ESCOLA E. B. 2, 3 Prof. Pedro D’Orey da Cunha
Página Publicitária pág. 2 Editorial pág. 3 Inglês 1º Ciclo pág. 4 e ss Atividades pág. 7 e ss Eco-Escolas pág. 35 e ss Crónica pág. 37 Enigmas… pág. 38 Passatempos… pág. 39
abril 2018 Edição do 2.º Período
2
Pรกgina Publicitรกria
Areal Editores
3 EDITORIAL “VOZES DA ESCOLA” Comemos pizza, cachupa, … hambúrguer, … porquê? Quem sabe? Porque há no restaurante e faz-se em casa? Porque lá foi parar? Comemos, não porque são comidas que naturalmente comiam os nossos avós ou bisavós; pelo contrário, comemos estes pratos porque contactámos ou alguém contactou connosco e nos mostrou primeiro e nos ensinou depois a confecionar esses pratos; o mesmo se poderia aplicar ao vestuário, ao cinema, às tradições, às festas, às comemorações, às manifestações artísticas, musicais, literárias, ou outras. Em boa verdade somos um povo que sempre contactou com outros, somos como dizem os políticos, um povo da diáspora, um povo que se dispersou por vários territórios, por vários continentes e vários países; por isso, estivemos sempre em contacto com outros e vivemos sempre com outros, casámos com outros, fomos felizes e infelizes com outros e, habituámo-nos serenamente a entender os outros como iguais em tudo, nos seus direitos e nos seus deveres. Cumprimos durante séculos, uma fascinante peregrinação. Integrámo-nos na cultura europeia e contribuímos para o respeito pela identidade humana, pela identidade linguística e pela identidade cultural, em todos os seus sentidos. Elaborámos e aprovámos uma Lei de Bases do nosso Sistema Educativo que estabelece o direito de todos os portugueses à educação e à cultura e determina, como princípio da Educação, a abertura aos valores da convivência cultural e da tolerância, bem como da formação de cidadãos plenos e capazes de agirem de forma construtiva na nossa sociedade. Ou seja, respeitamos os outros na sua diversidade, construímos com eles uma melhor sociedade, com mais conhecimento, culturalmente mais forte e diversa, aceitando outras formas de manifestação cultural, de organização do trabalho, do tempo livre e da vivência em comunidade. Por isso mesmo, alunos e professores, esforçamo-nos para, de forma contínua, não esporádica nem “para inglês ver”, partilhar com os nossos próximos, familiares, amigos ou simplesmente conhecidos, os valores da democracia em que todos acreditamos. É neste contexto que surge este novo número do jornal da nossa escola. O que aqui vai ser relatado não é mais do que os esforços que estamos a fazer para, mais uma vez, demonstrarmos que somos parceiros uns dos outros, abrindo portas para a multiculturalidade através da integração e trabalhando ativamente para uma comunidade.
Professor António Tomás
4
Atividades
Trabalhos enviados pela professora Margarida Rodrigues Antecipando o dia de S. Valentim, os alunos das escolas do 1º ciclo, 3º e 4º anos da Cova da Moura, Águas Livres e 3º A da Padre Himalaia fizeram postais e decoraram as salas. 'I love you Your button nose' Your eyes, your ears Your knees and toes I love you Up to the sky Past the moon And stars so high If you feel alone and scared Always know that I'll be there Just like one and one make two You love me And I love you I love you In every way All you do And all you say My love for you Will always be Deeper than the Deep blue sea Even if you're sad and blue It's ok 'cause I love you Just like one and one make two You love me And I love you Letra da música reproduzida pelos alunos no Dia de São Valentim
Atividades Trabalhos enviados pela professora Margarida Rodrigues
Trabalhos da EB1/JI Cova da Moura - 4ยบB Escrita sobre os seus dados pessoais
5
6
Atividades
Trabalhos enviados pela professora Margarida Rodrigues Árvores construídas pelos alunos do 3º A da Padre Himalaia e 3º C das Águas Livres - Family Tree
Atividades
Para recordar os últimos momentos de 2017… O Natal na nossa escola…
ONDE APRENDEMOS A FAZER MAIS E MELHOR…
7
8
Atividades
Textos enviados pela professora Susana Dias
8º D Mais um ano concluído e outro a começar. Esperamos que 2018 seja ainda melhor que 2017 e que consigamos alcançar os nossos objetivos, não só individualmente, mas também, em conjunto. A escola é a nossa segunda casa e devemos cuidar dela. Decerto que todos nós, alunos, professores e assistentes, queremos melhorar a escola. Então, devemos fazer por isso, juntarmo-nos e lutar até alcançar o nosso objetivo final. Queremos fazer da escola um lugar, não só de ensino, mas também de convívio, um lugar onde simplesmente não sejamos obrigados a estar, mas sim, ter gosto em poder fazer parte desta comunidade. Sabemos que apesar dos aspetos negativos, também existem positivos. Muitos nos criticam, todavia não nos deitam abaixo facilmente. Essas críticas dão-nos força para melhorarmos e para lhes provar que somos mais capazes do que pensam. Devemos fazêlo não só para nosso benefício hoje, mas também para benefício das próximas gerações. Que assim seja e no final possamos confirmar que assim foi.
8º F Um ano novo, um novo começo, os mesmos sonhos, novos desafios, sinta medo e fá-lo de qualquer maneira. Que 2018 traga muita saúde, felicidade e sucesso. Atire foguetes, coma as 12 passas e peça um desejo. 365 dias novos, 365 novas oportunidades.
Votos das turmas para 2018
8º C - Criar a Associação; - Colocar cacifos; - Renovar a escola; - Colocar cortinas mais escuras ou estores; - Sala de convívio (maior); - Mais visitas de estudos; - Mais variedade de comida no bar; - Melhorar a comida no refeitório; - Que a escola seja muito fixe em 2018; - Que haja melhores condições; - Que exista o reconhecimento dos alunos; - Que haja menos confusões; - Que a nossa escola seja reconhecida pelo sucesso dos alunos. Só sei que esta escola não é a pior de todas, porque tem bons professores, boas companhias e um bom ensino. Espero que continue assim, uma escola com as suas vantagens e as suas desvantagens como todas as escolas. Esperamos que em 2018 exista um bom funcionamento na escola, onde os alunos, professores, funcionários façam com que isso aconteça.
