Indicadores de Conjuntura 10|2009
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Outubro | 2009
ENQUADRAMENTO DA ECONOMIA PORTUGUESA Na reunião de 8 de Outubro, o Conselho do Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter inalteradas as taxas de juro oficiais, em 1.0 por cento para a taxa aplicável às operações principais de refinanciamento e em 1.75 e 0.25 por cento, respectivamente, para as taxas da facilidade permanente de cedência e de absorção de liquidez. O Conselho considerou que o nível actual das taxas de juro permanece adequado, tendo em conta a informação disponível. De acordo com o Conselho do BCE, apesar de a taxa de inflação se ter mantido negativa em Setembro é expectável que nos próximos meses volte a níveis positivos e que a evolução dos preços se mantenha moderada no horizonte relevante para a política monetária. Em paralelo, os dados mais recentes confirmam a apreciação do Conselho de que a actividade económica na área do euro estará a estabilizar e que deverá começar a recuperar a um ritmo gradual, embora evidentemente o nível de incerteza se mantenha elevado. Os indicadores de expectativas de inflação a médio e longo prazo permanecem firmemente ancorados, em linha com o objectivo do Conselho de manter a taxa de inflação abaixo, mas próxima, de 2 por cento no médio prazo. Neste contexto, o Conselho do BCE espera que a estabilidade de preços seja mantida no médio prazo. As taxas de juro Euribor no mercado monetário do euro mantiveram-se estáveis e em níveis muito reduzidos durante o mês de Setembro e primeira quinzena de Outubro. No dia 12 de Outubro, as taxas de juro para os prazos de um, três, seis e doze meses situavam-se em 0.43, 0.74, 1.02 e 1.25 por cento, respectivamente, o que corresponde a descidas entre 5 e 8 pontos base (p.b.) face ao final de Agosto. O euro apreciou 2.3 por cento em termos nominais efectivos entre o dia 31 de Agosto e 12 de Outubro. Em termos bilaterais, este comportamento foi determinado por uma forte apreciação face à libra esterlina e ao dólar de 5.9 e 3.1 por cento, respectivamente, uma vez que em relação ao iene e ao franco suíço não se verificaram alterações significativas. No dia 30 de Setembro o Eurosistema realizou pela segunda vez este ano uma operação de refinanciamento de prazo alargado por prazo de 1 ano. No leilão com satisfação integral da procura foram colocados €75.74 mil milhões à taxa fixa de 1 por cento. Na operação anterior efectuada no dia 24 de Junho tinham sido colocados € 442.24 mil milhões também à taxa de 1 por cento. A taxa de variação homóloga em Setembro do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) na área do euro deverá situar-se em -0.3 por cento, o que compara com -0.2 por cento no mês anterior. Esta evolução traduziu essencialmente uma maior queda em termos homólogos dos preços dos bens energéticos (-11 por cento após -10.2 por cento em Agosto). A variação homóloga do IHPC excluindo bens energéticos desceu ligeiramente para 0.9 por cento. O preço internacional do petróleo oscilou entre os 65 e os 72 dólares por barril ao longo de Setembro e início de Outubro. No dia 12 de Outubro, o preço do brent situava-se em 69.7 dólares por barril (47.2 euros), o que representa uma diminuição de 5 por cento face ao final de Agosto (redução de 8 por cento em euros).
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
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2009 | Outubro
As previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas em Outubro apontam para uma revisão em alta do crescimento da actividade económica mundial em 2009 e 2010 (Anexo 1). Em termos médios anuais, o crescimento da actividade económica mundial deverá situar-se em - 1.1 por cento em 2009 e posteriormente recuperar para 3.1 por cento em 2010, ou seja mais 0.3 e 0.6 pontos percentuais (p.p.), respectivamente, face à actualização das previsões de Julho. Segundo o FMI, a recuperação da actividade económica global deverá ser liderada pelas economias de mercado emergentes e em desenvolvimento (sobretudo as asiáticas), uma vez que as economias avançadas apresentam uma recuperação mais moderada. Nas economias de mercado emergentes e em desenvolvimento, a actividade económica deverá crescer 1.7 e 5.1 por cento, respectivamente em 2009 e 2010. No caso das economias avançadas, o FMI projecta uma quebra do Produto Interno Bruto (PIB) em 3.4 por cento em 2009, seguindo-se uma lenta recuperação em 2010 para 1.3 por cento (revisões de +0.4 e de + 0.7 p.p. face a Julho). Para o conjunto de países da área do euro prevê-se uma contracção de 4.2 por cento em 2009 e um crescimento de 0.3 por cento em 2010 (revisões de +0.6 p.p. em ambos os anos face a Julho). De acordo com o FMI a inflação nas economias avançadas deverá situar-se em 0.1 por cento em 2009 e em 1.1 por cento em 2010, ou seja um aumento de 0.2 p.p. face à previsão anterior. Nas economias de mercado emergentes e em desenvolvimento, o FMI reviu em alta as previsões para a inflação em para 5.5 por cento em 2009 e para 4.9 por cento em 2010. Na avaliação do FMI, os riscos para o crescimento da actividade mundial mantêm-se em baixa, muito embora se tenham atenuado. Um dos principais riscos relaciona-se com a possibilidade da interrupção da recuperação económica em curso, sobretudo caso haja uma extinção prematura das medidas de política monetária acomodatícias ou de estímulo fiscal. Acresce que a situação económica global permanece frágil, pelo que se encontra relativamente vulnerável a potenciais choques, como a subida do preço do petróleo, a propagação do vírus da gripe H1N1 e a adopção de medidas proteccionistas que podem prejudicar o comércio internacional. Existem também alguns riscos no sentido ascendente relacionados com um efeito superior ao esperado na actividade económica do vasto conjunto de medidas de política não convencionais adoptadas.
ECONOMIA PORTUGUESA Em Setembro de 2009, o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial da actividade económica, calculado pelo Banco de Portugal, apresentou uma melhoria face ao observado no mês anterior. No mesmo período, o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial do consumo privado, calculado pelo Banco de Portugal, registou um aumento face ao mês anterior1.
(1)
Refira-se que os indicadores coincidentes mensais calculados pelo Banco de Portugal, por definição, não têm componente irregular pelo que apresentam um perfil alisado. Para mais detalhes acerca da metodologia ver Rua (2004), “Um novo indicador coincidente para a economia portuguesa”, Banco de Portugal, Boletim Económico-Junho e Rua (2005), “Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal”,Banco de Portugal, Boletim Económico-Outono. Note-se também que em Agosto de 2009 se procedeu a uma revisão dos indicadores coincidentes da actividade e do consumo que consistiu por um lado, na sua reestimação com dados até ao segundo trimestre de 2009 e, por outro lado, na utilização de séries corrigidas de sazonalidade, o que só acontecia com algumas séries nas aplicações originais. 1 11111111
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Outubro | 2009
No que diz respeito ao consumo privado, no trimestre terminado em Agosto, o índice de volume de negócios no comércio a retalho2, divulgado pelo INE, diminuiu 1.1 por cento, em termos reais (-1.2 por cento no segundo trimestre de 2009). No terceiro trimestre de 2009, as vendas de veículos ligeiros de passageiros, incluindo veículos todo-o-terreno, diminuíram 16.7 por cento, em termos homólogos, após uma queda de 30.2 por cento no trimestre anterior. Relativamente à formação bruta de capital fixo, no terceiro trimestre de 2009, as vendas de veículos comerciais ligeiros caíram 25.0 por cento, em termos homólogos (-36.5 por cento no segundo trimestre do ano), enquanto as vendas de veículos comerciais pesados registaram uma queda de 23.6 por cento (-47.5 por cento no trimestre anterior). No mesmo período, as vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno diminuíram 13.8 por cento, em termos homólogos (-16.1 por cento no segundo trimestre de 2009). De acordo com os Inquéritos de Opinião da Comissão Europeia, no terceiro trimestre de 2009, verificou-se um aumento da confiança dos consumidores, relativamente ao trimestre anterior. A evolução do indicador de confiança também registou uma melhoria nos sectores do comércio a retalho, serviços, indústria transformadora e construção, tendo sido ligeira neste último sector. De acordo com informação relativa ao comércio internacional de mercadorias, divulgada pelo INE3, em Agosto, as exportações nominais registaram uma redução de 15.4 por cento, em termos homólogos, enquanto as importações diminuíram 23.0 por cento (variações de -23.9 e -24.6 por cento, respectivamente, no período de Janeiro a Agosto de 2009). No período de Janeiro a Julho, as exportações diminuíram 24.7 por cento e as importações caíram 24.8 por cento, enquanto excluindo combustíveis apresentaram variações de -23.2 e -20.7 por cento, respectivamente. No comércio internacional de serviços, em Julho, as exportações caíram 8.9 por cento, em termos homólogos, e as importações diminuíram 11.9 por cento (variações acumuladas de -10.5 e -8.6 por cento, respectivamente, no período de Janeiro a Julho de 2009). Em Setembro, a taxa de variação homóloga do IPC diminuiu 0.3 p.p., para -1.6 por cento, enquanto a taxa de variação média anual diminuiu 0.4 p.p., para -0.3 por cento. A diminuição da inflação em Setembro face ao mês anterior reflectiu a desaceleração dos preços dos serviços (de 1.9 para 1.4 por cento) e a redução mais acentuada dos preços dos bens (-3.5 por cento de variação homóloga em Setembro, após -3.3 por cento em Agosto). Em Setembro, a taxa de variação homóloga do IHPC apresentou uma diminuição de 0.6 p.p. em relação ao mês anterior, situando-se em -1.8 por cento, tendo a taxa de variação média anual diminuído 0.4 p.p., para -0.3 por cento. No período de Janeiro a Julho de 2009, o défice conjunto das balanças corrente e de capital diminuiu €2021.2 milhões, face a igual período do ano anterior, situando-se em €7780.0 milhões. Esta evolução reflectiu a diminuição do défice da balança corrente (em €2755.0 milhões), uma vez que o excedente da balança de capital diminuiu €733.7 milhões. A redução do défice da balança corrente resultou da diminuição dos défices da balança de mercadorias e de (2)
Não considera as vendas de veículos automóveis e motociclos.
