Clipping Fenabrave 01.11.2013

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Título: Etios tem menor valor de reparação Autor: GIULIANA MANCINI Coluna: CLASSIAUTOS Nome do Veículo: A TARDE Cidade: SALVADOR País: BRASIL Data de Capa: 30/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

Tipo de Veículo: JORNAL Página: 08 Estado: BA Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE



Título: Farra de compras Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: VIVER BRASIL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

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Farra de compras

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cresce número de brasileiros que viaja para os EUA de olho nos preços e na variedade de ofertas Texto: Fernando Torres | Fotos: Pedro Vilela/Agência i7 Tweet 0 Envie seu comentário

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COLUNISTAS ANA ELIZABETH DINIZ ANGELINA FREITAS C LÁUDIA R. & DENISE M. MÁRC IA Q. & ALESSANDRA V. PC O

Dá para reconhecer de longe um brasileiro no check-in internacional do aeroporto de Miami. Seja na décima ou na primeira visita, o conterrâneo possivelmente estará abarrotado de malas recheadas de diversos produtos adquiridos durante a estadia. Mesmo com o dólar em alta, a esmagadora maioria dos turistas que sai do Brasil com destino aos Estados Unidos tem foco nas compras – 95% para ser exato, segundo o Departamento de Comércio norte-americano. De bolsas e relógios de grife a roupas de primeira mão, brinquedos a eletrônicos de última geração, calçados a cosméticos, enxoval de bebê a eletrodomésticos: os brasileiros compram tudo. A justificativa para a gastança é unânime: comprar nos Estados Unidos é muito mais vantajoso que no Brasil. Com preços competitivos e imensa variedade de ofertas, a viagem de férias se torna uma festa nos shoppings, outlets e até mesmo em farmácias, como a CVS e a Walgreens, e supermercados das redes Walmart e Target. Para carregar tudo, os brasileiros carregam consigo malas vazias. Ou, então, compram por lá mesmo, o que também vale a pena. A empresária Míriam Vargas é dessas. Há três anos, seu pai adquiriu um apartamento em Downtown Miami. Desde então, ela viaja para lá entre duas a três vezes por ano, com apenas quatro ou cinco mudas de roupa na mala. “Vou a passeio, mas compro tudo o que posso”, admite. Na lista de desejos, entram cosméticos, roupas, perfumes, bolsas, relógios, óculos de sol... Tudo de grifes como Chanel e Louis Vuitton. “Meu guarda-roupa é quase todo importado.” Míriam voltou dos Estados Unidos há cerca de dois meses. Trouxe consigo duas malas de 32 kg e gastou por lá entre 5 a 6 mil dólares apenas em compras. “Ninguém consegue gastar menos que isso. Minhas amigas que estão indo pela primeira vez perguntam se dois mil dólares são suficientes. Eu digo que isso dá só para os dois primeiros dias”, diz. Nem bem chegou, Míriam já planeja a próxima viagem, em janeiro. “Vou para Nova Iorque, mas passo dez dias em Miami fazendo compras”, anuncia. Pode parecer que a empresária é uma consumista desenfreada, mas ela se defende: “Sou bastante seletiva. Prefiro pagar 300 dólares em um casaco de pele, que aqui seria o triplo do preço, a trazer dez casaquinhos de 30 dólares.” Outra estratégia é comprar antecipadamente pela internet e mandar entregar no apartamento. “É


comprar antecipadamente pela internet e mandar entregar no apartamento. “É normal pagar excesso de bagagem, mas são apenas 100 dólares. O custo-benefício compensa”, afirma. E compensa mesmo. O dólar em alta não assusta os brasileiros, que cada vez gastam mais no exterior. Só em 2012, deixamos nos Estados Unidos 9,3 bilhões de dólares, o equivalente a 19,2 bilhões de reais e expansão de 10% em relação a 2011. Não por acaso, estamos em quinto lugar no pódio de turistas que mais gastam por lá, atrás apenas de Canadá, Japão, Reino Unido e México. “O Brasil é um dos campeões em gastos internacionais em renda per capita. O crescimento é muito superior ao PIB do mesmo período, de apenas 0,9%. Mas ainda que isso signifique menos dinheiro por aqui, a população cresceu em bem-estar”, contrapõe o economista Márcio Salvato, coordenador do curso de Economia do Instituto Ibmec/MG. O milagre da multiplicação de dólares é um fenômeno relativamente recente. Entre 2003 e 2007, nosso PIB cresceu, em média, 5% ao ano, a classe C ascendeu e 40 milhões de pessoas saíram da pobreza extrema. Com maior poder aquisitivo, brasileiros de todas as classes sociais foram às compras. Porém, ao perambular pelas redondezas, esbarraram com uma curiosa equação: o preço das mercadorias subiu em proporção igual ou maior ao aumento do crédito e da renda.

Quem passou a se dar ao luxo de viajar para as terras do Tio Sam percebeu que podia ir além do turismo e ainda sair no lucro. “A diferença de preços em diversos tipos de produtos é abissal. Não apenas por

produtos (veja quadro) no Brasil e nos Estados Unidos.

causa do câmbio favorável, como se viu nos últimos anos. O dólar pode continuar se valorizando que, mesmo assim, a discrepância vai existir”, diz o economista Rodrigo Constantino, presidente do Instituto Liberal e criador do blog Brasileiro é otário?, em que compara o valor de diversos

