Clipping Apólices estão mais baratas no Rio e em SP, mais caras 4193529 - JORNAL DO COMMERCIO BRASIL - SEGUROS - RIO DE JANEIRO - RJ - 14/02/2014 Pág A9 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=I58LCFFZ/A7LG/nVYR+g5MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: RIO DE JANEIRO Estado: RJ País: BRASIL Disponibilização: 14/02/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\14\4193529.pdf
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Seguros
Editor // Alberto Salino
Sexta-feira e fim de semana, 14, 15 e 16 de fevereiro de 2014 • Jornal do Commercio • A-9
COMERCIALIZAÇÃO
PESQUISA
Incentivo à venda por meio remoto
Consumidor quer bom atendimento
Susep faz aposta na redução de custos dos produtos para o consumidor com o avanço do e-commerce, canal de distribuição que hoje não responde sequer por 1% dos contratos fechados no mercado segurador Superintendência de Seguros Privados (Susep) quer utilizar a possibilidade de contratação por meio remoto de apólices de seguros ou planos de previdência complementar aberta como uma ferramenta para a redução de preços ao consumidor. Segundo o superintendente do órgão, Luciano Portal Santanna, ainda há muito espaço para se avançar no mercado brasileiro, confrontado com a realidade internacional. “No Brasil, esse canal de distribuição não responde sequer por 1% dos contratos. Na Argentina, já gira em torno de 17% e em alguns países da Europa atinge 30%”, compara.
A
Ele acrescenta que a venda de seguros e planos de previdência via internet ou por telefone é “um processo irreversível”, propiciado pelo uso de novas tecnologias, que, além de reduzir custos de contratação, garante também maior proteção para o consumidor. Conforme relata e seu site, a Susep vem buscando aprovar medidas que representem um salto de qualidade no atendimento ao consumidor brasileiro. “Protegemos o consumidor quando zelamos, por exemplo, pela adequada constituição de reservas e aplicação dos ativos das companhias e quando exigimos o cumprimento dos contratos”, observa.
Como ações importantes nessa linha, o superintendente da Susep cita a introdução de regras mais rígidas no setor de títulos de capitalização e a mudança nas regras do seguro de garantia estendida. Com a revisão, o regulamento desse seguro passou a prever punição administrativa para a venda casada ou indução do consumidor à contratação, além de prever a desistência do contrato. Luciano Portal anuncia que, “em breve”, também haverá regras mais rígidas no processo de comercialização do seguro de viagem, segmento que cresceu muito nos últimos anos. “Tomamos outras importantes medidas de caráter geral
em prol dos consumidores, como a simplificação do clausulado do seguro, estimulando a utilização de bilhetes que tornam mais claros os direitos e obrigações dos contratantes”, conta. Término garantido Especificamente no ramo de garantia contratual, ele revela que a autarquia quer a oferta de um produto que seja efetivo no sentido de garantir a conclusão das obras de infraestrutura. Na avaliação dele, o mercado de seguros pode dar uma contribuição maior não apenas com o pagamento de uma indenização, hoje pre-
vista em um percentual baixo do valor do empreendimento, mas também assegurando que a obra seja concluída. “Uma alteração na legislação já está sendo avaliada por um grupo de trabalho do governo, no qual colaboramos tecnicamente”, adianta. Outro trabalho da Susep destacado por Luciano Portal foi o realizado no âmbito do Conselho Nacional de Educação Financeira, que consistiu na edição de material didático com conteúdo de seguros e previdência complementar. Com apoio do Ministério da Educação, a publicação poderá ser adotada em todas as escolas de nível médio do País.