(3)
A partir de Agosto de 2009, o INE passou a divulgar mensalmente as estatísticas do Comércio Internacional 40 dias após o fim do período de referência, sob a forma de estimativa rápida de dados agregados, na publicação Estatísticas do Comércio Internacional. Para mais detalhes, ver www.ine.pt.
2 2222222
3 3333333
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
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2009 | Outubro
rendimentos, que mais do que compensou a redução dos excedentes das balanças de serviços e de transferências correntes. De acordo com a segunda notificação de 2009 no âmbito do Procedimento dos Défices Excessivos, o défice das Administrações Públicas situou-se em 2.7 por cento do PIB, o que representa uma ligeira revisão em alta (0.1 p.p.) face ao valor reportado na primeira notificação. Para 2009, foi mantido o valor de 5.9 por cento do PIB apresentado no Relatório de Orientação da Política Orçamental de Maio de 2009. A projecção para o rácio da dívida das administrações públicas relativamente ao PIB no final de 2009 ascende a 74.5 por cento (66.3 por cento, no final de 2008). Segundo o Boletim Mensal da Direcção-Geral do Orçamento de Agosto de 2009, a receita fiscal do Estado diminuiu 15.9 por cento nos oito primeiros meses do ano, o que corresponde a uma menor queda do que a verificada até Julho (19.4 por cento). Tal comportamento está fundamentalmente associado à cobrança do IRS que se encontra agora a cair 4.5 por cento, enquanto até ao mês precedente a diminuição se cifrava em 17.5 por cento. Esta evolução reflecte o progressivo esgotamento do efeito de antecipação dos reembolsos em relação ao ano transacto que vinha afectando a receita. Por seu turno, a variação da colecta do IRC manteve-se praticamente inalterada, registando-se uma diminuição de 23.1 por cento em Agosto. No que respeita aos impostos indirectos, continuou também a verificar-se uma queda acentuada da receita, em 18.4 por cento, onde se destaca a redução da cobrança do IVA, em 23.6 por cento. Esta redução é explicada pelo efeito conjugado dos factores descritos em anteriores edições dos Indicadores de Conjuntura. A despesa corrente primária do Estado cresceu 4.1 por cento até Agosto. Contudo, corrigindo a despesa com a amortização do défice tarifário energético em 2008, aquele crescimento situou-se em 6.1 por cento. O défice do Estado em contabilidade pública cifrou-se em €8712.6 milhões até Agosto, valor que compara com €3436.0 milhões no período homólogo do ano anterior. A receita de contribuições para o Regime Geral de Segurança Social registou uma variação de 0.5 por cento até Agosto, enquanto o montante pago em pensões aumentou 4.8 por cento. Os gastos continuam a crescer a um ritmo acentuado em outras rubricas da despesa, nomeadamente nos subsídios de desemprego e apoio ao emprego (27.0 por cento), no subsídio familiar a crianças e jovens (24.1 por cento) e no rendimento social de inserção (18.6 por cento). A despesa com pensões e abonos da responsabilidade da Caixa Geral de Aposentações apresentou, no mesmo período, uma taxa de variação de 7.1 por cento. Em Agosto, observou-se uma desaceleração generalizada dos empréstimos bancários, em todos os segmentos considerados. Os empréstimos bancários concedidos ao sector não monetário (excluindo administrações públicas) registaram uma taxa de variação anual de 2.9 por cento, o que representou uma diminuição de 0.3 p.p. face ao mês anterior4. Esta evolução reflectiu a desaceleração registada pelos empréstimos concedidos a instituições financeiras não monetárias (cuja taxa de variação anual diminuiu de 5.1 por cento em Julho para 2.0 por cento em Agosto), bem como pelos empréstimos concedidos ao
(4)
As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos bancários em fim de mês, ajustados de operações de titularização, e transacções mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações, de abatimentos ao activo e de reavaliações cambiais e de preço. 4 144444
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Outubro | 2009
sector privado não financeiro (cuja taxa de variação anual diminuiu de 3.1 para 2.9 por cento). A desaceleração dos empréstimos concedidos ao sector privado não financeiro continuou a reflectir a evolução registada pelos empréstimos a sociedades não financeiras (cuja taxa de variação diminuiu de 4.4 para 4.1 por cento) e, em menor grau, dos empréstimos concedidos a particulares (cuja taxa de variação diminuiu ligeiramente, de 2.1 para 2.0 por cento). As taxas de variação dos empréstimos a particulares para aquisição de habitação e para consumo e outros fins mantiveram-se em níveis semelhantes aos do mês anterior (2.3 e 0.9 por cento, respectivamente). Em Agosto, as taxas de juro médias sobre saldos de operações activas e passivas mantiveram uma tendência descendente, reflectindo a diminuição das taxas de juro no mercado monetário5. A redução mais significativa foi evidenciada pelas taxas de juro sobre saldos de empréstimos para aquisição de habitação, de 2.64 por cento em Julho, para 2.45 por cento em Agosto. Por seu turno, as taxas de juro sobre saldos de empréstimos a sociedades não financeiras diminuíram 12 p.b., para 3.70 por cento, enquanto as taxas de juro sobre saldos de empréstimos a particulares para consumo e outros fins diminuíram 7 p.b., para 7.68 por cento. As taxas de juro aplicadas em depósitos e equiparados com prazo acordado até 2 anos também registaram uma diminuição de magnitude semelhante, de 2.24 para 2.16 por cento. Em Setembro, a taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro com maturidade residual de 10 anos diminuiu ligeiramente face ao final do mês anterior (2 p.b.), em linha com o observado para títulos de dívida pública alemã com maturidade semelhante. Note-se que a taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro portuguesas diminuiu cerca de 100 p.b. desde o valor máximo observado no final de Fevereiro. Durante o mês de Setembro, o índice PSI Geral registou uma variação positiva de 8.3 por cento, em termos de valores de fim de período, tendo prosseguido esta tendência nas duas primeiras semanas de Outubro. Durante os primeiros nove meses do ano, este índice registou uma valorização acumulada de 39.8 por cento, o que compara com um crescimento de 20.9 por cento do índice Dow Jones Euro Stoxx no mesmo período.
(5)
As taxas de juro são calculadas como médias de taxas de juro sobre saldos de empréstimos e depósitos de IFM denominados em euros, face a residentes da área do euro, para cada sector e/ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderados pelos respectivos montantes em dívida em final de mês. 5 255555
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PRODUTO INTERNO BRUTO | Taxa de variação homóloga
TAXA DE DESEMPREGO
5
6
11
4
EUA
Reino Unido
3
10
2
5
Área do euro
9
-1 Japão
-2 -3 -4 -5 -6
8
Em percentagem
Em percentagem - v.c.s.
0
7 6
EUA
Reino Unido *
5 4 Japão
3
2 Reino Unido
Área do euro *
1 0 Japão
2
-8
-2
1
-9 -10
0
2005
2006
2007
2008
2009
Fontes: Eurostat e Thomson Reuters.
PRODUTO INTERNO BRUTO E PRODUÇÃO INDUSTRIAL ÁREA DO EURO | Taxa de variação homóloga 10
5
IPI (esc. direita)
2 0
1
PIB
0 -5 -1 -2
-10
-3 -4
-15
2005
2006
2007
2008
2009
2004
2005
2006
2007
2008
Fontes: Eurostat e Thomson Reuters.
Fontes: Eurostat e Thomson Reuters.
Nota: * Média móvel de 3 meses.
Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1.
INDICADORES DE CONFIANÇA ÁREA DO EURO
ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR ÁREA DO EURO*
2009
10
Saldos de respostas extremas - v.c.s.
4
Média móvel 3 meses, em percentagem
5
-3 2004
4.0
5 0
Indústria 3.0
-5
Em percentagem
2004
Em percentagem
3
-1
-7
3
EUA
4
Área do euro
1
Em percentagem
PREÇOS NO CONSUMIDOR | Taxa de variação homóloga
-10 Consumidores
-15 -20
Taxa de variação homóloga
2.0 Taxa de variação média 1.0
-25 -30
0.0
-35
-5 -6
-20 2004
2005
Fonte: Eurostat.
2006
2007
2008
2009
-40
-1.0 2004
2005
Fonte: Comissão Europeia.
2006
2007
2008
2009
2004
2005
2006
2007
2008
2009
Fonte: Eurostat. Nota: * Ver nota (3) do Quadro 1.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
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Outubro | 2009
TAXAS DE JURO DE INTERVENÇÃO DO BCE
5.5
12.0
Taxa de variação homóloga
1.40
11.0
4.0
Em percentagem
10.0 9.0
Em percentagem
3 Jul 6 Jun 8 Mar 8 Out Operações principais 7 Dez de refinanciamento 6 Nov 5 Out 3.5 3 Ago 8 Jun 3.0 Facilidade de depósito 2 Mar 4 Dez 2.5 15 Jan 2.0 5 Mar 2 Abr 1.5 4.5
Em percentagem
1.60
13.0
Facilidade de cedência de liquidez
5.0
CURVA DE RENDIMENTOS DO MERCADO MONETÁRIO NA ÁREA DO EURO
EVOLUÇÃO DO AGREGADO MONETÁRIO M3 NA ÁREA DO EURO
8.0 7.0 Média móvel de três meses (centrada)
6.0 5.0
31-Aug-2009
1.20
30-Sep-2009 1.00
0.80
1.0 7 Mai
0.5
4.0
0.60
3.0 07/09
04/09
01/09
10/08
07/08
04/08
01/08
10/07
07/07
04/07
01/07
10/06
07/06
04/06
01/06
0.0
2.0 1.0 Jan05 Mai Set Jan06 Mai Set Jan07 Mai Set Jan08 Mai Set Jan09 Mai
Fonte: BCE.
Fonte: BCE.
Nota: Data de anúncio da alteração.
Nota: Ver nota (3) do Quadro 2.
TAXAS DE JURO DE CURTO E LONGO PRAZOS NA ÁREA DO EURO
TAXA DE CÂMBIO NOMINAL EFECTIVA DO EURO E TAXAS DE CÂMBIO FACE AO DÓLAR E AO IENE | Índice, Janeiro 2005=100
6.5
6 meses
12 meses
ÍNDICES DE COTAÇÕES DE ACÇÕES | Índice, Janeiro 2005=100
170
125
Dow Jones EURO STOXX
Iene
5.5
Em percentagem
3 meses
Fonte: Thomson Reuters.