Mas, afinal, por que bens de consumo custam tão caro por aqui? A resposta está na sequência de dificuldades de infraestrutura, mão de obra pouco qualificada, burocracia, logística e tributação, problemas em que o país se debate há anos. É o chamado Custo Brasil, que encarece o preço dos produtos em até 30%, conforme dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). “É um efeito cascata. Além de estarmos muito atrasados em produtividade unitária por trabalhador e em escoamento de produção, nossa carga tributária é extremamente elevada, 36,2% do PIB, a 14ª maior do mundo”, exemplifica Constantino. O custo Brasil também atinge as multinacionais estabelecidas no Brasil. O case mais recente é o da norte-americana GAP, que abriu sua primeira loja no país em setembro, no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Devido aos custos de importação e logística, os preços no Brasil são, em média, 30% a 40% mais altos do que nos EUA. Na prática, um moletom básico da marca, que custa originalmente 44 dólares, é vendido por aqui a 199 reais – parcelado em cinco vezes, para anuviar o peso no bolso do consumidor. Em contrapartida, a margem de lucro é menor que em outros países. “Não preciso dizer que o Brasil é complexo e complicado. Mas pela importância do mercado, tomamos uma decisão bastante consciente de reduzir nossas margens”, declarou Stefan Laban, vice-presidente sênior da GAP e responsável pelo processo de internacionalização da marca, em nota para a imprensa. Com 41 lojas pelo país, uma delas em Belo Horizonte, a espanhola fast fashion Zara é outra que amarga com o alto Custo Brasil. Com preços entre 11% a 76% mais altos do que os praticados na Espanha, ela é encarada aqui como uma empresa para a classe A, ao contrário do que acontece em outros países. Em reunião com mais de 30 investidores, em junho, a alta cúpula da Zara admitiu que, entre os 86 países em que atua, o Brasil é o mais difícil para importar. Acostumado a ser o povo do jeitinho, o brasileiro não se faz de rogado e segue pelo caminho oposto: se é caro importar, a onda é exportar consumidores. Como a empresária Christina Sabel, 56. Em março, ela viajou a trabalho com um grupo de 22 mulheres ao estado de Connecticut, mas emendou com uma semana de compras em Nova Iorque. “Passávamos o dia inteiro em grandes lojas, como a Macy’s, e outlets de marcas como Prada e Louis Vuitton”, conta. O resultado desse tour de consumo? 15 casacos, 11 pares de sapatos, um iPhone, um iPad, bolsas, produtos de maquiagem e a fatura do cartão de crédito de 15 mil reais – só em compras, sem contar os demais gastos. Detalhe: três meses antes, a empresária havia passado uma temporada em Las Vegas. E não foi para a jogatina. “É outra cidade ótima para fazer compras. Vale muito a pena trazer joias e relógios”, aprova. Christina se tornou consumidora fiel dos Estados Unidos há cerca de dez anos, quando o dólar se tornou mais acessível. “Não viajo pensando no que vou conhecer. O principal objetivo da viagem é sempre comprar. Se sobrar tempo, aí conheço alguma coisa diferente”, reconhece. Ela já planeja uma próxima viagem, desta vez para ficar no apartamento de uma amiga, nos arredores de Miami. “Por ali, gosto de compras nos grandes outlets e em lojas de rua de Miami Beach, como a Collins Avenue e a Lincoln Road”, indica.


de rua de Miami Beach, como a Collins Avenue e a Lincoln Road”, indica.

Com 20 anos de experiências em compras no mercado ianque, a empresária Andrea Hamers, 54, já se considera mais consciente. “Viajo pelo menos uma vez por ano a Miami, para passar férias em Key Biscayne, e aproveito para fazer compras. Não é o objetivo principal, mas sempre trago alguma coisa, especialmente para meus netos”, conta. Andrea é avessa aos outlets: acha que as próprias lojas dos shoppings têm bons descontos e preços justos. “Aqui, a gente encontra um preço para ser dividido em cinco vezes e outro completamente diferente à vista. Também gosto da ideia de pagar o imposto apenas na boca do caixa, pois sei exatamente o que estou pagando”, compara. Na última viagem, em setembro, Andrea e o marido gastaram entre 3 a 4 mil dólares em compras. Como os shoppings já estavam no roteiro, o casal saiu do Brasil com duas malas completamente vazias, e uma terceira com as roupas já usadas. “O que me impressiona também é a variedade de opções. Calço 40, e meu filho, 45. Quando viajamos, costumamos trazer uns cinco pares, pois é muito difícil encontrar número equivalente aqui.” Outra vantagem que ela aponta é a facilidade e garantia de troca de mercadorias. “Costumo levar vestidos de festa para as minhas filhas. Da última vez, levei um que minha filha não gostou. Antes de fazer a troca, a vendedora estornou o valor integral no meu cartão de crédito”, relata. Independentemente se há ou não exagero, é desolador que o Brasil não crie posições favoráveis que retroalimentem o varejo. “Esse comportamento não causa, necessariamente, grande impacto na indústria brasileira. Mas isso não deixa de ser preocupante, pois estamos fomentando e fortalecendo a economia de outro país, e não a nossa”, analisa a economista Silvânia Araújo, do UniBH. Segundo ela, o bom momento da economia não foi e ainda não é tão bem aproveitado, embora o governo tenha investido no crescimento via consumo. “Houve um investimento pífio em infraestrutura. Sem motivar a nossa indústria, criamos uma concorrência desleal. Apesar de termos qualidade de produto, não conseguimos preços competitivos e atrativos como nos Estados Unidos”, lamenta. Seria um erro dizer que o consumo no Brasil esteja estagnado. Em 2012, a indústria automobilística, por exemplo, expandiu em 4,6% o número de veículos emplacados, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Já as vendas do setor supermercadista cresceram 5,3%, de acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em compensação, o quadro completo não é assim tão animador. O crescimento do varejo brasileiro fechou dezembro de 2012 com a pior performance dos últimos três anos: 6,4% de expansão, antes as altas de 9,6% em 2010 e de 7,8% em 2011, conforme o Indicador Serasa Experian. Se, a rigor, não há relação entre o tímido desempenho do comércio e o aumento dos gastos do brasileiro no exterior, também é natural que o consumidor queira potencializar seu poder de compra. “O brasileiro vive cercado de uma cultura consumista. Movido por necessidades e desejos, ele agora pode viajar para fora e unir lazer e comércio. Assim, agrega valor às suas compras, com marcas de posicionamento global, e ainda economizando”, diz Silvânia. Nada de nacionalismo burro. Medidas protecionistas, como o aumento da alíquota do IOF nas compras feitas em cartão de crédito, em 2011, reduzem o poder de compra da população, mas não atacam o problema na base: o quanto nosso país é ineficiente em alguns setores. Para os especialistas, só há um caminho para o Brasil inverter esse fluxo: investimento de verdade. Afinal, no mundo capitalista, somente os eficientes sobrevivem. “O papel do governo é fazer com que a competitividade seja mais igualitária. E aumenta-se a competição melhorando a infraestrutura e as estradas, qualificando a educação e, consequentemente, a mão de obra, diminuindo a burocracia, reduzindo drasticamente a carga de impostos e juros”, enumera o economista Alexandre Brito, consultor do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). A receita não é mágica, nem tem efeitos entre o prazo de uma eleição e outra. Requer mudanças estruturais. Mas é extremamente necessária para estabelecer regras de jogo, se não iguais, pelo menos mais justas. Caso contrário, o português das vendedoras de Miami vai ficar cada vez mais afiado.

