TALLER DE DISEÑO IX
UNCP
PERIFERIAS URBANAS DE HUANCAYO CIUDAD - BARRIO VIVIENDA + ESPACIO PÚBLICO
PERIFERIAS URBANAS DE HUANCAYO Ciudad – Barrio - Vivienda + Espacio Público. Taller IX. Autores: José Luis Hinostroza Martínez Carlos Restrepo Plata Diego Carrera Cabezas Editado por: José Luis Hinostroza Martínez Jr. Sánchez Cerro 143 El Tambo. Teléfono: (51) 964 609 479 jhinostroza@uncp.edu.pe Huancayo- Perú. Fotografías Las imágenes de cada proyecto pertenecen a los estudiantes de Taller de Diseño IX. Facultad de Arquitectura de la Universidad Nacional del Centro del Perú. Impresion digital, Abril 2021. Disponible en: Hecho el Deposito Legal en la Biblioteca Nacional del Perú Nº ISBN: Prohibida la reproducción de este libro por cualquier medio, total o parcialmente, sin permiso expreso del editor.
UNIVERSIDAD NACIONAL DEL CENTRO DEL PERÚ Facultad de Arquitectura
TALLER IX HUANCAYO + EL TAMBO CÁTEDRA: MSc. Arq. Jose Luis Hinostroza Martinez Mg. Arq. Diego Carrera Cabezas Arq. Carlos Andres Restrepo Plata EDITADO POR: APONTE HUAMAN Jhannder Yojiru CANO VENTOCILLA Liszet Katty CARDENAS QUISPE Antony Leonardo GAMBOA GASPAR Katherine Estefani JURADO MARTINEZ Klever Dimitri MATOS BRAVO Julio Pompilio PALOMINO MEZA Yanelyn RAMOS YANGALI Cynthia Liz *Fotografía de la portada: Anibal Jhonatan Huali Ochoa
Fotografía: Facebook Barrío San Carlos - Huancayo Lugar: San Carlos
INTEGRANTES DEL TALLLER IX GRUPO 1 APONTE HUAMAN JHANNDER YOJIRU LAURENTE TALAVERA ERICK FERNANDO MATOS BRAVO JULIO POMPILIO GRUPO 2 ALANIA AMARO JORDAN MAX AQUINO ECHEVARRIA ANDRO KEVIN ARRENDONDO SAAVEDRA JOSEPH JUAN GRUPO 3 BELITO MORAN CRISTHIAN ZENON QUISPE QUISPE CRISTINA RIVERA CONDOR SAUL OSCAR GRUPO 4 FLORES CCENTE ERIKA YANET GAMBOA GASPAR KATHERINE ESTEFANI RAMOS YANGALI CYNTHIA LIZ GRUPO 5 CANO VENTOCILLA LISZET KATTY FERNANDEZ ELIAS LIZBETH MAGALY PALOMINO MEZA YANELYN GRUPO 6 TRISTAN SILVA YORDAN DOMINGO MONTES CUYCA MIJAIL FREDERICK HINOJOSA PARI EVING ORLANDO GRUPO 7 QUINTANA RAFAEL DERLIS KLISMAN SALVADOR GAMION ROCIO ELSA CARDENAS QUISPE ANTONY LEONARDO GRUPO 8 YAURIVILCA MATOS ERICK FRANK MENDOZA CARBAJAL LIZBETH PAMELA SAENZ QUINTE ROGER DANTE GRUPO 9 PAUCAR CARDENAS ANDRE ANTONY VILCAPOMA SANTANA RONY OBREGON JUSTINIANO REYBEN GRUPO 10 YAURI POMALAYA MARILIA YOMARA JURADO MARTINEZ KLEVER DIMITRI
Fotografía: Anibal Jhonatan Huali Ochoa Lugar: Cochas Chico
ÍNDICE INTRODUCCIÓN.................................................................................7 HOJA DE VIDA....................................................................................9 EL CERRO COMO PROTAGONISTA DEL PROCESO DE URBANIZACIÓN ¿Habitar y/o habilitar la periferia urbano-rural?...........................10 PERIFÉRIAS HUANCAÍNAS. Analizando el rol de las zonas de expansión urbana...................12 POBREZA URBANA ó AUSENCIA DE PLANIFICACIÓN......................14
CAPÍTULO I - HUANCAYO...............................................17 1. PROBLEMÁTICA................................................................ 19 2. DIAGNÓSTICO.................................................................. 21 2.1.ANÁLISIS TERRITORIAL..................................................................22 • CONTEXTO................................................................................... 22 • ANÁLISIS....................................................................................... 23 • CORREDORES.............................................................................. 23 2.2. ANÁLISIS MACRO URBANO........................................................24 • EMPLAZAMIENTO FÍSICO............................................................ 24 • PROBLEMATICAS IDENTIFICADAS.............................................. 24 • SISTEMA VIAL................................................................................ 25 • EQUIPAMIENTOS.......................................................................... 26 • ASPECTO POBLACIONAL........................................................... 26 2.2.1. ANÁLISIS DE MACROPOLÍGONO........................................... 27 2.3. ANÁLISIS MICROURBANO.........................................................29 2.3.1. POBLACIÓN Y DENSIDAD.................................................. 29 2.3.2. EQUIPAMIENTO..................................................................31 2.3.3. ANÁLISIS SECTOR Ca1-Ce................................................. 33
3. PROPUESTAS DE PLAN MAESTRO.................................... 35
3.1. VIVIENDO AL BORDE..................................................................36 3.2. NUEVA CENTRALIDAD................................................................40 4. REFLEXIONES..................................................................................43
CAPÍTULO II - EL TAMBO.................................................47 1. PROBLEMÁTICA............................................................... 49 2. DIAGNÓSTICO................................................................. 51
2.1. • • • • 2.2. 2.3. • • • • • • • 2.4. • • • • • • •
ANÁLISIS TERRITORIAL................................................................52 UBICACIÓN.................................................................................. 52 ANÁLISIS PROVINCIAL................................................................. 53 ANÁLISIS DISTRITAL....................................................................... 53 ANÁLISIS SECTORIAL.................................................................... 53 DATA HISTÓRICA........................................................................54 ANÁLISIS MACROURBANO........................................................56 ÁREA DE ESTUDIO........................................................................ 56 ANÁLISIS GEOGRÁFICO............................................................. 56 ANÁLISIS ECOLÓGICO............................................................... 56 ANÁLISIS HIDROLÓGICO............................................................ 56 ZONIFICACIÓN............................................................................ 57 RELACIÓN DE LLENOS Y VACÍOS............................................... 57 ANÁLISIS DE EXPANSIÓN............................................................. 57 ANÁLISIS MICROURBANO.........................................................58 CRECIMIENTO URBANO.............................................................. 58 EQUIPAMIENTO URBANO............................................................ 59 MOVILIDAD URBANA.................................................................. 57 ANÁLISIS DE VULNERABILIDAD................................................... 60 ANÁLISIS DE RIESGO.................................................................... 60 CENTROS POBLADOS.................................................................. 61 RELACIÓN DEL CERRO ACHKAMARCA CON ANEXOS........... 61
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2.5. CENTROS POBLADOS..............................................................62 • CENTRO POBLADO LA CANTUTA.............................................. 62 • CENTRO POBLADO CULLPA BAJA............................................ 62 • CENTRO POBLADO HUALAHOYO............................................. 63 • CENTRO POBLADO CHUCRUZ.................................................. 63 • CENTRO POBLADO SAÑOS CHAUPI......................................... 64 • CENTRO POBLADO AZA............................................................ 64 • CENTRO POBLADO INCHO....................................................... 65 • CENTRO POBLADO URPAYCANCHA....................................... 65 • CENTRO POBLADO CULLPA ALTA............................................ 66 • CENTRO POBLADO COCHAS GRANDE- CHICO.................... 66 • CENTRO POBLADO PACCHA................................................... 67 • CENTRO POBLADO ANCALAYO............................................... 67
3. PROPUESTAS DE PLAN MAESTRO.................................... 69 3.1. 3.2. 3.3. 3.4.
PROYECTO ECO - CITY..............................................................70 EL TAMBO UNA NUEVA VISÍON.................................................74 RECULTIVANDO LA CIUDAD......................................................76 CONSERVACIÓN DE ÁREAS AGRÍCOLAS.................................80
4. REFLEXIONES.................................................................... 83
CAPÍTULO III - PROPUESTAS INDIVIDUALES....................87 1. PROYECTOS HUANCAYO................................................ 89 1.1. 1.2. 1.3. 1.4.
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VIVIENDO AL BORDE..................................................................90 LA NUEVA CENTRALIDAD...........................................................96 EDIFICIO DE USOS MIXTOS........................................................101 VIVIENDA DE USOS MIXTOS......................................................105
2. PROYECTOS EL TAMBO................................................... 109 2.1. VIVIENDA SOSTENIBLE DE USO MIXTO......................................110 2.2. TAMBO AGRÍCOLA....................................................................116 2.3. ECOPRESERVACIÓN AGRÍCOLA-ECOBARRIOS........................119 2.4. HABITAR PRODUCIENDO EN EL TAMBO....................................123
CAPÍTULO IV - REFLEXIONES...........................................127 1. REFLEXIÓN........................................................................ 128 2. ECOPRESERVACION – TIPOLOGIA DE VIVIENDA ECOPRODUCTIVA............................................................. 129 3. EL BORDE COMO PUNTO DE INFLEXIÓN EN LA ARQUITECTURA HUANCAÍNA.............................................. 130
MSc. Arq. Jose Luis Hinostroza Martinez Coordinador del TD9 2020 –I
INTRODUCCIÓN
La Dirección del Departamento Académico (DDAA) de la Facultad de Arquitectura de la Universidad Nacional del Centro del Perú, propuso como tema del taller del presente semestre académico 2020-2 la Vivienda en contexto de la pandemia COVID-19. En ese contexto la catedra del Taller de Diseño 9 Sección “A” propuso la intervención urbana en dos sectores de los distrito de el Tambo y Huancayo, con el tema de “Modelo ciudad/ barrio/ vivienda + Espacio Público. LA PANDEMIA DE COVID-19, LAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS Y CLASES VIRTUALES. La pandemia del COVID-19 en nuestro país genera y obliga a tomar diferentes medidas de contención. Se reporta el primer caso de COVID-19 el 6 de marzo del 2020, el 15 de marzo el gobierno decreta el “estado de emergencia y aislamiento social obligatorio” cuarentena a nivel nacional. El MINEDU plantea las clases virtuales en las universidades públicas se debe iniciar a partir del mes de mayo y así poder ofrecer educación remota. En este contexto las universidades públicas a partir del Decreto Legislativo N° 1465 se fija fecha para el inicio de clases virtuales, como parte del cronograma académico que establecieron para evitar la proliferación del COVID-19. Así mismo deben desarrollar sus capacidades institucionales y ofrecer la educación remota con estándares de calidad. Es así que la Universidad Nacional del Centro del Perú implementó para las clases virtuales dos plataformas virtuales el Moodle y Microsotf Teams, constituyéndose en un aprendizaje continuo, soluciones en el camino y capacitación para docentes y estudiantes. La pandemia COVID-19, el aislamiento social y otras medidas a nivel nacional, así como medidas comunicados de la Universidad, se constituyeron en un reto y una oportunidad para reinventarse en este proceso académico de enseñanza y aprendizaje, de desarrollar el Taller de Diseño de forma virtual.
Comparto la siguiente anécdota, “en los talleres de diseño presencial, en el aula se solicitada guardar silencio en el taller; en el taller virtual se solicitaba por favor hablen, activen sus micrófonos, activa tu cámara, comparte tu pantalla; estábamos tan próximos y tan lejos, desde cualquier parte del territorio de nuestro país o del planeta si tenían una óptima conectividad e internet podemos desarrollar las clases virtuales, son tiempos de pandemia y COVID-19”. METODOLOGÍA Y PROCESO PROYECTUAL. La metodología del Taller de Diseño 9 Sección “A” de la facultad de arquitectura de la UNCP, se fundamenta en proceso de enseñanza y aprendizaje continuo, la investigación formativa de la arquitectura, la ciudad y el urbanismo. El objetivo central del taller es trabajar la “ciudad, el barrio de los distritos de El Tambo, Huancayo y la vivienda”, en ambos distritos se propone la intervención urbana, en el distrito de El tambo (Cerro ACHKAMARCA y CENTROS POBLADOS) y en el distrito de Huancayo los sectores A1-CE (Chorrillos/ Torre Torre); como escenario geográfico y espacial de nuestro entorno provincial. El proceso proyectual del taller plantea la exploración, reflexión y propuesta del “Modelo ciudad/ barrio/ vivienda+Espacio Público. En este escenario la catedra planteó la reflexión continua a partir de preguntas, ¿cómo se habita en la periferia, el centro poblado; que tipologías de viviendas existentes se dan en la periferia? ¿Cómo debería ser la intervención urbano-rural? Para fundamentar el modelo de barrio/vivienda+ espacio público. ¿Qué referentes se tiene en nuestro país, Latinoamérica, y otros países? El proceso proyectual del Taller de Diseño 9 Sección “A” dentro de la metodología plantea el énfasis en los siguientes aspectos: “el concepto de habitar”,“la relación barrio, periferia y ciudad”;“las tipologías de vivienda en la zona urbana, rural y la periferia” la “escalabilidad del proyecto” el “espacio público en el proyecto”. Así mismo los análisis y la reflexión adecuada sobre la problemática y comprensión, la población, la densidad poblacional, los equipamientos faltantes y existentes; el tema de la movilidad sostenible y sus conexiones con la ciudad y los distritos; también se analizó la data histórica de la huella urbana y la huella hídrica. 7
PARCIAL 1
PARCIAL 3
Tema I: LA CELULA ESPACIAL DE SU VIVIENDA. Los estudiantes del taller inician el proceso proyectual, siendo ellos mismos los protagonistas y utilizando sus ambientes donde habitan como la célula espacial de análisis de su vivienda. 1.-LA ESCALA: MUEBLE -Problemática, ¿Qué es un mueble? La conceptualización y el análisis espacial, la célula espacial, el espacio a intervenir, el usuario, las relaciones espaciales. El diseño del mueble, el material, el sistema constructivo; el metrado, presupuesto, los detalles y la factibilidad constructiva. Así como el “manual constructivo del mueble”.
Tema 3: “Modelo ciudad/ barrio/ vivienda + Espacio Público. Los estudiantes de manera individual inician el proceso proyectual del anteproyecto; presentado cada uno su propuestas, estrategias proyectuales e implantación de su idea en el lugar de estudio. 3.- LA ESCALA EDIFICIO, DEL BARRIO/SECTOR- CENTROS POBLADOS -Desarrollo del proyecto urbano Arquitectónico en contexto COVID-19 Las consideraciones del entregable final son los aspectos siguientes, las diferentes escalas del proyecto: el enfoque relacionado a criterios de planificación, intervención urbana e implantación; la concepción de estrategias proyectuales; la propuesta y las tipologías de vivienda; la presentación del libro digital y el video resumen de su propuesta. El ante proyecto o edificio “vivienda” plantea la exploración de su presentación y criterios de organización a partir de sus habilidades personales de cada estudiante. Para los sectores de El Tambo y de Huancayo (Chorrillos), Además se considera el enfoque y propuesta urbana como (densidad, bordes, transiciones, implantación) la concepción del espacio público en el proyecto, como (plazas, bosques, , zonas agrícolas, zonas productivas, orientación y clima); de la vivienda el análisis tipológico (usuario, usos-mixtos, áreas, espacios comunes). Así como el entregable final que consta de Libro Digital y Video de la propuesta proyectual. 3.1 RESULTADOS MODALIDAD INDIVIDUAL Propuesta de Modelos de Ciudad/ Barrio/ vivienda + espacio público
PARCIAL 2 Tema II: “Modelo ciudad/ barrio/ vivienda + Espacio Público. Los estudiantes de forma grupal inician el proceso de “investigación formativa”, analizando los documentos normativos PDM/PAT entre otros de Huancayo, análisis del lugar; teniendo como objetivo determinar el diagnostico, máster plan y las tipologías de vivienda. 2.- LA ESCALA BARRIO/SECTOR/CENTROS POBLADOS Problemática, análisis, diagnóstico y propuesta de máster plan; para los sectores de intervención urbana de los distritos de El Tambo (Cerro de Achkamarca, periferia y los Centro Poblados /Anexos (Paccha, Cochas, Cullpa, Aza, Saños Chaupi, Hualahoyo) y Huancayo Chorrillos/Torre Torre) 2.1 RESULTADOS GRUPALES (Diagnostico, Master Plan y Programación Tentativa) 2.1.1 Sector: El Tambo - Eco-City -El Tambo hacia una nueva visión -Re cultivando la Ciudad -Conservación de Áreas Agrícolas 2.1.2 Huancayo: Sector Chorrillos/ San Carlos
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3.1.1 EL TAMBO: PERIFERIA/ CENTRO POBLADOS (CERRO ACHAMARKA) -Vivienda sostenible de uso mixto -Tambo agrícola -Eco preservación Agrícola - Eco barrios 3.1.2 HUANCAYO: SECTOR CHORRILOS/ SAN CARLOS INDIVIDUALES -Viviendo en el borde -La Nueva Centralidad
HOJA DE VIDA MSc. Arq. JOSE LUIS HINOSTROZA MARTINEZ
Arq. CARLOS ANDRES RESTREPO PLATA
Arquitecto por la UNCP-FARQ; Maestro en Scientiae con mención en arquitectura por la Facultad de Arquitectura Urbanismo y ArtesUNI; con distinción de “Excelencia”; candidato a Doctor en Ciencias Ambientales y Desarrollo Sostenible por la UNCP.
Arquitecto por la Pontificia Universidad Católica del Perú.
Investigador CONCYTEC-DINA de la Facultad de Arquitectura UNCP.
2014 Obra premiada, IX BIENAL IBEROAMERICANA DE ARQUITECTURA. NUEVAS GEOGRAFÍAS. CONTEXTOS IBEROAMERICANOS. ROSARIO – ARGENTINA. Con la Obra COLEGIO SANTA ELENA DE PIEDRITAS. TALARA. PIURA. PERÚ. MINISTERIO DE FOMENTO. GOBIERNO DE ESPAÑA. 2016 OBRA NOMINADA, MCHAP.EMERGE 2014/15 FOR THE BEST BUILT WORK FROM AN EMERGING ARCHITECTURE PRACTICE. Con la Obra COLEGIO SANTA ELENA DE PIEDRITAS. TALARA. PIURA. PERÚ. MIES CROWN HALL AMERICAN PRICE. EMERGED. ILLINOIS INSTITUTE OF TECHNOLOGY. COLLEGE OF ARCHITECTURE.
Ganador de proyectos de investigación UNCPFinanciado con fondos Canon Sobre Canon y regalías mineras de la IV Convocatoria 2018 y VI Convocatoria 2020. Docente, investigador y arquitecto, por más de 20 años en la UNCP-FARQ., docente invitado en UPLA-Escuela de Arquitectura, UDH-Escuela de Arquitectura-Huánuco; docente virtual en la universidad “Ball State University–USA” , Taller Virtual de las Américas, (UDH-Huánuco 2011- UNCP-FARQ. 2015) Fundador del Taller Urban Lab Huancayo. Valle del Mantaro 2014.
Fundador y Director de PUTUMAYU. Taller de Arquitectura. Docente de la UNCP desde el año 2019.
Mg. Arq. DIEGO CARRERA CABEZAS
Arquitecto, Consultor, Constructor e Investigador, Docente Universitario. Máster en Investigación y Docencia Universitaria – Universidad Peruana de Ciencias e Informática (UPCI), Maestría en Arquitectura: Didáctica del Diseño Arquitectónico – Universidad Nacional del Centro del Perú (UNCP). Actual docente en la Facultad de Arquitectura - UNCP. Expositor y Participante en diversos eventos académicos y empresariales sobre SISTEMAS CONSTRUCTIVOS NO CONVENCIONALES (sistemas prefabricados, sistemas de acristalamiento y sistemas de pieles arquitectónicas). Experiencia profesional y laboral en importantes empresas locales en áreas de diseño y asesoría técnica. Investigador Itinerante en tecnologías constructivas y tecnología del material. CoInvestigador en temas científicos tecnológicos y sobre arquitectura, historia, urbanismo andino en el Perú.
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MSc. Arq. Jose Luis Hinostroza Martinez
EL CERRO COMO PROTAGONISTA DEL PROCESO DE URBANIZACIÓN ¿Habitar y/o habilitar la periferia urbano-rural? El cerro de ACHKAMARCA ubicado en el centro poblado de Cochas del distrito de El Tambo, se constituye en la memoria colectiva de uno de los procesos más dolorosos de nuestra historia la violencia social, política, militar que vivió nuestro país en la década de 1980 con “sendero luminoso”. La cruz erguida en el cerro de Achkamarca se construyó con todas las partes de las torres eléctricas de alta tensión derribadas, producto de la violencia terrorista, este icono encarna el testimonio y la memoria colectiva de este proceso en la ciudad de Huancayo. Entonces podemos preguntarnos ¿será posible considerar al “cerro de achkamarca” y sus centros poblados urbano-rural que lo rodean, dentro de los procesos de urbanización, habilitaciones urbanas, segregación espacial, cohesión social, memoria colectiva y mercado inmobiliario?. Sobre los procesos segregación espacial en nuestro país, según refiere (Wiesse, 2010) “En el Perú se puede observar nítidamente la expresión de estos procesos de segregación espacial tanto en la relación existente entre los centros urbanos y el espacio rural, como también dentro de una misma ciudad, al evidenciarse con facilidad las diferencias marcadas que aparecen entre uno y otro distrito”. Huancayo metropolitano considerada como “ciudad intermedia” se observa este mismo proceso a una escala menor entre los distritos de El Tambo y Huancayo, específicamente los sectores del cerro de Achkamarca y los centro poblados que lo rodean y el sector de Chorrillos, respectivamente. Los conceptos de habitar y habilitar tenemos que re-pensarlo, contextualizarlo a nuestro entorno a nuestra “realidad” tan compleja, diversa y pluricultural. La lógica de “habitar-construir- regularizar”, este proceso de ocupación del territorio esta “institucionalizado” la gente sabe que después de varios años; el mismo estado va regularizar este proceso de ocupación otorgándoles un título de propiedad. La lógica de “habilitar” de la academia, los profesionales y las instituciones del estado; dentro este proceso de ocupación del territorio considera; primero planificarurbanizar-construir; entonces se visibilizan dos enfoques y lógicas de ocupar el territorio. La característica fundamental del “cerro Achkamarca y los centros poblados” que lo rodean, devienen en una periferia urbano-rural compleja, sensible y un gran reto para la academia, los profesionales vinculados al territorio, la población civil organizada y el estado.
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Los proceso de habilitaciones urbanas y la ocupación del territorio se rigen según, La ley N°29090. (Ley de regulación de habilitaciones urbanas y de edificaciones) menciona lo siguiente: “El proceso de convertir un terreno rustico o eriazo en urbano, mediante la ejecución de obras de accesibilidad, de distribución de agua y recolección de desagüe, de distribución de energía e iluminación pública, pistas y veredas”. En este contexto el reto y oportunidad que tenemos es iniciar la reflexión profunda, tener alternativas, propuesta, modelos e iniciar un proceso de intervención progresiva para “habitar y habilitar” el cerro Achkamarca y los centros pobladores que lo rodean cuya característica principal del suelo es ser agrícola, estar en el límite de lo urbano de lo rural y ser intangible. Los centros poblados que rodean al cerro “ACHKAMARCA” son: Aza, Cullpa Baja, Cullpa Alta, Cochas Chico y Cochas grande; Paccha, Hualahoyo, Saños Chaupi. El territorio mencionado tiene potencialidades como: área agrícola, cursos de agua, hábitat y ecología natural, tipologías de viviendas rurales; generándose un “microclima particular” en todo ese sector. Las amenazas que presenta es la “oferta y demanda para el mercado inmobiliario, las habilitaciones existentes, la expansión urbana”. La construcción de la línea base de este sector además de lo mencionado debe considerar los conceptos contemporáneos de, población, densidad, la proximidad, bordes, límites y la transición entre lo urbano y lo rural; teniendo una visión integral, holística, transdisciplinar para iniciar este proceso, a corto, mediano y largo plazo. En este contexto de pandemia que vivimos atravesando, de distanciamiento físico, de cuarentena nos obliga a repensar la forma de habitar, habilitar planificar y concebir una ciudad, un barrio bajo un enfoque, innovador, preguntarse, cuestionar la planificación, el urbanismo clásico y la arquitectura, puede este sector convertirse en una nueva centralidad del sector de El Tambo, teniendo como protagonista el Cerro de Achkamarca, el equilibrio entre la zona agrícola y la zona urbana, ¡Como planear los centros poblados y el nuevo barrio, como una centralidad?
¡Será posible que podamos contextualizar el enfoque de una ciudad de 15 minutos? ¿o este sector ya tiene una variable tiempo incorporado y lo que falta es implementar, equipamientos, movilidad sostenible, servicios básicos, infraestructura adecuada? ¿Será posible establecer un equilibrio entre el mercado inmobiliario, el mercado agrícola el estado y los actores involucrados? Tenemos la oportunidad y el reto de plantear soluciones adecuadas pertinentes teniendo una visión progresiva de 5, 10 y 15 años. Este año 2021 cumplimos nuestro Bicentenario, los invito a responder las siguientes preguntas: ¿Hemos fracasado como planificadores, de la ciudad, barrio, sector? ¿Huancayo como ciudad intermedia es sostenible? ¿Podemos hacer visible una arquitectura tipológica de la vivienda del Valle del Mantaro? Tendremos la capacidad, inteligencia e innovación de que el Valle del Mantaro no se siga urbanizando y quedarnos sin el área agrícola, un gran reto para la academia, la empresa, el mercado inmobiliario; la sociedad civil organizada y el rol de los actores principales.