PROJETO
VEÍCULOS
VGBL Saúde pode ser criado através de lei
Apólices estão mais baratas no Rio e em SP, mais caras
A proposta de criação do VGBL Saúde, pleiteada pelas seguradoras há algum tempo, chegou agora à Câmara Federal, convertida em projeto de lei elaborado pelo deputado Armando Vergilio (SDD-GO). “A proposta objetiva viabilizar, sob o aspecto fiscal, a estruturação de seguros de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência”, explica o parlamentar. Segundo ele, o PL estabelece os seguros que contarão com isenção tributária sobre rendimentos obtidos, quando os recursos forem destinados ao pagamento de despesa relacionada à contraprestação de plano privado de assistência à saúde ou de seguro-saúde. Armando Vergilio, que também preside a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), diz que, se aprovado o projeto, as contribuições pagas pelas empresas, relativas a programas de previdência privada e de seguros de vida com cobertura por sobrevivência, em favor dos seus empregados e dirigentes, deixarão de ser consideradas integrantes da remuneração dos beneficiários. Assim, são recursos que ficarão livres dos efeitos trabalhistas, previdenciários e de contribuição sindical, como não integrarão a base de cálculo para as contribuições do fundo de garantia (FGTS). Pelo PL, também será considerado rendimento, para fins de resgate e de pagamento
do capital segurado, o montante dos recursos constituídos com o valor dos prêmios pagos pelo empregador, caso ele participe, total ou parcialmente, do custeio. Baixa renda Armando Vergilio comenta que o novo produto visa a atender, prioritariamente, as pessoas das classes menos favorecidas, não declarantes pelo formulário completo de ajuste anual do Imposto de Renda, pessoa física. Ele lembra que os trabalhadores de renda média e alta já usufruem hoje da possibilidade de deduzir no Imposto de Renda os valores das contribuições feitas em planos de previdência complementar, dentro do limite máximo de 12% da renda bruta anual. Ainda sobre o novo produto, com isenção tributária sobre os rendimentos, o parlamentar considera importante aproveitar o atual bônus demográfico do País, incentivando o trabalhador a acumular hoje recursos para, quando se retirar do mercado de trabalho, ter condições de pagar as contraprestações de assistência à saúde. E será em um momento, lembra Vergilio, que as despesas médicas serão agravadas pela idade elevada do usuário e pelos aumentos dos custos dos procedimentos médico-hospitalares, certamente sempre acima do reajuste do valor da aposentadoria oficial.
VAREJO
Pan entra na disputa de planos odontológicos Especializada em operações de seguros massificados, a Pan Seguros decidiu ingressar no segmento de odontológico, área sujeita à normatização e fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Lançado em parceria com a Cred-System, especializada na concessão de crédito para consumidores das classes econômicas emergentes, o produto chega ao mercado aliado a uma rede credenciada sem coparticipação (franquia) que abrange 17 mil profissionais cadastrados. O plano tem cobertura clínica para mais de 270 serviços, atendimento de urgência após 24 horas da contratação e carência de 90 dias para início do tratamento. Presidente da seguradora, José Carlos Macedo diz que a
proposta é oferecer um produto de qualidade a preços bastante acessíveis. “No Brasil há uma carência de pessoas com acesso a tratamento dentário. Em 2000 eram apenas 2,7 milhões de beneficiários dessa categoria; já em 2012 o número passou para 18 milhões. Estamos oferecendo um serviço no qual o segurado não tem nenhum custo pelo tratamento”, destaca Macedo. O lançamento do produto chancela a estratégia da Pan Seguros de atuar em setores com grande oportunidade de negócio. “Pretendemos ampliar a presença nas categorias vida em grupo, vida individual, capitalização e garantia estendida, além da dental”, conclui o presidente da Pan Seguros, companhia incorporada ao Banco Pan em 1999.