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Título: Suzuki GSX-R 750, R$ 49.900, tem força de 1.000 cc e agilidade de 600 cc Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: UOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

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Suzuki GSX-R 750, R$ 49.900, tem força de 1.000 cc e agilidade de 600 cc Há quase três décadas surgia uma das motocicletas mais emblemáticas da Suzuki, a esportiva GSX-R 750. Desde 1985, a moto foi uma das melhores de sua categoria. Por vários motivos, ela foi sucesso de vendas e criou uma série de aficionados. Mas não foi apenas a lealdade dos consumidores que a transformou em um ícone mundial. O principal motivo para a moto continuar sendo fabricada é o fato de o modelo oferecer agilidade e leveza de motos de 600 cc com desempenho próximo ao das potentes bikes de 1.000 cc. Atualmente, ela é a única motocicleta esportiva de 750 cc do mercado mundial e, por isso, briga com motos de potência diferente. Custa R$ 49.900 (nas cores branca e azul, e preta). Por valores próximos, o consumidor brasileiro pode encontrar a Honda CBR 600RR por R$ 46.613; Honda CBR 1000RR por R$ 59.620; Triumph Daytona 675R por R$ 48.690; Kawasaki Ninja ZX-6R 636 por R$ 49.990; Kawasaki Ninja ZX10R por R$ 62.222; e Yamaha R1 por R$ 58.990. A semelhança com as esportivas médias se deve ao fato de ela partilhar a maioria dos componentes do chassi com sua irmã menor, GSX-R 600 (não vendida no Brasil). Por isso, a moto de 750 cm³ da Suzuki consegue uma vantagem, pois oferece um pacote com bastante potência, mas que não assusta. Segundo dados divulgados pela Fenabrave (entidade que contabiliza a distribuição de veículos no Brasil), de janeiro a setembro, a GSX-R 750 foi a sexta motocicleta mais vendida da categoria "Sport", com 555 unidades. Se contarmos apenas com modelos acima de 600 cc, ela fica atrás somente das Honda CBR 600F e CBR 1000RR. Ou seja, mesmo sem muita tecnologia embarcada (como freios ABS ou controle de tração), a GSX-R agrada. MOTOR A moto traz motor de quatro cilindros em linha, DOHC (duplo comando de válvula) com arrefecimento líquido, capaz de gerar 148 cv e 8,8 kgfm de torque. A potência é transferida à roda traseira por meio de corrente e de um câmbio de seis marchas. A esportiva conta ainda com o sistema SDTV (Suzuki Dual Throttle Valve) que, segundo a marca, utiliza oito jatos finos injetores. O resultado é um melhor rendimento em função de uma combustão mais completa. O propulsor é um dos pontos altos: acima dos 3.000 giros, o motor responde de forma progressiva, sem "buracos", e quando passa das 7.000 rotações ganha mais vigor e agressividade. Para controlar o quanto de potência o piloto quiser usar, a GSX-R também oferece o S-DMS (Sistema de seleção de modo de pilotagem). O equipamento eletrônico conta com dois modos: "A" e "B". O "B" libera toda a potência, mas mantém uma resposta do acelerador mais controlada, principalmente na fase inicial -- ideal para a utilização no dia-a-dia e em terrenos mais escorregadios. Para um uso mais esportivo, o ideal é o modo "A", no qual toda a potência da motocicleta está disponível logo na primeira "enrolada de cabo".

FICHA TÉCNICA


Suzuki GSX-R 750 2013 + Motor: Quatro cilindros em linha, 16V, 750 cm³, refrigeração líquida. + Potência: 148 cv a 13.200 rpm. + Torque: 8,8 kgfm a 11.200 rpm. + Câmbio: Seis marchas. + Alimentação: Injeção eletrônica. + Dimensões: 2.030 mm x 710 mm x 1.135 mm (CxLxA). + Peso: 190 kg (em ordem de marcha). + Tanque: 17 litros. + Preço: R$ 49.900. Por falar em enrolar o cabo, uma das melhores sensações na moto é ver o ponteiro do conta-giro bater na faixa vermelha. À medida que a velocidade aumenta, a moto parece instigar o piloto a trocar de marchar e chegar ao seu limite. Mas ela nem é sempre tão radical quanto uma 1.000 cc ou tão "comedida" como uma 600 cc, já que pode ser pilotada de outra maneira. Ela prefere trabalhar em altos giros, mas também pode rodar em baixa rotação, sem excessivas trocas de marcha. De acordo com a Suzuki, isso se deve ao fato de o sistema de escapamento ser em formato 4-1 (construído em aço inoxidável). Equipado com válvula de controle de fluxo de gases (SET, de Suzuki Exhaust Tuning), o sistema maximiza o torque e melhora a resposta do acelerador, principalmente em baixos e médios giros. CHASSI E CICLÍSTICA O desenvolvimento da nova versão da GSX-R 750 teve foco no chassi, onde quase tudo foi renovado, incluindo o quadro e balança traseira. Com as alterações, a Suzuki conseguiu diminuir oito quilos da moto: agora são 190 kg em ordem de marcha. Comparando com outra 750 cc vendida no Brasil -- como a aposentada Kawasaki Z750, de 226 kg --, a esportiva da Suzuki é uma "pena". Detalhes como o compacto chassi, construído por cinco peças de alumínio fundido, e a balança traseira -- também feita em alumínio fundido -- fazem parte da dieta. Os freios são de alto desempenho e utilizam pinças da Brembo, que mordem os dois discos dianteiros e o disco simples traseiro com eficiência. Cabe ao piloto modulá-los nas diversas situações -- claro que um sistema com ABS seria bem-vindo. O conjunto de suspensões -- formado por garfos telescópicos invertidos do tipo Big Piston Forks, da Showa, na dianteira; e por monoamortecedor hidráulico na traseira -tem regulagem entre a esportividade e o conforto. Dessa forma, as suspensões conseguem absorver sem dificuldades as irregularidades da pista, mas sem se mostrarem "macias" demais. O condutor consegue sentir bem onde o pneu dianteiro "pisa", assim como a traseira é capaz de transferir toda a potência com eficácia para


o solo. Na medida que o condutor evolui na pilotagem, pode-se fazer uso das regulagens na suspensão e adequar a moto à sua tocada. Para auxiliar nas manobras de baixa velocidade e também no desempenho em circuitos ou estradas, a Suzuki equipou a GSX-R 750 com amortecedor de guidão eletrônico. Um equipamento interessante para evitar a temível oscilação do guidão, muito comum ao passar por emendas de ponte em alta velocidade. A posição de pilotagem é agradável para uma esportiva. Acima de tudo, a ergonomia tenta ser a mais democrática possível, pois oferece regulagem nas pedaleiras e no pedal do câmbio em até três posições. O curto tanque de combustível e o perfeito encaixe das pernas ao redor ajudam (dentro dos limites da categoria, claro). CONCLUSÃO A Suzuki GSX-R 750 consegue combinar, quase com perfeição, um motor de alto desempenho a um chassi compacto e ágil de uma motocicleta menor. Ou seja, fica perfeitamente encaixada entre as 600 cc e 1.000 cc. A potência que esta Suzuki produz é compatível com seu tamanho e a moto é extremamente rápida tanto nas retas quanto nas curvas. Essa 750 é muito divertida em todos os tipos de estradas. Apesar de não ter perfil "citadino", ela não faz feio na cidade por conta de sua ciclística bem acertada. É receita antiga, mas com garantia de sucesso. É uma moto desafiadora e sua fama está associada a pilotos que gostam de performance pura.