Referencia Bibliográfica - Ley N° 29090. Ley de Regularización de habilitaciones urbanas y de edificaciones. - Wiese C./Miyahiro/Marces (2016). Desigualdad Urbana en Lima Metropolitana.
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Arq. Carlos Andres Restrepo Plata
PERIFERIAS HUANCAÍNAS. Analizando el rol de las zonas de expansión urbana. En tiempos de pandemia, la ciudad de Huancayo ha venido desnudando o sincerando, si se quiere, una serie de problemáticas que, en conjunto, evidencian el gran trabajo de planificación que se debe desarrollar de cara al futuro, para permitirse devenir en una ciudad intermedia importante y desarrollada. Y no es que de por sí no lo sea, quizás el comentario requiere de una serie de precisiones para evitar malos entendidos. Pues bien, a nivel geográfico Huancayo se encuentran ubicada en medio de uno de los corredores comerciales más importantes del país, en el que se relaciona toda la sierra y selva centrales, con Lima y el callao, principales mercados y puertos de exportación de materias primas. Del mismo modo, como ciudad principal del Valle del Mantaro, recibe gran parte de la producción agrícola que estas fértiles tierras generan, sumado esto a la recepción e intercambio de alimentos provenientes de la selva central, la cual ocupa gran parte del territorio de la región Junín. Así mismo y por consiguiente, Huancayo es entendida como un polo de oportunidades para los habitantes de regiones aledañas y no tanto… recibiendo grandes poblaciones migrantes, principalmente de la sierra y selva centrales. Es pues una ciudad intermedia que, mal contados, bordea ya el medio millón de habitantes. Finalmente, esta condición migratoria hace a Huancayo acreedora de una riqueza multicultural incalculable, expresada en las pocas, pero dinámicas plazas urbanas que hasta altas horas de la noche y pese a las bajas temperaturas en ciertas épocas del año, reciben a decenas de jóvenes entusiastas que hacen del folklore andino, un gran pretexto de sociabilización. Sin embargo, y pese a todas las características anteriormente mencionadas, Huancayo en múltiples aspectos da la impresión de ser una ciudad pobre.
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Pobre, cuando hablamos del nivel de desdén de las autoridades y la población frente al cuidado de la infraestructura y equipamientos tanto públicos como privados, de sus calles, parques, plazas y en muchos casos inexistentes veredas peatonales. Pobre, cuando analizamos el precario sistema de transporte público cuyo mayor representante, la combi, exalta casi con irreverente jactancia, el maltrato hacia el resignado ciudadano. Pobre, cuando cuesta trabajo, pese a la cantidad de eventos culturales promovidos en la ciudad, encontrar un teatro (ni se diga centro cultural) de capacidades intermedias que garantice y promueva eventos de gran calidad artística o profesional. Pobre, cuando la ciudad crece descontroladamente en detrimento de las áreas agrícolas y productivas, propiedad de pequeños campesinos que paradójicamente aparecen como el eslabón más débil en una economía tan dinamizada por los aportes del sector agropecuario. En ese sentido, los retos en materia de arquitectura, urbanismo y planificación son enormes, sobre todo si entendemos que, dada la escala de la ciudad, hay todavía muchos argumentos para pensar que Huancayo, por lo menos en el aspecto técnico, tiene una enorme viabilidad de reorganización y crecimiento. Dado este contexto, las zonas periféricas de Huancayo se convierten en polos de análisis preponderantes en el ejercicio de la predicción del crecimiento urbano en las próximas décadas. Tanto aquellas que ya hacen parte de la zona urbana, como la zona de Chorrillos, al nor-este de Huancayo, las cuales se encuentran en procesos de consolidación y que juegan un rol importantísimo en cuanto a la densidad urbana se refiere, como aquellas más alejadas, el caso de la zona este del distrito del tambo hacia el cerro Ashkamarca, que en un análisis más macro, serán en los próximos años el foco del sector inmobiliario, el cual, en definitiva, tiene ese importante rol de identificación y proposición tanto de las futuras zonas de expansión, como de los futuros esquemas de vida huancaínos.
En el primer contexto, las problemáticas son más evidentes, más tangibles; pues el objeto de estudio, ya en proceso de consolidación, evidencia los errores y/u omisiones de la planificación urbana. Densidades mayores a las propuestas por las habilitaciones urbanas acarrean déficit de infraestructura vial, de espacio público, equipamientos urbanos, invasión de laderas, colapso de redes de servicio, etc… Sin embargo, al no estar del todo consolidadas, estas zonas son todavía susceptibles de una serie de adaptaciones que faciliten el reordenamiento de ciertos parámetros, en función de la mejor adaptación a los problemas presentes y futuros. Sistemas de movilidad local, redes de abastecimiento, inserción de equipamientos como bancos, mercados, infraestructura cultural, comercial, oficinas, equipamientos educativos, etc… pueden afianzar la creación de nuevas centralidades en dichas periferias, que alivianen el centro urbano y redistribuyan los servicios de una manera más razonable para, en definitiva, evitar el colapso de dichos centros y al mismo tiempo promover una ciudad mejor adaptada para los habitantes huancaínos. Por el otro lado, las extensiones rurales, tierras fértiles y productivas, conexas a las zonas periurbanas, esperan irremediablemente el turno de su desaparición. Allí, nuevas habilitaciones urbanas promovidas por poderosos grupos inmobiliarios, empiezan a redibujar las colchas de retazos agrícolas. ¿Cuál debe ser el destino de dichas tierras? ¿son la densificación, el déficit de viviendas y el crecimiento urbano los problemas más urgentes a resolver en el devenir huancaíno? ¿Pueden los campos agrícolas convivir con el crecimiento de la ciudad? ¿Qué pasará con los sistemas de producción agropecuaria, frente al crecimiento urbano? ¿Cómo podemos abastecer una ciudad que crece de manera inversamente proporcional a la conservación de sus áreas productivas? Bajo este contexto, la cátedra del Taller IX, 2020 II, plantea dos casos distintos relacionados a las periferias urbanas, para promover dos procesos pedagógicos de análisis, uno más concreto y el otro más especulativo, frente al problema de la vivienda, el rol del arquitecto huancaíno y los retos a resolver en esta materia en los próximos 30 años. 13
Mg. Arq. Diego Carrera Cabezas
POBREZA URBANA ó AUSENCIA DE PLANIFICACIÓN Si dirigimos la mirada a las áreas de expansión urbana en nuestra ciudad de Huancayo (Casos de estudio: Periferias de El Tambo y Sector de Chorrillos); y entendiendo el significado de pobreza, como una “…situación en la cual no es posible satisfacer las necesidades físicas y psicológicas básicas de una persona, por falta de recursos como la alimentación, la vivienda, la educación, la asistencia sanitaria, el agua potable o la electricidad.” (Wikipedia). Entonces, nos damos cuenta de que, la pobreza urbana o la ausencia de planificación, es muy visible y afecta al poblador, a un grupo de pobladores y a toda una región geográfica como la de Huancayo. La importancia de una planificación urbana es que las autoridades de los gobiernos locales de turno, pueden proponer y realizar mejoras en múltiples maneras. Al planificar y gestionar un territorio urbano eficientemente, se contribuye a la sostenibilidad del medio ambiente de nuestra región. Claro está, que no es una tarea sencilla ni a corto plazo. Esta planificación debe considerar: Delimitar y orientar la dirección del crecimiento; sin que esto signifique centralizar el control por parte de los gobiernos locales. Al contrario, se trata más bien de tener una manera de coordinar los esfuerzos, anticipando las necesidades y estableciendo un norte a partir de acciones colectivas. Cuando se parte de un marco previo, el éxito en habitabilidad, equidad y crecimiento se puede garantizar. Se requiere una planificación constructiva y participativa, ya que la espontaneidad se traduce en pobreza urbana. Un adecuado análisis y diagnóstico; para anticiparse a los desafíos, es por ello que las autoridades y líderes de la ciudad deben conocer las oportunidades y los riesgos. La información con la que se cuenta, debe ser fiable, es posible relacionar los vínculos entre las prevenciones a largo plazo y las acciones a corto plazo. Las ciudades que no planifican, evidentemente, quedarán rezagadas.
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La planificación incrementa el impacto; es así que, si las autoridades locales quieren tener una gestión exitosa, respecto a temas relacionados con el espacio urbano, se requiere tener una perspectiva holística. Se deben planificar y gestionar los proyectos preferentes en el marco de una visión multidisciplinaria. Elaborar un modelo urbano apropiado para la ciudad, es muy importante; destacando los temas que son los de mayor importancia para los habitantes de la ciudad: como; Vivienda, Empleo, Accesibilidad, Seguridad; La calidad de vida a un precio accesible, sugieren políticas adecuadas para el uso del suelo, la densidad, el espacio público y la propuesta de infraestructuras y servicios acorde con los requerimientos de la población.
Estos son algunos de los lineamientos para una planificación urbana sostenible y al parecer nuestra ciudad de Huancayo aun no los está implementando, pues no se evidencian claros resultados. Es entonces que, desde la academia, invitamos a los futuros arquitectos, a que asuman con mucha responsabilidad, una actitud crítica y reflexiva para proponer soluciones, ideas, decisiones o actitudes de impacto positivo, desde el rol en el que se desempeñen como arquitectos, para evitar esta pobreza urbana.
Una adecuada planificación urbana contribuye a una buena economía urbana. Es tema importante para las autoridades locales es asegurarse de que haya una buena oferta de empleo. Una buena planificación vincula la localización y distribución del espacio con las dinámicas de las actividades económicas. La participación colectiva enriquece y sirve como hoja de ruta para llegar a la ciudadanía. Y al considerar la participación de la sociedad, los hace parte para que construyan y se tenga una visión común, generando la unidad entre los pobladores. Es ineludible la relación entre el sector, la ciudad y su entorno regional; ésta importancia, permite aprovechar las ventajas competitivas entre estas escalas. La continuidad de los planes debe darse, al margen de los cambios de gobierno, las ciudades exitosas basan sus estrategias de planificación sobre hojas de ruta bastante claras que continúan, así cambien los gobiernos de turno. Toda ciudad que es planificada a escala, se anticipa a los acontecimientos en lugar de reaccionar ante ellos, y pueden enfrentar al origen de los problemas; al contrario, cuando la ciudad no se planifica, significa mayor costo al estado y el uso de los recursos es ineficiente.
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Fotografía: Aponte Huaman Jhannder Yojiru Lugar: San Carlos
Cuidemos el medio ambiente
CAPÍTULO I - HUANCAYO 1.PROBLEMÁTICA 2. DÍAGNÓSTICO 3. PROPUESTAS DE MÁSTER PLAN 4.REFLEXIONES
Fotografía: Facebook Barrío San Carlos- Huancayo Lugar: San Carlos
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PROBLEMÁTICA La ciudad de Huancayo enfrenta la densificación en una de la zonas con mayor potencial de crecimiento: Chorrillos. Esta zona tiene todas las cualidades para ser exploradas, pero mientras tengamos mayores ideas, y conjeturas respecto al futuro de esta zona, creemos que al menos en algún punto vamos a ayudar a crear una mejor ciudad y prevenir desastres urbanos. Para cual se plantea: ¿Cuál será el mejor modo de densificar y habitar la zona de Chorrillos? Jhannder Y. Aponte Huaman
Fotografía: Facebook Barrío San Carlos- Huancayo Lugar: San Carlos
02
DIAGNÓSTICO 2.1. ANÁLISIS TERRITORIAL 2.2. ANÁLISIS MACROURBANO 2.3. ANÁLISIS MICROURBANO
2.1 ANÁLISIS TERRITORIAL
S AN CA Av RL de . C OS a l S lm ol e ar ll
IA C HA
ACA CHUP
RO
C
A
RIL AR
CA ELI
B
AL RE
V CA AN
LLE CA
HU
O SHU LLC AS RI
LLE
Las rutas a tomar para llegar al Huaytapallana.
HACIA
CA
En la actualidad se conserva las áreas verdes en función a los tramos del río.
CHUPACA
O
REGIÓN JUNÍN
También se puede visualizar que la ocupación urbana es uno de los aspectos mas resaltantes dentro de nuestro contexto, pues se observa una evolución y ocupación del territorío.
A
ANTAR RIO M
PERÚ
SICAYA
FER
El ámbito territorial que comprende la ciudad de Huancayo actualmente abarca sus 18 distritos como Huancayo Metropolitano, que con el paso del tiempo se ha ido desarrollando y consolidando en lo económico, social y cultural.
B
A
Huancayo es una ciudad del centro del Perú, se situa en la Cordillera de los Andes, y se emplaza en la margen izquierda del río Mantaro, se encuentra emplazada sobre una amplia explanada formada por un cono aluvional que desciende de los Nevados de Huaytapallana, y está rodeada por una zona agrícola importante.
AY
GLOBO TERRAQUEO
HUANCAYO
SIC
CONTEXTO
SECCIONES SECCIÓN B-B
Los cerros de esta parte protegen a la ciudad de Huancayo. PROVINCIA DE HUANCAYO Fuente: Imagenes diversas.
m²
Área: 3,558 km²
Altura: 3,249 m.s.n.m.
22
Los distritos: Chupaca, Pilcomayo, y Sicaya separados de Huancayo por el río. En los puntos rojos es donde se genera tráfico y es la convergencia. Según nuestro análisis, la población de Huancayo se mueve por 3 principales vías: Huancavelica, Calle Real y Ferrocarril. Ademas de la carretera hacia Chupaca.
SECCIÓN A-A
ANÁLISIS DE LA POBLACIÓN
CORREDORES
MUJERES
01
VIVIENDA
ANÁLISIS DEMOGRÁFICO
02
VIVIENDA URBANO-RURAL
RURAL
RURAL 1%
HOMBRES
03
04
47%
53% URBANA
99% URBANO
TIPO DE VIVIENDA EN ZONA URBANA
GRUPOS DE EDAD
65 Y MÁS AÑOS
5 520 4 546
45 A 64 AÑOS
Local no dest. para hab. humana; 177 Vivienda improvisada; 104 Vivienda en casa de vecindad; 4 959 Vivienda en quinta; 6 291
Vivienda en quinta
13 127 13 350
Departamento en edificio; 8 819
Departamento en edificio
893 861
MENORES DE 1 AÑO
Local no dest. para hab. humana
Vivienda en casa de vecindad
17 175 15 418
1 A 14 AÑOS
Vivienda en quinta
Vivienda improvisada
Vivienda improvisada
14 310 11 707
15 A 29 AÑOS
Departamento en edificio
Vivienda en casa de vecindad
Local no dest. para hab. humana
12 673 10 413
30 A 44 AÑOS
Casa independiente
Casa independiente; 95 916
Casa independiente
0
5 000 MUJERES
10 000
15 000
0
20 000
20 000
40 000
60 000
VARONES
LENGUA MATERNA
TIPO DE VIVIENDA EN ZONA RURAL
No sabe / No responde No escucha / Ni habla Lengua de señas peruanas Otra lengua extranjera 3/ Portugués Castellano Otra lengua nativa u originaria 2/ Matsigenka / Machiguenga Shawi / Chayahuita Shipibo – Konibo Ashaninka Aimara Quechua
Choza o cabaña; 10
Choza o cabaña
40 000
80 000
120 000
Casa independiente ; 1 433
0
200
400
CORREDOR 02
La dinámica económica de este corredor esta conformado por tiendas comerciales, equipamientos de educación, principales parques de la ciudad.
La dinámica económica de este corredor por una mínima cantidad de tiendas comerciales , equipamientos de educación, parques.
CORREDOR 03
Casa independiente
0
80 000 100 000 120 000
CORREDOR 01
600
800 1 000 1 200 1 400 1 600
La dinámica económica de este corredor cuenta con equipamientos de educación, parques.
CORREDOR 04 La dinámica económica de este corredor esta representada por la predominancia de tiendas comerciales en el centro de la ciudad.
23
2.2
ANÁLISIS MACRO URBANO PROBLEMÁTICAS IDENTIFICADAS
EMPLAZAMIENTO FÍSICO
INUNDACIONES La inundación por los ríos Shullcas y Florido se encuentra entre bajo y moderado, la inundación de las zonas urbanas se debe en mayor parte de fenómenos metereológicos, debido a la pendiente en la que se encuentra la ciudad.
CLIMA El sector Nor-este superíor del distrito de Huancayo se caracteriza por la alternancia de una estación seca y otra lluviosa, presentado un clima ligeramente húmedo. TEMPERATURA El sector presenta un amplio rango climático, en función de sus latitudes y la configuración morfológica de la región , con temperatura medía de 10 -12° C que descienden sensiblemente durante las noches.
RÍO.SULLCAS RÍOS ZONAS VULNERABLES INUNDACIÓN POR VÍAS
LITOLOGÍA La mayor parte del subsuelo, esta conformado por rocas de tipo sedimentarias, este tipo de estructuras son formadas por depósitos o precipitación, son proclives a contener recursos minerales y energéticos, presentan características muy variables , en cuanto a los condicionantes de capacidad portante.
MOVILIDAD URBANA Según el díagnostico la movilidad urbana es critica e insostenible , la ciudad no tiene vías exclusivas para transporte publico, el transporte informal se va incrementando y se puede visualizar también que no existen corredores destinados para las bicicletas ni peatonales.
HIDROGEOLOGÍA Presentan los principales espacios de concentración de acuíferos, entre los cuales se pueden destacar las unidades de acuíferos no confinados con permeabilidad elevada. FISIOGRAFÍA El estudio de fisiografía tiene por objetivo “reconocer y delimitar las diferentes formas de tierra, así como los rasgos generales del modelado de la zona”. Los tres principales grupos de paisajes presentes en el área de intervención son : montañas, colinas y planicies , de las cuales la ultima es la que ocupa la mayor extensión.
24
SUELOS El estudio de los suelos en la temática del emplazamiento se concentra en dos importantes aspectos, el primero referido a las cualidades agrologicas como condicionante para la determinación de zonas de expansión urbana, el segundo aspecto esta relacionado con las características de sus uso actual del medio rural.
SECTOR CON CRECIMIENTO URBANO
ORDENAMIENTO TERRITORIAL Según el díagnóstico la huella urbana está teniendo un crecimiento descontrolado, con bajos niveles de densificación.
DATA HISTÓRICA VÍAS PRINCIPALES INFLUENCIA JERÁRQUICA RÍOS
Fuente: Google Earth
SISTEMA VIAL
CHILCA
EL TAMBO
HUANCAYO
25
EQUIPAMIENTOS
ASPECTO POBLACIONAL
HUANCAYO - TAMBO - CHILCA
Parque de la Identidad Huanca
VIAS -
EQUIPAMIENTO - CENTRALIDAD
Polideportivo
VÍAS Ingresos al Macropolígono Ferrocarril - Macropolígono
POBLACIÓN (HAB)
7186
27827
5603
23827
Calle Real - Macropolígono Chupaca- Macropolígono
EQUIPAMIENTOS
Universidad Peruana los Andes
DENSIDAD BRUTA PROMEDIO (HAB/HA)
Universidad Continental Universidad Peruana los Andes Nuevo Hospital el Carmen Parque Miguel Grau Parque de la Identidad Wanka Polideportivo
ÁREA (HA)
Parque Miguel Grau
26
2.2.1
ANÁLISIS DE MACROPOLÍGONO
SECTORES
LLENOS Y VACÍOS
VÍAS
El polígono a intervenir esta conformado por 5 sectores , de los cuales se eligió el sector Ca-1 para su estudio, pues en esta zona se evidencian potencialidades de zonas residenciales por consolidarse, uso de recreación pasiva y un sector educativo que va desarrollándose para beneficio de los habitantes del lugar.
El polígono a intervenir se sitúa en el lado noreste de la provincia de Huancayo, una de sus vías principales el la Av. Calmell del solar y la Av. San Carlos que conectan vías principales hacia Palian y también
293 HA
VIAS PRINCIPALES
210 HA
Av. FERROCARRIL Av. Centenario, Av.Giraldez,Av Leandra Torres, Jr. Picchicus,Av Santivañez. Av. José Olaya. Av. Calmell del solar. Av. San Carlos Av. Palian Conexión con el distrito de Tambo Chilca
127 HA 113 HA
159 HA
0 200 600 1200
0 200 600 1200
2000
ZONIFICACIÓN
Dentro de los equipamientos que podemos encontrar en el sector Ca-1 podemos mencionar que existe un porcentaje mayor en el ámbito educativo , pero también se evidencia que carece de equipamientos comerciales.
R3-B
ZPU
ZPE
R3-A
RESIDENCIAL DENSIDAD ALTA RESIDENCIAL DENSIDAD MEDIA
R3-A
RESIDENCIAL DENSIDAD MEDIA
R3-B
RESIDENCIAL DENSIDAD MEDIA
ZPU
ZONA PRE URBANA
CI CD
ZONA DE COMERCIO DISTRITAL ZONA DE PROTECCION ECOLOGICA
AI
AREA INTANGIBLE
E
EQUIPAMIENTOS
0 200 600 1200
2000
URBANIZACIONES La Urbanización con mayor área es la de Palian pues cuenta con 95.50 ha y posteríormente la Urbanización La Merced con un área de 11.50 ha.
R3-A
ZPE
10% ZPG
R6
25%
CD
R4-B
CD
URBANIZACIONES
2% R3-A
ZONA DE COMERCIO INTENSIVO
ZPE
Se identifico que en el sector CF se encuentra el mayor porcentaje de vacíos, pues en esta zona donde existe ocupación agrícola y forestal. Y en los sectores CA-CC y parte del CA-1 podemos observar en mayor cantidad los llenos.
R4-A
R6
R-6
2000
EQUIPAMIENTOS
Se puede evidenciar que de acuerdo a las zonificación en base al PDU se tiene zonas residenciales destinadas a un R3A- R3B en su mayoría, pero contrastando a lo que se evidencia actualmente se tiene una zonas residenciales de mayor densidad que se vienen consolidando.
R4-B
En distrito de Huancayo y todos los sectores que lo conforman, se puede observar que en la parte céntrica se sitúan edificaciones de uso mixto , la cantidad de espacios vacíos es reducida, pero a partir del sector CA-1 va aumentando y en las zonas periféricas se observa aun espacios vacíos.
45% 18%
CI
0 200 600 1200
2000
0 200 600 1200
2000
0 200 600 1200
2000
27
ÁREA VERDE
PENDIENTES
El polígono cuenta con áreas intangibles, zonas forestales y áreas agrícolas. La zona forestal se encuentra ubicada en los bordes del polígono a intervenir.
En el polígono mostrado se puede apreciar en su topografía una zona moderadamente inclinada desde la parte inferíor hacia la superíor, en esta zona encontramos en su mayoría terrenos planos, pero en la zona cerca de las montañas el terreno se empieza a empinar.
5%
55%
fuertemente inclinado
FUERTEMENTE NCLINADO
OTROS USOS
20%
40%
Los paisajes que nos rodean el polígono están conformado por planicies coluviales , montañas bajas cerca a la zona de ladera y planicies aluvíales por el sector de Palian y las zonas agrícolas.
PLANICIES COLUVIALES PLANICIES ALUVIALES MONTAÑAS BAJAS
empinado EMPINADO
USO PREDOMINANTE AGRICOLA
PAISAJES
LADERAS DE COLINAS MEDIAS
70% 5%
moderadamente inclinado
MODERADAMENTE INCLINADA
USO PREDOMINANTE FORESTAL
0 200 600 1200
0 200 600 1200
2000
HUELLA HÍDRICA
0 200 600 1200 2000
DENSIDAD POBLACIONAL
Los sectores CF,CA,CA-1 Y CC, están rodeados por la cuenca del río Shullcas. También posee riachuelos que se encuentran descuidados y sin ningún tratamiento deRIO SHULLCAS conservación tanto del río como de las áreas verdes que lo rodea.
En los sectores del Ca1 – Ce aun existen zonas por consolidarse, es por ello que por una parte tenemos aun espacios libres pero en otras zonas la densificación es elevada ya que existen conjuntos habitacionales ,residenciales y condominios.
2000
RIESGOS Y VULNERABILIDAD Se identifico que en el sector Ce Y Ca existe mayor riesgo a peligro por deslizamiento de tierras por estar cercanos a la zonas con pendientes. Y también en la parte de la ribera del río Shullcas puede causar inundación en temporada de lluvías fuertes. HUAYCOS Y LLOCLLLAS INUNDACIONES
río Shullcas
DESLIZAMIENTO DE TIERRA
01-10 hab./ha
CONTAMINACION DE RESIDUOS SÓLIDOS
11-50 hab./ha
CONTAMINACION POR AGUAS SERVIDAS
51-250 hab./ha 25-500 hab./ha
PUNTO CRITICO DE ALTA CPONTAMINACION VULNERABILIDAD DE INUNDACIONES VIENTOS FUERTES
0 200 600 1200
28
2000
0 200 600 1200
2000
0 200 600 1200
2000
2.3 ANÁLISIS MICROURBANO 2.3.1.
POBLACIÓN Y DENSIDAD ANÁLISIS POR SECTOR
DENSIDAD SUB-SECTOR A
4 528 HAB. ÁREA: 905 585.855 M2 EQUIPAMIENTOS MÍNIMOS NECESARIOS: - EDUCACIÓN: INICIAL - SALUD: PUESTO DE SALUD TIPO II - RECREACIÓN: PARQUES LOCALES Y VECINALES. - SEGURIDAD: COMISARIAS
B
A
SUB-SECTOR B
7 560 HAB.