120
4.5
0.40 1 mês
150
Nikkei 225
115
Taxa de rendibilidade das obrigações da dívida pública a 10 anos
130
110 105
3.5
110
S&P 500
100
2.5
Taxa de câmbio nominal efectiva
95
EURIBOR a 3 meses
90
Dólar
90
70
1.5 85
0.5 Jan05 Jul05 Jan06 Jul06 Jan07 Jul07 Jan08 Jul08 Jan09 Jul09
80 Jan05 Jul05 Jan06 Jul06 Jan07 Jul07 Jan08 Jul08 Jan09 Jul09
50 Jan05 Jul05 Jan06 Jul06 Jan07 Jul07 Jan08 Jul08 Jan09 Jul09
Fontes: BIS e Thomson Reuters.
Fonte: BCE.
Fonte: Bloomberg.
Nota: Valores diários.
Nota: Valores diários.
Nota: Valores diários.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
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INDICADORES DE CONFIANÇA PORTUGAL
10
7
10
6 0
Consumo 9
5
Indústria
4
-20
Consumidores
-30 -40
8
3
Em percentagem
-10
Em percentagem
Saldos de respostas extremas - v.c.s.
TAXA DE DESEMPREGO PORTUGAL
INDICADORES COINCIDENTES DA ACTIVIDADE E DO CONSUMO PRIVADO PORTUGAL | Taxa de variação homóloga
2 1 0 -1
6 5
-2
Actividade
-3
-50
7
4
-4 -60
-5 2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
3 81
83
85
87
89
91
93
95
97
99
01
03
05
07
09
98
99
00
01
02
03
04
05
Fonte: Comissão Europeia.
Nota: Ver nota (1) dos Quadros 4 e 5.
Fonte: INE.
ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR PORTUGAL
ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR | Taxa de variação homóloga
INDICADORES DE INFLAÇÃO PORTUGAL | Taxa de variação homóloga
07
08
09
8
5
5
06
Área do Euro 4
4
Taxa de variação média
Portugal
6 Serviços
3
Taxa de variação homóloga 1 0
Em percentagem
Em percentagem
Em percentagem
2
2 1 0 Diferencial (p.p.)
2004
2005
Fonte: INE. Notas: Ver nota (1) do Quadro 6.
2006
2007
2008
2009
Diferencial (p.p.)
-6
-3 2003
0
-4
-2
-2
2
-2
-1
-1
Bens
4
3
2004
Fonte: Eurostat.
2005
2006
2007
2008
2009
2004
2005
2006
2007
2008
2009
Fontes: INE e Banco de Portugal. Nota: Ver nota (1) do Quadro 6.
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Outubro | 2009
Quadro 1 | Área do Euro INDICADORES DE ACTIVIDADE, MERCADO DE TRABALHO E INFLAÇÃO 2007
2008
2009 v.a.
Até ao mês
2007
2008
2009
IV
I
II
III
IV
I
II
III
2008
2009
Set
Out
Nov
Dez
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
CONTAS NACIONAIS Produto Interno Bruto (PIB) (t.v.h.) Consumo Privado Consumo Público Formação Bruta de Capital Fixo Exportações (1) Importações (1)
2.7 1.6 2.2 4.8 6.1 5.2
0.6 0.3 2.1 -0.6 1.0 1.0
2.2 1.2 2.0 3.2 4.1 3.4
2.2 1.5 1.5 2.9 5.6 4.3
1.5 0.5 2.1 1.2 4.0 2.5
0.4 0.0 2.2 -0.9 1.3 1.0
-1.8 -0.7 2.4 -5.5 -6.6 -3.7
-4.9 -1.4 2.6 -11.2 -16.8 -12.8
-4.8 -0.9 2.5 -11.4 -17.7 -14.4
Contributos para a t.v.h. do PIB (p.p.) Procura Interna (excl. var. de existências) Variação de Existências Procura Externa Líquida
2.4 0.0 0.4
0.5 0.1 0.0
1.8 0.1 0.3
1.8 -0.2 0.6
1.0 -0.2 0.6
0.2 0.1 0.2
-1.1 0.6 -1.3
-2.7 -0.4 -1.9
-2.5 -0.7 -1.6
Índice de Produção Industrial (t.v.h.) (2) Total (exclui construção) Bens Intermédios Bens de Consumo Bens de Consumo Não Duradouros Bens de Consumo Duradouros Bens de Investimento Energia Indústria Transformadora
3.7 3.7 2.3 2.4 1.4 6.8 -0.8 4.1
-1.8 -3.6 -2.1 -1.4 -5.8 -0.2 0.2 -2.0
-17.6 -23.3 -6.0 -3.9 -19.5 -23.7 -6.4 -18.7
Ago Ago Ago Ago Ago Ago Ago Ago
3.2 1.7 1.4 2.0 -2.4 6.2 5.8 2.7
3.0 2.1 0.1 0.5 -1.2 5.7 3.9 3.4
1.1 0.0 -1.2 -1.0 -1.9 3.2 2.0 0.9
-1.6 -2.8 -2.5 -1.6 -7.4 -1.0 -0.4 -2.6
-9.6 -13.7 -4.9 -3.6 -12.7 -8.4 -4.3 -9.8
-18.1 -25.0 -6.8 -5.1 -18.9 -23.9 -4.5 -19.5
-18.2 -23.6 -5.8 -3.3 -21.2 -23.9 -8.5 -19.0
-1.8 -4.6 -3.0 -1.9 -9.0 -1.6 -0.5 -3.7
-6.8 -7.3 -5.1 -4.2 -11.0 -5.9 -2.7 -6.8
-9.0 -12.6 -4.8 -3.2 -14.1 -8.7 -5.2 -9.4
-13.0 -21.4 -4.9 -3.5 -13.0 -10.6 -5.0 -13.0
-16.0 -23.8 -5.9 -4.2 -16.2 -22.8 0.1 -18.2
-19.1 -25.3 -7.2 -5.7 -19.5 -25.1 -3.4 -20.2
-19.4 -25.8 -7.4 -5.2 -21.0 -23.7 -10.1 -20.0
-20.2 -25.9 -7.0 -4.7 -20.7 -26.3 -12.4 -20.8
-17.6 -22.8 -4.9 -2.5 -19.6 -23.1 -7.4 -18.2
-16.7 -22.0 -5.6 -2.8 -23.2 -22.3 -5.5 -17.8
-16.1 -20.2 -4.6 -2.0 -20.7 -23.6 -5.5 -17.2
-15.4 -20.1 -5.5 -4.0 -15.0 -22.7 -6.1 -17.1
Vendas a Retalho (volume) (t.v.h.) (2)
1.5
-0.7
-2.5
Ago
0.4
0.4
-0.3
-1.3
-1.8
-2.7
-2.4
-1.2
-1.9
-1.7
-1.9
-2.7
-3.0
-2.4
-2.0
-3.0
-2.2
-2.4
-2.4
108.9 -5 4 0 1 19
91.2 -18 -9 -14 -7 2
71.9 -27 -32 -32 -17 -19
Set Set Set Set Set Set
105.0 -8 2 -3 1 15
101.4 -12 1 -7 0 10
97.7 -14 -3 -10 -3 8
89.9 -19 -10 -14 -9 1
75.6 -27 -25 -23 -15 -12
65.7 -33 -36 -31 -19 -24
70.2 -28 -33 -34 -17 -22
88.9 -19 -12 -15 -8 0
81.6 -24 -18 -20 -13 -7
76.6 -26 -25 -23 -13 -12
68.7 -31 -33 -27 -20 -17
67.2 -31 -33 -30 -20 -22
65.3 -33 -36 -32 -19 -24
64.6 -34 -38 -32 -17 -25
67.3 -31 -35 -34 -20 -24
70.2 -28 -33 -34 -14 -23
73.2 -25 -32 -33 -17 -20
76.0 -23 -30 -33 -13 -18
80.8 -22 -25 -32 -14 -11
7.5 -9.5
7.6 2.0
9.2 25.0
Ago Ago
7.3 -7.3
7.2 -4.6
7.4 -0.4
7.6 3.0
8.0 10.2
8.8 22.0
9.3 26.6
7.7 4.8
7.9 7.4
8.0 10.1
8.2 13.2
8.5 18.0
8.8 22.0
9.0 26.0
9.2 26.6
9.3 26.5
9.4 26.6
9.5 26.8
9.6 27.0
Set
2.9
3.4
3.6
3.8
2.3
1.0
0.2
-0.4
0.2 3.6 3.4
0.0 3.2 3.5
-0.5 2.1 3.4
-0.1 1.6 3.3
-0.8 1.1 3.1
0.4 1.2 2.9
0.4 0.6 2.7
0.4 0.6 2.4
0.1 0.0 2.1
0.2 -0.1 1.8
-0.7 -0.7 1.4
0.3 -0.2 1.1
0.0 -0.3 0.7
-1.9 -0.1 -1.2 0.6 -2.8 0.5 -11.9 1.8
4.4 5.2 3.6 6.2 4.0 0.9 13.5 2.6
3.5 4.4 3.4 5.1 3.1 1.0 9.6 2.6
1.8 3.7 2.8 4.2 0.8 0.9 0.7 2.6
0.9 3.3 2.8 3.5 -0.3 0.8 -3.7 2.6
0.2 2.7 2.6 2.7 -1.0 0.5 -5.3 2.4
0.3 2.5 3.3 2.0 -0.7 0.7 -4.9 2.4
-0.4 1.9 2.4 1.6 -1.5 0.8 -8.1 1.9
-0.7 1.4 1.6 1.2 -1.7 0.8 -8.8 2.5
-1.4 0.9 0.7 1.0 -2.5 0.8 -11.6 2.1
-1.6 0.7 0.0 1.1 -2.7 0.6 -11.7 2.0
-2.4 0.0 -1.1 0.8 -3.6 0.5 -14.4 1.9
-1.5 -0.1 -1.2 0.6 -2.3 0.6 -10.2 1.8
-1.8 -0.2 -1.3 0.5 -2.6 0.5 -11.0 1.8
7.7
6.1
2.9
1.2
-0.8
-1.9
-3.2
-4.8
-5.9
-6.5
-8.4
-7.5
INDICADORES DE ACTIVIDADE
Indicadores de Confiança (v.c.s.) Indicador de Sentimento Económico (índice 1990-2006=100) Indicador de Confiança dos Consumidores (s.r.e.) Indicador de Confiança na Indústria (s.r.e.) Indicador de Confiança na Construção (s.r.e.) Indicador de Confiança no Comércio a Retalho (s.r.e.) Indicador de Confiança nos Serviços (s.r.e.)
