01 (Descritor: analisar o poder do homem) O mais importante para os homens são os próprios homens. Eles podem domesticar e embelezar a natureza selvagem, ou, também, estropiá-la.* (Norbert Elias) A leitura da afirmativa acima nos permite afirmar que o homem: a) tem um poder ilimitado, não valorizando o próprio homem. b) reconhece a sua limitação diante da natureza. c) utiliza a força para conseguir seus objetivos pessoais. d) utiliza a natureza para construir ou destruir. 02 (Descritor: analisar organograma político do Brasil) Assunto: Democracia no Brasil Observe o organograma abaixo. A partir da análise do organograma podemos considerar que a) de 1945 a 1964 existia no Brasil uma ditadura política seguida de democracia social, com a implantação de programas sociais. b) no período compreendido entre 1973 e 1984 o Brasil esteve sob uma ditadura política, onde os brasileiros não tinham o direito de eleger o representante do poder executivo. c) de 1964 a 1973 o Brasil viveu um período de democracia política associada a ditadura social, com o agravamento das questões sociais do país. D) no período compreendido entre 1964 a 1984 os eleitores brasileiros, mesmo que através da eleição indireta, Fonte: Flávio de Campos e Miriam Dolhnikoff, Atlas História do Brasil, p.64) tinham garantidos seus direitos políticos.
03 (Descritor: analisar um texto sobre cidadania) Assunto: A cidadania no Brasil Leia o texto abaixo. Subcidadania: a exclusão social no Brasil No início do século XXI, o Brasil é um dos campeões mundiais da desigualdade social. Democrática na aparência, a sociedade brasileira ainda é essencialmente cruel e autoritária. Nosso conceito de democracia é extremamente limitado, restrito apenas ao plano jurídico, expressando-se em frases pomposas, como: Todos são iguais perante a lei ou Todo cidadão tem direito ao voto. Na verdade, a democracia não chegou à vida cotidiana da população. Não democratizamos o acesso ao saber, à riqueza, à saúde, às condições materiais mínimas para uma vida digna. Vivemos, na prática, um grande apartheid social. De um lado, uma elite ostentando um padrão de vida de Primeiro Mundo e usufruindo os direitos democráticos. Do outro, uma enorme massa de subcidadãos, subnutridos. Em 1993, o IBGE divulgou estatística informando que o Brasil possui cerca de 32 milhões de miseráveis. Eles formam uma imensa legião de excluídos: sem-terra, sem-teto, famintos urbanos, pessoas que convivem diariamente com a fome, o sofrimento, a violência e as doenças. São evitados, temidos, odiados, como se fossem os únicos responsáveis por sua própria desgraça. É a pobreza gerando mais pobreza e o preconceito mais preconceito. (Fonte: COTRIN, Gilberto. História Global: Brasil e Geral – volume único. São Paulo: Saraiva. 2002. p.576) A análise do texto nos permite afirmar que EXCETO: a) No Brasil existe uma grande massa de excluídos sociais, o grupo dos “sem”. b) A desigualdade social brasileira é uma das maiores do mundo. c) As desigualdades sociais não impediram que o Brasil alcançasse a democracia cotidiana. d) A sociedade teme, odeia e culpa os excluídos por sua miséria e exclusão.