SÃO PAULO - A produção de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões e ônibus no mercado brasileiro somou 332.029 unidades em setembro - queda de 2,5% na comparação com agosto e avanço de 15,2% ante o mesmo mês de 2012 - divulgou nesta sexta-feira, 4, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Esses números estão de acordo com os apresentados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta semana. Em setembro, ante agosto, o volume de emplacamentos foi 6% inferior. Considerando apenas automóveis e comerciais leves, a produção em setembro chegou a 311.867 unidades, queda de 2,0% ante o mês anterior e alta de 14,0% sobre setembro do ano passado. Foram produzidos 246.671 automóveis e 65.196 comerciais leves no mês passado.
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A produção de caminhões atingiu 17.112 unidades em setembro, recuo de 9,2% ante agosto e alta de 50% sobre setembro de 2012. No caso dos ônibus, foram produzidas 3.050 unidades em setembro, recuo de 7,7% sobre o mês anterior e uma baixa de 6,4% ante setembro do ano passado. As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,9% em setembro ante agosto, com 309.872 unidades, e subiram 7,6% na comparação com setembro de 2012. No acumulado dos primeiros nove meses de 2013, os emplacamentos chegaram a 2,78 milhões unidades, uma leve baixa de 0,3% sobre igual período de 2012.
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Exportações. As vendas para o exterior do setor automotivo brasileiro somaram US$ 1,433 bilhão em setembro, uma queda de 14,6% em relação a agosto e um crescimento de 28,1% na comparação com setembro de 2012. No ano, as exportações movimentaram US$ 12,42 bilhões, uma alta de 13,4% ante igual período de 2012. Esses valores consideram as exportações de autoveículos e máquinas agrícolas. O mês de setembro encerrou com 45.495 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus exportados, um recuo de 29% ante agosto e uma alta de 66,6% sobre o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e setembro de 2013, foram exportadas 428.176 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, avanço de 31,6% ante o mesmo período de 2012. Empregos no setor. Foram contratados 154.720 trabalhadores no último mês, o que representa uma leve alta de 0,1% em relação a agosto. Na comparação com setembro de 2012, houve avanço de 4,5% no contingente de empregados, considerando autoveículos e máquinas agrícolas.
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O segmento de autoveículos registrou estabilidade em setembro ante agosto no total de empregados, totalizando 133.107 pessoas. Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve um avanço em setembro deste ano de 4,0%. O segmento de máquinas agrícolas teve aumento de 1% no número de empregados na comparação com agosto e registrou 21.613 funcionários. Na comparação com setembro de 2012, a alta foi de 8%.
veja mais: Produção de veículos cai 2,5% no mês, mas no ano é positiva
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Anfavea: vendas de máquinas agrícolas caem em setembro Produção de veículos em setembro caiu 2,5%, diz Anfavea Venda de automóveis sobe 5,9% em setembro, diz Fenabrave
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Título: CHEVROLET TRACKER CHEGA ÀS LOJAS COM SOBREPREÇO DE ATÉ R$ 9.500 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTO ESPORTE ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
CHEVROLET TRACKER CHEGA ÀS LOJAS COM SOBREPREÇO DE ATÉ R$ 9.500 Com poucas unidades a pronta entrega, novo SUV da GM tem espera de até 120 dias
por ALINE MAGALHÃES Tweet
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04/10/2013 12h56 - atualizado às 14h50 em 04/10/2013
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CHEVROLET TRACKER 2014 JÁ ESTÁ NAS LOJAS (FOTO: ALINE MAGALHÃES/AUTOESPORTE)
Chevrolet Tracker já desembarcou nas lojas. O novo SUV da GM chega com sobrepreço de até R$ 9.500 sobre o valor de tabela, de acordo com levantamento da reportagem de Autoesporte junto à concessionárias da marca.
SAIBA MAIS CHEVROLET TRACKER NASCEU PARA RODAR NO ASFALTO; VEJA AVALIAÇÃO
CONFIRA FOTOS EXCLUSIVAS DO CHEVROLET TRACKER
O ágio em questão vale para a versão LTZ, com os opcionais de teto solar e seis airbags. O modelo tem preço sugerido de R$ 74.490, mas uma revenda na capital paulista chegou a cobrar R$ R$ 84.990 pelo carro. O menor preço encontrado para esta configuração foi de R$ 79.990, cifra que ultrapassa em R$ 5.500 o valor oficial da montadora. O modelo LTZ, cujo preço oficial é de R$ 71.990, é
comercializado por até R$ 79.990, o que representa um sobrepreço de R$ 8 mil. Para este modelo, a melhor oferta encontrada pela reportagem foi de R$ 76.690. Nenhuma das lojas consultadas praticou os preços sugeridos pela Chevrolet. Ao ser questionada sobre o ágio, uma vendedora defendeu: "É que o carro é lançamento. Quem quer antes, paga mais caro". Fila de espera Ainda que tope fechar a compra, o cliente poderá enfrentar uma espera de até 120 dias para receber o carro. Com alguma sorte, é possível encontrar uma ou outra unidade à pronta entrega. Mas, neste caso, o negócio é topar levar para casa o carro na cor disponível no estoque. Caso queira fazer a encomenda do carro ao seu gosto, a média do prazo de entrega é de 30 dias, de acordo com os lojistas consultados.
CHEVROLET TRACKER 2014 JÁ ESTÁ NAS LOJAS (FOTO: ALINE MAGALHÃES/AUTOESPORTE)
Sem test drive Além de enfrentar os preços para lá de salgados, o comprador dificilmente conseguirá fazer um test drive no utilitário. Apenas uma loja contatada pela reportagem disponibilizou o carro para o “teste”. “Podemos conversar com o gerente. Se ele liberar, podemos dar uma voltinha no quarteirão”, pondera um vendedor. Em outra revenda, um funcionário explica: “vamos receber poucas unidades. Aqui, estamos contando com 80 carros até o fim do ano. É uma margem muito apertada, não dá para tirar um carro para ficar exclusivamente para test drive”. O Tracker não é, de fato, um modelo de muito volume. Por ser fabricado no México, o SUV tem de lidar com as restrições da cota de importação. Tanto é que a meta da Chevrolet é vender 1.800 unidades por mês, número bem distante do volume mensal de vendas do rival Ford EcoSport, que em setembro emplacou 5.264 unidades, segundo a associação de revendedores Fenabrave.
Mecânica e equipamentos O Tracker chega equipado com duplo airbag frontal, freios ABS, trio elétrico, central multimídia MyLink com navegador GPS integrado, comandos de som no volante, câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro, direção hidráulica, faróis de neblina, rodas de liga leve de 18 polegadas, ar-condicionado e bancos de couro. Sob o capô, o SUV utiliza o mesmo motor que alimenta o irmão Cruze: um bloco 1.8 16V de 144 cv de potência.
Título: Confira as 10 motos mais vendidas no País em setembro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: COMÉRCIO DA FRANCA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
Tipo de Veículo: SITE
Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
Portal GCN GCN.net.br 04.10.2013
Confira as 10 motos mais vendidas no País em setembro Dados divulgados pela Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave) revelaram uma queda de 8,8 % no emplacamento de motos em setembro, no comparativo com agosto. O resultado negativo, no entanto, é ainda maior no acumulado do ano: 9,1% em comparação ao mesmo período de 2012.
