1-6
ANÁLISE VENTOS E TEMPERATURA. esc 1: 200.000
LEGENDA
Hipsometria Legenda Hipsometria 0-50
Mar, albufeiras, Rio Mondego e linhas-de-água
50-100
Mar, albufeiras, Rio Mondego e linhas-de-água
50-100 100-200
Direcção do arrefecimento da temperatura Possíveis percursos do vento em terra
100-200 200-400
Possíveis percursos do vento em terra
200-400 400-600
Ventos com origem no Oceano Atlantico Possível direção do vento no mar
0-50
400-600
Direcção do arrefecimento da temperatura
Núcleos Urbanos (Figueira da Foz e Coimbra)
Núcleos Urbanos (Figueira da Foz e Coimbra)
Linha de Areal
Linha de Areal
Ventos com origem no Oceano Atlantico
Possível direção do vento no mar
Amigos não vou conseguir fazer as direções terrestes do ventos (em terra) para já, pois é mto complexo. Mas no entanto já mandei um email para
A distribuição do vento em Portugal é fortemente influenciada pela ocorrência de brisas, principalmente no litoral. Como as brisas são fenómenos q tensidade durante a tarde, é conveniente estudar o vento durante a manhã e durante a tarde. A distribuição anual do vento durante a manhã não re qualquer sentido predominante, mas durante a tarde o mesmo vento já revela o sentido de NW como sentido predominante e aumento de intensid aumento de intensidade e esta direcção predominante do vento, quando fazemos estudos anuais, é grandemente afectado pelo vento existente du estação que o efeito de brisa se sente com maior intensidade. Durante o Inverno, o vento médio de manhã e de tarde é sensivelmente igual, pois du verificam brisas de grande intensidade. Durante esta estação não existe uma direcção predominante para o vento e a sua intensidade média não ex rante o Verão, devido às referidas brisas o vento já tem um sentido predominante (NW), sendo a sua intensidade média superior à verificada durante cia do sentido de NW verifica-se tanto de manhã como de tarde, embora seja muito mais marcado durante a tarde e com maior intensidade. Este efe costa Oeste, embora não se restrinja a esta. Na costa Oeste existe, também, vento com forte componente de Norte (conhecido por nortada), que é p junta da brisa marítima e da depressão de origem térmica, que se forma no centro da Península Ibérica durante o Verão.
Na nova Praça Central a estrutura ergue-se com uma inclinação de forma a definir uma praça central do lado da cidade e em simultâneo cobrir a zona terminal do transporte colectivo Eléctrico e espelho de água, e uma bolsa de ANÁLISE E TEMPERATURA. esc 1: 200.000 estacionamento. Tendo em conta que a Figueira da Foz está nesteVENTOS momento a apresentar uma candidatura para reserva Mundial do Surf, este movimento está modelado para que imite a forma de duas ondas que emolduram o LEGENDA oceano no fundo. Esta elevação estabelece um bom diálogoHipsometria com a elevação suave da muralha renascentista do núcleo histórico, valorizando-a numa aposta de actualização da imagem da cidade. Praia, Surf, Ecologia, Património e Legenda (Figueira da Foz e Coimbra) Hipsometria Rio Mondego e linhas-de-água 0-50 Cultura são os pontos chave das actividades presentes e futuras da Figueira Mar, da albufeiras, Foz e que o Espaço público acabaNúcleos porUrbanos dar lugar. 50-100
Mar, albufeiras, Rio Mondego e linhas-de-água
50-100 100-200
Direcção do arrefecimento da temperatura Possíveis percursos do vento em terra
100-200 200-400
Possíveis percursos do vento em terra
200-400 400-600
Ventos com origem no Oceano Atlantico Possível direção do vento no mar
0-50
Direcção do arrefecimento da temperatura
Núcleos Urbanos (Figueira da Foz e Coimbra)
Linha de Areal
Linha de Areal
Ventos com origem no Oceano Atlantico
ANÁLISE DINÂMICA. esc 1: 20.000
ANÁLISE DE COR Legenda
Possível direção do vento no mar
400-600
Zona de pressão antrópica sobre a praia
Porto
local não vou conseguir fazer as direções terrestes do ventos (em terra) para já, pois é mto complexo. Mas no entanto já mandei um email para o instituto de metreorologia Amigos
Serra da Boa Viagem
b
Zona de pressão automóvel
Brenha
Zona de Cais para barcos de pescadores e para transporte público marítimo Faixas de estacionamento
A distribuição do vento em Portugal é fortemente influenciada pela ocorrência de brisas, principalmente no litoral. Como as brisas são fenómenos que ocorrem com maior intensidade durante a tarde, é conveniente estudar o vento durante a manhã e durante a tarde. A distribuição anual do vento durante a manhã não revela, no geral do território, qualquer sentido predominante, mas durante a tarde o mesmo vento já revela o sentido de NW como sentido predominante e aumento de intensidade. Como veremos, este aumento de intensidade e esta direcção predominante do vento, quando fazemos estudos anuais, é grandemente afectado pelo vento existente durante o Verão, pois é nesta estação que o efeito de brisa se sente com maior intensidade. Durante o Inverno, o vento médio de manhã e de tarde é sensivelmente igual, pois durante esta estação não se N109 brisas de grande intensidade. Durante esta estação não existe uma direcção predominante para o vento e a sua intensidade média não excede, em geral, os 25 KT. Duverificam A17 rante o Verão, devido às referidas brisas o vento já tem um sentido predominante (NW), sendo a sua intensidade média superior à verificada durante o Inverno. A predominância do sentido de NW verifica-se tanto de manhã como de tarde, embora seja muito mais marcado durante a tarde e com maior intensidade. Este efeito é bastante visível na costa Oeste, embora não se restrinja a esta. Na costa Oeste existe, também, vento com forte componente de Norte (conhecido por nortada), que é provocado pela acção conjunta da brisa marítima e da depressão de origem térmica, que se forma no centro da Península Ibérica durante o Verão.
