Let´s Golf – 5ª edição – 2017

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em todas as t e n dĂŞ nc i as vo c ĂŞ cr i a o c li m a

S e m pre m ui to m a i s .






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editorial

E

stamos na 5ª edição da Revista Let’s! É um prazer enorme chegar até aqui oferecendo a você, leitor, um veículo agradável de ler e folhear, pois escolhemos e produzimos com foco, zelo e empenho cada matéria, cada imagem, cada página. A revista traz dessa vez matérias curiosas sobre os esportes que nos norteiam: Hipismo, Tênis, Golfe e Pólo. Contamos a história de cada uma dessas modalidades, mostrando suas origens e como chegaram às práticas atuais.

Para os amantes de moda, falamos da Burberry e seus símbolos icônicos (o xadrez, o trench-coat) que persistem como marcas de status, bom gosto, atemporalidade e qualidade. A Rolls-Royce é outra grife histórica da qual falamos, com foco na parceria fundamental que compõe este importante nome. Sobre viagens, música e bebidas, abordamos o encantador Deserto do Atacama, no Chile, o Festival Coachella, evento musical e de artes que reúne ricos e famosos na Califórnia, e as top 5 vodkas do mercado de destilados. Nosso conteúdo gráfico e editorial mais uma vez foi mantido com qualidade, para você, leitor, se entusiasmar em ter uma Revista Let’s em mãos. Nosso objetivo é encantá-lo ao folhear cada página. Boa leitura!

Henrique Azevedo 12 .

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revista

LET´S Circuito de EsporteS

UMA REVISTA ANUAL

COM UM

DIFERENCIAL...

...Uma Edição com Quatro Capas

A

ELEGÂNCIA É A MESMA , MAS OS ESPORTES SÃO DIFERENTES


Su mário

28

22 Glamour

Coachella | O Festival Chique

28 Destaque

Traços do Oriente

34 Social

VII Pollo Challenge

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44 Gastronomia A tal da Cachaça

50 Destaque

Herança Medieval

58 Social

VI Golf Challenge

72 Grife

Burberry, Inconfundível

78

78 Destaque

Das mãos as Raquetes

84 Social

V Tennis Challenge

94 Máquina

O Melhor Carro do Mundo

100 Destaque

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Aliança entre Homem e Cavalo

108 Social

III Hipismo Challenge

118 Top Five Vodkas

124 Travel

Deserto do Atacama | Oásis de Cultura e

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Natureza



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MÚSICA EM MOVIMENTO

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s amantes de música, praia e piscina vão adorar essa ideia! Resistente à água, a mais nova caixa de som portátil da Bose, a Revolve Plus, é super elegante e versátil para quem não consegue ficar no silêncio e adora uma trilha sonora para todos os momentos. A qualidade do som é excelente comparado ao seu tamanho compacto porque tem cobertura de 360 graus. A alça integrada para facilitar o transporte é outro destaque. Sem contar a bateria, de íon de lítio, que promete durar 16 horas. Para os baladeiros que gostam de música alta, é possível emparelhar dois alto-falantes juntos para reprodução de modo estéreo ou de festa.



lifestyle

UM BRINDE AO VERÃO

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deal para os dias quentes, o espumante Chandon Passion combina com momentos descontraídos na praia, na piscina ou em outras ocasiões de sol e calor. Isso porque uma sugestão é beber este vinho rosé com duas pedras de gelo, deixando ele perfeito para ser consumido no verão. Como o próprio nome diz, o espumante também se ajusta a situações românticas, além de harmonizar muito bem com peixes e frutos do mar, massas leves, sobremesas e frutas tropicais. A bebida consegue o equilíbrio pela combinação das uvas Malvasia de Cândia e Moscato Canelli que, associadas à Pinot Noir, conferem aromas frutados que lembram maracujá, pêssego, lichia e jambo com toques florais de rosas. A cara do clima tropical!

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CHURRASCO GOURMET

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rtesanais e personalizadas, as parrillas Fernandes de Melo (FM Parrillas) transformam um simples churrasco em uma refeição gourmet, sofisticando todo o processo. Feitas de Inox, aço carbono e madeira Ipê, Aroeira, Cumaru ou Teca – muito usada em barcos e móveis náuticos e domésticos – elas podem ser customizadas para o cliente, feitas sob medida em tamanhos, modelos e cores e nas posições móvel, sobre bancada ou em alvenaria. Aprovadas por chefs e churrasqueiros as parrillas não fazem fumaça e as carnes ficam mais saborosas e suculentas, já que são assadas pelo calor das brasas e não diretamente com o fogo. O coletor na grelha inclinada não deixa cair a gordura sobre a brasa – processo responsável pela fumaça. Portanto, o churrasco fica mais saudável, agradável e requintado! 20 .

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O icônico Coachella acontece na primavera da Califórnia e reúne grandes nomes da música, além de um público refinado e uma atmosfera de paz e amor

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mpossível os amantes de música e arte não conhecerem o festival Coachella. O evento anual, que acontece na cidade de Indio, na Califórnia (EUA), reúne a cada edição inúmeros shows de artistas da cena alternativa de Rock, Hip Hop e E-music durante vários dias. O cenário é o fantástico Vale Coachella, que tem um entorno desértico, já que a região faz parte do Deserto da Califórnia. O primeiro festival aconteceu em 1999, com dois dias de shows que incluíram Beck e The Chemical Brothers reunindo cerca de 25 mil pessoas. Em 2011, os organizadores decidiram que o evento aconteceria sempre nos dois últimos fins de semana do mês de abril. Nos anos seguintes, o número de frequentadores foi aumentando até chegar em centenas de milhares, do mundo todo, reunidos em

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nome da música, da arte e da moda. Aliás, a forma como as pessoas se vestem em Coachella é muito peculiar e livre, com produções que remetem aos anos 70, fantasias e flores na cabeça. O clima de paz e amor, refeições veganas, uma rodagigante enorme na entrada da festa e organização e produção ímpares são algumas das características que dão a cara do Coachella Valley Music and Arts Festival. Várias tendas espalhadas no festival permitem a diversidade musical. Porém, as pessoas seguem um mesmo padrão sócio-econômico, já que por ali circulam celebridades (Los Angeles está a duas horas), top models e endinheirados. O evento, caro e diferenciado é conhecido pelos festivaleiros jovens, entre o hipster e o cool – resumindo: gente linda!

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No Coachella já passaram nomes como Paul McCartney, Pixies, Madonna, Coldplay, Daft Punk, Amy Winehouse, The Killers, The Cure, Tiesto, David Guetta, entre muitos outros nomes que fizeram ou fazem história na música eletrônica, no rock e no hip hop. Em 2017, por exemplo, as principais atrações foram Lady Gaga, Radiohead e Kendrick Lamar. No festival Coachella seus frequentadores vivem experiências únicas. Os sons dos alto-falantes e aromas da comida misturam-se no ar do deserto. Enormes obras de arte ficam ao lado das palmeiras que antes das montanhas majestosas dão a impressão de um quadro pintado. Um tapete de grama verde é onde grupos de amigos se juntam para viverem memórias que ficarão para sempre.

