Sant’Ana do Livramento, SEGUNDA-FEIRA, 1º de agosto de 2016, Edição 1567- Publicação semanária
Autoperfil
2 Segunda . 1º de agosto de 2016
Linha 2017 dos Chevrolet Onix e Prisma inova em estética e tecnologias para manter liderança entre os compactos
Na soma dos detalhes
POR LUIZ HUMBERTO MONTEIRO PEREIRA AUTO PRESS
Quando o Onix foi lançado no Brasil, no final de 2012, poucas pessoas - tirando um ou outro funcionário da General Motors - apostavam que o hatch compacto da Chevrolet se tornaria o carro mais vendido do país. Pois o cobiçado posto foi alcançado em 2015 e é mantido até agora em 2016 - no primeiro semestre, foram 68.535 emplacamentos. Já o três volumes da família, o Prisma, conquistou a liderança do segmento de sedãs compactos em 2014, repetiu o feito em 2015 e em 2016 mantém o posto. Foram 31.16 4 comercializações na primeira metade desse ano. Talvez por saber bem o quão difícil foi conquistar as posições de liderança no segmentos de maior volume no país, a marca não se acomodou. Acaba de lançar os modelos 2017 de sua linha compacta, que incorpora uma série de aperfeiçoamentos estéticos e inovações mecânicas e tecnológicas. Em termos estéticos, tanto o hatch quanto o sedã trazem uma série de pequenas mudanças que representam, em conjunto, uma evolução significativa. Grades, faróis, lanternas, saias, capôs e tampas dos porta-malas foram redesenhados, tanto no hatch quanto no sedã. A grade dupla ganhou um aspecto mais hori zontali zado e um filete de leds foi incorporado aos faróis, o que dá um ar mais moderno e requintado aos compactos. Assim, a parte frontal de ambos os modelos ficou mais identificada
com a linguagem global da marca, expressa em seus lançamentos recentes - Cruze, S10 e Cobalt. Já por dentro, as alterações foram mais discretas. A principal mudança está nos painéis das portas, que agora têm design integrado ao do painel frontal e revestimentos mais agradáveis ao toque.
Jornal da Semana Publicação semanária publicada pela JB Empresa Jornalística Ltda. CNPJ: 73752180/0001-31
Além disso, os controles dos vidros elétricos foram reposicionados. Outros revestimentos internos, no painel e nos bancos, também ganharam aspecto sutilmente mais requintado. Na parte mecânica, outra série de aperfeiçoamentos visando ampliar a eficiência energética - novidades Direção Antônio Badra Kamal Badra Diagramação Jonathan Almeida
que o marketing da marca resolveu denominar de sistema Eco. A direção, que era hidráulica, passou a ser eletricamente assistida. O conjunto suspensivo está um centímetro mais baixo, tanto no hatch quanto no sedã, o que ajuda na estabilidade e na aerodinâmica. E também recebeu uma
nova barra estabilizadora. Os motores 1.0 e 1.4 foram aprimorados - agora, hatch e sedã receberam nota A em suas categorias e o selo verde do Conpet/InMetro, em ambos os motores. O novo Onix 1.4 Eco manual, por exemplo, roda, com um litro de gasolina, 14,9 km na estrada e 12,5 na
Impressão Gráfica Jornal A Plateia Noticiário Auto Press® editado pela Carta Z Notícias Ltda - Rio de Janeiro/RJ Rua Almirante Barroso 358, esquina rua Uruguai
cidade. Com etanol, atinge 10,2 km/l e 8,6 km/l, respectivamente. Tal resultado foi obtido através de ajustes nos motores - pistões, bielas e anéis foram retrabalhados -, nos câmbios manual e automático e no módulo eletrônico, além da adoção de pneus “verdes”com banda de rodagem
Cep: 97.574-020 E-mail: jornal.semana@terra.com.br Fone/fax: Redação: (55) 3242 2939 Circulação: (55) 3242 5533 Comercial: (55) 3242 5654 Sant’Ana do Livramento-RS/Brasil
3 Segunda . 1º de agosto de 2016
Chevrolet Onix e Prisma 1.4
