Clipping Fenabrave 21.03.2014

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Clipping Loja dá até sensor de ré e GPS para fechar venda 4239287 - VALOR ECONÔMICO - FINANÇAS - SÃO PAULO - SP - 21/03/2014 - Pág C3 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5JflacyFUKYoLAaFNgcD3cNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\21\4239287.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000


Jornal Valor --- Página 3 da edição "21/03/2014 1a CAD C" ---- Impressa por Dprado às 20/03/2014@20:27:11 Jornal Valor Econômico - CAD C - FINANCAS - 21/3/2014 (20:27) - Página 3- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

Sexta-feira e fim de semana, 21, 22 e 23 de março de 2014

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Valor

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C3

Finanças Crédito Aumento nos juros pressionou fatia de mercado dessas instituições em janeiro e fevereiro

Banco de montadora perde participação Felipe Marques e Eduardo Laguna De São Paulo Os bancos de montadora perderam mercado nos primeiros meses de 2014, depois de registrar, em dezembro, a maior participação nas vendas financiadas que se tem notícia. No último mês de 2013, os bancos das fabricantes foram responsáveis por 43% dos veículos novos financiados. Em fevereiro, a fatia caiu para 36,2% do mercado. Os dados são da Cetip e foram obtidos pelo Valor com o mercado. Ainda assim, é larga a distância entre os bancos de montadora e as demais instituições financeiras que atuam na modalidade. O segundo lugar é o Itaú Unibanco, que registrou uma participação de 6,9% em fevereiro, e foi o que mais ganhou espaço das montadoras no período. Parte dessa perda de mercado está ligada ao encarecimento das taxas juros cobradas pelas instituições financeiras ligadas às fabricantes, embora ainda sigam abaixo do que cobram os bancos comerciais. Em média, em janeiro, a taxa de juros praticada pelos bancos de montadora ficou em 1,32% ao mês, segundo a Anef, associação que reúne essas instituições. Em dezembro, estava em 1,27%, e em janeiro do ano passado, 1,25%. Importante lembrar que, quando a montadora subsidia as taxas, elas podem ficar entre 0,7% e 0,9% ao mês. Já entre os cinco maiores bancos do país, a média das taxas para fi-

nanciamento de veículos estava em 1,60% ao mês em janeiro, ante 1,33% cerca de um ano antes. A questão é que, independentemente da briga entre os dois tipos de bancos, o crédito de veículos continua em queda. Sinal que a competição está longe de levar as instituições a relaxarem os critérios de concessão. Em janeiro, o saldo da modalidade registrava R$ 193 bilhões, queda de 0,2% em 12 meses. “Em 2014 o saldo da carteira deve cair novamente, mas menos que em 2013. Em 2015 deve atingir o ponto de equilíbrio”, afirma Ronaldo Rondinelli, superintendente executivo da Santander Financiamentos. “Como as entradas são maiores, os volumes financiados caem. Já a qualidade do crédito melhora”, diz. Para o executivo, o ano deve trazer uma janela para atuação no mercado de usados, com o aumento do preço do carro novo. “Agora que a inadimplência diminuiu, a tendência é que o nosso apetite comece a aumentar”, diz o executivo do banco espanhol. No mercado, a taxa de calotes na modalidade, que teve o pico de 7,23% em junho de 2012, fechou janeiro em 5,17%, segundo o BC. “Nós temos apetite pelos bons riscos, mas não competimos em taxas com os bancos de montadora”, afirma Edmar Casalatina, diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil. “O que fazemos em alguns casos é dar uma carência de 180 dias para que ele comece a pagar. Mas não posso nem pensar em

agravar o risco da nossa carteira”, diz. A inadimplência do BB na modalidade está em 1,8% — comparável a de um banco de montadora. Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef, afirma que entre os bancos de montadora também não há possibilidade de se alongar prazos, ou mesmo aceitar clientes de maior risco, para aumentar vendas. “A experiência de 2010 e 2011 teve uma conta alta que foi paga logo em seguida, com o aumento da inadimplência”, diz. A demanda também está mais fraca e nos primeiros meses deste ano houve queda de 16% no número de propostas de tomadores, ante agosto a novembro do ano passado, diz. “A subida da taxa básica de juros fez o custo de subsidiar a taxa inteira ficar mais salgado”, diz Carbonari, que também preside o Banco Volkswagen. Nem a possibilidade de captar com as matrizes no exterior alivia o peso do subsídio “Se eu capto lá fora, preciso comprar a proteção contra variação cambial”, diz, ponderando que o custo chega a 100% da taxa interfinanceira (CDI), referência para empréstimos locais. “É um valor alto para subsidiar integralmente.” Além de deixar a “taxas zero” para casos mais pontuais, os bancos de montadora aumentaram a exigência de entrada (de 30% para algo em torno de 50%) e apertaram os prazos nas ofertas subsidiadas, afirma Carbonari. Segundo a Fenabrave, que reúne as concessionárias, promo-

BNDES vai lançar fundo de debênture

Marcha à ré

Crédito de veículos fica mais caro e encolhe Taxas (em % ao mês) Bancos de Montadora (Anef)

Bancos Comerciais*

1,7

1,7

1,6

1,6

1,5

1,5

1,4

1,4

1,32

1,25

1,3

1,60 1,33

1,3

1,2

1,2

1,1

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1,0

1,0

Jan/13

Jan/14

Jan/13

Jan/14

Marta Nogueira Do Rio

Market Share (veículos leves novos - em %) Fev/13

Jan/14

Fev/14

28,3%

39,8%

36,2%

Bancos de motadora

Bancos de motadora

Bancos de motadora

Vendas financiadas (veículos novos - em %) 65

63 60

60

55 57

55

56

56

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Fev/13

Abr/13

Jun/13

50

Ago/13

Out/13

Dez/13

Fev/14

Estoque de crédito de veículos (em R$ bi) 240

180,10

200

120

193,47

193,01

Jan/13

Jan/14

142,92

160

82,71

81,63

Jan/08

Jan/09

80

95,67

40 0

Jan/10

Jan/11

Jan/12

Fonte: Anef, BC e Cetip. *Considera apenas os cinco maiores (Itaú, Bradesco, Santander, BB e CEF)

ções com “taxa zero” no financiamento refletem mais uma estratégia das marcas para vender seus produtos do que uma melhora no ambiente de crédito. De acordo com Flavio Meneghetti, presidente da associação, os bancos seguem com o mesmo padrão de seletividade do ano passado. Concessionárias relatam a aprovação de 50% a 60% dos pedidos de financiamento. Meneghetti não acredita que essas promoções vão se manter por muito tempo, já que são custosas para a indústria. “Não dá para fazer milagre.”

Dominique Signora, diretor geral da RCI Brasil, financeira das montadoras Renault e Nissan, afirma que a instituição tem, sim, linhas com prazos de até 72 meses ou outras em que exigência de entrada é menor. Mas que mesmo nessas situações, o controle da inadimplência é essencial “Esse será um ano de estabilidade no mercado e esperamos manter a inadimplência ao redor de 1,3%”, diz, engrossando o coro dos que viram o aumento do juro básico dificultar o subsídio das taxas.

Loja dá até sensor de ré e GPS para fechar venda De São Paulo Taxa zero, financiamento com troco, descontos no preço de tabela, IPVA do ano grátis e, até mesmo, acessórios dados como cortesia. São muitos os incentivos oferecidos pelas marcas, mas, ainda assim, insuficientes para aquecer as vendas de carros. Após registrar em 2013 a primeira queda em dez anos, o mercado segue sem reagir neste ano e voltou a ficar no vermelho quando se esgotaram os automóveis com as alíquotas antigas do Imposto sobre Produtos Indus-

trializados (IPI), aqueles que vinham puxando os resultados. A recomposição do tributo, junto com o ambiente de crédito ainda difícil, reduziu o apetite de um consumidor que já estava menos propenso a gastar por estar mais endividado e menos confiante na economia. As montadoras tiveram, então, que ser mais criativas — e também agressivas — para trazer esse público de volta às lojas. “Temos que surpreender o consumidor e oferecer a ele alternativas a essa realidade”, afirma Santiago Chamorro, presidente da Ge-

neral Motors (GM) no Brasil. Uma das soluções trabalhadas pela montadora foi retomar a chamada “troca com troco”, na qual o cliente entrega seu carro como entrada na compra de um modelo novo, financia o restante e ainda sai da concessionária com dinheiro no bolso. Chamorro diz que, desde a última sexta-feira, cerca de 1,7 mil contratos foram fechados nessa modalidade. A GM avalia estender por mais tempo a promoção. Nas lojas da Renault, é possível comprar o hatch Sandero, na versão 1.0, com o IPVA já pago.