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Traços do

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Oriente

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A verdadeira história do Polo se define por evidências de que o esporte, em equipes, tenha sido praticado primeiramente na Ásia Let’s

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á relatos de cavaleiros da China e Ásia Central, séculos antes de Cristo, que se dedicavam à prática de Polo bem rudimentar como passatempo entre nobres, califas, sultões e imperadores. Depois disso, o Polo teria sido introduzido no Egito, Grécia e Índia pelos persas. Os campos eram chamados de maidan e tinham 500 metros de extensão, com as traves de pedras e as bolas feitas de osso. No Tibete também havia um jogo chamado “caça ao rato almiscarado”, no qual os caçadores iam a cavalo, carregando bastões para matar o animal. Porém, no verão, com a escassez de ratos, eles continuavam usando os bastões para bater numa bola recoberta com pele, cuja forma moderna chamou-se de “Pulu”. Os primeiros ocidentais a praticarem o Polo foram os soldados e civis ingleses que estavam na Índia no período de sua colonização, no século 9. Os ingleses aprenderam a jogar em Manipur, um pequeno estado entre Assam e a Birmânia, onde o Polo era um jogo nacional e as pequenas vilas tinham o seu próprio time. No século 19, a prática foi ganhando clubes, regras e adeptos. Em 1859 foi fundado o The Retreat at Silchar, 1º Clube de Polo, em Assam, formado pelo capitão Robert Stewart,

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conhecido como o pai do Polo moderno. Já nos anos 1870, o esporte era muito praticado na Índia britânica, usando pôneis que mediam no máximo 1,27 metros de altura. Logo a modalidade chegou à Inglaterra e os oficiais aderiram, chamando-a de “hóquei a cavalo”. Pouco tempo depois aconteceu o primeiro jogo de Polo oficial no País e foi criado o primeiro clube em Londres, o Hurlingham, no qual foi estabelecido o Regulamento Mundial de Polo e feitas as regras formais do esporte. Em 1886, Inglaterra e Estados Unidos se enfrentaram pela primeira vez, no Troféu Westchester Club (EUA), torneio do qual a Alemanha foi campeã. Nos últimos 100 anos, o Polo foi expandindo e tornando-se popular ao redor do mundo. Hoje é praticado em mais de 50 países, sendo os principais Argentina, Estados Unidos, México, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Irlanda e Brasil. A Argentina tem destaque, pois tem as melhores condições climáticas e topográficas para o esporte. Além disso, no país são criados os melhores cavalos e encontram-se os mais talentosos jogadores. Nas Olimpíadas, o Polo teve cinco participações: 1900, 1908, 1920, 1924 e 1936. Nos jogos de Paris, em 1924, e de Berlim, em 1936, a medalha de ouro foi da seleção da Argentina. Já o primeiro Campeonato Mundial de Polo foi realizado em 1987, em Buenos Aires, Argentina. Let’s

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Brasil No Brasil, o Polo equestre começou a ser praticado a partir da década de 1920, por imigrantes ingleses, fazendeiros e militares brasileiros, principalmente no interior de São Paulo. Mas o esporte teve uma pausa depois da Revolução de 1932, quando o número de participantes caiu, e só retornou na década de 1970, com a ajuda do Governo na importação de cavalos qualificados. Sir Willian Prytman se destacou como principal figura do desenvolvimento do Polo na cidade do Rio de Janeiro. Tanto que o primeiro campo foi criado na Gávea Polo Club. No estado do Rio Grande do Sul, o esporte foi introduzido por uruguaios e argentinos, além da prática entre os militares - o exército foi campeão estadual e nacional. Em São Paulo, o primeiro campo da Sociedade Hípica Paulista foi na sede de Pinheiros. Durante os anos de 1960, várias equipes haviam se formado e surgia uma nova geração de jogadores. Em 1963, foi fundada a Federação Paulista de Polo e o Brasil passou a ser reconhecido mundialmente, quando as equipes de Rio Pardo, Toca e Sapezal conseguiram as conquistas da Copa Vargas, Alessandri e Mundialito de Polo. Por isso, atletas brasileiros foram convidados para jogar em outros países.

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circuitodeesportes.com.br 34 .

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#polochallengeespacogolf


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Henrique Junqueira

Rivaldo Marchezzi e Marcos Junqueira

Dudu D. Junqueira e Fábio Diniz Junqueira

Luiz D. Junqueira

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Mauro D. Junqueira e Eduardo D. Junqueira

Saudação Torcida

Ana Henry

Xandinho e Henrique Junqueira

Ataque Espaço Livre Polo Team

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Panoramica do Evento

Lincon Junqueira

Vivara Polo Team x Ourofino Polo Team

Renato D. Junqueira

Marcelo Camargo Let’s

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Maria Helena e Aluisio Vilela Rosa

Luiza e Renato Junqueira

Marcos Cardoso, Carlis Petiz, Luiz Gustavo Junqueira e Rodolfo Donegá

Antônio J. Vilela Rosa e João Francisco D. Junqueira

Cláudio Fonseca, Beto Junqueira e Sergio Cardoso Neto

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Carol e José Renato Donadon


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Livia e João Lanzoni Julia Junqueira e Juliana Araujo

Beto Maurício e Gabriel Freitas

Euclides Fonseca, Paulo Azevedo, Bea Fonseca e Alice Fonseca

Graziela Scanavez e Amanda Fernandes

João Luís Pereira Lima e Patricia Biava

Ana Cardoso e Lia Yokomizo

Marcelo Mendonça Let’s

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Mariana Junqueira Jardim, Gabriela Teixeira e Stela Junqueira Douglas Fabio, Bruna Brunelli, Juliana Assim e Guilherme Piccolotto

André Thebaldi, Tiago Beraldo, Antônio Sampaio e Gabriel Freitas

Marcela Quintino e Glaucia Pongitor

Maudiê Santos, Christopher Zink e Ruth Salles

Wesler Castro e Victor Costa

Patricia Biava, Juliana Lira...

...Rosana Magdalena, Melina Magdalena e Bibi Diniz Junqueira

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Marcos Ciciarelli e Cicero Junqueira Franco


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Juliana Fazenda Correia, Jael Minelli e Marina Pera

Marcos Diniz Junqueira

Helber Magalhães, Henrique Junqueira e Preta Junqueira

Maria Balbão e Rodrigo Brandão

Bruna Rezende e Laura Morais

Pedro Araujo Let’s

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Marins Polo Team

SICOOBCOCRED Polo Team

Vivara Polo Team e Ourofino Polo Team

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Espaço Livre Polo Team


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Espaço Golf Polo Team

Union Polo Team SPOT Polo Team

Momento Chandon Let’s

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A tal da

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Foto: Divulgação

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Cachaça A aguardente feito à base de cana-de-açúcar tem grande importância cultural, social e econômica para o Brasil. Produzida em engenhos tradicionais do país, a bebida virou símbolo nacional e ganhou fama de requinte. Let’s

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cachaça está relacionada diretamente ao início da colonização portuguesa e à atividade açucareira do Brasil, o que possibilitou a implantação dos estabelecimentos cachaceiros por aqui. Assim como a alimentação, grande parte da bebida naquela época era importada de Portugal. Mas eis que foi descoberto, em algum engenho de açúcar, o “vinho de cana-de-açúcar”, resultado do caldo de cana fermentado e dos subprodutos da produção do açúcar, entre eles as espumas e melaços misturados à água. Então os senhores de engenho passaram a servir este caldo, denominado “cagaça”, para os escravos. Entre o fim do século XVI e o início do século XVII foram surgindo os alambiques de cachaça nos engenhos do Brasil e hoje ela ganhou status de bebida requintada.

