VIOL NCIA DOM… STICA. Dois crimes por mÍ s VÌ timas ainda tÍ m medo de denunciar
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DestruiÁ „ o TOTAL
SEMPRE AO SEU LADO! Edição nº 678
Ano 13
Elizabeth sofria em silÍ ncio e sem ninguÈ m saber. Visı es, audiÁ ı es, pesadelos... nada fazia atenuar a dor que estava a destruir o seu interior Pág 4
folhadeportugal.pt
18 a 24 dez 2016
Edição Nacional e Ilhas
Jornal de distribuição gratuita
71.000 exemplares
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PESO CASO DE VIDA OU MORTE H· quem procure na comida um escape ou quem olhe para o espelho e veja um falso reflexo. Em ambos os casos, o risco È iminente
Basta um percalÁo na vida para que muitos deitem tudo a perder... estes s„ o os pessimistas, que acreditam que o pior, mais cedo ou mais tarde, ir· sempre acontecer... P· gs 6/7
ConheÁ a a histÛ ria verÌ dica de Maria Pinto P· gs 8/9
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"TENTEI ENVENENAR≠ ME DUAS VEZES!" Francisco estava num caminho que parecia sem retorno Pág 4
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2016, UM ANO DEDICADO ¿ DISCIPLINA O projeto promoveu v· rios estu≠ dos que levaram muitos homens a aprender a melhorar Pág 10
... CONTUDO, H¡ QUEM TENHA A CAPACIDADE DE CRIAR UMA NOVA REALIDADE, CONHE« A AS SUAS HIST”RIAS...
ì N√ O ENCONTRAVA MOTIVOS PARA VIVERî Ana Serafim
ì ERA UMA PESSOA INSEGURA E INDEFINIDAî Miquelina Pietro
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Reflexão ì Deus sÛ livrou o Seu povo quando este clamouî
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AtÈ quando vocÍ vai SUPORTAR esse problema? ... Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abra„ o, o Deus de Isaque, e o Deus de JacÛ . E MoisÈ s encobriu o seu ros≠ to, porque temeu olhar para Deus. E disse o SENHOR: Tenho visto atentamente a afliÁ „ o do Meu povo, que est· no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheci as suas do≠ res. Portanto desci para livr· ≠ lo da m„ o dos egÌ pcios, e para fazÍ ≠ lo subir daquela terra, a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel...î ( xodo 3.6≠ 8). Quando avaliamos, meditamos na Palavra de Deus, nas Suas Promes≠ sas e no cumprimento das mesmas, observamos as maravilhas. E isso n„ o È nada mais nada menos do que o reflexo do que Deus faria nos dias de hoje e far· sempre para com as pessoas que creem níEle, que creem no mesmo Deus de
Abra„ o, Isaque e Israel. Quando MoisÈ s ouviu a Voz de Deus, dizendo: ì vi a afliÁ „ o do Meu povo, ouvi o seu clamor e desci para livr· ≠ lo das m„ os dos egÌ pciosî , animou≠ se, porque n„ o estava a ouvir a palavra de qualquer um, estava a ouvir a Palavra do Mesmo Deus que um dia falou com os seus pais Abra„ o, Isaque e Israel. Passaram mui≠ tos anos, o povo de Israel j· estava h· 430 anos na escravid„ o no Egito, mas Deus sÛ b livrou aquele povo quando este clamou. Talvez vocÍ venha a suportar e a aguentar a sua dor. A suportar a sua misÈ ria familiar, o seu mau casamento, a sua sa˙ de fragilizada, o seu problema econÛ mico... VocÍ tem administrado os seus problemas, porque tem aguentado. Foi assim com o povo de Israel, que
vinha a suportar a escravid„ o, atÈ que chegou a um ponto insustent· vel. AÌ o povo clamou e Deus ouviu. Mas, se Deus estava atentamente a ver a afliÁ „ o do Seu povo, porque È que Ele n„ o veio ao encontro da sua necessidade? O povo sabia que tinha uma promessa nas m„ os, mas pensava, tal como muitos crentes pensam. Eles tinham conheci≠ mento, porÈ m, n„ o faziam nada. Espera≠ vam que essas promessas se cumprissem automaticamente. Entre as promessas de Deus e o cumprimento das mesmas existe um v· cuo, um enorme abismo. Deus prometeu libertar os filhos de Is≠ rael, mas Ele sabia que somente depois de eles terem clamado È que Ele desceria. Houve um clamor que chamou a atenÁ „ o de Deus. Houve uma aÁ „ o para que Deus reagisse em benefÌ cio do Seu povo.
ì Houve uma aÁ „ o para que Deus reagisse em benefÌ cio do Seu povoî
ì Sentia que me queriam sufocarî Quando o nosso interior n„ o est· bem e n„ o existe espaÁ o para a paz, todas as outras · reas da nossa vida tendem a ser afetadas, foi o que aconteceu com Rosa Rosa Valente, CdA Aveiro (Av. LourenÁ o Peixinho, n∫ 181)
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osa viu a sua vida ser ator≠ mentada por todo o tipo de problemas de sa˙ de, fami≠ liares e financeiros, os quais tive≠ ram origem no seu desequilÌ brio interior e espiritual. ì Sofria com problemas espiri≠ tuais, pois via vultos e ouvia vozes de pessoas que j· tinham falecido, o que me deixava muito assusta≠ da. Cheguei ao ponto de conseguir sentir o cheiro de tabaco como
se essas pessoas estivessem a fumar ao pÈ de mim! Para alÈ m disso, fui alvo de ameaÁ as de morte por parte desses es≠ pÌ ritos e sentia que me queriam sufocar. Parecia mesmo que ia morrer! Tudo isso afetou a minha vida em to≠ das as · reas: na sa˙ de, sentia≠ me como
ì Parecia mesmo que ia morrer!î se fosse j· muito velhinha, pois andava sempre cansada, sufocada e surgiram≠ me problemas de coraÁ „ o; em casa, aconte≠
ciam frequentemente contendas entre os membros da famÌ lia, as quais nem nÛ s conseguÌ amos saber qual era a origem; a nÌ vel financeiro, comecei a ter problemas com as vendas.î LIBERTA« √ O. ì Quando conheci o Cen≠ tro de Ajuda, comecei a participar nas correntes de oraÁ „ o realizadas ‡ s sextas≠ ≠ feiras para alcanÁ ar a minha libertaÁ „ o. Depois de colocar a minha FÈ em pr· ≠ tica, a minha vida foi totalmente trans≠ formada! Hoje, estou livre de todos os problemas, sobretudo a nÌ vel espiritual. Agora, n„ o vejo mais vultos, nem ouÁ o mais vozes e consigo dormir muito bem.î PUBLICIDADE
Folha de Portugal
“Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a Eternidade.”
