O Modernismo e a Arte Nova

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Escola Secundária Gabriel Pereira História da Cultura e das Artes João Pedro Duarte Pinho Nº13 11ºI

O Modernismo e a Arte Nova

“A essência da Arte Nova” De acordo com o texto, a essência da Arte Nova é uma linha, uma extensa curva sinuosa que se encontra em cada design do estilo, rejeitando a ordem da linha reta e do ângulo reto, dando importância ao desenho decorativo, caracterizando-se pela solidez, o volume, a continuidade, revelando-se foi um estilo estético essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes. Devido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido de modern style (do inglês, estilo moderno). A Arte Nova exprimiu a


modernidade através da mistura distribuída por igual de estética e técnica, tradição e inovação. Tal como o texto refere “Esta linha curva e fluente trouxe consigo um sentimento de delicada leveza, elegância e liberdade” a Arte Nova afirmou-se desde 1880-90 até 1905-14, influenciada pelo Gótico flamejante (expressividade e linhas sinuosas), do Rococó (naturalismo e requinte decorativo), das pinturas japonesas (desenho gráfico, bidimensionalidade, naturalismo e decorativismo) e do folclore tradicional inglês, de inspiração celta e as Exposições Universais como a de Paris, e a de 1901-1902, em Turim, Itália contribuíram fortemente para a divulgação e triunfo da Arte Nova por toda a Europa e América.

A Escola de Glasgow foi um importante centro de divulgação da arquitectura moderna no final do século XIX e início do século XX. A rejeição das artes do passado também afectou a arquitectura. Em Glasgow desenvolveu-se um novo tipo de planeamento dos edifícios, que ao contrário da Arte Nova, rejeitava a ornamentação as volumetrias não racionais. A estrutura ortogonal de ferro dava uma maior resistência, mas também permitia uma maior organização das plantas. As paredes são lisas, em pedra, e existem grandes superfícies de vidro. Desta escola destaca-se Mackintosh devido ao seu racionalismo geométrico e grande percepção das volumetrias. Bibliografia: Wikipédia, Arte Nova (2013). Acedido a 5 de Abril de 2013, disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_Nova_em_Portugal Google Images (figuras obtidas no motor de busca Google), disponíveis em: http://www.google.com/imghp)


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