C C
Pendientes muy pronunciadas
B
Industrias Químicas Inflamables
ÁREA: 1 512 094.751 EQUIPAMIENTOS MÍNIMOS NECESARIOS: - EDUCACIÓN: PRIMARIA - SALUD: PUESTO DE SALUD TIPO II - RECREACIÓN: PARQUES LOCALES Y VECINALES. - ADMINISTRATIVO: JUZGADO DE PAZ - SEGURIDAD: COMISARIAS LEYENDA AV. MÁRTIRES DEL PERIODISMO PROPUESTA DE RED DE CICLOVIA
A
LIMITE DEL SECTOR
29
ANÁLISIS DE HABILITACIONES
CORTES CORTE A-A
SUB-SECTOR A B
A
VIVIENDA
C C
CORTE B-B
SUB-SECTOR B B
A EQUIPAMIENTO
CORTE C-C
30
HABILITACIONES POR LOTIZACIÓN
HABILITACIONES POR LOTE ÚNICO
2.3.2. EQUIPAMIENTO REGISTRO FOTOGRÁFICO DE LOS EQUIPAMIENTOS RECREACIÓN
SALUD
CAMPOSANTO
ESTABLECIMIENTOS PREEXISTENTES -Parque de la Identidad -Parque Miguel Grau -Hospital el Carmen -Camposanto Ecológico Esperanza Eterna
EDUCACIÓN
-Universidad Peruana los Andes -Universidad Continental -Colegio Saco Oliveros -Colegio Cristiano El Camino
-Colegio Dayton Science -Colegio New Man -Colegio Union -Instituto Tecnológico Interamericano 31
Polígono A
LEYENDA DE EQUIPAMIENTO:
El conflicto entre una ciudad para los vehículos y una ciudad para la gente se hace claro en este polígono donde las urbanizaciones las Florestas, Las colinas de San Antonio se encuentra la mayor vehículos que personas que usen el espacio público.
EQUIPAMIENTOS EDUCATIVOS
-Educación Inicial -Educación Primaria -Educación Secundaria
EQUIPAMIENTOS DE SALUD -Centro de Salud -Puesto de Salud
EQUIPAMIENTOS RELIGIOSOS EQUIPAMIENTOS COMERCIAL
Polígono B
El sector de San Carlos presenta una topografía regularmente plana, con pendiente cerca al río Florido. Siendo el sector de Torre Torre de riesgo muy alto debido a las precipitaciones esta zona puede presentar inundaciones y deslizamiento de tierra .
-Mercado Modelo -Real Plaza -Comercio de Plaza Vea -Open Plaza -Comercio de Tottus
EQUIPAMIENTOS RECREACIÓN PASIVO -Parques locales
EQUIPAMIENTOS RECREACIÓN ACTIVA -Equipamiento Locales -Campos Deportivos -Área verde
Polígono C
EQUIPAMIENTOS DEPORTIVO
La huella urbanizada permite un adecuado equilibrío entre lo público y privado , de la relación entre zonas edificadas y zonas vacías. La trama urbana que presenta el distrito de San Carlos es de organización lineal, con tendencia a espacios públicos en zonas de mayor interés.
Cementeríos
LEYENDA DE VÍAS:
6
VIAS COLECTORAS:
Av. San Carlos Av. Jose Olaya Av. Palián Av. Calmell de Solar VIAS EXPRESA:
Av. Giraldez - Jr. Picchus Av. Leandra - Av. Centenarío Av. Ferrocarril
32
VÍAS COLECTORAS:
AV. SAN CARLOS
VÍAS EXPRESA: AV. CALMELL DE SOLAR
JR. LOS SAUCES
AV. LEANDRA TORRES
2.3.3. ANÁLISIS SECTOR Ca1-Ce RESIDENCIALES- CONDOMINIOS
ÁREAS VERDES
LLENOS Y VACÍOS 80%
ESPACIO PUBLICO PARQUES
20% AREA RECREATIVA PRIVADA
Aún en los sectores Ca-1 y Ce existen espacios vacíos, pero en su mayoría ya se encuentran urbanizados y en proceso de consolidación .
0 200 600 1200
2000
RIESGOS Y VULNERABILIDAD
CONJUNTOS HABITACIONAL LA BREÑA CONJUNTOS HABITACIONALES
CONDOMINIOS
RESIDENCIALES
0 200 600 1200
3
2
1
CONDOMINIO BELLAVISTA
RESIDENCIAL LOMAS DE SAN ANTONIO
3%
15 %
82%
0 200 600 1200
2000
En la Urbanización la Merced se encuentra la mayor cantidad de residenciales , pues una zona que se ha ido consolidando además de que posee un contexto aun por consolidarse por lo que se evidencia la existencia de proyectos inmobiliaríos en proceso de construcción.
2000
Las zonas de laderas y las que se ubican cerca del río Shullcas son los sectores más vulnerables ante peligro de desastres naturales, desborde de río, inundaciones o deslizamientos .
0 200 600 1200
2000
33
Fotografía: Laurente Talavera Erick Fernando Lugar: Chorrillos- Huancayo
03
PROPUESTAS Plan Maestro 3.1. VIVIENDO AL BORDE 3.2. ECOBARRIOS 3.3. NUEVA CENTRALIDAD
VIVIENDO AL BORDE
MATOS BRAVO JULIO POMPILIO
36
-Red de áreas verdes integradoras que otorguen un ambiente más amigable al usuarío. -Según Jan Gehl , disminuye la sensación de inseguridad mientras más personas habitan el espacio público. -Fomentar el comercio mediante la creación de mercados. -Creación de guarderías y equipamientos culturales para el avance y el progreso de la población.
9400.00 m2 445.00 m2
EDUCACIÓN GUARDERIA - INICIAL
1950.00 m2
- D e n s i f i c a n d o ordenadamente y estratégicamente. -Cumplimiento de aportes de equipamientos de acuerdo al RNE.
VIVIENDA
RECREACIÓN PARQUES
530.00 m2
-Red de ciclovías para impulsar e l micro-transporte. -Proponer calles peatonales
PROGRAMA URBANO
SALUD POSTA MEDICA
530.00 m2
INTEGRACIÓN
APONTE HUAMAN JHANNDER YOJIRU
EQUIPAMIENTO
LAURENTE TALAVERA ERICK FERNANDO
DENSIDAD
CONECTIVIDAD
ESTRATEGIAS URBANAS
MERCADO
355.00 m2
3.1
CULTURA
VIVIENDO AL BORDE Siendo nuestra posición al borde de la ciudad, donde todo termina, pero nosotros que creemos que podemos darle un sentido donde todo comienza, con un enfoque de darle a la ciudad lo que en un futuro lo va
a pedir a gritos, más vivienda, pero con mirada hacia la humanización de estos lugares, con equipamientos necesaríos para asegurar calidad de vida.
2025
Población Estimada 562 Habitantes
2030
Población Estimada 612 Habitantes
2040
Población Estimada 724 Habitantes
10 años
5 años
4255.00 m2
PISTAS - VEREDAS
265.00 m2
RELACIÓN POR FAMILIAS CON MAYOR PORCENTAJE:
SEGURIDAD CASETAS
TIPO I 2 INTEGRANTES
35%
PROGRAMA ARQUITECTÓNICO -VIVIENDA
TIPO II 4 INTEGRANTES
39%
TIPO III 6 INTEGRANTES
26%
TIPOLOGÍAS DE VIVIENDA
TIPO-III 25%
TIPO-I 35%
TIPO-II 39%
TIPO - I: TIPO - II: TIPO - III:
252 Hab. 126 Unid. 282 Hab. 71 Unid. 190 Hab. 32 Unid.
CRECIMIENTO POBLACIONAL PROYECTADO
TIPO III: 6 HABITANTES
148.2 m2
TIPO II: 4 HABITANTES
120.60 m2
TIPO I: 2 HABITANTES
89.6 m2
DENSIDAD NETA: 550 Hab/Ha POBLACIÓN NETA: 517 Habitantes FORMULA: Pt = P0 (1 + r)t - Pt: Población final - P0: Población inicial - r: Tasa de crecimiento (1.7) - t: Tiempo (años)
37
MÁSTER PLAN
MÁSTER PLAN A NIVEL URBANO
ESTACIONAMIENTO
U. CONTINENTAL
VIVIENDAS ESTACIONAMIENTO DE BICICLETAS
CULTURA VIVIENDAS
MERCADO ACC PEA ESO TON AL
A
A´ EDUCACIÓN
VIVIENDAS
PARQUE GRAU
SE TRATA QUE LA PROPUESTA SE UNA CON LA RED DE HITOS URBANOS DEL SECTOR. A TRAVÉS DEL CIRCUITO DE CICLOVIAS.
SALUD ESTACIONAMIENTO
PARQUE IDENTIDAD
LEYENDA: Ciclovía circuito Ciclovía secundaria
38
Paradero de bicicletas
O ACCES AR L U VEHIC
DE BICICLETAS
4. VIAS Y ACCESOS ACCESO A LAS VIAS ACCESO POR BICICLETA ACCESO AL ESTACIONAMIENTO
CAPAS Se traza una curva para que los vehículos puedan recorrer y no puedan acelerar.
5. IMPLANTACIÓN DE ESTACIONAMIENTOS SUBTERRÁNEOS
Aunque existe estacionamientos al aire libre, sin embargo para la mayoría de usuarios, se propone un estacionamiento subterráneo.
1.EJE ARTICULADOR ESTACIONAMIENTO EN SUBTERRÁNEO
2. CREACIÓN DE ZONAS INTEGRADORAS
VIA DE 10 km/hr
3. IMPLANTACION DE PISTAS Y CICLOVÍA PISTA DE 10km/hr CICLOVÍA
ESTACIONAMIENTO EN SUBTERRÁNEO ESTACIONAMIENTO EN SUBTERRÁNEO
Puntos de reunión donde los usuarios se puedan recrear.
6. ÁREAS VERDES PLANTEADAS
7. IMPLANTACIONES DE BLOQUES RESIDENCIALES
Logrando así una pista en la que la velocidad máxima sea de 10 km/ hr. Y también una ciclovía para los ciclistas.
Área verde que pueda satisfacer el deleite visual y de esparcimiento.
Viviendas en 3 tipologías, de los cuales son de 2 habitantes, 4 habitantes y 6 habitantes.
ALTA
R AL CERR O
VIST A HAC I CER A RO ESTACIONAMIENTO DE BICICLETAS
4. VIAS Y ACCESOS ACCESO A LAS VIAS
8. IMPLANTACIONES DE EQUIPAMIENTOS
Viendo por conveniente los accesos en las flechas indicadas, para que el usuario camine.
Los equipamientos de la habilitación, marcadamente separada de las viviendas, para que pueda provocar el ejercicio físico en los usuarios.
ACCESO POR BICICLETA ACCESO AL ESTACIONAMIENTO
SALUD
EDUCACIÓN
MERCADO
CULTURA
5. IMPLANTACIÓN DE ESTACIONAMIENTOS SUBTERRÁNEOS
ESTACIONAMIENTO EN SUBTERRÁNEO
ESTACIONAMIENTO EN SUBTERRÁNEO ESTACIONAMIENTO EN SUBTERRÁNEO
6. ÁREAS VERDES
39
3.2
NUEVA CENTRALIDAD
FLORES CCENTE ERIKA YANET
“ La ciudad de 15 minutos, es una posibilidad de crear una nueva dinámica de barríos ” CARLOS MORENO
ENFOQUE
El modelo de ciudad que se quiere lograr en los sectores Ca-1 y Ce es de una ciudad sostenible, considerando, una densidad razonable, distancias óptimas para ser recorridas a pie o a caminata, equipamientos que abastezcan el lugar, preservación de los recursos naturales y el mantenimiento del cordón ecológico del lugar. A esto considerar también la calidad de espacios públicos y potencialidades turísticas como es Torre Torre, que es un entorno natural que se quiere integrar a la ciudad, pues es parte de ella y no se ha tenido en cuenta en su planificación.
CENTRO COMERCIAL BIBLIOTECA COMERCIO VECINAL CENTRO CULTURAL CENTRO CÍVICO - MUNICIPAL RESTAURANT - CAFÉ
CENTRO COMERCIAL
CALLES ACTIVAS Y CAMINABLES
RESTAURANT - CAFÉ PARQUE FORESTAL
REVALORAR EL RÍO Y EL PAISAJE
ZONA DE DE EXPANSIÓN ZONA EXPANSIÓN TERRITORIAL TERRITORIAL
EQUIPAMIENTOS TORRE TORRE
COMISARIA
MOVILIDAD URBANA GAMBOA GASPAR KATHERINE ESTEFANI
ESTACIÓN DE BOMBEROS
CORDÓN ECOLÓGICO
CREMATORIO - VELATORIO
DENSIFICACIÓN EN ALTURA
COMISARIA MALECÓN
PROGRAMA URBANO MALECÓN Recuperación del río Shullcas a través del paisaje.
RAMOS YANGALI CYNTHIA LIZ
40
CENTRO DE SALUD
CICLOVÍAS Red de movilidad sostenible.
6
PARQUE FORESTAL Reforestar y cuidar.
ESPACIOS CAMINABLES Puntos de encuentro.
EQUIPAMIENTOS
ESTRATEGIAS PROYECTUALES
EQUIPAMIENTOS EQUIPAMIENTOS
Estos equipamientos ayudarán al sector equipamientos ayudaran al desarrollo del a Estos un desarrollo económico, social y sector tanto económico, social. cultural
La respuesta que queremos lograr viene de la mano del concepto de ciudad de 15 minutos que, como efecto significativo, propicia una disminución de los desplazamientos forzados que se producen en las ciudades hacia los lugares y servicios más frecuentes y a los que podemos acceder recorriendo una corta distancia a pie o en bicicleta. Se busca también : “ Reequilibrar nuestras ciudades para que se produzcan menos desplazamientos, los ciudadanos incrementen su calidad de vida y se respete al medio ambiente.”
BORDES
BIBLIOTECA
TEATRO
COMISARIA
CENTRO CULTURAL
CENTRO DE SALUD
PARQUE FORESTAL
REVALORAR EL RÍO Y EL PAISAJE
BOSQUE FORESTAL
Huella Hídrica ACTUARÁ COMO UN COLCHON QUE FILTRARÁ EL AGUA DE LLUVIA
CONTROL DE CAÍDA DE ROCAS
EVITARÁ LA OCUPACIÓN DE VIIVENDAS
REFORESTAR
MALECÓN TURÍSTICO
PRESERVAR EL RÍO
INTEGRAR LA NATURALEZA
VÍAS VÍA PRINCIPAL: mayor afluencia de vehículos VÍA COLECTORA: mayor afluencia de vehículos Anillo Vial VÍA PEATONAL: Caminable para los habitantes
MOVILIDAD URBANA
MEJORAMIENTO DE LA MOVILIDAD PEATONAL
EDUCACIÓN Y CULTURA VIAL
PROGRAMA ARQUITECTÓNICO
FOMENTO DE LA MOVILIDAD NO MOTORIZADA
VIVIENDA RESIDENCIAL DE USO MIXTO VIVIENDA RESIDENCIAL DE USO MIXTO
TIPO DE CICLOVÍAS
ZONA RESIDENCIAL
CALLES ACTIVAS Y CAMINABLES
ZONA SOCIAL
ZONA COMERCIAL
CICLOVÍAS FUNCIONALES
CAMINOS PEATONALIZADOS
ZONA CULTURAL
Z.SERV. COMPLEMENTARIO S
Z.SERV. GENERALES
ESTACIONAMIENTO
VIVIENDA TIPO 1
GIMNASIO
TIENDA TIPO 1
OFICINA TIPO 1
BIBLIOTECA INTERACTIVA
CUARTO ELECTROGENO
GUARDIANIA
AUTOMOVILES
VIVIENDA TIPO 2
SUM
TIENDA TIPO 2
OFICINA TIPO 2
GUARDERIA
CUARTO DE LIMPIEZA
DEPOSITO GENERAL
BICICLETAS
VIVIENDA TIPO 3
AREA DE PARRILLAS
MINIMARKET
SALA DE
CICLOVÍAS RECREATIVAS
ZONA DE OFICINAS
VIVIENDA TIPO 4
JUEGOS
CAFETERIAS
CUARTO DE BASURA
TANQUE CISTERNA
RESTAURANTES
CICLOVÍA FUNCIONAL CICLOVÍA RECREATIVA ANILLO CICLOVÍAL ESTACIONAMIENTO para bicicletas
41
Fotografía: Aponte Human Jhannder Yojiru Lugar: Chorrillos-Huancayo
04
REFLEXIONES
4
REFLEXIONES ALCANCES Después del diagnóstico realizado en los sectores Ac-1 y Ce, se observaron diversas problemáticas en el ámbito de vivienda, movilidad, equipamiento, áreas verdes, etc. Teniendo en cuenta estos aspéctos, se describirá las problemáticas encontradas y se planteará una posible solución enfococándonos en el modelo de ciudad sostenible que se quiere lograr. ACTUALMENTE SE TIENE : Movilidad prinpalmente enfocada en transporte motorizado, ya que existe predominancia de carros ya se a particulares o transporte público. Siendo nulo el interés a motivar la movilidad sostenible
MOVILIDAD El sistema víal en los sectores Ac-1 y Ce tiene deficiencias, pues algunos tramos están en proceso de consolidación además de que no existe una vía especial para el uso de bicicletas dando mayor importancia al transporte motorizado . FALTA DE CONEXIÓN DE CIRCUÍTOS TURÍSTICOS
EQUIPAMIENTO De acuerdo al análisis de la realización entre densidad y equipamientos, se llega a la conclusión que existe un problema acerca de la carencia de equipamientos ya sea comerciales, culturales, de recreación pasiva y activa ,seguridad, etc que puebla abastecer a la población del sector.
Dentro del sector Ac-1 y Ce tenemos dos principales sitios turísticos, uno natural como es Torre Torre y el Parque de la Identidad Huanca, estos puntos actualmente no cuentan con ninguna conexión, pero que a través de las ciclovías turísticas se quiere dar valor a estos potenciales ubicados en el sector a intervenir.
Carencia de equipamientos en salud, seguridad, mercado y cultura. Desaparición del área forestal intangible . Recurso hídrico descuidado y sin tratamiento paisajístico . Incremento de residencias en alta densidad. Crecimiento de asentamientos de viviendas en la zona forestal y laderas. SE QUIERE LOGRAR UN MODELO DE CIUDAD DE:
CIUDADES CON MENOS VEHÍCULOS Reduce el tráfico motorizado privado Fácil acceso al transporte público y privado
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Fuente: Pirámide de modos. Manual de Criterios de Diseño de Infraestructura Ciclo-inclusiva y Guía de Circulación del Ciclista.2017
Los equipamientos que hacen falta para tener un barrío o una ciudad sostenible se planteará de acuerdo a las consideraciones a tener que estos sean de fácil acceso y que brinden un mejor acceso de servicios básicos a la población de lugar.
VIVIENDA La densificación de viviendas actualmente se viene incrementando en los sectores Ac-1 y Ce, pues actualmente se observa un crecimiento vertical en las edificaciones que se viene realizando.
ÁREA VERDE EXPANSIÓN URBANA SOBRE LAS ÁREAS DE VALOR ECOLÓGICO El fenómeno de urbanización, algunos patrones de asentamiento con diferentes grados de consolidación, modelos de usos y ocupación en las zonas de ladera, no han atendido las consideraciones establecidas en normativa ni planificación. La expansión urbana podría llegar hasta la zona de protección ecológica, con ello se tendría una pérdida de áreas verdes, debido a la expansión urbana no planificada.
LAS CONSTRUCCIONES NO RESPETAN EL TIPO DE DENSIDAD AL QUE PERTENECEN. Dentro del sector se puede observar de 4 tipos :
Las edificaciones que podemos observar en el sector a intervenir se realizaron sin tener en cuenta los parámetros de vivienda , ya que no cumplieron con los niveles establecidos de acuerdo con el PDU. Por lo que, actualmente vemos un crecimiento vertical de edificaciones en, condominio, residenciales y conjuntos habitaciones . Para lo cual , observando esta problemática se deberia considerar los parámetros urbanísticos de acuerdo al contexto establecido en en el sector , pues debido al crecimiento en altura de las edificaciones , hoy se tiene tipologías de vivienda concentradas en niveles que son prácticas para familias que buscan donde vivir. Otro aspecto a considerar en una tipología de vivienda son las características de una vivienda Post-covid. VIVIENDA
POST
COVID
En la actualidad debido a la crisis sanitaria que venimos atravesando tenemos un visión más amplia de las necesidades que pueda tener una vivienda , pues debido al confinamiento se pudo realizar actividades de descanso, alimentación, trabajo, ocio y reunirse, ya sea en un departamento o casa . Muchas veces estas actividades se tuvo que realizar en espacios que no eran los eficientes para un adecuado habitar de la persona . Pues para tener una VIVIENDA IDEAL se requería de espacios amplios , ventilados ,con espacios de área verde, donde se puedan realizar actividades libremente y que estas también sean recreativas.
“La Organización Mundíal de la Salud recomienda un mínimo de 9 metros cuadrados de espacio verde per cápita y que todos los residentes vivan a 15 minutos a pie del espacio verde” (ONU Hábitat, 2015, pág. 5)
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Fotografía: Anibal Jhonatan Huali Ochoa Lugar: Parque los Pinos
CAPíTULO II - EL TAMBO 1.PROBLEMÁTICA 2. DÍAGNÓSTICO 3. PROPUESTAS DE MÁSTER PLAN 4.REFLEXIONES
Fotografía: Anibal Jhonatan Huali Ochoa Lugar: Catarata Layampampa
01
PROBLEMÁTICA El crecimiento urbano ha ido en ascendencia a lo largo de los anos, debido a que la Provincia de Huancayo, es una ciudad con muchas oportunidades entre educativos, comerciales, de trabajo; entre otros. Por lo que se ha ido registrando procesos de migraciones y asentamientos, causando la expansion urbana en diversas direcciones del territorío. De esta manera, se debe pensar en cómo debe ir desarrollándose la ciudad teniendo en cuenta la preservaci6n de áreas verdes en el territorío?.
Pérdidas de áreas de cultivo
Expansión urbana desordenada
Insuficiencia de servicios debido a densificación
Aumento de movilidad para conexión de centros poblados
Fotografía: Cárdenas Quispe Antony Leonard Lugar: Cerro Achkamarca
02
DIAGNÓSTICO 2.1. ANÁLISIS TERRITORIAL 2.2. DATA HISTÓRICA 2.3. ANÁLISIS MACROURBANO 2.4. ANÁLISIS MICROURBANO 2.5. CENTROS POBLADOS
2.1
ANÁLISIS TERRITORIAL
UBICACIÓN MAPA DEL PERÚ
MAPA DEL JUNÍN
MAPA DEL HUANCAYO
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ANÁLISIS PROVINCIAL A nivel provincial existe una relación de Concepción a Huancayo y de Chupaca a Huancayo.
GRADO DE INFLUENCIA Y JERARQUÍA Huancayo
ANÁLISIS DISTRITAL
ANÁLISIS SECTORIAL
A nivel distrital existe una mayor confluencia en el distrito de Huancayo.
El sector N está consolidado mientras que el sector E esta en proceso de consolidación.
GRADO DE INFLUENCIA Y JERARQUÍA
Concepción
Huancayo El Tambo
Chupaca
Relación Provincial
Chilca
Huancán Pilcomayo San Agustín de Cajas
LEYENDA Sector N
Sector Nd
Sector E
Sub sectores
Sector Nh
Centros Poblados
Sector Ng
53
2.2
ANÁLISIS TERRITORIAL
EVOLUCIÓN DEL CRECIMIENTO URBANO
1969 La masa urbana más consolidada de la provincia del Tambo radica en la parte central del territorio, esto se debe a la presencia de vías principales. Como la vía ferroviaria de Ferrocarril y la Av. Real.
54
2000
2005
Se observa que la masa urbana tiende a crecer hacia el Noreste de la ciudad.
Se empieza a ver un ligero incremento de la masa urbana por el Norte, es decir el anexo de Hualahoyo, Cochas y Cullpa.
2010 Tras la presencia de la calle del Circuito Turístico del Huaytapallana, la población empieza a consolidar un poco mas esa zona.
2016
2020
Por la parte Norte, se observa un mayor crecimiento del Anexo de Hualahoyo, Cochas, Cullpa. Así mismo se observa la habilitación de la Urbanización “Los Eucaliptos”. Por la parte Sur, también la masa urbana se consolida más.
La masa urbana, tiende a un crecimiento hacia el Noreste del territorio, en los siguientes años posiblemente al expandirse los centros poblados, llegarán a conurbarse, logrando una masa urbana más compacta con la pérdida total de áreas agrícolas bordeando completamente el Cerro del Mirador de Aschkamarka.