Av. Marechal Gomes da Costa n.∫ 21≠ D 1800≠ 255 Marvila ≠ Lisboa Tel: 219 016 650
Diretor: Jo„ o Filipe jf.d@folhadeportugal.pt Editor: Iurd RedaÁ „ o: Joana Marques e Carla Vaz Assistentes de RedaÁ „ o: Cl· udia Pereira e Nilza Barros Revis„ o:Nilza Barros PaginaÁ „ o: Andreia Duque, Carlos Paredes, Diogo Almeida e Eliane Rosa Correio do Leitor / Publicidade geral@folhadeportugal.pt
Folha de Portugal TÌ tulo registado no ERC com o n∫ 125046 Proprieda≠ de: IURD Sede administrativa: Praceta Professor Francisco Gentil, n∫ 3 ≠ PÛ voa de Santo Adri„ o ≠ Lisboa NIPC: 592001679 Periodicidade: Semanal Impress„ o: Lidergraf, Artes Gr· ficas, SA. ≠ Rua do Galhano, n.∫ 15 ≠ 4480≠ 089 Vila do Conde, Portugal Tiragem: 71.000 exemplares DepÛ sito Legal: 322699/11 DistribuiÁ „ o: Gratuita CirculaÁ „ o: Portugal Continental e Ilhas. Todas as fotografias e imagens que n„ o est„ o devidamente identificadas, reservam≠ se os direitos de autor. Todas as fotografias respeitantes aos Centros de Ajuda s„ o da responsabilidade dos mesmos.
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Uma rádio online, à qual todos poderão aceder e escutar, de forma contínua a Positiva é um marco, pois trata-se da materialização de um projecto pessoal e abrangente, já que qualquer pessoa, em qualquer parte do Mundo, poderá conectar-se à mesma!
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VÌ timas ainda T M MEDO de denunciar Dois crimes por cada mÍ s foi o n˙ mero registado de tentativas de homicÌ dio em Portugal, em 2016 RedaÁ „ o
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ecentemente, foi assi≠ nalado o Dia Internacio≠ nal para a EliminaÁ „ o da ViolÍ ncia Contra as Mulheres e foi neste ‚ mbito que a APAV (AssociaÁ „ o de Apoio ‡ VÌ tima) relembrou que o fenÛ meno da violÍ ncia domÈ stica contra as mulheres abrange vÌ timas de todas as condiÁ ı es e estratos sociais e econÛ micos; e que os seus agressores tambÈ m s„ o de diferentes condiÁ ı es e estratos sociais e econÛ micos. Segundo os dados da Associa≠ Á „ o, as mulheres representam mais de 81% das pessoas aten≠ didas na sua rede nacional de 15 Gabinetes de Apoio ‡ VÌ tima. Mas, apesar dos n˙ meros ele≠ vados, ì as pessoas est„ o mais sensibilizadas para a den˙ nciaî de acordo com Daniel Cotrim,
assessor tÈ cnico da direÁ „ o da APAV. A VÕ TIMA. Antes de a violÍ ncia domÈ stica ser considerada um crime p˙ blico, muitas mulhe≠ res sÛ denunciavam a situaÁ „ o em que viviam depois de 20 ou 30 anos de vitimaÁ „ o. Por nor≠
ma, quando os filhos j· teriam saÌ do de casa e j· n„ o existi≠ ria qualquer desculpa para se submeterem ‡ quela situaÁ „ o. ì Hoje em dia, quando olhamos para o perfil da vÌ tima vemos mulheres muito jovens e per≠ cebemos que a duraÁ „ o da rela≠ Á „ o abusiva atÈ contactar com
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foram as vÌ timas de tentativa de homicÌ dio entre o ano de 2004 e 2016.
450
È o n˙ mero apurado de mulheres que foram assassinadas nos ˙ ltimos 12 anos em Portugal.
2016
foi o ano que registou mais tentativas de homicÌ dio de acordo com os dados do observatÛ rio das Mulheres Assassinadas, da Uni„ o Alternantiva e Resposta (UMAR).