Já em uma concessionária da Fiat no Tatuapé, zona leste paulistana, o gerente de vendas Armando Abbondanza conta que, para fechar vendas, chega a oferecer sensor de ré e sistemas de localização GPS como cortesia. Montadoras e revendas têm atribuído a acomodação do mercado à seletividade dos bancos, agora menos permissivos do que foram entre 2009 e 2011 para evitar novo avanço da inadimplência. A saída para essa situação, na avaliação do setor, pode começar com a reabilitação do

arrendamento mercantil (leasing) para pessoa física. Segundo o Valor apurou, um grupo envolvendo o Ministério da Fazenda, a Fenabrave — entidade que abriga as concessionárias —, e os bancos trabalham nas mudanças que seriam necessárias para diminuir a insegurança jurídica na modalidade. Dúvidas sobre a cobrança de multas e licenciamento, por exemplo, fizeram os bancos engavetar o leasing da pessoa física, que já chegou a responder por 30% das vendas de carros. (FM e EL)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê lançar no segundo semestre deste ano um fundo com debêntures de infraestrutura que a instituição tem em carteira. A informação é do diretor Julio Ramundo. A forma como esse fundo será lançado não foi especificada pelo diretor. A iniciativa é fruto das medidas que vêm sendo tomadas pelo BNDES com o objetivo de fomentar o mercado de capitais e trazer nova fonte de recursos para financiamento de longo prazo, que hoje fica muito centrado no banco. A ideia é, com isso, estimular o mercado secundário de debêntures. “Tão logo a gente tenha em carteira um determinado montante, vamos levar imediatamente a mercado”, disse Ramundo. “É provável que no segundo semestre deste ano a gente já tenha condições de levar parte desses ativos a mercado”, afirmou. Segundo o BNDES, entretanto, ainda não é possível afirmar se será feita uma oferta pública. O banco incentiva que os tomadores de crédito também façam emissões de debêntures. Ramundo destacou que o BNDES acredita que os títulos corporativos, em geral, vão crescer nos próximos anos. “O BNDES, devido a questões de orçamento e de necessidade de promoção de investimentos, vai cada vez mais ser parceiro e participar dessa procura por financiamento que contemple debêntures”, afirmou Ramundo. O diretor disse ainda que o banco deve anunciar, na próxima semana, uma nova “grande” operação na área de biotecnologia ligada a agricultura. “Poucos analistas notaram mudanças nas nossas políticas de investimentos”, afirmou o executivo. Segundo ele, o banco fez investimentos “bastante significativos” em empresas de base tecnológica, como Granbio e SIX Semicondutores, e também na área de infraestrutura, como na Triunfo Participações e na Odebrecht TransPort. “Foram investimentos arrojados e inovadores”, afirmou.

Fator unifica área de distribuição Mercado debate intenções da fala em nova reorganização interna de Yellen após o encontro do Fed Téo Takar De São Paulo O Banco Fator vai reorganizar sua área de distribuição de produtos, concentrando sob o banco as atividades que hoje estão dispersas entre a corretora e o segmento de administração de recursos (FAR). Além de enxugar custos, a medida deve melhorar o atendimento aos clientes e dar mais agilidade às operações da instituição. “Queremos renovar a forma como nos relacionamos com nossos clientes”, afirma o chefe da área de distribuição do Fator, Paulo Fróes. “Bancos pequenos e médios, como o Fator, precisam se diferenciar dos grandes na forma de enxergar o cliente e de atender às suas necessidades.” Ele relata que uma das queixas recorrentes era que o atendimento a um mesmo cliente era feito por mais de um funcionário do Fator.

“Você tinha uma pessoa de renda fixa visitando o cliente pela manhã, outra de equity à tarde. E cada área tinha uma forma de falar com esse cliente. Passava até uma imagem de desorganização do banco”, conta. “Temos capacidade de entregar produtos customizados. Notamos que alguns clientes ainda não conheciam todas as áreas de atuação e serviços do banco.” O executivo, com 14 anos de experiência no mercado e passagens pelos bancos Votorantim, Santander e Citibank, conta que o porte do Fator exige uma estrutura de distribuição mais enxuta, especialmente nas atuais condições do mercado. “Grandes bancos têm áreas duplicadas, mas têm escala para isso. Num banco médio, não se espera que haja duplicidade no atendimento. E 2014 promete ser um ano especialmente difícil para os bancos, pelo menor número de dias úteis e eventos como a Copa e

as eleições. É preciso criatividade, agregar valor para ser rentável.” Segundo Fróes, a mudança na distribuição vem sendo pensada há pouco mais de um ano, dentro de um plano estratégico de reposicionamento do Banco Fator no mercado. “Queremos fomentar a distribuição e também a sindicalização [atuação em operações conjuntas com outros bancos].” Esta é a segunda reorganização do Fator em menos de dois anos. No fim de 2012, Lika Takahashi deixou o comando da área de análise da corretora. Paulo Gala assumiu como estrategista e Daniel Utsch, como chefe de análise. Além de concentrar o foco em “small caps” — ações de empresas de menor porte, mas com potencial de alta —, a área ampliou a cobertura para títulos públicos e papéis de renda fixa. Nesta nova reestruturação, Fernando José e Luiz Santarém deixaram a FAR.

Declaração de Propósito Antonio Daissuke Tokuriki , brasileiro, casado, bancário, RG 8.595.065-8/SSP-SP, CPF 112.458.198/79, com domicílio na Avenida Paulista, 1.450, 5o andar, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01310-100; e Edson Marcelo Moreto , brasileiro, casado, bancário, RG 19.121.312-3/SSP-SP, CPF 091.302.478/37, com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029900, D E C L A R A M suas intenções de exercerem cargo de Administração no Banco Bradesco S.A., CNPJ n o 60.746.948/000112 , e que preenchem as condições estabelecidas no Artigo 2o do Regulamento Anexo II à Resolução n o 4.122, de 2 de agosto de 2012. E S C L A R E C E M que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da divulgação, por aquela Autarquia, de comunicado público acerca desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que os declarantes podem, na forma da legislação em vigor, terem direito a vistas do processo respectivo. Banco Central do Brasil - Departamento de Organização do Sistema Financeiro - Gerência Técnica em São Paulo - I - Avenida Paulista, 1.804, Térreo, São Paulo, SP. Osasco, SP, 20 de março de 2014. aa) Antonio Daissuke Tokuriki e Edson Marcelo Moreto.

Análise Roberta Costa De São Paulo A surpresa vinda com a primeira reunião de Janet Yellen no comando do Federal Reserve (Fed, o BC americano) continuou a reverberar pelos ativos ontem. Como notaram vários veículos de imprensa, Yellen falou por uma hora na coletiva após a reunião de quarta e o mercado só ouviu duas palavras: seis meses. Portanto, a depender de quando será o fim do programa de compra de ativos, os juros começariam a ser elevados no início ou no fim do segundo trimestre de 2015. Ou seja, mantido o passo de redução das compras em US$ 10 bilhões a cada reunião, sobrariam apenas US$ 5 bilhões para dezembro. Ou, o Fed optaria por terminar o programa em outubro. Será que a conta é tão simples assim? Certamente não. Uma primeira observação é que o QE (afrouxamento monetário) não tem passo definido. Pode, portanto, ser acelerado ou adiado em reação às variáveis econômicas. Mais forte ainda são as ressalvas que a própria presidente do Fed fez, ao responder o que seria um período prolongado de tempo de manutenção dos juros depois do fim do QE. Analistas do Rabobank, em nota, dizem que o horizonte de seis meses “deve ser tratado com alguma cautela, uma vez que não sur-