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2.3
ANÁLISIS MACROURBANO
ÁREA DE ESTUDIO
SECCIÓN A-A’
56
ANÁLISIS GEOGRÁFICO
ANÁLISIS ECOLÓGICO
ANÁLISIS HIDROLÓGICO
ZONIFICACIÓN
RELACIÓN DE LLENOS Y VACÍOS
ANÁLISIS DE EXPANSIÓN
Vacio :28% Lleno :72% Agricultura
SECCIÓN B-B’ Los equipamientos con respecto a los centros poblados de Paccha, Cochas Chico-Grande, Cullpa y Asa no son suficiente para satisfacer las necesidades de la población, pues se require una necesidad de movilización de grandes distancias. Además tambien se observa que hay manchas de la habilitaciones residenciales en zonas que eran de uso argrícolas. Tambien se tiene que tomar en cuenta la capacidad del ofrecimiento de servicios básicos de salud y educación de los equipamientos, pues se la distancia hace que limita su accesibilidad.
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2.4
ANÁLISIS MICROURBANO
CRECIMIENTO URBANO Proyección Población a Futuro POBLACIÓN 2025: 181250 Hab.
POBLACIÓN 2035: 203870 Hab.
El aumento de la densidad poblacional para los años siguientes: - Radica principalmente en la parte central de los centros poblados. - El sector Nd presenta una densificación más alta por la actividad.
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POBLACIÓN 2050: 243454 Hab.
2.5
EQUIPAMIENTO Y MOVILIDAD
EQUIPAMIENTO URBANO Los equipamientos con los que cuentan los centros poblados de Paccha, Cochas Chico-Grande, Cullpa y Asa, no son suficientes para satisfacer las necesidades de la población, por ello existe la necesidad de movilización de grandes distancias. Además también se observa que hay manchas de la habilitaciones residenciales en zonas que eran de uso agrícola.
Influencia De Instituciones Educativas Instituciones Educativas Bosque De Eucalipto Recreación Activa-Pasiva Influencia De Centros Comerciales
Centro Comercial
MOVILIDAD URBANA Las vias arteriales, (1)Circunvalación, (2)Universitaria, las vías colestoras, (3) Esperanza, (5)Progreso, (6)Mariategui y la vía específica (8)Circunvalación, Prolong. Trujillo, son las vías principales de interconexión entre distintos sectores, centros poblados en el distrito de El Tambo, además debido a su influencia y a los equipamientos urbanos, se ha comenzado a desarrollar el comercio y crecimiento urbano en dirección noeste.
Influencia De Centros De Salud
Vía principal -Av. Ferrocarril Vía secundaria
Centros De Salud
Ocupación de Viviendas
Otros Usos
Comerio vecinal
Habiltaciones De Inmoviliarias
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ANÁLISIS DE VULNERABILIDAD
ANÁLISIS DE RIESGO
VULNERABLE A HUAYCOS VULNERABLE A INUNDACIONES VIENTOS FUERTES RIESGO MEDIO Está conformado por el espacio central remanente, entre El Tambo y Huancayo incluyendo los asentamientos y urbanizaciones en proceso de consolidación, presenta condiciones menos severas de inundaciones. La capacidad portante promedio comprende entre 2.00 - 4.00 kg/cm2 RIESGO BAJO Áreas con niveles topográficos relativamente altos, poca probabilidad de inundaciones y erosión fluvial por desborde de los canales del sistema de riego y ríos. El tipo de suelo en este sector es GP, GP-GM, es una mezcla de gravas compactas con cuarzos, y con porcentaje muy bajo de limos. La capacidad portante promedio en esta zona supera los 4.00 kg/cm2.kg/cm².
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RIESGO MEDIO RIESGO ALTO La respuesta del terreno puede verse incrementada en función de diversos factores que pueden producir una amplificación de los parámetros sísmicos en el mismo. Entre estos factores destacan el factor litológico y el factor topográfico. Está demostrado que tanto el tipo de suelo o roca, como las pendientes y las alturas de los desniveles, tienen un papel determinante en la amplificación de las ondas sísmicas. La zonación sísmica del Tambo se realiza en función de dichos factores, que pueden incrementar, en mayor o menor medida, la aceleración sísmica básica.
CENTROS POBLADOS
RELACIÓN DEL CERRO ACHKAMARCA CON ANEXOS El cerro Achkamarca se conecta con ocho anexos por la parte baja los cuales son Cochas Chico- Grande, Cullpa Alta, Cullpa Baja, Aza, Saños Chaupi, Chucruz, Hualahoyo y Paccha.
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Fotografía: Cárdenas Quispe Antony Leonard Lugar: Cerro Achkamarca
03
PROPUESTAS Plan Maestro 3.1. ECO-CITY 3.2. EL TAMBO HACIA UNA NUEVA VISIÓN 3.3. RECULTIVANDO LA CIUDAD 3.4. CONSERVACIÓN DE ÁREAS AGRÍCOLAS
3.1
PROYECTO ECO - CITY PROPUESTA DE MASTER PLAN
EJES ESTRATÉGICOS
La propuesta de habilitación urbana comprende un área total de 152 hec., lo cual se dividió en un 30% de área de uso privado y un 70% de área de uso público.
CERRO ISLA ECOLÓGICO
De las 45.6 Hect. de área de uso privado se destinó un 60% y un 40% para un R5 y R6 respectivamente. PALOMINI MEZA YANELYN
CANO VENTOCILLA LISZET
PROPUESTA DE MASTER PLAN Bordeado por una ciclovía y un canal en la parte del borde del cerro Ashkamarca, limitado por una arborización.
FERNÁNDEZ ELÍAS LIZBETH
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Generar equipamientos según las necesidades: -Primarias: Educación, salud -Secundarias: Confort, seguridad. -Terciarias: Recreación
DENSIDAD EN ALTURA
RECURSO HÍDRICO
PROGRAMA URBANO CORREDOR ECOLÓGICO Como eje ordenador de la propuesta de halitación Urbana y propuesta de óvalos
CORTE LONGITUDINAL Vista general de la propuesta sobre la alameda central; la cual se convierte en un eje ecológico, permitiendo a su vez la interacción social y ambiental entre los habitantes del sector.
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PLAN ESTRATÉGICO La propuesta busca reducir el crecimiento urbano desordenado, generando la conservación de áreas verdes y crear nuevos equipamientos que respondan a la población actual y a la proyectada. Dentro de la idea de la densificación se proponen torres de viviendas acompañadas de comercio y servicios, con el fin de proponer una dinámica de comercio en los primeros pisos.
LOTIZACIÓN
CAPAS URBANAS
SUPERFICIE DE ÁREAS
ZONIFICACIÓN VIVIENDAS R5 -R6
EQUIPAMIENTOS
1. EDUCACIÓN 2. CENTRO DE SALUD 3. CENTRO COMERCIAL 4. CITE - AGRO 5. IGLESIA 6. PARQUE LINEAL 7. ZONA RECREATIVA 8. SEGURIDAD 9. CENTRO CULTURAL
ÁREA CENTRAL BORDE DE CERRO
PROPUESTA DE ESPACIOS AGUA -CANAL DE RIEGO EXTERNO -CANAL DE RIEGO CENTRAL
PARQUES RESIDENCIALES
VÍAS -VÍAS PEATONALES -VÍAS VEHICULARES -CICLOVÍAS
PLANTEAMIENTO GENERAL
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CONSTRUIDA Y DE ÁREA VERDE
ÁREAS VERDES
Se contará con un total de 527 lotes de 450 m2.
El área total para parques es de 6.84 Ha. siendo cada parque de 1 Ha.
ÁREAS RESIDENCIALES
PROPUESTAS EN TERRENO ELEGIDO
PROPUESTA DE ZONAS ZONA TURÍSTICA Vía malecón turístico con espacios peatonales y ZONA DE EQUIPAMIENTOS Integrado a la alameda principal con espacios de socialización.
NODOS PROYECTUALES La composición del proyecto busca relacionar estos nodos, cuyas características comparten intereses diferentes pero que son complementarios entre sí, para lograr el tema de una ciudad sostenible.
ZONA NATURAL Espacios con áreas agrícolas como espacio público y canales de agua
NODO DE PRESERVACIÓN DEL CERRO ASCHKAMARKA Este espacio es de gran importancia para los habitantes de la zona, ya que contiene un gran valor turístico (el mirador de la cruz), económico ( por sus tierras de sembrío) , ecológico (por el área verde existente).
ZONA DE RESIDENCIAS Viviendas de 5 a 6 pisos
NODO DE CONEXIÓN Con un eje ambiental, el río Quebrada Onda, río Shullcas y los Centros poblados del distrito de El Tambo aledaños al cerro Aschkamarca . NODO DE LA INSERCIÓN EDUCATIVA Y CULTURAL Los centros poblados de Aza y Hualayo están en crecimiento poblacional, sin embargo las dotaciones de equipamientos presenta un déficit , cuenta con pocos centros educativos.
NODO DE INSERCIÓN LABORAL Y SOCIAL Corresponde a un proyecto con interés en el fortalecimiento de la economía, en este caso en el proyecto se busca establecer el comercio en un lugar. 73
3.2
EL TAMBO UNA NUEVA VISIÓN
AUTORES
MACROPOLÍGONO
MICROPOLÍGONO
PARQUES
TIENDAS COMERCIO
COLEGIOS CARDENAS QUISPE ANTONY LEONARDO
CENTROS DE SALUD
Instituciones educativas
AGRICULTURA INTENSIVA SILVICULTURA
VIVIENDAS QUINTANA RAFAEL DERLIS KLISMAN
Residencial de densidad baja (R1-2)
COMPOSTAJE RECICLAJE
CIRCUÍTO TURÍSTICO ARTESANAL
SALVADOR GAMIÓN ROCÍO ELSA
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Zona de comercio Especializado Residencial de densidad media (R3) zona de recreación activa- pasiva Residencial de densidad baja (R1-2) Posta de salud tipo II Institución educativa secundaria Punto de conexión hacia el cerro Achkamrca
ESTRATEGIAS CIRCUITO TURÍSTICO
¿ POR QUÉ?
SILVICULTURA INTENSIVA
¿COMO LOGRAR?
Zona de comercio Especializado Recorrido automovilístico Caminata Turística
EQUIPAMIENTOS
Parques
Posta de salud
Circuíto turístico
Colegios
Tiendas comercio
Influencia de equipamientos en CP
¿ POR QUÉ?
MOVILIDAD URBANA
Se quiere revalorizar e impulsar las potencialidades del paisaje y área verde y los recursos que posee el cerro ashkamarca ,que ayude a preservar o conservar el área verde y agrícola frente al crecimiento de la ciudad.
Se quiere impulsar y aprovechar al máximo los recursos turísticos que posee dicho sector y genera un mayor desarrrollo económico de los centros poblados aledaños.
Mediante un plan integral dinámico donde se empleara el turísmo automovilístico(centros poblados) ,con bicicleta caminata turistica guiada(cerro ashkamarca), generando puntos de inicio y fin por cada actividad que quiera realizar el turista local o extranjero.
¿ POR QUÉ?
Se da para un desarrrollo dinámico de la ciudad y para aprovechar la mayor cantidad de equipamientos y recurso que posee dicho emplazamiento siendo el cerro ashkamarca el impulsor de este sector.
¿COMO LOGRAR?
¿COMO LOGRAR? Se empleara la silvicutura de manera intensiva con la siembra de especies nativas como el queñual ,pino,muña y demás todo esto en la parte baja e intermedia del cerro y la parte alta el sembrío productivo para el desarrollo agrícola con el adecuado uso de sus recursos.
Silvicultura Producción agrícola Compostaje y reciclaje
¿ POR QUÉ?
Vía Regional Vía arterial Vía colectora
Se seguirá la trama urbana implementando las vías de una manera coherente conectando la mayor cantidad equipamientos para convertirlos centros dinámicos así mismo existirá puntos de encuentro turístico hacia el cerro .
Camino turístico
MANEJO DE RESIDUOS SÓLIDOS
¿ POR QUÉ?
CENTRALIDAD CRECIMIENTO URBANO
¿ POR QUÉ?
Con el objetivo de cubrir las necesidades básicas de educación y salud, además de proponer parques para el desarrollo de actividades activas y pasivas y con las tiendas de comercio fomentar el aumento de la actividad económica.
Reducir, reutilizar y reciclar los residuos sólidos generados por los habitantes, y generar con estos oportunidad laboral y económicas para los distintos centros poblados asi como también contribuyendo con el cuidado del medio ambiente.
Una nueva centralidad fomentará el desarrollo de los CP, creándose nuevas dinámicas de estos con la ciudad, favoreciendo el desarrollo sostenible, al evitar el movimiento de grandes distancias, mejorando la accesibilidad de los servicios básicos a la población, y mejorando la calidad de vida de los CP.
¿COMO LOGRAR?
¿COMO LOGRAR?
¿CÓMO LOGRAR?
Mediante la participación por parte de los pobladores de los CP. y la autoridades municipales, organizaciones en la gestión y fianciamiento de estos con el fin de solucionar las necesidades básicas de la población promoviendo de esta manera el desarrollo sostenible.
Mediante la gestión de entidades públicas y privadas de una planta de compostaje que ofresca el servicio de recolección, y la concientización de la población en la separación de residuos, garantizando un servicio de recolección para toda la población.
Los CP. Saños Chaupi y Cochas GRandeChico son los cuales estan más consolidados, mediante la planificación de equipamientos y el fortalecimiento de la conexión de las vias con los demás CP, se creara una nueva dinámica llevandonos a un desarrollo sostenible.
-Compostaje de residuos orgánicos -Reciclaje de residuos no orgánicos -Viviendas
Circuíto turístico
Desarrollo de nuevas centralidades Posible ocupación del suelo Crecimiento urbano de los CP Circuíto turístico
75
3.3
PROYECTO ECO - CITY PROPUESTA DE MASTER PLAN La propuesta basada en la integración de la zona agrícola con la zona residencial, donde el área verde sea el verdadero protagonista.
EJES ESTRATÉGICOS
Por otro lado se propone pequeñas parcelas agrícolas entre las residencias para volver estas residencias autosustentables. Edificios híbridos, donde los primeros pisos sirvan al comercio y los posteriores sean destinados a viviendas multifamiliares.
ESTRATEGIAS PROYECTUALES
YAURIVILCA MATOS ERICK
Huella Urbana
EDIFICIOS AMBIENTALES Zonas residenciales con densidad alta, EDIFICIOS R8 utilizando el mínimo uso de suelo duro y dando el mayor AGRICULTURA espacio al área VERTICAL agrícola y edificios con techo verde.
Una propuesta vial a escala humana es decir que la acera peatonal (alameda) será el eje articulador e integrador de estas 2 zonas. MENDOZA CARBAJAL PAMELA
CAPAS
ECOAGRICULTURA URBANA
LÍMITES NATURALES Zonas agrícolas preservadas por medio de ferias semanales, en PARCELAS DE relación directa con la CULTIVO zona residencial. PARQUE Zona recreativa INTEGRAL donde los usuarios podrán relacionarse con espacios de MÓDULOS DE interacción, además VENTA servirá para el comercio del producto agrícola.
ÁREA VERDE Y ÁREA DURA
CIRCULACIÓN SOSTENIBLE INTEGRADA
SAENZ QUINTE ROGER
76
Una circulación que ocupe solo el espacio suficiente integrando la zona agrícola con la zona residencial. Predominio de la circulación no motorizada sobre la circulación motorizada.
CICLOVÍAS ACERA PEATONAL VÍAS
MOVILIDAD
PLANTEAMIENTO GENERAL ZONIFICACIÓN
VULNERABILIDAD
EQUIPAMIENTOS
MORFOLOGÍA DEL LUGAR
77
PROPUESTA URBANA A NIVEL DE POLÍGONO Son áreas urbanas y de expansión urbana que poseen características particulares de orden físico, ambiental, social o económico, que serán desarrolladas mediante Planes Específicos para mantener o mejorar su proceso de desarrollo urbano-ambiental.
ÁREA AGRÍCOLA EDIFICIO RESIDENCIAL TIPO I EDIFICIO RESIDENCIAL TIPO II
PROPUESTA DE TERRENO PERÍMETRO : 1062 metros ÁREA : 6 Hectareas : 60 105 m2 PORCENTAJE DE ÁREA 60 000 m2 20% RDM 25% ZONA AGRÍCOLA 16% CIRCULACIÓN 35% ÁREA VERDE 4% ÁREA RESIDENCIAL
AGRICULTURA URBANA
PARQUE VECINAL MERCADO
ZONA DE RECREACIÓN PISTA VIAL
ESPACIO PÚBLICO
ACERA PEATONAL CICLOVÍA
OTROS USOS
EDUCACIÓN
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ALAMEDA INTEGRADOR
PARCELAS AGRÍCOLAS
PROPUESTA URBANA A NIVEL DE POLÍGONO CICLOVÍA
MIRAR HACIA LOS RÍOS ÁREA VERDE
El agua convive con la ciudad de distintas maneras a travéz del territorio, del medio urbano y del tiempo. Al considerar las geografías del agua en el interior del espacio urbano como elementos urbanos más que componentes del medio físico, se pueden conocer las dinámicas urbanas que ocurren dentro, fuera y alrededor del agua; desde el punto de vista urbanístico y antropológico.
CIRCULACIÓN MOTORIZADA
PROGRAMA URBANO
ÁREA RESIDENCIAL
ZONIFICACIÓN - R6 RDM DENSIDAD BRUTA - 750hab./Ha
CIRCULACIÓN NO MOTORIZADA
ÁREA CONSTRUIDA
APORTES RECREACIÓN - 15% EDUCACIÓN - 3% OTROS FINES - 4% PARQUES - 2% ZONALES
TOTAL - 24%
VÍAS - 25% SEGMENTOS A Y B PLANTEAMIENTO GENERAL
ÁREAS AGRÍCOLAS
NÚMERO DE INTEGRANTES 5 POR FAMILIA COMERCIANTES 30% - 4 590 m2 PROFESIONALES 20% - 3 060 m2 TÉCNICOS 50% - 7 650 m2
79
3.4
TAMBO AGRÍCOLA
AUTORES
ESTRATEGIAS PROYECTUALES Para comenzar con las estrategias proyectuales, tendríamos que saber por qué suceden diversos problemas. El primer problema es debido a que el área urbana va en crecimiento y cada vez más invade el área agrícola. Para comprender este suceso debemos tener en cuenta tres puntos esenciales:
PLAN ESTRATÉGICO Un aspecto muy importante que se toca en el plan estratégico es la promoción del valor agregado en los productos, el cual consideramos muy esencial, debido a que este complementará de una excelente manera a las diversas actividades propuestas en el Plan Estratégico, pero que no basta con solo crear centros de acopio administrados por empresas privadas o el fortalecimiento de producción pecuaria en la Sub Cuenca del Río Cunas, sino también implementar una industria agrícola dedicada a la deshidratación de forrajes conjunto con la fabricación de pienso y el secado de cereales.
PAUCAR CARDENAS ANDREE
PLANIFICACIÓN URBANA
REY OBREGÓN JUSTINIANO
DISEÑO URBANO
VILCAPOMA SANTANA RONY
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GESTION URBANA
Relacionado con la organización del espacio y con la distribución de actividades y de la población en el territorio.
El diseño urbano se dedica a la estructura de los espacios, a la ubicación de los edificios, del uso de los planos inferiores y de los planos más altos, de la distribución de las áreas verdes y de los espacios públicos, así como del trazado de las calles, etc.
Un lugar donde el tema del control y de la seguridad, constituyan elementos disuasivos para el crimen y tranquilicen a los usuarios. Además, una buena administración reduzca el impacto en la inseguridad del lugar.
DESHIDRATACIÓN DE FORRAJES
SECADO DE CEREALES
INDUSTRIA AGRÍCOLA FABRICACIÓN DE PIENSO
ZONIFICACIÓN
ZONA PRE-URBANA ZONA RESIDENCIAL DE DENSIDAD MEDIA (R3-R4) ZONA RESIDENCIAL DE DENSIDAD MEDIA (R4)
UBICACIÓN
TIPO DE INTERVENCIÓN
MASTER PLAN
HABILITACIÓN URBANA R-4 EN LADERA
CÁLCULO DEL PROGRAMA
EQUIPAMIENTO
ÁREA TOTAL DE CÁLCULO = 120000 m2 RECREACIÓN EDUCACIÓN OTROS FINES SALUD COMERCIO VÍAS
8% = 9600 m2 2% = 2400 m2 2% = 2400 m2 7% = 8400 m2
CONJUNTO RESIDENCIAL
23% = 27600 m2
ÁREA RESIDENCIAL N° BLOQUES VIVIENDAS
= 69600 m2 = 286 Unid. = 1144 Viv.
CIRCULACIÓN PEATONAL
POBLACIÓN OBJETIVA = 5720 personas
CIRCULACIÓN VEHICULAR
PLAN GENERAL
81
Fotografía: Cárdenas Quispe Antony Leonard Lugar: Cerro Achkamarca
04
REFLEXIONES
Se cuenta con una red de canales de riego para la agricultura, este en parte es alimentado por el río Shullcas y otras fuentes de agua cercanas, además el agua que se consume en los CP. de Cochas Chico-Grande y Cullpa Alta, pese a ello no se logra abastecer a todos los habitantes, y la red de canales son contaminandas por los mismos pobladores lo que afecta en los cultivos existentes en el sector.
-No existe una conexión directa entre centro poblado y centro poblado con la ciudad
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Cedido la ocupación informal de los suelos agrícolas y 䐀攀搀椀搀漀 a 愀 氀愀 漀挀甀瀀愀挀椀渀 椀渀昀漀爀洀愀氀 搀攀 氀漀猀 猀甀攀氀漀猀 sectores de gran biodiversidad y sumado a la contaminación 愀最爀挀漀氀愀猀 礀 猀攀挀琀漀爀攀猀 搀攀 最爀愀渀 戀椀漀搀椀瘀攀爀猀椀搀愀搀 礀 猀甀洀愀搀漀 氀愀 挀漀渀琀愀洀椀渀愀挀椀渀 栀愀渀 猀椀搀漀 昀愀挀琀漀爀攀猀 搀攀琀攀爀洀椀渀愀琀攀猀 攀渀 han sido factores determinantes en la degradación del 氀愀 搀攀最爀愀搀愀挀椀渀 搀攀氀 alrededor 攀挀漀猀椀琀攀洀愀 昀漀爀洀愀搀漀 愀氀 爀攀搀漀搀漀爀 ecosistema formado del cerro Ashkamarca 搀攀氀 挀攀爀爀漀 愀挀栀欀愀洀挀愀Ⰰ 愀 攀氀氀漀猀 猀攀 氀攀 愀最爀攀最愀 攀氀 甀猀漀 a ellos se le agrega el uso礀 inadecuado del suelo y la tala 椀渀愀搀攀挀甀搀漀 搀攀氀 猀甀攀氀漀 氀愀 琀愀氀愀 椀渀搀椀挀爀椀洀椀渀愀搀愀 搀攀 indiscriminada de árboles. 爀戀漀氀攀猀⸀
Los turísticos han栀愀渀 ido perdiendo importancia por la 䰀漀猀 recursos 爀攀挀甀爀猀漀猀 琀甀爀猀琀椀挀漀猀 椀搀漀 瀀攀爀搀椀渀搀漀 椀洀瀀漀爀琀愀渀挀椀愀 瀀漀爀 氀愀 瀀漀挀愀 para 最攀猀琀椀渀 瀀愀爀愀 猀甀 y 搀攀猀愀爀爀漀氀氀漀 礀 搀攀戀椀搀漀 愀氀 poca gestión su desarrollo debido al poco cuidado 瀀漀挀漀 挀甀椀搀愀搀漀 瀀漀爀 瀀愀爀琀攀 搀攀 氀漀猀 瀀漀戀氀愀搀漀猀 爀攀昀氀攀樀愀搀漀 por parte de los poblados reflejado en la contaminación y 攀渀 氀愀 挀漀渀愀琀愀洀椀愀渀挀椀渀 礀 瀀漀挀愀 瀀爀攀猀攀渀挀椀愀 搀攀 琀甀爀椀猀琀愀猀 poca presencia de turistas en el sector. 攀渀 攀氀 猀攀挀琀漀爀⸀
唀渀愀 adecuada 愀搀攀挀甀愀搀愀 甀爀戀愀渀椀稀愀挀椀渀Ⰰ 猀攀 importancia 搀攀 洀愀礀漀爀 Una urbanización, donde 搀漀渀搀攀 se de mayor 椀洀瀀漀爀琀愀渀挀椀愀 愀 氀愀猀 爀攀愀猀 瘀攀爀搀攀猀Ⰰ 猀攀 etc.; 漀爀最愀渀椀挀攀 氀愀猀 a las áreas verdes, se organice las viviendas, ayudará a 瘀椀瘀椀攀渀搀愀猀Ⰰ 攀琀挀㬀 愀礀甀搀愀爀 愀 琀攀渀攀爀 甀渀愀 洀攀樀漀爀 tener una mejor organización y de ese modo cada usuario 漀爀最愀渀椀稀愀挀椀渀 礀 搀攀 攀猀攀 洀漀搀漀 挀愀搀愀 甀猀甀愀爀椀漀 琀攀渀搀爀 tendrá una mejor calidad de vida. 甀渀愀 洀攀樀漀爀 挀愀氀椀搀愀搀 搀攀 瘀椀搀愀⸀
Ver cada día 搀愀 el crecimiento urbano 甀爀戀愀渀漀 va en aumento, 嘀攀爀 como 挀漀洀漀 挀愀搀愀 攀氀 挀爀攀挀椀洀椀攀渀琀漀 瘀愀 攀渀 nos genera Ⰰ una preocupación; que ello trae consigo la 愀甀洀攀渀琀漀 渀漀猀 最攀渀攀爀愀 甀渀愀 ya 瀀爀攀漀挀甀瀀愀挀椀渀㬀 礀愀 焀甀攀 攀氀氀漀 琀爀愀攀 挀漀渀猀椀最漀 氀愀 攀猀挀愀猀攀稀 搀攀 氀漀猀 猀攀爀瘀椀挀椀漀猀 戀猀椀挀漀猀Ⰰ escasez de los servicios básicos, perdida de áreas verdes, la 瀀攀爀搀椀搀愀 de 搀攀 爀攀愀猀 瘀攀爀搀攀猀Ⰰ 氀愀 愀瀀攀爀琀甀爀愀 搀攀 挀愀氀氀攀猀 猀椀渀 apertura calles sin una adecuada planificación. 甀渀愀 愀搀攀挀甀愀搀愀 瀀氀愀渀椀昀椀挀愀挀椀渀⸀ Uno de los problemas más resaltantes es la carencia de una 唀渀漀 搀攀 氀漀猀 瀀爀漀戀氀攀洀愀猀 洀猀 爀攀猀愀氀琀愀渀琀攀猀 攀猀 氀愀 挀愀爀攀渀挀椀愀 搀攀 甀渀愀 爀攀搀 搀攀 ya 搀攀猀愀最ﰀ攀 焀甀攀 aprox., 甀渀 ㌀㔀⸀㜀─ 愀瀀爀漀砀Ⰰ con 渀漀 red de desagüe que un礀愀 35.7% no cuenta 挀甀攀渀琀愀 挀漀渀 搀攀猀愀最甀攀 愀 渀椀瘀攀氀 搀攀 氀漀猀 挀攀渀琀爀漀猀 瀀漀戀氀愀搀漀Ⰰ desagüe a nivel de los centros poblado, con respecto al 挀漀渀 爀攀猀瀀攀挀琀漀 愀氀 最愀甀Ⰰ 攀猀琀愀 栀愀 猀椀搀漀 最攀猀琀椀漀渀愀搀愀 瀀漀爀 氀愀 agua, esta ha sido gestionada por la comunidad mediante 挀漀洀甀渀椀搀愀搀 洀攀搀椀愀渀琀攀 爀攀瀀漀猀椀琀漀爀椀漀 搀攀 愀最甀愀⸀ repositorio de agua.