79.9 -21 -26 -32 -14 -12
82.8 -19 -24 -31 -15 -9
MERCADO DE TRABALHO Taxa de desemprego (%) (v.c.s.) Número de desempregados (t.v.h.) INFLAÇÃO Índice harmonizado de preços no consumidor (IHPC) - Total (3) Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga Taxa de variação média
2.1
3.3
0.2
Principais agregados do IHPC (t.v.h.) (3) Bens Alimentares Não transformados Transformados Industriais Não energéticos Energéticos Serviços
1.9 2.8 3.0 2.8 1.4 1.0 2.6 2.5
3.8 5.1 3.5 6.1 3.1 0.8 10.3 2.6
-1.0 1.1 0.8 1.3 -2.1 0.6 -9.6 2.1
Set Set Set Set Set Set Set Set
3.2 3.9 3.1 4.5 2.8 1.0 8.1 2.5
3.9 5.2 3.5 6.4 3.2 0.8 10.7 2.6
4.5 5.7 3.7 6.9 3.9 0.8 13.6 2.4
4.7 5.6 3.9 6.7 4.2 0.7 15.1 2.6
2.1 3.8 3.0 4.3 1.2 0.9 2.1 2.6
0.1 2.4 2.8 2.1 -1.1 0.7 -6.1 2.2
-1.2 1.0 0.8 1.1 -2.3 0.7 -10.7 2.2
Índice de preços no produtor - Indústria (exclui construção) (t.v.h.)
2.7
6.0
-4.9
Ago
4.2
5.4
7.0
8.4
3.4
-2.0
-5.7
Fontes: Eurostat, Comissão Europeia e cálculos do Banco de Portugal. Notas: (1) Inclui o comércio entre países participantes na área do euro. (2) Corrigido de variações no número de dias úteis. (3) Inclui os países pertencentes à área do euro em cada momento do tempo.
v.a. t.v.h. p.p. v.c.s. s.r.e.
valores acumulados. taxa de variação homóloga. pontos percentuais. valores corrigidos de sazonalidade. saldos de respostas extremas.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
15
Outubro | 2009
Quadro 2 | Área do Euro PRINCIPAIS INDICADORES MONETÁRIOS E FINANCEIROS Unidades
Taxas de câmbio do euro Dólar Iene Índice de taxa de câmbio nominal efectiva
(1)
2006
2007
2008
2009
Dez
Dez
Mar
Jun
Set
Dez
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
dólares, valores médios dólares, fim de período ienes, valores médios ienes, fim de período 1999-T1=100, valores médios 1999-T1=100, fim de período
1.321 1.317 154.8 156.9 105.7 105.7
1.457 1.472 163.6 164.9 111.4 112.4
1.553 1.581 156.6 157.4 114.8 116.5
1.555 1.576 166.3 166.4 115.8 116.3
1.437 1.430 153.2 150.5 112.0 111.7
1.345 1.392 122.5 126.1 112.7 115.4
1.305 1.331 127.7 131.2 113.3 114.6
1.319 1.328 130.3 130.3 112.6 112.1
1.365 1.410 131.9 135.2 113.0 114.5
1.402 1.413 135.4 135.5 114.0 114.2
1.409 1.414 133.1 135.3 113.8 113.3
1.427 1.427 135.3 133.1 113.9 114.2
1.456 1.464 133.1 131.1 115.2 115.6
em %, fim de período em %, fim de período em %, fim de período
3.50 4.50 2.50
4.00 5.00 3.00
4.00 5.00 3.00
4.00 5.00 3.00
4.25 5.25 3.25
2.50 3.00 2.00
1.50 2.50 0.50
1.25 2.25 0.25
1.00 1.75 0.25
1.00 1.75 0.25
1.00 1.75 0.25
1.00 1.75 0.25
1.00 1.75 0.25
em %, valores médios em %, fim de período em %, valores médios em %, fim de período em %, valores médios em %, fim de período em %, valores médios em %, fim de período em %, valores médios em %, fim de período
3.50 3.69 3.64 3.63 3.68 3.73 3.79 3.85 3.92 4.03
3.88 3.92 4.71 4.29 4.85 4.68 4.82 4.71 4.79 4.75
4.09 4.16 4.30 4.36 4.60 4.73 4.59 4.73 4.59 4.73
4.01 4.27 4.47 4.44 4.94 4.95 5.09 5.13 5.36 5.39
4.27 4.17 4.66 5.05 5.02 5.28 5.22 5.38 5.38 5.50
2.49 2.35 2.99 2.60 3.29 2.89 3.37 2.97 3.45 3.05
1.06 1.64 1.27 1.12 1.64 1.51 1.77 1.67 1.91 1.81
0.84 0.59 1.01 0.94 1.42 1.37 1.61 1.56 1.77 1.73
0.78 0.83 0.88 0.94 1.28 1.27 1.48 1.47 1.64 1.63
0.70 0.40 0.91 0.75 1.23 1.10 1.44 1.31 1.61 1.50
0.36 0.36 0.61 0.53 0.97 0.89 1.21 1.14 1.41 1.36
0.35 0.34 0.51 0.48 0.86 0.82 1.12 1.08 1.33 1.30
0.36 0.53 0.46 0.44 0.77 0.75 1.04 1.02 1.26 1.24
em %, valores médios em %, valores médios em %, fim de período
3.83 3.90 4.06
4.14 4.38 4.44
3.65 4.07 4.15
4.75 4.81 4.91
4.21 4.50 4.53
3.29 3.89 3.84
3.00 4.15 4.07
2.99 4.09 4.00
3.00 4.14 4.33
3.14 4.32 4.16
2.86 4.09 3.89
2.81 3.89 3.83
2.68 3.86 3.81
em pontos, valores médios em pontos, fim de período
389.4 395.6
414.7 414.9
343.8 347.0
340.2 321.6
301.3 282.6
219.2 222.7
184.6 191.6
209.4 220.3
226.0 227.5
226.7 223.0
228.0 243.9
250.7 257.8
264.0 269.1
em %, t.v.h. em %, t.v.h. Média móvel de 3 meses (centrada)
7.6 9.9 9.8
4.0 11.6 11.9
2.8 10.1 10.7
1.5 9.7 9.7
1.2 8.7 8.8
3.3 7.5 7.0
5.9 5.1 5.3
8.3 4.9 4.6
7.9 3.8 4.1
9.4 3.6 3.5
12.1 3.0 3.0
13.6 2.5
Taxas de juro Taxas de intervenção do Eurosistema Operações principais de refinanciamento Facilidade permanente de cedência de liquidez Facilidade permanente de depósito Mercado monetário interbancário Overnight (EONIA) Euribor a 1 mês Euribor a 3 meses Euribor a 6 meses Euribor a 12 meses Taxas de rendibilidade das obrigações de dívida pública 5 anos 10 anos Mercados bolsistas Indice Dow Jones Euro Stoxx Agregados monetários M1 M3
(2)
(3)
Fontes: BCE e Bloomberg. Os dados têm subjacente a composição variável da área do euro, excepto para o índice de taxa de câmbio nominal efectiva. Notas: (1) ITCE-21. Cálculo do BCE. Uma variação positiva representa uma apreciação. (2) Cálculo do BCE. Os ponderadores são os montantes em circulação para cada prazo residual. (3) As taxas de crescimento dos agregados monetários são calculadas com base em stocks e fluxos mensais corrigidos de sazonalidade e de efeitos de calendário do fim do mês, conforme descrito no Boletim Mensal do BCE.
t.v.h.
taxa de variação homóloga.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
17
Outubro | 2009
Quadro 3 | Área do Euro OPERAÇÕES DE POLÍTICA MONETÁRIA DO EUROSISTEMA COLOCADAS ATRAVÉS DE LEILÕES Milhões de euros, salvo indicação em contrário
Data da colocação
Tipo de operação
Propostas (montantes)
Colocação (montantes)
Leilões de taxa de juro fixa (%)
Leilões de taxa de juro variável (%)
Marginal
16-06-2009 23-06-2009 24-06-2009 24-06-2009 30-06-2009 07-07-2009 07-07-2009 07-07-2009 08-07-2009 08-07-2009 14-07-2009 21-07-2009 28-07-2009 29-07-2009 04-08-2009 11-08-2009 11-08-2009 11-08-2009 12-08-2009 12-08-2009 18-08-2009 25-08-2009 26-08-2009 01-09-2009 08-09-2009 08-09-2009 08-09-2009 09-09-2009 09-09-2009 15-09-2009 22-09-2009 29-09-2009 30-09-2009 30-09-2009
Principal Principal (3) Prazo alargado Prazo alargado Principal Ocasional de absorção Principal Refinanciamento com prazo especial (3) Prazo alargado (3) Prazo alargado Principal Principal Principal Prazo alargado Principal Ocasional de absorção Principal Refinanciamento com prazo especial (3) Prazo alargado (3) Prazo alargado Principal Principal Prazo alargado Principal Ocasional de absorção Principal Refinanciamento com prazo especial (3) Prazo alargado (3) Prazo alargado Principal Principal Principal (3) Prazo alargado Prazo alargado
309 621 167 902 442 241 6 432 105 905 279 477 106 406 38 285 9 067 2 996 100 294 88 272 94 780 9 492 80 785 238 847 73 596 30 686 11 875 13 024 76 056 77 530 8 321 72 086 196 299 93 285 10 627 3 686 3 161 87 800 85 004 66 767 75 241 2 769
309 621 167 902 442 241 6 432 105 905 275 986 106 406 38 285 9 067 2 996 100 294 88 272 94 780 9 492 80 785 238 345 73 596 30 686 11 875 13 024 76 056 77 530 8 321 72 086 195 099 93 285 10 627 3 686 3 161 87 800 85 004 66 767 75 241 2 769
Média Ponderada
Prazo de (...) dias
EONIA/Euribor (%) (2)
7 7 371 98 7 1 7 35 189 91 7 7 7 91 7 1 7 28 182 91 7 7 91 7 1 7 35 182 91 7 7 7 364 77
0.86 0.75 1.57 1.20 0.40 0.48 0.48 0.68 1.25 1.03 0.36 0.37 0.35 0.90 0.35 0.47 0.47 0.52 1.13 0.88 0.35 0.35 0.83 0.33 0.54 0.54 0.46 1.05 0.78 0.36 0.36 0.35 1.24 0.75
Mínima/Máxima da Proposta (1)
1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 0.80
0.64
1.00
0.80
0.70
1.00
0.80
0.73
0.95
1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00 1.00
Fonte: BCE. Notas: (1)Taxa mínima (máxima) da proposta aceite nas operações de cedência (absorção) de liquidez . (2) No caso das operações de prazo alargado, considera-se a taxa Euribor com prazo idêntico ao da operação, à data da colocação. (3) Suplementar.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
19
Outubro | 2009
Quadro 4 | Portugal INDICADORES DE CONSUMO, DE INVESTIMENTO E DE COMÉRCIO INTERNACIONAL 2007
2008
2009 v.a.
