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Clipping HB20S COPA DO MUNDO X VOYAGE SELEÇÃO 4224176 - AUTO ESPORTE ONLINE - WEB - WEB - 11/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=bO5O/w6UuA22vYJ5fJGOW8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://revistaautoesporte.globo.com/essa-e-nossa/noticia/2014/03/hb20s-copa-do-mundo-xvoyage-selecao.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4224176.pdf

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HB20S COPA DO MUNDO X VOYAGE SELEÇÃO De olho no mundial de futebol, sedãs se enfrentam pelo título de melhor série especial para a sua garagem por GIULIA LANZUOLO| MARCOS CAMARGO (FOTOS) Tweet 1 2

A- A+ 11/03/2014 10h00 - atualizado às 10h15 em 11/03/2014

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HB20S Copa do Mundo X Voyage Seleção (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte) Coréia do Sul, junho de 2002. Alemanha entra em campo na capital Seul e desbanca a seleção da casa depois de 75 minutos de jogo, com um gol de Ballack. A vitória sobre a equipe anfitriã levou o país germânico à primeira vaga de finalista do mundial. Brasil, junho de 2014. Doze anos depois da última partida entre as duas equipes, aproveitamos a segunda Copa do Mundo em terras tupiniquins para colocar os países numa nova disputa. De um lado, o sulcoreano Hyundai HB20S Copa do Mundo, de outro o alemão Voyage Seleção, ambas edições especiais com motor 1.6. galeria de fotos Confira todas as imagens do embate entre HB20S Copa do Mundo e Voyage Seleção Tanto tempo depois, os europeus continuam na liderança com vendas do sedã médio 60,4% superiores às do rival oriental em 2013, segundo a Fenabrave. O status não tira o mérito do projeto e visual atuais do três volumes coreano, que aos poucos deixa para trás o combalido Voyage, compra menos vantajosa até abril, quando o motor 1.6 flex será atualizado, saltando de 104 para 120 cv. A aparência enfadonha deve passar por um facelift. Com esse posicionamento no mercado, o Hyundai sai na vantagem antes dos primeiros kilômetros. 1º tempo: design, acabamento e itens de série Em se tratando de visual, fazer uma edição especial significa oportunidade de ousar, certo? Não para a VW, que seguiu o racionalismo do futebol europeu e limitou sua personalização aos bancos com textura que remete aos gomos das bolas clássicas. De resto, o logo da Seleção Brasileira aparece na tampa do cinzeiro e em adesivos laterais discretos.

Hyundai HB20S Copa do Mundo (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte) Os itens de série também são poucos perto do rival: faróis com máscaras negras, alarme, banco do motorista com ajuste de altura, banco traseiro rebatível, direção hidráulica, trio elétrico, desembaçador do vidro traseiro, pedaleiras esportivas e sistema de som com rádio, CD, Bluetooth, MP3 e entradas USB e AUX. As rodas de liga leve 15” com design especial custam R$ 851. Com ar-condicionado e faróis de neblina, o valor fica R$ 49.196. Sem os itens, o sedã custa R$ 43.290. Já o HB20S Copa do Mundo é tabelado em R$ 49.810. No modelo da Hyundai, ousadia (e alegria) são maiores. Com cacife da Fifa, a versão recebeu costuras vermelhas nos bancos de couro, bordados com o logotipo da federação nos assentos traseiros e sua insignia abaixo dos retrovisores. De série, ele traz também faróis de máscaras negras, grade dianteira e maçanetas das portas em preto, os bancos de couro e as rodas de liga leve 15”. Em termos de funcionalidade, ajuste de altura para o motorista, banco traseiro rebatível, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, desembaçador do vidro traseiro, faróis pedaleiras esportivas e sistema multimídia com TV são de fábrica. Vale destacar o Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. A edição especial inclui uma bola oficial Brazuca e uma mochila com a mesma temática.

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Volkswagen Voyage Seleção (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte) Por dentro, o Voyage Seleção tem plásticos acinzentados no painel e tecido no revestimento lateral, acabamento que satisfaz sem surpreender. O HB20S Copa do Mundo fica refinado com bancos de couro preto, painel com plástico rígido escuro, tela multimídia e costuras em vermelho. Pena que os os materiais sujem com tanta facilidade, deixando o interior com aspecto manchado. Fim de primeiro tempo. O HB20S merece um cartão amarelo pelo ajustes manuais dos retrovisores e pela substituição do GPS por uma TV no blueNav de sua edição especial. Ainda assim, foi o time da Coreia que balançou a rede por enquanto. Um projeto desatualizado e acessórios com preço salgado levam a VW a um gol impedido. Ótima jogada, mas não vale.

Volkswagen Voyage Seleção (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte) 2º tempo: espaço Apesar do coreano ser mais aconchegante, é no alemão que se fica mais confortável. O entre-eixos é pouco menor que o do Hyundai: 2,46 metros do primeiro contra 2,5 metros do segundo. A difereça é que o VW tem o solo plano e mais espaço para os joelhos, acomodando melhor aqueles três amigos que vão precisar de sua carona pro estádio. O espaço para a cabeça do motorista e passageiro dianteiro também e melhor no Voyage. No porta-malas, são 450 litros do HB20S, trinta a menos que o três volumes europeu, aferidos pelas montadoras. Na prática, não é diferença suficiente para levantar o cartão vermelho à equipe oriental. Dessa vez, o time alemão fura o bloqueio e empata.

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Hyundai HB20S Copa do Mundo (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte) Prorrogação: desempenho Convencer num jogo convencional é fácil. Difícil é manter o pique na prorrogação. É nessa situação em que o VW mostra como se faz necessária a atualização de seu 1.6 flex. Com 15,6 kgfm a 2.500 rpm e 104 cv a 5.250 giros, o Voyage pesa 58 kg a menos que o HB20S. O torque que chega cedo faz do sedã um veículo ágil no meio urbano, mas em velocidades superiores ele perde essa característica, operando em altas rotações. O volante "gordinho" traz boa ergonomia, diferente do banco do motorista, complicado de ajustar. A suspensão firme, o jeitão bruto e os engates pouco macios das cincos marchas uma condução harmoniosa. No HB20S, os 128 cv do 1.6 flex vêm a 6.000 rpm, mil giros antes dos 16,5 kgfm de torque. Apesar da potência e da força deste sedã chegaram mais tarde do que em seu rival VW, ele roda mais suave e não deixa a desejar nas retomadas com redução de marcha. Ponto para as trocas confortáveis das cinco velocidades. Com ajuste de altura para o condutor, cabine silenciosa, suspensão macia e boa estabilidade, é um sedã aconchegante. Por outro lado, o volante tem empunhadura muito delicada, fino demais, e a direção poderia oferecer mais firmeza em altas velocidades.

Hyundai HB20S Copa do Mundo (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte) Nesses trinta minutos extras de jogo, a equipe sul-coreana sai na frente mais uma vez. A principal vantagem está no motor mais acertado e dinâmica suave. É no HB20S que condutor e ocupantes têm um caminho mais cômodo e estável, proporcionado sobretudo pela suspensão que filtra bem as irregularidades do solo. Aguardemos até a atualização do propulsor VW, quando uma nova disputa poderá ser marcada. Pênaltis: no bolso do consumidor A hora do vamos ver. O que cabe em seu bolso? Afinal, nada mais determinante para uma compra do que o orçamento disponível. Conforme citado, o Voyage Seleção custa R$ 6.520 a menos que o HB20S Copa do Mundo. Mas vale balizar custos não embutidos na compra, como o seguro, em média R$ 2.838, o equivalente a 6,5% do valor do carro no VW. No Hyundai, o custo médio é de R$ 1.333 (2,6 % do preço integral).

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Volkswagen Voyage Seleção (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte) Fatores

Hyundai HB20S Copa do Mundo

Volkswagen Voyage Seleção

Consumo, segundo Inmetro

7,8/ 11,4 km/l nas cidades

7,3/ 10,7 km/l nas cidades

Desvalorização

8,73 % no primeiro ano

8,69 % no primeiro ano

Cesta de peças

R$ 2728,34

R$ 3123,78

A garantia do sedã de origem alemã é de três anos, contra cinco do três volumes de berço sul-coreano. A marca oriental promete uma hexagarantia, que entrega um ano adicional caso o Brasil vença a Copa do Mundo. Revisões e cesta de peças também são mais em conta no Hyundai. Em desvalozição e consumo, por pouco não empatam. Confira na tabela ao lado. Resultado O Hyundai HB20S Copa do Mundo começou o jogo bem com seu projeto atual, prosseguiu com sucesso graças aos bons design e itens de série. Perdeu o ritmo no segundo tempo e não convenceu com seu espaço. Mas recuperou o tempo perdido na prorrogação, devido a seu conjunto mecânico melhor resolvido. O Volkswagen Voyage Seleção já é de uma equipe tradicional e garante a boa campanha com as vendas superiores ao longo do ano. Mas diante de um adversário mais jovem e de mais fôlego, não teve vez. A chegada da derrota ficou evidente na prorrogação, quando o sedã mostrou que falta aquele gás do novo motor, que em breve. Enquanto isso, fique com o HB20S, que além da vantagens citadas traz melhor custo benefício no pós-venda, reparo e seguro.