Foto: Divulgação

Cada um dos engenhos carrega a tradição das famílias dos mestres alambiqueiros e produz seus rótulos da mesma forma que era feito no passado. Alguns existem desde a época da escravidão. Um deles, de acordo com a Embratur o mais antigo em funcionamento, é o Coronel Xavier Chaves (MG), de 1755, que pertenceu ao irmão mais velho de Tiradentes. Ele é um dos selecionados pela Cachaça Santo Grau para fazer dois de seus rótulos: A tradicional Santo Grau Coronel Xavier Chaves e a Século XVIII, fruto da seleção da safra de 2002, uma das melhores do engenho e que permaneceu armazenada durante dez anos em uma adega de pedra centenária.

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Resultado de um terroir privilegiado – de origem francesa, a denominação “terroir” indica que o produto é derivado e próprio de uma determinada região, indo além da definição – a cachaça Santo Grau Coronel Xavier Chaves não passa por madeira, mas descansa por pelo menos seis meses em tanques de pedra parafinados e subterrâneos, construídos há 250 anos e tombados pelo Patrimônio Histórico Nacional.

Foto: Divulgação

Seu aroma intenso remete aos canaviais de antigamente e seu sabor, que começa vigoroso, torna-se quase doce e preenche toda a boca. Perfeita para ser degustada pura, fica deliciosa em caipirinhas de frutas cítricas. Foi eleita entre as melhores cachaças no ranking da revista Playboy em 2009 e 2011, e nos rankings da Cúpula da Cachaça em 2014/15 e 2016. Em 2017, também foi contemplada com a medalha de prata no concurso Mundial de Bruxelas – edição Brasil.

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O engenho de Itirapuã, no interior de São Paulo, tem produção artesanal, sendo o único do estado que ainda é movido por roda d’água. Ele existe desde 1860 e carrega em cada cachaça mais de 150 anos de história, qualidade e cuidado com a bebida. A cachaça Santo Grau Itirapuã tem fermentação 100% natural, fruto do fubá de milho produzido no mesmo engenho desde 1860. Tudo isso, somado ao armazenamento em tonéis de carvalho e jequitibá, resulta em uma cachaça de aroma suavemente amadeirado e sabor aveludado e macio.

Foto: Divulgação

Em Paraty, no Rio de Janeiro, a bebida já é um costume e desde 1600 a cidade é sinônimo de qualidade quando o assunto é cachaça. O engenho, localizado à beira da Serra do Mar, é administrado pela mesma família desde 1803. A Santo Grau Paraty é produzida de forma igual há cinco gerações. A cana é moída pela força da roda da água, mantendo a tradição desde quando as primeiras gotas da bebida foram engarrafadas. A fermentação é natural e lenta, até que seja atingido o ponto ideal. Alambiques de cobre aquecidos por fogo direto fazem a destilação. O resultado é incomparável; uma cachaça cheirosa e de sabor intenso, com características típicas desta região praiana. Foi eleita a terceira melhor cachaça branca do Brasil, segundo o Ranking da Revista Veja (Edição Nacional – fev 2010) e eleita entre as melhores no ranking da Cúpula da Cachaça em 2016.

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Herança

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Medieval O jogo atual de Golfe surgiu na Escócia, mas foi na Holanda que se tem notícia das primeiras tacadas, ainda na Idade Média

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A

história mais verdadeira que explica o surgimento do Golfe data do fim do século 13, mais precisamente do ano de 1297, em Loenen Aan de Vecht, na Holanda. Naquela ocasião, os jogadores usavam um bastão e uma bola de couro, tendo como vencedor quem atingisse a bola em um alvo a centenas de metros de distância, com o menor número de golpes. A primeira menção do esporte, na língua holandesa, o “kolf” foi dada ainda mais cedo, em 1261. Alguns estudiosos argumentam que este jogo de colocar uma bola pequena em um buraco no chão usando tacos também foi praticado na Holanda mais para frente, no século 17. No entanto, o jogo atual do Golfe é considerado uma invenção escocesa. A primeira menção documentada aparece em uma lei do Parlamento Escocês emitida pelo Rei James II da Escócia, proibindo os jogos de “gowf” pois eles eram uma distração da prática de tiro com arco, usada para fins militares. Em 1567, a rainha Mary da Escócia foi acusada por seus inimigos políticos de jogar Golfe depois que seu segundo marido foi assassinado, com a alegação de ser um esporte claramente inadequado para as mulheres. As primeiras instruções do esporte foram encontradas no diário de Thomas Kincaid, um estudante de medicina que jogou no curso em Bruntsfield Links, perto da Universidade de Edimburgo. Já as mais antigas regras foram escritas em 1744 para a Companhia de Golfistas de Cavalheiros, mais tarde renomeada The Honorable Company of Edinburgh Golfers. Há evidências de que soldados escoceses, expatriados e imigrantes levaram o jogo para colônias britânicas e em outros lugares durante o século 18 e início do século 19. No início da década de 1770, o primeiro campo de Golfe africano foi construído em Bunce Island, na Serra Leoa, por comerciantes de escravos britânicos. O Clube de Golfe de Calcutá Real (1829), o Club de Gymkhana de Maurícia (1844) e o clube em Pau (1856) no sudoeste da França são lembretes notáveis destas excursões e são os clubes de Golfe mais antigos fora das Ilhas Britânicas. Em meados do século 19, a Escócia teve uma grande evolução no transporte, na cultura e no turismo, coincidindo com o desenvolvimento da bola “Gutty”, feita de um material mais barato, porém mais durável e mais consistente em qualidade e desempenho do que as bolas de couro cheias de penas usadas anteriormente para o Golfe. Foi quando 52 .

