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Mensagem do reitor

Uma prova de amor para um continente sofrido

O

s povos pré-hispanos do México, transmitiam e conservavam a memória da sua história de geração em geração atravésguadalupe.jpg de canções e poemas que foram transcritas pelos números e símbolos hieroglíficos Rudes fibras de cactos, algodão, couros ou cascas de árvore. Estes são chamados de “códices”. Por sua parte, os historiadores são unânimes em afirmar que a figura de Nossa Senhora de Guadalupe ou impresso na Tilman Ayate, poncho típico dos povos indígenas do México, cujo proprietário era São Juan Diego, e está repleto de figuras simbólicas. Característica que torna ainda mais exclusivo, porque foi destinado a pessoas que comunicaram precisamente através de imagens e símbolos. Na opinião Indígena, a estampa

da “Mãe de Deus” não era apenas um retrato, bonito e extraordinário, como o foi para os missionários e conquistadores, mas era uma mensagem, ou um “códice” vindo dos céus. Através desta demonstração sobrenatural, Nossa Senhora de Guadalupe, expressou sua afeição por todas aquelas pessoas especiais, sua bondade e misericórdia sem limites e uma suavidade que até então os índios nunca tinha provado. Nossa Senhora quis mostrar-se com traços mestiços, rosto moreno e ovalado, dizendo que ela quer ser a mãe amorosa de todos os habitantes da América. Muitos outros símbolos podem ser vistos na extraordinária figura de Nossa Senhora de Guadalupe, e nenhuma delas é aleatória, porque tudo isso está em um altíssimo

nível de Sabedoria. Por outro lado, existe uma infinidade de belezas que a virgem oculta, que as ciências com todos os seus avanços tecnológicos não conseguem explicar. Por exemplo, o fenômeno das pupilas, na qual se distinguem com lupa minúsculas figuras humanas. A durabilidade inexplicável do rude manto, nem mesmo o ácido sulfúrico caído por acidente conseguiu destruir. O modo misterioso que foi impressa a figura de nossa Senhora e outros aspectos que proximamente abordaremos. São as maravilhas da “Sempre Virgem Maria, Mãe do verdadeiro Deus” como ela mesma se definiu quando falou pela primeira vez com São Juan Diego. Pe. Carlos Nascimento Reitor


Um pouco de nossa história I naugurado em 12 de dezembro de 1993, com missa presidida pelo Legado Papal Cardeal Bernardin Gantin, o Santuário assumiu sua finalidade: “para que surja um renovado compromisso de todos para realizações maiores e para que se dilate por toda a parte o culto mariano” (trecho da carta de João Paulo II, ao designar o Cardeal Gantin para a inauguração). Prova que este foi levado a sério por todos, são as Comunidades que formam a Paróquia, além de sua Matriz o Santuário, a Paróquia conta com três Comunidades, cujas padroeiras são sempre a figura da Virgem: Comunidade Deus da Vida, no Condomínio Parque dos Eucaliptos, tendo como padroeira a Imaculada Conceição, Comunidade Maria Mãe do Povo, na Vila Pe. Manoel da Nóbrega e a padroeira Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e a Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora, do Jardim Garcia. Na Paróquia de Nossa Senhora de Guadalupe, pode-se notar a graça de ver e sentir o toque de Deus, reunindo as comunidades em torno do Santuário, dedicado a Mãe das Américas, deixando ecoar a palavra sempre atual de Jesus “Avancem para águas mais profundas” (Lc 5,4), fazendo reconhecer e assumir o batismo, fonte de todas as vocações, acreditando no Senhor e no seu Evangelho, lançando as redes, com novo ânimo e ardor no trabalho pelo Reino no serviço aos irmãos. A Paróquia sempre esteve preocupada em oferecer a todo o povo uma igreja comprometida com o projeto de Jesus Cristo, por isso durante todos estes anos, a Paróquia organizou grandes momentos, como em 1998 com a realização do projeto do Ano Missionário, proposto para toda a Arquidiocese de Campinas. Com o lema “Paz para sua casa e sua gente!” organizou o trabalho de visitadores às residências, além de atividades realizadas pelas pastorais. Iluminada pelo Jubileo do Ano 2000, viveu o projeto “Rumo ao Novo Milênio”, com atividades como a romaria paroquial para a Paróquia de São Sebastião, de Valinhos e as Celebrações da Porta Santa. O ano de 2001 foi intensamente vivido, com a realização em Campinas do 14° Congresso Eucarístico Nacional, com o

lema “Eucaristia, fonte da missão e vida solidária”. Além das atividades realizadas na Paróquia, como a visita do Legado Papal e do Nuncio Apostolico ao Santuário, houve uma participação intensa dos fiéis e agentes pastorais nas celebrações na Praça Arautos da Paz.

ATENDIMENTO DA SECRETARIA DO SANTUÁRIO Terça a sexta-feira das 8 às 12h e das 14 às 18h e aos sábados das 8 às 12h.

Tel.: (19) 3227-5492 Fax.: (19) 3268-3118 guadalupecampinas@yahoo.com.br

HORÁRIOS DE MISSAS Participe conosco das Missas celebradas diariamente no Santuário!

Desde seu início a paróquia teve o Pe. Bruno Alencar Alexandroni como seu pároco.

Quartas, quintas e sextas-feiras, às 7h.

Pe. Bruno Alencar Alexandroni é natural da cidade de Socorro SP. Entrou para o seminário após o término do segundo grau, no ano de 1976. Foi ordenado padre no dia 02 de dezembro de 1982, na Igreja Matriz de Santo Antonio, em Itapira SP, onde vinha fazendo seu estágio pastoral, principalmente na Paróquia de São Judas Tadeu, e se tornou pároco dessa mesma paróquia de 1983 a 1985.

Sábados, às 18h.

Em 1985, veio para Campinas, para a Paróquia de Santa Luzia, no Campos Elíseos onde ficou até o mês de março de 1989. Teve rápidas passagens, como colaborador, pela Paróquia de São José Operário e pelas comunidades do Jardim São Marcos e jardim Campineiro.

Domingos, às 10h30 e às 19h. Todo dia 12, às 20h. Primeira sexta do mês, às 20h. Terceira quarta-feira do mês, Missa dos Enfermos, às 15h. Terças-feiras Novena de Nossa Senhora de Guadalupe, às 19h. Quartas-feiras Grupo de Oração, às 20h.

ENDEREÇO

De 1990 a 1993 foi para a Basílica de Nossa Senhora do Carmo, como Vigário Paroquial, com o Mons. Geraldo Azevedo, onde ficou até agosto do ano de 1993. Ainda no segundo semestre de 1993 assumiu como pároco a Paróquia de Santa Inês, no Parque Universitário, em Campinas. Com a inauguração do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e criação da paróquia que leva o mesmo nome, em 12 de dezembro de 1993, foi indicado como pároco assumindo a paróquia no dia 30 de janeiro de 1994. Padre Bruno ficou à frente desta Paróquia durante 17 anos. No dia 30 de janeiro de 2011, encerrou seus trabalhos e se despediu de seus paroquianos. Neste mesmo dia, a Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe acolheu seu novo Pároco Pe. Carlos, com a Celebração de posse presidida por Dom Bruno Gamberini. No dia 6 de fevereiro de 2011 tomou posse de sua nova Paróquia, tornando-se Pároco da Paróquia de Santa Cruz.

Rua Sophia Velter Salgado (Praça Cardeal Dom Agnelo Rossi) V. Castelo Branco, Campinas – SP www.guadalupecampinas.com

Diagramação e Revisão: Agência Minha Paróquia Tiragem: 1.000 exemplares


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