Entre as marcas, a líder do setor nos primeiros 10 meses do ano é, disparadamente, a Honda (80,8% do mercado). Na sequência vêm a Yamanha (10,6%); a Suzuky (1,9%); a Dafra (1,7%); e a Shineray (0,7%). Os dez modelos mais comprados de motos no Brasil estão divididos entre apenas Honda e Yamaha. Veja o ranking completo abaixo:
1. Honda/CG 150, com 27,5 mil emplacamentos 2. Honda/Biz, com 18,2 mil emplacamentos 3. Honda/CG 125, com 16,5 mil emplacamentos 4. Honda/NXR 150, com 13,5 mil emplacamentos 5. Honda/Pop 100, com 8,5 mil emplacamentos 6. Yamaha/YBR 125, com 6,7 mil emplacamentos 7. Honda/CB 300, com 3,9 mil emplacamentos 8. Honda/XRE 300, com 2,7 mil emplacamentos 9. Yamaha Fazer 250, com 2,1 mil emplacamentos 10. Honda/NXR 125, com 1,7 mil emplacamentos
Título: Fáceis de pilotar, difíceis de financiar Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SHOP CAR NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
04/10/13 - 10:25
Fáceis de pilotar, difíceis de financiar Cicero Lima/ Agência INFOMOTO
FOTO DA MATÉRIA
Os números de vendas de setembro não foram animadores para o setor de motocicletas no Brasil, principalmente no segmento de baixa cilindrada. Segundo Flávio Meneghetii, presidente da Fenabrave – associação que reúne as concessionárias de veículos do País – o mercado ainda sente as maiores exigências feitas pelos bancos para aprovar a ficha cadastral. Segundo o executivo, é difícil para um assalariado dispor dos 30% exigidos para dar de entrada. Fora isso, ainda há outros custos que envolvem a compra de uma moto: “O cliente de uma moto básica, avaliada em R$ 6.000, gastaria quase metade disso com a entrada, documentação e compra de equipamentos” ponderou o executivo. Enquanto o mercado não se adapta a essa nova realidade, os números de vendas continuam em declínio. Em setembro foram emplacadas 117.766 unidades contra 129.095 em agosto – uma queda de 8,78% em relação ao mês anterior. Como as motos de baixa cilindrada representam mais de 90% das vendas, a dificuldade em financiá-las cria esse cenário de dificuldades para o setor que já acumula redução de 9,14% no volume de motos emplacadas entre janeiro e setembro – 1.129.336 em 2013 contra 1.242.984 no mesmo período do ano passado.
Talvez a solução esteja no bom e velho consórcio. Uma modalidade de compra parcelada usada pelo consumidor mais consciente financeiramente. “Cerca de 35% das motos são vendidas por consórcio”, afirmou o presidente da Fanabrave que vê nesse modelo de venda a saída para os seus associados principalmente nas regiões norte e nordeste. De vento em popa Se as motos pequenas, destinadas ao transporte diário ou instrumento de trabalho, apresentam retração de vendas o mesmo não acontece com as motos ligadas ao lazer. “Os donos de concessionárias de motos de luxo não têm reclamado nem de vendas nem de crédito”, confirmou Flávio Meneghetti. Nesta categoria de motos estão os modelos acima de 500 cc e os mais caros – preço inicial de R$ 21.390, caso da Kasinski GT 650 EFI. Os números de venda, e os valores envolvidos, justificam a empolgação do setor. Entre as custom, por exemplo, foram emplacadas 854 unidades, já as big-trails somaram 1.167 unidades. Apenas para citar um modelo foram vendidas 180 unidades da aventureira BMW R 1200 GS, avaliada em R$ 73.400. Fazendo as contas chegamos a mais de R$ 13 milhões de reais que trocaram de mãos em apenas um mês. Além do montante financeiro, os bancos não apresentam restrições a esse tipo e financiamento tomado na maioria das vezes “por empresários e profissionais liberais”, informou o executivo da Fenabrave. http://www.shopcarnews.com.br/view_artigo.htm?id=9389
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Título: Veja ranking dos 10 carros mais vendidos no Brasil em setembro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SINCOR (GO) Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Veja ranking dos 10 carros mais vendidos no Brasil em setembro sexta-feira, 04 de outubro de 2013, às 09h17
Alta na venda de automóveis foi de 5,9% no último mês; ao todo, 293.961 unidades foram comercializadas no País A alta na venda de veículos em setembro foi de 5,9%, anunciou nesta quarta-feira, 2, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram, ao todo, 293.961 unidades comercializadas no Brasil.
63.207 unidades (21,99% no mercado).
Embora o modelo mais vendido seja da Volkswagen, a montadora que mais comercializou foi a Fiat, com
A montadora Volks vem na sequência, com 55.940 carros (19,03% de participação), General Motors, com 50.683 unidades (17,24%) e Ford, com 28.437 (9,67%). Nesta galeria preparada pelo Estadão, você pode ver se o seu carro está entre os 10 mais emplacados no Brasil no mês passado. 1.º lugar: VW/Gol, com 22,1 mil emplacamentos 2.º lugar: Fiat/Uno, com 14,5 mil emplacamentos 3.º lugar: Fiat/Palio, com 12,9 mil emplacamentos 4.º lugar: Fiat/Siena, com 12,7 mil emplacamentos 5.º lugar: Ford/Fiesta, com 12,0 mil emplacamentos 6.º lugar: VW/Cross Fox, com 9,7 mil emplacamentos 7.º lugar: GM/Onix, com 9,3 mil emplacamentos 8.º lugar: Renault/Sandero, com 9,1 mil emplacamentos 9.º lugar: Hyundai/HB20, com 8,7 mil emplacamentos 10.º lugar: VW/Voyage, com 6,9 mil emplacamentos Fonte: Estadão
Título: Volkswagen investirá R$ 520 milhões na produção do novo Golf no Brasil Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ECONOMIA SC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Volkswagen investirá R$ 520 milhões na produção do novo Golf no Brasil 04.10.2013 | 09:00
A alemã Volkswagen vai investir cerca de R$ 520 milhões para ampliar sua produção de veículos de passeio no Brasil. Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no País, Thomas Schmall, disse que será construída uma mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A linha de montagem produzirá a sétima geração do Golf. Segundo Schmall, o carro é o melhor da empresa e os investimentos fazem parte de uma nova fase da marca no Brasil, que é o seu segundo mercado fora da Alemanha, atrás apenas da China. O primeiro veículo deve ser produzido em até dois anos. Schmall demonstrou confiança nos investimentos no Brasil, país que, segundo suas estimativas, tem a Thomas Schmalm presidente da Volks no País,l anuncia "pujança" de superar a marca de 5 milhões de novos investimentos para a presidente Dilma Rousseff. comercialização de carros em 2018. Atualmente, o Foto: Divulgação mercado nacional de automóveis e veículos comerciais leves (como vans e furgões) é 3,6 milhões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Aumotores (Fenabrave). Com a avaliação, o presidente da empresa evitou comentar a projeção de crescimento no Brasil, reduzida novamente pelo Banco Central nesta semana. "Quarenta por cento dos brasileiros hoje não conseguem comprar carro, o que significa um potencial e um mercado muito grande. A queda no crescimento está acontecendo agora, mas vai passar e nós vamos crescer", disse Thomas Schmall. De acordo com ele, o anúncio de hoje fará com que a previsão de investimentos no Brasil suba de R$ 8,7 bilhões para R$ 9,2 bilhões em 2016. Segundo Thomas Schmall, a presidenta Dilma Rousseff perguntou sobre as perspectivas dos próximos investimentos da empresa alemã no Brasil. "Nós falamos sobre as futuras tecnologias do grupo Volkswagen e o que é possível de fazer alocar no Brasil", informou, dizendo que o conteúdo da resposta dada à presidenta é confidencial. Apesar dos investimentos, Schmall declarou que não há previsão de queda no custo dos automóveis produzidos pela empresa. "Isso o mercado vai definir, não consigo lhe falar isso hoje. O preço do carro já é bem competitivo", respondeu a jornalistas. O presidente da empresa no Brasil disse ainda que a fábrica em Curitiba (PR) vai aumentar em 20% sua capacidade de produção e, com a nova linha, terá potencial para criar cerca de 500 empregos. A Volkswagen tem atualmente 23 mil funcionários no Brasil, sendo 3.500 na unidade de Curitiba. "A capacidade de produção de carros vai aumentar de 840 carros por dia para 1.000 carros", informou Schmall, que também é presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. Na terça-feira, dia 1, a Mercedes-Benz anunciou a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, com previsão de investimentos de R$ 500 milhões e criação de mil empregos diretos no país. Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o anúncio confirma o sucesso do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (InovarAuto). Para Thomas Schmall, o Inovar-Auto auxiliou na avaliação da empresa sobre a estratégia de aplicar novos recursos no país. "Com a estabilidade de planejamento pela Inovar Auto, os critérios ajuda na definição e execução mais rápida do investimento", disse. (Agência Brasil)
