Diário Indústria&Comércio - 24 de fevereiro de 2017

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DiárioIndústria&Comércio Curitiba, sexta-feira a domingo, 24 a 26 de fevereiro de 2017 | Ano XL | Edição nº 9742 | R$ 2,00 | edição estadual

DESDE O ANO 1976, CONFIÁVEL. INTELIGENTE. INFLUENTE.

Restaurante do Capanema será reaberto em breve e terá refeições gratuitas

Juiz Sérgio Moro defende necessidade de prisões preventivas na Lava Jato

Rotativo do cartão de crédito bate novo recorde na taxa de juros Economia A3

Empresas do Simples podem ser liberadas de multa em demissões Decisão judicial abre precedente para que empresas enquadradas no Simples Nacional sejam liberadas da multa extra de 10% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em caso de demissão sem justa causa. Negócios A6

Rodovias do Paraná terão novos dispositivos de segurança Geral A2

Fábio Campana Temer escolhe Serraglio

Nacional A4

Patrões e empregados pedem maior redução dos juros O recolhimento das receitas federais brasileiras tem registrado sucessivas quedas devido à contração da atividade econômica. Outubro e novembro de 2016 foram exceções Todos que estão acostumados aos ajustes da relação capital-trabalho, muitas vezes resolvidas ao berros em cima de um caminhão, ou dentro de uma sala com a Justiça permeando a briga, estranha que quando o assunto é a taxa básica de juros do Brasil (Selic), os discursos se aproximem tanto. De esferas tão distintas da sociedade saem vozes tão parecidas que o assunto pede atenção. Pela quarta vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic em 0,75 ponto percentual.

Taxa de desocupação diminui no Paraná

Número de pessoas ocupadas no Estado passou de 5,38 milhões para 5,46 milhões no último trimestre de 2016

Economia A3

Economia A3

Osmar Serraglio é o novo ministro da Justiça José Cruz/Agência Brasil

O deputado federal Osmar Serraglio (PMDBPR) aceitou o convite feito por Temer para assumir o Ministério da Justiça.

SAUL RAIZ FOI MODERNIZADOR DO PARANÁ, COM NEY

Edital na Página 00

Presidente Temer confirmou Osmar Serraglio (PMDB-PR) como o novo ministro da Justiça

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Estados precisarão Publicação de 01 edital somente. privatizar empresas para ter ajuda federal

Economia A3 Publicação de mais de 01 edital na mesma página.

Superávit do Governo tem recorde em janeiro

O Governo Central, formado pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registrou, para meses de janeiro, o terceiro maior superávit primário da história. O motivo foi a redução das despesas em ritmo maior que a queda nas receitas. Editais nas Páginas 00 e 00

Os brasileiros que moram no exterior e têm contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) que ficaram inativas também poderão sacar os recursos. Caso o trabalhador já tenha conta na Caixa Econômica, o procedimento é o mesmo para cidadãos que vivem no Brasil: se for apenas uma conta-poupança, o crédito cairá automaticamente no dia previsto no calendário do FGTS inativo.

Nacional A4

Os estados interessados em aderir ao regime de recuperação fiscal precisarão apresentar contrapartidas relacionadas a privatizações e aumento de alíquotas previdenciárias de servidores ativos, inativos e pensionistas. Isso, caso o Congresso aprove a matéria na forma como foi encaminhada pela Presidência da República.

Editais Página Editais na na Página A5 00

O Relatório de Administração 2016 foi divulgado ontem pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). No período, a empresa contabilizou lucro líquido de R$ 626,8 milhões – acréscimo de 43% em relação ao ano anterior. A ampliação da base de clientes e do volume faturado foram alguns dos destaques que levaram ao desempenho positivo da Companhia.

Brasileiros que vivem no exterior também podem sacar FGTS inativo

Aroldo Murá

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Sanepar teve R$ 626,8 mi de lucro no ano passado

Geral A2

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A memória do brasileiro é fraca. Saul Raiz, um dos nomes mais fortes no processo de modernização do Paraná, sentiu isso na carne.

Geral A2

Economia A3

editorial

Redução tímida dos juros

A

última reunião do Copom trouxe a redução de 0,75% à taxa Selic. Poderia ser mais? Todos os cenários econômicos sinalizam que sim. Poderia ser acima de 1 ponto percentual ou até 1,25%. Se isso ocorresse seria uma força motivadora para a volta do tão sonhado crescimento. O BC prudente e ao mesmo tempo tímido não consegue alcançar a desestruturação da economia brasileira provocada pela manutenção longa das elevadas taxas de juros até o primeiro semestre de 2016. A recessão tão comentada e constatada na vida das empresas foi

obra do BC com sua política de derrubar a inflação a qualquer preço e a qualquer custo.

O

custo nós já conhecemos. No último ano, quase R$ 600 bilhões foram destinados a remuneração dos aplicadores em títulos do Tesouro. Nenhum país do mundo tem um custo tão elevado com a dívida pública. Está nítido que o Banco Central só tem a política de taxa de juros como instrumento para contenção da inflação. Se só se tem uma bala de prata, tem-se pouco para enfrentar as forças que aceleram a inflação para o alto.

Economia A3

Publicação de mais de 01 edital em páginas distintas.

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O

s preços administrados pelo governo não estão sujeitos a influência do BC. As agências reguladoras não estão preocupadas com os reflexos de suas decisões e o impacto nos índices que medem a inflação. O IPCA é apenas um deles. Temos quase uma dezena de índices que são utilizados para reajustes de tarifas e serviços submetidos aos controles das agências. Portanto, afirmar que o BC fez um movimento tímido está mais para a verdade real do que para uma pós-verdade.


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