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Tecnologia
Por: Marcela Machado / Fotos: Divulgação
RECURSOS TECNOLÓGICOS
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MELHORAM O DIA A DIA
DE TRABALHO NOS HOSPITAIS
Há alguns anos, a tecnologia faz parte de vários aspectos da sociedade, conectando pessoas e otimizando processos. Na saúde, o uso das ferramentas digitais é de suma importância tanto na promoção de melhorias para médicos e pacientes como também na administração institucional.
Além dos avanços na engenharia, equipamentos modernos, prontuários eletrônicos e a tecnologia biomédica, que permitem maior suporte para diferentes áreas de um hospital, o uso dos softwares de gerenciamento e comunicação têm feito toda diferença na rotina de trabalho. O empresário, Álvaro Moreira, explica que um sistema de gestão adequado melhora a logística interna da instituição de saúde, integrando todos os setores. E é fundamental, pois aumenta a produtividade das equipes, proporcionaatendimento de qualidade, traz segurança e bem-estar aqueles que estão sob cuidados médicos, refletindo diretamente na redução de custos e na jornada do paciente.
Pensando em superar esse desafio, o empresário desenvolveu uma metodologia que permite, gerir tarefas, pessoas e equipes em tempo real. Para Álvaro, a única forma de garantir um serviço efi
Álvaro Moreira

ciente passa por monitorar não só as demandas solicitadas, mas quem as estão atendendo, verificando se algo está saindo do padrão que ficou definido.
“A experiência mostra que quem gosta do que faz e tem vontade de fazer bem feito, precisa enxergar à frente. Com o Fibbo, ferramenta que funciona por meio de mobiles, dashboards e alarmes, conseguimos juntar demanda e oferta, gerando satisfação no profissional que vê o seu trabalho reconhecido e nos pacientes que recebem um serviço cada vez melhor.”
Na jornada e experiência desse paciente, a evolução das técnicas e dispositivos contribuem para diminuir o processo, consequentemente, o tempo epromover a excelência do atendimento. “Através do Fibbo, criamos um canal de comunicação direta e fácil entre o paciente e os serviços do hospital, assim, garantimos o monitoramento em tempo real de suas solicitações e a sua satisfação durantea jornada”, destaca.
Não há dúvidas de que a utilização da tecnologia impacta em todas as ações de um hospital. A tendência é que, isso se torne cada vez mais comum, já que os profissionais de saúde estão em constante busca por praticidade e inovação, principalmente em tempos de crise, quando se adaptar às mudanças pode salvar vidas. “Hospitais são extremamente dinâmicos. Na prática funcionam como um cluster de serviços que têm de constantemente se combinar para atenderem as necessidades surgindo 24 horas ao dia. Por isso, é muito difícil coordenar tantas atividades de forma a evitar desperdícios”, Álvaro Moreira.
DORES
• 75% do tempo a gestão está ausente fisicamente (uma semana tem 168h e a jornada de trabalho efetivo é de 40h); • Perto de 50% da despesa dos hospitais é com RH, com falta de indicadores; • Demandas variáveis atendidas por recursos, tipicamente, fixos; • Falta de padronização e integração; • Desperdícios na ordem de 20 a 40%.
GANHOS
• Redução de custos / desperdícios; • Gestão digital 24 x 7 x 365; • Controle total de recursos e produtividade; • Alocação otimizada de RH; • Redução de atrasos, aumento da qualidade e NPS.
Texto: Mário Pinho / Fotos: Divugação E-mail: mariopinho@revistafacil.net
NOVO ARTURA ESTABELECE NOVOS PADRÕES E AMPLIFICA A EXPERIÊNCIA DE PILOTAGEM DA MCLAREN

TREM DE FORÇA HÍBRIDO DE ALTO DESEMPENHO
DO MCLAREN ARTURA DEFINE NOVOS PADRÕES NO SEGMENTO DE SUPERCARROS
Com os números de aceleração confirmados, o novo trem de força híbrido de alto desempenho do McLaren Artura estabelece novos padrões de desempenho, com base nos níveis de excelência definidos pelo pioneiro McLaren P1 - o primeiro hipercarro híbrido do mundo - e pelo Speedtail Hyper-GT.
O avançado trem de força a gasolina e elétrico do Artura oferece uma combinação incomparável de resposta do acelerador, aceleração e capacidade apenas elétrica com zero emissões. Ele foi projetado para garantir que o novo supercarro da McLaren se sobressaia em todo o espectro de experiências de direção, desde as viagens urbanas diárias até as sessões em track days.
“O trem de força eletrificado superleve e totalmente novo do McLaren Artura está na vanguarda da tecnologia híbrida de alto desempenho, projetado para oferecer todas as vantagens da combustão interna e da energia elétrica em um único pacote e estabelecer novos padrões de desempenho combinado e eficiência na classe de supercarros.
O projeto ‘a partir de uma folha em branco’ do Artura nos permitiu focar em como tornar essa potência acessível ao piloto e fornecer os níveis de engajamento esperados de um McLaren.” Geoff Grose, engenheirochefe, McLaren Automotive
Minimizar o peso foi a chave para o design do novo trem de força. Isso é extremamente importante em um supercarro eletrificado, além de estar absolutamente alinhado com a filosofia da McLaren de engenharia superleve que é fundamental para o desempenho, agilidade e envolvimento do motorista inerente a cada McLaren. Rompendo com a convenção V8 estabelecida desde o primeiro supercarro da McLaren Automotive, o 12C, no coração do Artura está um motor de combustão interna V6 de 3 litros totalmente novo. A unidade M630 com ângulo de inclinação dos cilindros de 120 graus com turboalimentação não só oferece desempenho incomparável, mas também permite a embalagem mais compacta possível.

