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Diretor Administrativo: André Nagib Moussa (Mtb 34286) - Editor: Victor Cervi (Mtb 11226) - Santa Rosa de Viterbo, 22/11/2014 - Ano 21 - N.º 970 - Semanal - Fone/Fax 3954 3289
R$ 2,00
Saiu o gabarito do concurso da prefeitura Caso Valter
33 anos depois - A avenida “Joaquina” está finalmente sendo asfaltada. moradores aprovaram.
Sitiante conta como encontrou o ex-diretor de educação
Jovem seqüestrado e abandonado na estrada ontem de manhã
Foto gentilmente cedida pelo Pofi
Ex-diretor come capim, lambe terra úmida e se arrasta 500 metros para sobreviver. Ele já foi liberado pelos médicos e está em casa
Caminhada da Fé - Santa-rosenses chegam para Missa em Tambaú. Recorde de 400 peregrinos
Amália, terra dos apelidos
Ele ficou trancado no porta malas deste carro
Banda Sinfônica Municipal é 2ª colocada em São Roque - SP Denúncia diz que servidores faturam alto com sucata
Na UTI e na pesquisa - Dois santa-rosenses, um em BotuDois graves acidentes com motos esta semana. Este foi zona rural. Duas motos bateram de frente
catu, outra em Ribeirão, trabalham pela saúde das pessoas. Lala (ou Dr. Bira) conduz uma UTI; Andrea coordena pesquisa cujo objetivo é melhorar a higiene dos dentes
Cidades da região querem consórcio para não ficar no escuro
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COLUNA GOSPEL por Rogério Moscardini
Música e Megafone Christopher Locke compra trombetas e trombones antigos e megafones franceses e os transforma em amplificadores acústicos para iPhones e iPads. Suas criações são inspiradas em autofalantes com formato de trompetes usados nas primeiras vitrolas no fim dos anos 1800. A música tocada nos aparelhos criados por Christopher tem um som mais alto, limpo, rico e profundo do que aquele dos pequenos autofalantes em aparelhos digitais. Além de serem interessantes obras de arte, estes instrumentos de metal recuperados não exigem energia elétrica para difundirem a música que as pessoas amam ouvir. As palavras de Paulo aos seguidores de Jesus em Corinto nos lembram hoje de que ao viver por Cristo e compartilhá-lo com outros, não somos a músic a, mas simplesmente o megafone. "Porque não nos pregamos a nós mesmos". Paulo escreveu "mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus" (2 Coríntios 4:5). Nosso propósito não é tornarmo-nos a mensagem, mas transmiti-la por meio de nossas vidas e nossos lábios. "Temos porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós" (v.7). Se um antigo megafone pode amplificar música; então talvez nossas vidas falhas possam magnificar a bondade de Deus. Somos o megafone; a música e o poder vêm dele! Nada é inútil nas mãos de Deus.
POLÍTICA
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Denúncia diz que servidores faturam alto com sucata O Jornalzão recebeu esta semana uma denúncia anônima dizendo que alguns servidores municipais estão usando veículos e máquinas da prefeitura para recolher e vender sucatas na cidade. Mas o dinheiro não vai para os cofres públicos, e sim para o bolso destes funcionários, o que é ilegal. Fariam parte do esquema dois ou três servidores, e, segundo a denúncia, já funcionaria a algum tempo. O material estaria sendo vendido em dois locais. Neste tipo de comércio o paga-
mento é feito à vista e em dinheiro e se paga por quilo do material. O J ornalzão conversou com três servidores municipais que trabalham na empresa e eles confirmaram ter conhecimento do comércio. "E não é de hoje," disse um deles. Os servidores, que não querem ser identificados, dizem que o movimento é frequente e a entrega é feita em dois lugares da cidade. Os servidores ouvidos pelo J ornalzão ainda disseram que na empresa municipal (onde funcionam os setores de
engenharia, serviços gerais, meio ambiente e outros) muitos chefes são omissos, que há desperdício de material e combustível, além de inúmeros problemas com horas extras. Outro lado - O Jornalzão entrou em c ontato com a prefeitura para s aber s e há c onhecimento desta denúncia. Por e.mail, o prefeito Cass inho respondeu através de s ua assessoria de comunicação que não tem c onhecimento des ta prática, mas que
vai ac ionar o departamento jurídic o para determinar a veracidade da denúncia. Diz a nota: "Não é de conhecimento da Prefeitura Municipal tais atos. O Município de Santa Rosa não c onsente c om es ta ação. O Munic ípio vai averiguar es sa denúncia. Assim, solicita que, se alguém tiver maiores informações , entre em c ontato com o Departamento J urídico do Município para que seja ins taurado Processo Adminis trativo para apurar os fatos ".
Atrasos nos salários causam mal estar a servidores municipais Vale de ontem será pago dia 25 Os frequentes atras os nos pagamentos da prefeitura já começam a inc omodar os s ervidores . Os comiss ionados receberam os salários apenas no dia 13. Os servidores de c arr eira re c ebera m no quinto dia útil, quando estavam acos tumados a receber antes da virada do mês. Os servidores tam-
bém passaram por alguns "mal estar" no supermercado, quando tiveram seus cartões de alimentação recus ados por falta de pagamento. E este mês a prefeitura já avisou que o cartão será c arregado no dia 25 e não no dia 20, como é de costume. A p refe itur a es tá
com uma dívida em torno de dois milhões de reais. Além dos salários e vales, es tá atras ando pagamento de fornecedores. O Jornalzão entrou
em contato com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais que fic ou de dar um retorno, mas não havia feito até o fechamento desta edição.
Advogado presta serviços comunitários Muita gente que foi na prefeitura esta semana e viu o advogado Eduardo Bertocco trabalhando em uma sala ao lado do gabinete pensou que ele fosse um novo diretor do município. Não é. O advogado disse que não foi contratado pela prefeitura e sim que está cumprindo condenação com a prestação de serviços à comunidade na prefeitura. "A gente não pode discutir uma condenação judicial definitiva, a gente tem é que cumprir, mesmo discordando dela", disse o advogado que vi cumprir a risca o que determinou o Juiz. A determinação de que os serviços comunitários fossem prestados na prefeitura foi determinação do Juiz Alexandre Cesar Ribeiro. Eduardo é filho do vereador Heitor Bertocco.
PERFIL
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O Lala de Santa Rosa é Dr. Bira em Botucatu O jornal Diário da Serra, de Botucatu, fez um perfil de Ubirajara Aparecido Teixeira, 66 anos, médico nascido em Santa Rosa que conduz uma UTI considerada referência regional Um santa-rosense recebeu a primeira paciente a dar entrada na UTI do Hospital das Clínicas de Botucatu-SP, às 13h30 do dia 4 de fevereiro de 1987, quando a unidade começou a funcionar. Ubirajara Teixeira, de 66 anos, concedeu entrevista à repórter Bruna Caroline Zechel, publicada no último dia 7 pelo Diário da Serra daquela cidade, na qual conta sua história. Depois de estudar no 'Teófilo' e no 'Conde', Lala - como é conhec ido em Santa Rosa - fez curso médio em Ribeirão antes de ingressar na faculdade. - Eu cheguei aqui em Botucatu em fevereiro de 1969; fiz a matricula para o curso de biologia e falei 'nessa cidade não volto nunca mais', e fui embora. Em
1970 voltei. Fiz licenciatura e bacharelado em Biologia, depois entrei, em 1978, no curso de medicina. Fiz minha residência aqui e fui contratado para trabalhar contou o médico ao Diário da Serra. Quando soube que o HC de Botucatu teria uma UTI, ele se interes sou. - Isso foi algo que me atraiu, cuidar de paciente grave. Nunca tive pretensão de ter um consultório, eu queria atuar na frente. Ao s aber de sua aposentadoria, o Diário da Serra procurou o médico para ouvir sobre os seus anos de trabalho à frente da UTI. - Me apos entei faz pouco tempo, mas fui convidado a c ontinuar trabalhando aqui por mais um tempo, ajudando na organização da UTI - contou.
Dr. Bira (na ponta do balcão) posa com auxiliares
"Minha cabeça é muito jovem" Em sua matéria no Diário da Serra, a repórter Bruna Zechel escreveu: "Dr. Bira, como é carinhosamente c hamado pela sua equipe, funcionários do HC, pacientes e amigos, é natural de Santa Rosa do Viterbo. O trabalho na UTI é árduo, todos os pacientes estão em estado crítico. O ris co de morte é eminente, mas é
justamente isso que estimula Dr. Bira todos os dias. - Numa UTI, de cada quatro pacientes internados, um morre. Mas você precisa se prender nessas três vidas que ajudou a salvar. Trabalhar com esse risco eminente de morte me estimula, porque aqui você não tem que dar 100% do seu trabalho, do seu conhecimento; aqui você tem que
dar 110% - afirmou. Disposição e entusiasmo não lhe faltam. - Eu vou fazer 67 anos em dezembro, mas na verdade tenho uns 42 anos. Porque minha cabeça é muito jovem, muito ativa. Eu vou à academia, puxo peso ainda, mas não porque quero ser forte, eu vou porque faz bem para a cabeça e para a saúde - ressaltou.
Durante os 27 anos de existência da UTI, mais de quatro mil pacientes já passaram por lá, incluindo médicos, docentes, alunos, exalunos. E com os mais diversos diagnósticos. - Nós s omos uma UTI de referência regional; muitas vezes, pacientes internados em Bauru são encaminhados para serem tratados aqui; após o tratamen-
to, ele volta a Bauru. Isso acontece porque nós temos equipamentos de ponta e uma equipe maravilhos a; essa UTI não funcionaria se não fosse essa equipe - disse orgulhoso. Em 1969, Bira veio até Botucatu e disse que não voltaria mais. Mas a vida dá voltas e o mundo é cheio de surpresas. Ele não só voltou para a cidade, como se
formou, se especializou, fez amigos e encontrou sua grande companheira de vida, Regina. - No final de 70 conheci a Regina e falei 'nossa, eu vou namorar es sa moça!', mas ela não queria namorar, me propôs da gente ficar (risos). E nós estamos juntos até hoje; não casamos, mas nossa relação é maior que isso".