Levantamento da Minuto.com, corretora de seguros online, feito com base em mais de mil cálculos, avaliou o preço do seguro dos dez carros novos mais vendidos em 2013, em cinco capitais brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo, levando em conta um homem de 30 anos, casado, residente em CEPs específicos e cobertura de R$ 50 mil de danos a terceiros. A cotação foi feita em 12 seguradoras. A pesquisa mostra, por exemplo, que o Fiat Uno, segundo mais vendido no Brasil em 2013, é o carro com a média de seguro mais barata. E o menor preço (em valores absolutos) é praticado no Rio de Janeiro (R$ 1.386,85), seguido de Brasília (R$ 1.457,19) e Fortaleza (R$ 1.491,13). Em São Paulo, a média ficou em R$ 2.144,20, a mais cara, com diferença a maior de quase 55% para a apólice cobra-
da na capital fluminense. O carro mais vendido no País, o Volkswagen Gol, tem o seguro com custo médio mais baixo também na cidade do Rio de Janeiro (R$ 1.601,60). Depois veem Fortaleza (R$ 1.639,94) e Belo Horizonte (R$ 1.755,29). O consumidor paulistano, mais uma vez, é o que paga mais caro pelo produto (R$ 2.695,51), 68% acima do segurado carioca. O Rio de Janeiro, aliás, é a cidade que tem o seguro mais barato entre as capitais que compõem a pesquisa da Minuto Seguros.com, considerando os dez modelos de carros mais vendidos no ano passado, no ranking da Federação Nacional das Distribuidoras de Veículos Automotores (Fenabrave). O Rio só não tem o seguro mais em conta para os veículos Fiat Siena, Volkswagen Fox e Chevrolet Onix, casos em que perde apenas para os preços médios
Curtas
oferecidos em Brasília. Na outra ponta, São Paulo é a cidade que cobra o seguro mais caro, em todos os modelos listados no ranking dos dez automóveis mais vendidos no Brasil no ano passado, liderança que a cidade exerce absoluta, segundo o levantamento da corretora Minuto.com. A diferença de preço mais gritante é a do seguro do Fiat Strada: 71% acima do preço pago no Rio. O valor da apólice pode variar por diversas características do veículo, do segurado e da cobertura. “É preciso estar atento ao movimento do mercado, o comprador deve analisar um seguro mais alinhado ao seu perfil. Atualmente, as seguradoras e corretoras têm oferecido produtos cada vez mais personalizados e criado pacotes com apólices mais abrangentes”, alerta o sócio-diretor da Minuto.com, Marcelo Blay.
CARTEIRA DE AUTOMÓVEL Carro*
Preços Médios do Seguro (R$)** RJ
CE
MG
DF
SP
VW Gol
1.601,60
1.639,94
1.755,29
2.423,07
2.695,51
Fiat Uno
1.386,85
1.491,13
1.642,28
1.457,19
2.144,20
Ford Fiesta
1.432,75
1.599,44
1.582,74
1.489,15
1.997,91
Fiat Palio
1.555,24
1.632,87
1.701,25
1.562,71
2.384,74
Fiat Strada
2.115,03
2.475,53
3.098,15
2.832,25
3.617,89
Fiat Siena
1.738,77
1.687,93
1.817,84
1.682,23
2.784,60
VW Fox
1.509,43
1.500,96
1.590,63
1.482,01
2.121,46
Hyundai HB20
1.533,15
1.662,81
1.702,63
1.563,13
2.211,55
Chevrolet Onix
1.581,34
1.592,70
1.607,15
1.485,43
1.964,30
Renault Sandero
1.568,74
1.771,93
1.794,59
1.609,73
2.048,77
* Modelos mais vendidos em 2013, segundo a Fenabrave ** Preços praticados na capital Fonte: Minuto Seguros.com
PREVIDÊNCIA PRIVADA
Aposentadoria entra na pauta de preocupações do brasileiro A terceira edição da pesquisa da MetLife sobre benefícios disponíveis no mercado para a mão de obra empregada mostra uma crescente preocupação com a aposentadoria complementar. O estudo constata que quase quatro em cada dez trabalhadores brasileiros (39%) mantêm um plano de aposentadoria privado. A proporção representa aumento de 17 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, de 2011, que
apontou que apenas 22% deles possuíam tal benefício. A pesquisa indica ainda que aproximadamente metade dos empregados brasileiros ouvidos pela seguradora relatou ter feito algum planejamento para a aposentadoria, o que significou aumento de 19 pontos percentuais quando comparado há dois anos. A maior preocupação para 75% dos trabalhadores brasileiros em relação à aposentadoria é ter condições de pagar
O atendimento prestado ao consumidor, da contratação ao sinistro, é o que o brasileiro considera mais importante na hora de adquirir um seguro, para 28% dos 3.133 internautas consultado em pesquisa realizada em todo o País pela LeadPix. As coberturas e assistências descritas na apólice ficaram em segundo lugar, com 25%, e a garantia de ter o bem segurado de volta em caso de sinistro ficou em terceiro, com 15%. O preço é o mais importante para 14% dos participantes. Outras 7% das pessoas afirmaram não ter recursos para a contratação do serviço. Para 5% dos entrevistados, o mais importante é a marca da seguradora. Além disso, 4% nunca contrataram uma apólice de seguro ou não têm interesse de contratar. Apenas 2% consideram essencial ser atendido por um corretor de seguros conhecido.
