Ano XLVIii • 28 de outubro de 2018 OS DIAS MELHORES PARA O BRASIL NÃO ESTÃO NO NOVO GOVERNO E SIM NAS MÃOS DO SENHOR Hoje, até o final do dia, se tudo transcorrer na legalidade, teremos o novo presidente eleito para governar o Brasil no próximo quadriênio. Nossa nação tem sofrido muito ao longo das décadas por causa de maus políticos que, em vez de servirem à população — propósito para o qual foram eleitos — servem a si mesmos e aos seus interesses. Nessas eleições vimos um país mais politizado (um fato positivo!), e isso gerou discussões acaloradas, tanto pessoalmente, quanto por meio de mídias sociais; em muitas situações, culminando com ofensas pessoais ou veneração a um ou a outro candidato (um fato negativo!). Devemos sempre nos lembrar de que as autoridades são instituídas por Deus e seus poderes emanam dele; resistir a elas é resistir ao próprio Deus (Rm 13.1,2). Ele levanta homens para exercerem autoridade de acordo com o Seu soberano propósito. Assim, os cristãos precisam ter em mente que, independente do presidente eleito, Deus sempre estará no controle. Nosso papel é o de praticar nossa cidadania terrena, enviando esforços para a melhoria da qualidade de vida de todos os cidadãos, convictos sempre de que somos cidadãos dos céus, regenerados pelo sangue do Cordeiro, limpos do pecado, e de que temos a mente de Cristo, a quem servimos e adoramos. Os princípios do Evangelho de Jesus devem sempre nos guiar em todas as nossas escolhas, inclusive as políticas. O presidente eleito— assim como nós — é um pecador, sujeito a erros, mas, acima de tudo, um instrumento do Deus altíssimo para reprimir o mal e incentivar o bem. Nossa esperança, portanto, não deve estar depositada na figura do novo presidente. Nossa esperança está no Senhor, que fez os céus e a terra, que governa a tudo e a todos, e que pode ouvir e atender às nossas súplicas por misericórdia e por um país melhor. Mais do que isso, que Deus use esse novo governo para que nos voltemos para Ele mais quebrantados e mais dependentes de sua graça, como indivíduos e como nação. Com carinho, Rev. Walcyr