Um ângulo de 180 graus foi considerado, mas rejeitado porque aumentaria a altura do virabrequim e, portanto, o centro de gravidade do carro.
O grande ângulo dos cilindros do V6 permite que os turbos fiquem em uma configuração “hot vee” (“’V’ quente”) que também beneficia a eficiência, pois eles ficam em um layout de exaustão mais reto e, portanto, menos restritivo. Gerando 585 cv e 585 Nm de torque, o novo motor V6 é 190 mm mais curto e 220 mm mais estreito que o V8 biturbo de 4 litros da McLaren - e também 50 kg mais leve.
Embora a configuração do motor totalmente novo seja a chave para o pacote


McLaren Artura, motor (McLaren Automotive)
do trem de força do Artura, é a tecnologia inovadora que fornece os maiores ganhos em leveza e desempenho. A cabeça do cilindro e o bloco utilizam núcleos impressos em 3D, permitindo um resfriamento de precisão incomparável, incluindo uma passagem de resfriamento micro-compacta de 2 mm entre os cilindros. O bloco tem revestimento direto nos orifícios principais (em vez de revestimentos separados), nos quais o combustível é injetado a 350 bar de pressão.
O motor V6 do Artura é projetado não apenas para ser compacto e eficiente, mas também para aumentar o envolvimento do piloto. Pinos de cabeçote (crank pins) compartilhados permitem um virabrequim muito curto e rígido que permite ao M630 um limite de rotações de emocionantes 8.500 rpm. É também um motor muito refinado, projetado com transmissão por corrente na parte traseira e com ruídos auxiliares reduzidos para que os ocupantes só ouçam a entrada e a exaustão distintivas do V6, direcionadas por filtros de partículas de gasolina para reduzir as emissões.
O motor V6 aciona as rodas traseiras por meio de uma nova transmissão de oito marchas selada, também projetada para ser compacta. O comprimento do conjunto de engrenagens foi reduzido em 40 mm, auxiliado pelo uso de uma embreagem embutida em vez de uma unidade paralela e também pela remoção da marcha à ré, função agora alcançada pelo motor elétrico do Artura girando na direção oposta. O motor ultracompacto está totalmente integrado à caixa de transmissão, fornecendo torque e aceleração linear por meio de um diferencial elétrico nas rodas traseiras.
O design de fluxo axial do motor elétrico é outro ponto referencial do Artura. Seu tamanho é semelhante ao de um disco de freio McLaren e, com apenas 15,4 kg, é apenas um pouco mais pesado do que um rotor de ferro convencional, mas ele pode gerar até 95 CV e 225 Nm, bem como permitir viagens de até 30 quilômetros em modo elétrico quase silencioso*, atributos que são ideais para dirigir na cidade ou em partidas nas primeiras horas da manhã.
Fornecendo a capacidade puramente elétrica, há uma bateria de íon de lítio de 7,4 kWh com alta densidade de energia. Totalmente integrado ao chassi MCLA (McLaren Lightweight Architecture, arquitetura McLaren de baixo peso) da Artura, a bateria é posicionada na parte inferior do carro − atrás do motorista, incorporada ao piso, protegida em três lados pela estrutura principal de fibra de carbono e por trás pelo motor. Este posicionamento também ajuda a otimizar o centro de gravidade e o momento polar de inércia, beneficiando a agilidade dinâmica.
A bateria híbrida fica em um coletor de resfriamento compartilhado com o novo sistema elétrico de climatização e controle da temperatura do ar na cabine. Incorporando a tecnologia desenvolvida inicialmente para o McLaren Speedtail, as baterias são termicamente controladas usando óleo dielétrico - uma tecnologia também usada para manter o motor elétrico em temperaturas operacionais que proporcionam o mais alto nível de desempenho.
Fiel à determinação dos engenheiros do Artura em otimizar tamanho e peso, a unidade de gerenciamento de bateria fica ao lado dos módulos, com a unidade de distribuição de energia (PDU) integrada à bateria. Uma unidade de energia integrada (IPU) atua como um conversor DC/DC (de corrente direta para corrente direta) para o sistema de 12 v do veículo, reduzindo ainda mais o peso, eliminando a necessidade de um alternador separado e de carregador de bateria a bordo.
Levando apenas duas horas e meia para carregar de
McLaren Artura