de bai xa resistência ao rolamento. A diminuição do peso dos modelos, que ficaram cerca de 32 kg mais leves, e a adoção de novos defletores de ar também dá sua contribuição. Segundo a marca, a redução de consumo em relação ao modelo anterior chega a 18%. Um aspecto de crescente importância para os consumidores automotivos - e que a Chevrolet trata com particular atenção - é a conectividade. O Onstar - sistema que é capaz de ajudar a encontrar restaurantes e outros pontos de
interesse, programar uma rota no GPS ou informar um simples horóscopo do dia - agora está disponível também para os compactos da marca. Oferecida gratuitamente no primeiro ano, a tecnologia pode incluir localização em caso de roubo, diagnóstico de problemas mecânicos - até da pressão dos pneus - e chamada de ambulância em caso de acidentes. A quantidade de recursos do Onstar varia de acordo com o modelo. O conhecido sistema multimídia Mylink de conexão com
smartphones, com tela de sete polegadas, também evoluiu - foi redesenhado e agora é compatível com Android Auto e Apple CarPlay, incorporando mais recursos da telefonia móvel aos veículos. Os preços de Onix e Prisma ficaram cerca de 3% mais caros que as versões anteriores - segundo a marca, os aparatos tecnológicos agregados deveriam representar uma elevação bem superior nos valores cobrados. O hatch vai dos R$ 44.890 da versão de entrada LT 1.0 - todas as
versões com esse motor levam o câmbio manual de seis velocidades - até os R$ 59.790 da versão “top” LTZ 1.4 automática. Será lançada ainda uma inédita versão aventureira, a Activ, a partir de R$ 57.190 com câmbio manual e R$ 62.290 com transmissão automática. Já o sedã parte dos R$ 53.690 da versão 1.4 manual - o mesmo em todas as versões - e atinge os R$ 64.690 na LTZ 1.4 automática. Os dois renovados compactos já estão sendo distribuídos aos concessionários da marca.
Motor: flex, dianteiro, transversal, 1.389 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico. Potência máxima: 106 e 98 cv a seis mil rpm com etanol e gasolina. Torque máximo: 13,9 e 13 kgfm a 4.800 rpm com etanol e gasolina. Diâmetro e curso: 77,6 mm X 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1. Pneus: 185/65 R15. Peso: 1.034 kg (Onix LT manual), 1.067 kg (Onix LT automático), 1.042 kg (Onix LTZ manual), 1.074 kg (Onix LTZ automático), 1.048 kg (Prisma LT manual), 1.080 kg (Prisma LT automático), 1.054 kg (Prisma LTZ manual) e 1.085 kg (Prisma LTZ automático). Transmissão: Câmbio manual ou automático de seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração. Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais com carga lateral, amortecedores telescópicos e barra estabilizadora. Traseira semi-independente com eixo de torção, molas helicoidais e amortecedores telescópicos. Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. ABS de série. Carroceria: Onix: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,93 metros de comprimento, 1,71 m de largura, 1,48 m de altura e 2,53 m de distância entre-eixos. Oferece airbag duplo de série. Prisma: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,28 metros de comprimento, 1,71 m de largura, 1,48 m de altura e 2,53 m de distância entre-eixos. Oferece airbag duplo de série. Capacidade do porta-malas: 280 litros (Onix) e 500 litros (Prisma). Tanque de combustível: 54 litros. Produção: Gravataí, Rio Grande do Sul. Itens de série: Onix LT: Serviço OnStar, ar-condicionado, direção elétrica, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos tipo um toque, painel com velocímetro digital, bússola e alerta de mudança de marcha, sistema de áudio com Bluetooth e entrada USB, chave tipo canivete com controle remoto das travas e vidros elétricos, faróis com máscara negra, banco do motorista e cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, porta-revista no dorso do assento do carona, limpador e desembaçador traseiro, espelho nas sombreiras, sistemas antifurto, aviso sonoro para uso do cinto de segurança, rodas aro 15 com calotas, freios ABS com EBD, airbag