a APAV vai dos dois aos seis anosî , disse Daniel Cotrim, realÁ ando o teor altamente vio≠ lento destas relaÁ ı es. ì Rapi≠ damente se passa da violÍ ncia psicolÛ gica, do insulto, para a violÍ ncia fÌ sica, para a tentati≠ va de homicÌ dio ou atÈ mesmo para o homicÌ dioî , acrescentou. O AGRESSOR. No que respeita ao perfil do agressor, este È apre≠ sentado como um homem mais jovem, com idade compreendida entre os 26 e os 55 anos, empre≠
para tratar do seu filho. ì Todo o meu sal· rio ia para consul≠ tas e medicamentos, os meus pais È que me ajudavam na alimentaÁ „ o.î
Com um historial de vÌ tima de violÍ ncia domÈ stica, Sandra n„ o sabia mais o que fazer para alterar tudo aquilo que a tornava infeliz
Sandra Rocha, CdA Figueira da Foz (Rua Vasco da Gama, n∫ 47, r/c)
A
histÛ ria de Sandra come≠ Á ou, desde cedo, a ser pautada pela violÍ ncia. ì En≠ volvi≠ me com um rapaz e des≠ se envolvimento tive um filho. Casei, mas desde ent„ o nunca mais tive pazî , revela. Agredida e maltratada, o seu marido (na altura) tambÈ m ti≠ nha amantes. ì Desesperada, tentei matar≠ me com medica≠ mentos, mas ele obrigou≠ me a tirar tudo da boca. Ent„ o, re≠ solvi fugir, peguei no meu filho e fui para casa da minha m„ e.î VÌ tima de um esgotamento muito grave, Sandra confes≠ sa que nem condiÁ ı es tinha
SEGUNDO CASAMENTO. F oi nessa altura que Sandra conheceu Jo„ o (atual marido), mas a sua situaÁ „ o n„ o melho≠ rou.ì RecÈ m≠ divorciado, Jo„ o tinha um passado mal resol≠ vido. Ele tinha sido traÌ do pela ex≠ mulher, por isso, era mui≠ to controlador e ciumento, o que tornou a minha vida num inferno. Para mim era o fim, queria morrer, estava sempre com depressı es, uma a seguir ‡ outra, e quando estava para terminar um tratamento, logo comeÁ ava outro mais forte.î SA⁄ DE D… BIL.ì Sentia≠ me uma in˙ til e n„ o demorou mui≠ to para que comeÁ assem os problemas no meu trabalho, de tanto faltar e de tantas bai≠ xas. TambÈ m o meu casamen≠
gado, em que o · lcool ou outro tipo de adiÁ „ o n„ o s„ o fatores de≠ terminantes para os episÛ dios de violÍ ncia. Segundos os dados da APAV, na maior parte dos casos (34,4%), o autor do crime È o cÙ njuge, em 15,3% o(a) companheiro(a), em 13,1% o(a) filho(a), em 8,8% o(a) ex≠ companheiro(a) e em 8,2% o pai ou a m„ e. A APAV acrescenta que as queixas registadas cingem≠ se aos 38,9%, face ao total dos au≠ tores dos crimes (22.925).
to foi piorando e cheguei mes≠ mo a estar separada por duas vezes.î Para alÈ m dos problemas de sa˙ de, Sandra tinha que lidar com o distanciamento cres≠ cente do marido, que a deixava cada vez mais revoltada, desa≠ nimada e m· para as pessoas ao seu redor.
ì Estava com depressı es, uma a seguir ‡ outraî A REVIRAVOLTA. ì ApÛ s a minha entrada no Centro de Ajuda, desde o primeiro dia tenho vindo a observar trans≠ formaÁ ı es no meu interior e na minha vida. Atualmente, sou uma mulher saud· vel, n„ o tomo medicamentos, tenho um casamento feliz e tenho amor prÛ prio.î
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Resultados da Fé
“TENTEI ENVENENAR-ME ”
DUAS VEZES!
A solidão causada pelo divórcio levou Francisco por um caminho que parecia sem retorno. Mas, uma oportunidade fez com que recuperasse a esperança de uma nova vida
Francisco Duque CdA Póvoa Varzim (Rua Mouzinho de Albuquerque, nº 67)
P
erdido no mundo do vício, Francisco sentia-se uma sombra do homem que alguma vez fora. O divórcio deixara-o daquela forma, sem qualquer capacidade de resposta ou vontade de se reerguer. A solidão levou a que se envolvesse com muitas mulheres e levasse uma vida dissoluta. “Fiz da minha casa um recinto para as mulheres com quem me envolvia e também consumia muito álcool. Chegava a ingerir cerca de três a quatro garrafas de vinho por dia”, menciona Francisco a sua pior fase. Entretanto, certo de que aquela vida não era para si, um dia, viu na televisão um programa do Centro de Ajuda. “Procurei informar-me do mesmo na minha localidade e foi aí que decidi ir a uma reunião”, afirma.
TENTATIVAS DE SUICÍDIO. “Eu vinha mesmo do fundo do poço. Devido a toda a minha tristeza e desânimo tentei envenenar-me duas vezes, tendo sido encontrado e levado para o hospital. Fui internado no Hospital Magalhães Lemos, especializado em psiquiatria e saúde mental”, revela Francisco o auge do seu sofrimento. NOVA VIDA. “Depois que comecei a participar nas correntes no CdA, a minha vida começou a mudar. Agradeço a Deus pela minha esposa, que para mim é uma pérola preciosa. Estamos casados há cerca de quatro anos, temos um bom relacionamento, onde existe paz, amor, harmonia, compreensão e paciência. Os pensamentos de suicídio acabaram e todo o meu passado foi enterrado e esquecido. Hoje, estou bem de saúde e só penso no presente e no futuro. Deus deu-me uma nova vida!”
