Clipping Fenabrave 12.02.2014

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Clipping XTZ 150 Crosser 4189443 - DIÁRIO DO GRANDE ABC - AUTOMÓVEIS - SANTO ANDRÉ - SP - 12/02/2014 - Pág 14 E 15 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=+5RvBkax2yBZHvqtd4SbfMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Da redação Cidade: SANTO ANDRÉ Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4189443.pdf

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Clipping Lucro em alta nos EUA 4188503 - AUTODATA - CONCESSIONÁRIOS - SÃO PAULO - SP - FEV/2014 - Nº 294 - Pág 52 A 54 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1nlTaXRI47f42/RGrNn3NcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: REVISTA Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4188503.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 33,21 Fechamento: 02/14 Tiragem: 10000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 33,21 Total: 0,0000


Concessionários

Divulgação/Fenabrave

David Westcott transfere o cargo de chairman da NADA para Forrest McConnell

N

Lucro em alta nos EUA Rede estadunidense reúne-se na Convenção NADA 2014 e comemora retomada dos números pré-crise Alzira Rodrigues, de New Orleans, Lousiana | alzira@autodata.com.br

ada menos do que 4 mil con­ cessionárias encerraram ati­ vidades nos Estados Unidos a partir de 2008, quando a crise finan­ ceira mundial afetou drasticamente os negócios do mercado automotivo estadunidense. Passados cinco anos, o segmento da distribuição comemo­ ra este ano a retomada das vendas em patamar superior a 16 milhões de veí­ culos e, mais enxuta, sai da crise forta­ lecida. Durante a Convenção & Exposição NADA 2014, encontro dos conces­ sionários estadunidenses realizado este ano em New Orleans, Louisiana, dirigentes do setor não escondiam a satisfação com os números de 2013 e a perspectiva de continuidade do cres­ cimento este ano. Realizada no período de 24 a 27 de janeiro, a convenção reuniu 22 mil concessionários, dos quais 2 mil de ou­ tros países, incluindo o Brasil. Na área de exposição um total de 550 empre­ sas mostraram as novidades dirigidas à área de distribuição. Forrest McConnell, novo chairman da NADA, National Automobile Dea­ lers Association, que assumiu o cargo no encerramento do evento, revelou que o lucro médio por concessionário estadunidense no ano passado ficou na faixa de US$ 1 milhão: “O desem­ penho foi 25% superior ao de 2012, quando na média lucramos US$ 800 mil por revenda”. Como a rede local abrange hoje 16,5 mil concessionários, deduz-se que o segmento de distribuição lucrou nada menos do que US$ 16,5 bilhões

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ano passado. O desempenho, segundo McConnell, já está próximo do exis­ tente antes da crise iniciada em 2008: “Aquele foi um ano terrível. Mas ano a ano estamos nos recuperando e os ajustes feitos no período estão ga­ rantindo alta gradativa da nossa lucra­ tividade”. Em 2008 a rede dos Estados Unidos totalizava 20,5 mil pontos de venda,. O enxugamento no número de con­ cessionárias, aliado ao aumento de vendas dos últimos anos, gerou maior volume individual de negócios, favo­ recendo assim o resultado de cada concessionária. “Cortamos custos em geral e investi­ mos mais no pós-venda, fortalecendo

a prestação de serviços”, destacou Mc­ Connell, que substituiu David West­ cott na direção da NADA – a entidade renova sua diretoria anualmente, sem­ pre durante a convenção nacional do segmento. Hoje, segundo o chairman da associação, 90% dos custos fixos de uma revenda são cobertos pelo pós­ venda e F&I, financiamento e seguro. Balanço – As vendas de veículos nos Estados Unidos cresceram 8% no ano passado, atingindo 15,5 milhões de automóveis e comerciais leves. “Para este ano nossa meta é chegar a 16,4 milhões, expansão na faixa de 6%”, disse McConnell. O empresário mostra-se otimista

O varejo espera alta de 6% nas vendas de automóveis e comerciais leves este ano, com o emplacamento de 16,4 milhões de unidades