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Título: Ford Fiesta deve passar Fiat Palio em outubro Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: R7 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


31/10/2013 às 10h59 (Atualizado em 31/10/2013 às 14h21)

Ford Fiesta deve passar Fiat Palio em outubro Balanço preliminar das vendas no mês aponta resultado histórico do modelo Do R7

O

Relançado este ano, o novo Ford Fiesta agora é produzido em São Bernardo do Campo (SP) e tem tido grande saída

Divulgação

mercado brasileiro de veículos pode sofrer uma mudança histórica nesta sexta-feira (1º de novembro). No balanço preliminar das vendas de outubro, o Ford Fiesta passou o Fiat Palio e pode fechar o mês na 3º posição do ranking dos carros mais vendidos do País. Se o resultado se confirmar, será a primeira mudança na ponta do mercado em muitos anos — o Volkswagen Gol é o líder há 27, seguido por Fiat Uno e Palio desde 2008. E o Fiesta nunca ficou entre os três mais vendidos. A arrancada do hatch da Ford começou em abril, com o início da produção do New Fiesta em São Bernardo do Campo (SP). Reestilizado e com novo motor 1.5 flex, o hatch — antes importado do México — ganhou preços mais Divulgação M as é o Fiesta Rocam que tem "turbinado" as vendas do modelo competitivos, com inicial a R$ 39 mil. Mas o "pulo do gato" foi a manutenção do velho Fiesta Rocam em linha, na fábrica baiana de Camaçari, ao lado do novo EcoSport. Com preços populares, abaixo dos R$ 30 mil, o modelo disparou. Assim, com a somatória do velho e do novo, o Fiesta começou a encostar no trio Gol, Uno e Palio há uns de quatro meses. E mês a mês a diferença vinha caindo. A estratégia deu tão certo que o Fiesta passou Chevrolet Onix e Hyundai HB20 com certa facilidade. O resultado (se vai ou não passar o Palio) será confirmado nesta sexta. Confira o top 10 preliminar do ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos (Fenabrave): 1) 2) 3) 4) 5)

Volkswagen Gol (G4/G5) — 18.826 unidades Fiat Novo Uno/Mille — 12.691 unidades Ford Fiesta (Rocam/New) — 12.544 unidades Fiat Palio (Fire/Novo) — 11.326 unidades Fiat Siena/Grand Siena — 10.612 unidades


6) Chevrolet Onix — 10.271 unidades 7) Hyundai HB20 — 9.025 unidades 8) Fiat Strada — 8.099 unidades 9) Volkswagen Fox/CrossFox — 8.019 unidades 10) Renault Sandero — 7.786 unidades Saiba tudo sobre carros! Acesse www.r7.com/carros PARTICIPE

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Título: Em 1 ano, HB20 e Onix mudam ranking de automóveis mais vendidos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: OLHAR DIRETO Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

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Notícias / Carros & Motos

Em 1 ano, HB20 e Onix mudam ranking de automóveis mais vendidos A uto Esporte

Mexer no ranking dos automóveis mais vendidos é tarefa dura: nos últimos 5 anos, os nomes no top 10 pouco mudaram. Com os primeiros lugares ocupados por modelos que passam de 100 mil unidades ao ano e incluem nessa conta as vendas de diferentes gerações, a briga tem esquentado do quinto posto para baixo (veja na arte abaixo). Foi ali que, em 1 ano, os hatches Hyundai HB20 e Chevrolet Onix conseguiram se "infiltrar". Já o Toyota Etios, lançado na mesma época, ainda está longe desse grupo. O último balanço fechado de 2013 pela federação das concessionárias, a Fenabrave, em setembro, aponta o HB20 e o Onix como o sétimo e o oitavo automóvel mais vendido, respectivamente. O acumulado até outubro será divulgado nesta sexta-feira (1º). O HB20 chegou às lojas oficialmente em 10 de outubro do ano passado, mesmo mês em que o Onix e o Etios: um momento singular na história da indústria no Brasil, com 3 lançamentos simultâneos no segmento mais volumoso de todos, o dos hatches. O modelo sul-coreano soma 112.525 unidades emplacadas desde o ano passado até setembro último, segundo a Fenabrave. O Onix vendeu 106.531 unidades até então. Hoje sabemos que o consumidor não quer mais o carro pé de boi. Ele está disposto a pagar um pouco mais pelo status de um produto novo, por exemplo, pelo design e pelo conforto" Milad Kalume Neto, da Jato Dynamics Disposto a pagar mais Para o consultor da Jato Dynamics do Brasil Milad Kalume Neto, ambos os modelos se aproveitam de um filão que amadureceu no mercado brasileiro: o de carros de entrada pelos quais o cliente concorda em pagar um pouco mais pelo que considera um diferencial. "No mundo ideal, o cliente quer um carro bonito, barato e eficiente. Hoje sabemos que ele não quer mais o carro pé de boi [sem acessórios]. Ele está disposto a pagar um pouco mais pelo status de um produto novo, por exemplo, pelo design e pelo conforto", avalia. Tanto HB20 quanto Onix se apoiaram em design e itens de série como chamarizes. Ambos se posicionaram na faixa dos R$ 30 mil –enquanto o Gol partia de R$ 28 mil na época-, com versões mais caras que superam os R$ 40 mil. Agile não se consolidou O consultor lembra que a criação de modelos de entrada “superiores” ou “premium”, termo que as equipes de marketing gostam de usar, não é novidade. O Volkswagen Fox, lançado no fim de 2003, já fazia parte desse time. “Ele não é o carro mais barato da Volkswagen, está acima do Gol”, explica Kalume Neto. O mesmo ocorreu com o Fiat Palio em relação ao então Uno Mille, que permanece como modelo mais barato da montadora italiana no Brasil. Na Chevrolet, isso também não começou com o Onix, mas com o Agile, lançado em 2009, acima do Celta e do Corsa Hatch, mirando justamente o Fox. Na época do lançamento, a General Motors explicou que, enquanto o consumidor de classe média "tradicional" se diz satisfeito em ter um carro como o Corsa, as pessoas com perfil mais "jovem e moderno", antenadas com as novas tecnologias e as tendências da moda, por exemplo, buscavam um veículo com mais "estilo". O Agile, porém, nunca se consolidou no top 10. “Acredito que o preço sempre esteve muito acima”, diz Kalume Neto. O modelo foi lançado com dois acabamentos, partindo de R$ 37,7 mil, enquanto o Fox começava em R$ 33,4 mil. Agora, perto do fim da carreira e recém-reestilizado, o hatch da GM é vendido em configuração única, a R$ 42,9 mil.