“No desespero, bati em muitas portas” Apenas Elizabeth sabia o sofrimento pelo qual estava a passar. Visões, audições, pesadelos... nada fazia atenuar a dor que estava a destruir o seu interior Elizabeth Prata CdA Alvalade (Rua Marquesa de Alorna, nº 25 D)
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esde muito cedo, Elizabeth teve que lidar com pensamentos que a atormentavam: “comecei a ter pensamentos de suicídio, ouvia uma voz que me dizia para me atirar do andar onde morava, porque não iria morrer”. Com a entrada para a faculdade, Elizabeth começou a enfrentar outro tipo de problemas, “iniciaram-se os pro-
blemas espirituais, pois ouvia vozes, tinha pesadelos e via vultos”, assegura. No auge do desespero, a jovem procurou bater em outras portas, que apenas vieram a agravar ainda mais o seu sofrimento. “As consequências foram o descontrolo nervoso e isso refletia-se na saúde, perdendo peso em excesso, sem causa aparente”. A LIBERTAÇÃO. “Após dois anos a ouvir a programação na rádio, resolvi participar numa
reunião de Limpeza Espiritual no Centro de Ajuda. Na mesma semana, libertei-me, tendo parado de ver vultos e, com a perseverança, tornei-me uma pessoa completamente livre dos problemas espirituais e com paz interior. Aprendi a lutar contra os problemas, sempre com a certeza da vitória. Espiritualmente, posso aconselhar pessoas que estejam a passar pelo mesmo problema que eu tinha ou por outros. Hoje, sou realmente feliz”, afirma Elizabeth.
“Aprendi a lutar contra os problemas, sempre com a certeza da vitória e posso aconselhar pessoas que estejam a passar pelo mesmo problema”
Em Destaque
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ASSINALE O QUE ESTÁ A SENTIR: Sem sorte no amor Desunião familiar Problemas económicos Dores de cabeça constantes Sente uma carga negativa Vítima de praga Sente-se perseguido Causas bloqueadas na justiça Pontadas no corpo Doenças incuráveis Sente presenças estranhas Impotência sexual É traído por toda a gente Sente maus presságios Mau olhado/inveja À beira do divórcio Vê pessoas falecidas Pesadelos frequentes Dominado pelos vícios
Desejo de suicídio Stress constante Vítima de bruxedo Acidentes constantes Muita ansiedade Tem complexos Sofre de depressão Nervosismo constante Vê vultos/ouve vozes Insónia constante Sente arrepios/comichão Sente bichos no corpo Mortes frequentes na família Não consegue engravidar
Entregue nas MÃOS DO ESPECIALISTA quando estiver na consulta.
SE ASSINALOU ATÉ: 3 PRECISA DE UM TRATAMENTO 5 PRECISA DE UM TRATAMENTO DE URGÊNCIA 7/+ A SUA VIDA ESTÁ EM RISCO
Especialista Aldo Guimarães
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Tema Capa NÃO DEIXE O FRACASSO VENCER!
Conseguir superar o medo do fracasso dá-nos a capacidade de construir novos caminhos para alcançar o sucesso. Ser confiante é fundamental, MAS SABE COMO O CONSEGUIR?
JOANA MARQUES jo.r@folhadeportugal.pt
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esde pequenos que nos é incutida a busca pelo sucesso. Contudo, por vezes, a pressão é tão grande que acaba por despoletar um sentimento de medo e de insegurança difícil de superar e que se pode arrastar toda a vida. As pessoas bem-sucedidas são aquelas que encaram o fracasso como uma forma de chegar ao sucesso e esta é a principal diferença entre quem é confiante e quem é inseguro. Mas onde vão elas buscar a confiança?
O PAPEL DO SACRIFÍCIO. O ser humano tem por defeito desejar que
Só a confiança em Deus permite que vençamos a insegurança
tudo de bom aconteça sem esforço, o que não é de todo possível. Tudo o que se quer conquistar na vida exige Sacrifício, mas existem poucas pessoas com a vontade de perder pouco para conseguirem alcançar algo maior. É essa predisposição para acreditar no Sacrifício que diferencia quem confia de quem se deixa vencer pela insegurança, que não leva a nada mais do que ao fracasso. VENCER A INSEGURANÇA. “O primeiro passo para vencer as suas inseguranças é reconhecer que as tem. Uma vez que isso foi feito, tem que lidar com elas da forma como Deus nos ensinou”, sublinha Cristiane Cardoso no seu blogue, citando o versículo bíblico “Ora, a Fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11.1). “Temos que crer, independentemente do que vemos, pensamos, sentimos ou ouvimos. As suas inseguranças vieram através de um ou mais desses canais, pois, talvez um dia alguém lhe tenha dito algo e até hoje você baseia-se nessas palavras, por exemplo. Seja qual for o modo pelo qual as suas inseguranças vieram, elas são anuladas quando usa a sua Fé”, acrescenta Cristiane Cardoso. CONFIANÇA. Quando o Sacrifício é realizado com o verdadeiro objetivo de alcançar algo muito maior, este pressupõe que existe confiança e certeza de que o alvo vai ser atingido. Quando possuímos
essa confiança, por mais difícil que seja alcançar o objectivo, lutamos para o conquistar e sacrificamos aquilo que for por algo em que, de facto, acreditamos. Mas, então, o que devemos fazer é confiar cegamente em qualquer pessoa? Não, apenas em Deus. Se não confiarmos em Deus e naquilo que Ele pode fazer por nós, sentimo-nos inseguros e duvida-
CONFIANÇA. Para se tornar uma pessoa bem-sucedida ao longo da vida
“Temos que crer, independentemente do que vemos, pensamos, sentimos ou ouvimos” Blogue Cristiane Cardoso
blogs.universal.org/cristianecardoso
mos daquilo que nos dizem e até das nossas próprias capacidades. Quem sacrifica pelas metas e objetivos que deseja atingir, deve procurar dentro de si mesmo a força para se superar, pois é aí que irá encontrá-la e, com isso, conseguir inverter qualquer situação, ainda que o cenário seja muito pessimista.