Até ao mês
2007 IV
I
II
III
2008 IV
I
II
2009 III
Set
Out
Nov
2008 Dez
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
2009 Set
1.0 -32
1.0 -33
0.7 -40
0.2 -42
-0.2 -46
-0.7 -49
-1.1 -54
-1.3 -50
-1.3 -47
-1.1 -46
-0.6 -41
0.2 -34
1.0 -31
2.0 -30
2.9 0.0
2.0 0.4
-0.4 -0.3
-5.5 -4.5
-3.6 -1.2
-8.7 -6.4
-9.4 -6.3
-2.7 0.7
-8.3 -4.3
-5.0 0.0
-6.0 -0.7
-7.5 -2.5
-22 6.4
-20 -6.4
-34 -3.3
-41 37.9
-21 -43.2
-47 -42.2
-51 -42.1
-56 -33.9
-58 -33.6
-37 -23.7
-24 -20.5
-26 -14.9
CONSUMO Indicador Coincidente do Consumo Privado (t.v.h.) (1) Indicador de Confiança dos Consumidores - s.r.e. (v.c.s.) (2)
2.0 -29
1.3 -39
-0.3 -42
Set Set
2.1 -33
2.0 -37
1.6 -38
1.2 -37
0.2 -43
-1.1 -51
-1.0 -45
2.2 0.3
2.3 0.2
-6.4 -2.6
Ago Ago
2.2 -0.1
5.2 2.4
2.9 -0.1
3.4 0.3
-1.7 -1.7
-7.3 -4.6
-5.4 -1.2
-6 3.7
-20 5.7
-37 -30.4
Set Set
-5 10.3
-9 11.7
-16 1.9
-22 0.9
-31 9.1
-40 -42.5
-50 -30.2
Índice de Produção Industrial (t.v.h.) Bens de investimento
-2.3
-3.8
-17.4
Ago
-7.8
-3.3
-7.2
-3.8
-0.4
-18.4
-16.1
-5.3
-6.7
8.5
-3.4
-18.7
-23.1
-13.4
-20.5
-9.9
-17.7
-16.4
-19.7
Índice de Volume de Negócios na Indústria (t.v.h.) Bens de investimento
2.1
-8.4
-16.8
-16.8
-29.6
-26.0
-19.0
-24.2
-16.1
-14.6
-19.0
-12.3
Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho Nominal Deflacionado
(3)
Inquérito de Conj. ao Comércio a Retalho - s.r.e. (n.c.v.s.) Volume de vendas Vendas de automóveis ligeiros de passageiros (t.v.h.)
-21 -16.7
-14 -12.5
EQUIPAMENTO E MATERIAL DE TRANSPORTE
17.8
-4.5
-20.5
Ago
10.1
5.6
-0.6
-7.9
-13.9
-24.8
-18.4
Inquérito de Conjuntura à Ind. Transf. - s.r.e. (n.c.v.s.) Fabricação de automóveis - produção Outros bens de equipamento - produção
32 11
-2 -3
-9 -27
Set Set
14 20
5 2
9 7
-26 4
3 -24
-52 -38
5 -26
18 -17
-83 -16
49 -14
-89 -25
49 -32
-31 -33
-100 -40
-25 -41
-31 -32
-11 -27
58 -18
55 -15
0 -17
0 -19
Vendas de veículos comerciais (t.v.h.) Ligeiros Pesados
6.1 6.4
-19.0 -0.7
-34.5 -37.1
Set Set
-8.3 92.9
-18.3 21.3
-38.0 5.7
6.6 -3.5
-10.2 -23.4
-40.5 -38.2
-36.5 -47.5
-25.0 -23.6
-1.2 -3.6
-9.1 4.8
-17.7 -45.3
-4.2 -17.5
-45.8 -24.3
-38.3 -42.6
-38.1 -49.4
-32.9 -53.3
-41.8 -32.6
-34.1 -54.2
-33.9 -23.8
-23.6 -45.7
-15.7 -7.6
0.9 -37
-6.6 -37
-15.6 -44
Set Set
11.3 -35
-8.7 -34
0.5 -38
-3.4 -35
-14.6 -40
-16.9 -48
-16.1 -43
-13.8 -42
0.1 -34
-9.7 -37
-20.4 -42
-14.0 -41
-25.0 -42
-23.4 -55
-2.4 -48
-13.4 -43
-17.1 -46
-17.8 -39
-18.9 -42
-6.0 -41
-14.2 -43
Exportações (t.v.h.) Total(5) Total sem combustíveis
8.9 10.1
1.0 -0.6
-23.9 -23.2
Ago Jul
6.0 6.4
5.2 3.0
4.5 1.9
5.3 4.0
-11.1 -11.0
-26.4 -24.7
-24.6 -23.1
4.4 6.4
-5.2 -5.7
-14.4 -14.7
-14.4 -13.1
-27.7 -25.9
-29.9 -28.5
-21.5 -19.6
-27.5 -27.0
-24.4 -22.5
-21.7 -19.6
-20.8 -19.5
-15.4
Importações (t.v.h.) Total(5) Total sem combustíveis
7.4 9.1
7.2 3.6
-24.6 -20.7
Ago Jul
12.0 8.8
14.0 9.3
11.4 6.2
11.3 5.8
-6.4 -6.0
-24.1 -20.4
-26.2 -22.8
9.0 9.4
0.5 -0.5
-10.7 -12.2
-9.4 -5.2
-23.9 -21.1
-30.7 -24.4
-17.4 -15.8
-29.7 -25.1
-29.0 -24.7
-19.8 -18.6
-22.8 -15.1
-23.0
Exportações (t.v.h.) Total Total sem combustíveis
12.6 14.4
13.4 12.7
-23.4 -19.1
Ago Ago
10.2 7.5
12.3 6.1
14.9 8.7
21.0 24.0
5.6 12.3
-22.2 -16.0
-26.9 -21.2
26.8 33.9
8.7 13.2
3.1 12.3
4.7 11.0
-25.6 -20.2
-25.2 -19.5
-15.6 -8.0
-28.0 -23.0
-25.9 -19.9
-26.7 -20.8
-19.6 -19.7
-20.6 -21.1
Importações (t.v.h.) Total Total sem combustíveis
8.5 14.5
15.3 5.9
-39.8 -32.1
Ago Ago
21.1 10.4
26.1 13.8
23.7 7.3
23.1 6.0
-9.5 -3.1
-38.5 -31.0
-37.8 -32.1
0.6 5.1
-6.5 -7.1
-11.9 -12.5
-10.2 15.3
-34.9 -28.5
-54.9 -35.0
-24.7 -29.5
-41.9 -27.9
-48.0 -42.7
-21.7 -23.6
-45.9 -33.0
-42.0 -35.0
Exportações (t.v.h.)
16.0
5.6
-10.5
Jul
15.8
13.0
7.6
3.5
0.4
-11.5
-10.4
9.4
2.3
-1.8
0.3
-10.6
-8.3
-15.0
-7.2
-13.7
-9.9
-8.9
Importações (t.v.h.)
8.4
8.5
-8.6
Jul
12.4
10.7
11.6
8.8
3.3
-8.2
-7.7
7.6
11.0
-1.9
0.6
-6.4
-8.1
-9.9
-3.0
-11.1
-9.1
-11.9
CONSTRUÇÃO Vendas de cimento (t.v.h.) (4) Indicador de Confiança s.r.e. (v.c.s.) (2) COMÉRCIO INTERNACIONAL DE MERCADORIAS
Extra-comunitário (6)
COMÉRCIO INTERNACIONAL DE SERVIÇOS
Fontes: INE, ACAP, Comissão Europeia, Cimpor, Secil e Banco de Portugal. Notas: (1) Ver metodologia em Rua (2005), “Um novo indicador coincidente para o consumo privado em Portugal”, Banco de Portugal, Boletim Económico-Outono. (2) Fonte: Comissão Europeia. (3) Não considera as vendas de veículos automóveis e motociclos. (4) Vendas de cimento das empresas nacionais para o mercado interno excluindo importações de cimento. (5) O valor referente ao último mês tem por base a estimativa rápida divulgada pelo INE. (6) Em consequência da integração na União Europeia de dois novos Estados-Membros (Bulgária e Roménia) em 1 de Janeiro de 2007, o INE deixou de incluir estes países na informação relativa ao comércio extra-comunitário, passando a incluí-los nas estatísticas do comércio intracomunitário. As taxas de variação homóloga foram calculadas com base em universos comparáveis.
v.a. mm3 s.r.e. t.v.h. n.c.v.s. v.c.s. t.v.a.
valores acumulados. médias móveis de três meses. saldos de respostas extremas. taxas de variação, em percentagem, calculadas sobre o período homólogo. valores não corrigidos de sazonalidade. valores corrigidos de sazonalidade. taxa de variação acumulada.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
21
Outubro | 2009
Quadro 5 | Portugal INDICADORES DE ACTIVIDADE E DE MERCADO DE TRABALHO 2007
2008
2009 v.a.
