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Programa “Ciência nas Férias” do Instituto Superior Técnico traz alunos à Filstone
O Instituto Superior Técnico, no âmbito do programa “Ciências nas férias”, levou alunos do Ensino Secundário à Filstone - Comércio de Rochas S.A., uma empresa sediada em Fátima, que se dedica à exploração e comercialização de pedra natural (calcário e granito).
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Durante um dia, os estudantes tiveram oportunidade de conhecer os métodos de produção e recuperação ambiental, o sistema de produção e armazenamento dos blocos de pedra natural, a central de britagem e o laboratório da Filstone, onde puderam recolher materiais e informação.
A cargo da Área Científica de Minas e Georrecursos do Departamento de Engenharia Civil, Arquitetura e Georrecursos do IST, a iniciativa “Ciências nas férias” é dirigida a alunos com média superior a 15 valores, que, durante quatro dias, através de Palestras, Jogos, Desafios, Quebra-cabeças e Workshops, têm a oportunidade de aprender e aplicar o seu conhecimento na área das engenharias e recursos geológicos.

Certifi cação FSC para madeiras utilizadas pelo Grupo J.J. Louro
O Grupo J.J. Louro obteve a certificação FSC (Forest Stewardship Council) para as madeiras que utiliza na produção dos sofás. Um selo que assegura o acompanhamento da matéria-prima desde a extração, passando pela transformação, até à comercialização do produto final. A presença do selo FSC é uma garantia de que as madeiras utilizadas pelo Grupo são provenientes de florestas geridas de forma responsável, respeitando todas as boas práticas tanto ambientais como sociais.
“O selo FSC é um símbolo da preocupação do Grupo J.J. Louro com o meio ambiente e com a sociedade. E a garantia de que fazemos o uso adequado dos recursos naturais contribuindo, à nossa escala, para um mundo melhor”, referiu a empresa.
A certificação FSC foi introduzida em Portugal em 2006. Desde então, mais de 500 mil hectares de área florestal já foram certificados (distribuídos por 34 Certificados de Gestão Florestal) e foram atribuídos mais de quatro centenas de certificados de Cadeia de Custódia. O Forest Stewardship Council é um sistema internacional de certificação florestal que permite identificar fontes responsáveis de madeira, papel, cortiça e outros produtos de base florestal. As Normas FSC são reconhecidas mundialmente pelos seus benefícios ambientais, económicos e sociais.
De referir que o Grupo J.J. Louro, situado em Amiais de Baixo, Santarém, é líder no fabrico de mobiliário, sofás e colchões.

Softinsa vai contratar 300 profi ssionais de TI até ao fi nal de 2022
A Softinsa, uma subsidiária da IBM, tem como objetivo contratar 300 profissionais até ao final de 2022.
O reforço da sua aposta em exclusivo a serviços de consultoria trouxe novas oportunidades de contratação orientadas para as áreas de SAP, Cognitive Cities & IoT, Mobile, Business Intelligence & Analytics, entre outras soluções de Customer, Industry, Finance and Supply Chain Transformation.
A estratégia de crescimento da Softinsa passa pela abertura de um novo Centro de Inovação ainda no decorrer do presente ano de forma a criar sinergias com mais instituições de ensino superior e a ampliar a rede de recrutamento de novos talentos em outras localidades do país.
Neste momento existem já mais de 100 vagas de emprego qualificado, estágios profissionais e academias de formação gratuita anunciadas na página de carreiras da Softinsa, sendo que nos próximos meses serão lançadas oportunidades para constituir a equipa do futuro centro.
É valorizada a formação académica, licenciatura ou mestrado, nos cursos de Engenharia Informática, Eletrotécnica e Industrial, Sistemas de Informação e Gestão, bem como em Economia e Contabilidade. Raquel Jerónimo, Head of People & Organization da Softinsa, destaca que “temos lançado vários programas de estágio e academias de formação especializadas de forma a captar e a formar talentos com as competências-chave e as qualificações necessárias para dar resposta aos crescentes pedidos dos nossos clientes nacionais e internacionais.”
Henrique Mourisca, General Manager da Softinsa, realça que “o apoio dos nossos parceiros tem sido basilar para que se tenham conseguido cumprir todos os nossos objetivos de crescimento da companhia e a aposta na abertura de um novo Centro de Inovação é o resultado desta sinergia de sucesso, entre o meio empresarial, as instituições de ensino, as entidades locais e o grupo IBM.”
De referir que a Softinsa é uma subsidiária da IBM especialista em serviços de consultoria, gestão e desenvolvimento de aplicações.
Com 23 anos de história e experiência no mercado português, conta atualmente com uma equipa de mais de 700 profissionais, distribuídos por Lisboa, pelos Centros de Inovação de Tomar, Viseu, Fundão e Portalegre.