䔀渀 挀甀愀渀琀漀 氀愀 攀氀攀挀琀爀椀挀椀搀愀搀 攀猀 甀渀 猀攀爀瘀椀挀椀漀 焀甀攀 猀攀 氀漀最爀愀 En cuanto la electricidad es un servicio logra abastecer 愀戀愀猀琀攀挀攀爀 愀 氀愀 洀愀礀漀爀椀愀 礀 que 攀渀 se挀甀愀渀琀漀 愀 氀愀 搀攀氀 椀渀琀攀爀渀攀琀 攀渀 氀愀 洀愀礀漀爀椀愀 搀攀 氀漀猀 䌀倀 a挀漀渀挀攀挀琀椀瘀椀搀愀搀 la mayoría y en cuanto a la conectividad del internet en la 愀 攀砀挀攀瀀挀椀渀 搀攀 倀愀挀挀栀愀 渀漀 挀甀攀渀琀愀渀 挀漀渀 挀愀戀椀渀愀猀 搀攀 mayoría de los CP a excepción de Paccha no cuentan con 椀渀琀攀爀渀攀琀Ⰰ 礀 攀渀 攀渀 愀氀最甀渀漀猀 猀漀氀漀 栀愀礀 琀攀氀攀昀漀渀漀 瀀切戀氀椀挀漀Ⰰ cabinas internet, en algunos hay瀀漀爀 teléfono público, 攀猀 瀀漀爀 de 攀氀氀漀 焀甀攀 y 猀攀 搀攀戀攀 solo 漀瀀琀愀爀 猀漀氀甀挀椀漀渀攀猀 es por ello que se debe optar por soluciones sustentables que 猀甀猀琀攀渀琀愀戀氀攀猀 焀甀攀 挀椀攀爀爀攀 氀愀 戀爀攀挀栀愀猀 昀爀攀渀琀攀 愀 氀愀 戀愀樀愀 cierre las brechas frente a la baja calidad de vida. 挀愀氀椀搀愀搀 搀攀 瘀椀搀愀⸀
En a 愀 los氀漀猀 sectores N y E, primero tienes más índice 䔀渀 cuanto 挀甀愀渀琀漀 猀攀挀琀漀爀攀猀 一 el 礀 䔀 Ⰰ 攀氀 瀀爀椀洀攀爀漀 琀椀攀渀攀猀 de ocupación que el segundo tiene una焀甀攀 tendencia 洀猀 椀渀搀椀挀攀 mientras 搀攀 漀挀甀瀀愀挀椀漀渀 洀椀攀渀琀爀愀猀 攀氀 ser un suelo琀椀攀渀 de uso agrícola. A ello猀攀爀 se le puede que 猀攀最甀渀搀漀 甀渀愀 琀攀渀搀攀渀挀椀愀 甀渀 猀甀攀氀漀 resaltar 搀攀 甀猀漀 愀最爀挀漀氀愀⸀ 攀氀氀漀 猀攀 氀攀 攀氀 猀攀挀琀漀爀 el sector de䄀 Nh posee la瀀甀攀搀攀 mayor 爀攀猀愀氀琀愀爀 cantidad焀甀攀 de viviendas y el 搀攀 de 一栀 Cochas 瀀漀猀攀攀 de 氀愀 洀愀礀漀爀 挀愀琀椀搀愀搀 瘀椀瘀椀攀渀搀愀猀 礀 Es 攀氀 CP igual manera con搀攀 5999 viviendas. por 䌀倀 搀攀 䌀漀挀栀愀猀 搀攀 椀最甀愀氀 洀愀渀攀爀愀 挀漀渀 㔀㤀㤀㤀 ello que los CP están en proceso de consolidación, pero este 瘀椀瘀椀攀渀搀愀搀猀⸀ 䔀猀 瀀漀爀 攀氀氀漀 焀甀攀 氀漀猀 䌀倀 攀猀琀愀渀 攀渀 瀀爀漀挀攀猀漀 se sin planificación,瀀攀爀漀 una de攀猀琀攀 la cusas la ocupación 搀攀 搀攀hace 挀漀渀猀漀氀椀搀愀挀椀渀 猀攀 es栀愀挀攀 猀椀渀 informal, y otra la甀渀愀 ausencia de挀甀猀愀猀 planificación parte de la 瀀氀愀渀椀昀椀挀愀挀椀渀Ⰰ 搀攀 氀愀 攀猀 氀愀 por 漀挀甀愀瀀挀椀渀 椀渀昀漀爀洀愀氀Ⰰ 礀 漀琀爀愀 氀愀 愀甀猀攀渀挀椀愀 搀攀 瀀氀愀渀昀椀挀愀椀渀 瀀漀爀 comunidad y autoridades. 瀀愀爀琀攀 搀攀 氀愀 挀漀洀甀渀椀搀愀搀 礀 愀甀琀漀爀椀搀愀搀攀猀⸀
Sumándose la氀愀 falta de搀攀 planificación de los CP, 匀甀洀愀渀搀漀猀攀 a愀 昀愀氀琀愀 瀀氀愀渀椀昀椀挀愀挀椀渀 搀攀 氀漀猀 está 䌀倀Ⰰ la ocupación de las viviendas vulnerables en 攀猀琀愀 氀愀 漀挀甀瀀愀挀椀渀 搀攀 en 氀愀猀 zonas 瘀椀瘀椀渀攀搀愀猀 攀渀 como 稀漀渀愀猀 zonas de huaicos, deslizamiento e inundaciones, lo que 瘀甀氀渀攀爀愀戀氀攀猀 挀漀洀漀 攀渀 稀漀渀愀猀 搀攀 栀甀愀椀挀漀猀Ⰰ 搀攀猀氀椀稀愀洀椀攀渀琀漀 攀 al 椀渀甀渀搀愀挀椀漀渀攀猀Ⰰ 氀漀 焀甀攀 挀漀渀氀氀攀瘀愀 甀渀 conlleva un riesgo ocupar estos sectores. 爀椀攀猀最漀 愀氀 漀挀甀瀀愀爀 攀猀琀漀猀 猀攀挀琀漀爀攀猀⸀
CERRO ACHKAMARCA
85
Fotografía: Facebook Barrío San Carlos - Huancayo Lugar: San Carlos
CAPÍTULO III - PROYECTOS
INDIVIDUALES
Fotografía: howtoperu.com Lugar: Torre-torre
01
PROYECTOS HUANCAYO
1.1
VIVIENDO EN EL BORDE ESTRATEGIAS URBANAS
1
PROGRAMA ARQUITECTÓNICO -EDIFICIOS
Barrío Vital
APONTE HUAMAN JHANNDER YOJIRU
2
120 m² -Promesas de interacción social. -No es la cantidad de personas, es cuando un espacio se vuelve icónico, popular y capaz de atraer personas hacia él.
-Talleres culturales (pintura,escultura, danza, música). -Tiendas comercio. -Gran espacio verde, donde las cosas pueden suceder.
Barrío Sano -Problemas de sedentarismo que reina nuestro día a día, tiene que ser contrarrestados.
-Promover el transporte públicosobre el privado. -El uso de la movilidad peatonal sobre la vehicular.
TIPO 1
2 habitantes
204 m² TIPO 3
CÓDIGO QR VIDEO
3 4
-Uso mixto de las calles, entre peatón, ciclista y automóvil. -Observadores urbanos, para aumentar la sensación de seguridad.
-Calles inclusivas -Diseños transparentes -Protección del borde dentro del borde.
-Predominio de un sistema de transporte sostenible.
-Uso de estrategias ecofrienly.
-Elementos que permitan el uso de energías renovables.
-Propuesta de equipamientos relacionados a las actividades laborales.
Barrío Sostenible
-Autosostenimiento.
90
165 m²
TIPO 2 45 und
4 habitantes
DESINFECCIÓN 1/2 SS.HH SALA COMEDOR COCINA PATIO DE SERVICIO DORMITORIO PRINCIPAL SS.HH ESTUDIO SALA DE JUEGOS TERRAZA SAUNA
6 habitantes
Barrío Seguro
55 und
DESINFECCIÓN 1/2 SS.HH SALA COMEDOR COCINA PATIO DE SERVICIO DORMITORIO PRINCIPAL SS.HH DORMITORIO 2 HIJOS ESTUDIO 1/2 SS.HH. SALA DE JUEGOS TERRAZA SAUNA
23 und
DESINFECCIÓN 1/2 SS.HH SALA COMEDOR COCINA PATIO DE SERVICIO 2 DORMITORIO PRINCIPAL DORMITORIO 2 HIJOS SS.HH ESTUDIO SALA DE JUEGOS 1/2 SS.HH. TERRAZA SAUNA
Seguridad
Farmacias
Viviendas
EDIFICIOS HÍBRIDOS
5688 m²
Consultoríos
Oficinas
PROCESO PROYECTUAL Retiro
MÁSTER PLAN
Altura en avenidas
Altura en interíores
Altura en avenidas
12 m
12 m Pista que está como consecuencia del entorno
A’
Terrazas
RESIDENCIA ESTUDIANTIL (EDIFICIO TIPO C)
Humanizar las alturas de los edificios a 12m que es donde el ojo se siente cómodo
CORTE
Retiro reglamentarío que según el reglamento lo estipula en 5m.
Configuración de los edificios con tipología de viviendas VIVIENDA TIPO 3
VIVIENDA TIPO 1
EDIFICIO TIPO B
EDIFICIO
EDIFICIO TIPO A
VIVIENDA TIPO 3
CULTURA
MERCADO
EDIFICIO
OFICINA CONSULTORIO FARMACIA
EDIFICIO
VIVIENDA TIPO 1 CAMPING
Comercio
SALUD CAMPING
CULTURA
EDIFICIO TIPO A
N CIÓ
CA
EDU Ubicación de Áreas verdes
Acceso Estacionamiento en sótano y semisótano
A
El sol es el más intenso
El sol e n es men la mañana os inte nso
IF ED
I
O CI
T
IPO
A
91
Edificio TIPO A EDIFICIO TIPO A
C' C'
C' SS.HH.
SS.HH.
SS.HH.
SS.HH.
Consulto
+3.00
rio
Sala de Espera Desinfección
Sala de Espera
Estacionamiento
Sala de Espera
Sala de Espera
NPT=
+3.00
rio
Consulto
rio
Consultorio
NPT= +/0.00
Consultorio
Consultorio
Consultorio
Patio de Servicios
DORMITORIO
SALA
PRINCIPAL
COMEDOR
DESINFECCION
Vivienda NPT=
Vivienda
Desinfección
NPT=
Consultorio Consultorio NPT= +/- 0.00
Ascensor Ascensor
Oficina
Ascensor
Sala de juegos
SS.HH. DORMITORIO de Hijos
Oficina
Sala de juegos
SS.HH. DORMITORIO de Hijos
NPT= +/- 0.00
Sótano
Sala de Espera
Sauna
Puerta de tres cuerpos corrediza
Rampa pendiente= 15°
C
C
3ra Planta
2da Planta
C
1/100
1/100
Desinfección
Hall
Tipo2
+6.00
Sauna
Tipo2
SS.HH.
Cuarto de maquina s
1/100
Vivienda NPT=
Tipo2
SS.HH.
SALA
Vivienda
C 1ra Planta 1ra Planta
92
COMEDOR
SALA
DORMITORIO
Estar público DESINFECCION
Vivienda
Tipo1
Tipo3
+18.00
NPT=
Oficina
Patio de Servicios
Patio de Servicios
Oficina
Sala de juegos
SS.HH.
SALA
DORMITORIO
Vivienda
Tipo2
DORMITORIO 2
Tipo3
+24.00
Oficina
Lavaderos
Sauna
NPT= +18.00
4, 5 y 6ta Planta 1/100
COMEDOR
PRINCIPAL
DESINFECCION
NPT= +9.00
Ascensor
Sauna
Vivienda
Sauna
C
1/100
Terraza
Patio de Servicios
Estar público
COMEDOR
DORMITORIO 2
DESINFECCION
DESINFECCION
Patio de Servicios
Terraza
Rampa pendiente= 15°
SS.HH.
COMEDOR
+9.00
NPT=
Acceso público
SS.HH.
SALA
SS.HH.
Oficina Patio de Servicios
DORMITORIO 1
DESINFECCION
COMEDOR
SS.HH.
Sala de juegos
Terraza
SALA
Ascensor
DORMITORIO 1
C'
Terraza
Sala de juegos
DORMITORIO de Hijos
PRINCIPAL
PRINCIPAL
C'
Terraza
DORMITORIO
C'
Terraza
Ascensor
Oficina
Sala de juegos
SS.HH. DORMITORIO de Hijos
C
Terraza
Terraza DORMITORIO
Sala de juegos
ESTANTERIA
Acceso personal
Sauna
NPT= +/- 0.00
PRINCIPAL
Farmacia
DORMITORIO
Acceso público
Sauna
Mostrador
Desinfección
SS.HH.
Terraza
Administrador SS.HH.
Terraza
NPT= +/- 0.00
SS.HH.
Vestidores
NPT= +/- 0.00
Desinfección
Sala de Espera
Consultorio Consultorio
DORMITORIO
+3.00
Terraza
SS.HH.
Salida de emergencia
SALA
SS.HH.
SS.HH.
SS.HH.
SS.HH.
Patio de Servicios
PRINCIPAL
Terraza
COMEDOR
Terraza
Consulto
-3.00
7ma y 8va Planta 1/100
Lavaderos Ascensor
C
9na Planta
1/100
Terraza
NPT=
Terraza
Terraza
NPT=
NPT= +/0.00
Desinfección
C'
Consulto
Consultorio
rio
Consultorio
Consultorio
Consultorio
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EdificioTIPO TIPO EDIFICIO B B
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ITORIO PRINC IPAL
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Viviend
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2
+3.00
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OR
Pa
Estar público
CORREDOR
Puerta de tres cuerp corrediza os
Desinfección
Oficina
SALA DE ESPERA
Rampa pendiente= 15°
NPT= -3.00 m
A'
A
Oficinas
RECEPCION
ARCHIVOS
H. Ve stid or es
0.0
0
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SALA
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NPT=
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Ascensor
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Ascensor
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OR
Se
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de
0.0
Pa
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a CORREDOR
Desinfección
Oficina
SALA DE ESPERA
CORREDOR
+6.00
a Tipo1
SALA
A'
IONES
A
SALA DE REUN
NPT= +/- 0.00
Oficina
Oficina
A
A'
DORMITORIO
Terraza
Oficina
ARCHIVOS
Terraza
SH
ARCHIVOS
SALA DE RECEPCION
+9.00
SH
Sauna
Oficinas
RECEPCION
SALA DE RECEPCION
SS.HH.
ARCHIVOS
SALA DE ESPERA
SH
3ra Planta
4ta y 5ta Planta
1/100
1/100
A'
Rampa
a az
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RM
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RIO
Terr
Oficina Principal
de
Hijo
s
SS.H
H.
Sa
de Sala jue go s
un
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ARCHIVOS
DORM
ITORIO PRINC IPAL
Ofi
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Viviend
a Tipo
NPT=
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2
+18.00
SAL
A
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Hall
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CO
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MED
Hall
Ascensor
Ascensor
de
Se
rvi
cio
s
OR
1/100
Vivienda Tipo3
Patio de Servicios
Oficina
Sala de juegos
Vivienda Tipo3
COMEDOR
Oficina
Sala de juegos
COMEDOR
NPT= +18.00
SALA
DESINFECCION
DESINFECCION
Patio de Servicios
NPT= +24.00
SALA
DORMITORIO 2
DORMITORIO 2
SS.HH.
Terraza
DORMITORIO
A
PRINCIPAL
SS.HH.
DORMITORIO 1
Terraza
Sauna
SS.HH.
Sauna
1ra Planta 1ra Planta
Pa tio
A
Viviend
Oficina
NPT=
Oficina
de juegos Sala
NPT=
COMEDOR
Oficinas
RECEPCION
Desinfección
Oficina
H.
DESINFECCION
.H
Patio de Servicios
SS
za
Co
Hall
sin
MED
ad
ITORIO PRINC IPAL
de
+/-
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ITORIO PRINC IPAL
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Ascensor
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Terr
Farm
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1/100
SH
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2da Planta
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EST
1/100
ad
SALA DE REUN
SS .H
Ac pe ces rso o na l
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Oficina Principal
A'
DORMITORIO
A
PRINCIPAL
SS.HH.
DORMITORIO 1
Terraza
min
A' ARCHIVOS
Terraza
Ad
Oficina
SH
SALA DE RECEPCION
A
Sótano
+3.00
NPT=
SH
Estacionamiento
7ma y 8va Planta 1/100
9na Planta
1/100
93
Patio de Servicios
Terraza
D'
SALA
COMEDOR
+/- 0.00
Patio de Servicios
DESINFECCION
Patio de Servicios
Cuarto de estudio
a Tipo1
NPT=
Viviend
COMEDOR
Ascensor
DESINFECCION
Terraza COMEDOR
DESINFECCION
Terraza
Terraza
SALA
Terraza
Terraza
+/- 0.00
a Tipo1
NPT=
Viviend
Cuarto de estudio
Patio de Servicios
Terraza
D'
SALA
+/- 0.00
DESINFECCION
Patio de Servicios
Cuarto de estudio
a Tipo1
NPT=
Viviend
SALA
COMEDOR
+/- 0.00
DESINFECCION
Patio de Servicios
Cuarto de estudio
a Tipo1
COMEDOR
NPT=
Viviend
SALA
+/- 0.00
Patio de Servicios
Cuarto de estudio
a Tipo1
NPT=
Viviend
COMEDOR
DESINFECCION
Terraza
Ascensor
Patio de Servicios
Terraza DORMITORIO 1 SS.HH.
SS.HH.
Terraza
Terraza
Terraza
Terraza
Terraza
Terraza
Terraza
SALA
+/- 0.00
a Tipo1
NPT=
Viviend
Cuarto de estudio
ura
Sala de estudio grupal D
.00m
+/-0
lect
SS.HH. DISCAPACITADO
CAJA SS.HH.
SS.HH.
Ascensor
DESINFECCION
Patio de Servicios
NPT=
de
Seguridad
D'
Sala
Tipo1 +/- 0.00
DESINFECCION
Patio de Servicios
Cuarto de estudio
Tipo1 +/- 0.00
Cuarto de estudio
Sala de juegos SS.HH. DORMITORIO de Hijos
Terraza
Terraza
Sala de estudio grupal D
D'
.00m
+/-0
tería
NPT=
Cafe
NPT= +/- 0.00
NPT=
COMEDOR
Seguridad
Cocineta
SS.HH.
SALA
NPT=
a Viviend
COMEDOR
a Viviend
SALA
Estar
Terraza
Terraza
Terraza
Terraza
PRINCIPAL
Oficina Sala de juegos Oficina
Cuarto de estudio
PRINCIPAL
DORMITORIO
Sauna DESINFECCION
Sauna
Desinfección DESINFECCION
DORMITORIO SALA COMEDOR
Terraza
1/75
1/75 1/75
SALA
Vivienda TIPO III Vivienda TIPO II Vivienda TIPO I
SS.HH. SS.HH.
Ascensor
Sala de estudio grupal
94
Estacionamiento D D
Tipología de viviendas
1/75
8va Planta 1/100
1ra Planta
COMEDOR
Patio de Servicios COMEDOR
SALA
SS.HH. SS.HH.
2da a la 7ma Planta 1/100
1/100
Sótano
SS.HH. SS.HH. SS.HH.
SS.HH.
DORMITORIO 2 DORMITORIO Terraza
SS.HH.
Edificio TIPO C C EDIFICIO TIPO 1/500
1/100
Ascensor
Ascensor Ascensor
Lavaderos
NPT= +21.00
DORMITORIO
DORMITORIO PRINCIPAL
DORMITORIO 1
Vivienda Tipo3 NPT= +21.00
PRINCIPAL
Vivienda Tipo2 NPT= +18.00
DORMITORIO
DORMITORIO PRINCIPAL
DORMITORIO de Hijos
NPT= +24.00
PRINCIPAL
Vivienda Tipo2 DORMITORIO de Hijos
Vivienda Tipo3
DORMITORIO
Lavaderos
NPT= +24.00
Vivienda Tipo3 NPT= +18.00
PRINCIPAL
Vivienda Tipo1
Terraza
NPT= +15.00
Vivienda Tipo1
DORMITORIO DORMITORIO
NPT= +12.00
DORMITORIO
NPT= +12.00
Terraza
Sauna
Vivienda Tipo1 NPT=
Terraza
Vivienda Tipo1
DORMITORIO
+9.00
Vivienda Tipo1
DORMITORIO
Terraza
NPT= +15.00
Sauna
Vivienda Tipo1
Terraza
DORMITORIO 1
DORMITORIO
NPT=
Sauna
+9.00
Terraza
Vivienda Tipo2 +6.00
NPT=
DORMITORIO PRINCIPAL
DORMITORIO de Hijos
Sala de reuniones Oficina
Vivienda Tipo2 NPT=
NPT=
DORMITORIO PRINCIPAL
NPT= +3.00 m
Sala de reuniones
NPT=+/-0.00 m
NPT= -3.00 m
NPT= -3.00 m
Corte A-A'
Corte C-C'
1/250
1/250
Es por eso de los volados u otros artilugios para protegernos del sol Sala de escultura
Oficina
Estacionamiento
Estacionamiento
40°
NPT= +7.50 m
con el reglamento de edificaciiones S= 70°respecto de el angulo de protección de los rayos del sol
NPT= +3.00 m
NPT= +/- 0.00
Administrador
NPT=+/-0.00 m
E= 40° O= 48° Trabajando
Oficina
Oficinas
NPT= +/- 0.00
N= 46°
+3.00
Sala de reuniones
Farmacia ESTANTERIA
NPT= +6.00 m
Oficinas
+3.00
DORMITORIO de Hijos
Oficina
NPT= +6.00 m
NPT= +6.00 m
Esto con respecto del alfeizer por el Este es de 40°
Sala de música NPT= +4.50 m
Sala de danza 2 NPT= ±0.00 m
48° Esto con respecto del alfeizer por el Oeste es de 48°
Estacionamiento NPT= -1.50 m
Corte E-E'
Sala de estudio NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
1/250
Vivienda Tipo 1
Sala de estudio NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1 NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 2
NPT= +1.00m
Escaleras
NPT= +1.00m
Sala de estudio NPT= +1.00m
SS.HH.
NPT= +7.50 m
Sala de pintura
Sala de exposición
SS.HH.
NPT= +4.50 m
NPT= +4.50 m
Recepción NPT=
+1.50
NPT= +6.00m
NPT= +4.50 m
Sala de estudio NPT= +1.00m
Vestuario
Tienda de Ropa
Vivienda Tipo 2
NPT= +4.00m
NPT= +3.00m
NPT= +1.50 m
Minimarket NPT= +1.00m
Estacionamiento NPT= -1.50 m
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
COCINETA
SS.HH.
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1 NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1 NPT= +1.00m
Sala de estudio
Vivienda Tipo 1 NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
Sala de estudio
Vivienda Tipo 1 NPT= +1.00m
Cafetería
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
Restaurante
NPT= +4.00m
Sala de danza 2
Vivienda Tipo 1 NPT= +1.00m
Sala de estudio
NPT= +1.00m
SS.HH.