assistência médica, índice cinco pontos acima do resultado de 2011, que à época apurou essa preocupação entre 70% dos pesquisados. O estudo revela também que as mulheres (85%) se preocupam mais com essa questão que os homens (67%). Sobre seguro de vida, a análise da MetLife indica que 60% dos entrevistados afirmaram estar avaliando a necessidade de se contratar essa proteção para a família.
AMERICANA NWL DEVE MULTA BILIONÁRIA Ao considerar a defesa da National Western Life Insurance (NWL) “insuficiente para descaracterizar a infração cometida, além de não ter apresentado elemento probatório novo”, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) manteve a multa bilionária aplicada à empresa norteamericana, no valor de R$ 11,7 bilhões, por ter atuado até 2012 como seguradora no Brasil sem a prévia autorização da autarquia. JLT BRAZIL ASSUME O CONTROLE DA SCK O grupo Jardine Lloyd Thompson, através da JLT Brazil Holdings, adquiriu 75% do controle da SCK Corretora, especializada na área de benefícios e afinidades. Com o negócio, o grupo JLT passa a operar no Brasil com três empresas especializadas nos segmentos de seguro de riscos corporativos, benefícios e afinidades e resseguro. A SCK tem em carteira 100 mil vidas, apenas na área de benefícios, e movimenta prêmios de R$ 190 milhões. AIG FOCA SUBSCRIÇÃO E GESTÃO DE RISCOS A AIG trouxe da filial argentina o engenheiro mecânico Ignacio Becerra para gerenciar a área de energia e de riscos de engenharia no Brasil, respondendo pela gestão e subscrição de riscos das duas carteiras. Além disso, o executivo, que é uruguaio, atuará na prospecção de novos negócios ligados à construção e infraestrutura. PALESTRA GRATUITA SOBRE RAMO RURAL O seminário gratuito ‘Os Desafios do Agronegócio – Subscrição de Riscos e Sustentabilidade’ está programado pra acontecer no próximo dia 18, em Curitiba (PR) e dia 19, em Porto Alegre (RS). No evento, que tem promoção da Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg), especialistas apresentarão o potencial do agronegócio e vão abordar o subsídio ao prêmio do seguro rural. Inscrição em www.funenseg.org.br.