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Nanotecnologia
Santa-rosense coordena equipe que busca aprimorar higiene bucal Notíc ia public ada pelo site da USP - Ribeirão, no último dia 7, informa que a professora santa-rosense Andrea Cândido dos Reis coordena uma equipe da FORP (Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto) na pesquisa que busca "o des envolvimento de novos materiais capazes de solucionar problemas odontológicos, entre eles, os causados por bactérias". Andréa declarou ao site que "uma das causas desses problemas reside na incapacidade da maioria dos materiais disponíveis no merc ado em promover uma proteção a esses transtornos". - Muitas vezes, os materiais utilizados para confecção de diversos aparelhos voltados para a restauração da função mastigatória e da estética do paci-
ente, por serem porosos e rugosos, facilitam o depósito e acúmulo de bactérias e fungos - ressalta a professora. Ela conta que a descoberta - feita por pesquisadores do Instituto de Química da Unicamp - do potencial bactericida de um derivado de prata, iluminou o trabalho da equipe de Ribeirão, já que este é capaz de s oluc ionar problemas encontrados com a aplicação de prata pura. Depois de estudar e tes tar novas es truturas compostas com a mistura nanoestruturada do pessoal da Unic amp, a equipe da FORP comprovou a eficácia do produto que desenvolveu. Ao mesmo tempo, assegura a professora Andréa, "ele cumpre função antimicrobiana e é resisten-
Andrea (centro) com a equipe na FORP te aos impactos mecânicos próprios da mastigação e da pressão natural sofrida pelos dentes na boca." O projeto ainda dará
muito trabalho aos pesquisadores da FORP até chegar aos pacientes, mas os res ultados preliminares já são considerados uma ino-
vação, tanto para a área odontológica quanto para as áreas médicas em geral. - Acredito que o material produzido nos labora-
tórios da FORP tem vantagens bastante superiores aos disponíveis no mercado ass egura Andrea Cândido dos Reis.
OPINIÃO
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EDITORIAL
CARTAS À REDAÇÃO
CRÔNICA & CONTEXTO
Reforma já! - Não é culpa desta administração, porque o problema se arrasta há décadas, mas o problema está aí, e esta administração também não faz nada para solucionar o problema. A prefeitura precisa urgentemente de uma reforma administrativa. Passou da hora. O que move a prefeitura é o “desvio de função”. Para agradar um descontente, marca-se horas extras. Sempre tem um “jeitinho” aqui ou ali, quando deveria ter um qudro de carreira, com premiações e punições, para que o servidor trabalhe motivado. Hoje é muita politiquinha. A folha de pagamento está inchada, o servidor trabalha desmotivado, sem perspectiva e mal pago, e o cidadão, sempre ele, paga o pato por serviços mal prestados. Reforma já!
Carta de agradecimento 6ª Caminhada da Fé
por João de Bem
Sucata - Os reis da sucata nadam de braçada há tempos, segundo uma denúncia. E lá na “empresa” todos sabem. Os servidores do bem, devem começar a botar a boca no trombone e apontar estes maus funcionários, para que tomem o caminho da rua. Aqui no Jornalzão você fica anônimo. É só ligar. Caminho da Fé - Mais um ano de sucesso. Os organizadores da Caminhada estão de parabéns. O Jornalzão se sente honrado em participar como colaborador de eventos como este.
Por meio desta, gostaríamos de agradecer imensamente a todos os peregrinos, que no último dia 14/11 percorreram os 34 km entre Santa Rosa e Tambaú, cada um com suas intenções, preces, esforços e muita fé. Não podemos deixar, também, de agradecer a todo o pessoal do apoio, que colocou seus veículos de maneira voluntária e com muita dedicação e respeito fez um trabalho muito importante junto aos peregrinos. Vale ressaltar e agradecer a importância da contribuição dos nossos amigos e patrocinadores: Cônego Pedro, Pe. Alex, Pe. Anderson (Basílica De Nossa Senhora Tambaú) O Jornalzão, Sarney, Evair e Ivoney (IP Auto Peças), Aparecido Sacheto (Saquetão), Helenotur, Chiaperini Industrial, Soaza, Macanudo, Diretoria Municipal de Saúde de Santa Rosa e Câmara de Santa Rosa. Que Deus abençoe a todos e que ELE nos conceda muitas graças. Organização da Caminhada da Fé Santa Rosa de Viterbo
Falta de grana - A perspectiva é de melhora na arrecadação para este mês e o próximo. Quem sabe a prefeitura consiga colocar suas despesas em dia e com planejamento não deixar a coisa enrolar mais. Caso Valter - Milagrosamente o Valter Pereira está vivo. O sitiante que o encontrou contou ao Jornalzão com detalhes, da situação que se encontrava o ex-diretor municipal de educação. E o rapaz, fez tudo isso, fez toda a barbaridade, por causa de um carro. Talvez para impressionar a namorada. Difícil o mundo de hoje.
NORBERTO SCHNEIDER ROLLO ADVOGADO Inf orma a seus clientes e amigos o endereço de seu NOVO escritório: Rua A lic e A lém Saadi, n. 8 5 5 , 1 º andar, s ala 1 0 4 – Centro Empresarial Castelo Branco Bairro N ova Riberânia, Ribeirão P reto, SP. Fones 0 1 6 3 2 8 9 - 6 7 1 9 – 9 9 1 0 9 - 9 9 1 9 e 9 9 2 1 8 - 9 6 2 7
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O JOR NA LZÃ O é um a pub lic açã o da edi to ra And ré Na gib Mo uss a ME Re da çã o: rua C ond ess a F ilo me na Mat ara zz o, 95 - C en tro - San ta Ro sa de Vi ter bo- SP - CEP 14 .27 0- 000 Fo ne/ f a x: (16 ) 395 4 3 289 Us uár io Pap el Im un e: UP - 081 09 /01 4 - Di ret or Ad min ist ra tivo: And ré Mou ssa - Dir eto r d e R ed açã o: Vic to r C erv i - Free lancer - Romeu Antunes - Co la bor ad ore s: Ana Lígia, P a dre A lex, C lél ia Za nar do, S erg inh o G omes, João de Bem e Ro gér io Mos ca rdi ni Ar te f i nal ist a: Gráfica Egidio - Co nta to Co mer cia l: Jo ana Dobras Ti ra ge m: 2.700 exempla res - Ci rc ula çã o: San ta Ros a d e Vit e rb o Pe r i o d ic i d a d e : Se ma n a l - R $ 2,0 0 p o r e xe mp l a r Emai l:o jor nal zao @oj or nal zao .co m Im pre ssã o: Gra fi sc, Sã o C ar los . “ A rt igo s a ssi na dos s ão de in tei ra res pon sa bil ida de de se us aut ore s, nã o r epr ese nta nd o n ece ssa ri ame nte a opi ni ão do jor na l.” O Jor nal zão s e r ese rva o di rei to de res umi r c art as que co nsi dera r i nad equ ada s a o e spa ço dis pon íve l. O JOR NA LZÃO É AFIL IADO À A B RA RJ
Extremos A maioria das pessoas não sabe o que significam direita, centro e esquerda em termos políticos. Essas denominações surgiram a partir de transições de poder na França de 1789 a 1799. Seria interessante que os extremistas (direita/esquerda) refrescassem a memória lendo a história da Revolução Francesa. Mudaram os rótulos, mas os princípios que levam esses grupos ao conflito são os mesmos. A direita era representada pelo clero e os apaniguados do Rei - não pagavam impostos - viviam ás custas de quem trabalhava no campo e da burguesia, pagadores de impostos. Sustentavam a cambada de "vagabundos". Evidente que pessoas nascidas em famílias ricas, conservadores ultradireita, tradicionais na opulência sustentada pelo trabalho de muitos, esses que querem a volta dos militares, com recursos financeiros aplicados em instituições e/ou bens de qualquer natureza, não toleram qualquer um no meio em que vivem. Eles se excluem de um sistema social mais humano - isto é até compreensível. Se qualquer um de nós também estivesse nessas mesmas condições é provável que nos organizássemos para não perder nossa posição no meio da sociedade dominante. A transição na França durou dez anos, houve revoltas sangrentas, decapitaram Luiz XVI e sua mulher Maria Antonieta, reis da França. Nesse tempo conseguiram separar a Igreja e o Estado, entre muitas outras mudanças no relacionamento social, político e econômico - estabelecendo regras para direitos e deveres, em nova Constituição. O lema ainda é o ícone maior na democracia - "Liberdade, Igualdade, Fraternidade". Aqui pode levar mais algum tempo até que o problema seja equacionado, levando em consideração fatores determinantes na compreensão de ambos os grupos, em termos de avaliação do que é direito e dever constitucionalmente legalizados como equação s ocial democraticamente instituída em 1988. A esquerda extremada não sobrevive - assim também a direita radical não terá como se manter. A primeira nivela por baixo a condição humana, aprisionando a ambição. A outra por escravizar o ser pensante, excluindo-o socialmente. Os meios termos - centro-esquerda e centro-direita são nuances do espectro do pensamento político e tentam conviver com um e outro. Genericamente são moderados, nem barro nem tijolo, podem pender para um ou outro lado, covenientemente. No aspecto político representado por siglas partidárias, aqui no Brasil, não há identidade ideológica, as siglas são apenas rótulos e os integrantes nos partidos são absolutamente fixos a seus interesses particulares. Por aí vemos como estamos longe de consolidar um pensamento que conduza a uma solução universal para vivermos em harmonia e prosperidade. Não vamos longe - aqui na Terra do Tirisco, um funcionário da prefeitura hasteou a bandeira da Dilma na sua casa. O nobre Alcaide o condenou pelo gesto, dizendo que a orientação do prefeito - votante confesso no Mineiro - era para os funcionários municipais votarem em Aécio. Se caso ocorreu esse episódio, o desastrado ocupante do executivo municipal é mesmo um "atrapalhado funcional". Está muito distante de compreender o que é democracia. Ele foi eleito pelo voto direto livre, como o meu que o ajudei na empreitada, também com votos petistas. Como faz um papelão desses? Se fosse um cidadão comum, tudo bem - mas o gesto é imperdoável como ocupante do executivo municipal.