Até ao mês
2007 IV
2008 I
II
III
IV
2009 I
II
III
2008 Set
Out
Nov
Dez
2009 Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
ACTIVIDADE Indicador Coincidente mensal (t.v.h.) (1)
2.0
-0.4
-2.2
Set
1.9
1.1
0.0
-1.0
-1.9
-2.8
-2.7
-1.2
-1.3
-1.6
-1.9
-2.2
-2.6
-2.9
-3.0
-3.0
-2.8
-2.4
-1.8
-1.2
-0.5
102.3
92.2
71.6
Set
102.9
101.5
97.2
92.5
77.7
65.1
68.3
81.5
89.2
81.1
79.0
72.9
66.2
61.9
67.1
62.5
70.9
71.4
75.8
81.3
87.3
Índice de Produção Industrial - Indústria transformadora (t.v.h.) Índice de Volume de Negócios - Indústria transformadora (t.v.h.)
1.1 5.5
-3.9 0.9
-12.8 -21.1
Ago Ago
-1.2 6.4
-1.5 4.4
-2.8 5.0
-3.1 5.1
-8.2 -10.5
-16.4 -23.4
-12.1 -20.6
-3.8 4.8
-6.4 -4.0
-7.7 -14.1
-10.8 -13.8
-17.5 -24.4
-20.6 -27.2
-11.1 -18.6
-13.9 -22.7
-10.0 -21.0
-12.5 -17.9
-8.4 -20.3
-7.5 -16.0
Taxa de utilização da capac. produt. ind. transf. (%) (n.c.v.s.)
81
79
71
Jun
77
81
81
81
75
69
73
Indicador de Confiança na Indústria - s.r.e. (v.c.s.) (2)
-2
-11
-31
Set
-1
-2
-7
-8
-26
-34
-33
-26
-13
-22
-26
-31
-35
-37
-31
-38
-30
-32
-33
-27
-18
Inquérito de Conjuntura à Indústria Transformadora - s.r.e. (n.c.v.s.) Produção actual Stocks de produtos acabados Procura global Procura interna Procura externa
6 4 -7 -20 -4
-12 5 -27 -29 -23
-23 8 -64 -57 -60
Set Set Set Set Set
2 3 -6 -21 -4
-6 -1 -14 -12 -10
-3 5 -24 -28 -12
-10 9 -17 -28 -17
-30 6 -55 -47 -53
-38 8 -70 -64 -66
-20 12 -68 -58 -66
-11 4 -54 -50 -48
-20 10 -22 -23 -21
-14 12 -42 -29 -45
-50 -5 -60 -56 -55
-26 10 -63 -57 -59
-34 5 -71 -64 -69
-45 8 -72 -66 -68
-35 11 -68 -63 -61
-30 15 -73 -67 -75
-22 9 -64 -61 -62
-9 13 -66 -46 -61
-11 9 -69 -63 -63
-8 6 -50 -45 -45
-13 -4 -43 -42 -35
Inquérito de Conjuntura ao Comércio - s.r.e. (n.c.v.s.) Volume de vendas Nível de existências
-4 6
-15 7
-31 2
Set Set
-3 5
-4 6
-12 8
-16 7
-26 8
-37 5
-38 1
-19 -1
-19 9
-21 9
-27 8
-30 9
-22 4
-41 7
-47 4
-44 3
-40 1
-31 0
-23 0
-20 -1
-14 -2
Dormidas em estabelecimentos hoteleiros nacionais (t.v.h.) Total Estrangeiros
5.8 6.2
-1.3 -2.1
-6.6 -12.0
Ago Ago
5.8 5.1
8.6 9.1
-2.8 -2.1
-1.6 -3.4
-6.9 -9.2
-14.6 -18.3
-3.8 -9.8
-1.6 -3.2
-3.3 -3.8
-9.2 -13.6
-10.3 -14.6
-7.2 -12.7
-12.0 -18.4
-20.8 -21.4
4.1 -0.3
-11.4 -15.4
-2.5 -11.7
-4.8 -10.1
-3.5 -9.7
Índice de Volume de Negócios - Serviços (t.v.h.)
5.9
0.4
-14.0
Ago
6.9
4.4
2.5
2.1
-6.5
-13.9
-15.8
2.5
-3.6
-10.1
-5.8
-14.7
-16.9
-10.3
-15.5
-17.9
-14.0
-13.0
-9.6
9
3
-17
Set
12
9
9
1
-5
-22
-20
-10
-2
-4
-6
-6
-19
-23
-23
-23
-18
-18
-12
-9
-9
3 15
-4 10
-21 -2
Set Set
8 6
-5 19
2 33
-4 1
-10 -11
-23 -15
-23 9
-16 0
-5 -4
-9 -4
-8 -9
-12 -20
-19 -35
-25 -11
-25 2
-25 1
-22 13
-21 12
-19 7
-15 0
-14 -7
2.9 3.1 2.8 1539.4 1747.4 1132.8
Jul Jul
2.4 3.1 0.9 1516.6
2.9 199.4
2.7 17.8
2.6 13.5
3.0 992.5
1.9 140.3
0.7 0.1
2.9 1.9
2.6 13.5
2.6 845.1
4.0 4.1
4.9 143.3
1.8 131.3
4.2 0.7
2.7 8.3
0.7 0.1
3277 4.0
3278 4.0
3279 4.0
3279 4.0
3212
3207
3205
3204
3203
3204 3.9
3202 3.7
3194 3.6
Indicador de Sentimento Económico (v.c.s.)(índice 1990-2006=100)
Indicador de Confiança nos Serviços - s.r.e. (v.c.s.) (2) Inquérito de Conjuntura aos Serviços - s.r.e. (n.c.v.s.) Actividade da empresa Perspectivas da procura MERCADO DE TRABALHO Remunerações médias implícitas na Reg. Colectiva Trabalho Sector privado (t.v.h.) (3) Número de trabalhadores (em milhares) Variação das Remunerações declaradas à Segurança Social (4) Número médio de beneficiários com remuneração (em milhares) Taxa de variação homóloga das remunerações médias declaradas
3206 3.5
3279 4.0
3194 3.6
Ago Ago
Emprego e Desemprego Taxa de desemprego (%) Emprego total (t.v.h.) Emprego por conta de outrem (t.v.h.) População desempregada (t.v.h.) Taxa de actividade 15-64 anos (%) Desemprego de longa duração (% do desemp. total)
8.0 0.2 0.1 4.9 74.1 48.9
7.6 0.5 1.2 -4.8 74.2 49.8
9.0 -2.3 -1.8 19.9 73.9 44.8
Jun Jun Jun Jun Jun Jun
7.8 0.9 0.3 -4.2 74.2 48.8
7.6 1.1 1.1 -9.1 74.1 51.9
7.3 1.4 2.1 -6.9 74.4 50.2
7.7 -0.1 0.5 -2.4 74.2 49.3
7.8 -0.2 1.1 -0.4 74.0 47.8
8.9 -1.8 -1.0 16.1 73.9 43.4
9.1 -2.9 -2.6 23.9 73.8 46.3
Movimento ao longo do período (milhares) (5) Novos desempregados inscritos Ofertas de emprego
45.6 10.0
50.7 10.6
58.8 10.1
Ago Ago
46.2 9.1
47.4 9.9
44.1 10.1
53.3 11.9
58.0 10.3
65.6 8.5
54.3 10.7
65.9 13.0
66.0 12.2
59.3 10.4
48.6 8.3
70.3 8.8
60.6 6.9
65.7 9.7
58.2 9.3
51.9 11.0
52.8 11.7
60.2 13.2
50.7 10.2
Situação no final do período (milhares) Desemprego registado Ofertas de emprego
390.3 13.8
416.0 15.3
501.7 21.1
Ago Ago
390.3 13.8
391.0 14.7
382.5 15.9
395.2 19.0
416.0 15.3
484.1 14.7
489.8 18.5
395.2 19.0
400.8 17.6
408.6 16.7
416.0 15.3
448.0 14.6
469.3 14.1
484.1 14.7
491.6 14.2
489.1 15.7
489.8 18.5
496.7 20.0
501.7 21.1
v.a. t.v.h. s.r.e. n.c.v.s.
valores acumulados. taxa de variação homóloga. saldos de respostas extremas. valores não corrigidos de sazonalidade. valores corrigidos de sazonalidade.
Desemprego registado e ofertas de emprego - Centros de Emprego
Fontes: INE, Comissão Europeia, Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho, Instituto do Emprego e Formação Profissional e Banco de Portugal. Notas: (1) Ver metodologia em Rua (2004), “Um novo indicador coincidente para a economia portuguesa”, Banco de Portugal, Boletim Económico-Junho. (2) Fonte: Comissão Europeia. (3) Em cada coluna, foram considerados os contratos que entraram em vigor no respectivo período. (4) Para cada mês, a informação apresentada corresponde aos valores médios acumulados desde o início do ano. (5) Os valores para os trimestres e anos correspondem aos respectivos valores médios mensais.
v.c.s.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
23
Outubro | 2009
Quadro 6 | Portugal INDICADORES DE INFLAÇÃO 2007 2008 2009 v.a.