Etios tenta se adequar A Toyota percebeu que o valor também poderia ser um entrave na história do Etios. Semanas antes de HB20 e Onix serem apresentados, ela anunciou que o modelo custaria a partir de R$ 35 mil, mas depois voltou atrás e definiu o preço inicial de R$ 30 mil no lançamento, quando o hatch da Hyundai já havia sido tabelado em R$ 32 mil na versão mais barata. No entanto, não bastou. Considerando apenas a versão hatch, as vendas do Etios somam menos da metade de cada um dos novos rivais: 31.291 unidades emplacadas de setembro de 2012 até o mês passado, também segundo a Fenabrave. É o 20º automóvel mais vendido no ano. “Mas o Etios, pelos seus números, não pode ser desconsiderado”, observa Kalume Neto. “Acredito, porém, que o atraso na produção, de 2 anos, tenha feito diferença. E o fato de que foi pensado mais para o mercado da Índia do que para o brasileiro”, acrescenta, lembrando que, há poucos meses, a montadora japonesa anunciou melhorias, como painel em preto e mudança na iluminação do painel. Paulo Roberto Garbossa, da ADK Consultoria, acredita que a Toyota tenha sido cautelosa. "Cada empresa tem uma estratégia. Uma delas pode ser entrar aos poucos [em um segmento]. Você vai adequando o modelo ao gosto do consumidor, que é o que vem sendo feito [com o Etios] agora. E a venda também depende de uma série de fatores. Às vezes o cliente compra pela marca." "Dinossauros" Para Kalume Neto, Hyundai e GM souberam aproveitar melhor o novo cliente dos carros de entrada e seus modelos se destacaram ao concorrer com “dinossauros” que ocupam há tempos os postos do ranking de mais vendidos, daí a rápida ascensão. Comparando a lista dos modelos mais emplacados de janeiro a setembro deste ano, com igual período dos últimos 5 anos, a entrada de HB20 e Onix foi uma das mínimas mudanças. Há 26 anos, o topo do ranking dos automóveis mais vendidos do Brasil é dominado pelo Gol, mas na conta dele entra tanto o modelo atual como a geração antiga, chamada de G4, que ainda é vendida. De 2009 para cá, além do Gol, outros carros se repetem nas listas, a maioria apoiada na tática de gerações diferentes que convivem: Fiat Uno (que conta as vendas do modelo atual e as do Mille), Fiat Palio (junta números do antigo, Fire, com os do Palio atual), Fiat Siena (reunindo o EL, mais simples e com a plataforma do antigo Palio, e o Grand Siena) e o Volkswagen Fox (contanto com a versão "aventureira" CrossFox). Se considerar, além de automóveis, os comerciais leves, a Fiat Strada também é veterana na relação. Se tornaram regulares no top 10 o Ford Fiesta, que agora soma ao antigo Rocam o hatch New Fiesta, recémnacionalizado, o Classic (antes somado ao Corsa Sedan), o Volkswagen Voyage e o Renault Sandero, que era o “caçula” na lista antes de HB20 e Onix. O hatch da montadora francesa foi lançado no fim de 2007, mas só gravou seu nome na lista anual dos mais vendidos a partir de 2011, apesar de ter aparecido algumas vezes desde 2008 em rankings mensais. Hoje a montadora sabe que precisa dar para o consumidor o que ele quer: novidade. Não é só em carro, é em equipamento de tecnologia, eletrônico, vestuário..." Paulo Roberto Garbossa, da ADK Consultoria Quem saiu HB20 e Onix praticamente ocuparam as "vagas" de dois outros modelos da Chevrolet, o Celta e o Corsa Sedan/Classic. “Antes só havia novidade em um segmento um pouco mais alto. Hoje a montadora sabe que precisa dar para o consumidor o que ele quer: novidade. Não é só em carro, é em equipamento de tecnologia, eletrônico, vestuário...”, diz Garbossa, da ADK. “Por isso é que as marcas já consolidadas também passaram a mudar seus produtos, como a GM fez, lançando o Onix, a Volkswagen fará, com o Up!, e a Fiat, com o substituto do Mille." Para o consultor, quem ganha com a "pulverização de modelos" é o consumidor. "Ele está com a faca e o queijo na mão. Tem [carro] para todos os gostos e bolsos". Sobre a briga das marcas, Garbossa lembra que a participação de


mercado é mais equilibrada, porém, o volume cresceu muito nos últimos anos. "Dá para todo mundo pegar a fatia do bolo; o problema é que todo mundo quer a cereja", conclui.


Título: Em 1 ano, HB20 e Onix mudam ranking de automóveis mais vendidos Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: G1 Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

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Carros, motos, motores e velocidade 31/10/2013 08h22 - Atualizado em 31/10/2013 11h55

Em 1 ano, HB20 e Onix mudam ranking de automóveis mais vendidos Hatches ganham 'lugar ao sol', mas topo da lista muda pouco em 5 anos. Toyota Etios, lançado também há 1 ano, ainda não decolou. Luciana de Oliveira Do G1, em São Paulo

Tweet 49 comentários Mexer no ranking dos automóveis mais vendidos é tarefa dura: nos últimos 5 anos, os nomes no top 10 pouco mudaram. Com os primeiros lugares ocupados por modelos que passam de 100 mil unidades ao ano e incluem nessa conta as vendas de diferentes gerações, a briga tem esquentado do quinto posto para baixo (veja na arte abaixo). Foi ali que, em 1 ano, os hatches Hyundai HB20 e Chevrolet Onix conseguiram se "infiltrar". Já o Toyota Etios, lançado na mesma época, ainda está longe desse grupo.


O último balanço fechado de 2013 pela federação das concessionárias, a Fenabrave, em setembro, aponta o HB20 e o Onix como o sétimo e o oitavo automóvel mais vendido, respectivamente. O acumulado até outubro será divulgado nesta sexta-feira (1º).


O HB20 chegou às lojas oficialmente em 10 de outubro do ano passado, mesmo mês em que o Onix e o Etios: um momento singular na história da indústria no Brasil, com 3 lançamentos simultâneos no segmento mais volumoso de todos, o dos hatches. O modelo sul-coreano soma 112.525 unidades emplacadas desde o ano passado até setembro último, segundo a Fenabrave. O Onix vendeu 106.531 unidades até então. Hoje sabemos que o consumidor não quer mais o carro pé de boi. Ele está disposto a pagar um pouco mais pelo status de um produto novo, por exemplo, pelo design e pelo conforto" Milad Kalume Neto, da Jato Dynamics Disposto a pagar mais Para o consultor da Jato Dynamics do Brasil Milad Kalume Neto, ambos os modelos se aproveitam de um filão que amadureceu no mercado brasileiro: o de carros de entrada pelos quais o cliente concorda em pagar um pouco mais pelo que considera um diferencial. "No mundo ideal, o cliente quer um carro bonito, barato e eficiente. Hoje sabemos que ele não quer mais o carro pé de boi [sem acessórios]. Ele está disposto a pagar um pouco mais pelo status de um produto novo, por exemplo, pelo design e pelo conforto", avalia. Tanto HB20 quanto Onix se apoiaram em design e itens de série como chamarizes. Ambos se posicionaram na faixa dos R$ 30 mil –enquanto o Gol partia de R$ 28 mil na época-, com versões mais caras que superam os R$ 40 mil.