a
Fluxo marítimo para barcos de transporte e pescadores Fluxo marítimo para barcos Industriaís Pressão exercída pressão mínima pressão média pressão máxima
a IP3
Lisboa
b Oceano Atlântico
Coimbra
Rio Mondego
S.Pedro/Cova
local ANÁLISE DINÂMICA
Principais acessos à área de intervenção.âmbito regional. escala 1:50 000
PRINCIPAIS ACESSOS à área de intervenção
esc. 1:50 000
LEGENDA
sentido predominante do transporte de areias por deriva litoral Corrente de elevada velocidade (origem no Rio Mondego)
ANÁLISE DINÂMICA. esc 1: 20.000
ANÁLISE DE CORRENTES E MARÉS. esc 1: 20.000 Corrente de velocidade moderada Legenda Zona de pressão antrópica sobre a praia Zona de pressão automóvel Zona de Cais para barcos de pescadores e para transporte público marítimo Faixas de estacionamento Fluxo marítimo para barcos de transporte e pescadores Fluxo marítimo para barcos Industriaís Pressão exercída pressão mínima pressão média pressão máxima
Presumível corrente submarina
Legenda
Canal de erosão, com corrente submarina de velocidade elevada Zona de “rebentação das ondas”
sentido predominante do
Zona de erosão da areia (submersa)
Corrente de elevada velocidade (origem no
Possível zona de depoísito de areia (submersa)
Corrente de velocidade
Presumível corrente Possível zona de depoísito de lodo (submerso) Micromedelações da areia
Canal de erosão, com corrente submarina de velocidade elevada Zona de “rebentação das ondas” Zona de erosão da areia (submersa) Possível zona de depoísito de areia (submersa) Possível zona de depoísito de lodo (submerso) Micromedelações da areia
- Onde a corrente é mais rápida: a temperatura é menor, há mais profundidade, a cor é mais clara; - Onde a corrente é mais lenta há ondulações, e com o aumento da corrente estas perdem-se; - Para haver ondulações é necessário, não só a corrente ser mais lenta, como haver menor profundidade; - Pedras nos molhes não retém a água, um remoinho/ hélice e aumentam a profundidade; O fazem litoral da Figueira é condicionado, a Norte, - Micro-modulações da areia na praia criam canais de erosão, isto é afunilamento da areia próxima dos molhes; pelo esporão rochoso do(areão) Mondego - Junto aos molhes ficam depositados os sedimentos mais grossos dodo Rio Cabo Mondego e os mais que finos são transportados pela corrente para as introduz praias mais próximas - os pés afundam quando o sobre pisamos. a deriva a difracção das ondas, - À medida que subimos (areal da figueira foz) e nos aproximamos de Buarcos da este foz, vai ficando mais fino, litoraldapouco intensa. A Figueira tal como sendo transportado pelo mar e não pelo rio; Aveiro, tem barras estabilizadas - Dragas presentes na foz confirmamacontece dragagens doem lodo do Rio.
A elevada erosão característica (da paisagem costeira, de interface marinha e terrestre) é agravada em zonas com menor resistência, como o caso das planícies dunares. Isto porque, estas zonas são compostas, na maior parte das vezes, por sedimentos leves e facilmente transportáveis (areias), que estão sujeitos a fortes pressões e movimentações pela acção dos mares e ventos.
ANÁLISE DINÂMICA
ANÁLISE VENTOS E TEMPERATURA. esc 1: 200.000
LEGENDA
Hipsometria Legenda Hipsometria 0-50
Mar, albufeiras, Rio Mondego e linhas-de-água
0-50 50-100
Mar, albufeiras, Rio Mondego e linhas-de-água
50-100 100-200
Direcção do arrefecimento da temperatura Possíveis percursos do vento em terra
100-200 200-400
Possíveis percursos do vento em terra
200-400 400-600
Ventos com origem no Oceano Atlantico Possível direção do vento no mar
400-600
Direcção do arrefecimento da temperatura
Ventos com origem no Oceano Atlantico
Possível direção do vento no mar
Núcleos Urbanos (Figueira da Foz e Coimbra)
Núcleos Urbanos (Figueira da Foz e Coimbra)
Linha de Areal
LEGENDA
Linha de Areal sentido predominante do transporte de areias por deriva litoral Corrente de elevada velocidade (origem no Rio Mondego) Corrente de velocidade moderada Presumível corrente submarina Canal de erosão, com corrente submarina de velocidade elevada
Zona de das ondas” Amigos não vou conseguir fazer as direções terrestes do ventos (em terra) para já, pois é mto complexo. Mas no entanto já “rebentação mandei um email para o instituto de metreorologia
com molhes longos em direcção ao mar. Estes interrompem a direcção natural da deriva litoral, provocando a acumulação de areias (a barlamar) e uma intensa erosão costeira (a sotamar).
Junto aos molhes são depositados os sedimentos mais grossos (areão) do Rio Mondego, sendo que os sedimentos mais finos são transportados pela corrente para as praias mais próximas. À medida que subimos a linha litoral para Norte (areal da Figueira da foz) e nos aproximamos de Buarcos o areão vai ficando mais fino, sendo já transportado maioritariamente por correntes marítimas. As micro-modulações da areia na praia criam também canais de erosão, isto é, afunilamentos da areia próxima dos molhes.