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ì N√ O ENCONTRAVA MOTIVOS PARA VIVER!î Anabela cresceu a lidar com doenÁ as que a fragilizaram. ¿ medida que se tornava numa jovem, desenvolveu sentimentos de tristeza e inseguranÁ a, que a fizeram isolar≠ se do mundo
Os benefÌ cios de SUPERAR FRACASSOS CONSTR”I experiÍ ncias
e conhecimentos valiosos AJUDA a fortalecer o seu car· cter e a aumentar o seu foco ENCONTRA diferentes formas de ser criativo LIMA as suas habilidades para resolver problemas REDEFINE os seus objetivos e alternativas sobre um novo caminho CRIA flexibilidade de pensamento AUMENTA a autoconfianÁ a e a autoestima FONTE: escolapsicologia. com
Anabela Serafim, CdA Lous„ (Av. Dr. JosÈ Maria Cardoso, n∫ 15, r/c) parentemente, Anabela era uma crianÁ a como tan≠ tas outras, mas, a sua inf‚ ncia foi marcada pelas doenÁ as des≠ de o momento em que nasceu. ì As minhas idas ao hospital eram constantes devido a uma febre muito alta que surgia, mas, depois, desaparecia es≠ tranhamente. Os mÈ dicos n„ o encontravam soluÁ „ o e j· nem me conseguia alimentar como deve ser. Para piorar, os meus pais recorriam ao ocultismo, atra≠ vÈ s de bruxos, com o objetivo de encontrarem uma resposta para o meu problema, mas, em vez disso, tudo piorava! ¿ medida que ia crescendo, os sintomas que fragilizavam a minha sa˙ de foram sendo subs≠ tituÌ dos pelos que domi≠ navam a minha alma: depress„ o, tristeza, i n s e g u r a n Á a, complexos de inferiorida≠ de... n„ o en≠
no meu quarto, isolando≠ me do resto do mundoî , confidencia Anabela.
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Depress„ o, tristeza e inseguranÁ a dominavam a sua vida contrava motivos para viver! O ambiente familiar propor≠ cionava constantes desentendi≠ mentos e a falta de estabilidade criava dentro de mim m· goa para com a minha prÛ pria fa≠ mÌ lia, culpando≠ a pelos meus
problemas! Para disfarÁ ar tudo o que se passava no meu interior e ser aceite pelos meus amigos, apa≠ rentava ser divertida, fingindo ser quem n„ o era. J· em casa n„ o era assim e refugiava≠ me
TORMENTO E LIBERTA≠ « √ O. Atormentada pelos di≠ lemas do seu Ì ntimo, Anabela sofria com pesadelos, fortes dores de cabeÁ a e visı es que a perturbavam... via as paredes do quarto moverem≠ se como se fossem esmag· ≠ la! Uma tristeza profunda e uma constante sensaÁ „ o de des≠ maio invadiam≠ na, e foi assim que chegou ao Centro de Ajuda (CdA), a convite da sua m„ e, que na altura j· o frequentava. ì Depois frequentar as re≠ uniı es do CdA e de pÙ r em pr· ticas todos os ensinamen≠ tos pr· ticos e objetivos, fui≠ ≠ me libertando da depress„ o e de todos os complexos de inferioridade. Hoje tenho a minha vida to≠ talmente transformada! Sou uma jovem feliz, encontrei a paz interior, tenho alegria de viver, minha foi restaurada e nunca mais tive pesadelos, nem dores de cabeÁ aî , garante Anabela.
VENCEU TODA A
inseguranÁ a e frustraÁ „ o
Miquelina Pietro, CdA Matosinhos (Av. Villagarcia de Arosa, n∫ 1034)
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ì Comecei a sair ‡ noite, bebia muito, chegava a casa muitas vezes bÍ bada...î
ra uma pessoa insegura e indefi≠ nida, n„ o conhecia a mi≠ nha prÛ pria identidade. Tinha problemas de sa˙ ≠ de, dores de cabeÁ as cons≠ tantes, n· useas... e devido a uma saliÍ ncia na vesÌ cula ia ser operada. Na minha vida sentimen≠ tal tambÈ m nada corria bem e sentia≠ me completamente frustrada. Tive v· rias relaÁ ı es,
mas era constantemente traÌ da e desvalorizada. Comecei a sair ‡ noite, bebia muito, chegava a casa muitas vezes bÍ bada... e a minha famÌ lia n„ o sabia de nada, pois eu vivia com uma capa. Por causa de tudo isso, perdi um ano de estudos e o meu sonho de ser mÈ dica estava cada vez mais distanteî , admite.
ì Hoje, sei o valor que tenho!î
CONFIAN« A. ì Depois de co≠ meÁ ar a frequentar o Centro de Ajuda e de aprender a usar a mi≠ nha FÈ , tornei≠ me numa pessoa muito mais confiante! A nÌ vel de sa˙ de, estou completamente curada e n„ o precisei de nenhu≠ ma cirurgia. Hoje, sei o valor que tenho e venci os traumas do passado! Sou feliz e n„ o preciso de sair ‡ noite e muito menos de beber para ser feliz. Consegui entrar numa das melhores faculdades do PaÌ s e sou uma jovem defi≠ nida, que luta para alcanÁ ar os objetivosî , conclui Miquelina. PUBLICIDADE
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Quando o peso È um caso de VIDA ou M RTE H· quem procure na comida um escape para uma situaÁ „ o traum· tica vivida, mas tambÈ m h· quem olhe para o espelho e veja um falso reflexo, com quilos a mais. Em ambos os casos, o risco È iminente Carla Vaz
ì U
ma em cada trÍ s pessoas sofre de uma qualquer for≠ ma de subnutriÁ „ oî , refere La≠ wrence Haddad, um dos respon≠ s· veis pelo ì RelatÛ rio Global de NutriÁ „ o de 2016î . A subnutriÁ „ o compreende uma ampla lista de problemas de sa˙ de, tais como a anemia, o nanismo e a obesidade. Dois quintos dos cinco mil mi≠ lhı es de pessoas em todo o mun≠ do sofrem de obesidade ou apre≠ sentam excesso de peso, alerta o mesmo documento. 20,1% da populaÁ „ o adulta portuguesa en≠ contra≠ se acima do seu peso ideal.