giu de uma declaração preparada, mas de ‘improviso’ na conferência de imprensa”. Para o banco, levando em consideração o histórico do Fed em ser muito otimista, a primeira alta de juros acontecerá no quarto trimestre de 2015. O comunicado do Fed realmente não deu pistas de que a autoridade caminha para acelerar a normalização dos juros — até porque explicitou a intenção do BC americano em manter a política acomodatícia mesmo após a economia retornar à sua tendência de longo prazo. Mas os “gráficos de pontos” (que mostram a distribuição de expectativas dos membros do BC para a alta da Fed Fund Rate) e os “seis meses” de Yellen mandaram outra mensagem para os agentes. Relembrando o que sucedeu após a fala de Ben Bernanke em maio do ano passado, será que houve um erro de comunicação agora? David Zervos, do Jefferies, deu nota “C-” para Yellen em relatório a clientes: “Como [dizer] que as intenções políticas não foram alteradas?”, disse, referindo-se à alta da projeção de juros. “Se sua intenção era não indicar qualquer mudança então ela [Yellen] fez um trabalho horrível.” Julia Coronado, economista para os EUA do BNP Paribas, diz em nota que “o Fed provavelmente foi surpreendido pela dura reação do mercado ao anúncio de março” e que o foco do merca-

do nas projeções de juros do Fomc não é novidade para o Fed. Para a instituição, foi uma surpresa que um comitê que queria os mercados tranquilos tenha feito tantas mudanças nas suas projeções de juros. Sobre os “seis meses”, embora Yellen tenha incentivado as pessoas a não se concentrar nas previsões, mas no comunicado da reunião como principal forma de comunicação, sua fala precipitou uma segunda onda de vendas no mercado: “Como aprendemos no ano passado, muitas vezes é difícil colocar gênios da comunicação de volta na garrafa”. Como o banco tem previsões de crescimento e inflação inferiores às do Fed, manteve sua expectativa de alta para apenas o 1 o trimestre de 2016, terminando o ano em 1,25%. Já o Nomura antecipou seu “call” de juros do terceiro trimestre para o segundo trimestre de 2015. “Acreditamos que as mudanças no comunicado não tinham a intenção de indicar uma mudança nas prioridades de política. No entanto, as mudanças nas previsões da taxa de juros do Fed sugerem uma função reação um pouco mais agressiva do que havíamos percebido anteriormente”. Todo esse debate vai continuar aquecido. Por ora, segundo pesquisa da Reuters feita logo após a reunião com 17 “primary dealers”, 10 esperam alta de juros no segundo semestre de 2015 e quatro mantêm expectativa para 2016.


Clipping Banco de montadora perde participação 4239265 - VALOR ECONÔMICO - FINANÇAS - SÃO PAULO - SP - 21/03/2014 - Pág C3 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5JflacyFUKbH3GwoB1+sdMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Felipe Marques e Eduardo Lagua Cidade: SÃO PAULO Estado: SP País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\21\4239265.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 1005,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 61544,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 1005,00 Total: 0,0000


Jornal Valor --- Página 3 da edição "21/03/2014 1a CAD C" ---- Impressa por Dprado às 20/03/2014@20:27:11 Jornal Valor Econômico - CAD C - FINANCAS - 21/3/2014 (20:27) - Página 3- Cor: BLACKCYANMAGENTAYELLOW Enxerto

Sexta-feira e fim de semana, 21, 22 e 23 de março de 2014

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Finanças Crédito Aumento nos juros pressionou fatia de mercado dessas instituições em janeiro e fevereiro

Banco de montadora perde participação Felipe Marques e Eduardo Laguna De São Paulo Os bancos de montadora perderam mercado nos primeiros meses de 2014, depois de registrar, em dezembro, a maior participação nas vendas financiadas que se tem notícia. No último mês de 2013, os bancos das fabricantes foram responsáveis por 43% dos veículos novos financiados. Em fevereiro, a fatia caiu para 36,2% do mercado. Os dados são da Cetip e foram obtidos pelo Valor com o mercado. Ainda assim, é larga a distância entre os bancos de montadora e as demais instituições financeiras que atuam na modalidade. O segundo lugar é o Itaú Unibanco, que registrou uma participação de 6,9% em fevereiro, e foi o que mais ganhou espaço das montadoras no período. Parte dessa perda de mercado está ligada ao encarecimento das taxas juros cobradas pelas instituições financeiras ligadas às fabricantes, embora ainda sigam abaixo do que cobram os bancos comerciais. Em média, em janeiro, a taxa de juros praticada pelos bancos de montadora ficou em 1,32% ao mês, segundo a Anef, associação que reúne essas instituições. Em dezembro, estava em 1,27%, e em janeiro do ano passado, 1,25%. Importante lembrar que, quando a montadora subsidia as taxas, elas podem ficar entre 0,7% e 0,9% ao mês. Já entre os cinco maiores bancos do país, a média das taxas para fi-

nanciamento de veículos estava em 1,60% ao mês em janeiro, ante 1,33% cerca de um ano antes. A questão é que, independentemente da briga entre os dois tipos de bancos, o crédito de veículos continua em queda. Sinal que a competição está longe de levar as instituições a relaxarem os critérios de concessão. Em janeiro, o saldo da modalidade registrava R$ 193 bilhões, queda de 0,2% em 12 meses. “Em 2014 o saldo da carteira deve cair novamente, mas menos que em 2013. Em 2015 deve atingir o ponto de equilíbrio”, afirma Ronaldo Rondinelli, superintendente executivo da Santander Financiamentos. “Como as entradas são maiores, os volumes financiados caem. Já a qualidade do crédito melhora”, diz. Para o executivo, o ano deve trazer uma janela para atuação no mercado de usados, com o aumento do preço do carro novo. “Agora que a inadimplência diminuiu, a tendência é que o nosso apetite comece a aumentar”, diz o executivo do banco espanhol. No mercado, a taxa de calotes na modalidade, que teve o pico de 7,23% em junho de 2012, fechou janeiro em 5,17%, segundo o BC. “Nós temos apetite pelos bons riscos, mas não competimos em taxas com os bancos de montadora”, afirma Edmar Casalatina, diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil. “O que fazemos em alguns casos é dar uma carência de 180 dias para que ele comece a pagar. Mas não posso nem pensar em

agravar o risco da nossa carteira”, diz. A inadimplência do BB na modalidade está em 1,8% — comparável a de um banco de montadora. Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef, afirma que entre os bancos de montadora também não há possibilidade de se alongar prazos, ou mesmo aceitar clientes de maior risco, para aumentar vendas. “A experiência de 2010 e 2011 teve uma conta alta que foi paga logo em seguida, com o aumento da inadimplência”, diz. A demanda também está mais fraca e nos primeiros meses deste ano houve queda de 16% no número de propostas de tomadores, ante agosto a novembro do ano passado, diz. “A subida da taxa básica de juros fez o custo de subsidiar a taxa inteira ficar mais salgado”, diz Carbonari, que também preside o Banco Volkswagen. Nem a possibilidade de captar com as matrizes no exterior alivia o peso do subsídio “Se eu capto lá fora, preciso comprar a proteção contra variação cambial”, diz, ponderando que o custo chega a 100% da taxa interfinanceira (CDI), referência para empréstimos locais. “É um valor alto para subsidiar integralmente.” Além de deixar a “taxas zero” para casos mais pontuais, os bancos de montadora aumentaram a exigência de entrada (de 30% para algo em torno de 50%) e apertaram os prazos nas ofertas subsidiadas, afirma Carbonari. Segundo a Fenabrave, que reúne as concessionárias, promo-

BNDES vai lançar fundo de debênture

Marcha à ré

Crédito de veículos fica mais caro e encolhe Taxas (em % ao mês) Bancos de Montadora (Anef)

Bancos Comerciais*

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Marta Nogueira Do Rio

Market Share (veículos leves novos - em %) Fev/13

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28,3%

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Bancos de motadora

Bancos de motadora

Bancos de motadora

Vendas financiadas (veículos novos - em %) 65

63 60

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Fev/13

Abr/13

Jun/13

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Estoque de crédito de veículos (em R$ bi) 240

180,10

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Jan/13

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142,92

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40 0

Jan/10

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Fonte: Anef, BC e Cetip. *Considera apenas os cinco maiores (Itaú, Bradesco, Santander, BB e CEF)

ções com “taxa zero” no financiamento refletem mais uma estratégia das marcas para vender seus produtos do que uma melhora no ambiente de crédito. De acordo com Flavio Meneghetti, presidente da associação, os bancos seguem com o mesmo padrão de seletividade do ano passado. Concessionárias relatam a aprovação de 50% a 60% dos pedidos de financiamento. Meneghetti não acredita que essas promoções vão se manter por muito tempo, já que são custosas para a indústria. “Não dá para fazer milagre.”