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Concessionários

A rede brasileira ainda precisa avançar no pós-venda e, principalmente, em novas tecnologias digitais na área de serviço

em relação pelo menos aos próximos três anos, acreditando que o mercado continuará crescendo no mesmo rit­ mo de 2013 para 2014. “Depois tudo vai depender dos juros. Eventuais altas certamente afetarão nossos negócios.” De acordo com McConnell, nada menos do que 90% dos negócios do mercado automotivo por lá são feitos via financiamento: “A taxa de juro é tão baixa que compensa mais financiar do que pagar à vista. O cliente, eventual­ mente, pode investir o dinheiro que desembolsaria na compra de um mo­ delo zero-qui­lômetro”. No BRASIL – Comitiva de 150 empre­ sários brasileiros ligados à Fenabrave participou da convenção de New Or­ leans, com os dirigentes da entidade reunindo-se com o alto escalão da NADA para troca de experiências das atividades desenvolvidas aqui e lá. Na convenção chegou inclusive a ser debatida a criação de um fórum internacional da rede de distribuição, que reuniria associações e federações

de vários países para debates sobre o mercado e as melhores práticas de cada localidade. O presidente do Conselho Delibera­ tivo da Fenabrave, Flávio Meneghetti, ressaltou a importância da troca de ex­ periência que a participação em even­ tos do gênero propicia, comentando que a rede brasileira ainda precisa avançar em pós-vendas e principal­ mente em novas tecnologias digitais: “Não estamos preparados para atender adequadamente o consumi­ dor que usa a internet para agendar serviços ou mesmo obter informações sobre produtos ou outros tipos de atendimento. É uma área que ainda precisamos investir muito.” Sobre o mercado brasileiro Mene­ ghetti voltou a comentar que espera no máximo estabilidade de vendas em relação a 2013: “É um ano de volatilidade elevada, com Copa do Mundo, eleições e pelo que tudo indica os juros continuarão em alta. Se repetirmos 2013 já vai ser muito bom.”

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Clipping Vendas de autos sobem 0,98% em janeiro 4186663 - METRÔ NEWS - ECONOMIA - SÃO PAULO - SP - 04/02/2014 - Pág 16 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=jlwjGjhbpjGYoAsU2r8K08NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4186663.pdf

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Clipping Vendas batem recorde em janeiro, mas ano será difícil 4188285 - FOLHA DA REGIÃO - ECONOMIA - ARAÇATUBA - SP - 04/02/2014 - Pág B5 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=135+9ewtMMQduUGkzRjkZ8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARAÇATUBA Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4188285.pdf

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Clipping Hyundai comemora crescimento nas vendas em janeiro 4189662 - SHOP CAR NEWS - WEB - WEB - 11/02/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5TdVrMK9v6DsDavP3s9uv8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.shopcar.com.br/noticias/hyundai-comemora-crescimento-nas-vendas-emjaneiro/11-02-2014/9893 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4189662.pdf

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Hyundai comemora crescimento nas vendas em janeiro

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11/02/2014 - 15:23 - Redação - Fotos: Divulgação

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A Rede Hyundai comemorou crescimento de 25,2% entre os emplacamentos de veículos da marca na comparação de janeiro de 2014 e o mesmo mês de 2013. Foram comercializadas 18.222 unidades em janeiro deste ano, contra 14.554 em 2013, de acordo com levantamento feito pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Segundo a entidade, os setores de automóveis e comerciais leves, no geral, somando todas as marcas, registraram aumento de 0,98% na mesma comparação.

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HB20S também ajudou a puxar as vendas para cima

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Segundo Daniel Kelemen, presidente da ABRAHY- Associação Brasileira dos Concessionários Hyundai, esse crescimento representa o bom momento vivido pela marca no país e ao pouco estoque que a rede tinha, ainda sem o aumento do IPI. “Esse balanço demonstra que a marca Hyundai caiu na preferência do consumidor brasileiro, e passou a ser referência de produtos e atendimento Premium, mesmo em relação a carros de entrada, como é o caso do HB20 que, entre outubro de 2012 (lançamento) e dezembro 2013, totalizou 179.768 unidades vendidas, saindo de um patamar de 3.311 unidades no mês de lançamento, para 16.788 unidades em dezembro de 2013”, avalia Kelemen. No balanço geral, o ano de 2013 registrou expansão de 96,77% para a marca Hyundai no Brasil, saltando de 108.347 unidades em 2012 para 213.199 no ano passado. “Sabemos que o bom resultado de janeiro reflete ainda o rescaldo dos estoques sem incidência do aumento do IPI mas, considerando o desempenho geral do setor, podemos constatar que a marca tem crescido sim e sem outra influência que não a da preferência do mercado”, comemora o presidente da ABRAHY.

