POLÍTICA
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SÃO OS REPRESENTANTES
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governador faz história: antes dele, apenas Joaquim Roriz conseguiu novo mandato à frente do GDF. Leandro Grass teve 26,25%, seguido de Paulo Octávio, com 7,47%.
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governador faz história: antes dele, apenas Joaquim Roriz conseguiu novo mandato à frente do GDF. Leandro Grass teve 26,25%, seguido de Paulo Octávio, com 7,47%.
Do total, 12 parlamentares foram reeleitos. Distritais que conseguiram vagas são de 13 partidos diferentes, seis a menos que em 2018
ODistrito Federal elegeu, neste domingo (2), os 24 deputados distritais que vão ocupar a Câmara Legislativa (CLDF) entre 2023 e 2026. A renovação na Casa foi de 50%, já que metade dos parlamentares se reelegeram. No último pleito, 71% dos eleitos eram novatos.
Dos parlamentares que ocupam o cargo atualmen te, 18 tentaram a reeleição, mas seis não conseguiram manter a cadeira. Dos 12 novatos na legislatura, dois
já ocuparam o cargo an tes: Ricardo Vale (PT) e Wellington Luiz (MDB).
Foram eleitos deputados de 13 partidos diferentes: quatro pelo PL, três pelo PT, três pelo MDB, dois pelo PSD, dois do PSOL, dois do Agir, dois do PP. Avante, Republicanos, União Brasil, PMN, PSB e Ci dadania têm um representante cada. Em 2018, 19 siglas eram representadas.
Reeleito pelo MDB, Iba neis Rocha já tem a maio ria dos deputados distritais
como aliados. Sua coligação na campanha de reeleição conseguiu eleger 12 parla mentares para a próxima legislatura.
O deputado distrital Fábio Félix (PSOL) conquistou a re eleição na Câmara como o par lamentar mais votado na his tória de Brasília, com 51.792 votos. Em 2018, ele recebeu 10.955 votos. O parlamentar, que se declara orgulhosamente gay e "fora do armário", de fende pautas da esquerda e de direitos humanos.
PERFIS
A bancada feminina da Câmara Legislativa é for mada por quatro deputadas: Dayse Amarilio (PSB), Ja queline Silva (Agir), Doutora Jane (Agir) e Paula Belmonte (Cidadania). Na legislatura atual, são três.
Nesta campanha eleitoral, 35% do total de candidatos ao cargo eram mulheres. No entanto, elas conquistaram apenas 16% das vagas — o índice não representa nem um terço do total de cadeiras.
A maior bancada femi nina da história da Câmara Legislativa foi em 2003, quando cinco mulheres foram eleitas para o cargo.
Em relação à questão racial, oito pardos e três negros foram eleitos par lamentares, o que repre senta 46% do total de va gas. Em 2018, eram 37,4%. Apesar do avanço, mais de 54% dos candidatos a distrital se declararam negros ou pardos, durante a campanha.
S ei S candidato S à reeleição ficaram de fora
Por causa do quociente elei toral, três candidatos à reeleição ficaram de fora, apesar de terem mais votos que alguns dos eleitos. São eles Delmasso, Cláudio Abran tes e Reginaldo Sardinha. Cada um dos três teve mais de 20 mil votos.
O quociente eleitoral é o resul tado da divisão do total de votos válidos pelo total de vagas na Câmara Legislativa. Em seguida, o número total de votos de cada agremiação é dividido pelo quocien te eleitoral. A partir desse último cálculo, a Justiça Eleitoral define a distribuição de vagas por partido.
Veja quem tentou se reeleger, mas não conseguiu:
• Delmasso (Republicanos)
• Cláudio Abrantes (PSD)
• Reginaldo Sardinha (PL)
• Agaciel Maia (PL)
• Delegado Fernando Fernandes (Pros)
• Valdelino Barcelos (PP)
Em fevereiro de 2013, o The New York Times , um dos jornais mais influentes do mundo, publicou uma reportagem mostrando como o Brasil criou uma casta do funcionalismo público, possibilitando que muitos enriqueçam às custas do Estado. “Sindicatos poderosos de certas classes de funcionários públicos, fortes proteções legais para os servidores do governo, um setor público inchado que tem criado muitos novos empregos bem-remunerados, e generosos benefícios, tudo isso torna o setor público brasileiro um cobiçado baluarte de privilégio”, dizia a reportagem.
Enumerando uma série de exemplos, o jornal acrescentava que “enquanto os servidores públicos na Europa e nos Estados Unidos estão tendo os
salários reduzidos ou sendo demitidos, alguns funcionários públicos no Brasil estão recebendo salários e benefícios que deixam seus pares nos países desenvolvidos bem atrás”.
O NYT analisava, ainda, que em contraste com “bolsões de excelência” no funcionalismo, “serviços como educação e tratamento de esgoto permanecem lastimáveis”, enquanto o governo brasileiro “financia confortavelmente a si próprio”, conforme reproduziu a Revista Exame, que repercutiu a matéria.
É desolador constatar que, passados quase 10 anos, nada foi feito para reverter essa situação. Pelo contrário: continuamos a ver novas iniciativas de ampliação dos privilégios. Um exemplo é a Emenda Constitucional nº 122, de 17 de maio de 2022, que
aumentou de 65 para 70 anos a idade máxima para indicações e ingresso nos Tribunais Superiores (STF, STJ e TRFs). Como a legislação prevê a aposenta doria compulsória no serviço público aos 75 anos de idade, significa que alguns poderão se aposentar com vantajosa remuneração, trabalhando apenas cinco anos nos tribunais, enquanto o restante dos mortais brasileiros, vinculados à CLT, se aposenta após 35 ou 40 anos de trabalho com o teto de R$ 7.087,22, fixado pelo INSS.