Hyundai HB20S Copa do Mundo (Foto: Marcos Camargo/Autoesporte)

HB20S Voyage

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PONTOS FORTES Com motor 1.6 16V de 128 cv, o modelo responde de maneira vigorosa ao primeiro toque no acelerador Mesmo com câmbio automático, seu consumo de combustível é eficiente O nível de equipamentos da versão Premium é alto, incluindo volante multifuncional e rodas de liga leve de aro 15

PONTOS FRACOS

PONTOS FORTES

Espaço interior não é tão generoso quanto o dos concorrentes Sua transmissão automática oferece apenas quatro velocidades Falta um pouco de refinamento ao acabamento interno

Renovado, o modelo acompanhou as inovações estéticas do Gol – faróis, capô, grade e para-choques, entre outros detalhes, ganharam novos contornos Vidros dianteiros elétricos, travamento central e abertura interna do porta-malas são itens de série Como opcional, a função Tilt Down ajusta o retrovisor externo automaticamente com o acionamento da ré, facilitando as manobras para estacionar

PONTOS FRACOS Direção hidráulica é item opcional apenas na versão 1.6 Comfortline, a topo de linha Com 470 litros de capacidade, seu porta-malas fica atrás de modelos como Siena e Logan Sedãs como Novo Prisma e Gran Siena (de segmento superior) vêm tirando espaço do sedan VW

FOTOS

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Clipping Hyundai pega carona na Copa do Mundo 4222305 - METRO CURITIBA - LANÇAMENTO - CURITIBA - PR - 27/02/2014 - Pág 10 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vR2eVHcoYnXIJkQ1hyQY0cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CURITIBA Estado: PR País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222305.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 73,96 Fechamento: 03/14 Tiragem: 30000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 73,96 Total: 0,0000


+ MOTOR

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CURITIBA, QUINTA-FEIRA, 27 DE FEVEREIRO DE 2014 www.readmetro.com

{LANÇAMENTO}

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Hyundai

Edição limitada. Tentando ganhar os consumidores pelas paixões por futebol e carros, montadora lança série

pega carona na Copa do Mundo

especial limitada do HB20 e do HB20S

Detalhes

Preço até R$ 4 mil mais caro

Com sistema multimídia, tela de sete polegadas faz parte painel. Detalhes como este deixam o carro até R$ 4 mil mais caro. Com o resultado da Copa, o prazo de garantia também pode subir

Modelo estilizado traz grades preta

Dstaque para logo oficial No interior, bancos em couro

Sistema multimídia inclui tela 7”

A menos de quatro meses da Copa do Mundo no Brasil, as montadoras se agitam em busca de produtos que chamem a atenção. Depois de ver a Volkswagen lançar uma linha destinada ao Mundial, recentemente, a Hyundai pegou carona no evento esportivo e, se aproveitando de ser parceira da Fifa, lança a Edição Copa do Mundo Fifa, tendo como base dois de seus modelos: o HB20 (hatch) e o HB20S (sedã). A intenção da montadora com esta série limitada é unir duas das paixões da maioria dos brasileiros – futebol e carros – para aumentar o lucro, já que haverá uma majoração considerável nos preços dos veículos estilizados em relação aos tradicionais. Com limitação de oito mil unidades (70% do hatch e 30% do sedã), a Hyundai começará a comercializar a edição especial da Copa no início de março e promete ampliar seus números positivos. Afinal, no último mês, a montadora conseguiu ótimos resultados, colocando o HB20 na 7ª posição entre os mais vendidos do país e o HB20S na 16º posição, de

8000

é o total de unidades da série especial que a montadora deve comercializar a partir de março acordo com a Fenabrave. Ainda que os veículos especiais tenham poucas mudanças estéticas, tanto o HB20 quanto o HB20S virão com uma bola oficial da Copa, mochila e chaveiro personalizados. “Os brasileiros são apaixonados por carro e vivem o futebol intensamente como em nenhum outro país. Queremos mostrar com essa série limitada que nossa filosofia está alinhada com os anseios e preferências dos brasileiros”, explica Cássio Pagliarini, diretor de marketing da empresa. A edição limitada contará com rodas aro 15 diamantadas, bancos em couro e tapete em carpete, ambos customizados com o logo oficial do Mundial, além da grade pintada em preto e pequenos logos do torneio nas laterais e nos para-lamas. Porém, a grande novidade está no sistema multimídia, que conta com uma tela de 7’’

touchscreen, com funções de televisão digital, reprodutor de vídeos e fotos, conexões USB e auxiliar, rádio AM e FM, etc. Disponível nas cores Branco Polar, Prata Metal e Azul Sky – exclusiva para a edição limitada –, os preços variam entre R$ 41.465 (versão mais barata do HB20) e R$ 53.110 (mais cara do HB20S), ambas com acréscimo de aproximadamente R$ 4 mil em relação aos modelos tradicionais. Outra jogada da montadora diz respeito à garantia dos veículos. Denominada de ‘hexagarantia’, fazendo alusão ao possível sexto título mundial do Brasil, a Hyundai aumentará a garantia de todos os seus veículos de cinco para seis anos, sob a condição de que o país saía vencedor da Copa do Mundo. Para isso, todos os carros que forem adquiridos até o dia 13 de julho – data da final do torneio – poderão ter a garantia estendida caso o time de Felipão tenha sucesso em campo. “Confiamos na qualidade dos nossos produtos e acreditamos no excelente resultado do Brasil”, finaliza. METRO


Clipping Para seguir rei dos mais baratos 4223387 - O POVO - VEÍCULOS - FORTALEZA - CE - 11/03/2014 - Pág 28 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=gKYhdnLuYXEoLAaFNgcD3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Andreh Jonathas Cidade: FORTALEZA Estado: CE País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4223387.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 371,80 Fechamento: 03/14 Tiragem: 30000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 334,10 Total: 0,0000



Clipping Líderes perdem vendas com versões aposentadas 4223729 - O TEMPO - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - MG - 09/03/2014 - Pág 14 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=h6PV+b2JGQfLG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4223729.pdf

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Clipping Vendas no setor automotivo crescem 6,69% 4223639 - O TEMPO - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - MG - 07/03/2014 - Pág 14 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=q/HcnRHRSXp07uFP/+YilcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4223639.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 453,60 Fechamento: 03/14 Tiragem: 60000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 453,60 Total: 0,0000



Clipping Expodireto Cotrijal 2014: linha Puma de tratores 4223743 - RURAL CENTRO - WEB - WEB - 11/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=h6PV+b2JGQdZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://ruralcentro.uol.com.br/noticias/expodireto-cotrijal-2014-linha-puma-de-tratores-76893 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4223743.pdf

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Expodireto Cotrijal 2014: linha Puma de tratores Assine 0800 703 3000 SAC Bate-papo

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A Case IH lança, na Expodireto Cotrijal 2014, a linha Puma de tratores de média potência. São quatro modelos que trazem tecnologias até então encontradas apenas em equipamentos de alta gama. Com isso a marca reforça sua estratégia de expansão, depois de registrar recordes de vendas em 2013 e ter se tornado a marca que mais cresce no país. Entre os diferenciais da linha estão as opções com motores e transmissões eletrônicos, além do já consagrado sistema de gerenciamento de potência (APM), que desenvolve uma economia de até 24% de combustível. Os modelos 140, 155, 170 e 185 da família Puma estão disponíveis em duas versões de motor (eletrônico para transmissão semipowershift e mecânica para transmissão sincronizada), apresentando potências máximas de 152, 168, 174 e 195 cv para os modelos com transmissão semipowershift. Segundo Mirco Romagnoli, vice-presidente da Case IH para a América Latina, o setor agrícola passa por um grande momento e os investimentos feitos pela marca resultaram em um crescimento acima do mercado. “Os tratores Puma são mais uma importante conquista dentro do nosso plano de expansão. Os números mostram que estamos no caminho certo. Com um trabalho sério e transparente, a Case IH ganha cada vez mais evidência junto aos produtores rurais brasileiros. Em 2013, fomos eleitos pela Fenabrave como ‘A marca mais desejada’ e o desempenho comercial foi um dos maiores já registrados, comparando os últimos quatro anos. Entre 2010 e 2013, crescemos 250% na venda de tratores e ganhamos 4,6 pontos de participação de mercado. Já com as colheitadeiras, comparado ao mesmo período, o volume de vendas foi 145% maior, ganhando 4,2 pontos de participação de mercado”.

Social

Romagnoli relembra também que as expectativas para o setor neste ano serão diferentes com relação a 2013. “Vários fatores contribuíram para o bom desempenho das vendas de máquinas agrícolas no Brasil, mas o principal deles foram as taxas de juros do PSI, que fizeram com que muitos agricultores antecipassem seus investimentos. Já em 2014, com as taxas de juros voltando ao patamar de 2012, esperamos um mercado de máquinas estável, menor que 2013, porém, muito positivo, superando o nosso desempenho de 2012, ano o qual a Case IH também registrou recordes de vendas”. x

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Clipping Roubo em teste Drive 4218190 - JORNAL DO COMÉRCIO - AUTO MOTOR - PORTO ALEGRE - RS - 28/02 a 02/03/2014 Pág 02 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=9Yo09S9jbu6z80NoxeTI+8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: PORTO ALEGRE Estado: RS País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4218190.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 265,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 30000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 265,00 Total: 0,0000



Clipping Aumenta a procura por financiamentos 4222325 - A GAZETA - ECONOMIA - CUIABÁ - MT - 26/02/2014 - Pág 2C http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=vR2eVHcoYnX+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CUIABÁ Estado: MT País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222325.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 400,40 Fechamento: 03/14 Tiragem: 20000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 400,40 Total: 0,0000


2 C - economia

Indicadores 25/02/2014

INFLAÇÃO MÊS Janeiro/2014 Dezembro/2013 Novembro/2013 Outubro/2013 Setembro/2013 Agosto/2013 Julho/2013 Junho/2013 Maio/2013 Abril/2013

FGV (IGP-M) 0,48 0,60 0,29 0,86 1,50 0,15 0,26 0,75 0,02 0,15

IPC INPC 0,94 0,63 0,65 0,72 0,46 0,54 0,48 0,61 0,25 0,27 0,22 0,16 -0,13 -0,13 0,32 0,28 0,10 0,35 0,28 0,59

IPCA (IBGE) 0,55 0,92 0,54 0,57 0,35 0,24 0,03 0,26 0,37 0,55

IMPOSTO DE RENDA REND. - R$

ALÍQUOTA

Até 1.787,77 De 1.787,78 até 2.679,29 De 2.679,30 até 3.572,43 De 3.572,44 até 4.463,81 Acima de 4.463,81

A GAZETA

CUIABÁ, QUARTA-FEIRA, 26 DE FEVEREIRO DE 2014

7,5% 15% 22,5% 27,5%

Dedução por dependente: R$ 179,71

MERCADO AGROPECUÁRIO PREVIDÊNCIA SOCIAL

DÓLAR Câmbio comercial Câmbio paralelo Câmbio turismo/BB

Compra

Venda

R$ 2,3370 R$ 2,40 R$ 2,2930

R$ 2,3390 R$ 2,50 R$ 2,4600

POUPANÇA Rendimento mensal (depósitos realizados a partir de 04/05/12) Dia

Poupança

Dia

12/02 13/02 14/02

0,6056% 0,6088% 0,6109%

15/02 16/02 17/02

Poupança

0,6425% 0,5933% 0,5809%

Tabela do INSS para autônomos Salário de contribuição (R$) R$ 724,00 (valor mínimo) de R$ 724,00 (valor mínimo) até R$ 4.390,24 (valor máximo)

134,08 335,03 602,96 826,15 Fonte: Secretaria de Receita Federal

LOCAL

Algodão Pluma (15 kg)

Alto Garças Campo Novo Parecis Campo Verde Itiquira Nova Mutum Rondonópolis Sapezal Sorriso Campo Verde Lucas do Rio Verde Primavera Rondonópolis Sapezal Sorriso Rondonópolis Sapezal Tangará da Serra Cuiabá Sinop

Alíquota para fins de recolhimento do INSS (%) 11% (simplificado) = R$ 79,64 20% (normal) = teto máximo de R$ 878,04.