Título: Produção de veículos cai 2,5% em setembro, mas cresce 14% em 2013 Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: ESTADÃO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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/Economia Produção de veículos cai 2,5% em setembro, mas cresce 14% em 2013
Apesar de queda no último mês ante agosto, Anfavea registra ritmo mais acelerado da indústria automotiva nos nove primeiros meses deste ano em relação ao período de 2012 04 de outubro de 2013 | 11h 06
SÃO PAULO - A produção de automóveis, veículos comerciais leves, caminhões e ônibus no mercado brasileiro somou 332.029 unidades em setembro - queda de 2,5% na comparação com agosto e avanço de 15,2% ante o mesmo mês de 2012 - divulgou nesta sexta-feira, 4, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Esses números estão de acordo com os apresentados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) nesta semana. Em setembro, ante agosto, o volume de emplacamentos foi 6% inferior. Considerando apenas automóveis e comerciais leves, a produção em setembro chegou a 311.867 unidades, queda de 2,0% ante o mês anterior e alta de 14,0% sobre setembro do ano passado. Foram produzidos 246.671 automóveis e 65.196 comerciais leves no mês passado. A produção de caminhões atingiu 17.112 unidades em setembro, recuo de 9,2% ante agosto e alta de 50% sobre setembro de 2012. No caso dos ônibus, foram produzidas 3.050 unidades em setembro, recuo de 7,7% sobre o mês anterior e uma baixa de 6,4% ante setembro do ano passado. As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus caíram 5,9% em setembro ante agosto, com 309.872 unidades, e subiram 7,6% na comparação com setembro de 2012. No acumulado dos primeiros nove meses de 2013, os emplacamentos chegaram a 2,78 milhões unidades, uma leve baixa de 0,3% sobre igual período de 2012. Exportações. As vendas para o exterior do setor automotivo brasileiro somaram US$ 1,433 bilhão em setembro, uma queda de 14,6% em relação a agosto e um crescimento de 28,1% na comparação com setembro de 2012. No ano, as exportações movimentaram US$ 12,42 bilhões, uma alta de 13,4% ante igual período de 2012. Esses valores consideram as exportações de autoveículos e máquinas agrícolas. O mês de setembro encerrou com 45.495 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus exportados, um recuo de 29% ante agosto e uma alta de 66,6% sobre o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e setembro de 2013, foram exportadas 428.176 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, avanço de 31,6% ante o mesmo período de 2012. Empregos no setor. Foram contratados 154.720 trabalhadores no último mês, o que representa uma leve alta de 0,1% em relação a agosto. Na comparação com setembro de
2012, houve avanço de 4,5% no contingente de empregados, considerando autoveículos e máquinas agrícolas. O segmento de autoveículos registrou estabilidade em setembro ante agosto no total de empregados, totalizando 133.107 pessoas. Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve um avanço em setembro deste ano de 4,0%. O segmento de máquinas agrícolas teve aumento de 1% no número de empregados na comparação com agosto e registrou 21.613 funcionários. Na comparação com setembro de 2012, a alta foi de 8%.
Título: Volks vai investir R$ 520 mi no País Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: EXECUTIVOS FINANCEIROS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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ECONOMIA
Volks vai investir R$ 520 mi no País Companhia vai usar dinheiro para ampliar produção de veículos no Brasil Por: Agência Brasil em 04 de Outubro de 2013
A alemã Volkswagen vai investir cerca de R$ 520 milhões para ampliar sua produção de veículos de passeio no Brasil. Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no país, Thomas Schmall, disse que será construída uma mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba.
A linha de montagem produzirá a sétima geração do Golf. Segundo Schmall, o carro é o melhor da empresa e os investimentos fazem parte de uma nova fase da marca no Brasil, que é o seu segundo mercado fora da Alemanha, atrás apenas da China. O primeiro veículo deve ser produzido em até dois anos.
Schmall demonstrou confiança nos investimentos no Brasil, país que, segundo suas estimativas, tem a “pujança” de superar a marca de 5 milhões de comercialização de carros em 2018. Atualmente, o mercado nacional de automóveis e veículos comerciais leves (como vans e furgões) é 3,6 milhões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Aumotores (Fenabrave).
“Quarenta por cento dos brasileiros hoje não conseguem comprar carro, o que significa um potencial e um mercado muito grande. Isso [a queda no crescimento] está acontecendo agora, mas vai passar e nós vamos crescer”, disse Thomas Schmall. De acordo com ele, o anúncio de hoje fará com que a previsão de investimentos no Brasil suba de R$ 8,7 bilhões para R$ 9,2 bilhões em 2016.
Segundo Thomas Schmall, a presidenta Dilma Rousseff perguntou sobre as perspectivas dos próximos investimentos da empresa alemã no Brasil. “Nós falamos sobre as futuras tecnologias do grupo Volkswagen e o que é possível de fazer alocar aqui [no Brasil]”, informou, dizendo que o conteúdo da resposta dada à presidenta é confidencial.
Apesar dos investimentos, Schmall declarou que não há previsão de queda no custo dos automóveis produzidos pela empresa. “Isso o mercado vai definir, não consigo lhe falar isso hoje. O preço do carro já é bem competitivo”, respondeu a jornalistas.
O presidente da empresa no Brasil disse ainda que a fábrica em Curitiba (PR) vai aumentar em 20% sua capacidade de produção e, com a nova linha, terá potencial para criar cerca de 500 empregos. A Volkswagen tem atualmente 23 mil funcionários no Brasil, sendo 3.500 na unidade de Curitiba. “A capacidade [de produção de carros] vai aumentar de 840 carros por dia para 1.000 carros”, informou Schmall, que também é presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha.
Na terça-feira, 1º, a Mercedes-Benz anunciou a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, com previsão de investimentos de R$ 500 milhões e criação de mil empregos diretos no país. Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o anúncio confirma o sucesso do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto).
Para Thomas Schmall, o Inovar-Auto auxiliou na avaliação da empresa sobre a estratégia de aplicar novos recursos no país. “Com a estabilidade de planejamento pela Inovar Auto, os critérios ajuda na definição e execução mais rápida do investimento”, disse.