Alguém de bem já aconselhou que quem quiser ficar rico que passe longe da vida pública. No Brasil de hoje, entretanto, pratica-se o oposto. Muitos ingressam na vida pública buscando o enriqueci mento fácil. Em pouco tempo, passam a ostentar
padrão de vida incompatível com a remuneração dos cargos que ocupam, mas permanecem incólumes apesar dos evidentes sinais exteriores de riqueza. Este é um país em que todos são iguais pe rante a Lei somente na letra fria da Constituição, despudoramente desrespeitada.
O Brasil está doente faz tempo e, no entanto, a maioria de nossa classe política prefere ignorar essa realidade. Não é possível que o País continue com prometendo 83,54% da arrecadação tributária dos três entres federativos (União, Estados e Municípios) com os gastos referentes a servidores (34,24%), déficits previdenciários (15,20%, incluindo INSS e servidores públicos) e serviços da dívida pública (34,10%). Tudo isso junto representa 27,57% do
Produto Interno Bruto (PIB) nacional, e apesar disso não se remunera condignamente os profissionais da educação, da saúde e da segurança pública.
Para piorar, candidatos à Presidência da Re pública anunciaram que pretender alterar a lei do teto de gastos – já descumprida –, acabando com o controle sobre essas despesas. Até quando vamos continuar ignorando que as origens dos problemas do Brasil não são econômicas, mas sim de natureza ética, moral e comportamental, com total ausência de compromisso com a verdade?
SAMUEL HANAN, engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia
Com 44,98% dos votos válidos, a ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos derrotou Flávia, que recebeu 27,05%
Com 100% das urnas apura das no domingo (2), Dama res Alves (Republicanos)
foi eleita para o Senado pelo Distrito Federal. Ela teve 44,98% dos votos válidos. Flávia Arruda (PL), adversária direta de Dama res durante toda a campanha no DF, teve 429.676 dos votos, ou seja, 27,05% dos votos válidos. Damares teve 714.562 votos.
Damares Alves deixou o Ministério da Mulher, da Fa mília e dos Direitos Humanos em março deste ano, para se candidatar ao Senado.
Ela assume o cargo no Sena do, representando Brasília, pelos próximos 8 anos e ocupa a vaga de José Antônio Reguffe (sem partido). As outras duas cadeiras do DF no Senado são ocupadas por Leila do Vôlei (PDT) e Izalci Lucas (PSDB), eleitos em 2018 também por 8 anos – a cada eleição, o Senado renova, alternadamente, um terço e dois terços das 81 cadeiras.
Leila do Vôlei e Izalci fo ram candidatos ao Governo do DF nessas eleições, mas não chegaram ao segundo turno.
PERFIL
Nascida no Paraná, em 1964, Damares se mudou para o nordeste na infância.
Nos anos 1980, em Ara caju (SE), ela começou a se envolver em ações sociais e fundou, junto com outras pessoas, o Comitê Estadual do Movimento Nacional Meninas e Meninos de Rua.
Damares é advogada, educadora e pastora evan gélica e está em Brasília há 25 anos.
No Distrito Federal ela fundou os movimentos Pró-Vida e Pró-Família e trabalhou como assessora parlamentar no Congresso Nacional.
Candidato/ % votos Partido válidos
Damares (Republicanos) 44,98
Flávia Arruda (PL) 27,05
Rosilene Corrêa (PT) 22,42
Joe Valle (PDT) 3,10
Yara Prado (PSDB) 0,61
Dr. Carlos Rodrigues (PSD) 0,59
Pedro Ivo (Rede) 0,51 Tenente Cel. S. Júnior (DC) 0,30
Elcimara Sousa (PSTU) 0,16
Hélio José (Pros) 0,13
Marcelo Hipólito (PTB) 0,12
Expedito Mendonça (PCO) 0,04
Com 100% das urnas elei torais apuradas no Distrito Federal, a taxa de abstenção no primeiro turno das eleições de 2022 foi de 17,54%. Das 2.206.996 pessoas esperadas para participar do processo neste ano, 387.096 não compa receram aos locais de votação.
A taxa ficou próxima à registrada em 2018, quando o DF registrou recorde de ausências: 18,73% do eleito rado, o equivalente a 389 mil pessoas, à época. O indicador também ficou abaixo da média nacional: no país, a abstenção chegou a 20,98%.
Somados brancos e nulos, a quantidade de votos que não chegou a qualquer candidato foi de 444.421. O total repre
de
senta 20,1% da quantidade de eleitores aptos a votar nas eleições de 2022.
Nesse caso, a taxa ficou abaixo da verificada no pri meiro turno de 2018, quando abstenções, votos brancos e nulos representaram 27,42% do resultado contabilizado.
Os dados constam nos balan ços estatísticos divulgados pelos tribunais Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e Superior Eleitoral (TSE) após a apuração dos resultados.
O cálculo da quantidade de votos anulados ou em branco leva em conta apenas casos em que eleitores optaram por uma dessas opções para todos os cinco cargos à escolha. (Do Metropoles.com)
PC do B e PV. No pleito de 2018, a deputada federal foi a segunda mais vota da, com 89.986 votos. Natural de Fortaleza, no Ceará, Kokay é bancária, tem 65 anos e foi reeleita com 146.092 votos.
RAFAEL PRUDENTE (MDB) Rafael Prudente foi eleito para o primeiro mandato como deputado federal pelo MDB. O parlamentar chega na Casa após dois mandatos como deputado distrital, atuando como presidente da CLDF nos últimos quatro anos.
REJEITADO pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em algumas oportunidades, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, retorna a Brasília como senador eleito pelo Rio Grande do Sul. Na disputa Mourão derrotou dois fortes concorrentes: Olívio Dutra (PT) e a ex-senadora Ana Amélia Lemos (PSD).
EM UM editorial com o título “O pior dos pesadelos”, o jornal Estado de S.Paulo , resume o segundo turno entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) da seguinte forma: “Infelizmente, o 2º turno terá o embate de dois dos piores candidatos disponíveis. Resta esperar que ao menos respeitassem o eleitor, mas, a julgar pelo histórico de ambos, é esperar demais”.
