EU NO PAINEIRAS
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MÚSICAS LETRAS
A pandemia trouxe à luz uma maior consciência coletiva sobre qualidade de vida, cuidados com a saúde e a necessidade de mais espaço para as famílias. Por isso, com a retomada das atividades do clube, milhares de associados parecem ter ressignificado a importância do clube em suas vidas e voltaram ansiosos por curtir cada vez mais sua segunda casa. E não foi diferente com o paineirense Airton Tadeu Bovo, que hoje alegra-se em poder vivenciar a sensação de paz e liberdade em meio à exuberante natureza do clube.
As primeiras lembranças do publicitário e empresário sobre o Paineiras vêm de muito antes de se tornar associado, quando ainda moleque avistava a fachada do clube da janela do ônibus a caminho dos jogos de futebol com os amigos. Naquela época, ele conta que o clube já lhe chamava a atenção pela beleza da fachada e das árvores. Já adulto, com sua jovem família, decidiu se juntar a um clube, é claro que o Paineiras lhe veio imediatamente à mente: “Viemos primeiro aqui e nem vimos outros. Nos encantou muito chegar ao clube e ver toda essa área verde e a linda arquitetura”, conta Airton. Aluno do treinamento personal, ele reforça que já jogou muito futebol e que de vez em quando se aventura no tênis com os amigos. Já a esposa, Cristiane Gribel, que já foi atleta da natação pelo Flamengo e hoje mantém sua rotina de braçadas no Paineiras. Uma das alegrias de Airton é lembrar dos três filhos, Juliana (25), Matheus (23) e Thiago (20), crescendo livres aqui: “Os 3 frequentaram o clube fortemente, passaram por diversas atividades. A Juliana já fez natação.
O Matheus curte demais o clube até hoje, já fez de tudo, o último esporte foi o boxe e agora segue malhando. O Thiago fez karatê até a faixa roxa, mas parou, pois machucou a mão e agora vai voltar a malhar”, complementa o pai orgulhoso. Airton tem uma rotina concorrida. À frente de uma agência de publicidade junto à esposa, ele se divide entre os diversos clientes e seus projetos online e off-line. Mas não para por aí: ele também escreve desde muito jovem, paixão de sua vida e motivo pelo qual abandonou o mercado financeiro para desbravar a publicidade como redator publicitário. Depois de alguns anos, montou sua própria agência, focada em marketing, mas nunca abandonando a escrita: “Como escritor, escrevi um conto infantil que foi publicado pela Folha; aos 22 anos lancei um livro de poesia com um amigo; aos 26 anos, escrevi um livro infantil. Também fiz jingles e,