duplo, coluna de direção com regulagem de altura e sensor de estacionamento traseiro com auxílio gráfico. Preço: R$ 49.590 (manual) e R$ 54.790 (automático). Onix LTZ: Adiciona vidros traseiros elétricos com a função um toque, computador de bordo, bancos com revestimento premium e tecido de alto relevo, retrovisores externos com ajuste elétrico, farol com superfície interna cromada e led, faróis de neblina e rodas de alumínio. Preço: R$ 54.490 (manual) ou R$ 59.790 (automático). Prisma LT: Sistema OnStar, direção elétrica, ar-condicionado, sensor de estacionamento, travas e vidros dianteiros elétricos, painel com velocímetro digital, bússula e alerta de mudança de marcha, multimídia MyLink, chave tipo canivete com controle remoto das travas e vidros elétricos, faróis com máscara negra, direção com regulagem de altura, rodas aro 15 com calotas, banco do motorista e cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, espelho nas sombreiras, volante multifuncional, luz de cortesia no porta-luvas e bagageiro, abertura do porta-malas por controle remoto, sistemas antifurto, aviso sonoro para uso do cinto, freios ABS com EBD e airbag duplo. Preço: R$ 53.690 (manual) e R$ 58.990. Prisma LTZ: Adiciona acabamento interno em dois tons (preto e marrom escuro), computador de bordo, vidros traseiros elétricos com a função um toque, bancos com espuma mais macia e com revestimento premium e tecido de alto relevo, retrovisores externos com ajuste elétrico, farol com superfície interna cromada, luz de posição em led, faróis de neblina e rodas de alumínio. Preço: R$ 58.690 (manual) e R$ 64.690 (automático).
4 Segunda . 1º de agosto de 2016
Ford aposta nos recursos eletrônicos e no design do Edge para rivalizar com modelos de luxo POR EDUARDO ROCHA AUTO PRESS
O Ford Edge mudou o estilo, a plataforma e a vocação. Na geração anterior, a primeira, de visual mais pesado, a montadora direcionava a briga para o segmento de utilitários esportivos grandes, como Mitsubishi Pajero Full, a Chevrolet Trailblazer e a Toyota SW4. Agora o alvo é outro: os crossovers mais luxuosos, como BMW X5, Range Rover Evoque e Volvo XC90. Para contrabalançar o valor atribuído às marcas premium e ter alguma vantagem competitiva, a Ford tratou de refinar o visual e rechear seu crossover com um verdadeiro arsenal tecnológico. O Edge passa ser oferecido nas concessionárias da marca em agosto por R$ 229 mil – ou R$ 239 mil com teto solar panorâmico e telas de LCD nos encostos de cabeça para o banco traseiro. À primeira vista, o Edge tem boas condições de brigar no andar de cima. Principalmente porque interna e externamente, é um veículo atraente. O acabamento do crossover é muito bem cuidado, com materiais de boa qualidade. As linhas externas também são mais refinadas. Elas guardam alguma semelhança com o estilo do EcoSport, principalmente na frente, mas com um pouco mais de ousadia – especialmente no caimento da coluna traseira, bem inclinada. Mas acima de requinte e beleza, a Ford aposta na eletrônica para emplacar seu crossover. Boa parte da tecnologia injetada no Edge tem como tema a segurança. E pelo menos dois desses recursos são inusitados por aqui. O primeiro é a câmara frontal com visão de 180º, que projeta no console central a imagem do que está à frente do carro, para uma saída de vaga ou um cruzamento
Teste
No topo do mercado
sem visibilidade. O próprio motorista aciona o dispositivo, que só funciona em baixas velocidades. O outro são os cintos traseiros infláveis, que se unem aos oito airbags “normais” – frontais, laterais, de joelhos para os dois passageiros da frente e de cabeça. Em caso de impacto, este sistema ameniza as lesões por impacto dos ocupantes contra o cinto. A lista dos recursos de segurança é realmente longa. Ela inclui controle de cruzeiro adaptativo, alerta de proximidade para o veículo da frente, monitoramento de faixa e