A tabela de contribuição para segurados, contribuinte individual e facultativo para o pagamento de remuneração a partir de 2014. O plano simplificado tem uma alíquota menor (11%), mas não serve para aposentadoria por tempo de serviço. Benefícios incluídos: auxílio-doença, salário maternidade, pensão po morte, auxílio-reclusão, aposentadoria por invalidez e por idade. Exceção: aposentadoria por tempo de contribuição. O plano normal de alíquota de 20%, porém, o contribuinte terá todos os benefícios do trabalhador normal

Soja (sc 60 kg)

Salário família Salário família R$ 35,00 R$ 24,66 R$ 724,00

Milho (sc 60 kg)

dias 29, 30 serão corrigidas com o índice do dia 1º

Ganhos até R$ 682,50 de R$ 682,51 até R$ 1.025,81 Salário mínimo vigente a partir de 1º de janeiro de 2014

OVER

Tabela de contribuição do trabalhador assalariado

Arroz (sc 60 kg) (sequeiro Tipo 1)

As caderneta de poupança abertas nos 9,98%

ao ano

Salário-de-contribuição (R$)

DEDUZIR - R$

PRODUTO

EURO Cotação Internacional Cotação Turismo

R$ 3,1530

US$ 1,373 R$ 3,3770

Até 1.317,07 De 1.317,08 até 2.195,12 De 2.195,13 até 4.390,24

Alíquotas (%)* 8,00 9,00 11,00

Boi Gordo (@ - 15kg)

Barra do Garças Colniza Cuiabá

Vaca Gorda (@ - 15kg)

Água Boa Alta Floresta Cuiabá Juara Juína

Teto máximo para contribuição e benefícios R$ 4.390,24

OURO

IMPOSTOS

São Paulo - Bolsa Mercantil & de Futuros (BM&F) 99,600

Un. Padrão Fiscal (UPF) de Mato Grosso

R$ 46,27

PREÇO - R$ 71,15 71,45 70,80 72,45 71,60 70,95 71,30 70,20 55,18 52,38 56,20 56,75 55,00 51,85 16,55 13,50 18,20 48,15 48,15 99,18 94,55 100,00 89,69 86,00 93,52 86,00 86,00

Agrolink - cotação dia 25/02/2014

CARRO ZERO E USADO

Aumenta a procura por financiamentos DA REDAÇÃO

cipação de 44% nas vendas realizadas no último mês e a sustentação do índice positivo dos financiamentos de veículos Apesar da elevação dos juros e dos em janeiro. Em relação às vendas de impostos, os mato-grossenses financiadezembro passado, janeiro de 2014 foi ram mais carros em janeiro de 2014, um mês pior para os financiamentos como expõe a Cetip, integradora do mernos 2 segmentos. O maior recuo foi cado financeiro. No 1º mês do ano, os registrado pelos concessionários de veíconsumidores do Estado adquiriram culos novos, com diminuição de 24,17% 12,119 mil veículos, entre novos e usanas vendas nessa base comparativa, dos, por meio de financiamentos. A sendo que em dezembro foram quantidade superou em 2% ou 223 adquiridos 8,952 mil unidades. No unidades o total negociado durante setor de seminovos, as vendas tamigual intervalo de 2013. Os modelos bém ficaram negativas em janeiro, zero km tiveram maior participação Segmento 2014 2013 Variação (%) com queda de 3,7% comparado com nos financiamentos e responderam por Novos 6.788 6.987 -2,84% dezembro (5,536 mil). 56% das comercializações, com 6,788 Seminovos 5.331 4.909 +8,5% Para o presidente da Federação mil unidades vendidas no mês passado. Fonte: Cetip/meses de janeiro Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores de Mato Grosso (Fenabrave) Manoel Guedes, os consumidores mato-grossenses anteciparam a aquisição dos veículos novos nos meses de novembro e dezembro de 2013, inclusive por precaução à retomada do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre os veículos. “Em janeiro houve uma procura um pouco menor, mas mesmo com a volta do IPI e alta dos juros, a análise do consumidor é se as parcelas cabem no bolso”. Ele acrescenta que a expectativa dos concessionários de veículos novos é melhorar o desempenho no decorrer do ano, considerado curto com tantos eventos. “Além dos feriados, teremos a Copa do Mundo e as eleições”. Com a vantagem de preços menores e prestações mais acessíveis, o segmento de seminovos antevê a desburocratização nos financiamentos, com a presença obrigatória de correspondentes bancários nas revendas, afirma o presidente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores em Mato Grosso (Agenciauto), Ricardo Laub Júnior. O prazo para que as lojas se adequassem à medida (Resolução 3.954/2011 do Banco Central) expirou na última segunda-feira (24). “Nosso mercado está se profissionalizando e com a regulamentação de manter um agente financiador dentro da concessionária os Otmar de Oliveira/Arquivo financiamentos serão simPara representantes do setor, os consumidores anteciparam a compra para novembro e dezembro plificados”. Porém, nesse segmento, na comparação com janeiro de 2013, quando foram negociados 6,987 mil veículos, houve recuo de 2,84% no início de 2014. Já no segmento de seminovos, houve incremento de 8,59% nas vendas em janeiro deste ano, com o total de 5,331 mil unidades, ante 4,909 mil em 2013. O desempenho garantiu ao setor a parti-

Unidades financiadas

Chico Ferreira/Arquivo

Entrega efetiva da declaração só poderá ser iniciada em 6 de março

IMPOSTO DE RENDA

Contribuinte pode baixar o programa a partir de hoje DA REDAÇÃO A Receita Federal disponibiliza hoje (26) o programa gerador (PDG) para preenchimento da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), no site do órgão. O prazo para a entrega do documento começa em 6 de março. Segundo o secretário da Receita Federal, Alberto Barreto, a disponibilidade do PDG com antecedência é para que todos possam preparar a declaração antes. Os contribuintes que forem declarar por dispositivos móveis, terão o programa disponível somente na semana que vem, já que a declaração por celulares e tablets deve ser transmitida online, pois não há a necessidade de salvar o documento para enviar. Segundo Barreto, 90% dos contribuintes estarão aptos a fazer a declaração através de dispositivos móveis. Em 2013, apenas 7 mil fizeram através dos dispositivos. O secretário prefe-

riu não fazer uma estimativa par o número deste ano, mas espera um incremento. Isso porque, em 2013, a possibilidade de declarar por tablet ou celular só foi possível a partir de abril e havia um número maior de restrições. “As vantagens são enormes. O contribuinte poderá estar em qualquer ambiente, no consultório médico ou na piscina, e pode iniciar o preenchimento de sua declaração pelo tablet ou smartphone. Ele pode interromper que os dados ficam salvos e depois ele retoma sua declaração no mesmo aparelho ou em outro. E ainda tem a facilidade de ir preenchendo a declaração aos poucos e ganhando tempo ao se deslocar pela cidade ou em qualquer lugar que ele esteja”. O prazo para entregar a declaração começa em 6 de março e vai até 30 de abril. Está obrigado a apresentar a declaração quem recebeu rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 25.661,70 em 2013.


Clipping Vendas de líderes despencam com aposentadoria de versões 4222143 - CORREIO POPULAR - ECONOMIA - CAMPINAS - SP - 10/03/2014 - Pág B2 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=q4jm2br3o0BZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: CAMPINAS Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222143.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 208,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 45000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 208,00 Total: 0,0000



Clipping Venda de veículos bate recorde com alta de 10,5% 4222128 - JORNAL DO COMÉRCIO - ECONOMIA - PORTO ALEGRE - RS - 06/03/2014 - Pág 8 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=q4jm2br3o0DF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: PORTO ALEGRE Estado: RS País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222128.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 265,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 30000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 265,00 Total: 0,0000



Clipping Sinotruk conclui projeto da fábrica 4222696 - GUIA DO TRANSPORTADOR - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/ntEStGTC+F8S8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26854&areas=not Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222696.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Guia do Transportador - Sinotruk conclui projeto da fábrica...

segunda-feira, 10 de março de 2014 Empresas e Negócios

Sinotruk conclui projeto da fábrica Twe e t

R e com e ndar

Im prim ir

Fabricante chinesa de caminhões finaliza projeto da unidade fabril que será construída na cidade de Lages, Santa Catrarina. A área da fábrica já está demarcada e a terraplenagem do terreno deverá ser iniciada nos próximos 60 dias. A previsão é que a fábrica comece a funcionar até setembro de 2015, com a produção das primeiras unidades em teste, devendo entrar em operação plena no primeiro trimestre de 2016. A Sinotruk confirma investimentos diretos de R$ 300 milhões previstos para a primeira etapa do projeto, podendo chegar a R$ 1 bilhão em médio prazo. A futura subsidiária brasileira da fabricante de caminhões chinesa CNHTC (China National Heavy Duty Truck Group Corporation), nomeada SBTC (Sinotruk Brasil Truck Corporation) Indústria de Veículos S.A, comunicou oficialmente ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a conclusão do projeto da fábrica, que será construída na cidade de Lages, em Santa Catarina, às margens da BR-282, na área industrial do Distrito de Índios, denominada PISC (Parque de Inovação da Serra Catarinense). Com área total de 270 hectares, o PISC foi criado através de um parceria entre o Governo do Estado de Santa Catarina e a Prefeitura Municial para atrair empresas do segmento automotivo e de novas tecnologias. A Sinotruk será a primeira a se instalar nesse local. “A área da unidade fabril, com extensão total de 1 milhão de m², está demarcada e a terraplenagem do terreno deverá ter início nos próximos 60 dias”, conta Marcel Wolfart, gerente geral da Elecsonic, importadora dos caminhões da marca CNHTC, conhecida no mercado nacional como Sinotruk Brasil. A partir disso, a SBTC ingressará, ainda nos próximos dias, com o requerimento de habilitação ao Inovar-Auto junto ao MDIC, na modalidade Projeto de Investimento. Desde agosto de 2013, a Elecsonic já estava habilitada como importador no Novo Regime Automotivo criado pelo Governo Federal para promover a competitividade da indústria automotiva nacional.