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Mesmo sem divulgar previsões sobre o desempenho da marca até o final de 2014, o presidente da ABRAHY acredita que a consolidação e fidelização do cliente aos produtos e serviços Hyundai continuarão este ano, principalmente em função da projeção de imagem durante a Copa do Mundo, que conta com a marca como uma das patrocinadoras. “Esse evento, que de um lado reduzirá o número de dias de venda nas concessionárias em geral, de outro, favorecerá a marca Hyundai, que estará presente em boa parte dos jogos do mundial de futebol”, finaliza Kelemen.

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Clipping Automóveis podem ficar até 24,9% mais caros em 2014 4189664 - NTC E LOGÍSTICA - WEB - WEB - 11/02/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5TdVrMK9v6BgTNO5lv/9/cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.portalntc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=53037&catid=19 0&Itemid=437 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4189664.pdf

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Automóveis podem ficar até 24,9% mais caros em 2014

Aquaviário

Ter, 11 de Fevereiro de 2014 14:27

Ferroviário Combustíveis Indústria de Transporte Internacional Logística / Multimodal Rodoviário Urbano Serviços Eventos Outros

São Paulo - A maior parte dos brasileiros pesquisa muito antes de partir para a decisão de comprar um carro. O investimento é alto e, por isso, tanto o modelo como o momento da compra precisam ser cuidadosamente escolhidos. Os preços variam mês a mês, é claro. No entanto, este ano os reajustes poderão ser maiores. A volta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a obrigatoriedade do airbag e dos freios ABS e a correção da inflação poderão, na pior das hipóteses, provocar reajustes de até 24,9% no preço dos veículos. Com sorte, serão poucos os veículos que vão sofrer simultaneamente com as três novidades do ano. Isso porque, já no ano passado, 60% dos modelos já saíam de fábrica com o airbag e os freios ABS - itens que se tornaram obrigatórios a partir deste ano para todos os veículos. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), essa obrigatoriedade já adicionaria em torno de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil no preço dos veículos. No ano passado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou que a decisão tornaria os veículos entre 5% e 8% mais caros. IPI terá impacto de 1,1% para cada ponto percentual adicional na alíquota Também foi o ministro que trouxe a outra notícia: o retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) pesaria sobre o preço dos veículos este ano. A Anfavea fez as contas e constatou que para cada ponto percentual a mais na alíquota do imposto, o impacto nos preços será de 1,1%. Mesmo sob muitos protestos da associação, o fato é que o IPI voltará a ser cobrado integralmente em 2014 - um ajuste veio em janeiro e outro virá em julho, se o ministro não mudar de ideia. No caso dos veículos 1.0, a alíquota passou de 2% para 3% em janeiro e possivelmente chegará a 7% em julho. No caso dos veículos 1.0 a 2.0 flex, a alíquota passou de 7% para 9% em janeiro e pode chegar a 11% no meio do ano. Por enquanto, Vitor Meizikas Filho, analista da Molicar, só enxerga uma parcela da correção nos preços. Ao final de 2013, os estoques ainda estavam altos e, mesmo com a corrida de final de ano pelo desconto do IPI, ainda garantiam um mês de vendas normais, com 353,4 mil unidades. Somando a produção de janeiro e fevereiro a esses, o volume de carros com desconto do imposto se dilui. Para o analista, os novos (e mais salgados) preços chegarão à ponta de forma mais evidente em março, quando a maior parte dos estoques já estará nas mãos de consumidores. "Os modelos 2014-2015 já virão com os preços corrigidos", diz Meizikas. Montadoras não repassaram inflação integralmente nos últimos anos Segundo levantamento da Molicar, um cliente que comrpou um Volkswagen Fox, de duas portas, 1.0 Flex 0km em janeiro pagou em torno de R$ 30,9 mil. O mesmo carro, no mesmo mês de 2013, custava R$ 28,2 mil; e em igual período de 2012, R$ 30,5 mil. Nesses últimos anos, o preço dos carros têm sido ajustado em níveis inferiores ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e oscilado mais conforme as desonerações do que em relação ao próprio mercado. Entre janeiro de 2012 e janeiro 2013, mediante redução do IPI, aquele Fox passou a custar 7,54% a menos - mesmo com uma inflação 4,5% maior. No ano passado, a inflação foi de 5,91% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Aquele Fox, mencionado anteriormente, subiu 9,57%. O reajuste já é significativamente maior que o praticado entre 2011 e 2012, por exemplo, que foi de 0,32%. As montadoras consideram a informação estratégica e não divulgam quanto será repassado no preço final ao consumidor. As associações Anfavea e Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) afirmam não comentar questões relacionadas a preço. Julián Semple, da Carcon, consultoria especializada no setor automotivo, já não conta mais com um ajuste tão pequeno no futuro próximo. "Talvez nesse começo de ano as montadoras mantenham apenas o ajuste de inflação. A questão do ABS e do airbag dá para a montadora arcar, mas a questão do IPI vai ser difícil de absorver", afirma.


