11 Em 1982, o cineasta Steven Spielberg escreveu e produziu um filme que foi sucesso de bilheteria em todo o mundo. Dirigido por Tobe Hooper, Poltergeist – o Fenômeno levou o tema da possessão para as salas de televisão com um pote de pipoca. O fascínio pelo sobrenatural cresceu, atingindo proporções jamais vistas. Desde então, consumir o terror e o medo tem sido o hábito de milhões de pessoas de todas as idades. Aliás, produzir terror como entretenimento tem sido algo muito lucrativo. Estima-se que, todos os anos, os Estados Unidos movimentem cerca de 6 bilhões de dólares com essa linha de filmes somente no feriado de Halloween. Segundo a CNBC, canal por assinatura dedicado a notícias de negócios, sete em cada dez americanos participam dessa festa anualmente. Isso nos dá uma ideia da popularidade que bruxas e mortos-vivos têm naquele país. “Doces ou travessuras?” Por trás da pergunta aparentemente inocente que as crianças fazem na comemoração do dia das bruxas, uma indústria bilionária se movimenta com tentáculos cada vez mais fortes e longos. Isso deve nos fazer refletir. Será que a indústria do medo, com suas bonecas monstruosas, seus jogos mortais e filmes tenebrosos, se interessa apenas por lucro? Tudo em termos de cinema macabro se resume a entretenimento e dinheiro? A resposta parece ser “não”. Existe algo além daquilo que nossos olhos podem ver. Uma estratégia muito bem articulada tem estado em operação para alcançar a mente de crianças, adultos e idosos. Nesse contexto, a primeira coisa que precisamos saber é que o diabo existe e está ativo na Terra. A Bíblia diz: “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12:12). Segundo as Escrituras, o anjo Lúcifer foi criado por Deus como um ser de luz. Ele era perfeito em tudo o que fazia, até que a inveja e o orgulho encontraram espaço em seu coração (Ezequiel 28:11-15). Como um ser
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