De acordo com Wolfart, os investimentos diretos previstos para a primeira etapa do projeto — que já tinham sido anunciados em 2012 — serão de R$ 300 milhões, podendo chegar a R$ 1 bilhão em médio prazo. Em uma primeira etapa, a unidade brasileira da CNHTC trabalhará no processo de montagem CKD (Completely Knock-Down), porém, o objetivo é nacionalizar em até 65% a produção de peças e componentes até o final de 2017. De acordo com Marcel Wolfart, a previsão é que a fábrica comece a funcionar até setembro de 2015, com a produção das primeiras unidades em teste, para entrar em operação plena no primeiro trimestre de 2016. A Sinotruk Brasil Truck Corporation será a primeira fábrica da CNHTC fora da China. http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26854&areas=not

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Guia do Transportador - Sinotruk conclui projeto da fábrica...

Até que o projeto da fábrica seja concluído, os cavalos-mecânicos da família A7 (4x2, 6x2 e 6x4) continuarão a ser importados da China, bem como as peças e componentes das famílias de caminhões A7 e Howo. A Cotia Trading, tradicional empresa do ramo de importação e exportação, será forte parceira da Sinotruk Brasil nesse processo. “A Cotia será responsável por toda a operação de importação de peças para abastecer o nosso Centro de Distribuição de Peças e garantir a reposição de componentes em toda a nossa rede de concessionárias”, explica Marcel Wolfart. Os cavalos-mecânicos da linha A7 continuarão a ser importados pela Elecsonic até ofim do primeiro semestre deste ano. Após essa etapa, a SBTC assumirá as importações de veículos até a inauguração da fábrica.

Trajetória da importadora Constituída em 2009, na cidade de Campina Grande do Sul, região Metropolitana de Curitiba (PR), a importadora de caminhões Elecsonic (Sinotruk Brasil) possui uma frota circulante de 2.122 caminhões em território nacional, de acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Ainda segundo números da Fenabrave, no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano foram emplacados 80 caminhões da família Sinotruk A7 em território nacional. Para atender ao mercado brasileiro, a Sinotruk já conta com 24 concessionárias ativas, espalhadas em todo o território nacional, com atendimento em vendas e pós-vendas, além de três postos avançados de atendimento em São Paulo (em processo de nomeação) e no Rio de Janeiro.

http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26854&areas=not

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Clipping O mercado brasileiro justifica qualquer investimento 4222695 - GUIA DO TRANSPORTADOR - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/nveg56jHudxLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26858&areas=not Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222695.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


11/3/2014

Guia do Transportador - O mercado brasileiro justifica qualquer investimento...

segunda-feira, 10 de março de 2014 Infraestrutura e Logística

O mercado brasileiro justifica qualquer investimento Twe e t

R e com e ndar

Im prim ir

O agronegócio brasileiro tem impulsionado o PIB e, por consequência, as vendas de caminhões. No ano passado, as montadoras colocaram nas estradas 104 mil veículos para transporte de carga, das categorias de pesados e extrapesados, um volume 19% acima do registrado em 2012. Embalada pelos negócios no campo, a sueca Volvo, pela primeira vez em quase 20 anos, conseguiu superar a Ford e assumir a terceira posição no ranking de vendas, atrás apenas das alemãs MAN e Mercedes-Benz. Agora, o desafio é manter essa conquista a todo custo. “Vamos investir US$ 320 milhões em nossa operação para garantir nossa participação no País”, diz o presidente da subsidiária latino-americana, Roger Alm, à DINHEIRO. Os investimentos se justificam plenamente, segundo ele. “O Brasil é o segundo maior mercado da marca no mundo, depois dos Estados Unidos”, afirma Alm. A seguir, os principais trechos da entrevista. DINHEIRO: No ano passado, o mercado de caminhões se expandiu, principalmente, em função do agronegócio. O sr. acredita que o mesmo ocorrerá neste ano? ROGER ALM: Na categoria acima de 16 toneladas, aquela em que participamos, foram vendidas 103 mil unidades no ano passado. Acredito que, em 2014, haverá um pequeno crescimento, para cerca de 105 mil unidades. É claro que esse crescimento ocorrerá se não tivermos surpresas desagradáveis com a linha de crédito do Finame, do BNDES. De 2012 até agora, o juro para aquisição de caminhões e ônibus subiu de 4% para 6% ao ano. Além disso, a fatia financiada baixou de 100% para 90%, entre as pequenas e médias empresas, e de 90% para 80%, no caso das grandes empresas transportadoras. DINHEIRO: E o que seria um Finame sem surpresas? ALM: Um Finame sem surpresas é aquele em que os clientes recebem o crédito sem obstáculos. As regras foram mudadas no fim do ano passado e os bancos, até janeiro, ainda não tinham se adaptado. DINHEIRO: A concessão de crédito pelos bancos está mais rigorosa? ALM: Não, a concessão de crédito melhorou. Mas a mudança no processo para obter o financiamento pode atrapalhar o recebimento dos recursos para a compra dos caminhões. Essas alterações ocorreram no fim do ano, e o que a gente espera é que o processo se normalize e os bancos agilizem a liberação de crédito. Em janeiro, o setor ainda teve problemas, mas já está se normalizando. DINHEIRO: Então, o problema da falta de crédito já foi resolvido? ALM: O problema não é a liberação, mas a demora. O dinheiro demora a chegar na mão do comprador. O crédito para o cliente está saindo lentamente por causa da nova regra. O que ocorreu, na verdade, foi uma mudança no sistema para se habilitar ao financiamento. http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26858&areas=not

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Guia do Transportador - O mercado brasileiro justifica qualquer investimento...

DINHEIRO: As eleições e a Copa do Mundo não devem melhorar as vendas de caminhões? ALM: Existem vários aspectos que devem ser levados em consideração. Primeiro, o crescimento da economia, que, segundo as expectativas, não será bom neste ano. Mas temos de lembrar que o mercado de caminhões registrou um crescimento de quase 20% entre 2012 e 2013. É um desempenho muito forte, que não deve se repetir neste ano. O mercado brasileiro, com 105 mil unidades, justifica qualquer investimento. DINHEIRO: O sr. acredita que o PIB crescerá mais neste ano? ALM: Nós trabalhamos com os índices oficiais, de cerca de 2%. Não será o melhor dos mundos. Por isso, o mercado de caminhões não deve repetir o que vimos nos últimos anos. DINHEIRO: Algumas montadoras tradicionais entraram no segmento de caminhões pesados. É o caso da Ford e da Iveco, além de montadoras como a holandesa DAF, que já começou a vender caminhões nessa faixa. Será mais difícil competir nos próximos anos? ALM: Temos uma estratégia muito agressiva para o Brasil. Nos últimos quatro anos, saímos de uma participação de 12,8% para 20%. Trata-se de um crescimento considerável. Os números falam por si. Temos uma oferta de produtos forte e adequada ao mercado, uma rede de distribuidores que está se expandindo. Aumentamos a capacidade da nossa fábrica em Curitiba. A Volvo pode montar até 30 mil caminhões por ano nessa unidade. Segundo uma pesquisa da Fenabrave (a entidade que representa as concessionárias de veículos no País), fomos a marca de caminhões mais desejada do Brasil. Isso mostra um reconhecimento grande de tudo que estamos fazendo no mercado brasileiro, o que nos motiva a continuar nesse caminho. As concorrentes terão muito trabalho pela frente. DINHEIRO: A aceleração das vendas da Volvo, no ano passado, tirou da Ford a terceira posição no ranking de vendas de caminhões pesados, colocação que ocupava havia quase 20 anos. Como a Volvo pretende se manter nessa posição? ALM: O mercado total não é o nosso foco. Mas, mesmo assim, nos deixou muito felizes essa conquista. Isso é mais uma prova de que os clientes estão reconhecendo nosso trabalho e nossa qualidade. Agora, os nossos esforços serão concentrados nos segmentos em que atuamos. Vamos reforçar nosso portfólio de produtos no Brasil, a partir deste ano. Afinal, o mercado brasileiro é o segundo para a marca Volvo no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. E estamos bem perto da operação americana. DINHEIRO: O plano de investimentos da Volvo é de US$ 500 milhões. Há mais recursos em vista? ALM: Sim, esse dinheiro foi quase todo investido. Não sobrou muito. Essa é a razão para um novo investimento na operação a partir deste ano. Ao todo serão aplicados outros US$ 320 milhões. O dinheiro já foi aprovado. Esses recursos serão gastos em pesquisa e desenvolvimento, na compra de ferramental para fornecedores, na nova linha de produção na nossa fábrica paranaense e na busca de fornecedores locais. A ideia é chegar a mais de 70% do índice de nacionalização de nossos produtos ao final desses investimentos. Precisamos disso para vender nossos caminhões. Afinal, 90% de nossas vendas são financiadas pelo Finame, que exige tal índice. Para o cliente conseguir esse empréstimo, é preciso ter, no mínimo, um índice de 60% de peças nacionais. DINHEIRO: A matriz sueca anunciou o corte de 4,4 mil postos de trabalho nas operações globais da Volvo, no início de fevereiro. Isso vai incluir a operação brasileira? ALM: Não, estamos livres desse ajuste. Nossa operação é muito bem avaliada pela matriz. Prova disso são os investimentos que anunciamos. A matriz quer reforçar a presença da http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26858&areas=not

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Guia do Transportador - O mercado brasileiro justifica qualquer investimento...