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o esporte começou a se espalhar pelo resto das Ilhas Britânicas. De1880 a 1914, a Inglaterra saltou de 12 clubes para 1.000. Países como Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, África do Sul e Singapura também ganharam seus espaços para a prática do esporte, em benefício dos visitantes britânicos. No fim do século 19, nos Estados Unidos foi formada a Associação de Golfe dos Estados Unidos (USGA). Já em 1910, o país tinha 267 clubes. Durante os Roaring Twenties - década de 1920, um período de efervescência cultural em Nova York, Chicago, Paris, Berlim, Londres e em muitas outras grandes cidades - o Golfe se expandiu em popularidade e em 1932 havia mais de 1.100 clubes afiliados à USGA. O crescimento do jogo foi interrompido pela Grande Depressão (crise de 1929) e pela Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945), mas continuou nos anos pósguerra. Em 1980 o número de clubes chegou a quase 6 mil e em 2013 cresceu para mais de 10.600. Enquanto isso, no Japão, o primeiro clube surgiu em 1903, em Kobe, através de um grupo de expatriados britânicos. Durante a década de 1920 e início de 1930 vários novos clubes foram construídos. Já em 1957, Torakichi Nakamura e Koichi Ono ganharam a Copa do Canadá (agora Copa do Mundo) no Japão, um evento que deu uma boa impulsionada no esporte e fez mais que dobrar o número de campos no país. Os campos de Golfe nem sempre tiveram dezoito buracos. No século 15, os terrenos em St Andrews tinham 11 buracos. Mas vários foram considerados muito curtos, sendo então combinados e levando à

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redução de 11 para 9, de modo que uma rodada completa das ligações compreendia 18 buracos. Devido ao estatuto de St Andrews como a capital de Golfe, todos os outros clubes seguiram o exemplo e o campo de 18 buracos continua a ser o padrão para o dia de hoje. Alguns dos avanços mais notáveis no jogo de Golfe vieram do desenvolvimento da bola, que assumiu muitas formas diferentes antes da década de 1930, quando a USGA passou a definir padrões de peso e tamanho, mais tarde seguidos por um regulamento que indica que a velocidade inicial de toda a esfera de Golfe não pode exceder 250 pés por o segundo. Outro fator notável na evolução do Golfe tem sido o desenvolvimento de tacos. Os primeiros foram feitos de madeira. À medida que a bola se desenvolveu e se tornou mais durável com a introdução do “gutty”, a cabeça do taco passou a ser de ferro. A mais recente tecnologia usa eixos de grafite e cabeças de titânio leve.

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Fábio Vilela Rosa André Balau

Eduardo Cury Roberto Haddad

Pedro Pelicione

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José Roberto Carvalho

Daniel Pedreschi

Joaquim Pitta Reginaldo Viana

Matheus Casteli

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Leonardo Spadoni

Hassan Mourani

Renato Nogueira e Adriano Junqueira

Marcelinho Rezende

Vitti Viana

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Renata Fioravanti, Maria Tereza Define e Célia Petrov

Banda de Jazz

Hipuassu Afonso e Julina Valada Ricardo Pagano e Roberto Basile

Eduardo Bevilaqua, Lucca Bevilaqua, Leonardo Nogara e Luís Otávio Whitaker

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Matheus Castelli e Willian Monassi

Augusto Collaco e Rafael Lian

José Renato Magdalena e Marcelo Marcondes Nazir e Renato Nehemy

Pedro Martins, Luis D. Junqueira, Anibal Galhardo e Luís Otávio Whitaker

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Henrique e Matheus Azevedo, Felipe Basile e Andrea Zacherini

Moacir e Mara Tonani

Alexandre Malzone, Pedro Castelli, Marcelo Rezende, Rodrigo Silveira e Fábio V. Rosa

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Flávio Fioravante

Eduardo Camargo, André Balau, Milton Marcondes e Caio Junqueira


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Max (Ho Kim), Ângela, Maria Tereza Defini e Jack Pimenta

Alexandre Lomanaco

Breda, Décio Paschoalim, Reinando Santos, Eduardo Carvalho e Wilson Pinheiro Cecília, Mayne e Bruno Morando

Enoch de Paula, Matheus Leoni, Tiago Lorenti e Paulo Vasconcelos

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Vera Ferreira, Ana Maria V. Rosa e Mara Pelicione

Ângela Kim, Célia Petrov e Laurita Cervi

Adriano Pelicione, Sérgio Castro e Luís Eduardo B. Moreira

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Hassan Mourani, Rafael Lian e João Castelli

José Milton Garcia Leal, Max Kim e Marcelo Rezende

Vinícius Pongitor, Carlos Silveira e José Roberto Carvalho

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Eduardo Camargo, Gustavo da Silva, Henrique Azevedo, José Carlos Marun, Marcelo Stefani e Marcos Zanotti

Luís Eduardo B. Moreira

Cacá Caliento, João Carlos Ferreira, Duda Moreira, Renato Nogueira, Adriano Junquira e Edgar Achê Jr.

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Hassan Mourani e Pedro Martins


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grife

INCONFUNDÍVEL Uma das grifes mais antigas do mercado de luxo, a Burberry tem como marca registrada uma sofisticada estampa xadrez, mas também é responsável pela invenção do tecido gabardine e da peça curinga trench coat

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Burberry foi fundada em 1856 por Thomas Burberry, em Hampshire, na Inglaterra. Na época, jovem de apenas 21 anos de idade, ele tinha trabalhado como negociante de tecidos. Nos anos 1880, depois de se estabelecer fabricando roupas de frio, Thomas Burberry inventou e patenteou o gabardine, pano resistente, à prova d’água e ao mesmo tempo respirável, perfeito para o clima dos ingleses.

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grife Depois disso, a marca foi dando seus saltos. Em 1891 abriu uma loja na Haymarket Street, em Londres. Dez anos depois, foi desenvolvido o logotipo do cavaleiro equestre com a palavra ‘Prorsum’ (“avante”, em Latim), que virou seu símbolo. Em 1910 a Burberry chegou a Paris, inaugurando a primeira loja na cidadeluz, no Boulevard Malesherbes. Nos anos seguintes, a grife vestiu diversas personalidades de esportes de expedição. Por exemplo, o explorador norueguês Roald Amundsen e sua equipe foram os primeiros a alcançar o Polo Sul com a peça de roupa Burberry, além de Ernest Shackleton, que em 1914 liderou uma expedição para atravessar a Antártica vestindo a marca. O famoso “trench coat”, peça-chave da Burberry foi criado no início da Primeira Guerra Mundial, resultado de uma adaptação aos casacos dos oficiais para as necessidades da guerra moderna. Feito de gabardine e patenteado, depois da guerra o casaco se tornou popular entre civis e até hoje é um curinga em qualquer guarda-roupas. Na mesma época, a empresa se mudava para uma loja maior em Londres. O trench-coat trouxe outra marca registrada, a estampa xadrez, criada em 1920, usada como forro do casaco. Durante a Segunda Guerra Mundial, Burberry forneceu ao Exército britânico uma gama de peças de vestuário militar e acessórios. A marca também atendia a várias outras divisões das Forças Armadas Britânicas. Apesar das austeras condições apresentadas pela guerra, Burberry continuou a fazer roupas civis durante a década de 1940, incluindo impermeáveis, casacos e ternos para homens e mulheres. Até 1955 a Burberry era uma empresa independente, ano em que foi adquirida pelo grupo de retalhistas britânico Great Universal Stores (GUS). Durante os anos 1970, tornou-se popular entre os britânicos seguidores da cultura casual. Nas décadas seguintes foi aumentando seu potencial através de estratégias certeiras, entre elas: a contratação da CEO Rose Marie Bravo, que futuramente levaria a Burberry ao sucesso no mercado de massa, e do diretor criativo Roberto Menichetti, para