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Cidades da região querem consórcio para não ficar no escuro Na semana passada o prefeito Cassinho reuniu-se com outros prefeitos da região na vizinha São Simão para discutir a possibilidade de fazer um consórcio para garantir o serviço de energia elétric a urbana. Entre as cidades que fariam parte do consórcio estão, além de Santa Rosa, São Simão, Luiz Antônio, Serrana e Serra Azul. Todas firmaram a intenção para a criação do consórcio. A partir de janeiro de 2015, a iluminação pública ficará a cargo dos municípios e não mais sob a responsabilidade da companhia de energia elétrica, no caso das cidades da região, a CPFL. Como o serviço custa caro para os municípios, a idéia é criar um consórcio para baratear os custos. "Foi a opção mais viável que en-
contramos", explica Antônio Carlos Monteiro, chefe de gabinete da prefeitura de São Simão. "Os custos são altos, pois tem que ter toda uma estrutura para atender a população. As cidades tem que oferecer entre outras coisas um callcenter para atender aos chamados, além de outros recursos operacionais. O consórcio é sem dúvida uma forma mais eficaz para atender a todos os municípios com um custo menor", finaliza. Municípios têm até dezembro para assumir iluminação pública - As prefeituras de cerca 1.700 municípios do país têm até o fim do ano para assumir a manutenção da infraestrutura de iluminação pública de suas cidades, que atualmente está sob responsabi-
lidade das distribuidoras de energia. A medida da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem como objetivo atender a uma previsão constitucional, que determina que a iluminação pública é de responsabilidade munic ipal. Segundo a Aneel, quase 4 mil cidades já assumiram os ativos de iluminação pública no país. Mas cidades de alguns estados como São Paulo, enfrentam dific uldades na transferência. O superintendente de Regulação de Serviços Comerciais da Agência, Marcos Bragatto, diz que o dia 31 de dezembro é o prazo final, e não há disposição da Aneel em prorrogar novamente. "Isso tem sido alertado aos municípios em todos os encontros, fóruns, em todas as oportunidades temos sempre in-
sistido nessa questão: que o prazo é improrrogável," garante. Ele explica que, a partir de 1º janeiro de 2015, as distribuidoras não têm mais a prerrogativa de operar e manter o sistema de iluminação pública. Para custear a manutenção dos ativos, que inclui luminárias, lâmpadas, relés e reatores, as prefeituras poderão instituir a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) que, por sua vez, pode ser arrecadada por meio da fatura de energia elétrica. Para os municípios que não criaram ou que não vão criar a CIP por decisão local, há a opção de arrecadar os recursos pelo Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Os postes de luz continuarão sendo administrados pelas distribuidoras de energia.
Quantidade de chuva em 2014 na cidade é de "quase deserto" O clima em 2014 em Santa Rosa es tá bem parecido com o c lima semiárido da região da s eca do Nordes te bras ileiro, onde as chuvas são irregulares e em pouca quantidade de 300 a 500 mm por ano. E com a umidade baixa o clima torna-s e ainda mais sec o. Para ter uma ideia da esc as sez de chuva este ano em Santa Rosa, cho-
veu pouco mais de 600 mm de 1º janeiro até ontem na c idade. É muito pouco e tem um agravante: s em pers pec tiva de melhora em 2015. O Jornalzão levantou as médias anuais de chuvas dos últimos anos na cidade. Veja quadro ao lado. Economia E com a seca, a população de Santa Ros a se
comporta de forma exemplar, não des perdiçando água e as sim não sofrer c omo Cajuru, Tambaú, Santa Rita, Casa Branc a, cidades próximas, que enfrentam racionamento de água desde o segundo trimestre de 2014. Dona Maria Ap. Cândido, 68 anos, diss e que economiza água e que até o valor da conta caiu. Mas reclama: "A gente faz nos-
sa parte, mas fic a difíc il quando tem queimada de cana que enche nossa casa de fagulha", diz. A média da quantidade de chuvas dos últimos sete anos na cidade registra 1.585,84 mm anuais, duas vezes e meia maior do que as chuvas registradas este ano. O ano que havia c hovido menos foi em 2012 c om 1.380 mm, mais que o dobro deste ano.
Veja quanto choveu ano a ano 2007 - 1.423,60mm 2008 - 1.672,00mm 2009 - 1.907,20mm 2010 - 1.433,70mm 2011 - 1.638,80mm 2012 - 1.380,90mm 2013 - 1.644,70mm 2014 (até ontem) - 614,70mm
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Santa Casa busca novos associados A nova diretoria da Santa Casa diz que estão abertas inscrições para novos associados. A intenção é que mais pessoas da cidade se interessem pelos problemas da Santa Casa e passem a ser colaboradores. "Não é da noite para o dia que vamos arrumar a Santa Casa, mas independente do tempo que demorar, é fundamental a participação de toda a sociedade", disse o presidente Elizeu Sabino. Os novos associados pagam de 5 a 10 reais mensais de contribuição e participam das reuniões, além de poder votar e ser votado nas eleições da entidade. Elizeu disse também que as portas da Santa casa estão abertas para quem quiser conhecer a rotina e os problemas da entidade. "Às vezes recebemos críticas de pessoas que não conhecem o dia-a-dia do hospital. Pedimos que venham ao hospital conhecer como funciona," finaliza.
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Primeiro ‘shopping’ da cidade O antigo Hotel Santa Rosa, na esquina da praça Guido Maestrello, vai sen-
do submetido a uma reforma que dará um novo toque arquitetônico ao centro
da cidade. Na primeira foto, clicada por Cassiano Oliveira em 1949, com câmera posicionada sobre o telhado da Matriz de Santa Rosa de Viterbo, ele tem sua aparência original, já que a data '1937' que ostentava na fachada, sugere o ano de sua construção. Na foto seguinte, do último dia 13 de agos-
to, pedreiros começam a concretar a base de sustentação ao novo prédio que vai surgindo. Depois, em 17 de outubro, já se pode ver uma parede à esquerda e a estrutura metálica do telhado. A última foto mostra como vai ficar a 'Galeria Malim', quando concluída, que terá seis salas para aluguel.
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Livro revela como as cidades da região ganharam seus nomes
Um livro recém-lançado revela como se deu a formação de 26 cidades da região de Ribeirão Preto, explicando o porquê de seus nomes e como surgiu do arraial que resultou na fundação do município. A obra "A Origem das Cidades" foi escrita pelo jornalista Nicola Tornatore, que passou vinte anos na Redação do jornal "A Cidade", de Ribeirão Preto, período em que esteve em cada uma das vinte e seis cidades pesquisando nos arquivos das Prefeituras. Em comum, todas as cidades possuem histórias curiosas que marcam seus primórdios, como o jovem líder republicano que, desgostoso do resultado das primeiras eleições após a Proclamação da Repúbica, viajou para a Europa e lá caiu dentro de um vulcão (Jardinópolis); o engenheiro polonês que veio ao Brasil a convite um amigo, apaixonou-se pela irmã deste e acabou morrendo aos 43 anos (Brodowski); o mascate que enganou uma fazendeira católica, vendendo uma imagem de Santa Rosa como se fosse de Nossa Senhora (Santa Rosa de Viterbo); a antiguíssima Boca da Mata (Cajuru em tupi-guarani), da qual já existe menção em 1762; e a cidade que deve seu nome a um efeito ótico (Serra Azul), entre muitas outras. O livro "A Origem das Cidades" traz 26 capítulos, dedicados às cidades de Guatapará, Dumont, Sales Oliveira, Serra Azul, Luiz Antonio, São Simão, Altinópolis, Pradópolis, Brodowski, Bebedouro, Cajuru, Santa Rosa do Viterbo, Barrinha, Batatais, Morro Agudo, Cravinhos, Serrana, Jaboticabal, Jardinópolis, Pitangueiras, Pontal, São Joaquim da Barra, Monte Alto, Taquaritinga, Orlândia e Pitangueiras. A obra foi lançada semana passada e está à venda exc lusivamente pela internet, na página www.clubedeautores.com.br. Basta entrar no site e, no alto da página principal, digitar o nome do livro "A Origem das Cidades". O livro pode ser comprado através de cartões de crédito ou por boleto, que pode ser pago em qualquer lotérica. Caso comprador opte pelo Sedex dos Correios, o livro chega em três dias.
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6ª Caminhada da Fé bate recorde com 400 peregrinos Foto cedida pelo Pofi
Só não foi mais gente por causa da forte chuva da noite do dia 14. Mas a organização c omemora o crescimento da Caminhada da Fé, que nesta sexta edição contou com 400 peregrinos para cumprir os 34 quilômetros do perc urso entre Santa Rosa e Tambaú, na noite de 14 e madrugada do dia 15 de novembro. Até às 20h30 do dia 14 chovia forte. Às 21h00 já s em chuva, o pes soal começou a se aglomerar em frente ao salão do Zezão aguardando a bênção do Cônego Pedro. Por volta das 22h00 cerca de 450
pessoas - 400 peregrinos se concentravam para a saída da 6ª Caminhada da Fé, em um trajeto de 34 quilômetros em estrada de terra, entre Santa Rosa e Tambaú. A caminhada foi tranquila e a única dificuldade foi um trecho com muito barro, mas que foi facilmente vencido pelos animados romeiros. Assim que sol começou a raiar o grupo começou a chegar em Tambaú, na Basílica do Padre Donizetti, onde foram recebidos com um farto café da manhã. O grupo ainda assistiu uma Missa na Basílica antes de entrar nos ôni-
bus exclusivos que trouxeram o grupo de volta. Durante todo o percurso, doze veíc ulos de apoio, entre
vans, camionetes, carros e carro de som, acompanharam o grupo dando todo respaldo necessário.