Atividades Atividades da Biblioteca
Ao longo do 1º período, a BE recebeu vários autores e ilustradores como, Nuno Caravela, Manuela Castro Neves, Mª João Lopes e Teresa Cortez.
Também durante o 1º período, as bibliotecas das várias escolas do 1º ciclo e JI a Damaia receberam contadores de histórias, como as Trovadoras Itinerantes Josy Correia, Luciana Costa e Antonella Gilardi, bem como sessões de marionetas pelo grupo Valdevinos e as famosas oficinas da Marina Palácio. Estas atividades foram possíveis graças à colaboração da Câmara Municipal da Amadora.
9
10
Atividades
Atividades da Biblioteca Atividade Lâmpada de Gelo, realizada na EB1/JI Cova da Moura, em 30-01-2018, no âmbito do projeto Newton Gostava de Ler. Os alunos do 4º A construíram, passo a passo, as suas próprias lâmpadas de gelo.
Workshop/apresentação musical com a metodologia CupSong , com o 4º A, 6º D e 9º E, orientada pela professora de Educação Musical, Vera Tavares.
Atividades
11
Texto enviado pelo professor Rui Junior
Corta-Mato Concelhio 2018 16 de Janeiro no Regimento de Lanceiros da Amadora Uma vez mais, os nossos queridos alunos e alunas emprenharam-se em representar a sua escola e conseguir bons resultados. PARABÉNS!
12
Atividades Visita de Estudo ao MARL, organizada pelos professores Antónia Ramos e Fátima Abreu
As turmas de 6º ano visitaram o MARL, “Programa 5 ao Dia”, nos dias 24 e 25 de janeiro, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais. Esta visita teve como objetivos promover uma alimentação saudável, contribuir para a prevenção de doenças crónicas associadas aos maus hábitos alimentares, incentivar o consumo de pelo menos 5 porções diárias de produtos hortofrutícolas. Os alunos ficaram a conhecer, também, o local onde é realizado o comércio por grosso das frutas e dos produtos hortícolas e como são garantidas as condições de higiene deste produtos. Os nossos pequenos “investigadores” fizeram uma grande salada de fruta e tentaram adivinhar, de olhos vendados, os frutos que comiam num divertido jogo em grupo – A Prova dos Sentidos.
Atividades
13
Eco-Espaço A Câmara Municipal da Amadora promove ações no âmbito da Educação Ambiental, como contributo para formação integral das crianças e jovens do concelho da Amadora. Estas ações incluem vários temas e atividades, nomeadamente: Resíduos, Água, Energias Renováveis, Alterações Climáticas, Ambiente e Cidadania, Qualidade do Ar, Consumo Sustentável, Mobilismo Sustentável, Biodiversidade e Conservação, Mar, Visitas de Estudo, Comemoração das Efemérides e Ações de Formação. Diversas turmas do 5º ao 9º ano da Escola participaram em várias atividades promovidas pelo Eco-Espaço. O balanço das mesmas foi positivo. O jornal deixa mais uma vez, um registo fotográfico das atividades em que os nossos ilustres alunos participaram!
14
Atividades
SEMANA DO PATRONO
PALESTRA: “Como as árvores se tornam Música” 08/02/18
Atividades
15
O Dia de São Valentim na escola… Dia do Amigo - 15 e 16/02/18 dinamizado pelo Grupo Disciplinar de Português Os alunos escreveram uma carta ou mais, com o remetente (facultativo), o nome do destinatário e a turma, colocando-a(as) no Marco do Correio no dia 15 de fevereiro, que se encontrava no bloco B/Principal. O dia 16 de fevereiro foi, um dia diferente, com a receção das “cartas-mistério”. Foi bastante divertido, fazendo as delícias de “miúdos e graúdos”.
16
Atividades
Textos enviados pela professora Maria João Teotónio Os Jogos Olímpicos São um evento multidesportivo global com modalidades de verão e de inverno, em que milhares de atletas participam de várias competições. Atualmente, os Jogos são realizados a cada dois anos, em anos pares, com os Jogos Olímpicos de Verão e de inverno alternando. Originalmente, os Jogos Olímpicos da Antiguidade eram realizados em Olímpia, na Grécia, do século VIII a.C. ao século V d.C.. No século XIX, o Barão Pierre de Coubertin fundou o Comité Olímpico Internacional (COI) em 1894. O COI tornou-se o órgão dirigente do Movimento Olímpico, cuja estrutura e as ações são definidas pela Carta Olímpica. A celebração dos Jogos abrange muitos rituais e símbolos, como a tocha e a Bandeira Olímpica, bem como as cerimónias de abertura e de encerramento. Existem mais de 13 000 atletas que competem nos Jogos Olímpicos de verão e Inverno, em 33 diferentes modalidades desportivas com cerca de 400 eventos. Os finalistas do primeiro, segundo e terceiro lugares de cada evento recebem medalhas olímpicas de ouro, prata e bronze, respetivamente. Os Jogos têm crescido em escala, a ponto de quase todas as nações serem representadas. Tal crescimento tem criado inúmeros desafios, incluindo boicotes, doping, corrupção de agentes públicos e terrorismo.
A cada dois anos, os Jogos Olímpicos e sua exposição aos media proporcionam a atletas desconhecidos a chance de alcançar fama nacional e, em casos especiais, a fama internacional. Os Jogos também constituem uma oportunidade importante para a cidade e o país onde se realizam se promover e mostrar-se para o mundo. O símbolo dos Jogos Olímpicos é composto por cinco arcos entrelaçados, com as cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho sobre um fundo branco. Este foi originalmente concebido em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos modernos. Esses cinco anéis representam as cinco partes do mundo. Desta forma, além de simbolizar a união dos cinco continentes, integra todos os países, fornecendo um sentido universal para as Olimpíadas Márcio Santos 7º A
Atividades
17
Textos enviados pela professora Maria João Teotónio CARNAVAL Em Portugal existe uma grande tradição carnavalesca. Os mais importantes Carnavais portugueses são o de Estarreja, da Madeira, Ovar, Loures (remonta a 1934 e tem o maior grupo de Carnaval, organizado do país, "Mastronças"), Nazaré, Podence, Loulé, Sesimbra, Sines, Elvas, Torres Vedras e Canas de Senhorim. Atualmente, o Carnaval quase desapareceu da Europa, onde já teve grande importância em vários lugares.
