Farmacovigilancia

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Helaine Carneiro Capucho | Felipe Dias Carvalho | Silvia Helena De Bortoli Cassiani

Helaine Carneiro Capucho Doutoranda em Ciências pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP-USP). Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP-USP). Assessora técnica da Comissão de Incorporação de Tecnologias do Ministério da Saúde. Felipe Dias Carvalho Mestre em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP). Conselheiro fiscal da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (SBRAFH). Consultor ad hoc da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Silvia Helena De Bortoli Cassiani

Os fármacos são o recurso terapêutico mais utilizado na assistência à saúde desde a Antiguidade. Mesmo assim, ainda representam riscos à saúde dos pacientes, seja em decorrência de reações peculiares, de erro na prescrição ou na aplicação do medicamento, ou de má qualidade dos produtos farmacêuticos. Diminuir esses riscos é o principal objetivo da farmacovigilância, tornando-a indispensável para a utilização cautelosa de medicamentos. Por esse motivo, seu conhecimento e domínio devem ser permanentemente estimulados entre todos os profissionais de saúde que lidam com a administração de fármacos. Farmacovigilância: gerenciamento de riscos da terapia medicamentosa para a segurança do paciente é composta por 14 capítulos que tratam desde conceitos e fundamentos até as práticas mais modernas da farmacovigilância. Destina-se a farmacêuticos e outros profissionais da saúde, oferecendo embasamento teórico e relatos de experiências práticas vivenciadas no Brasil e no exterior.

FARMACOVIGILÂNCIA

Professora-titular e diretora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP-USP). Coordenadora e fundadora da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente (Rebraensp).

ORGANIZAÇÃO

Helaine Carneiro Capucho Felipe Dias Carvalho Silvia Helena De Bortoli Cassiani

FARMACOVIGILÂNCIA

“É nítida a deficiência clara dos profissionais e a dificuldade de organização de um sistema que proporcione dados robustos e respostas ágeis aos problemas quando aparecem. É preciso estimular a ‘cultura da notificação`. Mas, para que isso seja possível, necessitamos estar preparados para ‘enxergar` o evento adverso, o desvio de qualidade etc.” “Resta-me parabenizar os autores de tão necessária e oportuna obra, esperando que seus leitores, mais do que ganhar importante bagagem de conhecimento, difundam as ideias nela contidas, para que no breve futuro a farmacovigilância seja uma prática incorporada no cotidiano dos profissionais de saúde.” Prof. Dr. Dirceu Raposo de Mello Diretor-Presidente da Anvisa (2005-2010)

GERENCIAMENTO DE RISCOS DA TERAPIA MEDICAMENTOSA PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE

ISBN 978-85-7728-231-9

9 788577 282319

farmacovigilancia-yendis2.indd 3,5

11/7/11 3:20 PM


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