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 2
NPT= +7.50 m
Sala de música
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
Sala de escultura
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
Exposición al aire libre
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1 NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
Sala de estudio
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 1
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
Vivienda Tipo 2
Seguridad
Vivienda Tipo 1
NPT= +1.00m
NPT= +1.00m
Farmacia NPT= +/0.00m
Estacionamiento NPT= +1.00m
Corte X-X'
Cafetería NPT= +1.00m
95
1.2
LA NUEVA CENTRALIDAD
UBICACIÓN DE ZONAS
ESTRATEGIAS PROYECTUALES
Incorporación de ciclovías. Calles ecológicos lineales
El primer nivel se encuentra en el eje comercial, que este a la vez se integrará con las ciudades.
FLORES CCENTE ERIKA YANET
Elementos naturales (parques, jardines Las oficinas se ubicarán antes de cada vivienda, para separar lo comercial y zona social de la tranquilidad que son las viviendas.
CÓDIGO QR VIDEO
RESIDENCIAL DE USO MIXTO
Los equipamientos que se encuentren en la zona social ayudará a que las personas se integren, generando una comisión con las viviendas y el comercio.
96
Las viviendas se encontrarán en los últimos niveles, ya que estos necesitan tranquilidad.
ANÁLISIS
ol ar de lS el l
• Está ubicado dentro de una zona urbana. • Estará conectado por una vía peatonal y ciclovía con el parque forestal lineal. • Se encuentra a unas cuadras de la calle mas transitada que es la Av. Calmell del Solar, y otra vía importante que el el Jr. Los Sauces, es una vía que también es muy transitada. • Se conecta con TORRE TORRE, generando turismo. • Está frente a espacios públicos como son parques. • Se encuentra cerca a alamedas . • Está ubicada en una zona tranquila.
al m
POLIDEPORTIVO
EL TERRENO:
.C
La estrategia planteada se enfoca en los principios de una “CIUDAD DE 15 MINUTOS” , pues debido a la crisis sanitaria que vivimos actualmente, se tiene que repensar los espacios que habitamos. Hemos podido observar que al no contar con los suficientes servicios y acceder a una movilidad sostenible y saludable se presenta una problema del día a día. Para lo cual se planteará equipamientos que estén al alcance de todas las personas, zonas de integración social, la revaloración y el cuidado del rÍo y paisaje y sobre todo establecer una red de espacios que nos permitan comunicarnos de manera eficiente y sostenible.
Av
TERRENO
CÁLCULO DEL NÚMERO DE VIVIENDAS 1 4 -5 Integrantes
50%
166 Viv.
7 555.23 m2
3 Dormi. + Ofici.
2
3 Integrantes
30%
100 Viv.
4 533.14 m2
2 Dormi. + Estu.
3
2 Integrantes
15%
50 Viv.
2 266.57 m2
1 Dormi. + Estu.
4
1 Integrantes
5%
17 Viv.
755.52 m2
1 Dormi. + Estu.
USUARIOS
APORTES RECREACIÓN EDUCACIÓN PARQUES ZONALES OTROS FINES
15% 2% 1% 4%
2 666.55 m2 355.54 m2 177.77 m2 711.08 m2
JUEGOS GUARDERÍA PARQUE CENTRAL SUM + GUARDERÍA
1 INTEGRANTE
PAREJA
FAMILIA + 1 HIJO
FAMILIA + 2 HIJOS
FAMILIA CON MAS DE 2 HIJOS 97
POLIDEPORTIVO
PLOT PLAN
CORTE A-A´
AZOTEA
VIVIENDA TIPO 3
VIVIENDA TIPO 3
AZOTEA
VIVIENDA TIPO 3
VIVIENDA TIPO 3
AZOTEA
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 3
VIVIENDA TIPO 3
+5.40
VIVIENDA TIPO 4
+4,05
VIVIENDA TIPO 4
+2,70
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
+5.40
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
+4,05
VIVIENDA TIPO 1
+1,35
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
-1,35
+9.70 -2,40
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 4 VIVIENDA TIPO 3
VIVIENDA TIPO 3
+7.10
+6.75
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
-1,35
VIVIENDA TIPO 4
+8.45
VIVIENDA TIPO 1
+0,00
ColCOLE egioGIO de CONT Conta ADOR doreES s PúblPUBL icos ICOS de JuDE nínJUNIN
VIVIENDA TIPO 3
VIVIENDA TIPO 3
+0,00
VIVIENDA TIPO 4
+2,70
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
+1,35
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
+9.70 -2,40
+5.40
VIVIENDA TIPO 4 VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
+8.45
VIVIENDA TIPO 4
+4,05
VIVIENDA TIPO 1
+7.10
BIBLIOTECA
+2,70
+1,35
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
+6.75
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
VIVIENDA TIPO 4
OFICINAS
OFICINAS
OFICINAS
BIBLIOTECA
+0,00
OFICINAS
OFICINAS
OFICINAS
OFICINAS
OFICINAS
OFICINAS
OFICINAS
SERVICIOS GENERALES
TIENDAS
TIENDAS
-1,35
+2,70
RESTAURANT-CAFE
OFICINAS
OFICINAS
+5.40
+4,05
SERVICIOS GENERALES
INGRESO SECUNDARIO
-2,40
SUM
+1,35
TIENDAS
TIENDAS
VACIO
TIENDAS
TIENDAS
TIENDAS
TIENDAS
TIENDAS
+0,00
RESTAURANT-CAFE
ESTACIONNAMIENTO
MINIMARKET
-1,35
-2,40
AREA DEPORTIVA
CORTE A-A´ ESCALA: 1/100
PARQUE
Jr. T
ULIP
PROP. TERCEROS
ANE
S
CORTE B-B´
AZOTEA
VIVENDA TIPO 3
AZOTEA
AZOTEA
ESPACIO SOCIAL
VIVENDA TIPO 3 ESPACIO SOCIAL
ESPACIO SOCIAL
VIVENDA TIPO 3
VIVENDA TIPO 3
AZOTEA
VIVENDA TIPO 3
VIVENDA TIPO 3
VIVENDA TIPO 3
VIVENDA TIPO 3
VIVIENDAS TIPO 4
VIVIENDAS TIPO 4
ESPACIO SOCIAL
ESPACIO SOCIAL
ESPACIO SOCIAL
VIVENDA TIPO 3
Jr. L
AS
VIVIENDAS TIPO 4
VIVIENDAS TIPO 4
VIVIENDAS TIPO 4
VIVIENDAS TIPO 4
VIVENDA TIPO 3
VIVIENDAS TIPO 2
KAN
TUT
BIB
GU
LIO
AS
TEC
ERIA
A
VIVENDA TIPO 3
VIVENDA TIPO 3
VIVENDA TIPO 3 VIVENDA TIPO 3
OFICINAS
OFICINAS
OFICINAS
TIENDAS
TIENDAS
ESPACIO SOCIAL
ESPACIO SOCIAL
ESPACIO SOCIAL
VIVENDA TIPO 3
ESPACIO SOCIAL
OFICINAS
TIENDAS
TIENDAS
TIENDAS
ESTACIONNAMIENTO
CORTE B-B´
OS
ITO
ESCALA: 1/100
TOP
ICO
SSH
H
PARQUE
TIE
TIE
ND
ND
AS
AS
TIE
NDA
TIE
TIE
S
PROP. TERCEROS
NDA
NDA
S
TIE
S
NPT +5.00
ND
CORTE C-C´
AS TIE
ND
AS
CAJA
TIE
L PA
RAI
SO
RKE
TH
TIE
ND
TIE
ND
RES -CA TAURA FE N
RE
IMA
AS
AS
AS
AJA
CIO
TE
AS
CIN
ION
NAS
IO
GAR
A
VIVIENDA TIPO 1
CES
AU Jr. LOS S
+6.75
+6.75
+4,05
+2,70
VIVIENDA TIPO 2
VIVIENDA TIPO 2
+8.45
VIVIENDA TIPO 2
VIVIENDA TIPO 2
+6.75
VIVIENDA TIPO 2
VIVIENDA TIPO 2
+9.70 -2,40
+1,35
GIMNASIO
+0,00
TIENDAS
-1,35
-2,40
GIMNASIO
OFICINAS
+0,00
NPT +2.00
-1,35
VIVIENDA TIPO 2
+4,05
+2,70
+1,35
OFICINAS
TIENDAS
VIVIENDA TIPO 2 +5.40
OFICINAS
MINIMARKET
VIVIENDA TIPO 2 +7.10
+2,70
+1,35
VIVIENDA TIPO 2
VIVIENDA TIPO 2
-1,35
+5.40
+4,05
+0,00
O AUR
PROP. TERCEROS
VIVIENDA TIPO 2
+7.10
+5.40
SUM
VIVIENDA TIPO 2
+9.70 -2,40
+8.45
VIVIENDA TIPO 2
+1,35
+0,00
NPT +2.00
-1,35
+7.10
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 2
+0,00
+8.45
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 2
VIVIENDA TIPO 2
+4,05
+2,70
+1,35
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 2
+2,70
+1,35
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 2
VIVIENDA TIPO 2
+5.40
+4,05
+9.70 -2,40
VIVIENDA TIPO 1
ENT Jr. C
PROP. TERCEROS
S
VIVIENDA TIPO 1
+4,05
-1,35
VIVIENDA TIPO 1
ITA
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
MAR
VIVIENDA TIPO 1
+0,00
VIVIENDA TIPO 1
Jr.
Jr. L
EPC
CO
GIM
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 2 +5.40
+2,70
VIVIENDA TIPO 1
REC
VIVIENDA TIPO 1 +5.40
LAS
PROP. TERCEROS
VIVIENDA TIPO 1
VIVIENDA TIPO 1
N
AZOTEA
AZOTEA
VIVIENDA TIPO 1
REL
FLO
Jr. E
ND
MIN
S
A
VIVENDA TIPO 3
VIVENDA TIPO 3
ESPACIO SOCIAL
INGRESO PRINCIPAL GIMNASIO
DEP
VIVENDA TIPO 3
ESPACIO SOCIAL
VIVIENDAS TIPO 4
OFICINAS
GIMNASIO
SSHH
VIVENDA TIPO 3
VIVIENDAS TIPO 4
ARD
VIVENDA TIPO 3
ESPACIO SOCIAL
GIMNASIO
-1,35
TIENDAS
-2,40
-2,40
CORTE C-C´
OFICINAS
ESCALA: 1/100
TIENDAS
CORTE D-D´ VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
J
VIVIENDAS
OFICINAS
VIVIENDAS
OFICINAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
OFICINAS
VIVIENDAS
UCES r. LOS SA
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
OFICINAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
OFICINAS
TIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS VIVIENDAS
D ADMINISTRACION
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
VIVIENDAS
SERVICIOS GENERALES
SERVICIOS GENERALES
TIENDAS
MINIMARKET RESTAURANTE
TIENDAS
a
rboles
ESTACIONAMIENTO
CORTE D-D´
RESTAURANTE
ESCALA: 1/100
ESTACIONAMIENTO SUBTERRANEO ESCALA: 1/100
98 VIVIENDA TIPO 4
D´
B
PRIMER NIVEL
A´
SEGUNDO NIVEL
ESTACIONAMIENTO SUBTERRÁNEO
FACULTAD ARQUITECTURA
NPT +10.00 MES
BIBL
IOTE
MES
A DE
BIBL
IOTE
NPT
CA
CATEDRATICOS:
SAL
ARQ. HINOSTROZA MARTINEZ JOSE LUIS
LEC
TUR
A
LIBR
OS
CA
ARQ. CARRERA CABEZAS DIEGO
+2.00
SAL
A DE
DE AREA OCIO
DE SALA ESTUDIO
S
INFORME
LEC
TUR
ARQ. RESTREPO PLATA CARLOS
PATIO DE
A
LIBR
SERVICIO
OS
COCINA
COMEDOR DE AREA DESINFECCION
SALA
DE AREA OCIO
SALA DE ESTUDIO
ALUMNA:
PATIO DE
INFORMES
SERVICIO
ERIKA YANET FLORES CCENTE
COCINA
NPT
+8.00 COMEDOR SALA
AREA DE
DESINFECCION
RIA
GUARDE
DE AREA OCIO
DE SALA ESTUDIO
OS
COCINA
COMEDOR
NDA
NPT
SALA
+8.00
DE AREA OCIO
DE SALA ESTUDIO
RIO
PATIO DE SERVICIO
COCINA
COMEDOR SALA
DE AREA DESINFECCION
DEP
OSI
TO
DE AREA OCIO
DE SALA ESTUDIO
OFICI
OFICI
ERIA
S
FLO RE N
OFICI
NA
NDA
OFICI
OFICI NPT
OFICI
NA
NA
N
NDA
A
NA
RES
NA
NA
NDA
OFICI
LAS
NPT
MIN
TIE
KETH
NPT
GIM
NASI
N
NPT
+2.00
+2.00
B
C OCIO DE
AREA
PATIO
DE SERVICIO
D
03
DORMITOR PRINCIPALIO
SSHH
SSHH
DORMITORI SECUNDAR
O IO
DORMITORI SECUNDARI
O O
AUCES
PROYECTO
D
LÁMINA
ESCALA: 1/100
AZA
TERRAZA
TERR
IO O
IO IO
DORMITOR SECUNDARI
SSHH
DORMITOR SECUNDAR
SSHH
O
O IO
DORMITORI PRINCIPAL
DORMITORI SECUNDAR
TERRAZA TERRAZA
IO IO
IO IO
DORMITOR SECUNDAR
SSHH
DORMITOR SECUNDAR
O
O IO
SSHH
IO IO
SSHH
SSHH
IO O
DORMITOR SECUNDARI
TERRAZA
DORMITORI PRINCIPAL O
O IO
SSHH
SSHH
DORMITORI SECUNDAR
DORMITOR SECUNDAR
IO IO
TERRAZA
DORMITOR SECUNDAR
DORMITOR SECUNDAR
IO IO
TERRAZA
DORMITOR SECUNDAR
IO IO
DORMITORI SECUNDAR
DORMITOR SECUNDAR
IO IO
DORMITORIO SECUNDARI
DORMITORI PRINCIPAL O
SSHH TERRAZA TERRAZA TERRAZA
DORMITORI PRINCIPALO
SSHH
S RE FLO LAS
COMEDOR
SALA
COCINA PATIO
DE SERVICIO
SALA ESTUDIO DE TERRAZA
IO DORMITOR PRINCIPAL COMEDOR
Jr.
SALA
COCINA
PATIO DE SERVICIO
IO IO
DORMITORI PRINCIPAL O
DORMITOR SECUNDAR
TERRAZA DORMITORIO PRINCIPAL
SALA DE ESTUDIO TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL
DORMITOR PRINCIPAL IO
COCINA
COMEDOR AREA DESINFECCION DE
SALA
DORMITORIO PRINCIPAL
COMEDOR
SALA
COCINA
DE SERVICIO
SALA DE ESTUDIO
PATIO TERRAZA
O DORMITORI PRINCIPAL
COMEDOR
SALA
COCINA
SALA DE ESTUDIO
SALA
LAVANDERI A
SALA DE ESTUDIO
COCINA
IO IO
DORMITOR PRINCIPAL
LAVANDER IA
IO
SALA DE ESTUDIO
DORMITOR SECUNDAR
SALA DE ESTUDIO
IO IO
DORMITOR PRINCIPAL IO
TERRAZA COCINA
DORMITOR SECUNDAR
IO IO
COMEDOR
SALA DE ESTUDIO
AREA DESINFECCION DE
COCINA
DORMITOR SECUNDAR
DE SERVICIO
PATIO
IA
SALA
SALA
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL
IO
TERRAZA COCINA
DORMITORI PRINCIPAL
PATIO
O
DE SERVICIO
TERRAZA
HUANCAYO FECHA
TERCER PISO
SALA
LAVANDER
COMEDOR
UBICACION
ESCALA
AREA DESINFECCION DE
COCINA
COMEDOR
TERRAZA
COCINA
TERRAZA
COMEDOR
IO
DORMITORIO PRINCIPAL
IO IO
2
AREA DESINFECCION DE
COMEDOR
DORMITORIO PRINCIPAL
AREA DESINFECCION DE
DORMITOR PRINCIPAL
SALA DE ESTUDIO
DORMITOR SECUNDAR
PLANOS
DEPOSITO SALA DE ESTUDIO
COMEDOR
OCIO DE
AREA
COCINA
PATIO DORMITORIO PRINCIPAL
COMEDOR
AREA DESINFECCION DE
SALA
A
DORMITOR PRINCIPAL IO
TERRAZA
COMEDOR
SALA
PLANO
SALA DE ESTUDIO
B
C
TERRAZA
SALA AREA DESINFECCION DE
AZA TERR
COMEDOR
PATIO DE SERVICIO SALA DE ESTUDIO
PATIO DE SERVICIO
PATIO DE SERVICIO
SALA DE ESTUDIO
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
COCINA
LAVANDERI
IO IO
AREA DESINFECCION DE
D
SALA DE ESTUDIO
DORMITOR SECUNDAR
IO
Jr. LOS S
ESCALA: 1/100
VIVIENDA RESIDENCIAL DE USO MIXTO HUANCAYO
SALA
DEPOSITO
SALA DE ESTUDIO
COMEDOR
SALA ESTUDIO DE
OCIO DE
AREA
COCINA
PATIO
AREA OCIO DE
DE SERVICIO
COCINA
SALA
SALA
IA
DORMITOR PRINCIPAL
SALA DE ESTUDIO
PATIO DE SERVICIO
COCINA
SALA
AREA DESINFECCION DE
A
A
COMEDOR
SALA DE ESTUDIO
COCINA
PLANOS SALA
DEPOSITO
PLANO
COMEDOR
COCINA PATIO
DE SERVICIO
SALA
DEPOSITO
SALA DE ESTUDIO
OCIO DE
AREA COMEDOR COCINA
PATIO
DE SERVICIO
TERRAZA
IO
DORMITOR PRINCIPAL
COMEDOR
SALA
SALA DE ESTUDIO
TERRAZA
O
DE SERVICIO
COCINA
LAVANDER
IO IO
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
PATIO DE SERVICIO
B
VIVIENDA RESIDENCIAL DE USO MIXTO HUANCAYO S
COCINA
PATIO
DE SERVICIO
AZA TERR
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
COMEDOR
COCINA
SALA ESTUDIO DE
DORMITOR SECUNDAR
SALA
O
TERRAZA
PATIO DE SERVICIO
SALA ESTUDIO DE
COCINA
SALA ESTUDIO DE DORMITORIO SECUNDARI
TERRAZA SALA DE ESTUDIO
SALA ESTUDIO DE
SALA
ING EST RESO P ACI ON ARA AM IEN TO
S RE FLO Jr.
S
RE
PROYECTO
Jr.
AREA DESINFECCION DE
IA
PATIO DE SERVICIO
AREA DESINFECCION DE
SEGUNDO PISO PRIMER PISO
SALA DE ESTUDIO
LAVANDER
DORMITOR PRINCIPAL IO
TERRAZA COCINA COMEDOR SALA
AREA DESINFECCION DE
PATIO DE SERVICIO
COMEDOR
AREA DESINFECCION DE
DORMITORIO PRINCIPAL
COMEDOR
TIPO
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
SALA DE ESTUDIO
PATIO
COMEDOR
SALA
SALA ESTUDIO DE
O O
DE SERVICIO
TERRAZA
AREA DESINFECCION DE
SALA DE ESTUDIO
D
AREA DESINFECCION DE
IO IO
DORMITORI SECUNDARI
TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL
COCINA
COMEDOR
TERRAZA
AREA DESINFECCION DE
SALA
COCINA
COMEDOR
COCINA
AUCES
O2
DORMITORIO PRINCIPAL
SALA DE ESTUDIO
SALA
COCINA
SALA
DORMITORIO PRINCIPAL
SALA
Jr. LOS S
TIP
DORMITORIO PRINCIPAL
COMEDOR
COCINA
DAS
AREA DESINFECCION DE
PATIO
DE SERVICIO
DORMITOR SECUNDAR
LAVANDERIA
SALA
PATIO
IEN
COMEDOR
COCINA
COMEDOR
ION
DE SERVICIO
VIV
AREA DESINFECCION DE
SALA
PATIO
DE SERVICIO
O IO
DORMITORI PRINCIPAL
DORMITORIO PRINCIPAL
SALA DE ESTUDIO
PATIO DE SERVICIO
O O
SALA
AREA DESINFECC DE
AREA DESINFECCION DE
SALA
DORMITORI SECUNDARI
TERRAZA
A
TERRAZA
COMEDOR
ION
COCINA
COMEDOR
PATIO DE SERVICIO
TERRAZA
SALA DE ESTUDIO
DORMITORI SECUNDAR
RE
FLO
SALA
COMEDOR
SALA DE ESTUDIO
LAVANDERI
AREA DESINFECC DE
COMEDOR
COCINA
SALA
COCINA
SALA ESTUDIO DE
A
COCINA
AREA DESINFECCION DE
COMEDOR
PATIO DE SERVICIO
IO
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
LAVANDERI
SALA
COMEDOR
ION
SALA
COCINA
DORMITOR PRINCIPAL
AREA DESINFECCION DE
O1
O2
TERRAZA
TERRAZA
LAS
AREA DESINFECCION DE
SALA DE ESTUDIO
SALA DE ESTUDIO
TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL
TIP
IO O
DORMITOR PRINCIPAL IO SALA ESTUDIO DE
COCINA
TERRAZA
O IO
DORMITOR SECUNDARI
TIP
1
TERRAZA
O
PATIO DE SERVICIO
SALA
DORMITORI PRINCIPAL O
DAS
DORMITORI SECUNDAR
TIPO
TERRAZA
DORMITORI PRINCIPAL
SALA ESTUDIO DE
AREA DESINFECC DE
SALA
IEN
AREA DESINFECCION DE
AREA DESINFECCION DE
SSHH
VIV
COMEDOR
O4
AREA DESINFECCION DE
TERRAZA
TIP
O IO
O1
DORMITORIO PRINCIPAL
DAS
COMEDOR
LAVANDERIA
IEN
AREA DESINFECCI DE ON
COMEDOR
PATIO DE SERVICIO
VIV
DORMITORI SECUNDAR
COCINA
IO
SSHH
SALA
AREA DESINFECC DE ION
TERRAZA
DORMITOR SECUNDAR IO IO
SSHH DORMITORIO SECUNDAR
COCINA
COMEDOR
ION
SSHH
DORMITOR SECUNDAR IO IO
O O
TERRAZA AREA DESINFECC DE
TIP
TERRAZA
DORMITORI PRINCIPALO
O IO
O IO
DORMITORI SECUNDARI
B
AREA DESINFECCION DE
FLO
DORMITORIO PRINCIPAL
DAS
COMEDOR
DAS
AREA DESINFECCION DE
IEN
AREA DESINFECCION DE
DE
ION
IEN
COMEDOR
LÁMINA
TERRAZA
AREA DESINFECCION DE
LAS
SSHH
Jr.