Até ao 2007 mês IV
2008
2009
2008
2009
I
II
III
IV
I
II
III
Set
Out
Nov
Dez
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
(1)
ÍNDICE DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IPC) - TOTAL Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga Taxa de variação média (2)
2.5
2.6
-0.9
Set
2.7
2.9
2.9
3.0
1.5
0.0
-1.1
-1.5
0.5 3.1 2.9
-0.2 2.3 2.9
-0.6 1.4 2.7
-0.5 0.8 2.6
-0.7 0.2 2.4
0.0 0.2 2.1
0.8 -0.4 1.9
0.2 -0.5 1.6
-0.2 -1.2 1.3
0.1 -1.6 0.9
-0.5 -1.5 0.5
-0.3 -1.3 0.1
0.2 -1.6 -0.3
2.1
2.4
0.2
Set
2.2
2.8
2.7
2.5
1.7
0.8
0.1
-0.2
2.8
2.2
1.4
1.4
1.0
0.9
0.4
0.4
0.3
-0.3
0.0
-0.1
-0.5
Agregados do IPC (t.v.h.) Bens Alimentares Não transformados Transformados Industriais Não energéticos Energéticos Serviços
2.2 2.8 3.0 2.6 1.9 1.4 3.5 2.9
2.3 4.2 0.6 8.1 1.3 -0.3 6.5 3.0
-2.5 -2.0 -3.7 -0.4 -2.7 -0.5 -10.4 1.9
Set Set Set Set Set Set Set Set
2.5 2.7 0.2 5.4 2.4 0.6 8.3 3.0
2.6 3.6 -0.8 8.2 2.1 -0.1 9.4 3.5
2.9 4.6 0.6 8.7 2.0 -0.5 10.1 2.8
3.2 5.4 1.8 9.1 2.0 -0.3 9.4 2.8
0.7 3.4 0.6 6.3 -0.8 -0.2 -2.6 3.0
-1.1 1.2 0.1 2.3 -2.4 0.2 -10.5 1.8
-2.8 -2.3 -3.7 -0.9 -3.1 -0.6 -11.5 1.9
-3.5 -4.9 -7.4 -2.6 -2.7 -1.2 -9.4 1.8
3.2 5.0 1.6 8.7 2.2 0.4 8.1 2.9
2.0 3.9 0.6 7.3 0.9 -0.1 4.3 3.1
0.5 3.3 0.4 6.3 -0.9 -0.1 -3.4 2.9
-0.5 3.0 0.7 5.3 -2.3 -0.3 -8.6 3.0
-0.8 2.2 0.3 4.1 -2.3 0.3 -10.8 2.0
-0.8 1.4 0.6 2.2 -2.0 0.1 -9.5 1.9
-1.7 0.0 -0.5 0.6 -2.7 0.1 -11.2 1.7
-2.0 -0.8 -1.4 -0.1 -2.6 0.0 -10.9 1.9
-2.9 -1.9 -3.0 -0.8 -3.4 -0.7 -12.1 1.8
-3.6 -4.1 -6.5 -1.7 -3.3 -1.0 -11.4 1.9
-3.7 -4.9 -7.5 -2.6 -3.0 -0.6 -11.7 2.1
-3.3 -5.1 -7.9 -2.6 -2.3 -1.3 -8.1 1.9
-3.5 -4.7 -6.9 -2.7 -2.9 -1.7 -8.2 1.4
Classes do IPC (t.v.h.) Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas Bebidas alcoólicas e tabaco Vestuário e calçado Habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis Acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação Saúde Transportes Comunicações Lazer, recreação e cultura Educação Restaurantes e hotéis Bens e serviços diversos
2.4 4.9 2.2 3.6 1.6 7.4 1.6 -1.8 0.3 3.7 2.6 2.4
3.7 7.5 1.6 3.9 1.7 1.4 1.5 -2.1 0.6 4.2 3.7 2.5
-2.9 3.5 -1.4 2.1 1.8 -1.4 -4.9 -1.4 -1.4 3.5 2.8 2.1
Set Set Set Set Set Set Set Set Set Set Set Set
2.1 6.3 2.9 3.5 1.2 5.7 3.1 -1.8 0.5 4.4 2.6 1.8
2.6 9.4 2.8 3.9 1.3 4.6 2.9 -1.6 0.6 4.4 3.5 2.3
4.2 6.8 1.7 4.4 1.6 0.1 2.7 -0.9 0.1 4.4 3.5 2.4
5.1 7.0 1.2 3.6 1.8 0.7 3.0 -3.0 0.7 4.5 3.6 2.6
2.9 7.1 0.9 3.9 1.9 0.3 -2.7 -2.7 1.0 3.4 4.2 2.9
0.6 4.8 -1.1 2.7 2.3 -0.8 -5.6 -2.6 -1.2 3.5 2.8 2.6
-3.0 2.8 -0.9 1.7 1.8 -1.3 -5.4 -1.8 -0.6 3.6 2.9 2.1
-6.1 2.8 -2.1 1.9 1.3 -2.0 -3.6 0.1 -2.3 3.6 2.6 1.5
4.7 7.1 4.1 3.7 1.8 0.9 2.5 -3.0 1.0 4.5 3.7 2.6
3.5 7.0 1.3 4.2 1.8 0.6 0.5 -2.7 1.2 3.3 4.3 2.9
2.8 7.1 1.1 3.8 1.8 0.2 -3.1 -2.9 0.6 3.4 4.1 2.8
2.4 7.2 0.2 3.6 1.9 0.0 -5.5 -2.4 1.1 3.4 4.3 2.8
1.3 7.0 -1.4 2.9 2.5 -0.4 -6.3 -2.9 0.0 3.4 2.8 2.7
1.0 4.2 -1.4 2.6 2.2 -0.8 -4.9 -3.0 -2.0 3.5 2.8 2.6
-0.5 3.2 -0.5 2.4 2.1 -1.1 -5.7 -1.9 -1.7 3.5 2.8 2.3
-1.3 2.7 -0.9 1.7 1.9 -1.0 -4.9 -1.8 -0.8 3.5 3.1 2.4
-2.6 2.9 -0.9 1.6 1.8 -1.2 -6.2 -1.9 -0.8 3.6 2.9 2.1
-5.1 2.9 -1.1 1.7 1.6 -1.7 -5.1 -1.9 -0.3 3.5 2.7 1.7
-6.1 2.8 -0.5 2.0 1.4 -1.8 -4.5 0.2 -1.2 3.5 2.7 1.6
-6.3 2.9 -2.4 2.0 1.2 -2.0 -2.6 0.0 -2.7 3.5 2.7 1.5
-5.9 2.9 -3.4 1.8 1.3 -2.2 -3.7 0.1 -3.1 3.6 2.3 1.5
-0.9
Set
2.7
3.0
2.9
3.1
1.6
-0.1
-1.1
-1.5
0.5 3.2 2.9
-0.2 2.5 2.9
-0.7 1.4 2.8
-0.5 0.8 2.7
-0.9 0.1 2.4
0.0 0.1 2.2
0.8 -0.6 1.9
0.4 -0.6 1.6
-0.2 -1.2 1.3
0.2 -1.6 0.8
-0.4 -1.4 0.5
-0.2 -1.2 0.1
-0.1 -1.8 -0.3
Indicador de Tendência - Média aparada
ÍNDICE HARMONIZADO DE PREÇOS NO CONSUMIDOR (IHPC) - TOTAL Taxa de variação em cadeia Taxa de variação homóloga Taxa de variação média
2.4
2.7
Fontes: INE, Eurostat e Banco de Portugal. Notas: (1) A partir de Janeiro de 2009, as taxas de variação são calculadas utilizando o IPC com base 2008. (2) Média aparada a 10 por cento, o que significa que são apenas consideradas 80 por cento das observações centrais da tvh do IPC. Excluindo os itens correspondentes às observações extremas, o IPC foi recalculado, a partir do qual se obtiveram as respectivas taxas de variação homóloga.
v.a. t.v.h.
valores acumulados. taxa de variação homóloga.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
25
Outubro | 2009
Quadro 7 | Portugal BALANÇA DE PAGAMENTOS - PRINCIPAIS COMPONENTES | Valores líquidos Milhões de euros
2006P
2007P
2008P
2007P
2008P
2009P
2007P
2008P
2009P
Jan-Jul
Jan-Jul
Jan-Jul
Jul
Jul
Jul
1. Balança Corrente 1.1. Mercadorias f.o.b. 1.2. Serviços 1.3. Rendimentos 1.4. Transferências Correntes 1.4.1. Transferências Públicas 1.4.2. Transferências Privadas 2. Balança de Capital 3. Balança Financeira 3.1. Investimento Directo 3.1.1. De Portugal no exterior 3.1.2. Do exterior em Portugal 3.2. Investimento de Carteira 3.2.1. Activos 3.2.1.1. Títulos de participação no capital 3.2.1.2. Obrigações e outros títulos de dívida de l.p. 3.2.1.3. Instrumentos do mercado monetário 3.2.2. Passivos 3.2.2.1. Títulos de participação no capital 3.2.2.2. Obrigações e outros títulos de dívida de l.p. 3.2.2.3. Instrumentos do mercado monetário 3.3. Derivados financeiros 3.4. Outro investimento 3.4.1. Activos 3.4.1.1. Autoridades monetárias 3.4.1.2. Administrações públicas 3.4.1.3. Instituições financeiras monetárias 3.4.1.3.1. De longo prazo 3.4.1.3.2. De curto prazo 3.4.1.4. Outros sectores residentes 3.4.2. Passivos 3.4.2.1. Autoridades monetárias 3.4.2.2. Administrações públicas 3.4.2.3. Instituições financeiras monetárias 3.4.2.3.1. De longo prazo 3.4.2.3.2. De curto prazo 3.4.2.4. Outros sectores residentes 3.5. Activos de reserva 4. Erros e Omissões
-15 589.2 -16 762.8 4 953.8 -6 301.4 2 521.1 273.7 2 247.5 1 233.6 14 116.1 3 004.2 -5 691.2 8 695.4 3 864.0 -6 602.1 -3 273.0 -6 005.0 2 675.9 10 466.1 2 933.5 11 912.5 -4 379.9 - 219.9 5 548.3 -13 652.1 -1 078.7 56.5 -9 752.2 -1 239.7 -8 512.6 -2 877.6 19 200.4 -6 025.2 98.6 24 834.5 10 488.4 14 346.1 292.4 1 919.5 239.4
-15 374.3 -17 549.3 6 489.3 -6 921.2 2 606.9 35.4 2 571.5 2 096.8 13 135.7 -1 775.7 -4 013.3 2 237.6 10 042.6 -7 988.4 -1 756.0 -8 690.5 2 458.2 18 031.0 239.2 16 687.4 1 104.4 173.2 3 982.8 -11 634.3 -1 799.5 494.6 -6 184.1 -4 596.8 -1 587.3 -4 145.3 15 617.1 - 489.1 1 083.8 14 282.1 4 897.5 9 384.6 740.4 712.8 141.8
-20 163.4 -21 361.8 6 547.7 -7 817.1 2 467.8 - 174.5 2 642.3 2 747.3 18 050.0 973.7 -1 437.4 2 411.2 13 821.2 -12 363.4 - 42.6 -12 833.9 513.0 26 184.6 4 934.9 14 505.6 6 744.1 250.6 3 083.4 11 730.0 4 054.7 - 348.3 9 251.0 - 834.1 10 085.0 -1 227.3 -8 646.6 12 745.7 -1 930.8 -19 052.9 -6 394.7 -12 658.2 - 408.5 - 78.9 - 633.9
-7 827.6 -9 118.2 3 360.8 -3 794.8 1 724.6 144.6 1 580.0 1 010.8 6 480.1 - 881.5 -2 585.0 1 703.5 8 377.9 -8 638.8 -4 149.5 -6 839.3 2 350.0 17 016.7 2 501.0 15 977.2 -1 461.6 160.5 -1 863.4 -10 102.7 -3 202.2 - 58.6 -3 926.4 -3 165.2 - 761.2 -2 915.5 8 239.3 679.3 - 915.8 7 537.4 1 845.1 5 692.3 938.5 686.6 336.8