Clima de Natal já agita a cidade Gabriel Carmello Caldas
Quem anda pelas ruas de Santa Rosa, percebe que os enfeites natalinos já estão fazendo parte do cenário, afinal, faltam pouco mais de um mês para o Natal. Comerc iantes s e mostram animados e esperançosos com as vendas nesse final de ano, e não somente em dezembro, pois a procura já começou, segundo Dulce Irene de Souza Silva, caixa e gerente da Explosão 12. "Após a copa o movimento deu uma queda, mas agora que vêm chegando o fim de ano, as vendas alavancaram. Tem segunda que parece véspera de feriado ou fim de semana, chegamos a tirar R$ 500 no cartão." Além da novidade de passar cartão de crédito e débito, ela acredita que a loja tem muita variedade, qualidade nos produtos, segue a tendência da moda, tem o preço fixo de doze reais e ainda oferece produ-
tos para gordinhos, como camisas masculinas e vestidos. O sucesso é tamanho que até pessoas da região vêm comprar na loja, como São Simão, Tambaú e até Ribeirão. Dulce garante que é só o começo e que ainda tem muita coisa pra chegar. Outra loja que enxerga ess e final de ano com otimismo é a Zoo, a gerente Isadora Abdalla de Sordi acredita que as pessoas estão vivendo melhor e estão comprando mais, ela toma, por exemplo, o próprio mês das crianças que superou as vendas do ano passado. A gerente apos ta numa grande variedade de brinquedos para bebês, crianças e jovens, enfeites de natal, presentes para namorados e como novidade a venda de produtos para pets. O ano esta sendo bom para o comércio e Isadora agradece e convida a população para conferir seus produtos . "Queria agradec er por todos os clientes pela preferência e es pero por
todos nesse natal." Décimo te rce iro Nesse final de 2014, o comércio ainda ganhará como aliado à segunda parte do 13° salário, também conhecido como gratificação natalina. Es s a bonific ação paga ao trabalhador o valor relativo de 1/12 (um doze avos) do seu vencimento para c ada mês trabalhado em duas parcelas até o final do ano. O c aminhoneiro Aparecido Donizete Ferro, o Petezinho, está com boas expectativas para o natal e vai fazer bom proveito do
seu 13° "Esse natal vai ser melhor que o do ano passado. Eu estava de cadeiras de rodas devido a um acidente de caminhão, mas agora já estou andando e trabalhando. E com o dinheiro do 13° vou comprar presente pra meus sobrinhos." Esse abono salarial também vai ser bem empregado pelo otimista Antônio Carlos dos Santos. "Com esse dinheiro que eu e minha esposa vamos receber, faremos uma festa muito boa. Lá em casa está tudo certo graças ao bom Deus e acredito que terei um belo natal."
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CHICO XAVIER Grupo Espírita “Bezerra de Menezes”
TROVAS DO RECONFORTO Dificuldades e provas? Põe a tristeza de lado. Muita aflição do caminho É socorro disfarçado. Perdeste? Não te lamentes. Cessa o pranto em que te esgotas. A ciência de vencer Aprende-se nas derrotas. O fracasso não existe Se o trabalho não te cansa. Só não existe vitória Onde se perde a esperança. Injúrias e humilhações? Fica nas regras do amor. Onde o perdão rege a vida O vencido é o vencedor. Sofrimento quando chega, Furtando-te sonho e paz, É bênção que o Céu envia Para saber como estás. Lucano dos Reis (Trova extraída do livro "Rosas com Amor" Psicografia de Chico Xavier)
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FUNDO DO BAÚ Em junho de 1961, como era comum na época, essa rapaziada foi visitar a então recém construída caixa d'água para abastecer a cidade, localizada na rua Amazonas, saída para fazenda Amália. Obra da administração do prefeito João ' Zizico' Baptista Garcia (1955 1958), aquele sistema de tratamento de água, além da óbvia utilidade, era ponto turístico de Santa Rosa. Naquele dia, o pessoal foi dar um passeio que registrou em fotos. Nesta, agachados, à partir da esquerda, estão: Dito Cervi, Jadier Nogueira, Chiquinho Figueira e Domingos Cury. Atrás deles, Rubens Antunes. Em pé ao fundo, Benedito Juvêncio dos Santos, zelador do filtro e pai de Juvenal Juvêncio, expresidente do São Paulo FC.
Amália, terra dos apelidos Pratic amente todas as pessoas que moravam em Amália e que se mudaram para Santa Rosa, tem um apelido. São apelidos que "colaram" e tem muita gente que perdeu o nome, ninguém sabe o nome de batismo. É Biquirim, Bacurau, Bozão, Cavalo Morde Cobra, Irmãos Máscara, Merréis, Caga-Roxo, etc. A lista abaixo foi feita pelo Orlandinho Testa a nosso pedido. E você, se lembra de mais apelidos dos moradores de Amália? Alemão do armazém Bacurau Badeco Barranco Batucada Bidu Biquirim Biróla Bocão Boi Bolinha Boquinha Bozão Brahma Bravo Breia Cabeção Cabo verde Caçapa Caga roxo Calça curta
Candião Capivara Carcaça Carecão Carninha Catetinho Cateto Cavalo morde cobra Cebolão Charuto Chica telefonista Cheroso Chicão da mão pelada Chico mão de onça Chico mata burro Chico Tamaki Chico toco Chuvisco Dê Dedão Dedé Dentinho Dibi Dicão Diola Dirwla Dodô Dolim Dona didi (doceira) Faixa branca (guarda) Fiím Franginha Fruta Fuim Fuminho Futrica Geraldo da doca Grilim Irmãos mascara João borsinha
João piaba Jóia Juquinha Kiki Lalo Léco téco Lelão Lelo Lica Listão Ló Magina Maloca Maloquinha Maninho Meindo Menininha Merréis Milão Nardo Nêgo bozzo Nego telefonista Nêgo zilio Nene caetano Nene campanini Nenezão Neno Nequinha Nervá Nina da loja Pacifico Paião Panquinha Pardal Paulo da nésia Pedrinho cagado Pelego Perré Pichú Pingo d´agua
Pinha Pinta roxa Piriquitão Pitia Prego Purutal Quim quim Raid Raposão Ratiã Renato padeiro Risadinha Setenta Sivirino tuc tuc Tal Tango Taretinha Tarquinho Tato Têga Tim Tio bica Tonhão guarda Tonim da bina Tostão Trinta Tu Vaca brava Vavá Véia Xaxá Yéca Zé chato Zé cuica Zé jornaleiro Zinho Zinho Zino do bar Zirão Zito
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A arte marcada na pele Gabriel Carmello Caldas
Desenhar é uma das coisas mais divertidas para se fazer quando se é criança. Claro que muitos gostam de desenhar até quando viram adultos, outros transformam a paixão em arte, e nessa categoria se encaixa a figura do tatuador. Fabricio Silva Belavenuto, 29, é um desses clássicos exemplos. "Desde adolescente sempre gostei de desenhar, era fascinado por comics e fantasy art e transformei meu hobby em profissão em prol da arte." Derik Roberto de Paula, 28, tatua há quatro anos no seu estúdio, também seguiu a mesma linha de amor ao desenho "Desde os sete anos de idade sempre gostei de desenhar no meu corpo, admirava a arte se ter ciência do que era. Eu acho que em outra vida eu era um índio, que pintava o corpo da galera." O descendente de chileno Hugão, 32, também não foge a regra. "Eu era muito pobre e brinquedos eram nossa imaginação e tudo que sempre pude ter a vontade foram papel e lápis." Além de ser tatuador há 15 anos, se tornou grafiteiro e artista plástico. Aumento e domínio feminino - O número de pessoas procurando es sa arte aumenta c ada vez mais, principalmente no final do ano que as pessoas estão com dinheiro. Derik conta que esta nessa área desde os primeiros tatuadores santa-rosenses, há uns
15 anos e acredita que o movimento é muito relativo. "Vai de época, tem vez que vão dez ou quinze na mesma semana ou passa semana que vai duas pessoas, ou no sábado vão cinco. " O facebook acaba sendo uma boa ferramenta para o chileno. "Todo dia pelo facebook adiciono umas quatro pes s oas interes sadas na arte." Fabricio até perdeu as contas de quantas tatuagens fez nos s eus s eis anos c omo profis s ional, mas ac redita que já fez umas 500. "A procura está aumentando, pois a estética na sociedade está em alta. Hoje tatuamos anatomicamente qualquer figura no corpo, assim dando a oportunidade de cada pessoa se express ar de uma maneira única e individual." Derik ressalta também a galera não está mais fazendo pequenos desenhos, coisinhas escondidas,
muitos estão fechando braço, costas e pernas, estão realmente gostando da arte. O maior responsável por esse grande aumento na procura por tatuagem é o público feminino. Segundo Hugão as mais pedidas são as escritas, desenhos orientais e personalizados. Derik relata que o procuram principalmente para fazer filtros dos sonhos, coruja e fênix. Rompendo barreiras - Derik acredita que diminuiu muito o preconceito com a ajuda das mídias e redes sociais, que mostram convenções, atores se tatuando, mas lamenta que ele ainda exista. "Esses dias sentei no banco de um shopping e uma senhora puxou a bolsa dela pro lado. Dei risada na cara dela. Pensou que eu ia roubá-la. " Também conta que muitos olham com admiração pra ele e ficam impressionados com o seu tan-
to de tatuagem. Hugão já passou por esse incômodo quando quis abrir seu estúdio e o dono não quis alugar o local por
saber que ele era tatuador. Mas essa barreira esta sendo rompida chegou a tatuar uma senhora. "O preconceito da sociedade o fator prin-
cipal que muitos vêm que tattoo é coisa de marginal, mas eu mes mo já atendi aqui senhoras de 76 anos que veio realizar um sonho."
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Senhores artesãos de Santa Rosa de Viterbo O grupo "Coletivo Biquirim" convida aos artesãos da cidade a comparecerem no Centro Cultural neste domingo, 23 de novembro de 2014, às 14h00, para a realização do cadastro de interessados em expor seus produtos na feira de artesanato do "Festival Fora do Trilho", que será realizado dias 19, 20 e 21 de dezembro de 2014 em Santa Rosa de Viterbo. Maiores informações 9 92064574 ou 3954-5522.