zero a 80% usando um soquete EVSE, a bateria é cuidadosamente gerenciada para que nunca fique sem energia: sempre há uma reserva para dar ré ou partida no motor, mesmo quando o carro fica parado por período prolongado. Este processo de gerenciamento também garante que a bateria permaneça em condições de pico. Por isso, a unidade tem garantia de 6 anos ou 75.000 km.
Um piloto do Artura pode ajustar o motor elétrico para priorizar autonomia ou potência, ou optar por desligar o motor de combustão interna para um funcionamento silencioso. A coleta de energia é obtida puramente a partir do motor a combustão para manter a sensibilidade do pedal do freio, mas a bateria pode ser carregada de níveis baixos a 80% da carga em minutos em condições normais de direção. Isso garante que o Artura esteja sempre pronto para mudar para o modo somente elétrico, uma opção que adiciona discrição e economia aprimorada à experiência de direção, bem como reduz as emissões de CO2 para apenas 129 g/km*.

Além disso, o trem de força híbrido de alto desempenho do Artura contribui para benefícios significativos de propriedade acima e além do desempenho e engajamento de pilotagem que oferece: garantia de veículo de 5 anos e garantia de bateria híbrida de 6 anos são padrão para os clientes Artura, assim como um plano de serviço de 3 anos.
Dados de desempenho validados pela McLaren Artura
0-100 km/h: 3,0 s
0-200 km/h: 8,3 s
0-300 km/h: 21,5 s

HARLEY-DAVIDSON® DO BRASIL DÁ DICAS DE FRENAGEM

PARAR RAPIDAMENTE, E COM SEGURANÇA, É MUITO MAIS IMPORTANTE QUE ACELERAÇÃO E POTÊNCIA.
A maioria dos apaixonados por motocicletas, quando criança, provavelmente sonhava com velocidade sobre duas rodas, “voando” pela estrada ou até mesmo arrastando o joelho nas curvas fechadas de uma pista de corrida (não tente fazer isso em casa!). Mas qual seria o resultado dessa história caso não fosse possível parar com segurança? Com certeza não acabaria bem.
Parar com segurança pode ser a competência mais importante que você pode ter quando estiver pilotando. Atualmente, tecnologias avançadas — como freios ABS e o Sistema Reflex™ de Pilotagem Defensiva (RDRS) da Harley-Davidson — podem tornar isso mais fácil do que nunca. Mas técnicas e práticas fundamentais de frenagem continuam sendo fundamentais para qualquer motociclista.
MANTENHA DISTÂNCIA
Uma das melhores coisas que você pode fazer quando se trata de parar é ter certeza de que não precisará frear mais repentinamente do que o necessário. Para isso, é preciso manter a distância adequada do veículo à sua frente. Lembre-se, a distância de parada inclui o tempo e a distância de que você precisa para identificar e reagir ao que pode acontecer. Manter uma distância mínima de dois segundos atrás do veículo à sua frente irá minimizar a necessidade de frear com mais força do que você gostaria.
PARE EM LINHA RETA
Considerando-se que todas as condições sejam iguais, a maneira mais segura de parar é em linha reta, em uma pista lisa e seca. Então vamos começar por aí. Para uma parada básica que não seja de emergência, mantenha sua motocicleta na posição mais vertical possível e acione os dois freios de forma suave e controlada. Acione a embreagem e reduza a marcha conforme for desacelerando, de
Vale ressaltar a importância de se realizar manutenções periódicas e preventivas em uma concessionária HarleyDavidson autorizada.
Quando estiver próximo da parada completa, acione a embreagem para não deixar o motor morrer e lembrese de manter a cabeça erguida e os olhos apontados para a estrada à sua frente. Pode ser tentador olhar para baixo, para a frente da sua motocicleta ou logo à frente do pneu dianteiro. Mas isso pode fazer com que você se desvie do seu curso ou, até mesmo, perca o equilíbrio. Manter os olhos focados bem à sua frente ajudará a manter tudo nos eixos.