O Carnaval português foi exportado para as antigas colónias, em especial para o Brasil (por volta de 1723), e sempre teve características bem diferentes do de outros países da Europa, sendo reconhecido até mesmo por autores portugueses como uma festa cujas características principais eram a porcaria e a violência. O Carnaval de antigamente não é como hoje um desfile de corsos e meninas a dançar com pouca roupa, como no Carnaval brasileiro. As pessoas mascaravam-se, pregavam partidas, gozavam com as outras pessoas, pois estando disfarçadas podiam fazê-lo, sem serem reconhecidas. Faziam "assaltos", que era irem ter com alguém em especial (de que se gosta - ou não -) e fazer-lhe a “vida negra” para se gozar com essa pessoa até se fartar, deixando tudo em desalinho.
O Carnaval de cada terra tinha o seu rei, o Rei Momo, que também tem uma Rainha. A corte tem vários ministros (a fingirem que estão sempre bêbedos) e imensas "matrafonas", que são homens vestidos de forma ridícula ou de mulher. Normalmente, há zés-pereiras que acompanham e animam o desfile, a tocar bombo, ou "tropas fandangas" também a tocar e a fazer disparates. Também aparecem gigantones e outros disfarces. Hoje em dia, Portugal ainda tem Carnavais com muita força e tradição. Por todo o lado, se brinca e se organizam festejos e bailes de Carnaval. Vagner Fortes 6º E
18
Atividades
O Carnaval na Escola… Desenhos enviados pela professora Maria João Teotónio
Máscaras de Carnaval desenhadas pelos nossos alunos!!!
Maira Martins 6º E
Beatriz Ferreira 7º C
Atividades
19
Textos enviados pela professora Maria João Teotónio PÁSCOA Páscoa ou Domingo da Ressurreição é uma atividade religiosa, um feriado que celebra a ressurreição de Jesus, ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário, conforme o relato do Novo Testamento. É a principal celebração do ano litúrgico cristão e, também, a mais antiga e importante festa cristã. A data da Páscoa determina todas as demais datas das festas móveis cristãs, exceto as relacionadas ao Advento. O domingo de Páscoa marca o ápice da Paixão de Cristo e é precedido pela Quaresma, um período de quarenta dias de jejum, orações e penitências.
O termo "Páscoa" deriva, através do latim Pasha e do grego bíblico Paskha, do hebraico (Pesah ou Pesach), a Páscoa judaica. A última semana da Quaresma é chamada de Semana Santa, que contém o chamado Tríduo Pascal, incluindo a Quinta-Feira Santa, que comemora a Última Ceia e a cerimônia do Lava pés que a precedeu e também a Sexta-Feira Santa, que relembra a crucificação e morte de Jesus . A Páscoa é seguida por um período de cinquenta dias chamado Época da Páscoa que se estende até ao Domingo de Pentecostes.
MORCEGOS O morcego é um animal mamífero da ordem Chiroptera, cujos membros superiores (braços e mãos) têm formato de asas membranosas, tornando-os únicos mamíferos naturalmente capazes de voar. Tradicionalmente, divide-se os quirópteros em morcegos propriamente ditos e raposas-voadoras. Representam um quarto de toda as espécies de mamíferos do mundo. São pelo menos 1 116 espécies , que possuem uma enorme variedade de formas e tamanhos, podem ter uma envergadura de cinco centímetros a dois metros, uma enorme capacidade de adaptação a quase qualquer ambiente (só não ocorrem nos polos) e uma ampla diversidade de hábitos alimentares. Os morcegos têm a dieta mais variada entre os mamíferos, pois podem comer frutos, sementes, folhas, néctar, pólen, artrópodes, pequenos vertebrados, peixes e sangue. Cerca de 70% dos morcegos são insetívoros, alimentando-se de insetos, sendo praticamente todo o restante frugívoros, ou seja, alimentam-se de frutas. Somente três espécies se alimentam exclusivamente de sangue: são os chamados morcegos hematófagos ou vampiros, encontrados apenas na América Latina. Dessa maneira, os morcegos contribuem substancialmente para a estrutura e dinâmica dos ecossistemas , pois atuam como polinizadores, dispersores de sementes, predadores de insetos (incluindo pragas agrícolas), fornecedores de nutrientes em cavernas e vetores de doenças silvestres, dentre outras funções. Possuem ainda o extraordinário sentido da ecolocalização (biossonar ou orientação por ecos), que utilizam para orientação, busca de alimento e comunicação.
20
Atividades
Textos enviados pela professora Maria João Teotónio CABO VERDE Artesanato O artesanato tem grande importância na cultura cabo-verdiana. A tecelagem e a cerâmica são artes muito apreciadas no país. Produzido quer para utensílio, quer para decoração, o artesanato do Cabo Verde é muito singular.