marca na América Latina. Além de caminhões e ônibus, produzimos motores, caixas de câmbio e equipamentos de construção e abastecemos toda a região. DINHEIRO: A rede de concessionários vai receber investimentos para expansão? Ou está no tamanho ideal para a operação atual? ALM: Não, temos sempre de aprimorar também o atendimento ao cliente. Por isso, vamos investir em conjunto com os parceiros na expansão da nossa capilaridade. Este ano, devemos inaugurar mais dez revendas e fechar o ano com 100 pontos de atendimento em todo o Brasil. Além disso, nosso plano é expandir a rede de serviços. De que adianta vender mais caminhões e não ter uma estrutura adequada de atendimento quando o veículo do cliente está em manutenção? Então, vamos abrir mais 400 boxes de serviços em toda a nossa rede de concessionárias. A ideia é ter 2,2 mil locais para trabalhos de manutenção leve e pesada em nossos caminhões. DINHEIRO: A Volvo mantém algum serviço de oficina remota dentro da empresa do cliente? ALM:Temos para clientes cujas operações são mais severas, como em mineração ou no plantio de cana-de-açúcar, que chamamos de fora de estrada. Para clientes rodoviários, não temos esse programa, mas oferecemos uma rede bem ampla, que pode atender seu caminhão em qualquer ponto do País. Além disso, a venda de nossos modelos sempre é atrelada a contratos de manutenção preventiva. O que percebemos é que, nos últimos três anos, têm aumentado os planos que garantem uma manutenção mais completa. Em 2010, esse tipo de acordo representava 3% das vendas; no ano passado, chegou a 17%. Em 2014, deverá passar de 20%. DINHEIRO: Essa nova linha de produtos seria a aguardada nova marca da Volvo no mercado brasileiro? ALM: Não. Ainda estamos avaliando esse projeto de trazer uma nova marca. Hoje, temos cinco marcas de caminhões em operação no mundo: a Volvo, a Renault, a Mack, a UD e a Eicher. E já anunciamos que vamos trazer uma segunda marca para o mercado brasileiro, porque acreditamos que há espaço para isso. Mas não definimos com qual delas vamos trabalhar aqui. Os estudos estão em andamento. DINHEIRO: Quando será lançado, então, esse novo produto? ALM: Será no segundo semestre. Nossos engenheiros já estão trabalhando no projeto. É um produto que vai nos garantir um bom desempenho no segmento em que atuamos.

http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26858&areas=not

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Clipping Venda de veículos na Paraíba cresce 11,21% nos dois primeiros meses do ano 4222468 - PARAÍBA TOTAL - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=JiAvLps9PFmHFsggXnUpQcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2014/03/10/89284-venda-de-veiculos-na-paraibacresce-1121-nos-dois-primeiros-meses-do-ano/ Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222468.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


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Venda de veículos na Paraíba cresce 11,21% nos dois primeiros meses do ano - Paraíba Total

Venda de veículos na Paraíba cresce 11,21% nos dois primeiros meses do ano 10/03/2014 | 10h12min

Acumulado do ano registra 13.997 unidades no Estado Foto: divulgação

As vendas de veículos na Paraíba cresceram 11,21% nos dois primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2013, de acordo com o levantamento divulgado na última sexta-feira (07), pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em fevereiro, foram emplacados 6.270 veículos, número também maior que o registro do mesmo mês do ano passado, que foi de 5.566. Apesar do crescimento, o levantamento mostrou uma leve queda em relação ao mês de janeiro, onde foram registrados 7.727 novos veículos em circulação. O número inclui emplacamentos de automóveis e comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários (carrocerias de

caminhões e afins). Em fevereiro, foram vendidos 3.308 veículos nos segmentos de automóveis e comerciais leves, número 18,35% maior que o mesmo período de 2013 (2.795). Entre caminhões e ônibus, houve uma redução de 31,68% nos emplacamentos: foram vendidos 138 neste mês, enquanto que em fevereiro do ano anterior foram 202. Já no segmento de motos, o aumento foi expressivo: foram registrados 2.824 emplacamentos, número 9,93% maior que fevereiro de 2013 (2.569 veículos). De acordo com o presidente regional da Fenabrave, Paulo Guedes Pereira, o volume de compras em janeiro foi maior por causa do estoque de veículos com redução maior do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “Janeiro foi beneficiado por conta da indefinição do aumento do imposto e ainda contando com o estoque antigo de veículos. Fevereiro é um mês mais curto e historicamente tem menos vendas. Também estamos esperando uma baixa ainda maior no mês de março, por causa do Carnaval”, argumentou. Brasil No Brasil, as vendas de veículos cresceram 6,69% no primeiro bimestre. O setor também apresentou alta de 12,73% na comparação com fevereiro de 2013, quando o número somou 348.773. Já na comparação entre fevereiro e janeiro de 2014, houve queda de 14,52%, de 459.928 para 393.159 unidades no mês passado. Os emplacamentos de caminhões caíram 3,47% na comparação entre fevereiro e janeiro de 2014, saindo de 10.841 para 10.465 unidades no mês passado. Já o segmento de motos registrou queda de 10,59% em fevereiro, no comparativo com janeiro de 2014, passando de 133.663 para 119.514 unidades.

http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2014/03/10/89284-venda-de-veiculos-na-paraiba-cresce-1121-nos-dois-primeiros-meses-do-ano

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Clipping Linha PUMA de tratores de média potência é nova aposta da Case IH 4222694 - SEGS - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/ntPfz+jp3ZTJsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.segs.com.br/component/content/article/71-categoria-veiculos/151114-linha-pumade-tratores-de-media-potencia-e-nova-aposta-da-case-ih.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222694.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


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Linha PUMA de tratores de média potência é nova aposta da Case IH | Segs.com.br-Portal Nacional| Clipp Notícias para Seguros| Saúde

10 M ar

Linha PUMA de tratores de média potência é nova aposta da Case IH

HENRIQUE NETZLAFF NOTÍCIAS - VEÍCULOS 1

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São 4 novos modelos de alta tecnologia que reforçam diferencial da marca que mais cresce no país A Case IH lança, na Expodireto Cotrijal, a linha Puma de tratores de média potência. São quatro modelos que trazem tecnologias até então encontradas apenas em equipamentos de alta gama. Com isso a marca reforça sua estratégia de expansão, depois de registrar recordes de vendas em 2013 e ter se tornado a marca que mais cresce no país. Entre os diferenciais da linha estão as opções com motores e transmissões eletrônicos, além do já consagrado sistema de gerenciamento de potência (APM), que desenvolve uma economia de até 24% de combustível. Os modelos 140, 155, 170 e 185 da família Puma estão disponíveis em duas versões de motor (eletrônico para transmissão semipowershift e mecânica para transmissão sincronizada), apresentando potências máximas de 152, 168, 174 e 195 cv para os modelos com transmissão semipowershift. Segundo Mirco Romagnoli, vice-presidente da Case IH para a América Latina, o setor agrícola passa por um grande momento e os investimentos feitos pela marca resultaram em um crescimento acima do mercado. “Os tratores Puma são mais uma importante conquista dentro do nosso plano de expansão. Os números mostram que estamos no caminho certo. Com um trabalho sério e transparente, a Case IH ganha cada vez mais evidência junto aos produtores rurais brasileiros. Em 2013, fomos eleitos pela Fenabrave como ‘A marca mais desejada’ e o desempenho comercial foi um dos maiores já registrados, comparando os últimos quatro anos. Entre 2010 e 2013, crescemos 250% na venda de tratores e ganhamos 4,6 pontos de participação de mercado. Já com as colheitadeiras, comparado ao mesmo período, o volume de vendas foi 145% maior, ganhando 4,2 pontos de participação de mercado”. Romagnoli relembra também que as expectativas para o setor neste ano serão diferentes com relação a 2013. “Vários fatores contribuíram para o bom desempenho das vendas de máquinas agrícolas no Brasil, mas o principal deles foram as taxas de juros do PSI, que fizeram com que muitos agricultores antecipassem seus investimentos. Já em 2014, com as taxas de juros voltando ao patamar de 2012, esperamos um mercado de máquinas estável, menor que 2013, porém, muito positivo, superando o nosso desempenho de 2012, ano o qual a Case IH também registrou recordes de vendas”. Case IH: “A marca mais desejada” Realizada nos últimos cinco anos, a premiação usa como base os votos tabulados como parte da Pesquisa Fenabrave de Relacionamento de Mercado, realizada junto aos concessionários, e demonstrou que a marca Case IH é a mais desejada pelos empresários do setor automobilístico na categoria “Tratores e Máquinas Agrícolas”. Destaques Expodireto Cotrijal http://www.segs.com.br/component/content/article/71-categoria-veiculos/151114-linha-puma-de-tratores-de-media-potencia-e-nova-aposta-da-case-ih.html…

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Linha PUMA de tratores de média potência é nova aposta da Case IH | Segs.com.br-Portal Nacional| Clipp Notícias para Seguros| Saúde

Tratores Puma A Case IH apresenta quatro novas versões dos tratores de média potência da linha Puma. Os modelos 140, 155, 170 e 185 trazem muito mais tecnologia e conforto aos agricultores que buscam alto desempenho nas mais variadas atividades agrícolas. Colheitadeiras série 230 A nova linha é a evolução das tradicionais axiais série 20. As colheitadeiras que chegam ao mercado são: Axial-Flow 9230, a maior de fabricação nacional, e os modelos Axial-Flow 8230 e 7230, que são atualizações dos modelos Axial-Flow 8120 e 7120. Farmall A linha Farmall chega com um visual ainda mais moderno, trazendo linhas de design que, além de beleza, desempenham maior eficiência para nova série, ficando ainda mais arrojado, potencializando a eficiência de vários elementos. Pulverizador Patriot 250 Produzido em Piracicaba (SP), o Patriot 250 possui um tanque de produto de 2.500 litros centralizado na máquina, garantindo a melhor distribuição do peso do mercado (50% nas rodas dianteiras e 50% nas rodas traseiras), com tanque cheio ou vazio, o que reduz a compactação do solo, melhora o arranque da máquina e diminui o desgaste dos componentes. Sobre a Case IH A Case IH coloca a tecnologia ao alcance do homem do campo, oferecendo um sistema completo de produtos e serviços capazes de preparar o produtor rural para os desafios do seu dia a dia. Entre as soluções oferecidas pela marca, estão as colheitadeiras de grãos Axial-Flow, colhedoras de cana, café e algodão, além de tratores de todas as potências, pulverizadores autopropelidos e plantadeiras. Produtos que fazem da Case IH a melhor opção do plantio a colheita. Mais informações podem ser encontradas no site www.caseih.com.

