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O livro conta a história de uma família que acidentalmente atravessa o portal do tempo para uma dimensão alienígena futura mais de 350 mil anos de desenvolvimento evolutivo a frente da nossa. A partir daí se inicia a aventura da família em sua adaptação ao novo patamar existencial, um processo descrito por adução, a antítese de uma abdução alienígena, mas que nem por isso deixa de contar com momentos dramáticos, medo, risos e a narrativa épica de um cosmo recheado de guerras, seres cibernéticos e muitas surpresas.
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ORIGEM Planeta: Marte Cidade: Babilônia Útero: Shangri-la Plano: Pentagonal (futuro) Ano Paralelo: 834.456 D.C.
CARACTERÍSTICAS Fisionomia: Humanoide Aparência: Gray evoluído (3ª Geração) Espécie: Graviprimata Taxonomia: quanticus-sapiens² QI: 21.654 Presença: Virtual Conexão: Dedicada Sexualidade Corrente: Masculina
Expediente
PROFISSÃO & ESTUDO Titulação Recorde: Exoveterinária Profissão: Adestrador de espécies hominídeas Vínculo: Umbral Zoo, Phobos – Marte Planeta Atual: Terra Missão: Prevenir humanidade da autoextinção Metodologia: Retropsicografia aplicada Espécime de Contato: Pedroom Lanne Status da Missão: Em andamento Susceptibilidade: Invisível Força: Lado Escuro predominante
Noll Quanticus Magazine é uma publicação psicografada pelo espírito de Billy Firmleg Editor: Pedroom Lanne Argumento: Noll Quanticus Arte: Kike Espinoza Powered by Mídia
Uma mensagem ao povo terráqueo Por se tratar da edição inaugural do NOLL QUANTICUS MAGAZINE, ainda não recebemos questões do leitor, assim, ao invés disso, o alienígena pede o espaço para enviar uma mensagem ao povo da Terra: “Saudações entes terrenos, aqui quem os saúda é de Marte, venho aqui a este planeta e distante plano na curvatura do tempo para advertir-lhes que se atualizem na ciência alienígena. Vosso aprendizado, o que chamo adução, é o caminho para que um dia possam fazer contato conosco. Somente o aprendizado da dinâmica quântica dos mundos paralelos os guiará a um mundo em equilíbrio e harmonia com a sociedade marciana que coabita o Sistema Solar convosco. Para as próximas edições deste magazine, estarei aguardando a suas perguntas sobre cosmologia, existenciologia, ufologia e assuntos correlacionados para então (tentar) guiá-los a um universo mais amplo. Entre em contato comigo pelo conhecido robô Facebook através das âncoras abaixo: www.facebook.com/noll.quanticus www.facebook.com/noll.quanticus.alienigena Um positivo abraço magnético a todos, Noll Quanticus”
O VOO CHARTER PARA MIAMI Prelúdio – Voo CHA-002 chamando Torre de Comando, câmbio. – Torre na escuta: bom-dia, Major Kelly. – Ora, meu amigo, você sabe que comigo não tem essa de major, bomdia, Eddie. – Ora digo eu, Jimmy, para tropa você sabe que sempre serás o nosso eterno major. – Para trupe eu diria. És um eterno brincalhão... – Dia magnífico para voar, não? – Esplendoroso, não me espanta o registro 002. – Nem a alteração no comando, esperava nosso coronel na linha. – Ele não acordou disposto, sabe como é que é, recebi “ordens” para assumir o voo. – Eu sei, a noite do Caribe... Voltas no despacho vespertino? – Sim, claro. Acha que me esqueci da nossa cerveja? – Nos vemos a noite então. A pista é toda sua. Boa viagem. – Adeus, amigo. – Roger!
Pedroom Lanne é webwriter, mestre em Comunicação Social e especialista em novas mídias, mas, sobretudo, Doom player, dinossauro da era dos BBS e amante fervoroso de ficçãocientífica de um modo geral, fã e apaixonado pela literatura do fantástico. É esta justa paixão que guia Pedroom em sua obra de estreia como escritor romancista através da ficção-científica – o título "Adução" –, uma narrativa que ultrapassa as fronteiras de seu entusiasmo pelo conhecimento e aflora em palavras sua linha de pensamento que converge na busca de um mundo onde sabedoria, fé e utopia convivem harmonicamente. Como inspiração, Pedroom é leitor e aficcionado por autores póstumos como Poe, Wells, Verne e Monteiro Lobato, e contemporâneos como S. King, J. Anson e Érico Veríssimo. Diz que seus livros prediletos são “Histórias Extraordinárias”, “Christiane F.”, “1984” e “Laranja Mecânica”, e o melhor filme que já viu, pois, além de leitor e escritor é também cinéfilo, foi "Rapa Nui".
