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Da economia linear para a economia circular LUÍSA MAGALHÃES
Diretora Executiva da Associação Smart Waste Portugal
Conheça este novo modelo de produção e consumo que será a solução para os problemas ambientais e sociais que enfrentamos atualmente. Atualmente, vivemos numa sociedade de economia linear “que se carateriza pela extração de resíduos, consumo e de posterior descarte”, como afirma Luísa Magalhães, Diretora Executiva da Associação Smart Waste Portugal. No entanto, “estamos numa fase em que se verifica um grande aumento da população. Hoje em dia, somos cerca de 7,2 mil milhões de habitantes e prevê-
“Atualmente, vivemos numa sociedade de economia linear que se carateriza pela extração de resíduos, consumo e de posterior descarte”
-se que a este ritmo sejamos cerca de 10 mil milhões em 2050”, alerta. O que leva a que “neste momento, estamos a utilizar cerca de 1,5 planetas e prevê-se que a este ritmo iremos utilizar cerca de três planetas. Por isso, é necessário tentar mudar a nossa maneira de atuar no ecossistema”. O que nos leva à questão de como podemos inverter esta situação.
ECONOMIA CIRCULAR
tração de tantos recursos. Ou seja, promover que haja uma maior durabilidade dos mesmos e tentar promover iniciativas como a redução, prevenção, reutilização, remanufactura, revalorização e deixar para o fim a parte da reciclagem e deposição em aterro”, refere a Diretora Executiva da Smart Waste Portugal. “É por isso necessário redesenhar os processos, desde as escolhas das matérias primas, às embalagens, passando pela produção e reintrodução do produto no processo produtivo”.
“Temos de tentar mudar o paradigma e fazer uma transição para uma economia circular, que se carateriza por uma maior utilização dos materiais, tentar evitar que estes sejam eliminados e depositados em aterro, portanto tentar evitar, também, que haja uma redução na exSGS GLOBAL
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