Dominique Signora, diretor geral da RCI Brasil, financeira das montadoras Renault e Nissan, afirma que a instituição tem, sim, linhas com prazos de até 72 meses ou outras em que exigência de entrada é menor. Mas que mesmo nessas situações, o controle da inadimplência é essencial “Esse será um ano de estabilidade no mercado e esperamos manter a inadimplência ao redor de 1,3%”, diz, engrossando o coro dos que viram o aumento do juro básico dificultar o subsídio das taxas.

Loja dá até sensor de ré e GPS para fechar venda De São Paulo Taxa zero, financiamento com troco, descontos no preço de tabela, IPVA do ano grátis e, até mesmo, acessórios dados como cortesia. São muitos os incentivos oferecidos pelas marcas, mas, ainda assim, insuficientes para aquecer as vendas de carros. Após registrar em 2013 a primeira queda em dez anos, o mercado segue sem reagir neste ano e voltou a ficar no vermelho quando se esgotaram os automóveis com as alíquotas antigas do Imposto sobre Produtos Indus-

trializados (IPI), aqueles que vinham puxando os resultados. A recomposição do tributo, junto com o ambiente de crédito ainda difícil, reduziu o apetite de um consumidor que já estava menos propenso a gastar por estar mais endividado e menos confiante na economia. As montadoras tiveram, então, que ser mais criativas — e também agressivas — para trazer esse público de volta às lojas. “Temos que surpreender o consumidor e oferecer a ele alternativas a essa realidade”, afirma Santiago Chamorro, presidente da Ge-

neral Motors (GM) no Brasil. Uma das soluções trabalhadas pela montadora foi retomar a chamada “troca com troco”, na qual o cliente entrega seu carro como entrada na compra de um modelo novo, financia o restante e ainda sai da concessionária com dinheiro no bolso. Chamorro diz que, desde a última sexta-feira, cerca de 1,7 mil contratos foram fechados nessa modalidade. A GM avalia estender por mais tempo a promoção. Nas lojas da Renault, é possível comprar o hatch Sandero, na versão 1.0, com o IPVA já pago.

Já em uma concessionária da Fiat no Tatuapé, zona leste paulistana, o gerente de vendas Armando Abbondanza conta que, para fechar vendas, chega a oferecer sensor de ré e sistemas de localização GPS como cortesia. Montadoras e revendas têm atribuído a acomodação do mercado à seletividade dos bancos, agora menos permissivos do que foram entre 2009 e 2011 para evitar novo avanço da inadimplência. A saída para essa situação, na avaliação do setor, pode começar com a reabilitação do

arrendamento mercantil (leasing) para pessoa física. Segundo o Valor apurou, um grupo envolvendo o Ministério da Fazenda, a Fenabrave — entidade que abriga as concessionárias —, e os bancos trabalham nas mudanças que seriam necessárias para diminuir a insegurança jurídica na modalidade. Dúvidas sobre a cobrança de multas e licenciamento, por exemplo, fizeram os bancos engavetar o leasing da pessoa física, que já chegou a responder por 30% das vendas de carros. (FM e EL)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê lançar no segundo semestre deste ano um fundo com debêntures de infraestrutura que a instituição tem em carteira. A informação é do diretor Julio Ramundo. A forma como esse fundo será lançado não foi especificada pelo diretor. A iniciativa é fruto das medidas que vêm sendo tomadas pelo BNDES com o objetivo de fomentar o mercado de capitais e trazer nova fonte de recursos para financiamento de longo prazo, que hoje fica muito centrado no banco. A ideia é, com isso, estimular o mercado secundário de debêntures. “Tão logo a gente tenha em carteira um determinado montante, vamos levar imediatamente a mercado”, disse Ramundo. “É provável que no segundo semestre deste ano a gente já tenha condições de levar parte desses ativos a mercado”, afirmou. Segundo o BNDES, entretanto, ainda não é possível afirmar se será feita uma oferta pública. O banco incentiva que os tomadores de crédito também façam emissões de debêntures. Ramundo destacou que o BNDES acredita que os títulos corporativos, em geral, vão crescer nos próximos anos. “O BNDES, devido a questões de orçamento e de necessidade de promoção de investimentos, vai cada vez mais ser parceiro e participar dessa procura por financiamento que contemple debêntures”, afirmou Ramundo. O diretor disse ainda que o banco deve anunciar, na próxima semana, uma nova “grande” operação na área de biotecnologia ligada a agricultura. “Poucos analistas notaram mudanças nas nossas políticas de investimentos”, afirmou o executivo. Segundo ele, o banco fez investimentos “bastante significativos” em empresas de base tecnológica, como Granbio e SIX Semicondutores, e também na área de infraestrutura, como na Triunfo Participações e na Odebrecht TransPort. “Foram investimentos arrojados e inovadores”, afirmou.

Fator unifica área de distribuição Mercado debate intenções da fala em nova reorganização interna de Yellen após o encontro do Fed Téo Takar De São Paulo O Banco Fator vai reorganizar sua área de distribuição de produtos, concentrando sob o banco as atividades que hoje estão dispersas entre a corretora e o segmento de administração de recursos (FAR). Além de enxugar custos, a medida deve melhorar o atendimento aos clientes e dar mais agilidade às operações da instituição. “Queremos renovar a forma como nos relacionamos com nossos clientes”, afirma o chefe da área de distribuição do Fator, Paulo Fróes. “Bancos pequenos e médios, como o Fator, precisam se diferenciar dos grandes na forma de enxergar o cliente e de atender às suas necessidades.” Ele relata que uma das queixas recorrentes era que o atendimento a um mesmo cliente era feito por mais de um funcionário do Fator.

“Você tinha uma pessoa de renda fixa visitando o cliente pela manhã, outra de equity à tarde. E cada área tinha uma forma de falar com esse cliente. Passava até uma imagem de desorganização do banco”, conta. “Temos capacidade de entregar produtos customizados. Notamos que alguns clientes ainda não conheciam todas as áreas de atuação e serviços do banco.” O executivo, com 14 anos de experiência no mercado e passagens pelos bancos Votorantim, Santander e Citibank, conta que o porte do Fator exige uma estrutura de distribuição mais enxuta, especialmente nas atuais condições do mercado. “Grandes bancos têm áreas duplicadas, mas têm escala para isso. Num banco médio, não se espera que haja duplicidade no atendimento. E 2014 promete ser um ano especialmente difícil para os bancos, pelo menor número de dias úteis e eventos como a Copa e

as eleições. É preciso criatividade, agregar valor para ser rentável.” Segundo Fróes, a mudança na distribuição vem sendo pensada há pouco mais de um ano, dentro de um plano estratégico de reposicionamento do Banco Fator no mercado. “Queremos fomentar a distribuição e também a sindicalização [atuação em operações conjuntas com outros bancos].” Esta é a segunda reorganização do Fator em menos de dois anos. No fim de 2012, Lika Takahashi deixou o comando da área de análise da corretora. Paulo Gala assumiu como estrategista e Daniel Utsch, como chefe de análise. Além de concentrar o foco em “small caps” — ações de empresas de menor porte, mas com potencial de alta —, a área ampliou a cobertura para títulos públicos e papéis de renda fixa. Nesta nova reestruturação, Fernando José e Luiz Santarém deixaram a FAR.