Literatura A literatura cabo-verdiana é uma das mais ricas da África lusófona: Cabo Verde: viagem pela história das ilhas, Germano Almeida, 2003 A Morte do Ouvidor, Germano Almeida, 2010 Cabo Verde & a música: dicionário de personagens, Gláucia Nogueira, 2016 Uma Aventura nas Ilhas de Cabo Verde, Ana Maria Magalhães, 1990 Cozinha de Cabo Verde, Maria De Lourdes Chantre, 1989 Chiquinho, Baltasar Lopes da Silva, 1947 Cabo Verde por acaso: mornas fotográficas,2003 Batuku de Cabo Verde: percurso histórico-musical, Gláucia Nogueira, 2015 Gastronomia A gastronomia local de um país é parte integrante da sua cultura. Os pratos típicos e os alimentos regionais caracterizam um povo e o seu quotidiano. A culinária Cabo Verdiana é baseada em pratos típicos, confecionados sobretudo a partir do milho e do feijão, da batata doce e da mandioca. Variadas e saborosas são as suas iguarias: a catchupa fresca e guisada, o xerém, o caldo de peixe, a canja, a “dgajacida” (papas de farinha de milho cozido com favona), o cuscuz, os pasteis de milho, os queijos com doce de papaia, os doces de coco, a açucrinha, as filhós, enfim tudo isto constitui uma delícia para os olhos e um conforto para o paladar. É, também, um símbolo da identidade do Arquipélago e encontra-se presente em cada “pedaço de chão” em que se encontre um Cabo-Verdiano. Vagner Fortes 6º E
21
Atividades Texto enviado pela professora Carla Mariano
À GUISA DE GIL VICENTE
O Professor
O Professor regressa à barca do Diabo e diz o arrais:
Vem um professor com sua régua e sua caneta vermelha, chega ao batel infernal, e diz:
Diabo O Prof.
O Prof. Diabo
O Prof. Diabo O Prof.
Diabo
O Prof.
Hou da barca! Quem sois vós? Oh! Santo Professor! Que vos traz ao cais? O que nos traz a todos. Também cá ensinais? Sempre o fiz sempre o vou fazer, em vida o fiz, morto o vou fazer. Como fiz a todos os alunos que não sabiam a tabuada, dar-te-ei tanta reguada, ensinar-te-ei a escrever. Oh! Oh! Ensinar-me-ás? Cá, ensino-te eu! A varrer! Que nesta barca há muito a fazer. Para varrer? Não entro aí eu, vou ali ao outro batel que contigo não me vou entender!
Hou da barca! O Anjo
No Paraíso de mim necessitais? Para mim não! Escrever eu sei! A mim não me chumbais como com essa caneta fizestes a tantos e tais! Logo verei o que te arranjarei.
Diabo O Prof.
Diabo O Prof.
Voltou, meu caro passageiro? Vim trazer a régua e a caneta, delas não preciso mais. Vou ficar aqui no cais! E os pecadores ensinar Julgas continuar? Sim! Para que na tua naviarra não entre mais pecador pelo pecado de escrever errado!
Julgas no cais ficar? E o rio não atravessar? Não julgo contigo os meus pecados deixar. No cais vou ficar para que me possa redimir… E samica um dia no batel da glória o Anjo me deixe ir. Tomás Monge, 9.º D
22
Atividades
Texto enviado pela professora Susana Dias e poema enviado pela professora Carla Mariano Não importa, não importa se estás bem ou mal, se te sentes um oceano de emoções ou uma gota de água que mal pode sentir, ou até mesmo se estás a necessitar de um ombro amigo. Neste momento, se te sentes um exagero ou um vazio, estás assim devido a quê? A amizades mal-intencionadas, ilusões, desgostos ou saudades? Ou de verdadeiras amizades, alegrias e desejos ou sonhos realizados? Uma importante pergunta que te devia fazer refletir. Agora que já o fizeste como te sentes? Ou melhor já paraste para perguntar como se sente a pessoa ao teu lado? Se ela está mesmo bem ou tem apenas um fraco e falso sorriso no rosto? Para de pensar só em ti, nem que seja por apenas um minuto e começa a pensar e a preocupar-te como as tuas palavras e atitudes podem magoar as pessoas que te rodeiam? Não repares só nas aparências que elas imensas vezes iludem e preocupa-te em ajudar o próximo, sem esperares nada em troca.
Poema a duas vozes Nos meus lençóis estou escondido na cor amarga do fim de tarde1. Estou cansado depois de um dia de trabalho e adormeço.
Ainda eram cinco… de uma tarde de inverno e o sol pôs-se calmo sem me acordar1. Acordo calmo, acordo belo já sem sinais de amargura em mim. Nota: 1. Versos do escritor Valter Hugo Mãe
Porém a sociedade é o oposto, ninguém se preocupa como a pessoa ao seu lado está, simplesmente não querem saber se estás com um sorriso no rosto ou com lágrimas no mesmo. As pessoas, em geral, são tão egocêntricas, ao ponto de nem se preocuparem com os seus amigos ou até mesmo familiares. Todavia, neste momento, iremos supor que estás no lugar das pessoas que dizem constantemente “estou bem” sem o estar. Não irias gostar de ter uma pessoa ao teu lado que te fizesse esquecer os motivos de estares em baixo e pôr-te feliz? Se ninguém tivesse disposto a tirar as lágrimas dentro de ti, o que irias fazer? São essas as perguntas que muita gente, que precisa da tua ajuda, faz diariamente. Da mesma forma que um capitão não consegue atravessar a tempestade sem um bom barco e uma boa tripulação, essas pessoas não o conseguem fazer sem a tua ajuda! Autor Anónimo 8º D
Tomás Monge, 9.º D
Atividades Texto enviado pela professora Cidália Venâncio
Lets' stop to think about it This poem Is to warn you About what you're doing to animals. You're killing them And putting these species in danger. Look at the Red Wolf, Only 250 of them alive! And the Snow Leopard, There's only a few thousands left! You might think the Seahorse is safe, But what you throw in the sea Puts them all in a list. The list Where a lot of species are: The list of the endangered species! By Inês Serra and Matilde Barroso 7ºF
23
24
Atividades
Visita de Estudo ao Museu Nacional de Arte Antiga e Teatro Actus – 8º ano (Visionamento da peça “Os Lusíadas à Conquista do Mar Largo” – 22/03/18)
Os alunos e professores dos 8º anos da escola passaram um dia diferente de aprendizagem transdisciplinar e de socialização, consolidando conhecimentos dados nas disciplinas de História e de Português, despertando os sentidos do ponto de vista literário, artístico e cultural e convivendo de forma harmoniosa e salutar. A professora Susana Dias
Os Lusíadas à conquista do Mar Largo Adaptação da obra de Camões Os Lusíadas “Desde que, numa praia lusitana, um Velho lhes prognosticou fatalidades, até que, numa ilha longínqua lhes foi revelada a Máquina do Mundo, Vasco da Gama e os seus companheiros viveram peripécias fantásticas, na obra de Camões. Reis, marinheiros, deuses, catuais, ninfas, guerreiros, estão prestes a ganhar vida no Teatro.”