difícil de absorver", afirma. Margem de lucro das montadoras no País está espremida Para alguns, as montadoras mal têm condições de assumir as despesas do airbag e dos freios ABS quem dirá segurar o aumento do IPI e da inflação. Essa seria uma das características de um mercado cada vez mais apertado, com clientes dispostos a pagar cada vez menos e custos operacionais maiores. "Eles montam os produtos de trás para frente, a partir de quanto o cliente está disposto a pagar", explica Rene Martinez, sócio da EY para o mercado automotivo. "Novos componentes estão sendo exigidos e ainda tem o avanço tributário sobre o custo." Para completar, a restrição ao crédito e o aumento dos juros poderá deixar o cliente ainda mais longe dos financiamentos, que sustentam a larga maioria das compras de automóveis do País. "Haverá um momento crítico", pontua Martinez. E quem contava com a exportações para compensar esse aperto de margem já enfrenta um janeiro temerário. Em dezembro, a Argentina - que comprava mais de 80% da exportação nacional - restringiu a importação de veículos para 27,5%. O resultado já veio na última carta da Anfavea: uma redução de 40,5% na exportação de veículos montados. Mercado ficará mais competitivo a partir de 2015 A pressão pela alta dos preços dos veículos, no entanto, deve começar a enfraquecer a partir do segundo semestre deste ano, com início das operações da Nissan, em Rezende (RJ), e da Chery, em Jacareí (SP). Em 2015, o início das operações da Honda, em Itirapina (SP) e a JAC Motors, em Camaçari (BA), deve aumentar em grande medida a oferta no mercado, que ficará mais competitivo. Para Martinez, essa competição mais acirrada "favorece o cliente". Semple, da Carcon, vê um aumento da ociosidade no setor no primeiro momento, seguido de ajustes conforme a demanda for distribuída pelo País. "Essas empresas não podem ter uma visão de curto prazo", diz. "Para o futuro, esse investimento vai fazer sentido." O estilo de gestão das montadoras asiáticas também deve empurrar o mercado em outra direção, na visão de Meizikas. "As chinesas funcionam de outra forma, muito mais enxuta e com foco na parte mecânica", explica o analista. "Por isso mesmo, os acessórios como vidro elétrico e ar condicionado, por exemplo, vão ter de entrar nas versões mais básicas, caso contrário, não vai dar para competir."

Fonte: Brasil Econômico

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http://www.guiadotrc.com.br/noticias/not.asp?id=26728&areas=not Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4189660.pdf