Chevrolet Agile no lançamento, em 2009 (Foto: Divulgação) Agile não se consolidou O consultor lembra que a criação de modelos de entrada “superiores” ou “premium”, termo que as equipes de marketing gostam de usar, não é novidade. O Volkswagen Fox, lançado no fim de 2003, já fazia parte desse time. “Ele não é o carro mais barato da Volkswagen, está acima do Gol”, explica Kalume Neto. O mesmo ocorreu com o Fiat Palio em relação ao então Uno Mille, que permanece como modelo mais barato da montadora italiana no Brasil. Na Chevrolet, isso também não começou com o Onix, mas com o Agile, lançado em 2009, acima do Celta e do Corsa Hatch, mirando justamente o Fox. Na época do lançamento, a General Motors explicou que, enquanto o consumidor de classe média "tradicional" se diz satisfeito em ter um carro como o Corsa, as pessoas com perfil mais "jovem e moderno", antenadas com as novas tecnologias e as tendências da moda, por exemplo, buscavam um veículo com mais "estilo". O Agile, porém, nunca se consolidou no top 10. “Acredito que o preço sempre esteve muito acima”, diz Kalume Neto. O modelo foi lançado com dois acabamentos, partindo de R$ 37,7 mil, enquanto o Fox começava em R$ 33,4 mil. Agora, perto do fim da carreira e recém-reestilizado, o hatch da GM é vendido em configuração única, a R$ 42,9 mil. Etios tenta se adequar A Toyota percebeu que o valor também poderia ser um entrave na história do Etios. Semanas antes de HB20 e Onix serem apresentados, ela anunciou que o modelo custaria a partir de R$ 35 mil, mas depois voltou atrás e definiu o preço inicial de R$ 30 mil no lançamento, quando o hatch da Hyundai já havia sido tabelado em R$ 32 mil na versão mais barata.


Painel do Etios era claro no lançamento, em 2012 (acima), e agora, é em preto (Foto: Divulgação) No entanto, não bastou. Considerando apenas a versão hatch, as vendas do Etios somam menos da metade de cada um dos novos rivais: 31.291 unidades emplacadas de setembro de 2012 até o mês passado, também segundo a Fenabrave. É o 20º automóvel mais vendido no ano. “Mas o Etios, pelos seus números, não pode ser desconsiderado”, observa Kalume Neto. “Acredito, porém, que o atraso na produção, de 2 anos, tenha feito diferença. E o fato de que foi pensado mais para o mercado da Índia do que para o brasileiro”, acrescenta, lembrando que, há poucos meses, a montadora japonesa anunciou melhorias, como painel em preto e mudança na iluminação do painel. Paulo Roberto Garbossa, da ADK Consultoria, acredita que a Toyota tenha sido cautelosa. "Cada empresa tem uma estratégia. Uma delas pode ser entrar aos poucos [em um segmento]. Você vai adequando o modelo ao gosto do consumidor, que é o que vem sendo feito [com o Etios] agora. E a venda também depende de uma série de fatores. Às vezes o cliente compra pela marca." "Dinossauros" Para Kalume Neto, Hyundai e GM souberam aproveitar melhor o novo cliente dos carros de entrada e seus modelos se destacaram ao concorrer com “dinossauros” que ocupam há tempos os postos do ranking de mais vendidos, daí a rápida ascensão. Comparando a lista dos modelos mais emplacados de janeiro a setembro deste ano, com igual período dos últimos 5 anos, a entrada de HB20 e Onix foi uma das mínimas mudanças. Há 26 anos, o topo do ranking dos automóveis mais vendidos do Brasil é dominado pelo Gol, mas na conta dele entra tanto o modelo atual como a geração antiga, chamada de G4, que ainda é vendida. De 2009 para cá, além do Gol, outros carros se repetem nas listas, a maioria apoiada na tática de gerações diferentes que convivem: Fiat Uno (que conta as vendas do modelo atual e as do Mille), Fiat Palio (junta números do antigo, Fire, com os do Palio atual), Fiat Siena (reunindo o EL, mais simples e com a plataforma do antigo Palio, e o Grand Siena) e o Volkswagen Fox (contanto com a versão "aventureira" CrossFox). Se considerar, além de automóveis, os comerciais leves, a Fiat Strada também é veterana na relação. Se tornaram regulares no top 10 o Ford Fiesta, que agora soma ao antigo Rocam o hatch New Fiesta, recém-nacionalizado, o Classic (antes somado ao Corsa Sedan), o Volkswagen Voyage e o Renault Sandero, que era o “caçula” na lista antes de HB20 e Onix. O hatch da montadora francesa foi lançado no fim de 2007, mas só gravou seu nome na lista anual dos mais vendidos a partir de 2011, apesar de ter aparecido algumas vezes desde 2008 em rankings mensais. Hoje a montadora sabe que precisa dar para o consumidor o que ele quer: novidade. Não é só em carro, é em equipamento de tecnologia, eletrônico, vestuário..." Paulo Roberto Garbossa, da ADK Consultoria Quem saiu HB20 e Onix praticamente ocuparam as "vagas" de dois outros modelos da Chevrolet, o Celta e o Corsa Sedan/Classic. “Antes só havia novidade em um segmento um pouco mais alto. Hoje a montadora sabe que precisa dar para o consumidor o que ele quer: novidade. Não é só em carro, é em equipamento de tecnologia, eletrônico, vestuário...”, diz Garbossa, da ADK. “Por isso é que as marcas já consolidadas também passaram a mudar seus produtos, como a GM fez, lançando o Onix, a Volkswagen fará, com o Up!, e a Fiat, com o substituto do Mille." Para o consultor, quem ganha com a "pulverização de modelos" é o consumidor. "Ele está com a faca e o queijo na mão. Tem [carro] para todos os gostos e bolsos". Sobre a briga das marcas, Garbossa lembra que a participação de mercado é mais equilibrada, porém, o volume cresceu muito nos últimos anos. "Dá para todo mundo pegar a fatia do bolo; o problema é que todo mundo quer a cereja", conclui.