Atividades Semana das Línguas dinamizada pelo Departamento de Línguas (28 fevereiro a 2 de março) A Semana das Línguas, que ocorreu de 28 de fevereiro a 2 de março, esteve repleta de atividades lúdicas e originais, mas igualmente pedagógicas, pois acentuou-se a vertente literária, cultural e gastronómica. Realizaram-se inúmeras atividades, durante esta semana: - Palavra de atores - com a Companhia de Teatro dos Aloés (Elsa Valentim, Jorge Silva e Jorge Peixoto); - Palavra de atores Com Umbigo – Companhia de Teatro (Ricardo Barceló e Joana Rodrigues); - Recitação do poema «Mar Português»; -"Reading poetry with children“; - Maratona da Poesia (os alunos declamaram poesia nas turmas dos colegas); Concurso de Leitura expressiva (2º e 3º Ciclos); - “Lanche das Línguas”, - "1, 2, 3 sing with me”; - Quiz Kahoot – cultura geral; - STOP: Vamos ler! (leitura de textos nos espaços escolares do Agrupamento).
25
26
Atividades
Semana das Línguas dinamizada pelo Departamento de Línguas (28 fevereiro a 2 de março) O Jornal deixa aqui um “cheirinho” das atividades realizadas!!
Atividades
27
Semana das Línguas dinamizada pelo Departamento de Línguas (28 fevereiro a 2 de março)
Entre os dias 26 de março e 2 de fevereiro, decorreu a Semana das Línguas. As atividades dinamizadas contaram com a empenhada participação dos alunos do Agrupamento de Escolas da Damaia, desde o préescolar ao 3.º ciclo, com a colaboração dos professores de Espanhol, Francês, Inglês, Português e PLNM (Português Língua Não Materna) e com a disponibilidade e o apoio de tantos professores de outros grupos disciplinares, cujas aulas foram interrompidas ou até substituídas pelas atividades da Semana das Línguas. A celebração desta semana beneficiou ainda do apoio da BE/CRE que, a par de ter sido o palco das várias sessões do Concurso de Leitura Expressiva, fez chegar vários livros aos nossos blocos de aulas, viabilizando, assim, um maior número de leitores aquando da atividade «STOP: Vamos ler!». Este momento destinado a promover os hábitos de leitura contou também com a recetividade dos assistentes operacionais e técnicos. A colaboração chegou também do Gabinete de Apoio ao Aluno, que nos cedeu equipamento do seu espaço de trabalho para podermos reinventar o átrio do bloco B. O talento de dois dos nossos músicos da Orquestra Geração, acompanhados pela professora Paula Pestana Ferreira, marcou o ritmo e os intermezzos para a declamação do poema «Mar Português», de Fernando Pessoa. O apoio veio de outras nascentes, que ficam para lá das fronteiras do Agrupamento. A professora Lurdes Jorge preparou o nosso painel de divulgação da Semana das Línguas. Ao palco do nosso auditório chegaram os atores Elsa Valentim e José Peixoto, da Companhia de Teatro dos Aloés. Também contámos com a visita dos atores Joana Rodrigues e Ricardo Barceló da Umbigo – Companhia de Teatro. Durante a Semana das Línguas, foram desenvolvidas atividades que já têm tradição – Concurso de Leitura Expressiva e Maratona da Poesia. Selecionámos o melhor leitor do 5.º ao 9.º ano e, em jeitos de maratona, cada turma fez chegar momentos de poesia a alunos de turmas, anos e até de escolas diferentes do Agrupamento. Oportunidade houve para retomar uma iniciativa já posta em prática no passado – a declamação do poema «Mar Português», de Fernando Pessoa, declamação essa que foi feita em Português, Espanhol, Francês, Inglês e até Alemão, beneficiando-se, neste último caso, da multiculturalidade que caracteriza o Agrupamento. As vozes e o esmerado sotaque de vários alunos do 3.º ciclo homenagearam Pessoa, deslumbraram os colegas e os professores da casa e deixaram rendidos os atores que nos visitaram. Ainda na vertente multicultural do Agrupamento, a disciplina de PLNM dinamizou a atividade EntreCulturas. Os alunos dos 3.º e 4.º anos de Inglês enriqueceram a Semana das Línguas com 1, 2, 3 sing with me e Reading poetry with children. Encerrámos a Semana das Línguas com o Quiz Kahoot – cultura geral. Com os telemóveis à mão, os alunos participantes do 3.º ciclo, organizados por equipas, puseram à prova os seus conhecimentos linguísticos e culturais na área do Espanhol, Francês, Inglês e Português. O Departamento de Línguas, na impossibilidade de identificar, por imperativos legais, os alunos que protagonizaram as atividades desenvolvidas, manifesta, assim, o seu reconhecimento a todos que contribuíram para a comemoração da Semana das Línguas.
Coordenadora de Departamento de Línguas, a professora Carla Mariano
28
Atividades
Visita de Estudo à Fábrica da Renova e Monumento Natural das Pegadas de Dinossauros da Serra de Aire – 7º ano - Dia 08/03/18
Para começar posso dizer que gostei muito desta visita. Gostei especialmente de poder conviver com os meus colegas de turma, e não só. Gostei muito da visita à fábrica da Renova, foi muito interessante ver como é feito o papel. No entanto, o que mais gostei foi a visita ao Monumento Natural das Pegadas de Dinossauros, pois gosto muito destes animais e sinto que agora sei muito mais sobre eles e sobre a sua presença em Portugal. Em síntese gostei muito deste dia e tudo o que aprendi nele. Aluna de 7º ano
Visita de Estudo ao Centro de Ciência Viva de Constância e às Grutas de Santo António – 8º ano - Dia 13/03/18 As professoras de Ciências Naturais e FísicoQuímica do 8º ano, referem que os alunos se revelaram muito entusiasmados e motivados com a visita de estudo. Participaram de forma ativa em todas as atividades propostas e…imaginem…até foram elogiados pelos guias da visita!!! Parabéns!!! As professoras enfatizam o comportamento exemplar dos alunos e o convívio entre professores e alunos durante o almoço partilhado. Aqui entre os leitores do nosso jornal, os nossos pequenos exploradores ficaram deslumbrados com a paisagem das grutas e, ao mesmo tempo, assustados com os morcegos residentes (aqui entre nós, ouviram-se muitos ai ai ai…tenho medo!) e desnorteados com o simulador de voo espacial! Excelentíssimas professoras, após rigorosas investigações por parte da equipa do jornal escolar, os nossos alunos, já estão ansiosos pela próxima visita da vossa autoria! Aguardemos então…..
