e SÃO PAULO, 3 DE FEVEREIRO DE 2014
ANÁLISE
O ANO DO TWITTER OS 20 MILHÕES DE USUÁRIOS NO BRASIL PRODUZIRAM 7 BILHÕES DE POSTS EM 2013. NESTE ANO, O VOLUME DEVE CRESCER 20% COM A AJUDA DA COPA DO MUNDO, DAS MANIFESTAÇÕES DE RUA, DAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO E DOS PROGRAMAS DE TV.
E
ntre janeiro e dezembro do ano passado, os 20 milhões de usuários do Twitter no Brasil publicaram 7 bilhões de posts em seus perfis. A cada minuto de 2013 foram produzidos 13.818 tweets, crescimento de 95% em relação a 2012. Para 2014, o Twitter espera quebrar novo recorde e os motivos para esse sentimento são amparados em quatro fatos: a Copa do Mundo, as manifestações de rua que irão anteceder e acompanhar o evento e as eleições de outubro. Além disso, o hábito dos internautas brasileiros de compartilharem sua experiência enquanto assistem à programas na televisão será intensificado. “Quanto maior for a necessidade de comunicação em tempo real das pessoas, maior será a quantidade de informação produzida em nossa plataforma”, afirma Guilherme Ribenboim, presidente do Twitter no País. Segundo análise do Sistema Bites, a taxa de crescimento do volume de tweets este ano pode chegar a 20%, totalizando 8,4 bilhões de mensagens.
Para atingir esse resultado, o Twitter precisa de uma combinação de variáveis. A mais importante é o desejo do internauta de opinar de maneira rápida e objetiva sobre uma situação do seu cotidiano, como a sua participação num evento de rua ou mesmo uma cena de um programa na tv aberta ou fechada. Situações de grande agitação social, como a Copa do Mundo ou o último capítulo de uma novela, são fundamentais para essa geração intensa de tweets em português. Por exemplo, na final da Copa das Confederações em junho passado entre Brasil e Espanha foram publicados 18 mil mensagens por minuto. No último domingo, dia 02, durante quatro horas da final do campeonato de futebol americano (Superbowl) foram produzidos 24,9 milhões de posts no Twitter no planeta. “Nessa perspectiva não existe melhor forma de comunicação com os seus amigos que não seja o Twitter”, diz Ribenboim. Na direção contrária, caso a pessoa tenha mais tempo para sofisticar o seu raciocínio, a tendência é uma migração por serviços capazes de atender essa demanda, como o Facebook.
WWW.BITES.COM.BR