Facebook: www.facebook.com/pedroom.lanne Site Oficial: www.pedroom.com.br
O Dia do Asteroide Por Noll Quanticus Já estão dizendo que vem vindo aí mais um asteroide que vai acabar com a Terra, os caras não desistem... Tem homem que torce para o mundo acabar somente pra dizer: "não falei que ia acabar", sim, claro, falar ou se gabar pra quem, mané, se o mundo acabou? O mundo não vai acabar, o máximo que pode acontecer é o homem se acabar perante suas próprias ações, se autoextinguir - e eu não vou mover um dedo pra evitar qualquer coisa, nem se fosse possível... A verdade é que a Terra não vai acabar, continuará por aí rotacionando e translando na órbita três por centenas e mais centenas de milênios e, com ou sem essa linhagem evolutiva pouco equilibrada classificada como hominídea, permanecerá exuberando sua enorme diversidade de espécies vivas - quiçá algo mais original da próxima vez. Proponho a criação do "Dia do Asteroide", aí se firma uma data anual para venerar o holocausto espacial, muito melhor do que, ano após ano, esses charlatães ficarem repetindo essa ladainha e propagando essas falsas predições... Aliás, predição boa é a que vem a seguir, embora, muito certamente, não bate com a data correspondente da dimensão do caro leitor.
Ipsilon 32:140 Livro da Terra “Em 32, embora a notícia fosse abafada, 140 silos petrolíferos em diferentes regiões do oriente médio pararam de bombear simultaneamente: era o fim, e antes mesmo que aquele ano pudesse passar, a economia global já se encontrava completamente ruída: a bolsa de valores mundial inoperante; a Internet desabilitada; as prateleiras dos supermercados e os tanques dos automóveis, vazios. Imediatamente o caos começou a se espalhar como a praga prevista pelos anjos do apocalipse, iniciando pela periferia desse complexo globalizado, mas logo avançando para o centro e suas principais capitais. A anarquia tomou conta das ruas onde a única liberdade em prática estava na aplicação da força, calamidades diversas e o pânico trouxeram à tona os mais primitivos instintos coletivos da humanidade no sentido de aplicar todas suas armas em torno da exclusiva necessidade de sobreviver, o canibalismo típico da ordem carnívora voltou a ser prática comum, tempos durante os quais quem tinha bala para atirar, atirou, fosse qual fosse o motivo, qualquer contenda antiga tornou-se a razão para uma nova contenda, e as ideias que antes embasavam o bem tornaram-se as mesmas que justificaram os mais repugnantes assassínios e extermínios em massa, quando a única penalidade adotada perante qualquer infração era a morte.
Rebeliões e guerras civis se espalharam por todo o globo, mais uma vez, por todos continentes, os exércitos se mobilizaram, mas não no sentido de promover o embate entre as grandes nações cujo desenho então se completava, e sim no de tentar gerir a economia do caos já instalada, denegrindo a civilização com tal rapidez que sequer a guerra convencional poderia retornar sua ordem, não havia mais gasolina para que tanques e aviões sustentassem um estado bélico em prazo médio sequer, os marechais já sabiam que aquela guerra, ainda que não oficialmente declarada, não era mais pela rendição de seu opositor, e sim por seu completo extermínio, um embate de único vencedor cujo prêmio pela vitória seria herdar o mundo que restasse após seu desfecho”
In LANNE, Pedroom. Adução, o Dossiê Alienígena, ... pp.419 (romance). São Paulo: Talentos da Literatura .. Brasileira, 2015. ..
Foi em São Thomé das Letras (MG) , em 12 de Dezembro de 2012, no primeiro dia do reinício da Conta-Longa do Calendário Maia que eu, Noll Quanticus, tracei a tangente futuro-passado até a mente do hominídeo terráqueo Pedroom Lanne, desde então psicografando e aduzindo a ciência alienígena diretamente do plano futurista marciano ao plano pretérito terreno centrado pelo cérebro do espécime em questão.
Por Pedroom Lanne
Pode um robô chorar? Essa é a questão posta à mesa pelo escritor utopista contemporâneo ultra-fã de sci-fi, craque das palavras, expoente paulistano que atende pela graça de Logan Solo em seu conto ROBÔ publicado no magazine BANG LITERÁRIO nº 4. Se você quer saber a resposta, se um robô é ou não um ente programático tão frio quando um médico cirurgião ou um ser capaz de derramar uma lágrima e expressar um sentimento humano, confira essa história de Logan Solo, e aproveite para se deleitar com os demais contos e ilustrações da publicação Bang Literário.
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