Carta à população Grito dos Excluídos

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Carta dos professores estaduais

Carta dos professores estaduais

à população

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No dia 7 de setembro o povo brasileiro deveria sair às ruas para comemorar a independência de nosso país, a soberania, a democracia. Entretanto, apesar de tantas lutas do nosso sofrido povo, nossa história vem sendo marcada por uma sucessão de golpes e ações de governantes que representam as classes dominantes, em prejuízo dos mais pobres. Os atuais governantes estão conseguindo piorar ainda mais a situação. O Presidente golpista, Michel Temer, retira direitos sociais e trabalhistas, congela os investimentos nas áreas sociais por 20 anos, retira direitos trabalhistas e está tentando acabar com o direito de todos(as) os(as) trabalhadores(as) se aposentarem, estabelecendo uma elevada idade mínima e aumentando o tempo de contribuição. Além disso, entregou a exploração do pré-sal para empresas estrangeiras e agora quer entregar nossas florestas para empresas mineradoras estrangeiras. Na educação, programas de inclusão e melhoria da qualidade foram cancelados e a reforma do ensino médio volta a fomentar a concepção de que devem existir dois tipos de escolas: aquela destinada aos filhos dos ricos e outra, a escola pública, voltada para os filhos da classe trabalhadora. No estado de São Paulo, que há mais de 20 anos é governado pelo PSDB, professores e professoras estão há mais de 3 anos sem reajuste salarial, sem condições de trabalho e são vítimas de violência dentro e no entorno das escolas. O governo fecha classes e superlota as demais, prejudicando a qualidade do ensino. A luta por uma escola pública de qualidade é de toda sociedade, assim como por um Brasil mais justo e democrático. A APEOESP soma sua voz ao Grito dos Excluídos e conclama todos e todas para que se organizem em Comitês em Defesa da Escola Pública Democrática e de Qualidade em todos locais. Procurem as subsedes da APEOESP.

No dia 7 de setembro o povo brasileiro deveria sair às ruas para comemorar a independência de nosso país, a soberania, a democracia. Entretanto, apesar de tantas lutas do nosso sofrido povo, nossa história vem sendo marcada por uma sucessão de golpes e ações de governantes que representam as classes dominantes, em prejuízo dos mais pobres. Os atuais governantes estão conseguindo piorar ainda mais a situação. O Presidente golpista, Michel Temer, retira direitos sociais e trabalhistas, congela os investimentos nas áreas sociais por 20 anos, retira direitos trabalhistas e está tentando acabar com o direito de todos(as) os(as) trabalhadores(as) se aposentarem, estabelecendo uma elevada idade mínima e aumentando o tempo de contribuição. Além disso, entregou a exploração do pré-sal para empresas estrangeiras e agora quer entregar nossas florestas para empresas mineradoras estrangeiras. Na educação, programas de inclusão e melhoria da qualidade foram cancelados e a reforma do ensino médio volta a fomentar a concepção de que devem existir dois tipos de escolas: aquela destinada aos filhos dos ricos e outra, a escola pública, voltada para os filhos da classe trabalhadora. No estado de São Paulo, que há mais de 20 anos é governado pelo PSDB, professores e professoras estão há mais de 3 anos sem reajuste salarial, sem condições de trabalho e são vítimas de violência dentro e no entorno das escolas. O governo fecha classes e superlota as demais, prejudicando a qualidade do ensino. A luta por uma escola pública de qualidade é de toda sociedade, assim como por um Brasil mais justo e democrático. A APEOESP soma sua voz ao Grito dos Excluídos e conclama todos e todas para que se organizem em Comitês em Defesa da Escola Pública Democrática e de Qualidade em todos locais. Procurem as subsedes da APEOESP.


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