SSHH
DORMITORIO SECUNDARIO
OCIO
A
COCINA
O
DORMITORIO SECUNDARIO AREA
LAVANDERI
COCINA
VIV
COCINA
PATIO DE SERVICIO SALA DE ESTUDIO
SALA ESTUDIO DE
1 / 100 FEBRERO-2021
NASI
TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL
VIV
COMEDOR
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
A
COCINA
TERRAZA
DORMITORI SECUNDAR
SSHH
DORMITORI SECUNDAR
AREA DESINFECCION DE
SSHH
O4
SALA
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
LAVANDERI
SALA
SSHH
IO IO
AREA DESINFECCION DE
SSHH
DORMITORIO SECUNDARIO
DORMITORIO SECUNDARIO
TIP
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
DORMITOR SECUNDAR
SALA DE ESTUDIO
DORMITORIO PRINCIPAL
DAS
TERRAZA
GIM
AREA DESINFECCION DE
SALA DE ESTUDIO
COCINA
COMEDOR
PATIO
FECHA
TERRAZA
TERRAZA
DORMITOR PRINCIPAL IO
PATIO DE SERVICIO
SALA
AREA DESINFECC DE
AREA DESINFECCION DE
N
SALA
IEN
SALA
JACIO
COMEDOR
VIV
SALA DE ESTUDIO
AREA DESINFECCION DE
DE SERVICIO
E
RELA
SSHH DEPOSITO
SALA
NA
SSHH
DORMITORIO SECUNDARIO
SALA
SALA ESTUDIO DE
COCINA
PATIO DE SERVICIO
SALA DE ESTUDIO
OFICI
COMEDOR
AREA OCIO DE AREA DESINFECCION DE
AREA DESINFECCION DE
REST -CAF AURA NT E
PATIO DE SERVICIO
O4
SALA
OFICI
NA
COCINA
TIP
AREA DESINFECCION DE
HUANCAYO
ESCALA
DEPOSITO
DAS
AREA DESINFECCION DE
COMEDOR
NA
SALA DE ESTUDIO
UBICACION
NA
OCIO DE
IEN
COCINA
OFICI
AREA
VIV
AREA DESINFECCION DE
COCINA
NA
OFICI
DEPOSITO
COMEDOR
SALA
ION
SAUCES
OFICI
DORMITORIO SECUNDARIO
NA
NA
NA
VIVIENDA TIPO 3
DEPOSITO
SALA
SALA DE ESTUDIO
PATIO
DE SERVICIO
PATIO DE SERVICIO
OFICI
OFICI
OFICI
DORMITORIO PRINCIPAL
NA
NA
SUM
D
OFICI
NA
TERRAZA
OFICI
OFICI
SSHH
NA
NA
SSHH
OFICI
DORMITORIO SECUNDARIO
NA
OFICI
NA
DORMITORIO SECUNDARIO
OFICI
NA
OFICI
S
SALA DE ESTUDIO
COMEDOR
OCIO DE
AREA DESINFECC DE
Jr. LOS
OFICI
NA
OCIODE
AREA
OCIO DE
AL
NA
NA
NAOF ICI
AREA
COCINA
PATIO DE SERVICIO
COCINA
AREA
CIP
OFICI
OFICI
OFICI
NA
DORMITORIO PRINCIPAL
NA
OFICI
SALA
COMEDOR
.00
OFICI
NA
COMEDOR
SALA
+0
RIN
NA
OFICI
COCINA PATIO DE SERVICIO
SALA DE ESTUDIO
NPT
+2
.00
OP
NA
TERRAZA
NPT
RES
.00
OFICI
NA
SSHH
+0
OFICI
O4
DEPOSITO
S
VIVIENDA TIPO 3
AREA DESINFECCION DE
NPT
NA
OFICI
SALA DE ESTUDIO
TIP
AREA DESINFECCION DE
ING
OFICI
SSHH
DE AREA DESINFECCION
NA
NA
NA
NDA
DEPOSITO
COMEDOR SALA
OFICI
OFICI
OFICI TIE
SALA ESTUDIO DE
COCINA
OCIO DE
PATIO DE SERVICIO
DAS
AREA DESINFECCION DE
DE AREA DESINFECCION
DE AREA OCIO
IEN
AREA OCIO DE
AREA
COCINA
DE SALA ESTUDIO
COCINA
PATIO DE SERVICIO
COMEDOR
SALA
VIV
SALA
DE SALA ESTUDIO
DEPOSITO
DE AREA OCIO
IO
NA
SALA
NAS
NA
OFICI
COMEDOR
GIM
OFICI
.00
C´
SALA DE ESTUDIO
NA
COMEDOR
OFICI
DE
OFICI
COCINA
COMEDOR SALA
AREA
NA
.00 DESINFECCION
NA
NA
NA RECOFICINA EPC OF IONICINA OFICI +2
+2
OFICI
OFICI
NPT
PATIO DE
SERVICIO
NPT
OCIODE
NA
NA
AREA
OFICI
OFICI
.00
PATIO DE SERVICIO
SALA ESTUDIO
+2
COCINA
NPT
PATIO
DE AREA OCIO
DE
DE SERVICIO
SALA
DE AREA DESINFECCION
TO
DORMITORIO SECUNDARIO
COCINA
OSI
DORMITORIO PRINCIPAL
PATIO DE SERVICIO
COMEDOR
DEP
TERRAZA
DE AREA OCIO
DE SALA ESTUDIO
ERIKA YANET FLORES CCENTE SSHH
DE AREA DESINFECCION
SALA
DORMITORIO PRINCIPAL
COCINA
COMEDOR
N
.00
ALUMNA:
S VIVIENDA 3 TIPO DORMITORIO SECUNDARIO
PATIO DE
SERVICIO
CIO
+2
SSHH
DE AREA OCIO
DE SALA ESTUDIO
AJA
NPT
DE
REL
TE
AREA
DESINFECCION
RES -CA TAUR AN FE
DORMITORIO SECUNDARIO
COCINA
DORMITORIO SECUNDARIO
PATIO DE SERVICIO
COMEDOR SALA
TERRAZA
DE AREA DESINFECCION
DE AREA OCIO
SALA DE ESTUDIO
ARQ. CARRERA CABEZAS DIEGO ARQ. RESTREPO PLATA CARLOS SSHH
COCINA
IO
S
PATIO DE SERVICIO
SSHH
INFORME
COMEDOR SALA
DORMITORIO SECUNDARIO
DE AREA OCIO
DE SALA ESTUDIO
.5
DORMITORIO SECUNDARIO
+3
PATIO DE SERVICIO
A
NPT
DORMITOR PRINCIPALIO
DORMITORIO SECUNDAR
TUR
OS
.00
SSHH
O O
SSHH O O
TERRAZA
LEC
LIBR
+2
.00
TERRAZA DORMITORI SECUNDARI
DORMITORI SECUNDARI
TERRAZA
A DE
NPT +2
AREA DESINFECCION DE
DORMITORIO PRINCIPAL
SAL
NPT
FACULTAD ARQUITECTURA CATEDRATICOS:
ARQ. HINOSTROZA MARTINEZ JOSE LUIS
SSHH
BI
S BLIOTECA
O
NDA
SSHH
MES
O IO
S
INFOR
DORMITORIO SECUNDARI
TIE
DORMITORI SECUNDAR
TH
IO IO
RKE
AS
TERRAZA
NDA
ND
DORMITOR SECUNDAR
TIE
TIE
SSHH
+3.
5
IMA
A
TERRAZA
+5
.00
NPT
MIN
CAJ
IO O
NPT
TERRAZA
NDA
S
TERRAZA
A
TIE
NDA
SSHH
TIE
ND
NDA
TERRAZA
.00
DORMITOR PRINCIPALIO
C
NDA
TIE
TIE
+5
S
IO IO
NPT
NDA
DORMITOR SECUNDARI
TIE
SSHH
TIE
NDA
ND
AS
NDA
TIE
DORMITOR SECUNDAR
TIE
RIO
TIE
SSHH
NDA
NDA
TERRAZA
NDA
TIE
O IO
ECU
TIE
CUARTO NIVEL
DORMITORI PRINCIPAL O
NDA
A
.00
OS
TIE
ND
+8
DORMITORI SECUNDAR
RES
.00
IO IO
NPT
ING
+8
TERRAZA
TIE
NPT
NDA
NDA
O IO
TIE
TIE
DORMITOR SECUNDAR
ICO
ACEN
ACEN
SSHH
LAS
TERCER NIVEL
TOP ALM
ALM
03
F A R
DORMITORI SECUNDAR
.00
.00
ESCALA: 1/100
SSHH
+8
+8
1 / 100 FEBRERO-2021
FECHA
TERRAZA
NPT
IO IO
NPT
NDA
AREA DESINFECCION DE
TIE
DORMITORI PRINCIPAL O
.00
HUANCAYO ESCALA
SEGUNDO PISO
DORMITOR SECUNDAR
+8
UBICACION
PRIMER PISO
O IO
NDA
NPT
D
O IO
EZA
AUCES
Jr. LOS S S S SAUCE
AL
DORMITORI SECUNDAR
IMPI
A
D
+2.00
CIP
ESCALA: 1/100
AREA DESINFECCION DE
C.L
ND
RIN
ESCALA: 1/100
AREA OCIODE
TIE TIE
ESTACIONAMIENTO SUBTERRANEO
PATIO DE SERVICIO
ACEN
NDA
E
OP
LÁMINA
COCINA
ACEN
NPT
RES
+0.00
Jr. LO
SALA DE ESTUDIO
ALM
NPT
+0.00
SSHH
NO
Jr. LO
ING
NPT
DORMITORI SECUNDAR
.00
ALM
O
IO IO
+8
.00
D
S S SAUCE
COMEDOR
NPT
+8
GR U ELE PO CR OG E
TIE
NASI
+2.00
O
C´
+2.00
GIM
DORMITOR SECUNDAR
ITO
NPT
N
JACIO
.00
OS
CUAR TO DE BASU RA
JACIO
NA
+8
RIO
SALA
DEP
NPT
RELA
OFICI
+3.5
RELA
PCION
NDA
NA
NA
RECE
ECU
OFICI
OFICI
REST -CAF AURA NT E
NPT
OS
NA
NDAS
NPT
E
OFICI
TIE NA
REST -CAF AURA NTE E
E
RES
NA
NA
NDAS
AS
OFICI
NPT
NA
OFICI
OFICI
TIE
ND
IMAR
+2.00
A
OFICI
+5.00
NA
NPT
OFICI
ND
NDA
NPT
+3.5
+2.00
NA
NA
NDA
TIE
TIE
SUM
NDAS
OFICI
NA
OFICI
TIE ICINA
NDA
TIE
NPT
NA
OFICI
NDA
NDA OF
TIE
+5.00
DAS
NA
OFICI
NA
RIO
TIE
NA TIE
AS
OFICI
NA
OFICI
NDA
TIE
OFICI
OFICI
ECU
NAOF ICI TIENA NDA
NA
+8.00
OS
OFICI
OFICI
TIEN
CAJA
NPT
ING
OFICI
+8.00
NDA
ND
C
NPT
GUARD
ING
TERR AZA
NA
TIE
ND
TIE
OFICI
TIE O
ACE
TIE
NA
+8.00
TOPIC
ACE
+8.00
PROYECTO
ERIKA YANET FLORES CCENTE
.00
TIE
Jr.
NPT +2.00
+8
COCINA
NPT
ALM
ALM
Jr.
LAS
Jr.
ALUMNA:
S
INFORME
NPT
ING EST RESO ACIO PAR NAM A IEN TO
RE S FLO
FLO
NPT +2.00
LAS
A
PATIO DE SERVICIO
OFICI
NPT
NA
NDA
DE AREA OCIO
SALA
+8.00
OFICI
TIE
E
DE SALA ESTUDIO
COMEDOR
NDA
ARQ. RESTREPO PLATA CARLOS
TUR
COCINA
COMEDOR SALA
NA
A
SSHH
LEC
S
SERVICIO
NA
OFICI
IEZ
DORMITOR SECUNDAR
DE
RO
IMP
A
DORMITORI PRINCIPAL O
SALA LIB
C.L
ND
NPT +5.00
ARQ. CARRERA CABEZAS DIEGO
.00
N
TIE
TIE
NDA
RE S
A
+2
ACE
N
DE AREA OCIO
OFICI
ALM ACE
NDA
DORMITOR SECUNDARI IO O
NPT
COCINA
PATIO DE
NA
O
ALM
TIE
ARQ. HINOSTROZA MARTINEZ JOSE LUIS
TEC
SERVICIO
DE SALA ESTUDIO
IO IO
LIO
NA
DE AREA DESINFECCION
S
OFICI
OFICI
DE AREA DESINFECCION
ME
NA
+8.00
DE
OR
NPT
+8.00
TIE
CATEDRATICOS: INF
NPT
GRU ELE PO CRO GEN
OFICI
NA
OFICI
SALA
AREA
FACULTAD ARQUITECTURA
CUA DE RTO BAS URA
NA
OFICI
NA
NPT
BIB
TO
COMEDOR DESINFECCION
NA
OSI
NPT +10.00
OFICI
OFICI
DEP
PATIO DE
NA
NA
PLANOS
ECU
DE AREA DESINFECCION
D´
RES
E
VIVIENDA RESIDENCIAL DE USO MIXTO HUANCAYO
ING
PATIO DE
SERVICIO
PLANO
B
A´
INFOR
INFOR
1 / 100 FEBRERO-2021
04
ESCALA: 1/100
F A R
AUCES
Jr. LOS S
D
CUARTO PISO-PLANTA TIPICA ESCALA: 1/100
99
DORMITORIO SECUNDARIO
SALA DE ESTUDIO
COCINA
PATIO DE SERVICIO
AREA DE OCIO
DORMITORIO PRINCIPAL
COMEDOR
SSHH DORMITORIO SECUNDARIO
ALUMNA:
0
1
CCENTE 3 ERIKA 4YANET FLORES 5
2
10
SALA
DORMITORIO PRINCIPAL
ALUM
ERIK
AREA DE DESINFECCION
SALA
COCINA
0
SALA
COMEDOR
ARQ.
SSHH
ARQ. CARRERA CABEZAS DIEGO
1
02
13
24
35
4
5
10
VIVIENDA RESIDENCIAL DE USO MIXTO HUANCAYO
SALA
PATIO DE SERVICIO
ARQ
ARQ. RESTREPO PLATA CARLOS
COMEDOR
COCINA
ARQ JOS
ARQ. HINOSTROZA MARTINEZ JOSE LUIS
SALA DE ESTUDIO
DORMITORIO PRINCIPAL
TIPOLOGIAS DE VIVIENDA COCINA
DE IO
SECUNDARIO CATEDRATICOS:
CATE
AREA DE DESINFECCION
SALA DE ESTUDIO
DORMITORIO PATIO SECUNDARIO DE SERVICIO
FACULTAD ARQUITECTURA DORMITORIO
A
SALA
SALA
AREA DE DESINFECCION
SALA DE ESTUDIO SALA
PATIO SALA DE ESTUDIO DE SERVICIO
SALA
COCINA
SALA DE ESTUDIO
SALA
PATIO DE SERVICIO
SALA
SALA DE ESTUDIO
DORMITORIO PRINCIPAL
PATIO DE SERVICIO
SALA DE DORMITORIO DORMITORIO ESTUDIO SECUNDARIO SECUNDARIO
AREA DE DESINFECCION
SALA
SALA DE ESTUDIO
PATIO DE SERVICIO
PATIO DE SERVICIO DORMITORIO PRINCIPAL
TERRAZA
COMEDOR
SALA
SALA DE ESTUDIO
SALA DE ESTUDIO
DORMITORIO DORMITORIO COMEDOR PRINCIPAL PRINCIPAL
AREA DE DESINFECCION
SALA DE ESTUDIO
DORMITORIO PRINCIPAL
AREA DE DESINFECCION
AREA DE DESINFECCION
TERRAZA
COCINA
PATIO SALA DE SERVICIO
COCINA
SALA DE TERRAZA ESTUDIO
TERRAZA
AREA DE DESINFECCION
COMEDOR
AREA DE DESINFECCION
EÑO 2
TIO E VICIO
TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL
TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL COCINA COCINA PATIO COMEDOR DE SERVICIO
DORMITORIO TERRAZA SECUNDARIO
COMEDOR
DORMITORIO PRINCIPAL
COCINA
DORMITORIO PRINCIPAL
PATIO DE SERVICIO
SALA
PATIO DE SERVICIO
TERRAZA
AREA DE DESINFECCION
TERRAZA
DÚPLEX TIPO 3 - 1ER NIVEL COMEDOR
TERRAZA
FLAT
2 TIPO VIVIEN FLAT TIPODA 2- DISEÑO 1 2 DISEÑO
COMEDOR
COMEDOR
PATIO DE SERVICIO
TERRAZA
COCINA
O1
COCINA
COCINA
2 2 DISEÑO DISEÑO FLAT FLAT TIPODISEÑO 1 - DISEÑO 11
PATIO DE SERVICIO
TERRAZA
COMEDOR
1 1 EÑO DISEÑO
FL TIPO DA VIVIEN 3 2DUPL TIPO DA VIVIEN COCINA
NDA DE VIVIE POLOGIASVIVIEN 1 FLAT DA TIPO
10
COMEDOR
AREA DE DESINFECCION
FLAT DA TIPO 4 DUPL VIVIENDA TIPO 2 VIVIEN 1 FLAT DA TIPOVIVIEN DA TIPO 3 DUPLEX 4 4 X X TIPO DUPLE DUPLE DA VIVIEN VIVIEN DÚPLEX TIPO 3 - 2 NIVEL DÚPLEX TIPO 4 -DA 1TIPO NIVEL FLAT TIPO 1DISEÑO 2 DÚPLEX TIPO 4 2 NIVEL 2 DISEÑO 3 3DUPLE A TIPO ENDA VIENDTIPO X X DUPLE 4 TIPO DUP DA VIVIEN VIVIENDA TIPO 3 DUPLEX 4 X TIPO DUPLE DA VIVIEN DUPLEX SALA
1
2
3
4
5
10
DO
AREA DE ESINFECCION
ER
COMEDOR
TERRAZA
COCINA
PATIO DE SERVICIO
TERRAZA
PATIO DE SERVICIO
AREA DE OCIO
COCINA
COCINA
COMEDOR
DORMITORIO SECUNDARIO
PATIO DE SERVICIO
SSHH
COMEDOR
AREA DE DESINFECCION
AREA DE OCIO
COCINA
PATIO COMEDOR DE SERVICIO
SALA DE ESTUDIO
SSHH
DORMITORIO PRINCIPAL
SALA
SALA DE ESTUDIO 0
SALA
SALA
AREA DE DESINFECCION DEPOSITO
DEPOSITO SALA
1
2
3
4
5DORMITORIO SECUNDARIO
10
SSHH
SALA
VIVIENDA TIPO 4
1 / 100 DEPOSITO FEBRERO-2021
02 DUPLEX LÁMINA
AREA DE DESINFECCION
DEPOSITO
AREA DE DESINFECCION
DORMITORIO SECUNDARIO
DO
TERRAZA
T
SSHH
FACULTAD ARQUITECTURA DORMITORIO
CATEDRATICOS:
TERRAZA
PRINCIPAL
ARQ. HINOSTROZA MARTINEZ JOSE LUIS
TERRAZA
ARQ. CARRERA CABEZAS DIEGO
ARQ. RESTREPO PLATA CARLOS TERRAZA
SSHH
ALUMNA:
DORMITORIO ERIKA YANET FLORES CCENTE SECUNDARIO DORMITORIO DORMITORIO DORMITORIO PRINCIPAL SECUNDARIO SECUNDARIO
SSHH SALA DE ESTUDIO
HUANCAYO ESCALA
10
UBICACION
UBICACION
FECHA
AREA DE AREA DE DESINFECCION DESINFECCION
SSHH
DORMITORIO DORMITORIO COMEDOR SECUNDARIO SECUNDARIO DEPOSITO
DORMITORIO SECUNDARIO
COMEDOR
DORMITORIO SECUNDARIO
SALA DE ESTUDIO
TERRAZA SSHH
DORMITORIO DORMITORIO SALA DE AREA DE PRINCIPAL PRINCIPAL OCIO ESTUDIO
TERRAZA
AREA DE OCIO
SSHH
AREA DE DESINFECCION
PO 3 DUPLEX
SALA DE COCINA ESTUDIO
TERRAZACOMEDOR COMEDOR SSHH
COCINA
AREA DE DESINFECCION
100
DORMITORIO PRINCIPAL
SALA
AREA DE DESINFECCION
AREA DE OCIO
TERRAZA
COCINA
DORMITORIO SECUNDARIO
SALA SALA DE ESTUDIO
SALA
DORMITORIO SECUNDARIO
TERRAZA
DORMITORIO DORMITORIO PRINCIPAL PRINCIPAL SSHH SSHH
COCINA
PATIO DE SERVICIO
AREA DE OCIO
SALA DE ESTUDIO
COMEDOR
SALA
SSHH
COCINA DORMITORIO DORMITORIO SECUNDARIO SECUNDARIO
COMEDOR
AREA DE DESINFECCION
DORMITORIO SECUNDARIO
DORMITORIO DORMITORIO PATIO SECUNDARIO SECUNDARIO DE SERVICIO
SSHH
DORMITORIO PRINCIPAL
SALA
SSHH
COMEDOR
TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL
AREA DE OCIO
COCINA
PATIO DE COCINA SERVICIO
OCIO PATIO DE SERVICIO
SALA DE ESTUDIO
TERRAZA
PATIO DE SERVICIO
AREA DE DESINFECCION
TERRAZA
DORMITORIO PRINCIPAL
PATIO DE SERVICIO
DORMITORIO PRINCIPAL
SALA
PATIO DE SERVICIO
TERRAZA
SSHH
5
PLANO
0
COMEDOR
4
PROYECTO
AREA DE DESINFECCION
3
PROYECTO
COCINA
2
HU ESCALA
SSHH
DORMITORIO DORMITORIO SECUNDARIO SECUNDARIO
FECHA
DORMITORIO SECUNDARIO
TIPOLOGIAS DE VIVIENDA
1
ESIDENCIAL DE USO MIXTO ANCAYO
0
COMEDOR
TIPOLOGIAS DE VIVIENDA
AREA DE AREA DE DESINFECCION DESINFECCION
LÁMINA
0
F
1.3 EDIFICIO DE USOS MIXTOS Los edificios de uso mixto mezclan una combinación de usos residenciales, comerciales, culturales, institucionales, etc. El objetivo del proyecto es plantear edificios capaces de acoger diversos usos, enriquecidos por espacios comunes que se interrelacionen unos con otros.
ANDRO KEVIN AQUINO ECHEVARRIA
PROCESO PROYECTUAL 1.DIVISIÓN EN DOS PLATAFORMAS
2. SISTEMA DE PLAZAS
ESTRATEGIAS PROYECTUALES EL LUGAR DE EMPLAZAMIENTO COMO DETERMINANTE El proyecto estará ubicado cerca de importantes equipamientos educativos, tendrá como objetivo brindar capacidad de residencia temporal para estudíantes, así como también busca en su configuración brindar a los usuaríos servicios y equipamientos básicos.
El terreno a intervenir se encuentra situado en una pendiente de 11m , por lo que se procedió a dividirlo en dos plataformas, las cuales están achuradas de color magenta y cyan. 3.PERMEABILIDAD
CÓDIGO QR VIDEO
La forma de los bloques busca crear espacios públicos, en donde se pueda formar la comunidad, así como aprovechar los equipamientos y servicios del proyecto.
4.NODO URBANO
CIUDAD A ESCALA HUMANA Es necesarío redefinir la ciudad y su funcionamiento, para esto se considerará la escala humana como principal determinante para la configuración de actividades que se desarrollen en él, por lo tanto se considerará que la ciudad a escala humana es un punto de partida para el proyecto.
Esc :1/2000
ECOBICIS Se busca plantear en el proyecto una estación de ECOBICIS, este será un sistema de bicicletas compartidas, con lo cual se puede potenciar el uso de la ciclovía planteada.
Se propone dos avenidas que pasan a través del proyecto, con los cuáles se generá un dinamismo comercial, puesto que en los primeros niveles se planteará zonas comercias y de servicios.
101
PROPUESTA ARQUITECTÓNICA PLANTA BAJA
RESIDENCIAS
ZÓCALO COMERCIAL
Esc: 1/500
Esc: 1/500
Esc: 1/500
PLAZAS
INGRESOS
BLOQUES
INGRESO NORTE
TECHOS VERDES
PLAZA PRIVADA
PLAZA SEMI PÚBLICA
PLAZA PÚBLICA Esc: 1/500 Esc: 1/500
102
TIPOLOGÍA DE VIVIENDA DÚPLEX - TIPO 2
DÚPLEX - TIPO 1
PRIMER NIVEL
SEGUNDO NIVEL
PRIMER NIVEL
SEGUNDO NIVEL
CORTE A-A
CORTE B-B
CORTE A-A
CORTE B-B
ELEVACIONES
ELEVACIÓN PRINCIPAL DEL BLOQUE
ELEVACIÓN POSTERIOR DEL BLOQUE
103
CORTE
CORTE DE VIVIENDAS
VISTAS DEL EDIFICO
VISTA GENERAL
VISTA PLAZA PRIVADA VISTA PLAZA SEMIPÚBLICA
104
mercados comerciales AV. LAS FORES.
1.4 VIVIENDA DE USO MIXTO TERRENO
TOPOGRAFÍA
El terreno cuenta con un contexto favorable.
CONSIDERANDO EL CONTEXTO
E
Av. LAS FLO R
Equipamiento educativo y Recreativo Activo educativo Equipamiento cerca al terreno. y Recreativo Activo.
PARQUE
PROPUESTA DE VÍAS SEGUN MASTER PLAN Jr. T ULIP ANE S
Vías peatonalizables
3341 m
ES
COLEGIO CONTADORES PUBLICOS DE JUNIN
VÍA VEHICULAR AV. LAS FLORES: Se plantea una nueva vía (Mater Vía con menor transitabiliPlan), que reemplaza dad deelvehículos. ujo vehicular que se da en la AV. LAS FORES.
3340 m 3339 m
PROP. TERCEROS
3338 m
PROP. TERCEROS
PARQUE
Jr. E
LP ARA ISO
PROP. TERCEROS
3337 m 3336 m
B
C
PROP. TERCEROS
D
3332 m 3331 m
VÍA VEHICULAR Se plantea una nueva vía (Mater -Transporte público ineciente. DEBILIDADES Plan), que reemplaza El Terreno cuenta con -No cuenta conlímites: equipamientos cercanos de PROPUESTA DE VÍAS mercados comerciales el ujo vehicular que se da en la ESTE: Propieda Privada OESTE: Vía, Av. Las Flores AV. LAS FORES. Se plantea una nueva vía
RES: nor d de .
CÓDIGO QR VIDEO
(MaterJr. Plan), reemplaza el SUR:Vía, Losque Sauces
El Terreno flujo vehicular que se da encuenta la con límites: ANÁLISIS DE VÍAS ESTE: Propieda Privada AV. LAS FLORES. OESTE: Vía, Av. Las Flores AV. LAS FLORES: SUR:Vía, Jr. Los Sauces
Vía con menor transitabilidad de vehículos.
3342 m
COLEGIO CONTADORES PUBLICOS DE JUNIN
PROP. TERCEROS
Jr. L
AS M
L PA RAIS O
ARG ARIT AS
VÍA PEATONALIZADA
PROP. TERCEROS
Jr. LOS
SAUCES
PROP. TERCEROS
PROP. TERCEROS
AV. LAS FLORES: Vía con menor transitabilidad de vehículos, es por eso que se busca peatonalizar y integrar ciclovía, VÍA PEATONALIZADA buscando integrar los parques AV. LAS FLORES: AV. LAS FLORES: recreativos con el terreno. Vía con menor transitabilidad de vehículos, Vía con menor transitabilidad de es por vehículos, eso queesse busca peatonalizar e por eso que se busca integrar peatonalizar ciclovías, buscando integrar los y integrar ciclovía, parques buscando recreativos con el terreno. integrar los parques recreativos con el terreno.