O EX-GOVERNADOR do DF e candidato a deputado federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), não conseguiu ser eleito. Os mais críticos dizem que a “grande obra” de Rollemberg a frente do GDF foi eleger Leila do Vôlei para o Senado. É bom lembrar que a senadora, hoje no PDT, disputou o GDF e amargou um quinto lugar com apenas 79.597 votos.
O PSDB sai das eleições de 2022 quase como um partido nanico depois de dominar a política paulista durante os últimos 28 anos. A derrocada começou com a derrota de Aécio Neves para Dilma Rousseff (PT) em 2014. A única esperança de sobrevida tucana é o ex-governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que disputa o segundo turno.
O EX-MINISTRO da Justiça do governo Bolsonaro, Sergio Moro (UB) foi eleito senador pelo Paraná com 1.953.159 votos (33,5% dos votos válidos). E mais: a esposa de Moro, Rosângela foi eleita deputada federal por São Paulo. Aliados de Moro acreditam que agora o projeto de chegar à presidência da República poderá ser retomado no futuro.
ELE É O segundo governador na história da capital a se reeleger. Antes dele, só Joaquim Roriz conseguiu
Ibaneis Rocha (MDB) foi reeleito governador do Distrito Federal, no domingo (2/10). É o segundo chefe do Executivo local a conquistar a reeleição. Antes de Ibaneis, apenas Joaquim Roriz conseguiu novo mandato à frente do GDF. O emedebista alcançou 50,30% dos votos válidos, totalizando 832.633 sufrágios.
O candidato do PV, Leandro Grass, ficou na segunda posição, com 26,25%, e computou 434.587 votos. Paulo Octávio (PSD) encerrou a votação em terceiro, com 7,47% (123.715). A surpresa da lista
foi Coronel Moreno (PTB), que obteve 5,68% (94.100), ficando à frente de Leila Barros (PDT) e Izalci Lucas (PSDB), que reuniram, respectivamente, 4,81% (79.597) e 4,26% (70.584). Os outros candidatos não passaram de 1%.
O governador afirmou que o triunfo neste pleito é “resultado do trabalhado”. Ele vai comemorar a reeleição, decidida já neste primeiro turno, com apoiadores. Segundo o emedebista, ele não achava que a vitória viria em primeiro turno.
“Passamos quatro anos trabalhando muito. Tivemos uma pandemia. Mas conseguimos avançar muito. Estou muito feliz e não esperava que fosse no primeiro turno”, assinalou o titular do Palácio do Buriti.
Ibaneis acompanhou a apuração em casa, com amigos e familiares. Às 17h30, quando resultados parciais estavam sendo divulgados e Ibaneis apareceu pela primeira vez
A DISPUTA do segundo turno das eleições entre o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) vai exigir um esforço dobrado de lado a lado. Integrantes da campanha petista acreditam que “o sacrifício” será bem maior. Isto porque os bolsonaristas ganharam fôlego elegendo senadores e o PL fez uma boa bancada na Câmara dos Deputados. Tanto que a campanha bolsonarista já fala em “empatar” a disputa já na primeira semana. Já do lado petista, a aposta está em atrair a senadora Simone Tebet (MDB), que sai da campanha maior do que entrou. Já Ciro Gomes é uma incógnita. A tendência do PT é negociar diretamente com o presidente do PDT, Carlos Lupi, um velho aliado de Lula. A posição dura de Ciro em relação ao PT já ficou bem clara na campanha e até parece irreversível.
O QUE aconteceu com os institutos de pesquisas? A impressão que se tem é que e metodologia usada nas pesquisas não conseguiu identificar a tendência do eleitorado. Um dos maiores críticos é o ministro das Comunicações, Fábio Faria, que vem alertando para os resultados das pesquisas pelas suas redes sociais. Tanto que ele resumiu tudo em uma palavra: “Vergonha”.
MUITOS podem não gostar do deputado distrital Leandro Grass (PV, PT, PC do B), mas fez bonito na sua primeira disputa majoritária pelo GDF contra o governador Ibaneis Rocha (MDB) e conquistou 434.587 votos. Com o resultado da eleição, Grass surge como um nome a ser considerado para disputas futuras.
ALIADOS ainda não conseguiram entender a não eleição do ex-governador do DF, Rogerio Rosso, para deputado federal pelo PP, de Celina Leão e do cheque da Casa Civil, Ciro Nogueira. Executivo da União Química, Rosso ainda não se pronunciou sobre seu futuro político.
COMO previu o jornal Opção, de Goiânia, em 25 se setembro último, o ex-governador tucano, Marconi Perillo, perdeu a eleição que parecia ganha para o Senado. O lugar ficou com o empresário Wilder Morais (PL), partido do presidente Jair Bolsonaro.
QUALQUER avaliação política sobre o DF ainda é prematura. O que se pode identificar até o momento que é antigos personagens de grupos da política brasiliense foram aposentados pelas urnas. Queiram ou não, o governador reeleito Ibaneis Rocha (MDB), sai das urnas como a nova liderança política do DF.
com mais de 50% dos votos, uma comemoração prévia foi ouvida de dentro da casa do governador.
Após esse momento, no tempo real, a porcentagem oscilou abaixo de 50% na maior parte do tempo. Às 19h, Ibaneis chegou a 49,98%, com 87,54% das urnas apuradas. Dois minutos depois, ele alcançou 50,02%, e uma celebração ainda maior foi ouvida.
Eufórico com o resultado que lhe conferiu mais quatro anos à frente do Distrito Federal, Ibaneis disse que vai “fazer um belo trabalho por Brasília, pelo DF”.
