www.4ipjf.com.br
BOLETIM DOMINICAL
Ano XLVIi • 07 de maio de 2017 UMA SÓ CARNE “Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne.” (Gênesis 2.24) Os relacionamentos afetivos na pósmodernidade passam por uma crise sem precedentes. Está claramente definido que o jovem deve se preocupar única e exclusivamente com a carreira. O casamento é uma possibilidade remota, que pode ser adiada e talvez nem acontecer - afinal de contas, existe a possibilidade de morar juntos. Enquanto isso acontece, casais de namorados mantém relações sexuais de forma descompromissada, em relacionamentos superficiais e egoístas. Este tem sido o padrão de comportamento da atual geração, e é até compreensível que assim seja, pois o ser humano tende a buscar o prazer esquivando-se do fardo da responsabilidade que vem com ele. Mais trágico ainda é quando famílias cristãs passam a comportar-se como se esse comportamento fosse inofensivo e até preferível. As consequências desta violação à Lei divina são claramente notadas: relacionamentos fragilizados, falta de resiliência emocional e casamentos se desfazendo ao primeiro sinal de dificuldade. A sabedoria bíblica, porém, nos mostra um caminho diferente, um caminho melhor. Deus é o autor da família. Foi Ele quem criou esse ente maravilhoso, para o cumprimento de Seus divinos propósitos bem como para a alegria do ser humano. Mas é necessário perceber que, biblicamente, a formação da família é precedida por internalização de responsabilidades (Gn 2.15), aliança com Deus (Gn 2.16-17) e a espera confiante de que o Senhor providenciará um lar para seus filhos (Gn 2.18). Em Gênesis 2.24, aprendemos que a plena intimidade coroa um movimento que passa por emancipação e compromisso. E o que marca essa intimidade não passa por prazer temporário e promíscuo, mas sim por uma união tão bela e abençoada que faz de dois cônjuges uma só carne. Continua...