Declaração de Propósito Antonio Daissuke Tokuriki , brasileiro, casado, bancário, RG 8.595.065-8/SSP-SP, CPF 112.458.198/79, com domicílio na Avenida Paulista, 1.450, 5o andar, Bela Vista, São Paulo, SP, CEP 01310-100; e Edson Marcelo Moreto , brasileiro, casado, bancário, RG 19.121.312-3/SSP-SP, CPF 091.302.478/37, com domicílio na Cidade de Deus, Vila Yara, Osasco, SP, CEP 06029900, D E C L A R A M suas intenções de exercerem cargo de Administração no Banco Bradesco S.A., CNPJ n o 60.746.948/000112 , e que preenchem as condições estabelecidas no Artigo 2o do Regulamento Anexo II à Resolução n o 4.122, de 2 de agosto de 2012. E S C L A R E C E M que, nos termos da regulamentação em vigor, eventuais objeções à presente declaração devem ser comunicadas diretamente ao Banco Central do Brasil, no endereço abaixo, no prazo de quinze dias contados da divulgação, por aquela Autarquia, de comunicado público acerca desta, por meio formal em que os autores estejam devidamente identificados, acompanhado da documentação comprobatória, observado que os declarantes podem, na forma da legislação em vigor, terem direito a vistas do processo respectivo. Banco Central do Brasil - Departamento de Organização do Sistema Financeiro - Gerência Técnica em São Paulo - I - Avenida Paulista, 1.804, Térreo, São Paulo, SP. Osasco, SP, 20 de março de 2014. aa) Antonio Daissuke Tokuriki e Edson Marcelo Moreto.

Análise Roberta Costa De São Paulo A surpresa vinda com a primeira reunião de Janet Yellen no comando do Federal Reserve (Fed, o BC americano) continuou a reverberar pelos ativos ontem. Como notaram vários veículos de imprensa, Yellen falou por uma hora na coletiva após a reunião de quarta e o mercado só ouviu duas palavras: seis meses. Portanto, a depender de quando será o fim do programa de compra de ativos, os juros começariam a ser elevados no início ou no fim do segundo trimestre de 2015. Ou seja, mantido o passo de redução das compras em US$ 10 bilhões a cada reunião, sobrariam apenas US$ 5 bilhões para dezembro. Ou, o Fed optaria por terminar o programa em outubro. Será que a conta é tão simples assim? Certamente não. Uma primeira observação é que o QE (afrouxamento monetário) não tem passo definido. Pode, portanto, ser acelerado ou adiado em reação às variáveis econômicas. Mais forte ainda são as ressalvas que a própria presidente do Fed fez, ao responder o que seria um período prolongado de tempo de manutenção dos juros depois do fim do QE. Analistas do Rabobank, em nota, dizem que o horizonte de seis meses “deve ser tratado com alguma cautela, uma vez que não sur-

giu de uma declaração preparada, mas de ‘improviso’ na conferência de imprensa”. Para o banco, levando em consideração o histórico do Fed em ser muito otimista, a primeira alta de juros acontecerá no quarto trimestre de 2015. O comunicado do Fed realmente não deu pistas de que a autoridade caminha para acelerar a normalização dos juros — até porque explicitou a intenção do BC americano em manter a política acomodatícia mesmo após a economia retornar à sua tendência de longo prazo. Mas os “gráficos de pontos” (que mostram a distribuição de expectativas dos membros do BC para a alta da Fed Fund Rate) e os “seis meses” de Yellen mandaram outra mensagem para os agentes. Relembrando o que sucedeu após a fala de Ben Bernanke em maio do ano passado, será que houve um erro de comunicação agora? David Zervos, do Jefferies, deu nota “C-” para Yellen em relatório a clientes: “Como [dizer] que as intenções políticas não foram alteradas?”, disse, referindo-se à alta da projeção de juros. “Se sua intenção era não indicar qualquer mudança então ela [Yellen] fez um trabalho horrível.” Julia Coronado, economista para os EUA do BNP Paribas, diz em nota que “o Fed provavelmente foi surpreendido pela dura reação do mercado ao anúncio de março” e que o foco do merca-

do nas projeções de juros do Fomc não é novidade para o Fed. Para a instituição, foi uma surpresa que um comitê que queria os mercados tranquilos tenha feito tantas mudanças nas suas projeções de juros. Sobre os “seis meses”, embora Yellen tenha incentivado as pessoas a não se concentrar nas previsões, mas no comunicado da reunião como principal forma de comunicação, sua fala precipitou uma segunda onda de vendas no mercado: “Como aprendemos no ano passado, muitas vezes é difícil colocar gênios da comunicação de volta na garrafa”. Como o banco tem previsões de crescimento e inflação inferiores às do Fed, manteve sua expectativa de alta para apenas o 1 o trimestre de 2016, terminando o ano em 1,25%. Já o Nomura antecipou seu “call” de juros do terceiro trimestre para o segundo trimestre de 2015. “Acreditamos que as mudanças no comunicado não tinham a intenção de indicar uma mudança nas prioridades de política. No entanto, as mudanças nas previsões da taxa de juros do Fed sugerem uma função reação um pouco mais agressiva do que havíamos percebido anteriormente”. Todo esse debate vai continuar aquecido. Por ora, segundo pesquisa da Reuters feita logo após a reunião com 17 “primary dealers”, 10 esperam alta de juros no segundo semestre de 2015 e quatro mantêm expectativa para 2016.


Clipping Um avião a cada seis dias 4239281 - DIÁRIO CATARINENSE - FLORIANÓPOLIS - SC - 21/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5JflacyFUKaE2Kdm4QFtV8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 131,60 Fechamento: 03/14 Tiragem: 38713,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 108,60 Total: 0,0000


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21 de março de 2014 | N° 10211

ESTELA BENETTI

Economia de SC cresce 3,3% em janeiro A economia catarinense mantém crescimento acima da média nacional. O Índice de Ativ idade Econômica Regional de Santa Catarina (IBCR-SC), calculado pelo Banco Central do Brasil (BC) e considerado uma prév ia do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 3,3% em janeiro frente ao mês anterior, dezembro. A v ariação ficou acima da média nacional, que atingiu 1 ,3% no mesmo período. Nos últimos 1 2 meses, segundo o índice do BC, o Estado cresceu 4,3%, quase o dobro da média do país, que ficou em 2,3%. O lev antamento considerou dados da agropecuária, indústria, comércio e serv iços. Outros indicadores mostram que a economia catarinense apresenta bom ritmo. Entre eles estão a liderança nacional do Estado na oferta de empregos em janeiro, com 1 8.31 7 nov as v agas segundo dados do Caged, e a maior ex pansão de postos de trabalho em fev ereiro, de 1 ,4%. A produção industrial de SC em janeiro cresceu 0,9% frente a dezembro. Segundo o presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Glauco José Côrte, a indústria de SC segue inv estindo e o Banco Central prev iu crescimento da ordem de 4% para o Estado no ano passado Enquato a CNI prev ê alta de 1 ,9% para o PIB, Côrte estima 2,3%.

Viajantes da Copa

A grife John John, forte no segmento de jeans, confirmou presença na passarela da 22ª edição do Donna Fashion Iguatemi, marcada para os dias 8, 9 e 1 0 de abril. A marca mostrará a coleção inv erno 201 4, inspirada em um v iajante av entureiro que ex plora o Brasil no ano da Copa. Além dos consagrados jeans (foto) v ai mostrar sua tradicional alfaiataria tanto masculina quanto feminina.

Um avião a cada seis dias O desaparecimento do av ião da Malay sia Airlines com 239 passageiros ganha grande espaço na mídia mundial, mas no Brasil “cai um Boeing 7 7 7 a cada seis dias” com as mortes de motociclistas no trânsito e ninguém faz nada. Quem alerta para essa “guerra” ignorada, sem contar os que morrem depois, nos hospitais, é o presidente da Fenabrav e-SC, a seccional do Estado da entidade nacional dos rev endedores de v eículos, Ademir Antonio Saorin.

Mais rigor nas infrações Autoridades brasileiras ignoram esse problema que destroi famílias permitindo infrações constantes no trânsito, especialmente a alta v elocidade. Países do Primeiro Mundo combateram isso com multas nas alturas e apreensão de carteiras de habilitação. É uma alternativ a a ser seguida. A propósito, seria também uma forma legal de aumentar as receitas públicas com as multas.