Atividades
29
Visita de Estudo à Futurália – 9º Ano Apesar de ter sido uma semana de trabalho intenso para alunos e professores, apesar de as condições meteorológicas não terem sido as melhores, os alunos do 9.º ano, acompanhados pelos diretores de turma e por outros professores, travaram as solicitações do presente e rumaram ao futuro. Durante a visita à Futurália, uns terão consolidado as suas escolhas para o ensino secundário e superior, outros terão regressado com as mesmas ou até mais dúvidas, todos, porém, conseguiram, num ambiente de convívio descontraído, perceber a dimensão desta feira e respirar uma atmosfera marcada pela diversidade da oferta educativa.
Visita de Estudo companhia de teatro Arte D’Encantar – 7º ano (Visionamento da peça Leandro, Rei da Helíria – 23/03/18)
Mesmo antes de cair o pano do 2.º período, tempo houve para, pela manhã do dia 23 de março, levar as turmas do 7.º ano ao teatro. Os alunos assistiram à peça Leandro, Rei da Helíria, da autoria de Alice Vieira, tendo o espetáculo sido representado pela companhia de teatro Arte D’Encantar. No auditório do Colégio Pedro Arrupe, os nossos alunos acompanharam o percurso de Leandro, um rei que se precipita nas suas decisões, um rei que se deixa levar pela aparência, um rei que é um pai enganado, um rei que sofre, mas a quem a vida deu a fidelidade do Bobo e a oportunidade de emendar o seu erro. Do livro ao palco, do humor à seriedade da vida.
30
Atividades
UM DOS PROJETOS MAIS IMPORTANTES NA NOSSA ESCOLA! A Turma de Acolhimento, projeto piloto iniciado em 2010/2011 tem como missão dar respostas às questões que diariamente emergem nas lacunas comunicativas dos alunos estrangeiros, que vão chegando ao longo do ano, sem domínio da língua portuguesa, ou com conhecimento residuais da mesma. Tem como objetivo principal acolher e integrar alunos, com identidades culturais diferentes, valorizando os seus saberes. Através de atividades de imersão linguística e considerando o desenvolvimento cognitivo do aluno, pretende-se a apropriação construtiva dos saberes na convivência com a diversidade, enquanto eixo facilitador do sucesso escolar. De acordo com as necessidades, o perfil linguístico do aluno e a sua evolução, determina-se a sua permanência em tempos variáveis, correspondentes ao estipulado para a língua de escolarização ou, em casos excecionais, a tempo inteiro. O processo visa primordialmente o desenvolvimento de capacidades comunicativas, sem ambiguidades no discurso com os falantes nativos, garantindo a plena integração no contexto. As estratégias a implementar assentam no conhecimento que têm da língua de escolarização, das suas raízes culturais, da sua idade e da maturação que apresentam para a aprendizagem nos vários domínios da língua.
UM ROSTO… UM SONHO… UMA TURMA… UMA REALIDADE…
A sequência das aprendizagens, nesses domínios, implica ainda os conhecimentos prévios dos aprendentes e os contextos de aprendizagem, que facilitem a compreensão e operacionalizem a comunicação em todos os aspetos culturais, formais, informais e gramaticais, com os falantes nativos. A exposição à língua do país de acolhimento traduz-se na oportunidade de interações conversacionais em contexto real relevando a importância da oralidade, competência pouco valorizada. O domínio da compreensão e produção oral implica a adequação às situações e aos atos de fala e o desenvolvimento das capacidades expressivas do aluno imigrante, no constructo ouvir/falar. A partir de situação de abordagem comunicativa, nas vivências do quotidiano, expressam opiniões, sentimentos e pensamentos, enriquecem o campo lexical, regulam o papel dos falantes e minimizam as ambiguidades do discurso. No entanto, estes atos de fala têm de ser coerentes e fazer sentido para que o aluno se sinta motivado na aprendizagem e na produção oral, procurando a melhoria da competência discursiva para entender e se fazer entender. Promover situações formais e informais de aperfeiçoamento da competência da oralidade, que reforce relações de confiança entre os diferentes interlocutores, minimizando sentimentos de inferioridade e de insegurança, concorrem para a base da fluência no discurso. A prática discursiva não deve limitar-se somente à transferência de conhecimentos, mas enquadrar e ajustar as aprendizagens, estimulando e motivando a melhoria das competências comunicativas do falante de outras línguas, garantindo que o aluno recebe o input necessário para a sua progressão neste domínio. (continua na próxima edição)
Atividades
31
Texto enviado pela professora Ana Silva PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA! Sendo a turma de Português Língua Não Materna constituída por alunos que, ou nasceram, ou têm familiares de origens africanas, nada melhor do que um trabalho que permita ajudar a conhecer as suas proveniências. Assim, de entre os vários países africanos pesquisados: Zâmbia, África do Sul, Angola, Etiópia, Costa do Marfim, Quénia, Nigéria, Guiné Bissau, S. Tomé e Príncipe e Cabo Verde, aqui ficam algumas informações sobre os principais e cujas origens são as dos alunos desta turma, nomeadamente: a capital, a bandeira, formas de vestir, tipos de habitação, comida tradicional e uma receita típica. CABO VERDE, oficialmente República de Cabo Verde, é um país insular localizado num arquipélago formado por dez ilhas vulcânicas na região central do Oceano Atlântico. Acerca de 570 quilómetros da costa da África Ocidental, as ilhas cobrem uma área total de pouco mais de 4.000 quilómetros quadrados. Capital: Praia Vestuário típico Tipos de habitação Receita – “Catxupa” Ingredientes 4 xícaras de milho batido, 200 g de feijão 200 g de carne bovina, 300 g de pés de porco 200 g de bacon, 2 batatas grandes 4 chouriços, 2 mandiocas 2 batatas doces, 200 g de couve 2 cebolas, 2 folhas de louro 2 dentes de alho, Azeite a gosto, Sal e pimenta a gosto Modo de Preparo Coloque numa panela a carne em pedaços, o bacon, um pé de porco, os chouriços, pimenta, sal ou caldo de carne. Na panela de pressão, ferva durante 30 minutos os grãos de milho e os feijões, cobertos com água, 1 cebola, 1 fio de azeite, 1 folha de louro e sal Depois, numa panela maior, coloque os feijões com o milho, cubra com água e leve ao fogo para ferver. Acrescente a carne marinada. Quando tudo estiver quase cozido, acrescente as batatas e a couve. Terminado o cozimento, deixe repousar por alguns minutos e está pronto para ser servido A cachupa deve ficar um pouco líquida.