tens„ o, problemas de tirÛ ide... Juan mostra≠ se esperanÁ oso que este novo tratamento, que durar· no mÌ nimo seis meses, o ajudar· a perder peso suficiente para ser submetido a um bypass g· strico. BULIMIA E ANOREXIA. A busca pelo corpo perfeito e a obsess„ o por alcanÁ ar o peso con≠ siderado ideal tÍ m levado muitas adolescentes a praticar atos pre≠ judiciais para a sua sa˙ de. Foi este o caso de Katy Hogg, de 20 anos, que ingeria somente 250 calorias diariamente, a fim de tentar ficar o mais parecida possÌ vel com a celebridade Kendall Jenner. A jovem que anteriormente
sÛ se vÍ com os olhos, que preci≠ sa ter um certo nome e estar na moda. Quando alguÈ m n„ o vive essa beleza, È diminuÌ do, descar≠ tado...î , alerta Cristiane Cardo≠ so, autora do livro ì A Mulher Vî . A mesma refere ainda no seu blogue, que o facto de se preocupar com a aparÍ n≠ cia fÌ sica È importante, mas muito mais importante È saber que a beleza interior È essencial. De acordo com a escritora, a verdadeira beleza flui de dentro para fora, residin≠ do na forma de pensar da mu≠ lher, no seu comportamento, na sua fÈ , no amor que trans≠ mite ‡ sua famÌ lia...
52,8%
dos portugueses com mais de 18 anos tÍ m excesso de peso
+ de 8 tipos
de cancros
est„ o ligados ao excesso de peso
4 em cada 100 pessoas sofrem de anorexia e bulimia
Paul Mason
2%
Juan Pedro Franco Salas
de mortes
PESO. Dois dos homens mais gordos do mundo lutam pela sua sa˙ de
OBESIDADE. Paul Mason, de 54 anos, sofria de obesidade mÛ r≠ bida e chegou a pesar 445 quilos. Depois de fazer uma cirurgia para reduzir o estÙ mago, perdeu perto de 300 quilos. Posteriormente, foi submetido a novas interven≠ Á ı es cir˙ rgicas para retirar o excesso de pele e somente na primeira foram≠ lhes retirados 25 quilos. Atualmente, com 127 qui≠ los encontrou o amor e a esperan≠ Á a de viver. Considerado o homem mais gordo do mundo, Juan Pedro Franco Salas, 32 anos, saiu pela primeira vez de casa desde 2010, para ser internado numa clÌ nica, a fim de tentar perder peso. Com 500 quilos, n„ o consegue levan≠ tar≠ se, nem mexer≠ se sozinho e sofre de diabetes tipo 2, hiper≠
est„ o ligadas a estes dois transtornos alimentares
pesava 53 quilos passou para os 46 e foi avisada pelos mÈ dicos de que poderia morrer caso de≠ cidisse tomar banho, pois o seu coraÁ „ o poderia falhar por causa da mudanÁ a repentina de tempe≠ ratura. Diagnosticada com ano≠ rexia, a jovem foi internada numa clÌ nica de tratamento para trans≠ tornos alimentares. Atualmente, Katy est· a estudar para se tornar personal trainer e poder ajudar jovens que sofrem de transtornos alimentares. CULTIVAR O INTERIOR. ì A nossa sociedade n„ o quer nos deixar ver a verdadeira beleza, pelo contr· rio, quer impor, ditar e obrigar a mulher (e o homem tambÈ m) a limitar≠ se a um tipo de beleza com um sÛ formato, que
FAMA. Katy colocou a vida em risco para imitar Kendall Jenner
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ì SENTIA≠ ME CULPADA SEMPRE QUE COMIAî
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ANTES
Pensamentos negativos e uma tristeza constante levaram Rebeca a maltratar o seu corpo e a pensar em tirar a prÛ pria vida
ì Odiava≠ me!î
Rebeca Domingues
A
pesar de conhecer o Cen≠ tro de Ajuda desde pe≠ quena e de nunca ter passado por nenhum problema gra≠ ve na sua atÈ ent„ o breve vida, Rebeca viu o seu interior transformar≠ ≠ se para pior de um momento para o outro. ì Quando cheguei aos 12 anos, a minha mente mudou c o m p l e t a m e n t e. Comecei a alimentar muitos pensamentos de inferioridade e a cada dia que passava ia ficando cada vez mais triste. Cheguei ao ponto de me co≠
meÁ ar a mutilar, n„ o ficando satisfeita atÈ ficar a sangrar. Passado algum tempo, veio a anorexia e eu passava o dia in≠ teiro a pensar em como poderia emagrecer. Fazia exercÌ cio alÈ m da minha capacidade, diminuÌ a as minhas doses de comida e sentia≠ me culpada sempre que comia algo por menor que fosse a quantidade. Pensava no suicÌ dio e sÛ nun≠ ca tentei porque pensava no que os meus pais fariam se eu n„ o fosse bem≠ sucedida.î VERDADEIRA LIBERDADE. ì Apesar de chegar a um pon≠ to em que quis parar de me mutilar, o vazio e a tristeza continuavam dentro de mim. Foi, ent„ o, que comecei a par≠ ticipar na ForÁ a Jovem e com≠ preendi que sÛ seria realmente feliz quando me entregasse a Deus. Depois de o fazer, fiquei livre de todo o vazio e de toda a tristeza! Hoje j· n„ o sinto mais
Olhar para o prÛ prio reflexo e ver uma imagem completamente diferente da realidade pode levar alguÈ m a desejar a morte, foi este o caso de Maria Maria Pinto
ì E