Comtemp relança marca Magos
A empresa do Entroncamento produtora de vinagres, molhos e condimentos, acaba de relançar a marca Magos. O produto mantém a tradição com uma nova e modernizada imagem. “A Comtemp – Companhia dos Temperos, Lda. tem uma história de 125 anos, conhecimento e experiência na produção de bebidas, vinhos e espumantes naturais, bem como outros produtos alimentares, utilizando uma casta típica portuguesa, nomeadamente a Fernão Pires, que proporcionam um ambiente único e gosto distinto. Fomos a 1.ª empresa a lançar no mercado garrafas de 200ml de vinho espumante natural pelo método Charmat. Desde 1943 que Magos se distingue pelo seu método de fabrico o que lhe proporciona um sabor leve e frutado. É esta a história que queremos preservar e voltar a dar a provar aos portugueses que fazem questão de viver a vida todos dias”, lê-se no portal da marca, explicando as origens da Magos.
Neste sentido, a empresa comunicou, assim, que “a Magos está de volta para acompanhar o seu momento, mantendo a sua tradição, mas com uma imagem nova, mais atrativa e moderna, não alterando as suas origens. Um produto feito em Portugal, único, divertido, sustentável, intemporal e individual”.
OE2022 apoia o Sistema Científi co e Tecnológico Nacional a concretizar o PRR
A proposta de Orçamento de Estado para 2022 contempla um contributo essencial para a prossecução do trabalho desenvolvido pelas instituições de ensino superior, para o desenvolvimento da investigação científi ca e para a conclusão dos projetos executados pelo Sistema Científi co e Tecnológico Nacional no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O documento, entregue dia 13 de abril na Assembleia da República, prevê a transferência para as instituições de ensino superior e para as instituições de ciência e tecnologia do montante equivalente ao IVA suportado nos projetos fi nanciados exclusivamente pelo PRR. Trata-se de uma medida que visa facilitar a execução do PRR e uma forma de apoiar as instituições académicas e científi cas para que concluam os projetos e investimentos enquadrados no PRR. No total o Governo espera investir mais de 120 milhões de euros na restituição do IVA a um conjunto de entidades, nas quais se incluem as instituições de ensino superior e do setor científi co, para além de entidades da Administração central, autarquias e instituições sem fi ns lucrativos do setor solidário e social. A proposta de lei prevê ainda a restituição do IVA pago pelas instituições de ensino superior e centros de investigação científica sem fins lucrativos com a aquisição de bens ou serviços no âmbito da sua atividade de investigação e desenvolvimento (I&D), desde que os montantes do IVA não sejam dedutíveis.
Assim, além de serem consideradas as despesas em instrumentos, equipamentos e reagentes, é agora alargado o benefício a todos os consumíveis, para além dos reagentes, assim como às licenças, adquiridos no âmbito da sua atividade de I&D. Desta forma a área governativa da ciência, tecnologia e ensino superior em estreita colaboração com a área das fi nanças, concretiza um dos compromissos estabelecidos enquadrados na XXIII legislatura.

Portugal capta mais de 30 milhões de euros em bolsas do Conselho Europeu de Investigação
O Conselho Europeu de Investigação (ERC) vai fi nanciar mais cinco projetos de investigação nacional, no âmbito do Concurso Advanced Grant 2021.
As bolsas serão atribuídas a três instituições portuguesas e a dois investigadores nacionais que desenvolvem os projetos no estrangeiro, nas áreas da Economia, Arqueologia, Astrofísica e Gravitação. Através deste concurso, Portugal recebe 6,9 milhões de euros, o que representa 1,1% do montante total do concurso, ultrapassando a média, que entre 2013 e 2020 foi inferior a 0,5%.
Desde o início do ano, a investigação científica nacional já captou mais de 30 milhões de euros em bolsas ERC no âmbito do Horizonte Europa, o programa-quadro de financiamento europeu de investigação e inovação que sucede ao Horizonte 2020 e no qual Portugal recebeu, entre 2014 e 2020, cerca de 150 milhões de euros.
As ERC Advanced Grants apoiam investigadores, de qualquer área científica, cujo trabalho, nos últimos 10 anos, tenha tido impacto relevante na produção de conhecimento e cujo carácter inovador tenha permitido o desenvolvimento da ciência.
De acordo com dados divulgados pelo ERC, em média, cada projeto fi nanciado com uma bolsa ERC gera emprego para mais de cinco pessoas, desde investigadores a gestores de ciência, estudantes de doutoramento ou técnicos, e representa um reconhecimento internacional da investigação realizada e um marco importante na independência científica destes cientistas em início de carreira. A participação nacional no ERC, e em todos os programas europeus de gestão centralizada, designadamente no Horizonte Europa, é promovida e estimulada pela Rede “Portugal in Europe Research and Innovation Network”, que inclui a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, a Agência Nacional de Inovação, a Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica, a Agência Espacial Portuguesa (Portugal Space) e a Agência Erasmus.

A empresa com sede em Riachos (Torres Novas), Zolve, dedicada à prestação de serviços logísticos e de transportes de produtos alimentares, está agora certificada como Operador de Modo de Produção Biológico, comunicou a empresa.
“No seguimento do nosso processo de melhoria contínua, estamos também certificados como Operador de Modo de Produção Biológico, garantindo todo um sistema de rigor e de procedimentos harmonizados na armazenagem e distribuição de produtos biológicos - uma mais valia para todos os nossos clientes especializados neste modo de produção”, informou a empresa na sua página da rede social LinkedIn.
A Casa Mendes Gonçalves, empresa da Golegã que produz vinagres, molhos e condimentos, é finalista do Prémio Heróis PME, iniciativa desenvolvida pela Yunit Consulting que nasceu com o objetivo de celebrar a coragem das empresas portuguesas, de as distinguir e de dar a conhecer ao público as histórias de vida dos empresários e das suas empresas. Esta edição dos prémios Heróis PME conta com a criação de duas novas categorias de avaliação – o Fator S (Sustentabilidade) e a Transformação Digital, que visam destacar a sustentabilidade e a transformação digital como fatores diferenciadores na competitividade das empresas.
A empresa goleganense Casa Mendes Gonçalves é finalista do Prémio Factor S (Sustentabilidade), pela sua “aposta na evolução contínua, orientada primordialmente à diferenciação e sustentabilidade a todos os níveis”, e em concreto pelo desenvolvimento do projeto “Vila Feliz Cidade que se centra numa visão regenerativa, resiliente e transversal, que alia a componente económica à responsabilidade social e ambiental, valores sempre tão presentes e basilares da sua missão”.