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administrar a linha “Prorsum”; e as campanhas publicitárias diferenciadas, como por exemplo a primeira, de 1998, em que Mário Testino fotografou Kate Moss e deu início a uma extensa parceria com a grife. Nos primeiros dez anos do século 21 a Burberry deu grandes passos. Abriu a loja na Bond Street de Londres, refletindo seu status como uma icônica marca de luxo global, contratou Christopher Bailey como diretor criativo - que em 2014 virou CEO -, entrou para a Bolsa de Valores de Londres e a GUS vendeu o resto de sua participação. Em 2006, Rose Marie Bravo se aposentou e foi substituída por outra americana, Angela Ahrendts, que assumiu o cargo de CEO e ao lado de Bailey implantou uma nova visão do grupo, incluindo as vendas online. Em seguida foi lançada a Fundação Burberry, uma organização filantrópica dedicada a ajudar os jovens a realizarem seus sonhos e desenvolverem sua criatividade. Na mesma década, a marca formou joint ventures com diversas empresas, inclusive do oriente, formando por exemplo a Burberry Middle East (BME), com sede em Dubai. Let’s

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Inevitavelmente, a grife se rendeu à tecnologia do século 21. Com Christopher Bailey promovido a CCO (Chief Creative Officer) após quase dez anos como Diretor de Criação, a Burberry lançou uma mídia social aos amantes do trench coat e um desfile especial de Primavera-Verão 2010 na London Fashion Week transmitido ao vivo pela primeira vez. A marca também criou uma plataforma com telas touchscreen nas flagships para proporcionar a interação entre clientes em suas experiências de compras. E fez a Burberry Acoustic, uma celebração de artistas britânicos emergentes e consagrados, com apresentações ao vivo e colaborações especiais. Em 2011 foi lançado o site oficial, disponível em 44 países em 11 línguas diferentes e otimizado para iPad, iPhone e outros dispositivos móveis. Em 2013, a Burberry Beauty Box foi aberta em Londres, dando início aos negócios da beleza e sua quinta divisão - além de masculina, feminina, infantil e acessórios. Nos anos seguintes, abriu lojas importantes, na charmosa Rodeo Drive, Beverly Hills, além de Edimburgo, na Escócia, na Coreia do Sul e na cidade de Shinjuku, no Japão. Hoje, a grife opera com três submarcas: Burberry Prorsum, centrada em torno de desfiles, proporcionando a inspiração de design da marca, Burberry London, coleção sob medida, e Burberry Brit, linha mais casual.

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Das Mãos

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às Raquetes

O jogo de Tênis foi criado primeiramente na França, no século XII, sendo jogado com as mãos, e depois adaptado com raquetes, na época de Henrique VIII (século XVI), rei da Inglaterra.

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Tênis atual originou-se no século 19, na Inglaterra, com descendência direta do chamado “Tênis Real”, que apesar de pouco praticado, existe até hoje, porém com regras mais complexas. Já a palavra “tênis” vem do francês “tenez” que pode ser traduzida como “segure” ou “mantenha”. O torneio mais antigo no mundo, o Torneio de Wimbledon, foi realizado pela primeira vez em Londres, em 1877. Em 1881, a United States National Lawn Tennis Association foi fundada para padronizar as regras e organizar as competições. O U.S. National Men’s Singles Championship, hoje o US Open de tênis, foi realizado pela primeira vez no mesmo ano, em Newport, Rhode Island, apenas para a categoria masculina. O torneio feminino se estabeleceu em 1887. O esporte também era popular na França, com o Aberto da França, de 1891. A Copa (ou Taça) Davis, também importante evento de Tênis, também teve sua 1ª edição entre o fim do século 19 e o início do século 20. Surgiu em 1900, quando quatro alunos da Universidade de Harvard quiseram desafiar os britânicos, logicamente na época os campeões do mundo no esporte.

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As principais regras de Tênis foram decretadas em 1924, pela Federação Internacional das Regras de Tênis, hoje conhecida como Federação Internacional de Tênis. Elas se mantêm até hoje, com uma única alteração: a adição do tie-break (“quebra-empate”), desenvolvido por Jimmy Van Alen em 1965 com a intenção de reduzir o que às vezes resultava em partidas longas e monumentais, usado quando os jogadores estão empatados em 6-6 em um set, para determinar o vencedor do set. Ainda existem muitos campos de tênis originais, principalmente na Inglaterra, como Oxford, Cambridge, palácio de Falkland e palácio de Hampton Court. Atualmente, são usadas três tipos de superfície para jogar: Saibro, composta por terra e argila, coberta com pó de tijolo, um piso que torna o jogo um pouco mais lento - o Torneio de Roland Garros é famoso pelas disputas em quadras deste tipo; piso duro, variando do cimento, tartan ou asfalto até superfícies de madeira ou grama artificial, proporcionando jogo rápido e que não exige muita técnica; e grama, o piso mais rápido do tênis, caracterizando-se pela irregularidade do ressalto da bola, que tornou-se popular no final do século 19. Let’s

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Wimbledon O Torneio de Wimbledon, além do mais antigo do mundo, é considerado o de maior prestígio. Foi criado em 1877, quando o All England Lawn Tennis and Croquet Club organizou a primeira competição da história do tênis, com 22 participantes. A primeira vencedora não-britânica foi a americana May Sutton, quando ganhou o torneio feminino em 1905. Dois anos depois, Norman Brookes, da Austrália, ganhou o campeonato masculino. Junto com o Open da Austrália, o Torneio de Roland-Garros e o US Open, o Torneio de Wimbledon constitui o conjunto de torneios do Grand Slam, sendo o terceiro dos quatro e o único deles disputado em quadras de grama.

Raquete A primeira raquete de Tênis com encordoamento vertical, como as de hoje, surgiu em 1583, substituindo a transversal. Um século depois, foi desenvolvido o modelo de cabo mais longo em relação à área de impacto. O aparecimento da raquete com cabo liso foi em 1891, o que ajuda a evitar as habituais torções no pulso. Nessa época também aconteceu uma grande revolução no formato: O lançamento dos primeiros modelos ovais. A área de batida das bolas também se renovaram, com os minúsculos quadrados do encordoamento. Hoje em dia, a raquete mais moderna tem a abertura na armação que reduz a resistência do ar, com a área de batida menor e a corda mais fina. A superfície de contato deve ser plana e ser formada por um padrão de cordas cruzadas conectadas à sua moldura. 82 .

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circuitodeesportes.com.br 84 .

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Beto Basile

Alexandre Malzoni

João Castelli

Carol F. Castelli

Quadras de Tênis do Ipê Golf Club

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IV Tennis Challenge Manuel Balau

João Carvalho Jogos Masculinos

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Elisete Dutra

Silvana Gallo Finais Categoria Feminina

Ana Maria Vilela Rosa e Carla Freitas Pedro Balau

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Felipe Simioni

Equipe Freddo

Renato Nogueira e José Roberto Carvalho

Pedro Almeida

Eduardo e Fernanda Camarero

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Talita, Danilo Robusti e seu filho

Enoch de Paula, Pedro Comin, Esdras Santana

Otávio Motta Luiz

Dudu Linhares

Tatiana D. Castaldelli, Lu Fiorati, Fernanda Camarero, Caroline Bavaresco, Gabriela M. Uehara, Patrícia Biava, Daniela Castaldelli, Silvia Biagi, Fabiana Junqueira e Melina Azevedo

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Fernando Uehara e Ana Cláudia Aneas

Natália Colasso, Melina Azevedo, Livia Basile

Carla Suave e Felipe Scavazzini

Equipe Copema

Daniela Castaldeli, Juliana e Silvana Gallo

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Leonardo Carvalho, Tiago Felício e Lucas Vasconcellos


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Graziela Tironi

Melinha Basile

Fernanda Zacherini

Graziela Tironi

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Roberto Basili e Marcelo Mazzetto Elisete Dutras e Juliana Gallo

Rafael Lian e Augusto S. Gabriel Caito F. Guimarães e Socrates Jr.