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Clipping Sinotruk Brasil conclui projeto de fábrica em Santa Catarina 4222693 - AUTO ESTRADA - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/ntcK9HF1X1MCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://autoestrada.uol.com.br/noticia/1-noticias/196-sinotruk-brasil-conclui-projeto-de-fabricaem-santa-catarina Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222693.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


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Sinotruk Brasil conclui projeto de fábrica em Santa Catarina - Notícias - Auto Estrada

up! – a Volkswagen quer retomar a liderança 1 mes(es) e 4 dia(s) atrás Vem aí o jipe pernambucano 1 mes(es) e 8 dia(s) atrás

A futura subsidiária brasileira da fabricante de caminhões chinesa CNHTC (China National Heavy Duty Truck Group Corporation), nomeada SBTC (Sinotruk Brasil Truck Corporation) Indústria de Veículos S.A, comunicou oficialmente ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a conclusão do projeto da fábrica, que será construída na cidade de Lages, em Santa Catarina, às margens da BR-282, na área industrial do Distrito de Índios, denominada PISC (Parque de Inovação da Serra Catarinense). Com área total de 270 hectares, o PISC foi criado através de um parceria entre o Governo do Estado de Santa Catarina e a Prefeitura Municial para atrair empresas do segmento automotivo e de novas tecnologias. A Sinotruk será a primeira a se instalar nesse local. “A área da unidade fabril, com extensão total de 1 milhão de m², está demarcada e a terraplenagem do terreno deverá ter início nos próximos 60 dias”, conta Marcel Wolfart, gerente geral da Elecsonic, importadora dos caminhões da marca CNHTC, conhecida no mercado nacional como Sinotruk Brasil. A partir disso, a SBTC ingressará, ainda nos próximos dias, com o requerimento de habilitação ao Inovar-Auto junto ao MDIC, na modalidade Projeto de Investimento. Desde agosto de 2013, a Elecsonic já estava habilitada como importador no Novo Regime Automotivo criado pelo Governo Federal para promover a competitividade da indústria automotiva nacional. De acordo com Wolfart, os investimentos diretos previstos para a primeira etapa do projeto — que já tinham sido anunciados em 2012— serão de R$ 300 milhões, podendo chegar a R$ 1 bilhão em médio prazo. Em uma primeira etapa, a unidade brasileira da CNHTC trabalhará no processo de montagem CKD (Completely Knock-Down), porém, o objetivo é nacionalizar em até 65% a produção de peças e componentes até o final de 2017. De acordo com Marcel Wolfart, a previsão é que a fábrica comece a funcionar até setembro de 2015, com a produção das primeiras unidades em teste, para entrar em operação plena no primeiro trimestre de 2016. A Sinotruk Brasil Truck Corporation será a primeira fábrica da CNHTC fora da China. Até que o projeto da fábrica seja concluído, os cavalos-mecânicos da família A7 (4x2, 6x2 e 6x4) continuarão a ser importados da China, bem como as peças e componentes das famílias de caminhões A7 e Howo. A Cotia Trading, tradicional empresa do ramo de importação e exportação, será forte parceira da Sinotruk Brasil nesse processo. “A Cotia será responsável por toda a operação de importação de peças para abastecer o nosso Centro de Distribuição de Peças e garantir a reposição de componentes em toda a nossa rede de concessionárias”, explica Marcel Wolfart. Segundo dados da Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Sinotruk já possui uma frota circulante de 2.122 caminhões em território nacional. Ainda segundo números da Fenabrave, no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano foram emplacados 80 caminhões da família Sinotruk A7 em território nacional. Para atender ao mercado brasileiro, a Sinotruk já conta com 24 concessionárias ativas, espalhadas em todo o território nacional, com atendimento em vendas e pós-vendas, além de três postos avançados de atendimento em São Paulo (em processo de nomeação) e no Rio de Janeiro. Publicado em 10/03/2014 http://autoestrada.uol.com.br/noticia/1-noticias/196-sinotruk-brasil-conclui-projeto-de-fabrica-em-santa-catarina

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Clipping Sinotruk Brasil conclui projeto de fábrica em Santa Catarina 4222692 - MOTOCAR - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/nu20ZDpZdE11cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.portalmotorcar.com.br/noticias/sinotruk-brasil-conclui-projeto-fabrica-santacatarina.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222692.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


11/3/2014

Sinotruk Brasil conclui projeto de fábrica em Santa Catarina « Portal MotorcarPortal Motorcar

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OK

Sinotruk Brasil conclui projeto de fábrica em Santa Catarina 10 de março de 2014 A previsão é que a fábrica comece a funcionar até setembro de 2015, com a produção das primeiras unidades em teste, devendo entrar em operação plena no primeiro trimestre de 2016. A futura subsidiária brasileira da fabricante de caminhões chinesa CNHTC (China National Heavy Duty Truck Group Corporation), nomeada SBTC (Sinotruk Brasil Truck Corporation) Indústria de Veículos S.A, comunicou oficialmente ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a conclusão do projeto da fábrica, que será construída na cidade de Lages, em Santa Catarina, às margens da BR-282, na área industrial do Distrito de Índios, denominada PISC (Parque de Inovação da Serra Catarinense).

Com área total de 270 hectares, o PISC foi criado através de um parceria entre o Governo do Estado de Santa Catarina e a Prefeitura Municial para atrair empresas do segmento automotivo e de novas tecnologias. A Sinotruk será a primeira a se instalar nesse local. “A área da unidade fabril, com extensão total de 1 milhão de m², está demarcada e a terraplenagem do terreno deverá ter início nos próximos 60 dias”, conta Marcel Wolfart, gerente geral da Elecsonic, importadora dos caminhões da marca CNHTC, conhecida no mercado nacional como Sinotruk Brasil. A partir disso, a SBTC ingressará, ainda nos próximos dias, com o requerimento de habilitação ao Inovar-Auto junto ao MDIC, na modalidade Projeto de Investimento. Desde agosto de 2013, a Elecsonic já estava habilitada como importador no Novo Regime Automotivo criado pelo Governo Federal para promover a competitividade da indústria automotiva nacional. De acordo com Wolfart, os investimentos diretos previstos para a primeira etapa do projeto — que já tinham sido anunciados em 2012 — serão de R$ 300 milhões, podendo chegar a R$ 1 bilhão em médio prazo. Em uma primeira etapa, a unidade brasileira da CNHTC trabalhará no processo de montagem CKD (Completely Knock-Down), porém, o objetivo é nacionalizar em até 65% a produção de peças e componentes até o final de 2017. De acordo com Marcel Wolfart, a previsão é que a fábrica comece a funcionar até setembro de 2015, com a produção das primeiras unidades em teste, para entrar em operação plena no primeiro trimestre de 2016. A Sinotruk Brasil Truck Corporation será a primeira fábrica da CNHTC fora da China. Até que o projeto da fábrica seja concluído, os cavalos-mecânicos da família A7 (4×2, 6×2 e 6×4) continuarão a ser importados da China, bem como as peças e componentes das famílias de caminhões A7 e Howo. A Cotia Trading, tradicional empresa do ramo de importação e exportação, será forte parceira da Sinotruk Brasil nesse processo. “A Cotia será responsável por toda a operação de importação de peças para abastecer o nosso Centro de Distribuição de Peças e garantir a reposição de componentes em toda a nossa rede de concessionárias”, explica Marcel Wolfart.

Segundo dados da Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Sinotruk já possui uma frota circulante de 2.122 caminhões em território nacional. Ainda segundo números da Fenabrave, no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano foram emplacados 80 caminhões da família Sinotruk A7 em território nacional. Para atender ao mercado brasileiro, a Sinotruk já conta com 24 concessionárias ativas, espalhadas em todo o território nacional, com atendimento em vendas e pós-vendas, além de três postos avançados de atendimento em São Paulo (em processo de nomeação) e no Rio de Janeiro. Tweet

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Clipping Pibão agrícola é a alegria dos fabricantes de caminhões 4222691 - AUTO INFORME - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/nv5CoOooNWDAcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.autoinforme.com.br/exibeNoticia/Pibao-agricola-e-a-alegria-dos-fabricantes-decaminhoes/n/1507 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222691.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 269,23 Total: 0,0000


11/3/2014

Auto Informe | Notícias | Pibão agrícola é a alegria dos fabricantes de caminhões

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Pibão agrícola é a alegria dos fabricantes de caminhões 10/03/2014

A rodovia é responsável por 70% do transporte de carga no Brasil. Na Rússia é 2%; o resto é por ferrovia, http://www.autoinforme.com.br/exibeNoticia/Pibao-agricola-e-a-alegria-dos-fabricantes-de-caminhoes/n/1507

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Auto Informe | Notícias | Pibão agrícola é a alegria dos fabricantes de caminhões

que custa 1/6 do preço. Se o País está comemorando o crescimento de 2,3% do PIB no ano passado (maior que o dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão etc), o setor agrícola está soltando fogos pra festejar o estupendo resultado, uma impressionante alta de 7% sobre 2012. Não só os empresários do setor agrícola estão comemorando, mas também os fabricantes de caminhões, que marcaram crescimento de 13,02% no ano passado, depois de uma queda expressiva em 2012. O volume de vendas de 2013, de 155.689 unidades, ainda está longe do registrado em 2011, recorde histórico, quando foram vendidos 172.661 veículos pesados, mas reafirma o bom momento do setor e a confirmação do Brasil como um dos maiores mercado de caminhão do mundo. E mais, a médio prazo, o resultado das vendas de caminhões do Brasil é excepcional: de 2002 a 2013 as vendas cresceram 147% (veja gráfico). Na contra mão de países desenvolvidos (e também de não desenvolvidos) o caminhão é responsável por nada menos do que 70% de tudo o que o País transporta. A participação do caminhão no transporte de bens nos Estados Unidos é de apenas 30%, o restante é feito principalmente por ferrovias. A Rússia usa ferrovia para o transporte da quase totalidade dos produtos no país: só 2% são transportados por caminhões. Detalhe: o custo do frete ferroviário é 1/6 do custo do frete rodoviário (que ninguém nos ouça, né fabricantes de pesados?).