Título: Suzuki Inazuma 250 afasta estigma de utilitária das streets Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: SHOP CAR NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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04/10/13 - 09:50
Suzuki Inazuma 250 afasta estigma de utilitária das streets Carlos Bazela / Agência INFOMOTO - FOTOS: Divulgação
FOTO DA MATÉRIA
Correr atrás do tempo perdido tem sido a palavra de ordem para a Suzuki em 2013. Depois de lançar a pequena GS 120 em março e outras cinco motos de alta cilindrada no mês seguinte, a fabricante japonesa ingressa agora em um dos segmentos mais acirrados do mercado brasileiro com a aguardada naked Inazuma 250. A moto promete ser a grande estrela do estande da marca no Salão Duas Rodas, que acontece entre os dias 8 e 13 de outubro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP).
O design é uma das características mais marcantes da Inazuma. O farol poligonal e os piscas dianteiros acomodados nas aletas laterais do radiador remetem imediatamente à B-King, a naked que usa o mesmo motor de 1300cc da Hayabusa. O visual semelhante ao de um modelo maior da mesma marca tem sido estratégia comum para diversos fabricantes e, no caso da nova moto da Suzuki, ajuda a afastar um pouco a imagem de utilitária que os modelos do segmento acabaram ganhando no Brasil. Na rabeta, as linhas simples evidenciam a grande lanterna traseira e a alça de apoio da garupa. A Inazuma também aposta nos dois escapes compridos e estreitos, um de cada lado da moto, como artimanha visual para parecer uma moto maior e mais potente. As rodas de liga leve com três pontas, feitas em alumínio, e os semi-guidões encaixados na mesa de direção completam os traços esportivos do modelo. Para oferecer conforto aos ocupantes, a Inazuma conta ainda com assento em dois níveis. Bicilíndrico O coração da Inazuma é um propulsor de dois cilindros paralelos de 248 cm³ arrefecido a líquido, capaz de gerar até 24,5 cv de potência máxima a 8.500 rpm. Já o torque máximo é de 2,3 kgf.m obtidos a 6.500 giros. A arquitetura, cujo diâmetro x curso dos pistões é de 53,5 x 55,2 mm, não deixa de ser uma aposta da Suzuki, uma vez que a configuração é incomum para os modelos do segmento, que preferem utilizar motores de apenas um cilindro. Já a frenagem, é feita por dois discos, sendo o dianteiro de 290 mm de diâmetro e o traseiro com diâmetro de 240 mm. Montada sobre um quadro de berço semiduplo, a Inazuma tem corpo longo (2.145 mm), porém esguio (780 mm de largura). A altura do assento é de 760 mm, o que facilita pilotos de estatura menor a colocarem os pés no chão. No entanto, o peso da Inazuma chama a atenção. São 182 kg em ordem de marcha, um número ligeiramente alto se levarmos em conta que o modelo não traz predicados como os freios ABS, por exemplo. No quesito suspensão, por sua vez, a configuração padrão das nakeds de baixa cilindrada também está presente na Suzuki. Enquanto a dianteira traz garfo telescópico com curso de 120 mm, a traseira está equipada com um monoamortecedor com curso de 125 mm, com pré-carga da mola regulável em até sete posições. Já a capacidade do tanque é de 13,3 litros. No painel, todavia, outro ponto positivo para a pequena naked: o conta-giros analógico no centro divide de maneira harmoniosa as luzes espias do lado esquerdo e o display digital à direita que, entre outras informações, exibe qual das seis marchas está engatada. O painel traz ainda outras novidades como uma shift light, que pode ser ajustada para orientar trocas de marcha de uma maneira que a moto economize combustível e um indicador de revisão. Esta última vem de fábrica programada para avisar o piloto da primeira visita à concessionária feita após 1.000 quilômetros e já sai de lá na contagem regressiva para a próxima, de acordo com o que for estabelecido pela concessionária. Concorrentes veteranas
Hoje, as vendas de nakeds de 250 e 300cc correspondem a cerca de 10% de todo o segmento street do Brasil. Não parece muito, mas se levarmos em conta de que a Yamaha Fazer, a Dafra Next e a Honda CB 300R já venderam juntas mais de 56.600 unidades desde o início do ano – segundo dados da Fenabrave, que contabiliza a distribuição automotiva no país – estamos falando de um filão bastante promissor. O que resta agora é saber se o visual esportivo e o motor diferenciado serão suficientes para pôr a Inazuma em uma briga com oponentes já veteranas. No entanto, uma vez que a moto – que será produzida em Manaus (AM) – tem sua chegada ao mercado nacional prevista somente para o segundo trimestre de 2014, seu preço ainda não foi revelado oficialmente. Mas, fontes ligadas à J.Toledo/Suzuki, estimam o preço do novo modelo em torno dos R$ 15.000. http://www.shopcarnews.com.br/view_artigo.htm?id=9380
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Título: Produção de carros é recorde em setembro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: DIÁRIO DO GRANDE ABC Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 05/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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→ Economia Publicado em sábado, 5 de outubro de 2013 às 07:07
Produção de carros é recorde em setembro Comentário(s)
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Leone Farias do Diário do Grande ABC
A indústria automotiva brasileira está batendo recordes de produção. Em setembro, foram fabricados 332 mil veículos, maior volume para esse mês na história do setor, iniciada no País no fim da década de 1950, de acordo com dados divulgados ontem pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Ainda segundo o levantamento da entidade, o segmento também atingiu marca histórica para o período dos primeiros nove meses deste ano: 2,84 milhões de unidades produzidas.
+1.884 As linhas de montagem das montadoras estão a todo vapor, mas as vendas vêm em ritmo mais lento – mostram estabilidade neste ano, com queda de 0,3% em relação a janeiro a setembro de 2012. Com isso, os estoques de carros parados nos pátios e nas concessionárias também estão subindo. No mês passado, o setor chegou aos 420 mil carros estocados, o correspondente a 40 dias para desova (tempo necessário para a comercialização, pelo ritmo atual de vendas). Em agosto, eram 36 dias. Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan, a faixa de 32 a 40 dias está dentro da normalidade. Pelos critérios de outra entidade, a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o volume já está acima do ideal, que seria de 30 dias para desova, o que pode afetar as margens de lucro do segmento. Apesar da alta dos estoques, a Anfavea projeta que as vendas vão reagir e fechar o ano com alta de 1% a 2% ante 2012. Um dos fatores é o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido, que retorna ao patamar normal em janeiro – o tributo para os carros 1,0 está neste ano com alíquota de 2%, que volta aos 7% em 2014. Outro, é a queda da inadimplência do consumidor, que superou 6% ao longo do ano e agora está em 5,78%. Para estimular mais os bancos a financiarem, a Anfavea negocia com o governo mudanças nas regras do leasing. A modalidade, em que a instituição financeira fica com a propriedade do bem até a quitação total das parcelas, enfrenta dificuldades. Isso porque, se o comprador do carro tem