Título: Suzuki GSX-R 750, R$ 49.900, tem força de 1.000 cc e agilidade de 600 cc Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: BOL Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

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Por conta de seu chassi leve e compacto, GSX-R 750 contorna as curvas com muita facilidade Leia mais Mario Villaescusa/Infomoto

Há quase três décadas surgia uma das motocicletas mais emblemáticas da Suzuki, a esportiva GSX-R 750. Desde 1985, a moto foi uma das melhores de sua categoria. Por vários motivos, ela foi sucesso de vendas e criou uma série de aficionados. Mas não foi apenas a lealdade dos consumidores que a transformou em um ícone mundial. O principal motivo para a moto continuar sendo fabricada é o fato de o modelo oferecer agilidade e leveza de motos de 600 cc com desempenho próximo ao das potentes bikes de 1.000 cc. Atualmente, ela é a única motocicleta esportiva de 750 cc do mercado mundial e, por isso, briga com motos de potência diferente. Custa R$ 49.900 (nas cores branca e azul, e preta). Por valores próximos, o consumidor brasileiro pode encontrar a Honda CBR 600RR por R$ 46.613; Honda CBR 1000RR por R$ 59.620; Triumph Daytona 675R por R$ 48.690; Kawasaki Ninja ZX-6R 636 por R$ 49.990; Kawasaki Ninja ZX-10R por R$ 62.222; e Yamaha R1 por R$ 58.990. A semelhança com as esportivas médias se deve ao fato de ela partilhar a maioria dos componentes do chassi com sua irmã menor, GSX-R 600 (não vendida no Brasil). Por isso, a moto de 750 cm³ da Suzuki consegue uma vantagem, pois oferece um pacote com bastante potência, mas que não assusta. Segundo dados divulgados pela Fenabrave (entidade que contabiliza a distribuição de veículos no Brasil), de janeiro a setembro, a GSX-R 750 foi a sexta motocicleta mais vendida da categoria "Sport", com 555 unidades. Se contarmos apenas com modelos acima de 600 cc, ela fica atrás somente das Honda CBR 600F e CBR 1000RR. Ou

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MOTOR A moto traz motor de quatro cilindros em linha, DOHC (duplo comando de válvula) com arrefecimento líquido, capaz de gerar 148 cv e 8,8 kgfm de torque. A potência é transferida à roda traseira por meio de corrente e de um câmbio de seis marchas. A esportiva conta ainda com o sistema SDTV (Suzuki Dual Throttle Valve) que, segundo a marca, utiliza oito jatos finos injetores. O resultado é um melhor rendimento em função de uma combustão mais completa.

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O propulsor é um dos pontos altos: acima dos 3.000 giros, o motor responde de forma Espiar progressiva, sem "buracos", e quando passa das 7.000 Entrar rotações ganha mais vigor e agressividade. Para controlar o quanto de potência o piloto quiser usar, a GSX-R também oferece Espiar eletrônico conta com dois o S-DMS (Sistema de seleção de modo de pilotagem). OEntrar equipamento modos: "A" e "B". O "B" libera toda a potência, mas mantém uma resposta do acelerador mais Entrar Espiar controlada, principalmente na fase inicial -- ideal para a utilização no dia-a-dia e em terrenos mais escorregadios. Para um uso mais esportivo, o ideal é o modo no qual toda a potência da Entrar"A", Espiar motocicleta está disponível logo na primeira "enrolada de cabo". Entrar Espiar

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Suzuki GSX-R 750 2013 + Motor: Quatro cilindros em linha, 16V, 750 cm³, refrigeração líquida. + Potência: 148 cv a 13.200 rpm. + Torque: 8,8 kgfm a 11.200 rpm. + Câmbio: Seis marchas. + Alimentação: Injeção eletrônica. + Dimensões: 2.030 mm x 710 mm x 1.135 mm (CxLxA). + Peso: 190 kg (em ordem de marcha). + Tanque: 17 litros. + Preço: R$ 49.900. Por falar em enrolar o cabo, uma das melhores sensações na moto é ver o ponteiro do conta-giro bater na faixa vermelha. À medida que a velocidade aumenta, a moto parece instigar o piloto a trocar de marchar e chegar ao seu limite. Mas ela nem é sempre tão radical quanto uma 1.000 cc ou tão "comedida" como uma 600 cc, já que pode ser pilotada de outra maneira. Ela prefere trabalhar em altos giros, mas também pode rodar em baixa rotação, sem excessivas trocas de marcha. De acordo com a Suzuki, isso se deve ao fato de o sistema de escapamento ser em formato 4-1 (construído em aço inoxidável). Equipado com válvula de controle de fluxo de gases (SET, de Suzuki Exhaust Tuning), o sistema maximiza o torque e melhora a resposta do acelerador, principalmente em baixos e médios giros. CHASSI E CICLÍSTICA O desenvolvimento da nova versão da GSX-R 750 teve foco no chassi, onde quase tudo foi renovado, incluindo o quadro e balança traseira. Com as alterações, a Suzuki conseguiu diminuir oito quilos da moto: agora são 190 kg em ordem de marcha. Comparando com outra 750 cc vendida no Brasil -- como a aposentada Kawasaki Z750, de 226 kg --, a esportiva da Suzuki é uma "pena".

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Detalhes como o compacto chassi, construído por cinco peças de alumínio fundido, e a balança traseira -- também feita em alumínio fundido -- fazem parte da dieta. Os freios são de alto desempenho e utilizam pinças da Brembo, que mordem os dois discos dianteiros e o disco simples traseiro com eficiência. Cabe ao piloto modulá-los nas diversas situações -- claro que um sistema com ABS seria bem-vindo.

boas risadas

Humortadela

Humor

O conjunto de suspensões -- formado por garfos telescópicos invertidos do tipo Big Piston Forks, da Showa, na dianteira; e por monoamortecedor hidráulico na traseira -- tem regulagem entre a esportividade e o conforto. Dessa forma, as suspensões conseguem absorver sem dificuldades as irregularidades da pista, mas sem se mostrarem "macias" demais. O condutor consegue sentir bem onde o pneu dianteiro "pisa", assim como a traseira é capaz de transferir toda a potência com eficácia para o solo. Na medida que o condutor evolui na pilotagem, pode-se fazer uso das regulagens na suspensão e adequar a moto à sua tocada. Para auxiliar nas manobras de baixa velocidade e também no desempenho em circuitos ou estradas, a Suzuki equipou a GSX-R 750 com amortecedor de guidão eletrônico. Um equipamento interessante para evitar a temível oscilação do guidão, muito comum ao passar por emendas de ponte em alta velocidade. A posição de pilotagem é agradável para uma esportiva. Acima de tudo, a ergonomia tenta ser a mais democrática possível, pois oferece regulagem nas pedaleiras e no pedal do câmbio em até três posições. O curto tanque de combustível e o perfeito encaixe das pernas ao redor ajudam (dentro dos limites da categoria, claro).

Sabe como capturar um saci? O 'Sacizento' dá algumas dicas Doenças que assustam

CONCLUSÃO A Suzuki GSX-R 750 consegue combinar, quase com perfeição, um motor de alto desempenho a um chassi compacto e ágil de uma motocicleta menor. Ou seja, fica perfeitamente encaixada entre as 600 cc e 1.000 cc. A potência que esta Suzuki produz é compatível com seu tamanho e a moto é extremamente rápida tanto nas retas quanto nas curvas. Essa 750 é muito divertida em todos os tipos de estradas. Apesar de não ter perfil "citadino", ela não faz feio na cidade por conta de sua ciclística bem acertada. É receita antiga, mas com garantia de sucesso. É uma moto desafiadora e sua fama está associada a pilotos que gostam de performance pura.