Além disso, lembre-se de não ter medo do freio dianteiro, que fornece cerca de 70% do seu poder de parada. Se os seus pneus estiverem em boas condições e a pista estiver seca, você poderá aplicar muita força de frenagem sem correr o risco de perder a tração.
Para reduzir bastante a velocidade sem usar os freios, você também pode usar o que costumamos chamar de “freio motor”, o que significa, simplesmente, deixar que a resistência do motor desacelere sua motocicleta. Faça isso acionando a embreagem e reduzindo as marchas. Quando você soltar a embreagem, o motor irá girar e sua motocicleta irá desacelerar naturalmente. Mas não reduza mais de uma marcha de cada vez, pois o efeito poderá ser muito repentino e intenso.
Por fim, lembre-se de que parar em uma curva muda tudo (falaremos sobre isso mais adiante). Se possível, endireite sua motocicleta antes de aplicar os freios.
QUANDO AGIR COM CAUTELA
Quando as condições estiverem abaixo das ideais, é preciso ter cuidado extra.
Condições da estrada: pista molhada, óleo no asfalto, superfície áspera, detritos e outros fatores podem comprometer sua capacidade de parar. Aumente sua distância do veículo à
sua frente e pare mais gradualmente nessas situações. Evite acionar os freios repentinamente, pois seus pneus ficarão mais propensos a travar e perder a tração quando a pista ficar escorregadia.
Cargas pesadas: quando estiver transportando muito equipamento ou pilotando com um passageiro, o peso extra aumentará seu tempo e distância de parada. Novamente, aumente a distância entre sua motocicleta e o veículo à sua frente e reserve mais tempo e espaço para frear.
Pneus carecas, freios ruins: para obter melhores resultados em quaisquer condições, certifique-se de que seus freios estão em dia com a manutenção e seus pneus com a banda de rodagem adequada. Pastilhas de freio gastas e pneus carecas são a receita ideal para uma frenagem desastrosa.
EM CASO DE EMERGÊNCIA
Mesmo que você seja um motociclista cuidadoso, às vezes pode ser necessário fazer uma parada de emergência repentina. A regra número 1 é: “Não entre em pânico!” Acionar os dois freios com a maior força possível não é a coisa certa a se fazer (para os freios ABS as regras são diferentes).
Em vez disso, acione ambos os freios com suavidade e firmeza. Se a roda traseira travar, não solte o freio traseiro. Mantenha a motocicleta totalmente na vertical e apontada em linha reta para “superar a crise” e libere o freio traseiro gradualmente para recuperar a tração. Por outro lado, se a roda dianteira travar, solte o freio imediatamente e acione-o novamente. Uma roda dianteira travada pode provocar uma queda rapidamente.
Mesmo depois que a motocicleta parar você ainda pode estar correndo risco. Verifique imediatamente seus espelhos para ver o que está acontecendo atrás de você e esteja preparado para acelerar e sair do caminho. Além disso, tenha em mente que parar mais rápido do que o necessário no trânsito pode ser perigoso. Não conte com o reflexo do motorista atrás de você para respeitar a distância como você respeita.
REPITA CONFORME NECESSÁRIO
Essas habilidades são fáceis de praticar, então localize um bom estacionamento vazio para fazê-lo sozinho antes de ser obrigado a experimentá-las no trânsito. E lembre-se de que cada motocicleta poderá passar uma sensação um pouco diferente. Se comprou sua motocicleta recentemente, reserve algum tempo para se acostumar com a sensação de como ela para antes de precisar testá-la no mundo real. Vale ressaltar a importância de se realizar manutenções periódicas e preventivas em uma concessionária HarleyDavidson autorizada.
CURVAS À SUA FRENTE
Parar em linha reta é uma coisa, mas parar em uma curva requer atenção extra. Frear e fazer a curva ao mesmo tempo demanda maior esforço da tração dos seus pneus. Ou seja, parte da sua capacidade de “aderência” é usada para impedir que a motocicleta escorregue para o lado, deixando menos aderência disponível para ajudálo a parar. Evite frear em uma curva sempre que possível — ou, se sua velocidade e espaço permitirem, endireite Caso seja necessário parar em uma curva, o mais importante é não parar nem desacelerar mais rapidamente do que preciso. Acione os dois freios suavemente para diminuir a velocidade conforme você faz a curva.
Tenha em mente que as leis da física farão com que a motocicleta queira “se levantar” enquanto você desacelera. Portanto, pode ser necessário aplicar um pouco mais de pressão ao virar o lado de dentro do guidão (lembre-se dos seus princípios de contraesterço) à medida que você reduz a velocidade para manter a motocicleta na linha desejada.

Finalmente — e isso é importante — lembre-se de endireitar a motocicleta para deixá-la na vertical pouco antes de parar completamente. Se estiver inclinado quando parar, você poderá muito bem acabar beijando o chão ao invés de ficar radiante de orgulho por sua parada lindamente controlada em uma curva.