Silvana Gallo e Adriana Leite

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José Eduardo Chiarelo e Davi Sampaio


Leonardo Carvalho e Fรกbio Junqueira

Moacir Dutra e Guilherme Pedro

Pedro Martins e Pedro Tannus

Elenir Furini e Wilson Pompilho

Finalistas categoria Masculino IV Tennis Challenge


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O Melhor Carro do Mundo Apesar das origens diferentes, a paixão pela engenharia e a ambição em criar o melhor carro do mundo uniram Charles Rolls e Henry Royce para formarem uma companhia que mudaria para sempre a história automobilística.

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Rolls-Royce Motor Cars nasceu de um desejo mútuo de dois homens apaixonados por engenharia elétrica. Nascido em Londres em 1877, Charles Rolls era o terceiro filho de uma família nobre da Berkeley Square. Ele estudou engenharia em Cambridge e foi o primeiro universitário a ter um carro. Já Frederick Henry Royce começou a trabalhar aos 9 anos de idade. Nascido em 1863 em Peterborough, na Inglaterra, vendeu jornais e trabalhou com telegramas antes de fazer fortuna. Aos 14 anos, uma tia pagou para ele aprender com a companhia ferroviária Great Northern Railway. Trabalhando com um dos engenheiros da empresa, Royce aproveitou todas as oportunidades para se educar. Com um talento natural para engenharia, conseguiu um emprego com a Electric Light and Power Company. A verdadeira ambição de Royce era atuar na engenharia em tempo integral, por isso ele começou um negócio com um amigo engenheiro, no qual trabalhavam fazendo componentes elétricos. Foi nessa época que patenteou melhorias na lâmpada de baioneta que estão em uso até hoje. Quando comprou um Decauville de dois cilindros de segunda mão, Royce de fato se interessou pela construção de automóveis. Ali, Let’s

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teve um desejo instintivo de perfeição e de uma ética de trabalho inata que mais tarde tornou-se o pilar da filosofia Rolls-Royce: “Tire o melhor que existe e melhore”. Porém, Royce encontrou falhas no Decauville e prometeu fazer melhor. Em 1903 ele já havia projetado e construído seu primeiro motor a gasolina e, em 1904, dirigiu seu primeiro carro de motor 10hp, um “Royce”, construído em sua fábrica em Manchester. No mesmo ano, Charles Rolls já havia se tornado um motorista realizado e quebrado recordes de velocidade. Mas estava frustrado por conseguir vender somente motores importados em sua concessionária. Então seu amigo Henry Edmunds, um acionista da companhia de Royce, organizou uma reunião entre os dois. Rolls e Royce se conheceram pela primeira vez em maio de 1904, em Manchester. Poucos minutos depois de ver o cilindro duplo de Royce, 10hp, Rolls sabia que ele havia encontrado o que estava procurando. A virada do século 20 marcou o início de uma parceria extraordinária: Henry Royce, engenheiro bem-sucedido, e Charles Rolls, dono de uma das primeiras concessionárias de automóveis do Reino Unido, concordaram em vender automóveis sob o nome de Rolls-Royce. Então, enquanto Rolls e Royce estavam ocupados construindo e vendendo seus automóveis, foi o parceiro da Rolls, Claude Johnson, que assumiu o papel de Diretor

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Gerente e expandiu a reputação da empresa novata. Ele criou a frase “O Rolls-Royce de seis cilindros – não um dos melhores, mas o melhor carro do mundo”, a qual seria para sempre associada à marca. Em 1907, a Rolls-Royce produziu o Silver Ghost, automóvel que fundou o lendário status da marca e demonstrou um nível de conforto e confiabilidade que os críticos o chamaram de “o melhor carro do mundo”. Apesar do título lendário, Silver Ghost foi eliminado em 1925 e substituído por New Phantom. Mais tarde conhecido como Phantom I, este modelo foi construído tanto no Reino Unido como nos EUA. A década de 1920 também marcou o início da Rolls-Royce na engenharia da aviação. Em 1930, teve a chegada do Phantom III – o primeiro Rolls-Royce a ser construído com um motor V12. Os anos 1940 viu novos desenvolvimentos em design. Já a década seguinte marcou o início de uma longa relação entre Rolls-Royce e a família real. Substituindo Daimler como o fornecedor preferido de automóveis para a monarquia britânica, a Princesa Elizabeth recebeu o primeiro Phantom IV, em 1950, projetado exclusivamente para realeza e chefes de estado e um dos mais raros carros Rolls-Royce do mundo, com apenas 18 construídos. No final da década de 1950, o Phantom V chegou, com motor V8, um enorme sucesso. Let’s

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Quando o Swinging Sixties (época de efervescência cultural nos anos 60) começou, RollsRoyce passou a apelar para um novo tipo de cliente: Atores, estrelas do rock e celebridades escolheram a marca como um símbolo de seu sucesso. Além disso, a marca foi parar nas telonas com o filme The Yellow Rolls-Royce, de 1965. No mesmo ano, John Lennon comprou um Phantom V. Na década de 1970 a Rolls-Royce foi dividida em duas após vários problemas no desenvolvimento do motor de jato RB211, tendo por resultado sua estatização. Na mesma década, o governo britânico vendeu a divisão de carros para que a Rolls-Royce Limited se concentrasse na produção de aero-motores - a divisão ficou sendo a Rolls-Royce Motors, que foi comprada pela empresa britânica Vickers em 1980, produzindo Rolls-Royce ao lado de carros motorizados da Bentley. A Rolls-Royce Limited continuou como uma companhia estatal até 1987, quando foi privatizada, tornando-se a Rolls-Royce plc, que possui divisões marítima, aviação civil e militar, nuclear e de energia. A década de 1990 marcou um novo capítulo na história da marca quando em 1998 o Grupo BMW comprou os direitos de produzir automóveis Rolls-Royce.

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A Aliança entre

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Homem e Cavalo O Hipismo envolve diferentes provas, como saltos, adestramento, corridas e atrelagem. Cada uma delas são herdadas de diferentes épocas e situações, mas juntas fazem atualmente um dos esportes mais antigos do mundo e a maior modalidade envolvendo cavalos

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s primeiras referências do Hipismo são das Corridas de Bigas, ainda na Antiguidade, na Grécia, quando cavalos puxavam os homens em uma pequena charrete e juntos disputavam em circuitos ovais. Há relatos de que as corrida foram incluídas na edição das Olimpíadas de 648 a.C.. Antes disso, tiveram início os métodos de adestramento dos animais para fins militares, pois acreditavam que era necessário a boa relação entre o homem e o cavalo para encarar uma batalha. O primeiro relato de que se tem notícia vem de 1.360 a.C., elaborado por Kikkulis, hábil adestrador e professor de equitação do antigo reino de Mitanni, localizado em uma região que hoje abriga parte das terras de Turquia, Síria e Iraque. 102 .