problemas de multas atrasadas, “a Justiça entende que as instituições são solidárias na hora de pagar”, aponta o diretor de operações do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA (Fundação Instituto de Administração), Carlos Eduardo Furlanetti. A ideia da associação é que o comprador seja responsabilizado sozinho por suas dívidas. Com isso, os bancos poderiam melhorar as taxas de juros desse tipo de empréstimo, hoje muito semelhantes às do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) de carros – que gira em torno de 1,55%. Linha de crédito do BNDES é prorrogada até o fim de 2014 As empresas transportadoras e que têm frotas próprias de caminhões terão agora mais tempo para buscar o financiamento em condições especiais pelas linhas do PSI-Finame, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Nesta semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que essas linhas serão prorrogadas para até o fim de 2014. Esse programa, que valeria só até dezembro deste ano, oferece juros de 4% ao ano para a compra de veículos pesados. No caso de máquinas e equipamentos, estão em 3,5% ao ano. Com taxas tão atrativas (menores que a inflação), havia uma corrida das empresas para a obtenção desse tipo de crédito. De acordo com o presidente executivo da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, o BNDES tem recebido 2.500 pedidos diários para esse financiamento. Não está definido ainda se os juros terão alteração e, se houver, para quanto vai a taxa, mas a decisão do governo é vista como um alívio para as montadoras, que têm conseguido forte impulso nos resultados com a ajuda decisiva desse instrumento de crédito. De janeiro a setembro, as vendas de caminhões, por exemplo, registram crescimento de 13,6% ante mesmo período de 2012. EXPORTAÇÃO - As exportações de veículos, ajudadas pelo câmbio mais favorável, estão 13,4% maiores nos primeiros nove meses do ano. Para que o segmento ganhe ainda mais competitividade no Exterior, a Anfavea se prepara para endereçar nos próximos dias ao governo federal estudo com
UNIP Vestibular 2014 www.Unip.br/ProcessoSeletivo
Qualidade e Tradição só na UNIP. Prova Dia 19/10. Inscrição Gratuita
diversas propostas relacionadas ao tema. Entre as linhas gerais da proposta estão o financiamento aos clientes lá fora; a redução de custos com impostos que não podem ser compensados hoje nas exportações; e também a correção de uma distorção: atualmente montadoras que conquistam um novo mercado no Exterior têm de arcar com o chamado ‘preço de transferência’, em que são obrigadas a ter 15% de margem de lucro sobre a receita do representante naquele país, senão têm de pagar imposto sobre essa operação. A indústria automotiva brasileira está batendo recordes de produção. Em setembro, foram fabricados 332 mil veículos, maior volume para esse mês na história do setor, iniciada no País no fim da década de 1950, de acordo com dados divulgados ontem pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Ainda segundo o levantamento da entidade, o segmento também atingiu marca histórica para o período dos primeiros nove meses deste ano: 2,84 milhões de unidades produzidas. As linhas de montagem das montadoras estão a todo vapor, mas as vendas vêm em ritmo mais lento – mostram estabilidade neste ano, com queda de 0,3% em relação a janeiro a setembro de 2012. Com isso, os estoques de carros parados nos pátios e nas concessionárias também estão subindo. No mês passado, o setor chegou aos 420 mil carros estocados, o correspondente a 40 dias para desova (tempo necessário para a comercialização, pelo ritmo atual de vendas). Em agosto, eram 36 dias. Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan, a faixa de 32 a 40 dias está dentro da normalidade. Pelos critérios de outra entidade, a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o volume já está acima do ideal, que seria de 30 dias para desova, o que pode afetar as margens de lucro do segmento. Apesar da alta dos estoques, a Anfavea projeta que as vendas vão reagir e fechar o ano com alta de 1% a 2% ante 2012. Um dos fatores é o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido, que retorna ao patamar normal em janeiro – o tributo para os carros 1,0 está neste ano com alíquota de 2%, que volta aos 7% em 2014. Outro, é a queda da inadimplência do consumidor, que superou 6% ao longo do ano e agora está em 5,78%.
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Para estimular mais os bancos a financiarem, a Anfavea negocia com o governo mudanças nas regras do leasing. A modalidade, em que a instituição financeira fica com a propriedade do bem até a quitação total das parcelas, enfrenta dificuldades. Isso porque, se o comprador do carro tem problemas de multas atrasadas, “a Justiça entende que as instituições são solidárias na hora de pagar”, aponta o diretor de operações do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA (Fundação Instituto de Administração), Carlos Eduardo Furlanetti. A ideia da associação é que o comprador seja responsabilizado sozinho por suas dívidas. Com isso, os bancos poderiam melhorar as taxas de juros desse tipo de empréstimo, hoje muito semelhantes às do CDC (Crédito Direto ao Consumidor) de carros – que gira em torno de 1,55%.
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Título: Vendas de veículos no RS Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INTELOG Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 05/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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5/10/2013
Vendas de veículos no RS Economia No mês de setembro o mercado automotivo, incluindo todos os segmentos, apresentou desempenho positivo se comparado ao mês de setembro de 2012, porém no acumulado do ano o resultado foi de queda. Se comparado ao mês de agosto, em setembro houve uma redução de 1,92% no RS. No acumulado de 2013 houve uma redução de 2,02% em relação ao mesmo período de 2012.
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Independente dos recordes anunciados na mídia nos últimos tempos, o setor da distribuição amarga redução em suas margens de lucro. O governo, implantou medidas, reduziu tributos e incentivou as vendas de veículos novos que aqueceu o mercado. O estimulo da indústria automotiva é muito importante para o país, já que o setor representa 23% do PIB industrial. C om o maior volume da demanda interna, as montadoras conseguiriam atingir preços mais competitivos, devido ao aumento da escala de produção com consequente diluição dos custos. Diante do cenário positivo, o Brasil tem recebido investimentos de montadoras que buscam se instalar no país. E, para aumentar cada vez mais a participação nesse mercado, elas partem para estratégias agressivas de preço, o que inclui promoções constantes e feirões de fábrica, recaindo nos concessionários a maior parte do custo dessas promoções. De acordo com o presidente do Sincodiv/Fenabrave-RS, Fernando Esbroglio a necessidade de se manter ou crescer o chamado “share competitivo” leva muitos concessionários a trabalharem com margens de lucro próximas a zero. O preço sugerido de montadora é insuficiente. Entre janeiro e setembro deste ano foram comercializados 230 mil unidades, incluindo autos, comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários e motocicletas. Em 2012 as vendas do período somavam 235 mil veículos. Só no mês de setembro as vendas de veículos fecharam 26,6 mil unidades. Esse desempenho tem sido puxado pelos veículos pesados e maquinas agrícolas. O setor de automóveis registrou queda nas vendas de 7,4% entre agosto e setembro e no acumulado do ano apresenta queda de 3,3%, com 135 mil unidades vendidas contra 140 mil de 2012. Outro setor que tem apresentado desempenho negativo é o de duas rodas, no mês de setembro as vendas foram 3,8% menores que em agosto e no acumulado do ano a queda é de 20,5%. Ainda assim, o setor espera fechar o ano com volumes iguais a 2012 ou 1% a 2% acima dependendo deste ùltimo trimestre.