Clipping Venda de autos e comerciais leves sobe 0,98% em janeiro, aponta Fenabrave 4191209 - JORNAL INTERAÇÃO - VEÍCULOS - ARAXÁ - MG - 07/02/2014 - Pág 01 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1X7R4BwBGhGd2gG/oleH7sNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARAXÁ Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 14/02/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\14\4191209.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 30,03 Fechamento: 02/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 30,03 Total: 0,0000
Clipping Janeiro é recorde , mas tendência é de queda 4191472 - JORNAL DA CIDADE - VEÍCULOS - ARACAJÚ - SE - 06/02/2014 - Pág 04 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=1H1zDPMp71Vt4GuYEqB8scNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: ARACAJÚ Estado: SE País: BRASIL Disponibilização: 14/02/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\14\4191472.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 97,44 Fechamento: 02/14 Tiragem: 10000,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 74,90 Total: 0,0000
Clipping Yamaha planeja nacionalizar a FZ-09 para viabilizar modelo para o Brasil 4193758 - INTELOG - WEB - WEB - 13/02/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=uUZ7Sg7R3MzcNDl0pXD7xMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==
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Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 0,00 Fechamento: 02/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 50,00 Total: 0,0000
13/02/2014
Yamaha planeja nacionalizar a FZ-09 para viabilizar modelo para o Brasil Tecnologia Moto possui motor de 3 cilindros, 847 cc e 115 cavalos de potência. Em 2014, marca pretende ter aumento de 32,9% nas vendas. Rafael Miotto Do G1, em Florianópolis (SC )
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Yamaha FZ-09 apareceu no Salão Duas Rodas 2013 (Foto: Raul Zito/G1) Após incrementar a linha de baixa cilindrada com as novas XTZ C rosse r 150 e Faze r 150 , a Yamaha também pretende investir em novidades para o segmento de alta cilindrada. Um dos lançamentos para o Brasil pode ser a FZ-09, m ode lo que a m arca m ostrou no Salão Duas R odas de 2013, e m São Paulo . C onhecida como MT09 em alguns mercados, o modelo é uma das principais novidades mundiais da empresa nos últimos anos.
saiba mais AVALIAÇ ÃO : XTZ C R O SSER 150 Ve ja 45 fotos da XTZ C rosse r 150 Im pre ssõe s: Faze r 150
"É melhor produzir aqui (a FZ-09) para termos um preço competitivo", disse Shigeo Hayakawa, diretorpresidente da Yamaha ao G1. Apesar de ainda não confirmar a data de chegada da moto ao mercado brasileiro, o executivo disse que a moto pode chegar ainda em 2014 ou no próximo ano.
Yamaha FZ-09 (Foto: Raul Zito/G1) Lançada m undialm e nte e m 2013, a FZ-09 promoveu uma revolução de conceito na Yamaha ao voltar a
utilizar um motor de 3 cilindros em sua linha. Representando a categoria naked, sem carenagens e com esportividade, a moto possui um propulsor de 847 cc, capaz de gerar 115 cavalos de potência a 10.000 rpm e 8,9 kgfm a 8.500 rpm. C om tanque capaz de levar até 14 litros de combustível, a naked tem peso divulgado de 188 kg (standard) e 191 kg (ABS). Entre as vantage ns do m otor trê s cilindros e stá a de se r um m e io-te rm o e m re lação aos proje tos de 2 e 4 cilindros . A ideia é possibilitar torque similar ao de um 2 cilindros, mantendo medidas compactas, com potência próxima ao de um 4 cilindros. C om a chegada de novos modelos, a Yamaha pretende fechar o ano de 2014 com 220 mil unidades vendidas no Brasil, o que representaria alta de 32,9% sobre as 165.539 unidades de 2013, de acordo com números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Tendências da YBR 125 europeia, produzida na China, não serão aplicadas no Brasil (Foto: Divulgação) YBR 125 No início de 2014, a Yam aha lançou na Europa um a ve rsão atualizada da YBR 125 , que recebeu, entre outras mudanças, um farol dianteiro com carenagens. De acordo com Hayakawa, a fabricante não planeja trazer esta versão da moto ao Brasil, que se manterá com o tradicional farol redondo no país. O modelo europeu é produzido atualmente na C hina e traz injeção eletrônica em seu conjunto, advento que ainda não está presente na YBR 125 brasileira. No ano passado, a Yamaha fez um pequeno "face-lift" (pequenas mudanças) na YBR 125 no Brasil.