32
Atividades
Texto enviado pela professora Ana Silva PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA!
GUINÉ-BISSAU, oficialmente República da Guiné-Bissau, é um país da África Ocidental que faz fronteira com o Senegal ao norte, Guiné Conakry ao sul e ao leste e com o Oceano Atlântico a oeste. O território guineense abrange 36.125 quilómetros quadrados de área, com uma população estimada de 1,6 milhão de pessoas. Capital: ConaKri Vestuário típico Tipos de habitação Receita: Moqueca de peixe 1 peixe com 1 kg, 1 frasco de leite de coco 1 colher de sopa de polpa de tomate, 1 cebola sumo de 2 limões, 1 pimento verde ou vermelho sal q.b., piripiri ou pimenta q.b CONFEÇÃO Depois do peixe arranjado, salpica-se com um pouco de sal, o piripiri ou pimenta e o sumo dos limões. Fica neste tempero durante 1 hora. Passado este tempo, retira-se o peixe e coloca-se numa assadeira e, por cima, põe-se a cebola cortada às rodelas finas e o pimento cortado em tiras. Rega-se com o leite de coco previamente misturado com a polpa de tomate. Leva-se ao forno a assar durante 40 minutos. Convém verificar. Depois de pronto, sirva acompanhado de arroz branco.
Atividades
33
Texto enviado pela professora Ana Silva PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA!
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, oficialmente República Democrática de São Tomé e Príncipe, é um Estado insular localizado no Golfo da Guiné, composto por duas ilhas principais (Ilha de São Tomé e Ilha do Príncipe) e várias ilhotas, num total de 1001 km², com cerca de 192 mil habitantes. Situa-se relativamente próximo das costas do Gabão, Guiné Equatorial, Camarões e Nigéria. Capital: S. Tomé Vestuário típico Tipos de habitação Receita: Papas de farinha de mandioca 5 dl de água 200 grs de farinha de mandioca sal q.b. CONFEÇÃO Mistura-se a farinha de mandioca com a água e um pouco de sal num tacho. Leve o tacho a lume médio, mexendo sempre até cozer (cerca de 10 minutos). Fica espesso. É um bom acompanhamento para carnes e peixe com molho.
34
Atividades
Texto enviado pela professora Neusa Cid PROJETO DE EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE Ao longo do 2º período, no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde, foram desenvolvidas várias atividades, relacionadas com temas como: Saúde Oral: Projeto SOBE, Sexualidade, Afetos e Gravidez na Adolescência e Nutrição. As atividades decorreram com a colaboração de entidades externas; Biblioteca Escolar e Centro de Recursos Educativos; JI Águas Livres (Turma prof. Fátima Teixeira); Clube da Fotografia e disciplinas de Ciências Naturais, Educação para a Cidadania, Físico-Química, Inglês, Francês e Português. O Jornal deixa aqui um “cheirinho” das atividades realizadas!!
PROJETO SOBE Teatro sobre a Higiene Oral
SESSÃO DE SENSIBILIZAÇÃO SEXUALIDADE, AFETOS E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA DINAMIZADA PELA ASSOCIAÇÃO APOIO À VIDA
Projeto dinamizado pela Turma 8º C e o respetivo Conselho de Turma, JI Águas Livres, Biblioteca Escolar, Clube da Fotografia. Este projeto terá continuidade no 3º período, com a produção de um livro fotográfico: “Sorrisos da Damaia”.
SESSÃO SOBRE NUTRIÇÃO DINAMIZADA PELA UNISELF
Sessão destinada ao 8º e 9º anos de escolaridade.
Sessão destinada ao 7º ano de escolaridade.
Atividades Texto enviado pela professora Rosa Santos
35
Logótipo de apresentação da nossa escola na atividade Rota Postal pela Floresta.
ECO-ESCOLAS O programa Eco-Escolas iniciou-se em Portugal no ano escolar de 1996/97 e a EB2,3 Prof. Pedro D’Orey da Cunha faz parte desta rede há já alguns anos, tendo-lhe sido atribuído por várias vezes o galardão “Bandeira Verde”, sinal de que se conseguiu desenvolver uma série de metodologias e estratégias que contribuíram para tornar mais sustentável o dia-a-dia da escola e da comunidade em que está inserida. Após um curto interregno, este ano letivo voltamos a fazer parte deste grande programa e queremos que a nossa Escola seja ainda mais sustentável. Mas o caminho a percorrer é longo. Começámos com a criação do Conselho Eco-Escolas, o qual reuniu pela primeira vez em fevereiro e, a partir da Auditoria Ambiental, delineou o Plano de Ação, do qual já foram dinamizadas várias ações. Participámos na Rota Postal pela Floresta, em intercâmbio com outras escolas do nosso país, e na Rota pela Floresta 2018, juntamente com a Câmara Municipal da Amadora e a Junta de Freguesia Águas Livres, e que culminou na plantação de três árvores no Jardim 25 de Abril. Também ajudámos a plantar uma árvore no nosso jardim, uma romãzeira. E o dia da Floresta foi ainda comemorado com muitas outras atividades, nomeadamente, um passeio para divulgar a Flora da nossa escola, momentos musicais e declamação de poemas em Português e Francês relacionados com a natureza; realização de sementeiras de plantas aromáticas e recolha de resíduos do recinto escolar. E porque sabemos que para uma educação com sentido, é necessário caminharmos no sentido de um equilíbrio com a natureza, no terceiro período continuaremos a desenvolver ações relacionadas não apenas com o grande tema deste ano, a Floresta, mas também, com a Água, a Energia, os Resíduos, o Mar e a Bio e Geodiversidade.