ra uma jovem depres≠ siva, triste e cheia de complexos. Odiava≠ me! Achava que era gorda, feia e que n„ o valia nada, pensan≠ do que tinha de sofrer. En≠ t„ o, cortava≠ me nos braÁ os, como se fosse um castigo, como se estivesse a pagar por ser uma pessoa t„ o mise≠ r· vel e odi· vel. Era muito insegura e sentia≠ ≠ me inferior a tudo e a todos. Para alÈ m disso, estava num namoro onde era muito maltratada, apesar de n„ o ha≠ ver agressı es fÌ sicas, existiam as psicolÛ gicas. Sofria de anorexia e tive sucessivas anemias, para as quais os mÈ dicos n„ o encontravam expli≠ caÁ „ o. Tinha tam≠ bÈ m problemas de relacionamento com o meu pai, pois n„ o o
respeitava, tinha uma m· goa e um Û dio muito grande dele. Tudo isto culminou num princÌ pio de depress„ o, onde nem conseguia falar e sim≠ plesmente chorava. Achava que n„ o fazia falta neste mun≠ do e sÛ queria morrer!î NOVA VIDA. ì Depois de co≠ nhecer o Centro de Ajuda e a ForÁ a Jovem, tudo em mim mudou! Venci os com≠ plexos, n„ o tenho mais vontade de morrer, nem de maltratar o meu corpo. Estou curada da ano≠ rexia, da anemia e da depress„ o. Hoje, tenho um
ì Sentia≠ me inferior a tudo e a todosî
ì Cheguei ao ponto de me comeÁ ar a mutilarî desejo de morrer, consi≠ go ver o amor que as ou≠ tras pessoas tÍ m por mim e tenho uma vis„ o comple≠ tamente diferente de mim mesma. Agora, quero aju≠ dar outros jovens que es≠ tejam a passar pelo mes≠ mo que eu passei!î
relacionamento feliz e sau≠ d· vel com a minha famÌ lia e consegui abandonar o namo≠ ro que me estava a destruir. Sou muito feliz e realizada! Tenho objetivos, sonhos e luto para os realizar.î
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DESESPERO. Ana Maria perdeu tudo e tentou tirar a prÛ pria vida
Todos os Domingos, ‡ s 9h30 Mais InformaÁ ıe s:
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#$%&''()&$ Este foi o Ano da
DISCIPLINA! Durante o ano de 2016, o projeto Intellimen promoveu v· rios estudos que levaram muitos homens a aprender a melhorar
Intellimen. Encontro CdA ImpÈ rio
Jo„ o Filipe jf.d@folhadeportugal.pt
Encontro Norte
Encontro Madeira
T
odos os homens tÍ m na sua mente a vontade de querer melhorar sempre, quer como homem, marido, pai ou atÈ mesmo como profissional, mas, por vezes, existem situa≠ Á ı es e fatores que acabam por bloquear esta melhoria. Muitas vezes, devido a trau≠ mas do passado, ou por terem enfrentado situaÁ ı es que fize≠ ram com que perdessem a au≠ toestima, muitos homens n„ o sabem assumir o seu papel. O projeto Intellimen foi criado para levar os homens a superar os seus prÛ prios limites, para que, desta forma, pudessem ser melhores em todas as · reas da sua vida, o que nos tempos que correm n„ o È uma tarefa f· cil. Cada vez mais existem situa≠ Á ı es que levam a que o ser hu≠ mano se sinta diminuÌ do, frus≠ trado e sem que consiga ver uma saÌ da para os seus fracassos. Durante todo o ano de 2016, no Centro de Ajuda (CdA), foi levado a cabo o projeto Intellimen, com 12 ensinamentos e, consequen≠ temente, 12 treinos para que os participantes se pudessem tornar homens melhores.
DISCIPLINA DO SACRIFÕ CIO.
Foi citado na mais recente pa≠ lestra que para que um homem possa viver a disciplina È ne≠ cess· rio que este viva uma vida de SacrifÌ cio, em contra ponto com o nosso homem natural, que sempre nos diz ì deixe estar para ver como ficaî , ou seja, n„ o sacrifique. Foi transmitido ainda que exis≠
Encontro AÁ ores
Encontro Sul
tem na BÌ blia Sagrada dois tipos de sacrifÌ cios, o de substituiÁ „ o e o de reconhecimento. Nos tempos em que vivemos, n„ o temos mais que apresentar os animais como substitutos do ser humano, mas sim o nosso prÛ prio corpo, pois este È o Sacri≠ fÌ cio vivo, que agrada a Deus.
O nosso prÛ prio corpo È o SacrifÌ cio que agrada a Deus O estudo do mÍ s de dezem≠ bro, o ˙ ltimo do ano de 2016, foi encerrado com a seguinte men≠ sagem: ì AÌ est· a verdadeira masculinidade, a essÍ ncia de ser
homem: ser a imagem e a glÛ ria de Deus neste mundo, atravÈ s da sua obediÍ ncia total a Ele, a qual Deus promete recompensar com sucesso fora do comumî . Todos os homens presentes est„ o prontos para continuar a participar nestas palestras do projeto Intellimen, com o objetivo de serem melhores homens.
ì A disciplina deu≠ me SEGURAN« A!î Paulo Freitas
ì Q
uando comecei a participar nas pales≠ tras do projeto Intellimen e descobri que o tema seria ë O Ano da Disciplinaí, percebi que era mesmo o que estava a precisar para a minha vida! Era um homem muito desorganizado, por isso,
assumi logo que este projeto era para mim, pois precisava de melhorar neste par‚ metro. Ao longo do ano e com a minha participaÁ „ o nas palestras aprendi como ser mais disciplinado, o que me permitiu realizar os treinos que me foram propostos. Hoje, posso dizer que sou um homem bem mais organizado e esta disciplina na minha vida fez≠ me sentir mais seguro!î
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!!