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Título: Fáceis de pilotar, difíceis de financiar Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CLICNEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 06/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Economia Fáceis de pilotar, difíceis de financiar Domingo, 6 de outubro de 201 3 Fot o: A g ên cia INFOMOT O
Os números de v endas de setembro não foram animadores para o setor de motocicletas no Brasil, principalmente no segmento de baix a cilindrada. Segundo Fláv io Meneghetii, presidente da Fenabrav e – associação que reúne as concessionárias de v eículos do País – o mercado ainda sente as maiores ex igências feitas pelos bancos para aprov ar a ficha cadastral. Segundo o ex ecutiv o, é difícil para um assalariado dispor dos 30% ex igidos para dar de entrada. Fora isso, ainda há outros custos que env olv em a compra de uma moto: “O cliente de uma moto básica, av aliada em R$ 6.000, gastaria quase metade disso com a entrada, documentação e compra de equipamentos” ponderou o ex ecutiv o. Enquanto o mercado não se adapta a essa nov a realidade, os números de v endas continuam em declínio. Em setembro foram emplacadas 1 1 7 .7 66 unidades contra 1 29.095 em agosto – uma queda de 8,7 8% em relação ao mês anterior. Como as motos de baix a cilindrada representam mais de 90% das v endas, a dificuldade em financiá-las cria esse cenário de dificuldades para o setor que já acumula redução de 9,1 4% no v olume de motos emplacadas entre janeiro e setembro – 1 .1 29.336 em 201 3 contra 1 .242.984 no mesmo período do ano passado. Talv ez a solução esteja no bom e v elho consórcio. Uma modalidade de compra parcelada usada pelo consumidor mais consciente financeiramente. “Cerca de 35% das motos são v endidas por consórcio”, afirmou o presidente da Fanabrav e que v ê nesse modelo de v enda a saída para os seus associados principalmente nas regiões norte e nordeste. De v ento em popa Se as motos pequenas, destinadas ao transporte diário ou instrumento de trabalho, apresentam retração de v endas o mesmo não acontece com as motos ligadas ao lazer. “Os donos de concessionárias de motos de lux o não têm reclamado nem de v endas nem de crédito”, confirmou Fláv io Meneghetti. Nesta categoria de motos estão os modelos acima de 500 cc e os mais caros – preço inicial de R$ 21 .390, caso da Kasinski GT 650 EFI. Os números de v enda, e os v alores env olv idos, justificam a empolgação do setor. Entre as custom, por ex emplo, foram emplacadas 854 unidades, já as big-trails somaram 1 .1 67 unidades. Apenas para citar um modelo foram v endidas 1 80 unidades da av entureira BMW R 1 200 GS, av aliada em R$ 7 3.400. Fazendo as contas chegamos a mais de R$ 1 3 milhões de reais que trocaram de mãos em apenas um mês. Além do montante financeiro, os bancos não apresentam restrições a esse tipo e financiamento tomado na maioria das v ezes “por empresários e profissionais liberais”, informou o ex ecutiv o da Fenabrav e. (Cicero Lima/ Agência INFOMOTO) Fon t e:
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Título: Volkswagen anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: JORNAL GRANDE BAHIA Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 05/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Feira de Santana, 07 de Outubro de 2013
Nacional
Tw eetar
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Jornal Grande Bahia | Redação do Jornal Grande Bahia | Publicado em 05/10/2013
Volkswagen anuncia investimentos de R$ 520 milhões no Brasil A alemã Volkswagen vai investir cerca de R$ 520 milhões para ampliar sua produção de veículos de passeio no Brasil. Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff, o presidente da empresa no país, Thomas Schmall, disse que será construída uma mais uma linha de produção na fábrica que a Volkswagen tem em São José
dos
Pinhais,
região
metropolitana de Curitiba. A presidenta Dilma Rousseff recebe o presidente da Volksw agen do Brasil e
A linha de montagem produzirá a
presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, Thomas
sétima geração do Golf. Segundo
Schmall.
Schmall, o carro é o melhor da empresa e os investimentos fazem parte de uma nova fase da marca no Brasil, que é o seu segundo mercado fora da Alemanha, atrás apenas da China. O primeiro veículo deve ser produzido em até dois anos. Schmall demonstrou confiança nos investimentos no Brasil, país que, segundo suas estimativas, tem a “pujança” de superar a marca de 5 milhões de comercialização de carros em 2018. Atualmente, o mercado nacional de automóveis e veículos comerciais leves (como vans e furgões) é 3,6 milhões, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Aumotores (Fenabrave). Com a avaliação, o presidente da empresa evitou comentar a projeção de crescimento no Brasil, reduzida novamente pelo Banco Central nesta semana. “Quarenta por cento dos brasileiros hoje não conseguem comprar carro, o que significa um potencial e um mercado muito grande. Isso [a queda no crescimento] está acontecendo agora, mas vai passar e nós vamos crescer”, disse Thomas Schmall. De acordo com ele, o anúncio de hoje fará com que a previsão de investimentos no Brasil suba de R$ 8,7 bilhões para R$ 9,2 bilhões em 2016. Segundo Thomas Schmall, a presidenta Dilma Rousseff perguntou sobre as perspectivas dos próximos investimentos da empresa alemã no Brasil. “Nós falamos sobre as futuras tecnologias do grupo Volkswagen e o que é possível de fazer alocar aqui [no Brasil]”, informou, dizendo que o conteúdo da resposta dada à presidenta é confidencial. Apesar dos investimentos, Schmall declarou que não há previsão de queda no custo dos automóveis produzidos pela empresa. “Isso o mercado vai definir, não consigo lhe falar isso hoje. O preço do carro já é bem competitivo”, respondeu a jornalistas. O presidente da empresa no Brasil disse ainda que a fábrica em Curitiba (PR) vai aumentar em 20% sua capacidade de produção e, com a nova linha, terá potencial para criar cerca de 500 empregos. A Volkswagen tem atualmente 23 mil funcionários no Brasil, sendo 3.500 na unidade de Curitiba. “A capacidade [de produção de carros] vai aumentar de 840 carros por dia para 1.000
carros”, informou Schmall, que também é presidente da Câmara de Comércio e Indústria BrasilAlemanha. Na terça-feira (1º), a Mercedes-Benz anunciou a construção de uma fábrica no interior de São Paulo, com previsão de investimentos de R$ 500 milhões e criação de mil empregos diretos no país. Na ocasião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o anúncio confirma o sucesso do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto). Para Thomas Schmall, o Inovar-Auto auxiliou na avaliação da empresa sobre a estratégia de aplicar novos recursos no país. “Com a estabilidade de planejamento pela Inovar Auto, os critérios ajuda na definição e execução mais rápida do investimento”, disse. *Com informações da Agência Brasil.
Título: Motos: vendas recuam novamente em setembro MARIO CURCIO, AB Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTOMOTIVE BUSINESS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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NOTÍCIAS 04/10/2013 | 12h28
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Duas Rodas
Motos: vendas recuam novamente em setembro Retração foi de 8,8% ante agosto; ano deve terminar 8,6% abaixo de 2012 em emplacamentos MARIO C URC IO, AB A venda de motos em setembro resultou em 117.766 unidades emplacadas, queda de 8,8% em relação a agosto. O confronto com setembro do ano passado registra pequena alta de 2,2%. No acumulado do ano foram emplacadas 1.129.336 unidades, volume 9,1% menor que em igual período de 2012. Os números foram divulgados pelaFenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. Para o ano de 2013, a entidade projeta um total inferior a 1,5 milhão de motocicletas zero-quilômetro nas ruas (para ser exato, 1.496.635 unidades), que resultará numa queda de 8,6% em relação a 2012, ano já ruim. O setor continua dependente do crédito para a venda de motocicletas de baixa cilindrada. No primeiro semestre do ano passado, as financeiras aumentaram o rigor da aprovação das propostas e o mercado caiu. C ontudo, um estudo recente da consultoria Trivellato mostra que o patamar atual de financiamentos é condizente com a realidade do mercado e que os recordes de emplacamentos vividos em 2011 e 2008 resultaram de picos de concessão de crédito pelas financeiras (veja aqui). No acumulado do ano, a líder Honda teve 912.166 unidades emplacadas. Apesar dos menores volumes, sua participação de mercado vem subindo de 2011 para cá. Naquele ano detinha 78,8% concentra agora 80,8%. As outras fabricantes de maior volume abaixo da líder perderam participação neste período. O Market share da Yamaha baixou de 11,8% para 10,6%. O da Suzuki baixou de 2,1% para 1,9%, o da Dafra de 2,27% para 1,74% e o da Kasinski, de 1,61% para 0,62%. Esta última perdeu inclusive dois postos no ranking, caindo para a sétima posição em volume de vendas.