FZ-09 é vendida com o nome de MT-09 na Europa (Foto: Divulgação) Por Rafael Miotto Do G1, em Florianópolis (SC )
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http://g1.globo.com/carros/motos/noticia/2014/02/yamaha-planeja-nacionalizar-fz-09-paraviabilizar-modelo-para-o-brasil.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/02/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\14\4193757.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 55,00 Fechamento: 02/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 55,00 Total: 0,0000
AutoEsporte Motos 13/02/2014 11h32 - Atualizado em 13/02/2014 12h54
Yamaha planeja nacionalizar a FZ-09 para viabilizar modelo para o Brasil Moto possui motor de 3 cilindros, 847 cc e 115 cavalos de potência. Em 2014, marca pretende ter aumento de 32,9% nas vendas. Rafael Miotto Do G1, em Florianópolis (SC) Tweet 16 comentários
Yamaha FZ-09 apareceu no Salão Duas Rodas 2013 (Foto: Raul Zito/G1) Após incrementar a linha de baixa cilindrada com as novas XTZ Crosser 150 e Fazer 150, a Yamaha também pretende investir em novidades para o segmento de alta cilindrada. Um dos lançamentos para o Brasil pode ser a FZ-09, modelo que a marca mostrou no Salão Duas Rodas de 2013, em São Paulo.
Conhecida como MT-09 em alguns mercados, o modelo é uma das principais novidades mundiais da empresa nos últimos anos. saiba mais AVALIAÇÃO: XTZ CROSSER 150 Veja 45 fotos da XTZ Crosser 150 Impressões: Fazer 150 "É melhor produzir aqui (a FZ-09) para termos um preço competitivo", disse Shigeo Hayakawa, diretorpresidente da Yamaha ao G1. Apesar de ainda não confirmar a data de chegada da moto ao mercado brasileiro, o executivo disse que a moto pode chegar ainda em 2014 ou no próximo ano.
Yamaha FZ-09 (Foto: Raul Zito/G1) Lançada mundialmente em 2013, a FZ-09 promoveu uma revolução de conceito na Yamaha ao voltar a utilizar um motor de 3 cilindros em sua linha. Representando a categoria naked, sem carenagens e com esportividade, a moto possui um propulsor de 847 cc, capaz de gerar 115 cavalos de potência a 10.000 rpm e 8,9 kgfm a 8.500 rpm. Com tanque capaz de levar até 14 litros de combustível, a naked tem peso divulgado de 188 kg (standard) e 191 kg (ABS). Entre as vantagens do motor três cilindros está a de ser um meio-termo em relação aos projetos de 2 e 4 cilindros. A ideia é possibilitar torque similar ao de um 2 cilindros, mantendo medidas compactas, com potência próxima ao de um 4 cilindros. Com a chegada de novos modelos, a Yamaha pretende fechar o ano de 2014 com 220 mil unidades vendidas no Brasil, o que representaria alta de 32,9% sobre as 165.539 unidades de 2013, de acordo com números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
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http://revistaautoesporte.globo.com/Analises/noticia/2014/02/aceleramos-o-novo-jac-t8maxivan-que-parte-de-r-114990.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 14/02/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\02\14\4193759.pdf
Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 147,00 Fechamento: 02/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 147,00 Total: 0,0000
ACELERAMOS O NOVO JAC T8, “MAXIVAN” QUE PARTE DE R$ 114.990 Com novo modelo, montadora chinesa diz pretender inaugurar nicho inexistente no mercado nacional; veículo já é oferecido nas concessionárias
por GIULIA LANZUOLO Tweet
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13/02/2014 09h56
JAC T8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)
“Nos Estados Unidos, quando você pede um taxi, o carro que te busca é uma van de teto alto, e não um [Toyota] Corolla”, disse Sérgio Habib, presidente nacional da JAC, na terça-feira (11), no lançamento do T8, definida como uma "maxivan de luxo" com capacidade para 7 passageiros e até 4.800 litros de bagagem. A fala mostra o nicho em que a montadora chinesa pretende investir antes se concentrar nas atividades de sua fábrica em Camaçari (BA), prevista para este ano.
