CAPÍTULO VI Brasil: El estado, la académica y los procesos de reestructuración.
Gerson Luiz Martins1. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
1. Qualidade do ensino na Região Indicadores de Qualidade A pesquisa na região Brasil ficou prejudicada devido, principalmente, a dois fatores: num primeiro momento ao tamanho da região, de dimensões continentais. Conforme os dados levantados pela equipe e comparados com os dados fornecidos pelo Ministério da Educação do Brasil há mais de 1200 cursos de comunicação (dados anexos) e é muito difícil atingir a todos. A equipe que atuou, e ainda atua no contato com os dirigentes dos cursos, fez contatos primeiro por e-mail e em seguida pelo telefone com praticamente 90% dos coordenadores e dirigentes dos cursos. O resultado da resposta, por meio dos preenchimentos dos formulários demonstram claramente a dificuldade em se obter retorno, feed-back. Num segundo momento, houve também o problema com a tradução do questionário para o português que não coincidiu com o momento em que a equipe fez os contatos. Houve uma demora, por parte da Felafacs para disponibilizar o questionário em português e isso dificultou, para inúmeros coordenadores, diretores responder às questões. E se pode ainda levantar um terceiro aspecto que diz respeito ao preenchimento do formulário. Percebe-se que alguns preencheram de forma errada, fato que deve ter sido causado pelo erro na compreensão do formulário ainda em espanhol. Nesse aspecto a avaliação qualitativa fica comprometida, pois o universo de respostas (66) não chega a 10% do total de escolas no Brasil. Pontos fortes e pontos fracos Há muitos anos em atuação na pesquisa e reflexão sobre o ensino de jornalismo, principalmente no período que estivemos como presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ–www.fnpj.org.br) se pode constatar que o Brasil é um mosaico com muitas diversidades, muitos aspectos no que se refere ao ensino de comunicação. Pelas diversidades regionais, há também diversidade na qualidade, na estrutura, no formato dos cursos da área de comunicação, mesmo que há pouco tempo, 1982, o Ministério da Educação tenha infligida às escolas uma 1 Participaram da equipe de pesquisadores os acadêmicos do Curso de Jornalismo da UFMS: Fernanda Kintschner, Catarine Sturza, Laryssa Caetano, Danilo Nery, Fernando Vilela de Melo, Eduardo Lyvio.