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Muito tempo depois, durante o Renascimento (século XVII), o adestramento foi revitalizado com a criação da Escola Espanhola de Adestramento, em Viena, Áustria, onde criaram suas bases mais modernas. Porém, até este período, o “conjunto”, nome dado à dupla cavalo e cavaleiro (ou amazona) sempre existiu quando nobres saltavam durante suas caçadas. Acompanhados por cães, eles perseguiam raposas sobre seus cavalos e se deparavam com vários obstáculos naturais, como troncos, pequenos riachos, cercas vivas ou o que viesse pela frente. Na segunda metade do século 19, o que era lazer e diversão ganhou as primeiras regras e contornos de seriedade. Esse nobres praticantes resolveram criar um circuito com os obstáculos reproduzindo as caçadas, então a arte de saltar com cavalos como competição teve sua origem: Em 1868, a Real Sociedade de Dublin em Bell´s Bridge promoveu uma prova de salto em altura e outra de salto em distância, com o objetivo de testar a capacidade dos cavalos de caça. Como desafio, o conjunto tentava provar força, destreza, técnica e

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coragem, além de harmonia entre cavalo e cavaleiro. Alguns anos depois, em 1881, a mesma Real Sociedade de Dublin voltou a inovar e desenvolveu o que seria um modelo para as competições atuais. Foi criada uma pista em que os conjuntos tinham que superar quatro obstáculos. No início do século 20, o italiano Federico Caprilli revolucionou a técnica de saltos com cavalos ao propor uma teoria em que o cavalo corre melhor quando tem a liberdade de movimentos e consegue estender seu pescoço. Assim, Caprilli criou um refinado método para que o animal não sofresse com o puxar das rédeas, podendo saltar sentado, sem precisar inclinar-se para trás. A técnica foi batizada de “assento adiantado” e fez de Caprilli o pai do Hipismo moderno. No Brasil, a primeira competição ocorreu de forma rudimentar em 1641 no “Torneio de Cavalaria” em Maurícia, hoje a cidade de Recife, Pernambuco, por iniciativa do príncipe holandês João Mauricio. Em 1863, o esporte começou a crescer com a criação da Escola de Equitação de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, mas ganhou força somente a partir de 1935, com o nascimento da Federação Brasileira de Hipismo.

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CCE O Concurso Completo de Equitação (CCE), uma das provas do Hipismo, começou a ser disputado por volta de 1902, pela cavalaria francesa. O objetivo dos militares da França era mostrar que suas montarias, utilizadas em batalhas por territórios, por exemplo, eram boas em todas as atividades: adestramento (disciplina e força), salto (obediência e força) e o cross country, que é um circuito longo com diversos obstáculos - na época, comparado a um campo de batalha.

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No começo, apenas homens militares podiam disputar as provas de CCE, inclusive quando ela passou a fazer parte das Olimpíadas, em 1912, em Estocolmo, na Suécia. Essa também foi a primeira vez que a modalidade foi vista como uma competição, não mais como uma prova de capacidade das montarias para batalhas nas guerras. Atualmente, como é disputado nas Olimpíadas, o Hipismo CCE conduzido da seguinte forma: No adestramento, o cavaleiro precisa comandar o cavalo em movimentos obrigatórios, como passos, trotes e galopes, na área de competição plana; cross country é disputado em um trajeto ao ar livre, com obstáculos que exigem algo em torno de 45 saltos dos cavalos – é preciso terminar o percurso dentro do tempo concedido e com o menor número de faltas. Na disputa de saltos, os cavaleiros precisam passar por até 12 obstáculos mais simples do que os de cross country.

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Foto: Renan Bin

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Saint Clair de Aguiar

Foto: Renan Bin

Andressa Macedo

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Fotos: Renan Bin

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Luisa Ribeiro Parolin Felipe Pacheco

Wesley Moraes

Isabela Mesias Calixto

Remo Tellini

Sofia Felicio

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Tales Tofeti

Alexandre Vasconcelos Costa

Renato Rodrigues dos Santos

Ricardo Feres

Marcelo Tosi

Rodrigo Junqueira Res Marchezzi Let’s

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Fotos: Renan Bin

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Isabela Surita, Heloisa do Valle, Euclides F. Neto, Letícia Funada, Danielle Rocha

Zelma, Gilson e Flávia Abdu

Vinicius Pongitor e Glaucia Pongitor

Letícia Guiaro, Darcio Fabri, Carol Soares

Milton Marcondes

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Cris Carasso, Kleber Santos e Mônica Privato dos Santos

Reconhecimento de Pista dos Competidores

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Fernando Morbin, Gabriela Faber e Fernanda Sarti

Isadora Russo, Catarina Castro, Eduarda Engler, Carolina Engler, Gabriela Salomão, Victoria Mendonça e Carolina Marteleto

Andrea Bormann, Christiane Sette e Maudiê Santos

Candinha Vilela Rosa, Juliana Seabra e Carla Salomão Barbosa Lima

Rafael Martinez, Luiz Bento, Rodrigo Marchezzi e Joelcio Junior

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Tales Vilar, Icaro Vilar, Adilson Haddad e José Abdo Teodoro


Shaady e Gabriel Cury Marco Calixto, Alfredo Engler, Marcos Barbosa, Lima e Adenilson Grace

Hugo Tosi, Sidnei de Souza e Marcelo Tosi

Caio Tofeti, Tales Tofeti e Priscila Lopes

Henrique Azevedo, Paula Vicente de Paula, Carol Camargo, PatrĂ­cia Marcondes

Cejanna Sampaio, Fernanda Neves e Humberto Bortolo

Sofia e Giordano Camargo

Felipe e Ruy Pacheco

Rivaldo Junior, Eduardo, Guega, Rivaldo, Neide, Marcelo e Laura Marchezzi

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Marina Sbicca, Adriana Medeiros, Fábio de Castro

Remo Telline, Renato Martinez, Rui Pacheco e Felipe Pacheco

Remo Telline

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Lorenzo Biagi, Rafael Martinez e Abdré Paro


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Francisco Musa, Felipe Pacheco, Bruno Peçanha, Renato Rodrigues, Luis Bento e Alexandre Vasconcelos

Comemoração Chandon

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Top Five Vodkas C

ada vez mais diferentes drinks invadem os menus de bares e afins. E nas receitas dessas bebidas a vodka aparece com frequência, experimentando uma onda renovada de popularidade. Incolor e com um gosto neutro este destilado fornece possibilidades ilimitadas em termos de produção e branding. Aqui, você confere as 5 top vodkas premium no mercado:

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Finlandia

Feita na “terra do sol da meia-noite”, a vodka Finlandia tem sido altamente elogiada internacionalmente desde que apareceu nas prateleiras da Escandinávia e dos EUA em 1970. Produzida na vila finlandesa de Koskenkorva com uma garrafa projetada para transmitir a ideia de “gelo derretido”, esta vodka é o resultado de um longo processo de destilação envolvendo mais de 200 etapas individuais. A bebida final é uma mistura pura, com água de fonte glacial não filtrada e ainda em versões inovadoras, como a de toranja, que provou ser popular entre os críticos, ganhando três vezes o Double Gold na categoria de vodka com sabor no San Francisco World Spirits Competition, desde o seu lançamento, em 2006.