Fonte: Fenabrave

http://www.autoinforme.com.br/exibeNoticia/Pibao-agricola-e-a-alegria-dos-fabricantes-de-caminhoes/n/1507

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Clipping Venezuela: apenas 817 veículos vendidos em fevereiro. 4222690 - FENABRAVE - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/nuz80NoxeTI+8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www3.fenabrave.org.br:8082/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=2917&cdcategori a=1&layout=noticias Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222690.pdf

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11/3/2014

Notícias - versão para impressão

Publicado em 10/03/2014

Venezuela: apenas 817 veículos vendidos em fevereiro. As vendas de veículos na Venezuela caíram 90% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2013, apontam dados da Cavenez, associação local equivalente à Anfavea. Em volume foram comercializadas apenas 817 unidades, ante oito mil um ano antes. O total comercializado no mercado venezuelano em fevereiro corresponde a 6% dos veículos vendidos no Brasil em apenas um dia. Por aqui, a média diária de vendas do mês passado ficou em 13 mil unidades, segundo dados da Fenabrave. No acumulado do bimestre foram vendidas 1,5 mil unidades naquele país, total 88,7% inferior às 13,6 mil comercializadas nos primeiros dois meses de 2013. Apenas vinte veículos importados foram vendidos no país em janeiro e fevereiro – queda impressionante de 99,7% ante o mesmo período de 2013, quando foram 7,4 mil. Segundo informações da publicação Flash de Motor, parceira editorial da Agência AutoData naquele país, o mercado de carros venezuelano entrou em colapso. Os números foram afetados fortemente pela situação sócio-econômica no país, agravadas pelas manifestações populares em fevereiro, tanto pró quanto contra o governo. A situação da indústria automotiva venezuelana, que trabalha com créditos para compras internacionais, já levou montadoras como Toyota e General Motors a interromper produção ali por falta de componentes. BOLETIM AUTODATA - 10/03/2014

http://www3.fenabrave.org.br:8082/plus/modulos/noticias/imprimir.php?cdnoticia=2917

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Clipping "O mercado brasileiro justifica qualquer investimento" 4222689 - INTELOG - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+ECiIK7U/nsE0eMy4jDFBMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=62 7271&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=741856&Titulo="O+mercado+brasileir o+justifica+qualquer+investimento" Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222689.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000


11/3/2014

Intelog

10/03/2014

"O mercado brasileiro justifica qualquer investimento" Artigos / Entrevistas O agronegócio brasileiro tem impulsionado o PIB e, por consequência, as vendas de caminhões. No ano passado, as montadoras colocaram nas estradas 104 mil veículos para transporte de carga, das categorias de pesados e extrapesados, um volume 19% acima do registrado em 2012. Embalada pelos negócios no campo, a sueca Volvo, pela primeira vez em quase 20 anos, conseguiu superar a Ford e assumir a terceira posição no ranking de vendas, atrás apenas das alemãs MAN e Mercedes-Benz.

Nota

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Agora, o desafio é manter essa conquista a todo custo. “Vamos investir US$ 320 milhões em nossa operação para garantir nossa participação no País”, diz o presidente da subsidiária latino-americana, Roger Alm, à DINHEIRO. Os investimentos se justificam plenamente, segundo ele. “O Brasil é o segundo maior mercado da marca no mundo, depois dos Estados Unidos”, afirma Alm. A seguir, os principais trechos da entrevista. DINHEIRO: No ano passado, o mercado de caminhões se expandiu, principalmente, em função do agronegócio. O sr. acredita que o mesmo ocorrerá neste ano? ROGER ALM: Na categoria acima de 16 toneladas, aquela em que participamos, foram vendidas 103 mil unidades no ano passado. Acredito que, em 2014, haverá um pequeno crescimento, para cerca de 105 mil unidades. É claro que esse crescimento ocorrerá se não tivermos surpresas desagradáveis com a linha de crédito do Finame, do BNDES. De 2012 até agora, o juro para aquisição de caminhões e ônibus subiu de 4% para 6% ao ano. Além disso, a fatia financiada baixou de 100% para 90%, entre as pequenas e médias empresas, e de 90% para 80%, no caso das grandes empresas transportadoras. DINHEIRO: E o que seria um Finame sem surpresas? ALM: Um Finame sem surpresas é aquele em que os clientes recebem o crédito sem obstáculos. As regras foram mudadas no fim do ano passado e os bancos, até janeiro, ainda não tinham se adaptado. DINHEIRO: A concessão de crédito pelos bancos está mais rigorosa? ALM: Não, a concessão de crédito melhorou. Mas a mudança no processo para obter o financiamento pode atrapalhar o recebimento dos recursos para a compra dos caminhões. Essas alterações ocorreram no fim do ano, e o que a gente espera é que o processo se normalize e os bancos agilizem a liberação de crédito. Em janeiro, o setor ainda teve problemas, mas já está se normalizando. DINHEIRO: Então, o problema da falta de crédito já foi resolvido? ALM: O problema não é a liberação, mas a demora. O dinheiro demora a chegar na mão do comprador. O crédito para o cliente está saindo lentamente por causa da nova regra. O que ocorreu, na verdade, foi uma mudança no sistema para se habilitar ao financiamento. DINHEIRO: As eleições e a C opa do Mundo não devem melhorar as vendas de caminhões? ALM: Existem vários aspectos que devem ser levados em consideração. Primeiro, o crescimento da economia, que, segundo as expectativas, não será bom neste ano. Mas temos de lembrar que o mercado de caminhões registrou um crescimento de quase 20% entre 2012 e 2013. É um desempenho muito forte, que não deve se repetir neste ano. O mercado brasileiro, com 105 mil unidades, justifica qualquer investimento. DINHEIRO: O sr. acredita que o PIB crescerá mais neste ano? ALM: Nós trabalhamos com os índices oficiais, de cerca de 2%. Não será o melhor dos mundos. Por isso, o mercado de caminhões não deve repetir o que vimos nos últimos anos. http://www.intelog.net/site/imprimir.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=627271&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=7418…

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DINHEIRO: Algumas montadoras tradicionais entraram no segmento de caminhões pesados. É o caso da Ford e da Iveco, além de montadoras como a holandesa DAF, que já começou a vender caminhões nessa faixa. Será mais difícil competir nos próximos anos? ALM: Temos uma estratégia muito agressiva para o Brasil. Nos últimos quatro anos, saímos de uma participação de 12,8% para 20%. Trata-se de um crescimento considerável. Os números falam por si. Temos uma oferta de produtos forte e adequada ao mercado, uma rede de distribuidores que está se expandindo. Aumentamos a capacidade da nossa fábrica em C uritiba. A Volvo pode montar até 30 mil caminhões por ano nessa unidade. Segundo uma pesquisa da Fenabrave (a entidade que representa as concessionárias de veículos no País), fomos a marca de caminhões mais desejada do Brasil. Isso mostra um reconhecimento grande de tudo que estamos fazendo no mercado brasileiro, o que nos motiva a continuar nesse caminho. As concorrentes terão muito trabalho pela frente. DINHEIRO: A aceleração das vendas da Volvo, no ano passado, tirou da Ford a terceira posição no ranking de vendas de caminhões pesados, colocação que ocupava havia quase 20 anos. C omo a Volvo pretende se manter nessa posição? ALM: O mercado total não é o nosso foco. Mas, mesmo assim, nos deixou muito felizes essa conquista. Isso é mais uma prova de que os clientes estão reconhecendo nosso trabalho e nossa qualidade. Agora, os nossos esforços serão concentrados nos segmentos em que atuamos. Vamos reforçar nosso portfólio de produtos no Brasil, a partir deste ano. Afinal, o mercado brasileiro é o segundo para a marca Volvo no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. E estamos bem perto da operação americana. DINHEIRO: O plano de investimentos da Volvo é de US$ 500 milhões. Há mais recursos em vista? ALM: Sim, esse dinheiro foi quase todo investido. Não sobrou muito. Essa é a razão para um novo investimento na operação a partir deste ano. Ao todo serão aplicados outros US$ 320 milhões. O dinheiro já foi aprovado. Esses recursos serão gastos em pesquisa e desenvolvimento, na compra de ferramental para fornecedores, na nova linha de produção na nossa fábrica paranaense e na busca de fornecedores locais. A ideia é chegar a mais de 70% do índice de nacionalização de nossos produtos ao final desses investimentos. Precisamos disso para vender nossos caminhões. Afinal, 90% de nossas vendas são financiadas pelo Finame, que exige tal índice. Para o cliente conseguir esse empréstimo, é preciso ter, no mínimo, um índice de 60% de peças nacionais. DINHEIRO: A matriz sueca anunciou o corte de 4,4 mil postos de trabalho nas operações globais da Volvo, no início de fevereiro. Isso vai incluir a operação brasileira? ALM: Não, estamos livres desse ajuste. Nossa operação é muito bem avaliada pela matriz. Prova disso são os investimentos que anunciamos. A matriz quer reforçar a presença da marca na América Latina. Além de caminhões e ônibus, produzimos motores, caixas de câmbio e equipamentos de construção e abastecemos toda a região. DINHEIRO: A rede de concessionários vai receber investimentos para expansão? Ou está no tamanho ideal para a operação atual? ALM: Não, temos sempre de aprimorar também o atendimento ao cliente. Por isso, vamos investir em conjunto com os parceiros na expansão da nossa capilaridade. Este ano, devemos inaugurar mais dez revendas e fechar o ano com 100 pontos de atendimento em todo o Brasil. Além disso, nosso plano é expandir a rede de serviços. De que adianta vender mais caminhões e não ter uma estrutura adequada de atendimento quando o veículo do cliente está em manutenção? Então, vamos abrir mais 400 boxes de serviços em toda a nossa rede de concessionárias. A ideia é ter 2,2 mil locais para trabalhos de manutenção leve e pesada em nossos caminhões. DINHEIRO: A Volvo mantém algum serviço de oficina remota dentro da empresa do cliente? ALM:Temos para clientes cujas operações são mais severas, como em mineração ou no plantio de cana-deaçúcar, que chamamos de fora de estrada. Para clientes rodoviários, não temos esse programa, mas oferecemos uma rede bem ampla, que pode atender seu caminhão em qualquer ponto do País. Além disso, a venda de nossos modelos sempre é atrelada a contratos de manutenção preventiva. O que percebemos é que, nos últimos três anos, têm aumentado os planos que garantem uma manutenção mais completa. Em 2010, esse tipo de acordo representava 3% das vendas; no ano passado, chegou a 17%. Em 2014, deverá passar de 20%. DINHEIRO: Essa nova linha de produtos seria a aguardada nova marca da Volvo no mercado brasileiro? http://www.intelog.net/site/imprimir.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=627271&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=7418…