A FOR« A da Mulher
Conhecida como o ì sexo fracoî , infelizmente, n„ o s„ o poucas as mulheres que vivem a vida inteira a acreditar que ser„ o eternamente vÌ timas das circunst‚ ncias
RedaÁ „ o
S
ob o lema ì Romper o Si≠ lÍ ncioî , o Projeto Raabe È o grupo do Centro de Ajuda que trabalha ativamen≠ te para esclarecer e recuperar as vÌ timas de um dos maiores flagelos sociais: a violÍ ncia domÈ stica. Recentemente, o grupo rea≠ lizou mais uma palestra, deno≠ minada ì A ForÁ a da Mulherî , que contou com a participaÁ „ o especial de uma advogada, que tambÈ m deu o seu depoimento, por tambÈ m j· ter sido vÌ tima de violÍ ncia domÈ stica.
A DOR. Para combater esta realidade crescente em Portu≠ gal, o Projeto Raabe procurou esclarecer sobre os diferentes
Projeto Raabe em busca de vidas escuras, levando a luz necess· ria para alcanÁ ar um sobrevivente.
PALESTRA. Cada mulher encon≠ tra a motivaÁ „ o que precisa
Contactos Tel: 707 30 12 21 ou +(351) 21 836 80 08 Email: projetoraabe@iurd.pt
tipos de violÍ ncia domÈ s≠ tica, pois muitas mulheres desconhecem que a press„ o psicolÛ gica e a agress„ o ver≠ bal tambÈ m s„ o formas diretas de violÍ ncia domÈ stica. ì DÛ i muito mais do que a violÍ ncia fÌ sica e quase ningÈ m se apercebe. A violÍ ncia fÌ sica deixa marcas visÌ veis, como os hematomas, j· a verbal deixa marcas emocionais, marcas que diante da sociedade ficam escondidasî , garantiu a Dr™ PatrÌ cia. ì SOBREVIVENTESî . Contu≠ do, os danos emocionais causa≠ dos pela violÍ ncia verbal podem ser superados. No livro de Pro≠ vÈ rbios, capÌ tulo 31, È referido que cada mulher tem o seu va≠ lor diante de Deus, È dotada de virtudes que fazem bem n„ o so≠
O PODER DO PERD√ O Muitas vezes, discutir ou culpar o outro È o caminho ì mais f· cilî , transformando≠ se numa espiral difÌ cil de abandonar Ana Maria Magalh„ es
a
na passou por v· rios problemas no seu casamento. Com o passar do tem≠ po, a situaÁ „ o chegou a tal ponto, que ela teve que tomar uma decis„ o radical: ì h· cerca de dois anos tive que me separar, pois j· n„ o conseguia suportar todas as discussı es.î Entretanto, mais tarde, Ana decidiu dar
uma nova oportunidade ‡ relaÁ „ o: ì voltei para reconstruir o meu casamento, mas sempre que acontecia alguma coisa, cul≠ pava o meu marido e atirava≠ lhe com o passado ‡ cara. Na verdade, ainda sentia m· goa dele e n„ o o tinha perdoado de ver≠ dadeî , confessa. CURA INTERIOR. PorÈ m, os ensinamen≠ tos adquiridos no Centro de Ajuda levaram Ana a uma descoberta transformadora!
ì Descobri os sentimentos que me estavam a prejudicar e libertei≠ me verdadeiramente deles. Descobri tambÈ m que precisava de mudar e ser mais calma e carinhosa. Hoje, para alÈ m de ter perdoado o meu marido, as brigas termina≠ ram no meu casamento. Sinto paz interior e aprendi a cuidar dos meus familiares e do meu lar com mais amor e paciÍ ncia.î
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blogs.universal.org/fonteajorrar/
mente a ela, mas a todos que es≠ t„ o ao seu redor. Hospitaleira, empreendedora, trabalhadora e criativa... todas as mulheres tÍ m estas virtudes dentro de si, que apenas precisam de ser desenvolvidas. Em todas as suas palestras, o Projeto Raabe procura levar sempre ao p˙ blico feminino di≠ cas pr· ticas de como exercer a forÁ a interior que detÍ m!
DOMINGO 9H30 No próximo domingo, em toda a Universal, bispos, pastores e obreiros estarão a realizar um clamor, para que todos os presentes tenham um encontro com Deus. Se você está cativo por causa de um problema, não deixe de participar neste dia especial. Veja o endereço da Universal mais próxima da sua casa e compareça!
IMP… RIO Alameda D. Afonso Henriques, n∫ 35, Lisboa
2™ FEIRA*
3™ FEIRA*
4™ FEIRA*
CONGRESSO PARA O SUCESSO -19H30
SAÚDE RESTAURADA
NOITE DO NOIVO - 19H30
5™ FEIRA*
6™ FEIRA*
S¡ BADO
CORRENTE DA FAMÍLIA
LIMPEZA ESPIRITUAL
CASOS PERDIDOS - 7H30
TERAPIA DO AMOR
HORA NONA
FORÇA JOVEM - 16H30
CURA DOS VÍCIOS - 15H (apenas CdA Império e Porto)
Uma reunião específica para ajudar e orientar os viciados e os seus familiares
19H30
21H
* 7H - 10H - 12H - 15H - 19H30 PUBLICIDADE
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FIGUEIRA DA FOZ Rua Vasco da Gama, nº 47 r/c
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Vivemos o que ensinamos e sacrificamos pelo que sonhamos!