www.4ipjf.com.br
BOLETIM DOMINICAL
Ano XLVIi • 18 de junho de 2017 EU TENHO O DIREITO DE SER FELIZ* “Até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4:13) Provavelmente você já ouviu a frase que dá título a este artigo antes ou mesmo a proferiu. Absolutamente, as escrituras não são contra sua felicidade. Pelo contrário, na primeira pergunta do nosso catecismo aprendemos que o nosso propósito de vida é adorar a Deus e ter PRAZER nele eternamente. O problema, porém, é que vivemos em um mundo embriagado pela busca incessante de uma suposta felicidade, por vezes plástica e efêmera, e neste sentido buscam-se atalhos perigosos. Parece que o direito à felicidade justifica tudo: divórcios, desonestidade, deslealdade, desobediência etc. Diante disto, o salmista nos apresenta uma perspectiva de dor e sofrimento absolutamente revolucionária: "Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos." (Sl119.71) Perceba que, para o autor sagrado, aprender os ensinamentos de Deus vale mais do que a ausência em si da aflição. Tenho aprendido, dia após dia, que Deus está muito mais interessado na nossa maturidade do que na nossa felicidade. Não que Ele não nos queira feliz, mas maturidade traz felicidade, quando o contrário nem sempre é verdadeiro. Pr. Eduardo Faria *Publicado originalmente em 08/06/2014