de ponto cego, farol alto automático, além de óbvios ABS e controles de tração, estabilidade e de partida em rampa. O Edge também recebe um forte apoio eletrônico para a condução. Caso da direção elétrica com assistência dinâmica, que muda a relação da direção com as rodas – em baixas velocidades, é preciso girar menos o volante para alcançar um ângulo maior de esterçamento. Há também o sistema de estacionamento automático para vagas perpendiculares ou paralelas, além de sensores de obstáculos de
360º e câmara de ré. Há ainda pequenos confortos que tornam o convívio com o Edge um pouco mais prazeroso, como o sensor de movimento sob o carro para abertura e fechamento da tampa do por ta-malas, bancos com aquecimento, sendo que os dianteiros têm também refrigeração, sensores de luminosidade e de chuva, luz ambiente com sete configurações de cor, abertura das portas através de código numérico, chave presencial para travas e acionamento do motor, freio de mão elétrico com
liberação automática, bancos e volante com ajustes elétricos com memória e até vidros laminados nas laterais para reduzir o ruído interno. A Ford decidiu manter o mesmo propulsor que equipava a primeira geração. E teve alguns motivos para isso. Um é que simplifica a vida da marca e seus concessionários, que podem manter a mesma base de peças de reposição. Outro é que a opção de trazer o Ecoboost 2.7 litros da versão Sport, de 315 cv, encareceria muito o carro. Então, o V6 3.5 litros de 284 cv de potência e
34,6 kgfm de torque era o único que aproxima o Edge do desempenho oferecido pelos rivais – a não ser pelo Evoque, que tem 240 cv, todos têm em torno de 300 cv. Quando ensaiou entrar na briga dos crossovers de luxo, a partir do face-lift de 2012, o Edge conseguiu emplacar em torno de 250 unidades mensais. Agora Ford não se arrisca em definir um volume de vendas, mas a proposta de atuar diretamente no mercado de luxo pode ser bem eficaz. Afinal, a crise é sempre mais amena no topo da pirâmide.
5 Segunda . 1º de agosto de 2016
No limiar do luxo Campos do Jordão/SP – A Ford se impôs um grande desafio ao posicionar o Edge na linha de frente contra marcas como BMW, Volvo e Range Rover. Independentemente das qualidades objetivas do crossover construído no Canadá, este é um segmento em que as aparências contam muito. A melhor arma da montadora norte-americana será, então, convencer os possíveis consumidores a entrarem no habitáculo. Neste momento, eles se depararão com um carro muito bem recheado de tecnologia e recursos voltados para a segurança e o conforto. A câmara dianteira de 180º, por exemplo, faci-
lita muito a saída de garagens e os sensores em todo o entorno do carro dão a certeza de praticamente eliminar pequenos acidentes de estacionamento. O espaço interno é extremamente generoso e os bancos têm uma ergonomia impecável, que sustenta perfeitamente o corpo nas curvas. Mimos como o sistema de abertura da tampa do porta-malas, que se abre quando a pessoa passa o pé sob o para-choque, servem para tornar o convívio com o Edge ainda mais agradável. Dinamicamente, o crossover da Ford também se sai bem. A boa rigidez da carroceria, os pneus e a tração integral – única opção importada para o Brasil
– tornam o veículo absolutamente neutro. O limite fica mesmo com o motor V6 de 3.5 litros. A cavalagem, de 284 cv, é respeitável e o gerenciamento do câmbio de seis marchas consegue extrair dele um bom comportamento. Para o segmento premium atual, no entanto, esse desempenho pode ser pouco. Nem tanto pelos números de aceleração, mas pela forma com que o Edge entrega a potência e principalmente o torque. Os propulsores da moda, com turbo, oferecem todo seu vigor a partir de giros baixíssimos. Pouco acima da marcha lenta e bem dentro do conceito de glamour.