Sobre uma possível ligação a Leandro Grass, o governador reeleito disse: “Não cumprimentei ainda o Leandro. Acho bom político, pessoa honrada. Fez trabalho ruim na campanha, atingiu as pessoas, pois foram 25 propagandas retiradas pela Justiça”.
PERFIL Nascido em Brasília, Ibaneis Rocha Barros Junior é de família piauiense e o primogênito de três irmãos. Casado pela segunda vez, tem dois filhos do primeiro matrimônio e um do atual casamento.
Ibaneis disputou um cargo público pela primeira vez em 2018, quando tinha 47 anos. À época, derrotou o então governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), e venceu com 69,79% dos votos válidos (1.042.574).
Filiado ao MDB desde 2017, Ibaneis encabeça a coligação Unidos pelo DF e tem como vice a deputada federal Celina Leão (PP). Além do MDB e PP, a coligação integra o PL, Pros, Agir, Solidariedade e Avante.
O advogado fez carreira na capital. De 2013 a 2015, presidiu a seccional OAB-
-DF. Depois, atuou como diretor do conselho federal e corregedor-geral da entidade.
Ibaneis Richa é formado em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), fez pós-graduação em Processo do Trabalho e Processo Civil e mestrado em Gestão e Políticas Públicas pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Em 1990, abriu o seu próprio escritório e se destacou como advogado de várias categorias do serviço público.
Salles
Octávio (PSD), Robson
Ex-presidente e atual chefe do Executivo foram os dois mais bem votados neste domingo (2), com 48,43% e 43,20%, respectivamente
Oex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o pre sidente Jair Bolsonaro (PL) foram os dois candidatos mais bem votados neste domin go (2) e disputarão o segundo turno da eleição para presidente da República no próximo dia 30.
Pela primeira vez, o pleito será decidido entre dois nomes que já comandaram o país. Será, ainda, o sétimo segundo turno em nove eleições presi denciais diretas desde a rede mocratização.
Com 99,99% das urnas apuradas, Lula recebeu 48,43% dos votos e Bolsonaro, 43,20%.
Para que a disputa tivesse
se encerrado neste domingo, o primeiro colocado precisaria ter obtido 50% dos votos válidos mais um, o que não ocorreu.
Desde março de 2021, pes quisas mostram Lula e Bolsona ro à frente da disputa. À época, segundo o levantamento XP/ Ipespe, o atual mandatário tinha 27% das intenções de voto, e o petista, 25%. Foi a primeira sondagem após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) restabelecer os direitos políticos de Lula.
No mês seguinte, o petista ultrapassou o atual presidente e, desde então, ambos perma necem nas respectivas posições
na série histórica do Ipespe.
O agregador de votos CNN/ Locomotiva apontava, neste domingo, que o petista tinha 48% das intenções de voto. A ferramenta considera as pesqui sas divulgadas até sábado (1º).
Segundo pesquisa Quaest de sábado (1º), Lula registrava 49%, e Bolsonaro, 38%. Na última pesquisa da série do Ipespe antes da votação, divul gada no mesmo dia, o petista também tinha 49%, contra 35% do atual mandatário. O Data folha mostrava que Lula tinha 50%, e Bolsonaro, 36%. Já o Ipec apontava Lula com 51%, e Bolsonaro, com 37%.
CAMPANHAS
De acordo com o calendário do TSE, os candidatos podem voltar a fazer campanha às 17h da segunda-feira (3), 24h após o encerramento da votação do primeiro turno. As campanhas podem pedir voto até o dia 28.
No próximo dia 7, a propagan da eleitoral gratuita no rádio e na TV também retornará à progra mação e ficará no ar até o dia 28.
Simone Tebet (MDB) teve 4,16% dos votos válidos, enquan to Ciro Gomes (PDT) recebeu 3,04%. Soraya Thronicke recebeu 0,51% dos votos.
A candidata derrotada do MDB à Presidência, Simone Tebet, afirmou neste domingo (2) que vai aguardar manifestações dos presidentes do partido de sua aliança – MDB, PSDB, Cidadania e Podemos – para anunciar posi ção no segundo turno das eleições. Ela acrescentou que não vai se omitir e cobrou que os presidentes das legendas se manifestem em até 48 horas. Disse também ter um “lado”, que sua decisão “está tomada” e que vai se pronunciar “no momento certo”.
“Quero dizer, com todo o res peito, respeito o processo eleitoral, que não terminou agora porque agora é hora de os presidentes dos nossos partidos se posicionarem e
se pronunciarem. Eu espero que o façam e o façam rapidamente para que depois eu possa, como candidata à Presidência que fui, nesse momento tão complexo, onde nós temos, sim, que analisar os resultados da urna, para que eu possa me posicionar”, afirmou a emedebista.
“A palavra agora está com os presidentes dos partidos por que, repito, sou uma política que respeita o processo decisório, o processo eleitoral. Mas que, no máximo, em 48 horas vocês deci dam porque eu vou me pronunciar, porque tenho uma responsabilida de junto com Mara”, completou Simone Tebet, citando a vice da sua chapa, Mara Gabrilli.
O candidato do PDT à Pre sidência, Ciro Gomes, afirmou no domingo (2), em rápido pro nunciamento antes do fim da apuração, estar “profundamente preocupado” com os resultados das eleições. Ele classificou o cenário como “desafiador” e “ameaçador” para o país.
“Quero dizer a vocês que estou profundamente preocupado com o que estou assistindo acon tecer no Brasil. […] Eu nunca vi uma situação tão complexa, tão desafiadora, tão potencialmente ameaçadora sobre a nossa sorte como nação”, disse.
Ciro ainda pediu um tempo
antes de realizar um pronuncia mento oficial. “Peço a vocês que me deem mais algumas horas para conversar com meus amigos, conversar com meu partido, para que a gente possa achar o melhor caminho, o melhor equilíbrio, para bem servir à nação brasilei ra”, completou.