Para construção A V íqua, de Joinv ille, fabricante de itens de plásticos para banheiro, cozinha, área de serv iço, irrigação e jardim, lançou duas grandes linhas de produtos durante a 20ª edição da Feicon, em São Paulo. As nov idades são uma linha de torneiras de metal e uma linha de chuv eiros elétricos. A nov a aposta da

http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a4452468.xml&template=3916.dwt&edition=23960&section=129#3/21/2…

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DIÁRIO CATARINENSE nov idades são uma linha de torneiras de metal e uma linha de chuv eiros elétricos. A nov a aposta da empresa é a linha de chuv eiros, que registra alta demanda no Brasil.

Turistas ao Estado A Santur, responsáv el pela div ulgação e promoção do Estado, lançou nov o portal turístico, o http://turismo.sc.gov .br/ que coloca em maior projeção as dez regiões turísticas catarinenses com as belezas e atrativ os.O site está subdiv idido em Institucional e Turístico com mais informações e nov o design. O conteúdo é apresentado em português, inglês e espanhol.

Software em obras A Softplan lança na Feicon, em São Paulo, aplicativ os móv eis do seu sistema de gestão, o Sienge. Com as inov ações, o software poderá ser usado também offline, no canteiro de obras, acelerando serv iços. Os aplicativ os foram desenv olv idos por meio da plataforma Worklight, da IBM, com mais soluções das duas empresas em cloud computing (nuv em).

Gestão de pessoas Joinv ille sedia desde ontem o 24o Congresso Catarinense de Recursos Humanos (Concarh), que tev e mais de 600 inscritos, um recorde para o ev ento. Segundo a presidente da ABRH-SC, Luzia Frohlich, o congresso conta com palestras de v árias ciências que abordam comportamentos e como isso impacta na gestão de pessoas. O ev ento acontece até hoje na Ex pov ille.

Chineses têm mais pressa A China não tem a maior renda per capita, mas é o país com mais pressa para receber a nov a tecnologia da Embraco para refrigeradores, o compressor Wisemotion, liv re de óleo e mais ecológico. O consumidor brasileiro dev eria reiv indicar também essa inov ação logo. Afinal, o consumo de energia é 50% menor se comprarado com produtos do ano 2000.

Limitado As pesquisas para desenv olv er uma linha de microcompressores foram suspensas pela Embraco. A decisão foi tomada após uma série de projetos-pilotos que colocaram em teste a tecnologia e que demonstraram mercado limitado para o produto. - A rede de restaurantes Madero Burger & Grill v ai inaugurar sua 33“ loja no Beiramar Shopping, em Florianópolis, na próx ima semana. - A ex pansão alcançada pela Sicredi no Oeste sob o comando de Saul Rov adoscki, no período de 2009 201 3, cresceu 1 51 % no v olume de recursos e 1 7 4% no total de crédito.

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Clipping Crédito de veículos fica mais caro 4239715 - CARD CLIPPING - WEB - WEB - 21/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=j3J6H3InHhYoYNz39axWCMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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21/03/2014 | Jornal Impresso | Valor Econômico [Felipe Marques e Eduardo Laguna]

Crédito de veículos fica mais caro O ano de 2014 será um período difícil para as montadoras. Não bastasse o fim dos incentivos tributários que a indústria automobilística recebeu nos últimos anos e os obstáculos para exportar para a vizinha Argen tina, as fabricantes se veem às voltas com a www.ingenic o.c om.br

dificuldade em usar o financiamento para dar um impulso às vendas de veículos no país. Desde o ano passado, as grandes montadoras tentam atrair a clientela de volta à concessionária com a promessa de crédito barato, usando taxas de juros subsidiadas pelas fabricantes - as famosas "taxas zero". As vendas, porém, não reagem e acumulam queda ante o mesmo período de 2013.

www.datac ard.c om.br

Pior: com o encarecimento do custo de captação do sistema financeiro, os dias de "taxa zero" tendem a ficar mais raros. Dados da associação que reúne os bancos de montadoras (Anef) mostram que a taxa média de juros dessas instituições passou de 1,25% em janeiro de 2013 para 1,33% em 2014. No acumulado das vendas entre janeiro e março deste ano, a indústria automobilística mostra retração de 2,7% ante o mesmo período de 2013. Os números incluem utilitários leves, veículos de passeio, caminhões e ônibus. "Nem na crise de 2009 as expectativas para o setor estavam tão ruins como agora", diz Décio Carbonari, presidente Anef. Se a isca do financiamento barato já não funciona tão bem sozinha, as marcas precisaram acoplar mais benefícios na hora de vender. Na lista do que vem sendo oferecido está IPVA grátis, descontos no preço de tabela - entre 5% e 10% - ou a instalação como cortesia de acessórios como sensores de estacionamento e GPS.

Banco de montadora perde participação Os bancos de montadora perderam mercado nos primeiros meses de 2014, depois de registrar, em dezembro, a maior participação nas vendas financiadas que se tem notícia. No último mês de 2013, os bancos das fabricantes foram responsáveis por 43% dos veículos novos financiados. Em fevereiro, a fatia caiu para 36,2% do mercado. Os dados são da Cetip e foram obtidos pelo Valor com o mercado. Ainda assim, é larga a distância entre os bancos de montadora e as demais instituições financeiras que atuam na modalidade. O segundo lugar é o Itaú Unibanco, que registrou uma participação de 6,9% em fevereiro, e foi o que mais ganhou espaço das montadoras no período. Parte dessa perda de mercado está ligada ao encarecimento das taxas juros cobradas pelas instituições financeiras ligadas às fabricantes, embora ainda sigam abaixo do que cobram os bancos comerciais. Em média, em janeiro, a taxa de juros praticada pelos bancos de montadora ficou em 1,32% ao mês, segundo a Anef, associação que reúne essas instituições. Em dezembro, estava em 1,27%, e em janeiro do ano passado, 1,25%. Importante lembrar que, quando a montadora subsidia as taxas, elas podem ficar entre 0,7% e 0,9% ao mês.

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CardMonitor / CardClipping Já entre os cinco maiores bancos do país, a média das taxas para financiamento de veículos estava em 1,60% ao mês em janeiro, ante 1,33% cerca de um ano antes. A questão é que, independentemente da briga entre os dois tipos de bancos, o crédito de veículos continua em queda. Sinal que a competição está longe de levar as instituições a relaxarem os critérios de concessão. Em janeiro, o saldo da modalidade registrava R$ 193 bilhões, queda de 0,2% em 12 meses. "Em 2014 o saldo da carteira deve cair novamente, mas menos que em 2013. Em 2015 deve atingir o ponto de equilíbrio", afirma Ronaldo Rondinelli, superintendente executivo da Santander Financiamentos. "Como as entradas são maiores, os volumes financiados caem. Já a qualidade do crédito melhora", diz. Para o executivo, o ano deve trazer uma janela para atuação no mercado de usados, com o aumento do preço do carro novo. "Agora que a inadimplência diminuiu, a tendência é que o nosso apetite comece a aumentar", diz o executivo do banco espanhol. No mercado, a taxa de calotes na modalidade, que teve o pico de 7,23% em junho de 2012, fechou janeiro em 5,17%, segundo o BC. "Nós temos apetite pelos bons riscos, mas não competimos em taxas com os bancos de montadora", afirma Edmar Casalatina, diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil. "O que fazemos em alguns casos é dar uma carência de 180 dias para que ele comece a pagar. Mas não posso nem pensar em agravar o risco da nossa carteira", diz. A inadimplência do BB na modalidade está em 1,8% comparável a de um banco de montadora. Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef, afirma que entre os bancos de montadora também não há possibilidade de se alongar prazos, ou mesmo aceitar clientes de maior risco, para aumentar vendas. "A experiência de 2010 e 2011 teve uma conta alta que foi paga logo em seguida, com o aumento da inadimplência", diz. A demanda também está mais fraca e nos primeiros meses deste ano houve queda de 16% no número de propostas de tomadores, ante agosto a novembro do ano passado, diz. "A subida da taxa básica de juros fez o custo de subsidiar a taxa inteira ficar mais salgado", diz Carbonari, que também preside o Banco Volkswagen. Nem a possibilidade de captar com as matrizes no exterior alivia o peso do subsídio "Se eu capto lá fora, preciso comprar a proteção contra variação cambial", diz, ponderando que o custo chega a 100% da taxa interfinanceira (CDI), referência para empréstimos locais. "É um valor alto para subsidiar integralmente." Além de deixar a "taxas zero" para casos mais pontuais, os bancos de montadora aumentaram a exigência de entrada (de 30% para algo em torno de 50%) e apertaram os prazos nas ofertas subsidiadas, afirma Carbonari. Segundo a Fenabrave, que reúne as concessionárias, promoções com "taxa zero" no financiamento refletem mais uma estratégia das marcas para vender seus produtos do que uma melhora no ambiente de crédito.