-11 575.8 -12 210.0 3 464.3 -4 339.3 1 509.1 89.8 1 419.4 1 774.6 10 578.5 699.0 -1 184.6 1 883.6 10 371.6 -4 250.7 -1 593.4 -3 799.9 1 142.7 14 622.3 614.6 9 604.5 4 403.2 - 208.7 - 6.3 -11 242.3 -1 525.5 2.4 -6 349.9 - 22.4 -6 327.4 -3 369.4 11 236.0 7 177.8 - 515.9 2 873.8 - 612.5 3 486.3 1 700.3 - 277.0 - 777.3
-8 820.8 -9 017.7 2 972.9 -3 887.8 1 111.7 - 139.8 1 251.4 1 040.8 7 661.6 284.5 -1 140.9 1 425.3 9 031.6 -11 806.7 632.0 -13 208.0 769.3 20 838.4 2 839.6 16 511.8 1 487.0 28.9 -1 791.8 -1 245.9 85.5 226.6 -2 885.4 - 361.6 -2 523.8 1 327.4 - 546.0 -1 061.5 128.3 508.8 -6 063.8 6 572.6 - 121.6 108.4 118.4
- 550.4 -1 278.5 854.2 - 464.6 338.5 6.9 331.6 144.5 530.7 - 228.2 - 548.3 320.0 2 686.5 - 512.9 -1 933.4 1 392.8 27.7 3 199.4 1 067.0 3 283.0 -1 150.6 8.1 -2 431.7 -2 470.3 - 541.9 - 2.2 -1 485.6 - 512.0 - 973.6 - 440.6 38.7 -1 910.9 347.9 1 258.4 - 660.9 1 919.3 343.3 496.0 - 124.8
-1 294.6 -1 826.4 764.3 - 529.1 296.6 - 42.5 339.0 264.6 1 176.7 333.9 - 239.2 573.1 846.6 - 202.0 - 283.5 - 722.5 804.0 1 048.6 1 072.1 -1 119.2 1 095.7 - 9.9 94.3 -5 288.2 - 478.8 10.6 -4 204.5 658.9 -4 863.4 - 615.5 5 382.6 700.9 1 483.1 2 470.2 - 435.7 2 905.9 728.4 - 88.2 - 146.6
- 748.1 -1 250.0 728.5 - 479.6 253.0 - 53.3 306.4 180.0 757.1 125.8 - 116.1 241.9 -1 192.4 -1 346.6 651.5 -2 487.8 489.7 154.2 - 254.9 -2 111.9 2 521.0 - 94.0 1 928.7 -5 255.2 - 184.0 1.1 -4 205.5 - 284.0 -3 921.5 - 866.8 7 183.9 4 227.5 108.7 2 079.8 - 7.5 2 087.3 767.8 - 11.0 - 188.9
Por memória: Balança Corrente + Balança de Capital
-14 355.5
-13 277.5
-17 416.1
-6 816.9
-9 801.2
-7 780.0
- 405.9
-1 030.1
- 568.2
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
27
Nota: P - Provisório.
Outubro | 2009
Quadro 8 | Portugal PRINCIPAIS INDICADORES MONETÁRIOS E FINANCEIROS Unidades
2007
2008
2008
2008
2008
2009
2009
2009
2009
2009
2009
2009
2009
Dez
Mar
Jun
Set
Dez
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Taxas de juro Taxas de juro sobre saldos de IFM
(1)
Empréstimos a sociedades não financeiras
em %, valores médios, fim de período
6.15
6.11
6.29
6.47
6.14
5.33
4.85
4.50
4.27
4.02
3.82
3.70
n.d.
Empréstimos a particulares para habitação
em %, valores médios, fim de período
5.51
5.50
5.63
5.86
5.86
5.13
4.62
4.07
3.56
3.08
2.64
2.45
n.d.
Empréstimos a particulares para consumo e outros fins
em %, valores médios, fim de período
8.75
8.85
8.98
9.24
9.03
8.77
8.52
8.25
8.13
7.98
7.75
7.68
n.d.
Depósitos e equiparados (2) até 2 anos
em %, valores médios, fim de período
3.58
3.56
3.72
3.99
3.99
3.44
3.19
2.83
2.49
2.38
2.24
2.16
n.d.
em %, valores médios
4.47
4.36
4.96
4.66
4.00
4.52
4.68
4.53
4.29
4.50
4.25
3.95
3.93
em %, em fim de período
4.53
4.42
5.08
4.72
3.96
4.86
4.57
4.38
4.42
4.41
3.94
3.89
3.86
Taxa de rendibilidade - OT a 10 anos
(3)
Índice de cotações de acções PSI-20
Índice de cotações de acções PSI Geral
31/12/1992=3000, média mensal
13073
10419
9928
8277
6212
6241
6014
6561
7161
7086
7186
7640
8177
em fim de período
13019
10496
8904
8033
6341
6004
6175
6756
7224
7111
7293
7828
8475
5/01/1988=1000, média mensal
4141
3312
3293
2741
2038
2069
2022
2219
2473
2473
2484
2611
2796
em fim de período
4124
3347
2985
2644
2074
2003
2082
2320
2518
2480
2507
2676
2899
n.d.
Agregados de crédito bancário (4) Empréstimos ao sector não monetário, excepto Administrações Públicas
variação anual, em %, fim de período
10.7
11.0
10.4
9.5
7.7
6.3
5.5
4.7
4.6
3.9
3.2
2.9
Empréstimos a instituições financeiras não monetárias
variação anual, em %, fim de período
27.0
23.5
23.6
24.2
17.4
17.6
13.4
6.1
5.3
7.3
5.1
2.0
n.d.
Empréstimos ao sector privado não financeiro
variação anual, em %, fim de período
9.9
10.4
9.7
8.7
7.1
5.7
5.0
4.5
4.5
3.6
3.1
2.9
n.d.
Empréstimos a sociedades não financeiras
variação anual, em %, fim de período
11.2
13.0
12.3
12.0
10.5
8.7
7.5
6.9
7.1
5.4
4.4
4.1
n.d.
Empréstimos a particulares (inclui emigrantes)
variação anual, em %, fim de período
9.0
8.5
7.8
6.3
4.6
3.5
3.1
2.7
2.5
2.2
2.1
2.0
n.d.
Empréstimos a particulares para habitação
variação anual, em %, fim de período
8.5
7.8
7.1
5.8
4.3
3.5
3.2
2.9
2.7
2.5
2.3
2.3
n.d.
Empréstimos a particulares para consumo e outros fins
variação anual, em %, fim de período
11.3
11.3
10.6
8.7
6.2
3.6
2.9
2.2
1.9
1.3
0.9
0.9
n.d.
106Euros, val. acumulados
3387.5
-1226.2
-1275.2
974.4
4571.6
-814.2
1038.3
2852.5
2760.0
7292.0
9786.0
n.d.
n.d.
Financiamento das Administrações Públicas
Notas: (1) Calculadas como médias das taxas de juro sobre saldos de empréstimos e depósitos de IFM, denominados em euros face a residentes na Área do Euro, para cada sector e/ou finalidade, em cada classe de prazo contratual, ponderadas pelos respectivos montantes em dívida em final de mês. (2) Exclui responsabilidades à vista, depósitos com pré-aviso e acordos de recompra. (3) Valores retirados da Thomson Reuters (hora de fecho). (4) As taxas de variação anual são calculadas com base na relação entre saldos de empréstimos bancários em fim de mês, ajustados de operações de titularização, e transacções mensais, as quais são calculadas a partir de saldos corrigidos de reclassificações, de abatimentos ao activo e de reavaliações cambiais e de preço.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
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Outubro | 2009
Anexo 1 PREVISÕES DO FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL Taxa de variação, em percentagem
Produto interno bruto Outubro 2009
Economia mundial Economias avançadas EUA Japão (1) Reino Unido (1) Área do euro Alemanha França Itália Espanha Economias de mercado emergentes e em desenvolvimento China India Rússia
Preços no consumidor
Revisões face ao WEO Update de Julho de 2009 (p.p.)
Outubro 2009
Revisões face ao WEO Update de Julho de 2009 (p.p.)
2008
2009
2010
2009
2010
2008
2009
2010
2009
2010
3.0 0.6 0.4 -0.7 0.7 0.7 1.2 0.3 -1.0 0.9
-1.1 -3.4 -2.7 -5.4 -4.4 -4.2 -5.3 -2.4 -5.1 -3.8
3.1 1.3 1.5 1.7 0.9 0.3 0.3 0.9 0.2 -0.7
0.3 0.4 -0.1 0.6 -0.2 0.6 0.9 0.6 0.0 0.2
0.6 0.7 0.7 0.0 0.7 0.6 0.9 0.5 0.3 0.1
3.4 3.8 1.4 3.6 3.3 2.8 3.2 3.5 4.1
0.1 -0.4 -1.1 1.9 0.3 0.1 0.3 0.7 -0.3
1.1 1.7 -0.8 1.5 0.8 0.2 1.1 0.9 0.9
6.0 9.0 7.3 5.6
1.7 8.5 5.4 -7.5
5.1 9.0 6.4 1.5
0.2 1.0 0.0 -1.0
0.4 0.5 -0.1 0.0
9.3 5.9 8.3 14.1
5.5 -0.1 8.7 12.3
4.9 0.6 8.4 9.9
0.0 0.2 -
0.2 0.3 -
Fonte: Fundo Monetário Internacional, World Economic Outlook October 2009. Nota: (1) Preços no consumidor medidos pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor.
Indicadores de Conjuntura | Banco de Portugal
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BANCO DE PORTUGAL
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