Este é o pior resultado de Ciro desde a primeira vez que ele concorreu à Presidência, em 1998. Também foi a pri meira vez que ele perdeu no próprio estado, o Ceará, onde obteve 6,76% dos votos, atrás de Lula (65,73%) e Bolsonaro (25,58%).
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mi nistro Alexandre de Moraes, disse no domingo (2) que o primeiro turno das eleições foi marcado pela redução do nú mero de votos brancos e nulos.
Os dados foram divulgados durante coletiva de imprensa para apresentação do balanço final do dia de votação.
De acordo com tribunal, entre os 80% dos eleitores que compareceram às urnas foi registrado um número de 4,20% de votos brancos e nulos. Nas eleições de 2018, o índice foi 8,8%.
“Aproximadamente 7,5 milhões de pessoas compa receram a mais para votar em candidatos, deixando de votar nulo e em branco. Talvez porque é uma eleição acirrada, mais polarizada. Isso pode ter sido um dos motivos concorrentes para que tenham ocorrido filas. É diferente uma pessoa anular o voto, votar em branco do que escolher as cinco opções, leva um tempo a mais. É um dado interessan tíssimo, porque representa uma maior participação efetiva na escolha dos dirigentes do país”, avaliou.
O presidente também confirmou que o índice de abstenção ficou em 20,89%, número considerado pelo
ministro na média de pleitos anteriores, que costuma ficar em torno de 20%. Nas elei ções municipais de 2020, realizadas durante o auge da pandemia de covid-19, o número de eleitores faltosos foi 23,15%.
Sobre o dia de votação, o presidente do TSE consi derou que a Justiça Eleitoral cumpriu a missão de garantir a segurança e transparências das eleições.
“A sociedade brasileira demonstrou grande maturida de democrática. Os eleitores se dirigiram às seções elei torais, votaram, escolheram seus candidatos em absoluta paz e segurança”, afirmou.
Filas
Sobre as filas de eleito res registradas em diversos pontos do país, Moraes disse que o problema pode ter sido causado pelo acréscimo dos 7,5 milhões de eleitores que passaram a escolher um candidato, a mudança que permitiu que o eleitor tenha um segundo a mais na tela de urna para confirmar o candidato de sua preferência antes de confirmar o voto e falhas no reconhecimento da leitura biométrica. “São cau sas que serão analisadas para o segundo turno”, completou.
A missão de observa ção eleitoral de países da Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP) divul gou nesta segunda-feira (3) um documento que concluiu que o uso do sis tema eletrônico de votação é seguro, confiável e não colocou em dúvida a trans parência e verdade das eleições deste domingo.
A missão é composta por catorze observa doras e observadores, presidentes, membros e técnicos dos órgãos de administração eleitoral de Angola, Cabo Verde, Gui né-Bissau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste.
“A utilização de meios eletrônicos de votação, nas condições concretas observadas e submeti dos a um processo de validação publicamente conhecido, revelou-se segura, confiável e ex pedita e não suscitou reclamações nem foram observados procedimen tos suscetíveis de pôr em causa a transparência e a verdade da votação”, conclui o documento.
ram respeitados e que a votação foi realizada sem “interferências ou incidentes”.
“A Missão de Observa ção Eleitoral (...) conside ra que as eleições gerais no Brasil, sob o ponto de vista organizacional, decorreram, fundamental mente, em conformidade com os preceitos legais aplicáveis e satisfizeram os requisitos internacio nais”, diz a declaração.
Questionado sobre as filas que se estenderam por horas em algumas seções eleitorais, João Manuel Rosa de Almeida, membro titular da Comis são Nacional de Eleições e porta-voz da missão, disse que o problema está relacionado à com plexidade do processo.
Almeida citou o fato de o Brasil realizar elei ções para vários cargos ao mesmo tempo e utili zar o sistema de voto em lista aberta.
O Partido Liberal (PL), sigla do presidente Jair Bolsonaro, terá a maior bancada da Câmara dos Deputados a partir de 2023, segundo números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A le genda elegeu 99 parlamentares para a Casa nas eleições deste domingo (2).
A Federação Brasil da Espe rança – composta por PV, PCdoB e pelo PT, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – deve ter
segunda maior bancada, com 79 parlamentares.
O União Brasil, partido que surgiu a partir da fusão entre DEM e PL, estará representado por 59 parlamentares; o PP, por 47.
Republicanos, MDB e PSD vão ter 42 deputados cada.
A Federação PSDB/Cidadania deve ter 18 deputados a partir de 2023; o PDT, 17; o PSB, 14; a Federação PSOL/Rede, 14; e o Podemos, 11. As demais siglas
somadas totalizariam 29 parla mentares eleitos.
Nikolas Ferreira (PL-MG) foi o candidato a deputado federal mais votado do Brasil e da história de Minas Gerais. Com 26 anos e formado em Direito pela PUC -MG, recebeu 1.492.047 votos (com 100% das urnas apuradas).
Ele é o terceiro deputado mais votado da história da Câmara, atrás
de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), com 1,84 milhão de votos, em 2018, e Enéas Carneiro, que em 2002 conquistou 1,57 milhão de votos.
A segunda maior votação em 2022 para deputado federal, com mais de 1 milhão de votos ficou com Guilherme Boulos (Psol-SP).
Nas eleições de 2018, o PT elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados, seguido pelo PSL, que ainda tinha o presidente Bol sonaro como filiado.
O trabalho da equipe se concentrou em 50 seções eleitorais, nas quais estavam registra dos aproximadamente 12.500 eleitores.
No documento, os observadores afirmaram que “os procedimentos legais na instalação, na abertura e no decurso da votação nas seções eleitorais visitadas” fo
“Inicialmente as filas eram pequenas. Depois foram crescendo até o final. Isso muitas vezes tem a ver com os elei tores, que acumularam -se na última hora, mas também tem a haver com a complexidade do processo”, afirmou.
