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TEMA E DIVISA DA CBB Eduque a criança no “O aperfeiçoamento dos caminho em da que santos no cultivo deve andar, e até o celebração”
fim da vida não se
Divulgarão memória de desviaráa dele” - Protua muita bondade e com vérbios 22.6 " júbilo celebrarão a tua justiça ” (Sl. 145:7)
BOLETIM INFORMATIVO Nº 011
NOVEMBRO DE 2013
“EVANGÉLICO ORIGINAL?”
Os rótulos geralmente são confusos, especialmente quando o conteúdo da embalagem muda. Vinho pode virar vinagre com o passar dos anos, porém seu rótulo não muda junto com as transformações em sua substância. O mesmo vale para o termo “evangélico”. Desde a Reforma Protestante, que no último dia 31/10 celebrou 496 anos de história, o adjetivo passou por várias mudanças. O rótulo começou a ser usado no século XVI, designando aqueles que abraçaram o Evangelho que havia sido recuperado, num sentido bem real, pelo movimento iniciado por Martinho Lutero. “Evangélico” vem de “evangel”, que é o termo grego para “evangelho”. Deste modo, os “evangélicos” eram aqueles que queriam recuperar o “evangel” e proclamá-lo aos confins da terra. Era uma designação empregada para colocar os Protestantes em contraste com os Católicos Romanos e com as seitas da época. Hoje, no entanto, para alguém compreender o que significa ser evangélico precisa recorrer à cultura gospel que se instaurou nas igrejas. Magali do Nascimento Cunha, doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, afirmou com propriedade que “a cultura gospel é o jeito de ser evangélico que nasce da adaptação dos novos movimentos à modernidade e da busca de sobrevivência dos protestantes históricos. Ela é caracterizada pelo desenvolvimento de uma religiosidade midiática, pela identificação dos evangélicos como um segmento de mercado e pela ampliação do mercado da música e seus derivativos do entretenimento. A cultura gospel, o novo modo de ser evangélico, significava, na passagem do século XX para o XXI o alcance da modernidade pelos evangélicos”. Que pena! O vinho se transformou em vinagre. O sal não salga mais e a luz do mundo vem gradualmente se apagando. Não há dúvida de que esse jeito moderno trouxe ainda mais visibilidade para os evangélicos por meio das conversões de celebridades, da ocupação cada vez maior de espaço nas mídias não religiosas, da abertura de gravadoras não confessionais ao gênero gospel, da divulgação, antes inexistente, de eventos evangélicos nos tele e radiojornais e nas mídias impressas.. Os evangélicos estão, sim, mais em evidência, mas, a julgar pelo fruto da vida daqueles que professam tal fé, a maioria deles perdeu a essência, abandonou o Evangelho, tornou-se insípida. Evangélico hoje parece não significar o que significou há quinhentos anos. A solução não está em nos afastarmos do mundo, mas em nos guardarmos do mal (Jo 17.15). Não será a reclusão que nos manterá puros, mas o Evangelho. Um retorno ao Evangelho é o que salvará a igreja de uma desfiguração completa. O Evangelho da Reforma é o que mais precisamos, isto é, a Bíblia – nosso único fundamento;