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COLUNA BIQUIRIM Nossa cidade tem muitos anos e poucas histórias ou tem muitas histórias esquecidas por tantos anos? Todos nós deveríamos ter o espírito de historiador, buscar o passado, descobrir de onde viemos, ou até mesmo saber o significado do próprio nome. Nossa cidadezinha guarda um passado histórico rico e imensurável, e ao mesmo tempo esquecido e abandonado. Somos da geração que se ouvia histórias de nossos avós, pais e vizinhos, mas e hoje, que história nossas crianças andam guardando na memória? E que imagem eles têm criado de toda essa história? A memória é o bem mais valioso que carregamos conosco, seja por meio de sons, cheiros ou até mesmo por imagens. Portanto, devemos preservar a memória tanto material quanto imaterial, que vai de acervos, imóveis, pinturas, objetos até manifestações artísticas ou culturais, e isso é ser autor, e conduzir a própria história. O tombamento histórico é um desses meios de preservação e qualquer pessoa pode pedir o tombamento. O tombamento ocorre em três instânc ias, municipal, estadual (condephaat- conselho de defesa do patrimônio histórico, arqueológico, artístico e turístico) e federal (iphan- instituto do patrimônio histórico e artístico nacional). O processo de tombamento consiste em uma análise histórica feita por técnicos de diversas áreas do referido órgão (arquitetura, urbanismo, documental, histórico, geográfico), após a conclusão do processo passa por um conselho composto por diversos representantes (OAB, secretarias de urbanismo, habitação, instituto dos arquitetos) que irá analisar a pertinência do pedido que poderá ser aprovado ou não, aí serão discutidos os níveis de preservação parcial ou total do imóvel. Já o restauro de um bem tombado é complexo, e exige a análise de todo um processo construtivo que às vezes não é mais utilizado. O restauro é justamente ter este olhar que desejamos para o patrimônio e ter o bom senso de como intervir para conservar o que está em bom estado, intervir em ações estruturais ou emergenciais e divulgar através da educação patrimonial a melhor forma de lidar com o bem. Não adianta nada restaurar se as pessoas não conservam. Na nossa cidade temos alguns exemplos de imóveis tombados que receberam o devido restauro, como a antiga Estação Ferroviária conhecida hoje como Estação da Cultura e que abriga a Escola Livre de Música Plácido Bertocco, e a primeira Delegacia de Policia (Cadeia Velha) que hoje é a sede do Conselho Tutelar Municipal. Podemos citar vários exemplos de arquitetura que marcaram a história santa-rosense, e que merecem a atenção não dada e que poderiam ser transformados em espaços culturais c om atrativos turísticos em nossa cidade, tais como a pequena Estação Ferroviária de Nhumirim (palco do 1°Ramal Cultural), o antigo prédio da esquina da praça matriz (que abrigou a primeira escola da cidade, "Teófilo Siqueira") ou até mesmo a Fazenda Amália que é o berço da nossa história econômica e cultural, além de toda região. Quem não preserva o passado certamente desconhece a própria historia.
ESPECIAL
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"Drogas são nossos menores problemas"
Gabriel Carmello Ca ldas
A Sarevi (Santa Rosa Recuperando Vidas) realizou um almoço para arrecadar fundos nesse último domingo (16), no salão de festas da igreja Nossa Senhora Aparec ida em Nhumirim. A Clínica terapêutica, que também fic a no bairro, esta ins talada há quatro anos e conta hoje com 15 internos, que junto dos voluntários, ajudaram a fazer o evento. Entre os internos encontra-se o s anta-ros ense Diogo Martins Aquino de 26 anos. Ele ficou preso por um ano e oito meses por tráfic o. Sua família o pressionou e ele acabou cedendo, s endo internado por conta do seu vicio com drogas e álcool. Mas isso não o impede de andar com um sorriso no rosto e com esperanças de dias melhores. "Minha vida melhorou muito, hoje eu posso dizer
que eu vivo. Frequento a sociedade de cabeça erguida, sem ter medo de entrar e sair de qualquer lugar." Há cinco meses internado, conta que foi muito difíc il o começo, mas que graças à boa c onivência conseguiu superar os obstáculos. "Fiz vários amigos, esse são meus amigos de verdade, os outros eram era só pra curtição." Faltando apenas um mês para sair, Diogo pretende acabar a escola, na qual parou no oitavo ano, já tem um serviço garantido de ajudante geral quando s air. Higor Miranda Alves de 21 anos é outro interno que prestou auxílio no almoço. Sua história é bem distante da de Diogo, mas também é esbarra no mesmo problema. Ele entrou cinco dias depois de Diogo, pelo vício em coc aína e álcool. Tinha uma vida muito boa, rapaz de classe
média alta, frequentava o segundo ano de uma faculdade de Administração, e iria se formar no final desse ano, mas colocou tudo a perder por causa da droga. "Chegou um ponto que minha mãe me deu duas opções: Internava ou s eria expulso de casa. Para não perder minhas regalias eu decidi internar." Depois que entrou na comunidade, o jovem é natural de Americana, voltou a sonhar c om a vida, antes só queria consumir droga e não dava s atisfação de nada para sua mãe, chegou a ficar dois dias sumido de casa. Mas hoje ele quer conquis tar suas próprias coisas e não só depender de tudo que sua mãe tem. Quer acabar a faculdade, arrumar emprego e c onstruir uma família. Uma das primeiras coisas que aprendeu ao ser internado foi identificar s eu verdadeiro inimigo. "Drogas são os
nossos menores problemas, a raiva, a tristeza, os nossos sentimentos que nos trazem para essa situação." Higor c onta que o Padre Alex faz visitas grupo de oração fazem visitas para eles, chegou até fazer primeira Eucaristia nesses seus cinco meses internado. "Uma coisa que ninguém imagina é uma roda com 15 drogados falando s obre Deus, se soltando, abrindo, compartilhando sentimentos. E essa amizade facilita muito, eles falam coisas que você precisa ouvir e não que você quer ouvir." Além dos novos amigos, em casa, as cois as também estão melhorando para Higor. "Fui visitar minha mãe depois de um tempo na ress ocialização e ela ficou muito feliz, diss e que foi a melhor semana dela nos últimos seis anos. Isso foi muito gratific ante pra mim isso me deu mais ânimo pra lutar."
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CULTURA
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Grupo mineiro apresentou peça sobre Aníbal de Machado Gabriel Carmello Caldas
Crianças , jovens , adultos e idosos se reuniram em frente à Praça da Bandeira, nesse sábado (15) pra prestigiar a peça "Acontecimento em Vila Feliz", uma versão teatral do conto homônimo de Aníbal de Mac hado, interpretado pela Cia. Pierrot Lunar oferecido pelo Circuito Cultural Paulista. O espetáculo conta a história da linda e sedutora Helena, uma jovem que tem o dom tanto de s er amada pelos homens quanto invejada pelas mulheres. A narrativa é passada na fictícia Vila Feliz e acompanha a suposta gravidez da moça, que acaba se casando com um forasteiro o que gera inúmeras intrigas entre a população da pequena vila mineira, fazendo sua vida
uma verdadeira bagunça. Interpretado pelos artistas Cristiano, Neise Neves, Léo Quintão, Mariana Câmara, Ronaldo Jannotti e Priscila Cler, o espetáculo de aproximadamente 50 minutos, exibia um belo fusca branco com uma placa escrita Vila Feliz, nele tinha de tudo alto-falante em cima, de onde vinham efeitos musicas, instrumentos, inúmeros objetos que fizeram parte da peça, com um grande pano azul imitando o mar, fazendo parte de uma das cenas finais. Além dos adereços que fic avam no fusca tinha uma escada e um cabide onde os artístas colocavam seus adereços. Para o público entrar no clima, logo no começo, foram dados jornais que na capa anunciava o "Acontecimento em Vila Feliz". O materi-
al também cotinha informações sobre a peça, o grupo, as letras das músicas cantadas e outras curiosidades da Cia. Pierrot Lunar. A peça esta em repertório desde 2011 e no ano posterior faturou o prêmio de melhor trilhar sonora mus ic al no 9° Prêmio SINPARC USIMINAS/MG, uma renomada premiação dada pelo Sindicato dos produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais. Antes de se apresentar em Santa Rosa, o grupo de Belo Horizonte passou por Miguelópolis e Guaíra e para encerrar a agenda de espetáculos no Interior paulista foram para Batatais levando a risca o objetivo do programa do governamental Circuito Cultural Paulista, que é de promover eventos culturais para o interior e o litoral do estado.
Opinião: O cupim da República Nada a ver com “má índole” de alguns: a corrupção no Brasil é sistêmica, estrutural, larvar, fruto da histórica perda de fronteira entre o público e o privado. A cultura da corrupção resiste no patrimonialismo, no clientelismo e no compadrio. Modernamente, ela se expande, voraz, sob nomes de fantasia como “privataria”, “mensalão”, “trensalão”, “petrolão”. As empreiteiras agora investigadas na Operação Lava Jato são a mola mestra de um modelo de desenvolvimento econômico baseado em grandes obras – desde a ditadura, aliás. Elas também financiam o sistema político dominante. Já se apurou que seus executivos mantinham reuniões periódicas para azeitar o
cartel que controla, em contratos, megainvestimentos estatais (da União, estados e municípios maiores). Nas eleições de 2014, es sas construtoras “doaram” pelo menos R$ 218 milhões para seus candidatos . Os ditos ‘principais’ postulantes à Presidência da República também receberam polpudas s omas do ‘clube’ corruptor. Dever de gratidão: afinal, o faturamento das empreiteiras ano pass ado foi de R$ 33 bilhões – quase metade vindo de contratos públicos. Como destacou o Painel da Folha de São Paulo em 17/11, “relatório da Polícia Federal da última fase da Operação Lava Jato diz que a apuração ‘coloca em xeque’ até os repasses le-
gais feitos pelas empreiteiras às campanhas eleitorais – o ‘caixa um’. ‘As doações legalmente registradas podem indicar uma forma estruturada de lavagem de dinheiro’, diz a PF. Na disputa deste ano, todas as siglas que elegeram representantes para o Congresso, com exceção do PSOL, tiveram candidatos ou diretórios financiados pelas empresas mencionadas.” É o interesse privado colonizando a política. Como sabemos, quem contrata o DJ escolhe a trilha sonora da festa. Para a inevitável CPI da próxima Legislatura, é imperativo que não se indique ninguém que tenha sido eleito com financiamento do consórcio que “propinou” na Petrobras, por claro conflito de interesses.