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ALM: Não. Ainda estamos avaliando esse projeto de trazer uma nova marca. Hoje, temos cinco marcas de caminhões em operação no mundo: a Volvo, a Renault, a Mack, a UD e a Eicher. E já anunciamos que vamos trazer uma segunda marca para o mercado brasileiro, porque acreditamos que há espaço para isso. Mas não definimos com qual delas vamos trabalhar aqui. Os estudos estão em andamento. DINHEIRO: Quando será lançado, então, esse novo produto? ALM: Será no segundo semestre. Nossos engenheiros já estão trabalhando no projeto. É um produto que vai nos garantir um bom desempenho no segmento em que atuamos. Fonte: Isto é Dinheiro Por Isto é Dinheiro

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Clipping "O mercado brasileiro justifica qualquer investimento" 4222409 - NTC E LOGÍSTICA - WEB - WEB - 10/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=JiAvLps9PFmd2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.portalntc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=53245&catid=66 &Itemid=402 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 11/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\11\4222409.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 0,00 Total: 0,0000


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"O mercado brasileiro justifica qualquer investimento"

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"O mercado brasileiro justifica qualquer investimento"

Aquaviário

Seg, 10 de Março de 2014 11:24

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O agronegócio brasileiro tem impulsionado o PIB e, por consequência, as vendas de caminhões. No ano passado, as montadoras colocaram nas estradas 104 mil veículos para transporte de carga, das categorias de pesados e extrapesados, um volume 19% acima do registrado em 2012. Embalada pelos negócios no campo, a sueca Volvo, pela primeira vez em quase 20 anos, conseguiu superar a Ford e assumir a terceira posição no ranking de vendas, atrás apenas das alemãs MAN e Mercedes-Benz. Agora, o desafio é manter essa conquista a todo custo. “Vamos investir US$ 320 milhões em nossa operação para garantir nossa participação no País”, diz o presidente da subsidiária latino-americana, Roger Alm, à DINHEIRO. Os investimentos se justificam plenamente, segundo ele. “O Brasil é o segundo maior mercado da marca no mundo, depois dos Estados Unidos”, afirma Alm. A seguir, os principais trechos da entrevista. DINHEIRO: No ano passado, o mercado de caminhões se expandiu, principalmente, em função do agronegócio. O sr. acredita que o mesmo ocorrerá neste ano? ROGER ALM: Na categoria acima de 16 toneladas, aquela em que participamos, foram vendidas 103 mil unidades no ano passado. Acredito que, em 2014, haverá um pequeno crescimento, para cerca de 105 mil unidades. É claro que esse crescimento ocorrerá se não tivermos surpresas desagradáveis com a linha de crédito do Finame, do BNDES. De 2012 até agora, o juro para aquisição de caminhões e ônibus subiu de 4% para 6% ao ano. Além disso, a fatia financiada baixou de 100% para 90%, entre as pequenas e médias empresas, e de 90% para 80%, no caso das grandes empresas transportadoras. DINHEIRO: E o que seria um Finame sem surpresas? ALM: Um Finame sem surpresas é aquele em que os clientes recebem o crédito sem obstáculos. As regras foram mudadas no fim do ano passado e os bancos, até janeiro, ainda não tinham se adaptado. DINHEIRO: A concessão de crédito pelos bancos está mais rigorosa? ALM: Não, a concessão de crédito melhorou. Mas a mudança no processo para obter o financiamento pode atrapalhar o recebimento dos recursos para a compra dos caminhões. Essas alterações ocorreram no fim do ano, e o que a gente espera é que o processo se normalize e os bancos agilizem a liberação de crédito. Em janeiro, o setor ainda teve problemas, mas já está se normalizando. DINHEIRO: Então, o problema da falta de crédito já foi resolvido? ALM: O problema não é a liberação, mas a demora. O dinheiro demora a chegar na mão do comprador. O crédito para o cliente está saindo lentamente por causa da nova regra. O que ocorreu, na verdade, foi uma mudança no sistema para se habilitar ao financiamento. DINHEIRO: As eleições e a Copa do Mundo não devem melhorar as vendas de caminhões? ALM: Existem vários aspectos que devem ser levados em consideração. Primeiro, o crescimento da economia, que, segundo as expectativas, não será bom neste ano. Mas temos de lembrar que o mercado de caminhões registrou um crescimento de quase 20% entre 2012 e 2013. É um desempenho muito forte, que não deve se repetir neste ano. O mercado brasileiro, com 105 mil unidades, justifica qualquer investimento. DINHEIRO: O sr. acredita que o PIB crescerá mais neste ano? ALM: Nós trabalhamos com os índices oficiais, de cerca de 2%. Não será o melhor dos mundos. Por isso, o mercado de caminhões não deve repetir o que vimos nos últimos anos. DINHEIRO: Algumas montadoras tradicionais entraram no segmento de caminhões pesados. É o caso da Ford e da Iveco, além de montadoras como a holandesa DAF, que já começou a vender caminhões nessa faixa. Será mais difícil competir nos próximos anos? ALM: Temos uma estratégia muito agressiva para o Brasil. Nos últimos quatro anos, saímos de uma participação de 12,8% para 20%. Trata-se de um crescimento considerável. Os números falam por si. Temos uma oferta de produtos forte e adequada ao mercado, uma rede de distribuidores que está se expandindo. Aumentamos a capacidade da nossa fábrica em Curitiba. A Volvo pode montar até 30 mil caminhões por ano nessa unidade. Segundo uma pesquisa da Fenabrave (a entidade que representa as concessionárias de veículos no País), fomos a marca de caminhões mais desejada do Brasil. Isso mostra um reconhecimento grande de tudo que estamos fazendo no mercado brasileiro, o que nos motiva a continuar nesse caminho. As concorrentes terão muito trabalho pela frente. DINHEIRO: A aceleração das vendas da Volvo, no ano passado, tirou da Ford a terceira posição no ranking de vendas de caminhões pesados, colocação que ocupava havia quase 20 anos. Como a Volvo

http://www.portalntc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=53245&catid=66&Itemid=402

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"O mercado brasileiro justifica qualquer investimento" ranking de vendas de caminhões pesados, colocação que ocupava havia quase 20 anos. Como a Volvo pretende se manter nessa posição? ALM: O mercado total não é o nosso foco. Mas, mesmo assim, nos deixou muito felizes essa conquista. Isso é mais uma prova de que os clientes estão reconhecendo nosso trabalho e nossa qualidade. Agora, os nossos esforços serão concentrados nos segmentos em que atuamos. Vamos reforçar nosso portfólio de produtos no Brasil, a partir deste ano. Afinal, o mercado brasileiro é o segundo para a marca Volvo no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. E estamos bem perto da operação americana. DINHEIRO: O plano de investimentos da Volvo é de US$ 500 milhões. Há mais recursos em vista? ALM: Sim, esse dinheiro foi quase todo investido. Não sobrou muito. Essa é a razão para um novo investimento na operação a partir deste ano. Ao todo serão aplicados outros US$ 320 milhões. O dinheiro já foi aprovado. Esses recursos serão gastos em pesquisa e desenvolvimento, na compra de ferramental para fornecedores, na nova linha de produção na nossa fábrica paranaense e na busca de fornecedores locais. A ideia é chegar a mais de 70% do índice de nacionalização de nossos produtos ao final desses investimentos. Precisamos disso para vender nossos caminhões. Afinal, 90% de nossas vendas são financiadas pelo Finame, que exige tal índice. Para o cliente conseguir esse empréstimo, é preciso ter, no mínimo, um índice de 60% de peças nacionais. DINHEIRO: A matriz sueca anunciou o corte de 4,4 mil postos de trabalho nas operações globais da Volvo, no início de fevereiro. Isso vai incluir a operação brasileira? ALM: Não, estamos livres desse ajuste. Nossa operação é muito bem avaliada pela matriz. Prova disso são os investimentos que anunciamos. A matriz quer reforçar a presença da marca na América Latina. Além de caminhões e ônibus, produzimos motores, caixas de câmbio e equipamentos de construção e abastecemos toda a região. DINHEIRO: A rede de concessionários vai receber investimentos para expansão? Ou está no tamanho ideal para a operação atual? ALM: Não, temos sempre de aprimorar também o atendimento ao cliente. Por isso, vamos investir em conjunto com os parceiros na expansão da nossa capilaridade. Este ano, devemos inaugurar mais dez revendas e fechar o ano com 100 pontos de atendimento em todo o Brasil. Além disso, nosso plano é expandir a rede de serviços. De que adianta vender mais caminhões e não ter uma estrutura adequada de atendimento quando o veículo do cliente está em manutenção? Então, vamos abrir mais 400 boxes de serviços em toda a nossa rede de concessionárias. A ideia é ter 2,2 mil locais para trabalhos de manutenção leve e pesada em nossos caminhões. DINHEIRO: A Volvo mantém algum serviço de oficina remota dentro da empresa do cliente? ALM:Temos para clientes cujas operações são mais severas, como em mineração ou no plantio de canade-açúcar, que chamamos de fora de estrada. Para clientes rodoviários, não temos esse programa, mas oferecemos uma rede bem ampla, que pode atender seu caminhão em qualquer ponto do País. Além disso, a venda de nossos modelos sempre é atrelada a contratos de manutenção preventiva. O que percebemos é que, nos últimos três anos, têm aumentado os planos que garantem uma manutenção mais completa. Em 2010, esse tipo de acordo representava 3% das vendas; no ano passado, chegou a 17%. Em 2014, deverá passar de 20%. DINHEIRO: Essa nova linha de produtos seria a aguardada nova marca da Volvo no mercado brasileiro? ALM: Não. Ainda estamos avaliando esse projeto de trazer uma nova marca. Hoje, temos cinco marcas de caminhões em operação no mundo: a Volvo, a Renault, a Mack, a UD e a Eicher. E já anunciamos que vamos trazer uma segunda marca para o mercado brasileiro, porque acreditamos que há espaço para isso. Mas não definimos com qual delas vamos trabalhar aqui. Os estudos estão em andamento. DINHEIRO: Quando será lançado, então, esse novo produto? ALM: Será no segundo semestre. Nossos engenheiros já estão trabalhando no projeto. É um produto que vai nos garantir um bom desempenho no segmento em que atuamos.

Fonte: Isto é Dinheiro

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