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Título: FORD FAZ PROMOÇÃO DE TAXA ZERO PARA CINCO MODELOS Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: AUTO ESPORTE ONLINE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

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Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


FORD FAZ PROMOÇÃO DE TAXA ZERO PARA CINCO MODELOS Focus, Fiesta Rocam e Edge são oferecidos em condições especiais

por ALINE MAGALHÃES Tweet

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31/10/2013 10h30 - atualizado às 10h30 em 31/10/2013

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FORD FOCUS (FOTO: DIVULGAÇÃO)

terceira geração do Focus já estreou, mas a Ford ainda não zerou o estoque do antigo modelo. Para alavancar as vendas da versão anterior, a montadora está oferecendo o carro com taxa zero. A promoção vale para o hatch, na versão de entrada 1.6 GLX, anunciada por R$ 52.990, e para o sedã, na mesma configuração GLX, tabelado em R$ 57.500.

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Embora as lojas não exijam um valor específico de entrada para ativar a oferta, a condição só é válida para os consumidores que quitarem o pagamento do carro em até 36 meses. Nessa condição, o hatch poderia, por exemplo, ser negociado com 30% de entrada (valor mínimo recomendado por especialistas em finanças) e o saldo quitado em 36 parcelas de R$ 1.030 (cálculo feito sem a cobrança de impostos que incidem sobre o valor financiamento). Mas a dica é barganhar, já que as lojistas


estão dispostos a dar descontos para escoar as últimas unidades, conforme apuramos anteriormente. O novo New Fiesta está indo muito bem nas vendas. Até o momento, o compacto é o terceiro mais vendido em outubro, deixando o Fiat Palio para trás. Embora o lançamento seja um dos mais importantes no portfólio da Ford hoje, a montadora mantém o apelo comercial do veterano Rocam, fisgando o consumidor pelo bolso. A

FORD FIESTA ROCAM 2014 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

versão com motor 1.0 é oferecida por R$ 29.990. A cifra já inclui equipamentos como direção hidráulica, trava elétrica, vidros elétricos dianteiros e ar-condicionado. O pacote com airbag e ABS é opcional e custa R$ 1.000. Para aproveitar a promoção da taxa zero, o cliente deve dar entrada de 16.284 (54% do valor) e quitar o saldo em 36 parcelas de R$ 399. O sedã, que se mantém entre os dez sedãs compactos mais vendidos do país, segundo a associação de revendedores Fenabrave, também é ofertado na mesma condição. Equipado com motor 1.6, trava e vidros elétricos dianteiros, arcondicionado e direção hidráulica, o carro sai por R$ 36.490. O financiamento pode ser feito em até 36 vezes de R$ 499. A lógica de pedir desconto vale aqui também. A reportagem encontrou a mesma configuração, já com airbag e ABS, por R$ 32 mil, em uma revenda da capital paulista. O SUV Edge também é oferecido com taxa zero. O valor da versão 3.5 V6 AWD é de R$ 149.990, com todo o saldo a ser quitado em até 24 meses.


Título: Etios tem menor valor de reparação Autor: Redação Coluna: Nome do Veículo: A TARDE Cidade: WEB País: BRASIL Data de Capa: 31/10/2013 Nome do Cliente: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Disponibilização: 01/11/2013

Tipo de Veículo: SITE

Estado: WEB Origem: On Line Palavra Chave: FENABRAVE


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Motor Qui , 31/10/2013 às 09:07 | Atualizado em: 31/10/2013 às 09:15

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Há cerca de um ano, chegavam três hatchs que vinham tentar, finalmente, desbancar o Volkswagen Gol. Apesar de isso não ter acontecido, o fato é que o Hyundai HB20, o Toyota Etios (ambos lançados em setembro de 2012) e o Chevrolet Onix (que chegou em novembro) figuram na lista da Fenabrave dos 20 carros mais vendidos até setembro de 2013, com 90.472 unidades, 26.938 unidades e 88.382 unidades, respectivamente. Passado este período de novidade, Classiautos foi procurar saber não como andam as vendas, mas como estão as peças destes veículos. Afinal, comprar pode ser até mais fácil agora, mas e o conserto? Uma pesquisa feita pelo Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) em 2006 constatou que 52% das colisões acontecem em baixa velocidade, sem nem mesmo o air bag ser acionado. Pensando neste cenário, Classiautos fez um orçamento junto com a oficina Retocar Vilas. O Etios, considerado o patinho feio entre os três, acabou na frente dos rivais. Caso haja uma batida frontal, o serviço do modelo da Toyota sai por R$ 3.510, com a troca do para-choque dianteiro,

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paralamas direito e esquerdo, capô, viga dianteira e faróis. O Onix teve um custo de R$ 4.665,51. Já o

De R$ 3499,00 por

HB20 foi o mais caro: R$ 4.782,19.

R$ 2798,00 ou 12 x de R$ 233,17 sem juros

Em uma batida traseira, com a troca do para-choque, lanternas direita e esquerda, painel e tampa, o Etios sai por R$ 2.696, o Onix, por R$ 3.546,09, e o HB20, outra vez, tem o valor mais alto: o serviço sai por R$ 3.747,99. Depois de feito um orçamento, vem o conserto de fato. Pois este, segundo Reginaldo Rossi, presidente do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado da Bahia (Sindirepa-BA), pode dar uma dor de cabeça maior ainda. "As peças são um problema generalizado, pois sempre estão em falta. Isso deixa tanto o consumidor quanto as oficinas em uma posição complicada, pois sabemos que o cliente precisa do seu veículo, mas não conseguimos realizar o

NEW YORK TIMES


serviço rapidamente", explica o presidente do Sindirepa-Bahia. Entre os hatchs levantados, Rossi cita o HB20, de novo, como o mais complicado. "Já sabemos que as vendas em São Paulo reduziram por falta de peças. Veja só: o carro da Hyundai estava com fila de espera. Pois você acha que a montadora vai preferir vender as peças ou utilizá-las para fabricar novos carros?". Segundo Rossi, apesar de o Etios não ter uma procura tão grande, a Toyota também demora na entrega. "A Chevrolet, apesar de não ser tão rápida, cumpre os prazos prometidos", relata. Reparabilidade Para ajudar os consumidores e as próprias montadoras, o Cesvi produz o Car Group, um índice de reparabilidade de veículos. "Colidimos os carros a 15 km/h, com impactos frontais e traseiros, nas mesmas condições. Depois,

Seg, 28/10/2013

levamos os carros para oficina, com uma pessoa para reparar e outra para analisar o trabalho. O resultado se dá com uma fórmula, que leva em conta a facilidade do conserto, o tempo e os custos das peças. Ela vai de 10, melhor nota, até 60, a pior", explicou Claudemir Rodrigues, coordenador de

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estudos técnicos e ensaios de impacto do Car Group. No índice, o Etios saiu na frente, com nota 15, atrás apenas do Citroën C3 (14). O Onix está em 4º (17 pontos), juntamente com o Gol. O HB20 não consta no estudo, já que a Hyundai não forneceu o

84%

modelo para teste.

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