6 Segunda . 1º de agosto de 2016
MotoMundo
Caminho possível Provável chegada do Grupo Piaggio aproxima a scooter Medley do mercado nacional POR MÁRCIO MAIO AUTO PRESS
O Grupo Piaggio, a partir de sua marca Vespa, “inventou” o conceito de scooters há exatos 70 anos, em 1946. Esses veículos, com uma desenvoltura impressionante no ambiente urbano, acabaram se tornando símbolo de conveniência e liberdade ao longo desses anos no segmento automotivo com uma gama completa de soluções originais, criativas e inteligentes para a mobilidade metropolitana. Sempre marcada pelo estilo exclusivo e elegante, a categoria é cada vez mais valorizada no mercado brasileiro. Tanto que o grupo Piaggio, que esteve presente no Brasil através de representantes até 2001, prepara uma volta até o final deste ano. Não apenas para comercializar, mas também para montar seus modelos por aqui – leia-se Manaus. E um dos que mais tem chance fazer parte desse projeto é a scooter Piaggio Medley, lançamento recente da Piaggio e que é oferecida em versões de 125 cm³ e 150 cm³, ambas com motores a quatro tempos, com refrigeração líquida e injeção de combustível. Um dos diferenciais da Medley no mercado de scooters é a adoção do sistema start/stop, que desliga o motor em pequenas paradas – o que ajuda não só a diminuir emissões de poluentes, mas também o gasto de combustível. A tecnologia já é vista por aqui na Honda PCX, com o nome de Idling Stop. Além disso, a Medley conta ainda com sistema ABS de 2 canais. O quadro da Medley tem estrutura monoberço em tubos de aço com refor-
ços em chapa estampada e suas rodas são de 16 polegadas na frente e 14 polegadas atrás, ambas de liga leve. A suspensão dianteira traz forquilha telescópica hidráulica, com curso de 88 mm, enquanto a traseira é bichoque com amortecedores hidráulicos de duplo efeito e curso de 76 mm. No total, a Piaggio Medley tem 132 kg de peso a seco. Os freios têm disco de 260 mm na roda dianteira e de 240 mm na traseira, ambos com pinças flutuantes de duplo pistão e sistema ABS de dois canais de série. A scooter é dotada ainda de
um sistema capaz de desligar inteiramente o motor em caso de detecção de queda. O motor menor, de exatas 124,7 cc, entrega 12 cv de potência a 8.250 rpm. Já o maior, de 155,2 cc, amplia essa força em 3 cv, totalizando 15 cv, em 7.750 giros. O torque máximo é de 1,17 kgfm a 6.500 rpm e 1,47 kgfm em 6.400 giros, respectivamente. O câmbio é sempre CVT e o tanque comporta 7 litros de gasolina. Na Itália, os preços começam em 3.100 euros no modelo com 125 cc e 3.300 euros no maior, com 150 cc – o equivalente a R$ 11.100 e R$ 11.900, respectivamente.
Vocação urbana Grosseto/Itália – Basta subir na Piaggio Meley para apreciar imediatamente o assento confortável e a boa posição para pernas, mesmo com o tanque de 7 litros posicionado entre os pés do condutor. Na verdade, foi essa estratégia que possibilitou o ganho de espaço na traseira para acomodar dois capacetes, com seus 36,2 litros de capacidade, e, acima de tudo, o centro de gravidade mais baixo. O resultado, além da praticidade, é uma dirigibilidade melhor. Não há dificuldades para se deslocar pelas movimentadas ruas da bela Porto Ercole, na comuna de Monte Argentario, na província de Grosseto, região da Toscana. Entre as ruas largas e com subidas íngremes de paralelepípedos, a scooter sequer deixa que o condutor sinta qualquer mudança na força de seu motor. A Medley se mostra sempre pronta e bem equilibrada. Vibrações são quase imperceptíveis e a entrega de potência se dá de forma modulada e suave. Os freios também são bons e facilmente controlados em cada situação. Diante das duas opções de motorização, a de 150 cc é claramente preferível para pilotos que pretendem fazer um uso fora-de-estrada mais constante. Nos dois casos, a Medley é eficiente em seu compromisso com a economia de combustível e redução de emissões sem prejudicar o desempenho. Para isso, contribui o sistema de start/sotp, que desliga o propulsor durante as paragens e, quase sem ruídos, religa-o assim que se aciona o acelerador.