Título: Conheça as vantagens e desvantagens de consórcio, financiamento e leasing... Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: CAMPO GRANDE NEWS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 05/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
05/10/2013 07:00
Conheça as vantagens e desvantagens de consórcio, financiamento e leasing... Mário Sérgio Lorenzetto
Um sonho... As vendas de veículos apresentaram queda de 5,9% no mês de setembro em comparação com agosto deste ano. A procura menor do consumidor não fez nascerem cabelos brancos na cabeça dos diretores da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Afinal, foram vendidos 449.627 veículos em setembro, ante os 481.241 de agosto. Venderam menos que o ano passado, quando havia a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para o setor. Sobre o desempenho de venda das montadoras, contudo, pouco quer saber o consumidor, que, pelo otimismo da Fenabrave, vai continuar comprando. O que interessa é como adquirir o bem. O melhor meio é à vista, uma possibilidade distante para a maioria dos mortais tupiniquins. Para os que não sabem ou nunca vão conseguir economizar, mas têm condições de absorver prestações mensais, há três modalidades: consórcio, leasing e financiamento. As três formas de compra também podem ser aplicadas a outros bens, como imóveis. Vamos nos ater aos automóveis, contudo. O primeiro passo, em qualquer das alternativas escolhidas é ler com atenção o contrato antes de assinar. Tire todas as dúvidas antes. Se possível, consulte um advogado. A caminho do automóvel próprio... ...Financiamento Esta é, segundo o Banco Central, a mais utilizada no Brasil. Funciona assim: o tomador, que é você, no caso, empresta da instituição financeira o valor necessário para adquirir o bem. Além de comprar o dinheiro – porque o dinheiro é comprado mesmo. Paga-se no financiamento o valor que se quer emprestado da instituição financeira para efetuar a compra e também os juros cobrados que incidem sobre este valor. Quando o objeto da compra é um automóvel, o financiamento ocorre por meio do chamado CDC (Crédito Direto ao Consumidor). A vantagem está na aquisição do bem no ato, em seu nome e alienado à instituição financeira, que é a garantia. E outra, é possível vender o bem sem que o mesmo esteja totalmente quitado. Há desvantagens, claro. As taxas de juros, IOF (Imposto sobre Operações Financeira) e orçamento comprometido por muito tempo para honrar as prestações. Ao fim da operação, o valor já não vai corresponder ao total pago porque os automóveis desvalorizam assim que assinamos o contrato. ... Consórcio Esse tipo de operação já esteve entre os mais usados para a aquisição de automóveis. A materialização se dá pela reunião de um grupo de pessoas físicas ou jurídicas que são intermediadas por uma administradora. Não esqueça: é preciso que a empresa tenha autorização do Banco Central. O grupo faz uma poupança coletiva que é paga até que todos sejam contemplados. Há duas formas de receber a parte no bolo: esperar o sorteio ou dar um lance antecipado. A vantagem do consórcio está no fato de não serem cobrados juros. Não pode haver pressa, contudo, porque há grupos que demoram quase meia década se forem considerados somente os sorteios. E a desvantagem está na cobrança da taxa de administração, taxas para fundo de reserva e seguro. Ah! Também existe a exigência de garantias. Os financeiramente indisciplinados, aqueles que atrasam as prestações, estão sujeitos a multas e não podem participar dos sorteios. E outra, caso o bem sofra aumento durante o período de vigência do contrato, você terá que arcar com a diferença. Tem mais: de acordo com o Banco Central, há regras específicas para grupos formados até 5 de fevereiro 2009 e os formados após 6 de fevereiro de 2009 . ...Leasing É um arrendamento mercantil. Expressão que assusta, chega ser agressiva, mas é isso mesmo. Funciona como locação com direito de compra no fim do contrato. Ou seja, você usa o bem, paga por ele como um aluguel, deixando para o fim a decisão sobre a compra. O Banco Central explica que duas figuras compõem o leasing: o arrendador, que compra o bem e cede seu direito de uso, e o arrendatário, que pode ser você, lhe cabendo pagar por esse uso. Caso não queira permanecer com o automóvel, poderá devolvê-lo à instituição financeira. Só que não é assim, tão simples. Ao fim do contrato é calculado o VRG (Valor Residual Garantido), que é o saldo do automóvel. Esse valor pode ser diluído entre as prestações ou repassado à instituição ao fim do contrato mesmo. Vantagem tem e, em geral, estão nos juros, mais baixos que os do financiamento porque o automóvel fica com o arrendatário e não com o contratante. É por isso que não são exigidas garantias. O imposto a ser pago é o ISS (Imposto Sobre Serviços). Além de tudo, também é possível fazer leasing de 100% do valor do produto. E tem desvantagens. O automóvel só passa a ser seu depois do pagamento do VRG. A quitação só é liberada após o prazo mínimo acordado ser atingido.
Quer saber como comprar uma franquia? É uma palestra do Sebrae. Usada como uma franquia funciona. É de curta carga horária, apenas duas horas, mas pode ser decisiva na hora de comprar ou não uma franquia. O objetivo é criar condições para que o empreendedor possa decidir sobre a viabilidade de adquirir o produto. Aborda também todo o funcionamento do sistema, os requisitos legais para se tornar um franqueador e como ter sucesso na atividade. As franquias atraem muito quem quer ter seu próprio negócio por diminuírem o risco de insucesso drasticamente. Se o plano é literalmente não ter patrão, talvez abrir uma franquia não seja o melhor caminho, o franqueador representa a figura de sócio e ainda por cima a de sócio majoritário. A franqueadora faz auditorias para detectar falhas nos cumprimentos das obrigações por parte do franqueado. A autonomia do franqueado é relativa, existe alguém que o avalia constantemente. Outro equívoco comum é o de pessoas que acreditam que ao abrir uma franquia trabalharão menos. O dono é quem mais trabalha sempre. Se quiser saber mais, entre no site www.sebrae.com.br.
O fim de semana chegando e... surpresa! Poucos quilinhos a mais podem significar alguns anos de vida a mais. Sim. É isso mesmo. Ao contrário do que manda o mito, alguns poucos quilos a mais ajudam a tirar o pé da cova. A pesquisa foi realizada com 3 milhões de pessoas, coordenada pelo US Centers for Disease Control em Maryland (EUA), em 2013. A conclusão foi de estar acima do peso – definido como tendo um IMC (Índice de Massa Corporal) entre 25 e 29 – parece atuar como uma proteção. Sim! Reduz em 6% o risco de morte se comparada a pessoas com IMC entre 18,5 e 25. Aqueles com IMC acima de 35, no entanto, tem um risco maior. Fique bem claro – ser obeso faz mal à saúde. Diabetes, doenças do coração e alguns tipos de câncer ocorrem frequentemente em pessoas obesas. Ter uns poucos quilos a mais promove a longevidade mais que ser magro. Assim, não precisa economizar muito com os doces e as picanhas.
Título: As 20 motos mais vendidas em setembro; Honda lidera entre as marcas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: INFO MONEY Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE
As 20 motos mais vendidas em setembro; Honda lidera entre as marcas Número de emplacamentos de motos caiu 8,78% Por Juliana Américo Lourenço da Silva |15h54 | 04-10-2013 SÃO PAULO – A moto Honda CG 150 foi o modelo mais vendido em setembro de 2013, de acordo com o levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No período foram emplacadas 26.519 unidades, contra 27.107 motocicletas comercializadas em agosto.