Seria ‘profilátic o’ conhecer logo quem são os parlamentares citados nas investigações. Não para c ondená-los sem defesa, mas para que, por cautela, eles não venham a ser eleitos para as mesas diretoras do Senado e da Câmara, em fevereiro, caso se candidatem. Essa revelação de interesse público está nas mãos do STF: o ministro Teori Zavascki é o relator do caso. No ST F também está pendente a decisão sobre o fim do financiamento empres arial de campanhas, cuja votação o ministro Gilmar Mendes impede que se conclua. O seu colega Luis Roberto Barroso, na outra ponta, é contundente:
“Se não mudarmos o sistema político, sobretudo para baratear o processo eleitoral, o financ iamento de campanhas continuará por trás de todos os escândalos do país. Não sairemos do pântano. A centralidade do dinheiro nos roubou o idealismo e o senso de patriotismo.” Há razões criminais e penais para a investigação dos gravíssimos desmandos ‘propineiros ’. O financiamento interessado de todos os grandes partidos pelo poder econômico cristaliza a privatização máxima na escolha dos agentes públicos, c ada vez mais desacreditados. Mas é preciso evitar que esses imprescindíveis questionamentos levem à desconstituição da política propriamente dita. Ela, a política, é o único caminho para a resis tência à
mercantilização da vida, à hegemonia do capitalismo predatório e à captura do Estado pelos interesses particulares. Além de encarcerar os ladrões do dinheiro público e banir da vida política os corruptos, responsabilizando também seus partidos, é urgente mudar profundamente o sistema plutocrático que nos rege. Há propostas muito alentadoras, como a Iniciativa Popular de Lei liderada pela OAB e CNBB, que democratizam nossa ordem política. Elas dependem, porém, da mobilização cidadã. Reforma Política substantiva só com participação popular! Chico Alencar, professor de História e deputado federal (PSOL/RJ)
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CLASSIFICADOS
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EDITA L DE PROCLA MA S PA RA CA SA MENTO EDITA L DE PROCLA MA S nº. 1955 Faç o s aber que pretendem s e c as ar e apres entam os doc umentos exigidos pelo artigo 1 .5 2 5 , nº. I I I I e I V do C ódigo C ivil, os pretendentes : // J O SÉ D E SO U SA e M A RI A I RA N E I D E C A RV A L H O D E O L I V E I RA //. E le, natural de E s perantina, E s tado do P iauí, nas c ido aos dezoito (1 8 ) de julho de um mil novec entos e quarenta e s ete (1 9 4 7 ), profis s ão lavrador, es tado c ivil s olteiro, domic iliado e res idente à Rua Sebas tião de C ampos , 4 3 8 , N os s o Teto, na c idade de Santa Ros a de V iterbo, E s tado de São P aulo, filho de dona M A RI A D E SO U SA . E la, natural de V argem G rande, E s tado do M aranhão, nas c ida aos primeiro (0 1 ) de fevereiro de um mil novec entos e s es s enta e s eis (1 96 6 ), profis s ão lavradora, es tado c ivil s olteira, domic iliada e res idente à Ru a Sebas tião de C ampos , 4 3 8 , N os s o Teto, na c idade de Santa Ros a de V iterbo, E s tado de São P aulo, filha de J O SÉ RI BA M A R D E O L I V E I RA e de dona L E O N O R C A RV A L H O D E O L I V E I RA . EDITA L DE PROCLA MA S nº. 1956 Faç o s aber que pretendem s e c as ar e apres entam os doc umentos exigidos pelo artigo 1 .5 2 5 , nº. I I I I e I V do C ódigo C ivil, os pretendentes : // M A E L SO N P E RE I RA D O S SA N T O S e M A RI A N A G E N A RO E V A N G E L I STA //. E le, natural de M inas N ovas , Es tado de M inas G erais , nas c ido aos doze (1 2 ) de janeiro de um mil novec entos e noventa e um (1 9 9 1 ), profis s ão ins petor de qualidade, es tado c ivil s olteiro, domic iliado e res idente à Rua G ualter C hitero 2 9 1, N ova Roma, na c idade de Santa Ros a de V iterbo, E s tado de São P aulo, filho de J O SÉ L O P E S D O S SA N T O S e de dona M A RI A A P A RE C I D A P E RE I RA D O S SA N T O S. E la, natural de M oc oc a, E s tado de São P aulo, nas c ida aos vinte e um (2 1 ) de novembro de um mil novec entos e noventa e c inc o (1 9 9 5 ), profis s ão auxiliar adminis trativo, es tado c ivil s olteira, domic iliada e res idente à Rua G uanabara, 7 6 8 , J ardim Riac huelo, na c idade de M oc oc a, E s tado de São P aulo, filha de P E D RO L U I Z E V A N G E L I STA e de dona L I N D A L V A G E N A RO E V A N G E L I STA . Se alguém s ouber de algum impedimento ao c as amento de algum dos c ontraentes ac ima, oponha- o na forma da lei. E u, G is ele C alderari C os s i - O fic ial.
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Morumbi Novo .................................................................................................... ..... R$ 100 mil Jardim residencial Paloma ........................................................................................ consulte-nos Terreno Luiz Gonzaga 4 terrenos rua Roberto Armbrust, ............................................ R$ consulte-nos 2 Terrenos juntos, Jd Dom Bosco, sendo 1 de esquina e um do lado ............................ R$ consulte-nos Terreno em frente quadra da JAS - 1 na frente, 2 no fundo .................................................. R$ 250 mil Dom Bosco 10x25, face sombra, quitado ......................................................................... R$ 56 mil Dom Bosco 10x25 ....................................................................... R$ 42 mil + prestações de R$ 390 Av. do Bosque murado, 330 m2 ................................................................................... R$ 130 mil Área dentro de Nhumirim 1250 m2, com guia, sargeta, água, energia, asfalto ...................... R$ 200 mil
Barracão com mesanino moradia separada, energia trifásica, próx. superm. Real ...................... R$ 250 mil Casa Filtro (2 casas) com 2 dormitórios cada, ótimo para alugar ............................................ R$ 100 mil Jd. das Flores 3 dorm, sala, copa, coz, edícula, portão, toda murada ...................................... R$ 300 mil Nova Roma, sendo 3 drm, sala, copa, coz, edícula, área churrasco, garagem semi nova) ............. R$ 290 mil Nova Roma 3 dorm, sala, coz, wc social, varanda, garagem (troco por casa no Teto) ................ R$ 180 mil Vila Mendes 3 dorm, sala, coz, + edícula, garagem, murada, terreno amplo ............................. R$ 105 mil Casa+Edícula casa 2 dorm., sala, coz, ár. serv. e outra de 1 dorm. sala, coz e ár serv, ót.aluguel . R$ 180 mil Rua Pestalozzi 3 dorm, sala, coz, garagem, + salão comercial ............................................... R$ 150 mil Nova Roma 3 dorm, sala, coz, garagem, terreno 368m2 ....................................................... R$ 215 mil Dom Bosco nova, 3 dorm (1 suite), sala, coz, wc social, a. serv, garagem + edicula e piscina ...... R$ 320 mil Nova Roma 3 dorm, sendo 1 suite, sala, coz, copa, arm emb, lavand, gar, aquec. solar, acab 1ª .. R$ 450 mil Julio Moretti 2 dorm, sala, coz, murada, próx. avenida do Bosque ........................................ R$ 160 mil Edícula Luiz Gonzaga (lado de cima), 2 dorm, sala, coz, lavanderia, murada .................... R$ consulte-nos Cohab 3 2 dorm, sala, coz, banheiro + cômodo no fundo (não ac. financ) .................................. R$ 85 mil Jd das Flores (falta acab) .................................................................................................. R$ 75 mil Jd. das Flores .................................................................................................... ............ R$ 90 mil Para construir 4 casas a ser construídas no Jd Aquarius, 2 dorm, sala, coz, wc social, ac financ Consulte-nos Jd. Elite 2 dorm, sala, coz, garagem + edícula ................................................................... R$ 150 mil Jd. do Sol 1 dorm, sala, coz, wc social, garagem, portão eletr. (terreno 5x25) .......................... R$ 100 mil Sobrado, Morumbi velho defronte a praça ........................................................................ R$ 450 mil Jd Primavera 3 dorm, sala, copa, coz ............................................................................... R$ 130 mil Cohab 3B esquina, 2 dorm, sala, coz, terreno 320m2 ....................................................... R$ 120 mil Julio Moretti 2 dorm, sala, coz, murada ............................................................................ R$ consulte Luiz Gonzaga 2 dorm, sala, coz, área serviço, garagem, murada ........................................... R$ 150 mil Nosso Teto 3 dorm, sala, coz, wc social, garagem, próx. Nota 10 ............................................. R$ 80 mil Luiz Gonzaga 1º rua, 2 dorm, 2 salas, coz, copa, garagem, acab. primeira ............................... R$ 380 mil Luiz Gonzaga 2 edículas no terreno 5 x25 ........................................................................... R$ 85 mil Nova Roma 3 dorm, sala, copa, coz, wc social, area serv, area churrasco .................................. R$ 250 mil Edícula Jd. do Sol 1 dorm., sl, coz, wc social varanda, murada portão eletr. em terreno 10x25m R$ 140 mil
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2 dorm, sala, cozinha, wc social, lavanderia, murada, quintal cimentado, portão, lado de cima (ac. financiamento) R$ 110 mil
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O JOR NA LZÃ O - ED . 970 - 22 /11/2014
O JOR NA LZÃ O - ED . 970 - 22 /11/2014
PROSEANDO por Zé Pretinho
A Mamada Ele esteve novamente na mídia geral de forma bombástica! Bicho de fama tem que andar antenado, Camarão que cochila na praia a onda azul leva, vacilou caiu na rede (fashbuque) tá frito! Estamos falando do ex-executivo da mata Graciosa, o jovem Tucano (nasceu politicamente no ninho Tucano) e que governou por oito anos. Livre sem nem um Pardal para dar água, Tucano chega ao bar do Jegue, muito frequentado por políticos, formadores de opinião, chatos intectualizados e outros mentirosos. Na chegada é sempre ovacionado, Gambá amigo íntimo pede um "liso" (copo derramando) de água ardente: - Bebe o quebra gelo, depois uma gelada nosso futuro prefeitão! Tucano babando para voltar ao poder nega o estribo: - Paparapapara Gambá! Tô fora da política chega! O chato intelectual Peru corta a prosa: - Tucano volte, eu entro no seu partido! Vai devagar, (?) de bêbado não tem dono! - Vapo, esse tem dono! Sarta de banda o Tucano. Entre um gole e outro, prosa política, uma mentiraiada entre os amigos de bar, até que Gambá e Tucano "cheirando cana" saem mamados e muito simpáticos. Foram fazer um corre na região, participar de uma bodejada. Gambá de copiloto alerta Tucano: - Vai na maciota, tá parecendo o Sena carai, se alguém grava essa cena estamos na bala! Tucano com a voz embargada, diz: - Fiiiicaaa fraaau Gaaaambá! O baguuuio éééé doido maaanô! Tucano perde o controle da direção e bate, Gambá mete a testa no para-brisa e grita: - Tá doido mano! Que presepada é essa! Vou vazar no colonhão, tô com a ficha chuja maluco! Tucano que já foi fervoroso na fé, coroinha... com bobes na língua, diz: - Eu taaamemm tô com a fiiichaaa chuuujaaa. Aiii meu Jené...sio me acooodeee! Gambá zarpa no braquiarão, o camburão encosta e o guarda assusta na abordagem: - Éo ex-prefeito da mata Graciosa! De novo capotou as bielas! Está num cheiro de "cana" danado. Que deprimente! Notável figura pública mamado desse jeito! Ele precisa de ajuda. Tucano é enquadrado. Se estivesse no poder, o Dr. Pelicano chegaria primeiro ao DP para defendê-lo. Fora do poder, os amigos desaparecem. Tucano estreia o novo valor da multa de imprudência no trânsito, bafômetro acusa cento e dois por cento de embriaguez total. Foi preciso chamar um tradutor para traduzir as palavras de Tucano na hora de lavrar o B.O. O professor assinava em mandarim e proseava em aramaico. Fiança paga, Tucano deixa o DP abalado. Aguardando, a ex-"diretora" da empresa municipal, a missionária Lacraia, o exorciza: - Seja repreendido todo "ispirto" de cachaça, de pouca vergonha, do cheiro da pomba gira branca e outros oitenta capetas! Saí do meu prefeito agora! Você tá carregado zifio! Apruma meu querido, senão você tá fora da próxima, juízo... PS - Nesses 20 anos de estrada do JornalZÃO, a coluna Proseando marcou presença em mais de 850 crônicas publicadas. Parabéns a toda equipe e Especialmente à vocês Leitores (as), a razão do nosso trabalho! Vida longa a todos e que Deus nos ilumine com Sabedoria...