Mais informaç ões - Tel. 11 2738-0214

De acordo com Flavio Meneghetti, presidente da associação, os bancos seguem com o mesmo padrão de seletividade do ano passado. Concessionárias relatam a aprovação de 50% a 60% dos pedidos de financiamento. Meneghetti não acredita que essas promoções vão se manter por muito tempo, já que são custosas para a indústria. "Não dá para fazer milagre." Dominique Signora, diretor geral da RCI Brasil, financeira das montadoras Renault e Nissan, afirma que a instituição tem, sim, linhas com prazos de até 72 meses ou outras em que exigência de entrada é menor. Mas que mesmo nessas situações, o controle da inadimplência é essencial "Esse será um ano de

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estabilidade no mercado e esperamos manter a inadimplência ao redor de 1,3%", diz, engrossando o coro dos que viram o aumento do juro básico dificultar o subsídio das taxas.

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Clipping Loja dá até sensor de ré e GPS para fechar venda 4239280 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 21/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5JflacyFUKYJVEF8fIMHT8NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.valor.com.br/financas/3488336/loja-da-ate-sensor-de-re-e-gps-para-fechar-venda Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\21\4239280.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 117,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 21600233,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 117,00 Total: 0,0000


Clipping Banco de montadora perde participação 4239282 - VALOR ECONÔMICO ONLINE - WEB - WEB - 21/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=5JflacyFUKYl3BBDCI1S18NpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.valor.com.br/financas/3488334/banco-de-montadora-perde-participacao Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\21\4239282.pdf

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Clipping Vendas da Fiat caem 8% em fevereiro 4229569 - DIÁRIO DO COMÉRCIO - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - MG - 07/03/2014 - Pág 8 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=Ww/kvqIgKnCIzYrAI2U8gsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Leonardo Francia Cidade: BELO HORIZONTE Estado: MG País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: JORNAL Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\20\4229569.pdf

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Clipping Feirão que reúne as principais marcas de automóveis começa nesta sexta-feira (21) 4238625 - IBAHIA - WEB - WEB - 20/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ovB9nGHlqgf+3HOGTlVRNsNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

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21/3/2014

iBahia - Feirão que reúne as principais marcas de automóveis começa nesta sexta-feira (21)- Versão para Impressão

SALVADOR Publicada em 20/03/2014 às 18h10. Atualizada em 20/03/2014 às 18h10

Feirão que reúne as principais marcas de automóveis começa nesta sexta-feira (21) Segundo diretor-geral da Regional Bahia da Fenabrave, Raimundo Valeriano,as datas para os próximos eventos na capital baiana já estão definidas Tainara Fereira (Com a supervisão da repórter Camila Queiroz)

Os baianos terão a oportunidade de escolher um carro novo com ofertas especiais a partir desta sexta-feira (21) até domingo (23). A sétima edição do Combate da Marcas será realizada neste período, no Centro de Convenções da Bahia, no Stiep. Na tarde desta quinta-feira (20), foi assinado o ato de mais um ano de parceria da Rede Bahia com a Regional Bahia da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que promove o Combate das Marcas. A Rede Bahia apoia o evento desde a primeira edição, realizada em dezembro de 2011.

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iBahia - Feirão que reúne as principais marcas de automóveis começa nesta sexta-feira (21)- Versão para Impressão

Raimundo Valeriano, diretor-geral da Regional Bahia da Fenabrave assina ata de parceria com a Rede Bahia

O diretor de Mercado da Rede Bahia, Carlos Henrique Medeira, falou da importância dessa parceria. "Nós, da Rede Bahia, queremos mostrar o poder da mobilidade que os veículos da Rede possuem para fortalecer um evento como o Combate das Marcas. Entendemos que nosso telespectador também é consumidor", disse. A primeira edição deste ano vai reunir as principais marcas do mundo em um só espaço, com ofertas e condições favoráveis para o consumidor aproveitar e negociar. Para Raimundo Valeriano, diretor-geral da Regional Bahia da Fenabrave, esse evento tem uma grande importância para os soteropolitanos. "Quem vai até o Centro de Convenções sai satisfeito. Afinal, tem a chance de comprar automóveis em condições vantajosas, graças à quantidade de ofertas existentes", garante. Nas edições anteriores, foram vendidos aproximadamente 7,8 mil veículos, atraindo público de mais de 100 mil pessoas para o espaço e movimentando em torno de R$ 300 milhões. Já para 2014, a previsão é de que 1,5 mil carros sejam vendidos e 18 a 20 mil pessoas compareçam nos três dias de evento.

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iBahia - Feirão que reúne as principais marcas de automóveis começa nesta sexta-feira (21)- Versão para Impressão

E já tem data para o próximo evento. "Iremos fazer mais duas edições aqui em Salvador ainda este ano. A primeira vai ser nos dias 6,7 e 8 de junho e a segunda nos dias 12,13 e 14 de dezembro. Todas no Centro de Convenções da Bahia", afirma Valeriano. Ainda segundo Valeriano, o Combate das Marcas foi criado para levar ao consumidor um poder de escolha de forma que caiba no bolso. "Percebemos que as marcas realizavam seus feirões em períodos diferentes e o consumidor muita das vezes perdia as promoções ou percebia que o feirão que aconteceu em seguida vendeu mais barato. Foi assim que pensamos em reunir as principais marcas da cidade em um único dia, no mesmo espaço e quem sai ganhando é o cliente", afirmou. O Combate das Marcas será realizado no Pavilhão A do Centro de Convenções da Bahia. Nos dias do evento, o acesso ao estacionamento do Centro de Convenções, que comporta 400 vagas, é gratuito.

Tags: Feirão, Combate das Marcas, Automóvel, Centro de Convenções

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Clipping Grupo Cometa recebe prêmio de melhor concessionária Hyundai do Brasil 4238626 - PORTAL FATOR BRASIL - WEB - WEB - 20/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ovB9nGHlqgdENGfCeHoVQMNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=261632 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\21\4238626.pdf

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20/03/2014 - 07:51

Grupo Cometa recebe prêmio de melhor concessionária Hyundai do Brasil Montadora avaliou mais de 170 revendas em todo o País e elegeu as 15 melhores. O Grupo Cometa, revendedor de veículos Hyundai, foi considerado pela montadora uma das melhores revendas da marca no mercado brasileiro. O prêmio Execellent Dealer Club avaliou diversos quesitos de qualidade de 176 concessionárias, e apontou as 15 que obtiveram os melhores desempenhos em 2013. A iniciativa visa valorizar os revendedores da marca, fidelizar e conquistar mais clientes. A avaliação considerou o desempenho de varejo, nível de satisfação dos clientes em vendas e pós-vendas, padronização de instalações, test drive, linha de crédito, entre outros quesitos. Em 2013, o desempenho em vendas do Grupo Cometa foi três vezes maior impulsionado pela aceitação do HB20 pelos consumidores brasileiros e mudanças nos negócios estratégicos do Grupo. O modelo figura entre os dez mais vendidos no País, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). “O ano foi de consolidação da Hyundai no País, devido, em grande parte, à implantação da fábrica no Brasil, em 2012, o que reforça os compromissos da montadora com este importante mercado”, afirma Cristinei Melo, presidente do Grupo Cometa. O executivo destaca que o Grupo Cometa desenvolve inúmeras estratégias para alcançar níveis elevados de satisfação do cliente, que está se tornando cada vez mais exigente. “Tais ações, como o relacionamento próximo e constante, rígida política de respostas rápidas e assertivas, entre outras, sintetizam o lema no Grupo Cometa, que é a paixão em servir. Esta paixão é o que move cada funcionário na busca pela excelência”, completa o presidente. Além do reconhecimento, as revendedoras Hyundai Brasil receberam como premiação uma viagem à Turquia, com direito a acompanhante. Bastante reconhecido por ser um dos maiores revendedores de motocicletas Honda do país, o Grupo Cometa também é frequentemente premiado pela marca japonesa pela excelência na gestão e começa a deixar sua marca já no primeiro ano de atividades com a montadora coreana. O Grupo Cometa - Com 40 anos de história, o Grupo Cometa é um dos maiores revendedores nacionais de motocicletas Honda. A empresa está presente em cinco estados (Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia), com 11 concessionárias de motocicletas e cinco revendas de automóveis, das marcas Volksw agen e Hyundai. O Grupo Cometa também atua no segmento de Agronegócios, no qual desenvolve o manejo de gado da raça Nelore (puro de origem), além de atividades específicas, como coleta de embriões, fertilização in vitro e organização de leilões. Presença do Grupo Cometa.: Motocicletas | Amazonas – Tabatinga e Tefé | Mato Grosso – Alta Floresta, Cáceres, Colíder e Pontes e Lacerda | Mato Grosso do Sul – Campo Grande e Paranaíba | Rondônia – Ji-Paraná e Ouro Preto | Pará – Belém. Veículos de passeio.: Mato Grosso – Cáceres (Volksw agen) e Sinop (Hyundai) | Rondônia – Ariquemes (Volksw agen) e Ji-Paraná (Volksw agen e Hyundai) | 03_Grupo_Cometa_Prêmio_Hyundai.doc.