Participação na Rota pela Floresta 2018 – caminhada, passagem de testemunho e de um manifesto e plantação de árvores no Jardim 25 de Abril
Comemoração do Dia da Árvore/Floresta
36
Atividades
Texto enviado pela professora Rosa Santos ECO-ESCOLAS Identificação da Flora na Escola
A turma 8º D fez a caracterização da Flora da escola na disciplina de Ciências Naturais. Seguidamente construiu-se um painel com as pesquisas feitas pela turma e com os desenhos da flora efetuados por vários alunos do 8º D e 9º A.
PRÓXIMAS ATIVIDADES De 9 a 20 de abril - Recolha com Estilo – Recolha de Roupas, Calçado e Brinquedos.
Durante o mês de maio Recolha de todos os tipos de REEE (pequenos e grandes eletrodomésticos, equipamentos informáticos e lâmpadas) e pilhas/acumuladores.
CONTAMOS CONTIGO!!!!
Crónica
37 Uma escola cultural
A visão da escola tem necessariamente mudado, nas últimas décadas, dadas as inúmeras exigências pedagógicas, institucionais, ministeriais e programáticas e, sobretudo, devido ao facto de termos um público, cada vez mais heterogéneo, ao nível cultural, cognitivo e emocional. A escola moderna está mais exigente e é preciso capacitar os professores no que concerne ao desenvolvimento de novas técnicas e estratégicas pedagógicas de caracter motivacional que possam, de alguma forma, minimizar as lacunas de aprendizagem e promover uma aprendizagem mais interativa e dinâmica. O aluno não pode ser um ser passivo “rendido” aos conteúdos lecionados, de forma obsoleta pelo docente, mas um ser com um papel proativo, conducente ao tão famigerado sucesso escolar. Deste modo, a nossa escola também não foge à modernidade e ambiciona o êxito dos seus aprendizes. Atendendo ao facto de ser um agrupamento TEIP, de natureza multicultural, com um universo de alunos oriundos de culturas díspares, detentores de ritmos, conhecimentos e dificuldades, por inerência, muito dissemelhantes, o corpo docente tem assumido, igualmente, essa predisposição para ajudar os alunos e a melhor forma de o fazer é promovendo um Plano Anual de atividades articulado numa lógica de integração, tendo em vista a coerência, eficácia e qualidade do serviço educativo. Não basta já que os professores queiram que os alunos sejam exímios no uso de uma linguagem vernácula, detentores de um saber científico e matemático exemplar, uma vez que estas capacidades, por si só, de nada valerão se não for fomentado o saber empírico, crítico, emocional e indutivo. Queremos que os nossos alunos sejam cidadãos com um cunho próprio, que deixem a sua marca positiva na escola e que esta marque, através das ações que promove, a intemporalidade nas suas vivências. É preciso que o espírito e a imaginação não sejam tolhidos, mas sim estimulados através da CULTURA. Mas o que é a cultura afinal? O termo cultura, que provém do latim cultus, faz referência à ação de cultivar o espírito humano e as faculdades intelectuais do homem. A sua definição foi evoluindo ao longo dos anos: desde a época do Iluminismo, a cultura passou a ser associada à civilização e ao progresso. Em geral, a cultura é uma espécie de tecido social que abarca as diversas formas e expressões de uma determinada sociedade. Em suma, também na nossa escola, ao longo do ano letivo, os vários Departamentos Curriculares promovem cultura, tentando cultivar o espírito humano e as faculdades intelectuais dos alunos. Despoletam-se múltiplas atividades, que envolvem vários professores da mesma área ou de áreas disciplinares diferentes. As visitas de estudo, os vários clubes existentes na escola, os concursos, as exposições, as atividades desportivas… viabilizam o gosto pela escola, pela leitura e pela escrita, bem como desenvolvem aptidões e competências ligadas às várias literacias (incluindo a literária, linguística, histórica, científica, ambiental, matemática e as expressões).
38 Enigmas enviados pela professora Ana Patrícia Melo
Enigmas… Os caminhos do Manuel O Manuel desloca-se a pé, todas as manhãs, de sua casa até à escola. Atendendo ao esquema da figura, quantos caminhos diferentes pode seguir o Manuel?
O caracol e a parede Um caracol rasteja 3 metros, subindo uma parede durante o dia. Depois de todo esse trabalho que ele faz durante o dia, ele descansa um pouco até adormecer. Na manhã seguinte, acorda e percebe que escorregou 1 metro para baixo enquanto dormia. Se isto acontecer todos os dias, quantos dias serão necessários para que o caracol atinja o topo de uma parede com 7 metros de altura?
As Tartarugas x - peso da tartaruga-filha y = 2x – peso da tartaruga-mãe z = 2y = 2(2x) = 4x – peso da tartaruga-pai A família das três tartarugas pesa 2,8 Kg, logo: x + y + z = 2,8 ,ou seja, x + 2x + 4x = 2,8 7x = 2,8 x = 0,4 Kg = 400 g R: A tartaruga-filha pesa 400 gramas A tartaruga-mãe pesa 2400 = 800 gramas A tartaruga-pai pesa 4400 = 1600 gramas
Desafio Matemático
39 Passatempos… Quantos quadrados vês?
Edição: Neusa Cid e Susana Dias
Colaboradores: Direção Alunos Professores Do Agrupamento de Escolas da Damaia
Paginação: Luís Coelho, Neusa Cid e
Susana Dias Revisão: Neusa Cid e Susana Dias
ABRIL 2018