CULTURA
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Banda Sinfônica Municipal é 2ª colocada em São Roque - SP A Banda Sinfônica de Santa Rosa de Viterbo conquistou a 2ª lugar na etapa de São Roque na disputa do "X Paulistão 2014", Campeonato Paulista de Fanfarras e Bandas organizado pela FFABESP - Federação de Fanfarras e Bandas do Estado de São Paulo, concorrendo na categoria de Bandas Musicais de Concerto. O regulamento do campeonato determina que as bandas apresentem duas músicas, num tempo máximo de 25 minutos, em três diferentes cidades do Estado de São Paulo. A primeira etapa aconteceu dia 21 de setembro na cidade de Santa Rita do Passa Quatro, durante o Festival Zequinha de Abreu, onde a banda foi a primeira colocada. Na segunda etapa, ocorrida no dia 16 de novembro na cidade de São Roque, a banda ficou traz da banda de Ibiúna - SP apres entando as músic as "Novena" e "Tarzan". Abanda disputará a última fase, dia 07 de dezembro na cidade de Cotia - SP. com as músicas "Dança do Fogo",
peça que exalta a cultura japonesa e "Percussão Espanhola", obra de nível técnico avançado, onde instrumentos de sopro travam um intenso diálogo com o naipe de percussão. A banca de jurados é formada por professores do Conservatório Estadual de Tatuí - SP., e da cidade de São Paulo, e
vence o campeonato a banda conseguir totalizar o maior número de pontos, somadas as três fases do
concurso. No ano de 2013, a Banda Sinfônica Municipal foi à vencedora do campeonato.
Dia da Consciência Negra
Feriado passa em "branco" por Serginho Gomes O dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, homenageia Zumbi dos Palmares, em consequência de sua morte. Zumbi foi o último líder do Quilombo dos Palmares. O Quilombo dos Palmares foi uma "fortaleza" erguida para abrigar negros fugitivos dos maus tratos e castigos dos seus senhores, castigos tais como ficar amarrado sob sol ou chuva sem água ou alimento durante dias e sendo açoitado. Segundo historiadores o local, que ficava localizado onde hoje é a serra da Barriga no Estado de Alagoas, chegou a abrigar mais de vinte mil habitantes. No Dia da Consciência Negra há reflexão do quanto o negro sofreu desde a colonização do País, suas lutas e conquistas. Na data são realizadas ações que discutem a história de preconceito racial, a inferioridade da raça no meio social, a dificuldades de trabalho e também de temas como beleza negra, moda e conquistas. Em nossa cidade a data foi lembrada com feriado municipal em "branco", afinal, nenhuma ação no sentido de valorizar o movimento negro foi realizado.
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Ciclista José Jurandir é tri-campeão do campeonato Inter City e campeão geral da etapa Neste último domingo o ciclista José Jurandir participou de mais um desafio, dessa vez foi na cidade de Rincão-SP que sediou a última etapa do campeonato Inter City. Foram percorridos 30 km disputados km a km para a liderança do campeonato, que contou com três etapas disputadas pelos melhores atletas da nossa região. E como não poderia ser diferente mais uma vez nosso atleta demonstrou um ótimo desempenho na competição, fruto de um treinamento intenso, e vem se destacando a cada dia no ciclismo MTB. José Jurandir sagrou-se campeão na geral da prova e campeão pela terceira vez no campeonato conquistado nos anos de 2008, 2013 e agora 2014. Nosso atleta se diz muito feliz e satisfeito com seu resultado e promete mais para o próximo ano, diz ainda que em 2015 muitas outras conquistas e vitórias virão. Assim fecha o calendário deste ano que se encerra com chave de ouro conquistando essas duas vitórias. José Jurandir ainda faz um agradecimento especial a todos que estiveram com ele este ano ajudando, apoiando pra que tudo isso fosse possível. “Agradeço meus apoiadores D. Elza; Júlio Cezar, Carlos Polazzo, Nutri Monster, Academia korpus, Paulinho bikes, Nando, Academia de Natação H2o, Br Esportes e minha equipe de Monte Azul Paulista - Prefeitura municipal de Monte Azul Paulista.
ESPORTES
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HISTÓRIAS DO NOSSO FUTEBOL
Juvenil estreou 'morcegão' em jogo que teve tiros de garrucha O médico José Rocha desenhou a nova camisa para o Santa Rosa FC utilizar na década de 1950, e a encomenda ficou pronta em 1953. Com duas espécies de 'asas negras', com branco na frente, o novo uniforme foi automaticamente apelidado de 'morcegão'. Mas quem o estreou não foi o time principal, para quem foi idealizado, mas o juvenil do clube. - O Rubinho (Bellizzi) arrumou um jogo pra gente contra o time da sessão Boa Vista, na fazenda Amália. Eu não queria jogar porque andava chateado: na partida anterior perdemos pra Amália por 4 x 1, mas ele era o técnico e me fez mudar de idéia - lembra Antônio Élio de Oliveira, goleiro daquele juvenil. Na época, Rubinho era também jogador do time principal. Por ordem dele, o morcegão foi utilizado, pela primeira vez, naquela partida contra o Bela Vista em cujas fileiras atuavam
Ditinho - que chegou a jogar no Juventos da capital, - Jaiminho e um goleiro negro, de porte avantajado. - O juiz marcou um pênalti, e o Darci Queiroz bateu com força no peito dele. Para comemorar a grande defesa, muitos da platéia sacaram de suas gar-
ruchas e meteram bala pro alto - garante o goleiro. Segundo É lio, s eu time não jogou completo, mas mesmo assim venceu por 3 x 2. Foi com o mesmo 'morcegão' que o Santa Ros a FC sagrou-se c ampeão amador de 1955, de forma invicta.
A foto é daquele dia de setembro de 1953, na Boa Vista. Em pé: Tonim Tavares (dirigente do c lube), Paciência, Lola, Élio, Paulo Mussolim, Osmar Bertocco e Idair Bellizzi. Agachados: Paulo Dobrew, Irã Pedreschi, Sérgio Mussolim, Canhoto e Darci Queiroz
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GABARITO DO CONCURSO
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Confira o gabarito do concurso da prefeitura realizado no último final de semana
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Polícia investiga sequestro de pintor O pintor IC, de 23 anos, foi seqüestrado ontem de manhã por dois desconhecidos na frente de uma casa onde estava esperando um colega para começar a trabalhar no Jardim Nova Roma. Os dois desconhecidos chegaram de repente, sufocaram o jovem com alguma substância inebriante, o colocaram no porta malas do carro, um Siena preto, amarram com um cordão e fugiram tomando rumo desconhecido. A mãe logo deu pela falta do filho porque tinha faltado ao trabalho e avisou a PM e o delegado Gonini Júnior que logo tomaram providências avisando o helicóptero Águia em Ribeirão Preto para tentar localizar o rapaz. Preso e amarrado no porta-malas, o rapaz conseguiu acionar o celular para a mãe, que estava na cadeia local. O delegado falou com o rapaz para tranqüilizá-lo e deu instruções para que ele quebrasse a lanterna do porta-malas para poder respirar. Foi o que o rapaz fez, informando que não sabia onde estava mas que pelo buraco podia ver torres de energia elétrica e cana cortada. A equipe formada pelo delegado Gonini, Sargento Franco e Soldado Jeferson foram em direção da estrada de Cajuru, onde havia as torres elétricas. Nas proximidades da estrada da Barrosa, do lado de Cajuru encontraram o rapaz que já tinha se desvencilhado das amarras usando um parafuso de suporte do estepe e estava bem, apesar do susto. A Polícia não tem pistas dos criminosos, mas acredita que com o depoimento do rapaz e outras investigações chegará aos autores do crime em pouco tempo. Até o fechamento des ta edição, a polícia não sabia os motivos do seqüestro, já que não foi pedido resgate e os bandidos deixaram o rapaz apenas amarrado, sem praticar nenhuma violência contra ele.