Em segundo lugar ficou a Honda Biz, com 18.235 unidades vendidas no nono mês do ano, enquanto no mês anterior foram emplacadas 20.854 motos. Veja abaixo os 20 modelos mais vendidos no período: Motos mais vendidas em setembro Posição Marca Modelo Unidades 1º lugar Honda CG 150 26.519 2º lugar Honda Biz 18.235 3º lugar Honda CG 125 16.500 4º lugar Honda Pop 100 8.476 5º lugar Yamaha YBR 125 6.663 6º lugar Honda CB 300R 3.911 7º lugar Yamaha Fazer 250 2.052 8º lugar Yamaha T115 Crypton1.572 9º lugar Honda Lead 110 832 10º lugarHonda PCX 150 792 11º lugarSuzuki Burgman 125 467 12º lugarSuzuki EN125 467 13º lugarDafra Riva 150 438 14º lugarHonda CB600 352 15º lugarDafra Zig 50 347 16º lugarYamaha XT 660 329 17º lugarYamaha XJ6 318 18º lugarShineray XY 150 305 19º lugarTraxx JL50 295 20º lugarKawasakiNinja 300 257 Fonte: Fenabrave A marca Honda foi a que mais se destacou nas vendas com o emplacamento de 80% das motocicletas comercializadas. Mercado O número de emplacamentos de motos caiu 8,78% em setembro, em relação ao mês anterior, passando de 129.095 unidades para 117.766 motocicletas. No acumulado de 2013, foram comercializadas 1,1 milhão de motos.
Título: As 20 motos mais vendidas em setembro; Honda lidera entre as marcas Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: MSN NOTICIAS Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 04/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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1 2 SÃO PAULO – A moto Honda CG 150 foi o modelo mais vendido em setembro de 2013, de acordo com o levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). No período foram emplacadas 26.519 unidades, contra 27.107 motocicletas
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O número de emplacamentos de motos caiu 8,78% em setembro, em relação ao mês anterior, passando de 129.095 unidades para 117.766 motocicletas. No acumulado de 2013, foram comercializadas 1,1 milhão de motos.
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Honda foi a marca que mais se destacou nas vendas (Divulgação)
comercializadas em agosto. Em segundo lugar ficou a Honda Biz, com 18.235 unidades vendidas no nono mês do ano, enquanto no mês anterior foram emplacadas 20.854 motos. Veja abaixo os 20 modelos mais vendidos no período: A marca Honda foi a que mais se destacou nas vendas com o emplacamento de 80% das motocicletas comercializadas. Mercado
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Título: Montadoras apostam em efeito da Copa Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VALOR ECONÔMICO ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 07/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 07/10/2013
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Im prim ir ()
07/10/2013 - 00:00
Montadoras apostam em efeito da Copa Por Eduardo Laguna
(/sites/default/files/gn/13/10/foto07emp-101-carros-b 4.jpg)Alcides Braga, diretor da Truckvan, fab ricante de implementos que receb eu encomenda de 22 plataformas de monitoramento a serem usadas no evento esportivo
Com o aumento dos juros, a acomodação da demanda nos últimos meses e o risco da retirada de estímulos a partir de janeiro, a indústria automobilística tem motiv os para se preocupar com o cenário para as v endas de v eículos no ano que v em. Mas, desde já, um ponto em comum anima tanto os fabricantes como as concessionárias: o efeito da Copa do Mundo no consumo de carros. Para o setor, a renov ação e a ampliação das frotas de táx is ou de locadoras - estas últimas responsáv eis por quase 9% dos emplacamentos de automóv eis - estarão entre os v etores de crescimento em 201 4, junto com a ex pansão do consumo no interior do país, a substituição de carros nacionais por importados e a continuidade na recuperação das ex portações. O otimismo tem sido manifestado em declarações recentes de representantes da Anfav ea, a entidade das montadoras, e da Fenabrav e, associação que representa o setor de distribuição de v eículos. À ex emplo do que tradicionalmente acontece na indústria de telev isores em anos de Copa, aguarda-se que o ev ento esportiv o também incentiv e a aquisição de v eículos em setores ligados à mobilidade de turistas. "Teremos uma maior concentração de inv estimentos no transporte público e em frotas de táx i ou de empresas de locação de carros", aposta Luiz Moan, presidente da Anfav ea. Alguns analistas, contudo, estão menos entusiasmados e lembram que, mesmo considerando um aquecimento nas v endas para frotas, tal efeito tende a ser minimizado no v arejo pela redução no flux o de consumidores em concessionárias nos dias de jogos - sobretudo durante as partidas da seleção brasileira, quando muitas lojas prov av elmente fecharão as portas. "Só quem odeia futebol v ai querer comprar carro quando o Brasil estiv er jogando. Perdem-se alguns dias úteis. Então, o efeito da Copa nos resultados da indústria no ano que v em dev e ser bem marginal", av alia Milad Kalume Neto, analista da consultoria Jato Dy namics, ao abordar o possív el impacto negativ o sobre a ativ idade comercial no país por conta da mobilização em torno do ev ento.
Há programas especiais para a renov ação de tax is em algumas das cidades que v ão abrigar os jogos da Copa. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, dois dos maiores mercados automotiv os do país, tax istas contam com isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serv iços (ICMS) na aquisição de carros. Já no Paraná, uma linha especial de crédito, com juros a partir de 0,55% ao mês, foi criada no mês passado para atender aos tax istas no aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba. Fora isso, as montadoras começam a receber encomendas v indas com a renov ação de frotas do transporte público em cidades-sede, como Brasília, que fez recentemente uma licitação 2,6 mil ônibus. É claro que nem todo esse v olume se dev e apenas à realização do ev ento, mas nas contas da Mercedes-Benz - que ficou com quase 2,1 mil dos nov os coletiv os de Brasília -, só a Copa do Mundo v ai gerar uma demanda adicional de aprox imadamente 2 mil ônibus no país entre este e o próx imo ano. A indústria de caminhões foi a primeira a se beneficiar da realização do ev ento, fornecendo v eículos de carga para as obras de estádios desde a fase de terraplenagem. Ainda assim, isso foi insuficiente para impedir a derrocada do mercado de v eículos pesados no ano passado, quando as v endas caíram quase 20% num reflex o da transição na tecnologia de propulsão dos caminhões, que encareceu os v eículos em até 1 5%. Com a prox imidade da abertura da Copa - marcada para o dia 1 2 de junho -, o setor começou a receber encomendas de caminhões adaptados para ativ idades de monitoramento nas prox imidades dos estádios alguns deles já utilizados durante a Copa das Confederações em junho. Só a Truckv an, uma fabricante de implementos instalados em caminhões - dona de duas fábricas na capital paulista -, v ai entregar 22 plataformas de observ ação para operações ligadas à segurança dos torcedores. Alcides Braga, sócio-diretor da empresa, diz que seis unidades foram produzidas já para a Copa das Confederações e outras 1 6 serão entregues até dezembro. Para dar conta dos nov os pedidos, a Truckv an concluiu recentemente uma ampliação de 60% da capacidade de uma de suas fábricas e agora tem capacidade de produzir cerca de 30 implementos a cada mês. "Nossa perspectiv a é de crescimento de 50% neste ano e alcançar um faturamento próx imo a R$ 1 20 milhões", diz Braga, que também preside a Anfir, entidade que representa a indústria brasileira de implementos rodov iários. Para a Mercedes-Benz, a Copa do Mundo, junto com outros fatores, ajudará o mercado de caminhões a crescer cerca de 1 0% em 201 3 e outros 5% em 201 4. De janeiro a setembro deste ano, as v endas desse v eículo cresceram quase 1 4%, somando pouco mais de 1 1 5 mil unidades licenciadas.