Snow Queen

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Snow Queen é uma vodka do Cazaquistão para enfeitiçar qualquer entusiasta de destilados premium. Originária de trigo orgânico misturado com água da nascente do pé do Himalaia, este produto cinco vezes destilado utiliza um diferenciado processo de purificação envolvendo carvão cazaque. É outra ganhadora do prêmio Double Gold no San Francisco World Spirits Competition, é descrita como tendo um aroma com uma pitada de especiarias maduras, uma textura sedosa e um toque final fresco e cremoso de anis.

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Cîroc

Feito de conhaque de uvas em vez de grãos, a Cîroc oferece algo um pouco diferente para o mercado de bebidas destiladas. É uma vodka lisa e sedosa, destilada a partir de uvas colhidas em temperaturas baixas, em ponto de congelamento. Os tipos Mauzac e Ugni Blanc são então fermentados a frio em vinho e depois destiladas cinco vezes – uma característica superior desta vodka. A popularidade de Cîroc subiu rapidamente entre os consumidores jovens influentes nos últimos anos depois que o rapper P. Diddy se tornou seu embaixador em 2007. Além de seus sabores de coco, frutas vermelhas e pêssego, a marca lançou também a primeira vodka com sabor amaretto.

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Chase Vodka

Em uma fazenda familiar em Herefordshire, na Inglaterra, esta única vodka à base de batata foi criada usando técnicas artesanais tradicionais. Chase Vodka é produzida por King Edward e Lady Claire, das batatas cultivadas em sua propriedade própria da família Chase, onde são destiladas usando uma panela de cobre e a coluna de retificação mais alta na Europa. Além da original vodka de batata, a família empreendedora – também responsável pela elaboração de Tyrrells Potato Crisps – oferece vodkas de ruibarbo, marmelada, carvalho defumado e sidra de maçã, todas engarrafadas e rolhadas à mão.

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Sipsmith Produzida em pequenos lotes em uma micro-destilaria de West London, a vodka Sipsmith é um arquétipo da abordagem da antiga indústria de bebidas modernas. Usando um cobre ainda único (nomeado “Prudence” por seus proprietários), Sipsmith abandonou a filtração, em vez disso, permitindo que o cobre remova de forma eficaz todas as impurezas, tornando-se uma vodka única à base de cevada. A bebida inovadora é descrita como tendo um “nariz” de nozes com um toque de especiarias, além de uma textura elegante e um acabamento “doce-seco”. Essa independente empresa de bebidas destiladas também produz o tradicional gin britânico seco, bem como uma saborosa vodka de ameixa.

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Oásis de Cultura Um dos cenários mais fascinantes do planeta, o Deserto do Atacama, no Chile, é um leque de possibilidades para turistas e aventureiros em busca de história e belezas naturais

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e Natureza

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ocalizado no norte do Chile, até a fronteira com o Peru, o Deserto do Atacama possui riquezas naturais surpreendentes. Visado por turistas, esportistas, aventureiros, historiadores e arqueólogos, o deserto oferece uma diversidade de belezas que vão de altiplanos arenosos a montanhas e vulcões, de extensas salinas a gêiseres que expelem jatos de águas termais, de lagoas coloridas a vales verdejantes e cânions de águas cristalinas. Resultado de milhares de anos de transformações geológicas, a região oferece um espetáculo de cores e luzes e transmite toda força de uma natureza singular. Construções herdadas de civilizações passadas também fazem parte do deserto. Primeiramente habitada pelos atacamenhos, povo da região, e pelos nativos Aymaras, a área recebeu um legado inestimável em termos arqueológicos. Há importantes manifestações de arte rupestre pré-colombiana, que é o berço de uma das maiores esculturas de figura humana feita na pré-história, o Gigante do Atacama. Nas profundezas do deserto também há ruínas e fortalezas intactas, como as Vivendas Circulares de Tulor, de 800 a.C., e o centro administrativo Inca. Com cerca de 1000 km de extensão, Atacama é considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, características que estão diretamente relacionadas. A seca é consequência da altitude, pois a Cordilheira dos Andes impede as nuvens de descarregarem sua água antes de chegarem ao deserto, podendo deixá-lo muito

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travel | Let’s tempo sem chuva. Já as temperaturas variam entre 0°C à noite a 40°C durante o dia. A região, apesar de não ter um índice pluviométrico relevante, consegue abolir a ideia de que desertos são porções de terra esquecidas e sem vida, pois belíssimos oásis surgem às margens dos rios que cortam a aridez da terra, servindo de fonte de vida tanto para os habitantes da região quanto para os animais que vivem por ali. Um oásis do deserto é São Pedro de Atacama. Com pouco mais de 3 mil habitantes e a 2.400 metros de altitude, a cidade mais conhecida da região serve de ponto de encontro entre viajantes e aventureiros, pois tem uma vida agitada, com opções de bares e restaurantes. São Pedro também oferece cultura e mantém um dos principais museus da região, o Museu Del Padre Le Paige. Fundado pelo padre belga Gustavo Le Paige em 1957, possui um acervo arqueológico com mais de 300 mil peças de cerâmica – algumas datadas de 3000 a.C. – além de fragmentos de tecido, múmias e material arqueológico descobertos na área local, representando o povo atacamenho e sua cultura. Outros importantes pontos turísticos de San Pedro de Atacama são a Igreja de San Pedro, do início do século XVI, uma linda construção deixada pelos antigos colonizadores espanhóis, e a

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fortaleza Pukara de Quitor, do século XII, localizada em um sítio arqueológico a 3 quilômetros da cidade, que foi proclamada monumento nacional em 1982. Apesar de San Pedro de Atacama propor uma filosofia de liberdade e aventura, a cidade também reúne viajantes que não abrem mão de conforto e requinte. O lugar conta com hotéis cinco estrelas cheios de charme e vistas incríveis, incluindo para as montanhas avermelhadas e o Vale de Catarpe, cartões postais da região. Estes hotéis ainda oferecem atividades guiadas, como caminhadas, passeios a cavalo e de bike a algumas das paisagens mais deslumbrantes do planeta. Um deles é o Alto Atacama Desert Lodge & Spa, que integra natureza, sustentabilidade e cultura local em uma atmosfera de exclusividade – são apenas 42 acomodações. Outro é o Tierra Atacama, de design primoroso. Construído em uma área arqueológica, sua arquitetura foi feita com o objetivo de preservar as características locais. Mas as opções de hospedagem com luxo não param por aí, pois o Deserto do Atacama é um cenário perfeito para quem busca experiências únicas ao viajar.

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