POLÍCIA
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Acidente na São Paulo Uma moto bateu na lateral de um caminhão, no Jardim Gurilândia, próximo a estação rodoviária, na manhã de ontem (21). Segundo o boletim de ocorrência, o motorista do caminhão foi fazer a conversão para a outra mão de direção na Avenida São Paulo, quando uma moto se chocou na sua lateral, deixando o motoqueiro embaixo do caminhão. O condutor foi soc orrido no loc al pelo SAMU. Os documentos estavam em ordem e ambos foram liberados. Motos se chocam próximo à cachoeira Duas motos pretas bateram de frente na estrada sentido cachoeira Esdras Wiezel, nes ta quinta-feira (20), por volta das 15 horas. Os pilotos foram socorridos pelo SAMU, um rapaz que estava na garupa do veículo que vinha da direção Cac hoeira/ Santa Rosa foi levado para Ribeirão com fratura expos ta. Nenhum dos envolvidos soube explicar o motivo da batida. Ambos os veículos foram recolhidos para o pátio, um deles estava com licenciamento vencido e o outro não possuía nenhuma identificação (veículo de leilão), além de nenhum dos condutores possuírem carteira de habilitação. Briga de casal - Uma mulher se desentendeu com o marido por causa de traição, onde ambas as partes alegam terem sidos agredidos, na noite dessa quintafeira (20), no bairro Franco Montoro. Segundo o boletim, quando polícia chegou ao loc al onde houve uma briga de casal, o homem estava segurando um facão, e ao avistar a viatura, se refugiou na sua casa. Após uma breve negociação, o homem se rendeu e o facão foi aprendido. Ambos foram encaminhados para a delegacia para depor.
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POLÍCIA
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Caso Valter
Sitiante conta como encontrou o ex-diretor de educação O delegado Gonini Júnior informou ontem que vai pedir a prisão preventiva de João Fernando dos Santos Junior, 20 anos, acusado de tentar matar o exdiretor da educação local, Valter Pereira, de maneira cruel com corte de canivete no pescoço e nas costas e ter jogado o corpo dele, ainda vivo no matagal, na semana passada. Valter ficou um dia e meio abandonado e foi salvo milagrosamente por um sitiante que passava pelo local de manhã a caminho do trabalho. A família de Valter informou ontem ao Jornalzão que ele passa bem, apesar da gravidade dos ferimentos, e que já está em casa sob cuidados médicos . Ele deve prestar depoimento à Polícia na semana que vem. O Salvador - O sitiante que salvou a vida de Valter é um homem simples que não quer o nome publicado. Ele trabalha no sítio São Sebastião, próximo à Minaura e usa a estrada vicinal Esdras Wiezel para chegar ao trabalho. Ele conta que na quarta-feira de manhã, dia 12, ia para o sitio com a mulher e filho quando em determinado ponto da es trada avistou uma pessoa agachada, caída, fazendo sinais como se estivesse pedindo socorro. Assustados, no início suspeitando que fosse um assalto, ele a mulher decidiram seguir em frente, com medo. O sitiante decidiu ir voltar ao sítio, deixou a mulher e voltou no local para socorrer o rapaz. Ele se assustou pois s e tratava do Valter, amigo da família. Segundo conta, Valter estava s ujo de s angue s ec o, muito debilitado e contou
que tinha andado uns quinhentos metros para alcançar a estrada vicinal. O sitiante diz que não chegou a ir ao local onde Valter tinha sido deixado e não sabe se ele teria sido enterrado. O rapaz acusado do crime diz que não enterrou o corpo, apenas jogou no matagal embrulhado em mantas e roupas de cama da casa dele. O sitiante revela que tentou pedir ajuda para a PM e a resposta foi que não havia viatura naquele momento para atender o chamado. Foi aí que ele colocou Valter no banco dianteiro do Fusca e levou para a Santa Casa. "Ele foi imediatamente socorrido pelas enfermeiras que estão de parabéns pelo serviço prestado", frisa. A informação é que ele já teria larvas de moscas nos ferimentos devido ao tempo que fic ou exposto no meio do mato. Tratado na Santa Casa local com um corte profundo na garganta que atingiu de lado a lado do pescoço e outros cortes nas cos tas, Valter foi enc aminhado a Ribeirão Preto para tratamento especializado e já teve alta. Água salobra - Algumas pess oas ligadas ao ex-dir etor c onta m que para s obreviver ele espremia a terra úmida para sorver algumas gotas de água e também pegava com as mãos a umidade existente no capim. Barbaridade - A polícia acredita que João teria premeditado a morte o exdiretor porque de manhã teria dito à namorada que "hoje vou comprar um carro" e apareceu com o carro, um gol prata já sem placas que teve o cuidado de
colocar na garagem e cobrir para que não fosse identificado. Segundo a polícia, ele teria ido "levar um currículo" para arranjar emprego que Valter supostamente teria lhe prometido. Ele já tinha trabalhado de garçom em festas e eventos para Valter, e era conhecido dele. Não se sabe o que aconteceu na casa de Valter. As fotos feitas pela perícia mostram uma casa toda ensangüentada e sangue pisado por todo piso das salas e cozinhas. João teria colocado o corpo de Valter no porta malas do carro e levado para jogar no mato na noite de terça-feira, por volta das 21 horas. Ele foi preso na quinta-feira de manhã, quando Valter, extremamente debilitado, ainda teve forças para contar ao delegado Gonini Junior que tinha sido atacado por João e forneceu o endereço. Ele foi preso na quinta de manhã mesmo em sua cas a, onde estava com a namorada e o carro sem as placas recoberto com mantas. Na quinta-feira, diz 13, a equipe do delegado Gonini Junior encontrou um lap-top pertencente a Valter na casa da mãe de João, num sitio da cidade. A polícia ainda revela que depois de roubar o carro, tirar as placas , J oão pegou a namorada e foi fazer compras no shopping de Ribeirão Preto. Está preso na cadeia local com prisão temporária decretada. Unidos pelo crime João e um irmão dele cometeram o mesmo tipo de crime em 2012, com um grau menor de violência, quando deram uma surra no professor A.C. conhecido deles, amarraram e dei-
À esquerda Valter Pereira, acima a cama dele com o lençol e colchão totalmente ensanguentados e abaixo João Fernando, logo após ser preso por Gonini
xaram abandonado num carro na mes ma estrada Esdras Wiezel. A vítima conta que foi deixada num trecho da es trada por João, tarde da noite, quando se encontrou com irmão dele. "Ele tentou me enforcar, lutei muito, feri os joelhos e as mãos e eles me amarraram e colocaram no porta malas. Consegui sair, andei muito até encontrar socorro", conta a vítima que até hoje tem seqüelas do caso. Na época João era menor de idade e o irmão dele, condenado, está preso. Os dois cometeram praticamente o mesmo crime no mes mo local perto do s ítio onde mora a família, com dois anos de diferença.
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Campanha Conseg nas Escolas O Conselho de Segurança Municipal- Conseg- pôs em prátic a na noite de terça-feira, 17 de novembro de 2014, a campanha, Conseg nas Escolas, ideia surgida em reunião dos Conselheiros, que é formado por cidadãos voluntários da nossa sociedade e representantes das polícias, Militar e Civil. O principal alvo da campanha, Conseg nas Escolas, são os pais de crianças e adolescentes, que são as vítimas mais frequentes de aliciadores e traficantes. A escola selecionada para dar início à campanha foi a Escola Estadual Salustiano Lemos, localizada no bairro Nosso Teto. Luís da Paz, presidente do Conseg, explicou para o público formado por pais, professores, e alunos, que o objetivo da campanha é levar ao conhecimento dos pais e responsáveis a realidade que as autoridades enfrentam no cotidiano das ruas, que não poucas vezes, terminam com internações de menores em instituições: "É para prevenir situações extremas que precisamos da participação de vocês pais que amam seus filhos. Vocês têm a obrigação de zelar pela segurança dos seus filhos, depois que vira caso de polícia aí não adianta chorar. Toda a sociedade deve contribuir para o bem estar do menor", afirmou. Por sua vez o tenente Freitas, um "mix" de psicólogo, pai, educador e policial, chamou a atenção dos pais para que eles ensinem aos filhos a noção de Moral e Bons Costumes "Se eles aprenderem desde pequenos, lá na frente não terão que enfrentar a Lei, os pais precisam entender que escola é para ensinar, educar cabe a eles", frisou. A campanha estreou com sucesso e será levada a todas as escolas do município, inclusive às particulares.
FALA NOSSO TETO
Serginho Gomes
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Depois de trinta e três anos asfalto chega à "Joaquina"
Inaugurada Capela da Mãe Rainha
Enfim, depois de trinta e três anos, chega o asfalto na avenida Joaquina Custódia Ribeiro. O Jornal do Teto, informativo que circulou na cidade na década de 90, chegou a registrar em uma de suas edições: "Se viva, Joaquina Custódia Ribeiro teria vergonha de ter emprestado seu nome à rua". A afirmação se referia às péssimas condições que desde sempre os moradores enfrentaram naquela via pública. Casos de pessoas que chegaram a vender a casa porque não suportaram os buracos, o pó, a lama e o lixo, e tudo de ruim que existiu naquela rua. Hoje o local nem parece o mesmo depois que trabalhadores da - Josan desenvolvimento urbano - começaram a asfaltar na manhã de quarta-feira, 19 de novembro de 2014. Uma obra que beneficiará o bairro todo, caso tenha qualidade. "Agora sim a "Joaquina" se estivesse viva, ficaria orgulhosa".
A celebração de uma missa na noite do último sábado, 15, deu início à vida religiosa da Capela Mãe Rainha, obra recém-construída na praça Gonair Procópio da Silva, localizada na rua Osmar Idalino.A pequena praça ficou superlotada de devotos que participaram da inauguração. A missa inaugural foi celebrada na própria Capela pelo padre Alex. A pequena praça ficou superlotada de devotos que participaram. Na noite de segunda-feira, 17, o padre e os devotos retornaram ao local para um terço aberto à comunidade. Segundo informações, na Capela Mãe Rainha serão realizadas missas às segundas e quartas-feiras.
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