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Clipping Feirão de carros "Combate das Marcas" será realizado em Salvador 4238627 - G1 - WEB - WEB - 20/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ovB9nGHlqgdOzPx9WzkM/MNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/03/feirao-de-carros-combate-das-marcas-serarealizado-em-salvador.html Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\21\4238627.pdf

Análise Referência: Classificação: Tipo de Publicação: Menções à Marca: Favorabilidade: Exclusiva: Assunto: Palavra-chave: Valor cm/col(fs): 55,00 Fechamento: 03/14 Tiragem: 0,00 Centimetragem Medida: 0,00 Valor: 55,00 Total: 0,0000


21/3/2014

G1 - Feirão de carros 'Combate das Marcas' será realizado em Salvador - notícias em Bahia

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Bahia

20/03/2014 17h54 - Atualizado em 20/03/2014 17h55

Feirão de carros 'Combate das Marcas' será realizado em Salvador Evento acontece entre os dias 21 a 23 de março, no Centro de Convenções. Previsão é que mais de oito mil veículos sejam comercializados no período. http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/03/feirao-de-carros-combate-das-marcas-sera-realizado-em-salvador.html

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G1 - Feirão de carros 'Combate das Marcas' será realizado em Salvador - notícias em Bahia

Do G1 BA Tweet Comente agora

Última edição do feirão de carros em Salvador (Foto: Reprodução/TV Bahia) Será realizada, entre os dias 21 a 23 de março, em Salvador, a 7ª edição do evento "Combate das Marcas", feirão que reúne montadoras de veículos com preços diferenciados. O evento vai acontecer no Centro de Convenções da Bahia e é realizado pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), com apoio da Rede Bahia. Nas edições anteriores, foram vendidos aproximadamente 7,8 mil veículos, atraindo um público de mais de 100 mil pessoas ao local e movimentando cerca da R$ 300 milhões na economia. A cada edição, são vendidos 20% do total de carros comercializados no período de um mês pelas concessionárias, um total de 7 mil veículos vendidos mensalmente na capital. Esta edição contará com total de 223 modelos de carro, 13 marcas presentes e 23 concessionárias. Cerca de 20 mil pessoas devem percorrer o espaço na edição deste ano do evento. "O mais interessante é que, em apenas um local, você encontra todas as marcas, diminuindo o custo e o tempo de procura. Os meses de maio, junho e dezembro geralmente vende mais carro, cerca de 20% a 30%. O evento movimenta a economia local, gerando mais vendas, renda e impostos. O 'Combate' gera cerca de 600 empregos, impulsionando diretamente na economia local", disse Raimundo Valeriano, diretorgeral da Fenabrave na Bahia. Diversas montadoras aproveitam para divulgar novidades guardadas a sete chaves, na tentativa de atrair clientes. Serviço Combate das Marcas Local: Centro de Convenções da Bahia, Stiep, Salvador Data: de 21 a 23 de março Entrada e estacionamentos gratuitos http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/03/feirao-de-carros-combate-das-marcas-sera-realizado-em-salvador.html

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Clipping Redesenhado, Corolla vai atrás do público jovem 4238628 - A TRIBUNA ONLINE SANTOS - WEB - WEB - 20/03/2014 http://iportal.oficinadeclipping.com.br/Login.aspx?id=ovB9nGHlqgfF8X056WhtLcNpL6URowCDjzNG6hVyf1bbhjRCx8N+1A==

http://www.atribuna.com.br/veículos/redesenhado-corolla-vai-atrás-do-público-jovem1.371845 Ficha Técnica Empresa: FENABRAVE Categoria: Fenabrave Autor: Redação Cidade: WEB Estado: WEB País: BRASIL Disponibilização: 21/03/2014 Tipo Veículo: SITE Palavra Chave: FENABRAVE Arquivo Interno: I:\FENABRAVE\enviados_cliente\2014\03\21\4238628.pdf

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Santos, 21 de Março de 2014

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Redesenhado, Corolla vai atrás do público jovem

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Paulo Rogério Em ano de Copa do Mundo, quando as discussões futebolísticas ocupam diversas frentes, torna-se comum dizer que um time ou um atleta ‘jogam com o nome’, ou seja, mantêm o potencial, mas passam por uma fase de acomodação. Antes que essa alusão invadisse o mercado dos sedãs médios, a Toyota tratou de colocar a mão na massa e promoveu a maior mudança no design do Corolla desde que o modelo desembarcou no Brasil, há duas décadas. Para enfrentar a fúria dos concorrentes, a ideia é buscar o público jovem.

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Mudanças que, ao menos na teoria, não seriam necessárias, considerando que o sedã da montadora

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japonesa é o veículo mais vendido na história da indústria automobilística mundial. São mais de 40

Zincagem, proteção contra corrosão. Empresa certificada ISO 9001

milhões de unidades comercializadas nos cinco continentes, desde 1966, ano do lançamento de sua primeira geração. No entanto, sem passar por nenhuma alteração desde abril de 2011, o Corolla viu o Honda Civic fechar 2013 com 60.970 unidades vendidas no Brasil, segundo a Fenabrave, enquanto teve de se contentar com a segunda colocação, com suas 54.103 unidades. O diagnóstico foi rapidamente detectado, como revelou o engenheiro chefe responsável pelo Corolla, Shinichi Yasui: “O Corolla é reconhecido mundialmente como um carro durável, confiável e qualificado.

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Seus pontos fracos eram o design e a emoção”. Assim, as mudanças externas são notadas na primeira observação. A começar pela nova grade dianteira, ladeada pelos faróis amplos, recortados, dentro da proposta do keen look (olhar afiado, em uma tradução literal). Sai a grade plana e entra uma curvada e arrojada.

Grade frontal abandona o tradicionalismo e fica um pouco mais arrojada

Na traseira, uma barra cromada liga as lanternas, que avançam até quase a metade da tampa da mala. Além disso, o sedã está oito centímetros mais comprido e 15 cm mais largo, mas perdeu meio centímetro na altura. O entre-eixos cresceu 10 centímetros. o habitáulo há uma perceptível ampliação de espaço, embora o painel pareça tradicional. Só que o Corolla avançou na tecnologia trazendo mais superfícies “soft touch”. Destaque para a tela de 6,1 polegadas do novo sistema multimídia, que junta áudio, navegação, câmara de ré, conexões USB para iPod e Bluetooth,

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Veículos - A Tribuna

além de funcionar também como DVD player e até TV digital.

Na traseira, lanternas avançam pela tampa do porta-malas e são interligadas

No habitáculo, conforto aparece como pronto principal do modelo

O Corolla chega em três versões e os preços também receberam um ‘upgrade’. O modelo de entrada GLi parte dos R$ 69.900,00. Já o intermediário XEi começa em R$ 79.990,00 e o topo de linha Altis sai de R$ 92.900,00.

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