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A maior parte dos brasileiros pesquisa muito antes de partir para a decisão de comprar um carro. O investimento é alto e, por isso, tanto o modelo como o momento da compra precisam ser cuidadosamente escolhidos. Os preços variam mês a mês, é claro. No entanto, este ano os reajustes poderão ser maiores. A volta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a obrigatoriedade do airbag e dos freios ABS e a correção da inflação poderão, na pior das hipóteses, provocar reajustes de até 24,9% no preço dos veículos. Com sorte, serão poucos os veículos que vão sofrer simultaneamente com as três novidades do ano. Isso porque, já no ano passado, 60% dos modelos já saíam de fábrica com o airbag e os freios ABS - itens que se tornaram obrigatórios a partir deste ano para todos os veículos. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), essa obrigatoriedade já adicionaria em torno de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil no preço dos veículos. No ano passado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimou que a decisão tornaria os veículos entre 5% e 8% mais caros. IPI terá impacto de 1,1% para cada ponto percentual adicional na alíquota Também foi o ministro que trouxe a outra notícia: o retorno da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) pesaria sobre o preço dos veículos este ano. A Anfavea fez as contas e constatou que para cada ponto percentual a mais na alíquota do imposto, o impacto nos preços será de 1,1%. Mesmo sob muitos protestos da associação, o fato é que o IPI voltará a ser cobrado integralmente em 2014 - um ajuste veio em janeiro e outro virá em julho, se o ministro não mudar de ideia. No caso dos veículos 1.0, a alíquota passou de 2% para 3% em janeiro e possivelmente chegará a 7% em julho. No caso dos veículos 1.0 a 2.0 flex, a alíquota passou de 7% para 9% em janeiro e pode chegar a 11% no meio do ano. Por enquanto, Vitor Meizikas Filho, analista da Molicar, só enxerga uma parcela da correção nos preços. Ao final de 2013, os estoques ainda estavam altos e, mesmo com a corrida de final de ano pelo desconto do IPI, ainda garantiam um mês de vendas normais, com 353,4 mil unidades. Somando a produção de janeiro e fevereiro a esses, o volume de carros com desconto do imposto se dilui. Para o analista, os novos (e mais salgados) preços chegarão à ponta de forma mais evidente em março, quando a maior parte dos estoques já estará nas mãos de consumidores. "Os modelos 2014-2015 já virão com os preços corrigidos", diz Meizikas. Montadoras não repassaram inflação integralmente nos últimos anos Segundo levantamento da Molicar, um cliente que comrpou um Volkswagen Fox, de duas portas, 1.0 Flex 0km em janeiro pagou em torno de R$ 30,9 mil. O mesmo carro, no mesmo mês de 2013, custava R$ 28,2 mil; e em igual período de 2012, R$ 30,5 mil.

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Nesses últimos anos, o preço dos carros têm sido ajustado em níveis inferiores ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e oscilado mais conforme as desonerações do que em relação ao próprio mercado. Entre janeiro de 2012 e janeiro 2013, mediante redução do IPI, aquele Fox passou a custar 7,54% a menos - mesmo com uma inflação 4,5% maior. No ano passado, a inflação foi de 5,91% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Aquele Fox, mencionado anteriormente, subiu 9,57%. O reajuste já é significativamente maior que o praticado entre 2011 e 2012, por exemplo, que foi de 0,32%. As montadoras consideram a informação estratégica e não divulgam quanto será repassado no preço final ao consumidor. As associações Anfavea e Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores) afirmam não comentar questões relacionadas a preço. Julián Semple, da Carcon, consultoria especializada no setor automotivo, já não conta mais com um ajuste tão pequeno no futuro próximo. "Talvez nesse começo de ano as montadoras mantenham apenas o ajuste de inflação. A questão do ABS e do airbag dá para a montadora arcar, mas a questão do IPI vai ser difícil de absorver", afirma. Margem de lucro das montadoras no País está espremida Para alguns, as montadoras mal têm condições de assumir as despesas do airbag e dos freios ABS - quem dirá segurar o aumento do IPI e da inflação. Essa seria uma das características de um mercado cada vez mais apertado, com clientes dispostos a pagar cada vez menos e custos operacionais maiores. "Eles montam os produtos de trás para frente, a partir de quanto o cliente está disposto a pagar", explica Rene Martinez, sócio da EY para o mercado automotivo. "Novos componentes estão sendo exigidos e ainda tem o avanço tributário sobre o custo." Para completar, a restrição ao crédito e o aumento dos juros poderá deixar o cliente ainda mais longe dos financiamentos, que sustentam a larga maioria das compras de automóveis do País. "Haverá um momento crítico", pontua Martinez. E quem contava com a exportações para compensar esse aperto de margem já enfrenta um janeiro temerário. Em dezembro, a Argentina - que comprava mais de 80% da exportação nacional - restringiu a importação de veículos para 27,5%. O resultado já veio na última carta da Anfavea: uma redução de 40,5% na exportação de veículos montados. Mercado ficará mais competitivo a partir de 2015 A pressão pela alta dos preços dos veículos, no entanto, deve começar a enfraquecer a partir do segundo semestre deste ano, com início das operações da Nissan, em Rezende (RJ), e da Chery, em Jacareí (SP). Em 2015, o início das operações da Honda, em Itirapina (SP) e a JAC Motors, em Camaçari (BA), deve aumentar em grande medida a oferta no mercado, que ficará mais competitivo. Para Martinez, essa competição mais acirrada "favorece o cliente". Semple, da Carcon, vê um aumento da ociosidade no setor no primeiro momento, seguido de ajustes conforme a demanda for distribuída pelo País. "Essas empresas não podem ter uma visão de curto prazo", diz. "Para o futuro, esse investimento vai fazer sentido." O estilo de gestão das montadoras asiáticas também deve empurrar o mercado em outra direção, na visão de Meizikas. "As chinesas funcionam de outra forma, muito mais enxuta e com foco na parte mecânica", explica o analista. "Por isso mesmo, os acessórios como vidro elétrico e ar condicionado, por exemplo, vão ter de entrar nas versões mais básicas, caso contrário, não vai dar para competir."