O observador disse ainda que aguarda novo convite do Tribunal Supe rior Eleitoral (TSE) para atuar no segundo turno das eleições, em 30 de outubro.
Dados foram divulgados em coletiva de imprensa de Moraes FOTO: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR OBSERVADORES DA CPLP DIZEM Segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atual comandante do País, Jair Bolsonaro, está previsto para 30 de outubro A senadora Simone Tebet ficou em terceiro lugar, com 4,16% dos votos válidosTRATA- SE do projeto Brasília 60 Anos de Choro, que começou no mês de junho segue até o final deste ano
AAté o fim de 2022, o projeto Brasília 60 Anos de Choro apresenta shows de mestras e mestres da música brasileira no mais tradicional palco da música instrumental da capital do país. O evento, que teve início em junho com show do artista João Donato, segue apresentando unanimidades da música popular e instrumental em sua programação de outubro, apresentando grandes espetáculos no Clube do Choro e no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB).
Nos dias 12 e 13 de outubro (quarta e quinta), às 20h30, o Clube do Choro recebe Danilo Caymmi, Flávio Mendes e Antônio Carlos Bigorna para abertura da programação mensal. Nos palcos, Caymmi encabeça o projeto Andança, relembrando clássicos lançados em festivais dos anos 1960, e mantendo acesa a memória da obra do pai e o legado construído ao lado dos irmãos Dori e Nana Caymmi.
Na semana seguinte, nos dias 19 e 20 de outubro, o grupo musical Sabor de Cuba dá seu show de ritmos tradicionais latinos, tais como salsa, mambo, rumba, cumbia, bolero, entre outros. Lançado em 2014, o grupo difunde a cultura cubana e latina na capital do país. Com dois shows programados, Sabor de Cuba vai se apresentar às 20h30 no Clube do Choro (quarta-feira), e às 19h no Centro Cultural Banco do Brasil (quinta-feira).
Complementando a programação, dia 28 de outubro, o bate-
-papo musical vai receber o renomado mestre do frevo Spok. Com tema “O frevo e sua linguagem”, o artista vai abordar os antecedentes, as modalidades, a execução e a orquestra que compõem a tão difundida manifestação artístico-cultural nascida em Pernambuco. De forma gratuita, o papo acontece no Clube do Choro, a partir das 16h.
Horas mais tarde, às 20h30, e acompanhado pelo grupo Face Quarteto, Maestro Spok apresenta um espetáculo para dar início a um fim de semana regado de música nordestina. Face Quarteto é um grupo de música instrumental formado pelos brasilienses Victor Angeleas (bandolim de dez cordas), Márcio Marinho (cavaquinho de seis cordas) e Larissa Umaytá (pandeiro) e pelo goiano Bruno Rejan (baixo elétrico).
No sábado (29), os parceiros se reúnem nos gramados do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), às 17h30, encerrando a programação de outubro do Projeto Brasília 60 anos de choro. Apresentado pelo Ministério do Turismo e o Clube do Choro de
Brasília, o projeto Brasília 60 anos de Choro é patrocinado pela BB Seguros por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e apoio do Centro Cultural Banco do Brasil .
BRASÍLIA
LOCAIS:
Setor
CCBB Brasília;
(meiaentrada)
venda em https://www.bilheteriadigital.com/choro;
redes sociais do Clube do Choro.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: livre para todos os públicos; MAIS INFORMA ÇÕES: https://instagram.com/clubedocho ro?igshid=YmMyMTA2M2Y=:
Uma pesquisa divulgada dia 29/9 pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) mostra que até 2040 o Brasil poderá ter uma carência de 235 mil professores de educação básica.
O estudo aponta para um crescente desinteresse, especialmente dos jovens, em seguir a carreira docente. Segundo o estudo, o crescimento no número de ingressantes em cursos de licenciatura foi menor do que no restante do ensino superior. De 2010 a 2020, houve um crescimento de 53,8% no ingresso em graduações que tem como carreira o ensino, enquanto nos demais cursos o aumento ficou em 76% no período.
O estudo aponta ainda o problema da evasão. Nos dez anos analisados, o percentual de estudantes que concluiu os cursos de licenciatura aumentou apenas 4,3%.
O levantamento foi feito a partir de dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (Inep). A partir dessa base de dados, a pesquisa mostra que o índice de novos alunos em cursos de licenciatura com até 29 anos de idade caiu de 62,8%, em 2010, para 53%, em 2020.
Assim, a carreira vem registrando um envelhecimento dos profissionais. Entre 2009 e 2021, o número de professores em início de carreira, com até 24 anos de idade, caiu de 116 mil para 67 mil, uma retração de 42,4%. Ao mesmo tempo, o percentual de docentes do ensino básico com 50 anos ou mais cresceu 109% no período.
A presidente do Semesp, Lúcia Teixeira, destaca que a formação de professores com mais de 29 anos não significa, necessariamente, a entrada de novos professores na carreira. Segundo ela, esses profissionais são, na maioria das vezes, pessoas que já trabalham na área. “Isso acontece em razão da lei que obriga o professor em exercício a ter formação mínima na área de pedagogia ou em licenciaturas para o magistério na educação básica”, explica.
A campanha de vacinação contra a poliomielite será prorrogada até 30 de outubro na cidade de São Paulo. Também foi prorrogada até esta data a campanha de multivacinação para crianças e adolescentes com idade até 15 anos.
O objetivo da Secretaria Municipal de Saúde é atualizar a situação vacinal das crianças e aumentar a cobertura para a poliomielite e doenças imunopreveníveis, como as meningocócicas C e ACWY, HPV, BCG, hepatites A e B, rotavírus, pentavalente (DTP+Hib+HB), pneumocócica, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, difteria/tétano e influenza (vírus causador da gripe).
Desde que o início das campanhas, no dia 8 de agosto, foram aplicadas na capital paulista 1.165.679 doses de vacinas – 310.771 contra a poliomielite e 854.908 de outros 15 imunizantes. O objetivo é ampliar as coberturas, que continuam abaixo do necessário.