TransMundo
7 Segunda . 1º de agosto de 2016
Forma e conteúdo Chevrolet S10 High Country se destaca pelo visual, equipamentos e boa dirigibilidade
POR FABIO PERROTTA JUNIOR AUTO PRESS
Em geral, a ideia de promover um face-lift é reanimar o mercado em relação ao modelo. No caso específico da Chevrolet S10, além de potencializar as vendas, a intenção era retomar a liderança do segmento, perdida em julho do ano passado para a Toyota Hilux. No entanto, a tática não deu certo. A picape foi reapresentada em maio com novo design e mais equipamentos e foi bem. Mas não tanto quando a General Motors queria. Foram 2.228 unidades emplacadas, 134 a mais do que a antecessora. Ainda assim, ficou 563 unidades atrás da nova líder Toyota Hilux, que comercializou 2.791 unidades no mesmo período. A S10 está disponível com 13 configurações: são quatro versões de acabamento (LS, LT, LTZ e High Country), três opções de cabine (simples, dupla e chassis-cab), duas de motorização (2.8 turbodiesel e 2.5 SIDI Flex), dois tipos de transmissão (manual e automática, ambas de seis velocidades), além de dois tipos de tração (4X2 e 4X4 com reduzida). A versão topo de linha é a High Country, que se destaca pelo nível de equipamento e pelos acessórios exteriores e é disponível apenas na configuração de cabine dupla, 4X4 e com câmbio automático de seis velocidades. O motor é o já conhecido 2.8 turbodiesel, de 200 cv e 51 kgfm de torque, que recebeu pequenos ajustes para ficar mais eficiente. A direção deixou de ser hidráulica para se tornar elétrica e deixar as manobras mais fáceis. Os conjuntos de suspensão e de freio também são novos e os sistemas de controle
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE SANT’ANA DO LIVRAMENTO SISTEMA DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL SISPREM AVISO DE LICITAÇÃO CONVITE N°02/2016 tipo: Menor preço por item PROCESSO ADM: 2016/2016 OBJETO: Aquisição de equipamentos de informática: - 04 (quatro) Computadores; - 04 (quatro) Nobreak, para suprir as necessidades do Sistema de Previdência Municipal – SISPREM - conforme especificações mínimas constantes no Anexo I do instrumento convocatório.
de vibrações e de ruídos receberam aperfeiçoamentos. Segundo a Chevrolet, a nova S10 está até 5% mais econômica, em vir tude da utili zação de materiais mais leves, de novos componentes mecânicos e soluções aerodinâmicas. No total, a S10 revista e melhorada tem 35 kg a menos. O conteúdo também foi aprimorado. A câmara de ré oculta na maçaneta da tampa traseira e as lanternas em led são exclusivas da versão. O painel é completamente diferente da antiga e passa maior sensação de mais tecnologia. O quadro de instrumentos foi atualizado, assim como central multi-
mídia MyLink e os comandos do ar-condicionado. Os bancos são revestidos em couro bicolor e as portas trazem plaquetas com a inscrição ‘High Country’. Com preço tabelado de R$ 169.190, a nova S10 High Country incorpora ainda novas tecnologias, como alertas de desvio de faixa
e de colisão frontal, mais comuns em carros de passeio. O controle de cruzeiro, no entanto, é convencional, diferentemente da sua concorrente Ranger Limited, que é adaptativo – interfere no acelerador e nos freios para manter a distância indicada pelo condutor em relação ao carro da frente.
Abertura dos envelopes: 15 de agosto de 2016 às 9:30 h Local: Sede do SISPREM - Rua Duque de Caxias, 1634. Centro - Sant Ana do Livramento/RS –CEP 97573-460. Carta Convite na integra no sitio do SISPREM WWW.sisprem.santanadolivramento.rs.gov.br Informações: SISPREM, fone 55-3242-1966 / 3241-5074 Santana do Livramento, 01 de agosto de 2016. Maria Helena Ferreira Vieira Diretora geral
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE SANT’ANA DO LIVRAMENTO SISTEMA DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL SISPREM Extrato de Dispensa de Licitação Espécie: Processo de Dispensa de Licitação nº 1949/2016. Objeto: Aquisição de material de expediente. Base Legal: Nos termos da lei nº 8.666/93. Empresas vencedoras: PQ Comércio e Assistência Técnica de Copiadora Ltda, CNPJ nº 92.270.834/0001-35 - Neiva J.A Folle, CNPJ nº 03.562. 811.0001-74 - Livraria e Papelaria O Estudante, CNPJ nº 96.033.618/0001-27 - Silvia Normey de Mello, CNPJ nº 16.369.877/0001-94 - Gráfica Vida Nova Ltda, CNPJ nº 13.810.342/0001-19. Maria Helena Ferreira Viera Diretora Geral