FONTE: Brasil Econôm ico - SP


Clipping Volvo aumenta investimento: mais US$ 320 milhões no Brasil em 2014 CAMILA FRANCO, AB 4189659 - AUTOMOTIVE BUSINESS - WEB - WEB - 11/02/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5TdVrMK9v6CuPW8+us5NqsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=18982 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 12/02/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\12\4189659.pdf

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11/02/2014 | 19h00

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Indústria

Volvo aumenta investimento: mais US$ 320 milhões no Brasil em 2014 Adicional aos US$ 500 milhões previstos até 2015, será usado para nacionalização de novos caminhões C AMILA FRANC O, AB O Grupo Volvo anunciou na terça-feira, 13, investimentode US$ 320 milhões em 2014 no Brasil. O valor é adicional aos US$ 500 milhões que estão sendo aplicados no período de 2013 a 2015 no País para renovação da linha de caminhões e melhorias e expansão na fábrica de C uritiba (PR). Roger Alm, presidente do grupo para América Latina, revelou durante encontro com a imprensa que o novo aporte será aplicado ainda este ano em “pesquisa e desenvolvimento, aquisição de novos ferramentais, em processos de manufatura e na nacionalização de novos produtos”. Entrelinhas, o executivo confirmou a produção de mais uma marca do grupo no Brasil, de segmentos mais leves em que não atua hoje. A decisão em fabricar outra família de Roger Alm, presidente do Grupo Volvo na produtos, provavelmente das marcas UD ou Renault Trucks, América Latina: Queremos lançar novos pertencentes ao grupo, já vem sendo estudada há dois anos produtos no Brasil em 2014. (leia aqui). “Queremos lançar novos produtos no Brasil em 2014”, enfatizou Alm, que também deixou claro que há espaço no complexo industrial paranaense para tanto. “A fábrica de C uritiba, com 1,5 milhão de metros quadrados, tem potencial para fazer novos produtos”, comentou. Sergio Gomes, diretor de estratégia de caminhões da Volvo, que será substituído em abril (leia aqui), foi mais direto: “A Volvo ainda é a marca predominante na América Latina. Mas temos tido o desafio de alavancar as outras marcas de outros segmentos do grupo na região. Existe grande espaço e estamos trabalhando para ganhar participação”, enfatizou Gomes. “Nós temos a intenção e o investimento para introduzir a nova linha no mercado, mas ainda não foi definido exatamente quando isso começará”, admitiu Alm. O grupo estuda minuciosamente como vender esta nova linha de caminhões. Não quer que seja afetado o status da Volvo, de marca mais desejada pelos consumidores - segundo levantamento da Fenabrave, a federação dos concessionários. “Nós ainda estamos avaliando como seria a rede de concessionárias, se as marcas atuariam juntas ou separadas”, comentou o presidente. Este ano, a empresa pretende inaugurar 10 concessionárias Volvo, além de 400 boxes de atendimento e da contratação de 400 mecânicos. Assista à entrevista exclusiva com Bernardo Fedalto, diretor comercial de vendas e marketing de caminhões Volvo:


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