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BOLETIM DOMINICAL
Ano XLVIi • 28 de maio de 2017 A ÉTICA DO REINO “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens.” (1 Timóteo 2:1) Vivemos períodos nebulosos no cenário político brasileiro. A cada dia emergem novos escândalos de corrupção, oriundos dos mais diversos espectros partidários. Tem-se a sensação de que o presente momento é especialmente corrupto e desesperançoso. Porém, engana-se quem supõe que no passado as condições eram menos drásticas. Quando Paulo escreveu sua primeira carta a Timóteo, os cristãos da época estavam inseridos numa cultura pagã e sob o domínio de governantes maus. Diante deste cenário, o apóstolo apresenta orientações acerca da postura que os discípulos devem adotar em relação às autoridades. Primeiramente, ele os orienta a orar por aqueles que estão no governo (1Tm 2.1-2). Em seguida, a pregação do evangelho é apresentada como a única solução para reconciliar pecadores com Deus (1Tm 2.5-6). Por fim, mas não menos importante, Paulo discorre sobre a necessidade de o próprio povo de Deus ser exemplo de honestidade. Ele alerta os membros da igreja a "levantarem mãos SANTAS" (1Tm 2.8). Em outras palavras, cristãos altamente comprometidos com a ética do Reino de Deus são uma força transformadora da sociedade altamente poderosa. Ao lutarmos contra a corrupção, nosso próprio comportamento não pode ser nada menos do que o exemplo legado por Aquele que morreu na cruz por nós. Pr. Eduardo Faria