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DEU NA IMPRENSA
Deu na imprensa Com quarentena, vendas de veículos caíram mais de 80% em apenas quinze dias
VENDA DE
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CARROS DESPENCA
• Do Automotive Business <automotivebusiness.com.br>
Conforme esperado, as vendas de carros e comerciais leves na primeira quinzena de abril desabaram. Foram emplacados apenas 18.814 veículos leves, uma queda de 82,2% em relação ao mesmo período do ano passado e quase o mesmo, 81,7%, sobre a primeira quinzena de março último. O resultado é consequência do fechamento das concessionárias, que guardam quarentena por causa da pandemia do coronavírus. Nesses tempos de vendas selecionadas, quando as concessionárias é que vão à casa dos clientes, as vendas diárias caíram de mais de 10 mil, antes da crise nas duas primeiras semanas de março, para 1,7 mil no primeiro período de completo fechamento das lojas. As primeiras previsões sobre o estrago que a pandemia vai fazer do setor foram de queda de 40% no ano. Pois apenas uma quinzena 14 | www.portalinterbuss.com.br depois do início completo da quarentena as vendas no acumulado do ano já registraram contração de 19,6%. Foram 551.385 unidades nos três primeiros meses do ano mais a primeira quinzena de abril, contra 685.599 no mesmo período do ano passado. Esse pequeno volume de vendas faz com que qualquer pacote especial de venda tenha reflexo importante no volume total. Foi o que aconteceu com a Hyundai, que por causa de uma negociação direta entregou um lote de 1,3 mil HB20 e HB20S para uma locadora na semana passada, e assim acabou aumentando a sua participação no mercado, fechou a quinzena no segundo lugar no ranking por marca e o HB20 foi o carro mais vendido no período. A Hyundai vendeu 2.608 unidades na quinzena e ficou com 13,9% de participação, atrás apenas da GM, que continua líder com 3.509 carros no período e 18,7%.
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Vale destacar o crescimento da Caoa Chery, que fechou o período na décima-primeira posição com 1,5% de participação.
• Do Automotive Business <automotivebusiness.com.br>
Quando foi obrigada a adiar a chegada ao mercado da nova Strada por causa da pandemia de coronavírus, a Fiat precisou colocar adiante não só o lançamento de um carro, mas de toda uma estratégia comercial para relançar a marca e sua identidade visual na América Latina. A nova geração da picape mais vendida do Brasil – e oitavo veículo mais emplacado do País no primeiro trimestre – deve chegar às concessionárias em julho, ainda que essa data possa ser alterada novamente, a depender da extensão das medidas de isolamento social.
Foi remarcada de abril para junho a apresentação oficial e início da pré-venda, ao mesmo tempo em que estreia em sua grade dianteira a logomarca afixada em letras grandes – chamada de “Fiat Script” – que irá gradualmente substituir o pequeno escudo redondo em todos os modelos e em toda comunicação visual da fabricante, incluindo suas concessionárias.
NOVA STRADA
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SÓ EM JULHO
www.portalinterbuss.com.br | 15 Herlander Zola, diretor da marca Fiat e de operações comerciais, explica que a nova Strada foi escolhida para iniciar a transição de identidade visual e estratégia comercial porque a picape representa uma das mais bem-sucedidas iniciativas da fabricante no País, liderando o seu segmento praticamente desde o lançamento da primeira geração, ainda como uma derivação do Palio, em 1998. Em 2019, mesmo com todos os consumidores já sabendo da chegada da nova geração, a Strada obteve a maior participação de mercado de sua história, com 76,2 mil emplacamentos, representando 58% das vendas de picapes no mercado brasileiro. Também foi o sétimo veículo mais vendido do mercado brasileiro no ano passado e o segundo Fiat mais emplacado, atrás somente do Argo. “O desempenho da Fiat está atrelado à Strada. Por isso escolhemos o lançamento da nova geração para fazer um movimento maior para a marca, resgatar seus valores e o charme da herança italiana. A nova Strada vai marcar a estreia de nova identidade visual que será depois se estenderá a outros modelos, à rede de concessionários e à toda comunicação da empresa”, revela Herlander Zola. O executivo explica que não foi possível lançar antes a nova picape porque poucas unidades foram produzidas até março, apenas o suficiente para apresentação à imprensa e produção de material de lançamento. Logo depois a produção da fábrica de Betim (MG) precisou ser interrompida para obedecer às orientações de distanciamento social diante da pandemia de coronavírus. Como a retomada gradual da operação está prevista para acontecer ao longo de maio, o lançamento foi reprogramado, por enquanto, para junho e segundo Zola levará de 20 a 30 dias para abastecer toda a rede de concessionárias com o modelo. “Como não tínhamos estoque, os concessionários concordaram conosco que a única saída era adiar a chegada da nova Strada. Já adiamos o plano três vezes, é difícil precisar qualquer data no cenário atual, mas por enquanto reprogramados tudo para junho”, conta.