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De acordo com a JAC, este é um segmento inexplorado no Brasil, que hoje corresponde a cerca de 2% dos veículos de passeio emplacados na Europa. Por aqui, o setor seria representado por modelos comerciais adaptados ao transporte de passageiros, como Fiat Ducato, Peugeot Boxer, Mercedes
Sprinter e Renault Master, cujos preços transitam na casa dos R$ 100 mil. No Velho Continente, Ford, Mercedes-Benz e Volkswagen lideram essa fração do mercado, mas não parecem ter em vista importação ou fabricação das vans de teto alto no Brasil. Segundo Habib, o principal motivador é o alto preço. Em terras tupiniquins, a VW Multivan 2.0 TSI Highline, por exemplo, custaria cerca de R$ 170 mil. JAC J6 OU CHEVROLET SPIN: QUAL FAMILIAR COMPRAR?
Com 0,45% do mercado nacional e 15.980 veículos emplacados em 2013 (a cota é de 20 mil unidades importadas), a JAC entra nesse território inexplorado com sua maxivan equipada com motor 2.0 16V turbo com intercooler, de 175 cv a 5.400 rpm e 26,51 kgfm entre 2 mil e 4 mil giros, tração traseira e câmbio manual de seis velocidades. Confira como o modelo se sai em equipamentos, espaço e desempenho.
JAC T8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)
JAC T8 na estrada O pacote recheado de itens de série e o acabamento razoável mostram a que o T8 veio. Com meta de 180 unidades mensais, a JAC mira nos hotéis, transfers de luxo, empresas de transporte de executivos e até grandes famílias. De fábrica, a maxivan traz assento do motorista e passageiro com ajuste elétrico de altura, aquecimento nos bancos dianteiros, volante com regulagem de altura, porta revistas, barras longitudinais no teto, luzes de leitura, faróis e lanternas de neblina, desembaçador e limpador traseiro, trio elétrico, direção hidráulica, freios ABS com EBD, rádio MP3, iPod e USB, entre outros. Entre os opcionais, há bancos de couro e volante multifuncional. Percorremos um trecho de aproximadamente 200 km com a maxivan e se há uma virtude nesse utilitário ostentação, ela é o espaço. As amplas portas deslizantes dos dois lados, os itens de série e o entre-eixos de 3,08 m traz conforto aos sete passageiros, dipostos no esquema 2-2-3. Com 5,1 metros de comprimento, 1,84 metro de largura e 1,97 metro de altura, o T8 carrega 1.310 litros de bagagem em sua configurão padrão. Com os bancos traseiros removidos, o número sobe
JAC T8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)
para 3.550. Quando restam apenas os assentos dianteiros, ele fica com 4.800 litros. As poltronas da segunda fileira rodam 360 graus mas, nessa posição, não há pontos invertidos para o cinto de segurança. A insegurança persiste na frenagem. Para garantir respostas, é preciso pisar fundo com um bocado de antecedência. A estrutura do modelo, claro, não é das mais estáveis. Mesmo com tração traseira e EBD nos freios, não é boa ideia abusar nas curvas, já que a suspensão transfere os ruídos do solo sem dó à carroceria. Soma-se a isso a direção trepidante de um volante que estava muito descalibrado no test-drive. Esse JAC exige cautela. O motor 2.0 turbo, em contrapartida, dá conta do recado e nas trocas de marcha dispara um ruído agradável, com um quê espacial. O problema fica nas retomadas, dificultadas pelo torque demorado e pelo câmbio com engates duros e desconfortáveis. O JAC T8 se propõe a ser uma van coorporativa mais intimista, luxuosa , confortável e compacta que os competidores citados. Apesar do bom pacote de equipamentos, falta esmero no acabamento. Um dos apoios de braço se despreendeu do banco durante o test-drive, além de apresentar costuras remendadas. A montadora chinesa também deveria permitir que os cintos de segurança funcionassem com os bancos traseiros invertidos. No mais, é preciso tempo para ver como o modelo impactará o mercado das vans focadas no transporte de passageiros, hoje dominado
JAC T8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)
JAC T8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)
pelo Fiat Ducato, que neste ano já emplacou 1.230 unidades, segundo a Fenabrave.