Com isso, os pais, ou responsáveis, poderão levar os filhos para se imunizar contra a poliomielite, que protege contra a paralisia infantil. No caso da poliomielite, a cobertura básica está em 79,78%. A meta estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), no entanto, é de 95%.
Atingir a meta é importante para evitar que o Brasil volte a enfrentar a volta da doença, que havia sido erradicada no país nos anos 90.
Segundo a secretaria, a campanha tem o objetivo de imunizar com a vacina oral contra a poliomielite (VOP), crianças de 1 a 4 anos e 11 meses que tenham o esquema prioritário completo da vacina inativada contra a poliomielite (VIP). Na vacinação de rotina do calendário, a VIP deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade, e a VOP aos 15 meses e aos quatro anos.
Os paulistanos podem consultar a unidade de saúde mais próxima por meio da plataforma Busca Saúde.
mistura de cepas do vírus SarsCov-2 e promete maior proteção frente à Ômicron, variante de preocupação no país, responsável pelo maior número de óbitos, especialmente no primeiro semestre de 2021, no pior momento da pandemia até agora.
Amultinacional farmacêutica Pfizer apresentou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ontem (30), um pedido de autorização temporária de uso emergencial para uma nova versão a vacina bivalente contra a covid-19. Segundo a empresa, a nova vacina contém uma
BALANÇO/COVID-19As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 3.203 novos casos de covid-19 em 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 66 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período.
Os dados estão no boletim do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (2). Das 27 unidades da federação, 12 não atualizaram os dados.
De acordo com a Anvisa, a Pfizer já havia apresentado pedido semelhante, em agosto, para uma versão bivalente que contém a subvariante omciron BA.1. Este pedido encontra-se em análise pela Anvisa.
SUBVARIANTE
Agora, a empresa solicita a avaliação da versão que contém a subvariante BA.4/
BA.5, em adição à cepa original da vacina Comirnaty, com indicação para aplicação como dose de reforço na população acima de 12 anos de idade. A vacina monovalente Comirnaty foi registrada pela Anvisa em fevereiro de 2021 e está autorizada para uso a partir de 6 meses de idade.
Após o pedido na Anvisa, a agência tem 30 dias para concluir a avaliação, mas este prazo é interrompido sempre que for necessária a solicitação à empresa de complementação de informações ou esclarecimentos sobre os dados de qualidade, de eficácia e de segurança apresentados.
O total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia soma 34.679.533.
O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 129.914. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.
Desde o início da pandemia, o total de óbitos alcançou 686.320. Ainda há 3.203 mortes em investigação. As ocorrências envolvem
A carreira recebe poderosas energias. Trabalho ligado a comunicação ou educação em alta. Se está só, um crush talvez desperte o seu tesão. Cor: AZUL-ROYAL.
CÂNCER 21/06 A 20/07
A sua mente vai estar cheia de boas ideias e pode conhecer muitas pessoas. Corte as relações que te fazem bem. A sua sensualidade vai cativar o crush. Cor: DOURADO.
LIBRA 23/09 A 22/10
Pode pintar um clima de segurança em casa. Ouça sua intuição, que está poderosíssima. Se está na pista, há chance de pintar um crush ponta firme. Cor: FURTA-COR.
CAPRICÓRNIO 22/12 A 21/01
Há boas chances de melhorar no ambiente de trabalho. Tente não controlar tudo e todos hoje. Boas chances de se envolver na paquera. Cor: AZUL-ROYAL.
casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.
Até agora, 33.863.299 pessoas se recuperaram da covid-19, o que corresponde a 97,6% dos infectados desde o início da pandemia.
O signo tem tudo pra se sentir realizado hoje. Nos estudos, sinal de muitos aprendizados e conquistas. No romance, a paixão promete ótimos momentos. Cor: CHUMBO.
LEÃO 22/07 A 22/08
Você tem tudo pra ganhar mais dinheiro e melhorar sua situação. Nos estudos, evite ficar de conversa fiada. Busque alguém que te apoie no amor. Cor: ROSA.
ESCORPIÃO 23/10 A 21/11
Vai ser bem-sucedida em vender seu peixe e conquistar aliados úteis. Os sentimentos podem ficar mais intensos. Deve se envolver com uma ótima paquera. Cor: PALHA.
AQUÁRIO 21/01 A 19/02
A sua mente deve ficar mais analítica e crítica. Deve ter facilidade para perceber as intenções dos outros. Há sinal de envolvimento poderoso no amor. Cor: CHUMBO.
VIRGEM 21/08 A 22/09
Tende a se interessar por assuntos que despertam a sua mente. Boas chances de ter sucesso em seus empreendimentos. A paixão anima o romance. Cor: AMARELO.
SAGITÁRIO 22/11 A 21/12
O seu jeito comunicativo deve te render uma boa reputação na profissão. Não misture grana e amizade. Com o mozão, deve aprofundar o relacionamento. Cor: ROSA.
PEIXES 20/02 A 20/03
Você pode ter conversas estimulantes com parceiros. Os astros só pedem cautela com algumas amizades. Deve dar match com o crush se rolar sintonia. Cor: CEREJA.
ÁRIES 21/03 A 20/04 TOURO 21/04 A 20/05 Você deve ter maior facilidade para pesquisar e aprender. Mudança de residência tem tudo para ser positiva. Os contatinhos podem bombar. Cor: VERMELHO. GÊMEOS 21/05 A 21/06Secretaria de Saúde prorroga a campanha de vacinação contra poliomieliteFOTO: ROVEN ROSA/ABR Total de pessoas infectadas pela covid durante a pandemia soma 34.679.533
Brasil registra 1.023 novos casos e 66 mortes pela doença em 24 horas
SEGUNDO a empresa, a nova vacina contém uma mistura de cepas do vírus SarsCov-2 e promete maior proteção frente à doençaApós o pedido na Anvisa, a agência tem 30 dias para concluir a avaliação Crianças e adolescentes poderão ser imunizados até 30 de outubro TOMAZ SILVA/ABR
Os Jogos Sul-Americanos de Assunção (Paraguai) começaram no último sábado (1º) e as competi ções de skate ocorreram antes mesmo da cerimônia de aber tura, programada para às 21h (horário de Brasília). O skate é uma das modalidades estreantes nesta edição – a outra é o tiro com arco. Os Jogos irão até 15 de outubro e classificam para o Pan-Americano de Santiago (Chile) em 2023. Confira o ca lendário de provas da 12ª edição do evento.
Após a conquista de três medalhas de prata na estreia do skate nos Jogos de Tóquio no ano passado, o Brasil chega com moral em Assunção. Qua tro expoentes do estilo street integram pela primeira vez a delegação brasileira. Gabriela
Mazetto, campeã este ano do circuito nacional (STU), e Karla Carolina competem a partir de meio-dia, no Skate Parque Olímpico. A partir das 13h30, Gabryel Aguilar e João Lucas Alves (campeão do STU 2022) disputam no masculino.
“Estar na seleção é a re alização de um sonho. Estou bem calma e relaxada. Vou me preparar mentalmente para dar meu melhor”, garantiu Carla Karolina, em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).
A solenidade oficial de aber tura dos Jogos Sul-Americanos teve início às 21h, no histórico Estádio Defensores Del Chaco, na capital paraguaia. À frente da delegação brasileira no desfile, estarão a campeã mundial de esgrima Nathalie Moellhausen
e o nadador Guilherme “Ca chorrão” Costa, bronze nos 400 metros livre no Mundial de Budapeste este ano. A cerimô nia terá transmissão ao vivo no Canal Olímpico do Brasil.
O Brasil conta com 464 atletas de 45 modalidades nos Jogos de Assunção. Entre eles estão medalhista olímpicos, como Isaquias Queiroz e Erlon Souza (canoagem velocidade); Ana Marcela Cunha (águas abertas); Arthur Nory e Arthur Zanetti (ginástica artística); Felipe Wu (tiro esportivo); Ab ner Teixeira (boxe); e Bárbara Seixas (vôlei de praia).
Na última edição do evento, na Bolívia (2018), o Brasil ficou na vice-liderança no quadro de medalhas, atrás da Colômbia.
O brasileiro Caio Bonfim conquistou o 2º lugar na temporada de 2022 na prova de 20 mil metros da marcha atlética do Race Walking Tour, espécie de circuito mundial. A World Athletics, órgão que regulamenta o atletismo em nível mundial, considera os três melhores resultados no circuito durante a temporada de 2022.
Este ano, Bonfim, que já havia sido vice -campeão na temporada de 2017, foi o melhor do Grande Prêmio de Podebrady, na República Checa, em abril. Ele fechou em terceiro em La Coruña, na Espanha, em maio, e terminou na sexta colocação no Campeonato Mundial dos EUA, em julho.
Essas posições deixaram o atleta, nascido no Distrito Federal, com 3.910 pontos, atrás do sueco Perseus Karlstrom, com 3.959, superando o equatoriano Brian Pintado, o italiano Massimo Stano e o espanhol Álvaro Martín. Para encerrar a temporada, Caio ainda disputará os 20 mil metros da marcha atlética nos Jogos Sul-Americanos Assunção 2022, na próxima semana no Paraguai.
O Internacional venceu o Santos por 1 a 0 no estádio Beira -Rio, em Porto Alegre, na abertura da 29ª rodada do Campeonato Brasileiro na tarde de sábado (1º).
O gol do time gaúcho foi marcado pelo uruguaio Carlos de Pena aos 23 minutos da etapa inicial. Com os três pontos conquistados, o Colorado voltou a vencer depois do tropeço do meio de semana contra o Bragantino e retornou à vice-liderança do torneio com 53 pontos (sete atrás do líder Palmeiras, que enfrenta o Botafogo fora de casa na próxima segunda-feira). Enquanto isso, o Peixe ocupa apenas o 10º lugar com 37 pontos. Na rodada se guinte, o Inter visita o Flamengo no Maracanã na quarta-feira (5). O Santos volta a campo no mesmo dia para receber na Vila Belmiro o Atlético Mineiro.
O retorno do time de Porto Alegre ao 2º lugar foi confirmado depois da derrota do Fluminense para o Atlético Mineiro por 2 a 0 no Mineirão. Os dois gols do Galo foram marcados pelo atacante Hulk. O primeiro aos 40 minutos da etapa inicial e o segundo, aos
19 minutos da etapa final. Depois dessa partida, o Tricolor carioca caiu para 3º, com 51 pontos e o Atlético continua em 6º, mas, ago ra, com 43 pontos. O time do Rio de Janeiro terá pela frente no meio de semana o Atlético Goianiense fora de casam na quarta-feira (5). E o Atlético Mineiro visitará o Santos, também na quarta-feira.
Ainda na tarde de sábado (1º), o América Mineiro venceu o Ceará por 2 a 1 no estádio Castelão pela 29ª rodada. Os gols dos visitantes foram de Juninho, aos 24 minutos da primeira etapa, e Felipe Azevedo, aos 22 minutos da etapa final. Os donos da casa descontaram com Vina aos 48 minutos do segundo tempo. O resultado colocou o Coelho de Belo Horizonte bem próximo do G6, grupo que disputará a Libertadores de 2023.
Agora, o time é 8º (com 42 pontos), a 2 do G6. Enquanto isso, o Ceará está a apenas um ponto da zona de rebaixamento. O Vozão é o 16º com 31 pontos. Na próxima rodada, o Ceará receberá o Goiás na quarta-feira (5) e o América, o São Paulo, na quinta-feira (6).