COLEGIO CONTADORES PUBLICOS DE JUNIN
Jr. T
3335 m
L AS A v.
L AS
PARQUE
Jr. T
A v.
PARQUE
FL O RES
FL O RES
3338 m 3337 m 3336 m
ULIP ANE S
PROP. TERCEROS
PROP. TERCEROS
ULIP ANE S
Jr. L
A
S KA PROP. TERCEROS NTU T AS
3334 m
3332 m
PARQUE
ANT UTA S PROP. TERCEROS
PROP. TERCEROS
ARG ARIT AS
Jr.
UCES LOS SA
PROP. TERCEROS PROP. TERCEROS
O AUR
PROP. TERCEROS
ENT
Jr. E
AS M
L PA RAIS O
Jr. C
A
Jr. L
S FL
RO
PARQUE
ORE S
3331 m
. LA
U NTA
E Jr. C
Jr. E
L AS
AS K
A v.
Jr. L
FL O RES
PROP. TERCEROS
3333 m D
Jr. E
PEATONALIZABLES
3340 m 3339 m
PROP. TERCEROS
PARQUE
ANT UTA S
VÍAS VÍAS PEATONALIZABLES
3341 m
P. TERCEROS
AS K
O AUR
en el Máster Plan)
DE VÍAS
PROP. TERCEROS
ENT
A
A TERRENO
ULIP ANE S
Jr. C
EL CONTEXTO
JR. LOS SAUCES: Vía con mayor transitabilidad de vehículos,contará con ciclovía(propuesta Máster Plan).
RO
forestal Próximo ( que se plantea haciaen el parque CONSIDERANDO el Master Plan) por el lado forestal ( que se plantea Este.
A
UCES Jr. LOS SA
U NTA
-No cuenta con equipamientos cercanos de sector. PROPUESTA DE NUEVA VÍA Próximo hacia el parque A mercados comerciales
CYNTHIA LIZ
Jr. L
3333 m
MA RG ARIT AS
PROP. TERCEROS
Jr. T
PROP. TERCEROS
3334 m
E Jr. C
a la alameda Ubicado la almas grandepúblico delcerca a -Transporte ineciente. ameda más grande del sector RAMOS YANGALI
AS
PARQUE
3335 m
PROP. TERCEROS
Jr. L
COLEGIO CONTADORES PUBLICOS DE JUNIN
A v.
KAN TUT AS
ES
Parques Recreativos frente y proximos al Parques terreno. Recreativos
AS
Av. LAS FLO R
Jr. L
PEA FL O RES
ÁREA=17770
frente y próximos al terreno.cerca Ubicado
ADES
3342 m
L AS
POTENCIALIDADES
acia el parque ue se plantea en lan) por el lado Este.
AV. LAS FLORES: Vía con menor de ANÁLISIStransitabilidad DE VÍAS PROPUESTA DE NUEVA VÍA vehículos.
A
FL O RES
INTERVENIR
El Terreno cuenta con límites: ESTE: Propieda Privada OESTE: Vía, Av. Las Flores SUR:Vía, Jr. Los Sauces
L AS
POTENCIALIDADES TERRENO A
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105
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CON LAS VÍAS CERCANAS
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Se realiza un analisis del asoleamiento y vientos que se presenta dentro del terreno para poder orientar de una manera adecuada el volumen del proyecto
VIVIENDA TIPOLOGÍAS DE VIVIENDA
PLANTAS ARQUITECTÓNICAS PLANTEAMIENTO GENERAL
PLANTA SEGUNDO NIVEL Gimnasio-Comercio-Guardería-Área de servicios
TIPO FLAT
TIPO DÚPLEX
PLANTA 1ER NIVEL Sum-Minimarket-Estacionamiento
PLANTA TERCER NIVEL Oficinas-Biblioteca-Area de Relajación-Comercio
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CORTES PLANTA CUARTO NIVELTipología de Viviendas
CORTE 1-1’
CORTE 2-2’-PERSPECTIVA
CORTE 2-2’
VISTAS 3D PLANTA QUINTO NIVEL Y SIGUIENTES Tipología de viviendas
108
02
PROYECTOS EL TAMBO
2.1
VIVIENDA SOSTENIBLE DE USO MIXTO PROPUESTA DE MASTER PLAN
La propuesta tiene un enfoque de ecourbanismo cuya principal característica es el respeto a las áreas agrícolas y a los sistemas para regenerar los hábitats naturales. Garantiza el máximo nivel de bienestar y desarrollo de los ciudadanos y su máxima integración en los ciclos vitales de la naturaleza.
OBJETIVOS DEL PROYECTO Crear un modelo de urbanización sostenible, concreto y áreas verdes en armonío; permitiendo una mejor calidad de vida. Mantener áreas de cultivo intercalado con edificaciones, mediante un sistema de riego. Densificar el sector, realizando edificaciones de 6 a 8 pisos, generando una liberación del suelo.
EJES ESTRATÉGICOS NODOS URBANOS Puntos de encuentro de vías que generan un mejor dinamismo.
CÓDIGO QR VIDEO
VÍAS Se pretende seguir la trama existente en el distrito de El Tambo; continuación de las vías colectoras.
CICLOVÍAS
Se busca generar un circuito que conecte las plazas de los diversos centros poblados bordeando así también el cerro Achkamarca.
110
ESTRATEGIAS PROYECTUALES CONECTIVIDAD
La propuesta busca conectar de manera eficiente los diferentes centros poblados cercanos al cerro Achkamarca; la cual va a permitir una mejor conexión de la propuesta con el contexto. EXTENSIÓN DE LA TRAMA URBANA
LOTIFICACIÓN Y VÍAS
BORDES URBANOS
Las vías colectoras contienen una secuencia hasta los nodos en las faldas del cerro Achkamarca.
Los bordes que comprende la propuesta consta de 4 bordes la cual refleja una riqueza en los alrededores del lugar.
PROPUESTA DE VÍAS VÍA PEATONAL – CICLOVÍAS
VÍA VEHICULAR PRINCIPAL
1. BORDE NATURAL - URBANO Área con mira hacia los centros agrícolas y por ser un área cercana al ámbito rural.
Espacios en conexión con áreas verdes, bosques, permitiendo una mejor conexión con el cerro Achkamarca.
Se pretende tener línea para transporte en masa; en la vía circuito turístico Huaytapallana, menorando el uso de auto particular.
2. BORDE NATURAL Área en contacto Aschkamarka.
directo
con
el
cerro
3. BORDE AGRÍCOLA - URBANO Área en proceso de consolidación pertenece al interior de la propuesta de ecourbanismo. 4. BORDE URBANO Área en contacto directo con la masa urbana en crecimiento.
111
USO DE SUELO La propuesta cuenta con múltiples uso de suelos la cual enriquece los lugares en la que las personas pueden recrear, habitar, descansar; cultivar; hacer deporte; entre muchas más otras actividades.
USO PÚBLICO
USO PRIVADO
USO DE SUELO CENTRO COMERCIAL Para la venta y exposición productos agrícolas.
de
CENTRO DE SALUD El centro de salud atenderá a una población aproximada de 7 500 habitantes. CENTRAL DE SERENAZGO Para la seguridad de los habitantes que radican en los edificios; así mismo para el cuidado de los cultivos.
112
CORTE A-A
CENTRO EDUCATIVO Para la enseñanza de niños de 3 a 5 años que crecerán con una cultura ambiental.
PARQUES, PLAZAS Y BOSQUES
ÁREAS VERDES Y ZONAS PRODUCTIVAS
DENSIDAD
DISTRIBUCIÓN ESPACIAL PARQUES Ubicados entre las residencias; la cual permite una interacción entre los habitantes de los edificios. PLAZAS Área central con equipamientos y espacios no lineal generando un mayor dinamismo. BOSQUES Se tiene áreas para la mayor interacción con los árboles sin dañar las áreas agrícolas.
ÁREAS VERDES Se tiene áreas verdes a lado de las edificaciones. ÁREAS DE CULTIVO Gran sector de áreas agrícolas que se encuentra en contacto con el cerro Achkamarca. HUERTOS URBANOS Áreas que pretenden ser parte del espacio público; para siembra de plantas comestibles.
113
114
115
2.2
Área Agrícola
Área Agrícola
CÓDIGO QR VIDEO
Se plantea una reforestación reemplazando los árboles de eucalipto que son dañinos para las áreas agrícolas, por los árboles frutales como el durazno, manzana guinda (capulí), tumbo, tunas dándole un agregado a la producción agrícola a la recreación y a la economía familiar.
116
- Adecuada producción agrícola. - Generar áreas de recreación y libre esparcimiento. - Potenciar la economía del agricultor. - Conexión entre el área agrícola y el área urbana.
Promover y desarrollar la agricultura y ganadería ecológica. Promover el desarrollo de capacidades para una integral y sostenible conservación de recursos hídricos y de suelos.
El terreno se encuentra ubicado en el cerro del centro poblado del anexo de Aza. Se busca solucionar el tema de vivienda conservando lo más posible de áreas agrícolas dentro de 20 años. Se plantea una Zona Pre Urbana en lugar de la zona agrícola intangible planteada en un inicio, con la finalidad de seguir preservando el área agrícola lo más posible, teniendo en cuenta el tipo de edificación que esta zona nos permite. Así mismo compatibilizar el terreno propuesto con la zonificación ya establecida en el PDU.
Área verde y arborización. Carretera azfaltada (Delimitado del polígono)
117
118
2.3
CÓDIGO QR VIDEO
119
Propuesta de los Ecobarrios en cada anezo de la parte superior del Cerro.
Múltiples estrategias que tienen como objetivo fomentar e incrementar la importancia del sector rural como medio para el desarrollo de la región, haciendo protagonistas a los campesinos en procesos de capacitación, oferta laboral y proyectos de vivienda.
Revitalizando el cerro Achkamarca
Terreno de intervención de viviendas Ecoproductivas Ecobarrios Ciclovía Propuesta Equipamiento y control de desarrollo turístico
Equipamiento y control de desarrollo turístico Equipamiento y control de preservación agrícola
Zona de intervención
Vías o caminos agrícolas existentes
Zona de comercio Vivienda Productiva
Habitaciones Existentes
120
VIVIENDA ELECCIÓN DE ZONA DE INTERVENCIÓN
IDEA GENERAL DE HABILITACIÓN DE VIVIENDAS PRODUCTIVAS
La propuesta trata de integrar las viviendas en la zona agrícola poniéndolos en un sentido coordinado, logrando que las espacios sean más organizados. Todas las vías en la zona agrícola es principalmente peatonal, donde también puede circular bicicletas con un sentido más pasivo, solo las vías principales es de tránsito vehicular controlado. Se plantea ecoviviendas productivas comercial en todo el borde de la vía principal, ya que por ser una vía principal genera naturalmente comercio ya que también se establecerá con el tiempo equipamientos importantes. Como se puede observar el área de toda la zona agrícola habilitada es de áreas de cultivo y de ganado, es una característica principal que se plantea para la ecopreservación, con el tiempo esto puede generar turismo como se está viendo en la actualidad con el cerro de Achkamarca.
TIPOLOGÍAS DE VIVIENDA
121
PROPUESTA DE HABILITACIÓN DE VIVIENDAS ECOPRODUCTIVA-ECOBARRIOS PRINCIPIOS DE ECOPRESERVACIÓN Ciclos económicos integrales
Aprovechamiento estratégico
Parque de Integración Ecoagrícola
Viviendas Ecoproductivas agrícolas Implementación de ciclovías
Vías principales de Ecoturismo agrícola
Viviendas Ecoproductivas de comercio Agrícola
Viviendas Ecoproductivas de comercio Artesanal
Viviendas Ecoproductivas de comercio variado
Parque de Integración Ecoagrícola
Repartición equitativa
122
Áreas de equipamiento
Parque de integración
2.4
VIVIENDA SOSTENIBLE DE USO MIXTO PROBLEMÁTICA EN EL SECTOR +
transformación
CRECIMIENTO URBANO
VALOR DE SUELO CARDENAS QUISPE ANTONY LEONARDO
PROPUESTA URBANA
FACTOR ECONÓMICO
(
Zonas Agrícolas
Zonas Urbana
PRODUCCIÓN
HABITAR
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(
POBREZA
Baja Productividad
OCUAPACIÓN INFORMAL SUELO AGRÍCOLA
Ausencia de planificación urbana
Pérdida del suelo agrícola
Pérdida de la l diversidad natural
CONCEPTOS TEÓRICOS A DESARROLLAR CÓDIGO QR VIDEO
Modelo de ciudad : CIUDAD PRODUCTIVA -Propuesta de pragramas múltiples -Reestructuración del espacio público, a menudo ausente -Calles productivas, mezcla de usos y compatible con diferentes usos y medios de transporte -Edificios multifuncionales Naturaleza -Agricultura urbana -Cerro Modelo de barrio : ECOBARRIO PROPONE -Agricultura Ecológica -Economía Circular -Gestión de los Residuos -Ahorrar Energía y Recursos -Mejorar el Entorno y La Biodiversidad -Aprovechar el clima -Buena conexion con la ciudad SE LOGRA -Disminuir la contaminación medioambiental -Mejorar la calidad de vida de las personas -Regenerar las zonas sostenibles y verdes -Buena conexión con la ciudad
HABITAR
+
PRODUCIR
Tejido Urbano -Centros Achkamarca Poblados (CP) -Suelo agrícola -Vías de transporte hacia CP
123
ESTRATEGIAS - Conexión e integración con la ciudad -Implementación sistema de vias de recorrido óptimo a pie, bicicleta y que integre al sector turístico.
-Implementación de una red de plazas parques a nivel centros poblados
-Canales de lluvia, direccionar el agua superficial Propósito: - Otimización en el aprovechamiento de agua pluvial. - Disminución de la contamiención del agua. - Uso optimo de los canales, evitando su contaminacion y desperdicio.
Propósito: Fomentar la conectividad con la ciudad y la movilidad sotenible mediante vias de recorridos cortos a pie o bicicleta, tambien la integración de las vias del sector turismo con la vias a proponer con el fin de fomentar el dinamismo y desarrollo en la industria del turismo.
-Compostaje de residuos orgánicos
Como funciona: Fomentar la conectividad con la ciudad y la movilidad sotenible mediante vias de recorridos cortos a pie o bicicleta, tambien la integración de las vias del sector turismo con la vias a proponer con el fin de fomentar el dinamismo y desarrollo en la industria del turismo.
Propósito: Como funciona: Propuesta de plazas y parques en puntos estrategicos fortaleciendo la conexión con el sector y fometando la actividad en todo el sector.
vías principales Preexistentes vía principal circuíto turístico artesanal
Red De Plazas
vías Principales vías secundarias
Conexión vía urbana - turística
vía turistica preexistente vía turistica conectora Vía peatonal turistica boulevar
Red De Parques
-Equipamiento con un atractivo visual y cuabra las necesidades requeridas.
Equipamientos propuestos
Propuesta de zonificación del sector
Silvicultura en microsectores con especies nativas Zona de conservación ecológica Zona de comercio Zona Residencial Zona de protección ecológica
124
-Espacio público y ecoturismo, conservación ambiental -Agricultura urbana, huertos comunitarios. Propósito: Conservar del medioambiente con un uso planificado y ciudado de los recursos naturales, mediante un sector ecoturístico que propicie un espácio público vital protegiendose de la urbanización siendo una barrera entre lo urbano y lo rural. Y la optimización de la agricultura.
-Proyección de una nueva centralidad
Institucione Educativa Posta Médica Nivel II Mercado
Propósito: Reducir, reutilizar y reciclar los residuos solidos generados por los habitantes, y generar con estos oportunidad laboral y economicas para los distintos centros poblados asi como tambien contriuyendo con el cidado del medio ambiente. Fomentar la conciencia ambiental y reduce la contaminción del ecositema y el medio natural.
Invernadero Para La Investigación Enseñanza del Cultivo Agrícola Planta De Compostaje De Recolección Miradores En Caminos Turísticos
Viviendas
Propósito: Fomentar la movilidad sostenible al evitar el transporte innecesario de grandes distancias hacia el centro de la ciudad y creación de un nuevo centro en la ciudad .
Huertos comunitarios Declarar como sector ecoturístico Invernadero Para La Investigación Enseñanza del Cultivo Agrícola Programa social en centros educativos para ensñanza y cultivo de plantas
Como funciona: Mediante la propuesta de equipamientos de gran demanda y necesidad por parte de la población en el sector salud, educación y económico principalmente, con ello cubriendo las necesidades y propiciando una nueva centralidad,
Barrera natural Cadena de reciclaje entre los centros poblados Repositorio de agua pluvial Canal de riego Canal de reigo Cenralidad CP Saños chaupi
-Almacenar el agua superficial de lluvia en repositorios mediante una red
-Manejo de canales de riego -Manejo de aguas residuales Como funciona: -Implentación de un sistema de recolecion de agua pluvial para viviendas y sectores cuya actividad principal es la agricultura. -Mediante la organización de las comunidades para la implentación de un sitema de alcantarillado o la implentación de técnicas que permitan tartar lo residuos orgánicos.
-Reciclaje de residuos no orgánicos Como funciona: Mediante la gestión de entidades publicos y privadas de una planta de compostaje que ofresca el servicio de recolección, y la concientizacion de la población . Mediante recojo de los residuos sólidos en el sector por parte de la comunidad por ciertos periodos y la implentación de campañas de concientización y tallers de aprovechamieto de los residuos no organicos en los centros educativos.
-Agricultura, Silvicultura , educación y cultivo, reforestación con fines comerciales Como funciona: Conformar y consolidar un sector ecoturístico apoyado de un circuito turístico y la diversidad ecológica como los bosques, mediante una red de caminos que ofresca un espacio público vital. Así mismo consolidado y promocionando el turismo, aprovechando la diversidad cultural y paisajística de los centros poblados.
Enseñanza
centros educativos parques y otros
AGRICULTURA
-Otimización del uso del suelo agrícola enrriquecimiento forestal -Otimizando la actividad con especies nativas -Mejora sistema principal del sector silvopastorial -Regenración del ecosistema Sistema De Educación De Cultivo -Manejo adecuado de tierras agrícolas
EXPLORACIÓN FORMAL
SILVILCUTURA
Especies Nativas Alisos Quishuar Queñual Escallonias Senna Multicolor Hierbas Medicinales: Muña
Rescatando El Patio De La Vivienda Del Valle Del Mantaro
DISTANCIA- TIEMPO TIEMPO DE CAMINATA POR TRAMOS VELOCIDAD 5 km/h En búsqueda de una movilidad sostenible se opta por el desarrollo de lotificación que permite un movilidad peatonal entre supermanzanas en base a un tiempo no superior a 15 min priorizando asi la velociada pie de los 5 km/h
IMPLEMENTACIÓN DE SUPERMANZANAS Con la implementación de supermanzanas, las vías vehiculares y directas quedan al exterior mientras que las vías internas actuan como senderos para uso exclusivo peatonal o vehículos de carga pequeña, resaltando asi la prioridad hacia las personas que habitarán y harán uso de estos senderos en donde la vida urbana se podría desarrollar dentro de espacios colectivos Subdivision de supermanzanas en base a equipamientos, parques y movilidad
125
ESTRATEGIAS PROYECTUALES ORIENTACIÓN Y ASOLEAMIENTO
ESPACIOS PÚBLICOS
LA VIVIENDA TIPOLOGÍA En la primera planta se ubican la oficina como único ambiente y en el segundo nivel está la cocina y el espacio indeterminado donde las personas pueden acomodarse según sus maneras de habitar.
Para el mayor aprovechamiento de de la energía y luz solar se posicionan los edificios según su mayor longitud en paralelo hacia el norte.
LLENOS Y VACÍOS En cuanto los llenos y vacíos se opta por la creación de espacios interiores dentro de las supermanzanas creándose microespacios colectivos a escala humana donde las personas pueden hacer múltiples actividades libremente.
126
Con las calles interiores se busca el ahorro económico en cuanto a su construcción y en cuanto ala habitabilidad se encuentran espacios comunes para el uso colectivo. SEGÚN CHISTOFER ALEXANDER :”La vivienda alta aleja a la gente del suelo, y por tanto de todos los contactos casuales y cotidianos que se producen en las aceras, las calles, Jos jardines y los porches. Deja a las personas solas en sus viviendas. La decisión de salir para participar en alguna manifestación de vida pública se convierte en algo solemne y temible; y a menos que exista alguna tarea concreta que lleve a la persona hacia el mundo exterior, la tendencia es quedarse en casa sola. El aislamiento forzado causa, pues, colapsos individuales.”
CAPÍTULO IV - REFLEXIONES
1 REFLEXIÓN
Con el desarrollo de la provincia de Huancayo, nuestra ciudad se ha ido convirtiendo en un centro de atracción para las personas; por brindar diversas oportunidades laborales, educativas, comerciales, entre otros; gracias a ello se han ido generando procesos de migraciones y asentamientos, causando la expansión urbana en diversas direcciones del territorio. Es indudable que a lo largo de los años éste incremento poblacional nos ha llevado directamente a un crecimiento urbano en todos sus distritos. Es así como éste proceso de crecimiento ha provocado nuevas dinámicas, especialmente en la periferia de la ciudad. En el caso del distrito de El tambo, éste ha comenzado a crecer desde el centro de la ciudad en dirección hacia el noroeste; donde se ubican una importante extensión de área agrícola, que conjuntamente con el imponente cerro Achkamarca, producen un ambiente natural y ciertamente rural dentro de un entorno urbano; este accidente geográfico modifica el sector y sus alrededores tanto geográfica como climáticamente. El crecimiento ha sido de manera no planificada, provocando la transformación de zonas agrícolas a zonas urbanas causada por los pobladores locales, inmigrantes de otros lugares cercanos e inmobiliarias, lo que ocasiona una pérdida importante del suelo agrícola y la biodiversidad que se encuentra. Mayormente el factor de crecimiento urbano afecta indudablemente al uso del suelo, pues al otorgarle un valor económico al suelo en muchas ocasiones; se discrimina a la población de un recurso económico bajo del centro de la ciudad, excluyéndolos de esta manera hacia la periferia urbana.
128
La lógica demográfica nos dice que a más habitantes es necesarío más producción de recursos para el consumo, y además más espacios para habitar, dentro de esta lógica el valor del suelo no parece ser coherente, pues el suelo para uso urbano tiene más valor que para el uso agrícola. Esto se produce por diversos factores económicos, sociales, entre otros; uno de ellos es la baja productividad que no permite satisfacer las necesidades económicas de las familias, obligándoles a la venta de sus propiedades para subsistir; por otro lado, están las inmobiliarias o terceros que buscan adquirir estas propiedades para urbanizarlas porque el valor es relativamente bajo.
A consecuencia de todos estos factores, la desaparición de las áreas agrícolas termina con una consolidación urbana ocasionada por los mismos pobladores del sector. El aumento constante de la población genera inevitablemente una demanda de uso de suelo con fines residenciales acelerando de ésta manera un proceso de urbanización en las periferias. Un factor que aporta a este crecimiento es la ocupación informal del suelo agrícola, como prueba de ello es la aparición de centros poblados en la periferia de la ciudad. Es así, que hoy en día en el distrito de El Tambo se encuentran 12 de éstos; ubicados en los alrededores del cerro Achkamarca, donde su principal actividad es la agricultura. El crecimiento de éstos centros poblados, son de manera orgánica por carecer de una adecuada planificación, pues se ocupa un sector del suelo cambiando su uso agrícola por un uso residencial, y al ocuparlos durante años éstos llegan a registrarse como propietarios; y al verse envueltos en el problema de la baja productividad son obligados a su venta; repitiéndose así un ciclo que también forma parte de un sistema complejo de la ciudad. Es así como se invita a repensar de cómo debe ir desarrollándose la ciudad teniendo en cuenta la preservación de áreas verdes en el territorío. Una solución importante a este consumo excesivo del suelo con fines de residencia, es la densificación, organizando a las familias en viviendas en altura con un mejor aprovechamiento del suelo para la creación de parques, bosques y zonas recreativas que generen un mayor dinamismo en el lugar donde vivimos y habitamos, conviviendo de esta forma con más personas en espacios comunes con una mayor integración social.
CARDENAS QUISPE ANTONY LEONARDO Estudiante del Taller IX - 2020-II
2 ECOPRESERVACIÓN – TIPOLOGÍA DE VIVIENDA ECOPRODUCTIVA La vivienda como un elemento principal y esencial de una ciudad, para entender esa idea se tiene que entender que la ciudad es una concentración de oportunidades y no una acumulación de casas. Se puede observar aun en la actualidad la movilidad constante de las personas hacia la ciudades lo cual hace que crezcan poblacionalmente de manera muy constante, y en el caso de El Tambo ocasiona una autoconstrucción horizontal de vivienda sin control y orden, provocando un mal manejo del uso del territorío rural y urbano de la zona, y la escasez o dificultad de recursos y servicios adecuados para la población, esto como arquitectos nos presenta un gran desafío a enfrentar, con una idea de constancia para superar esta situación. Se puede explicar por estas razones que en las ciudades hay diversas perspectivas de calidad de vida, relacionadas a diferentes aspectos como al trabajo, a la recreación, a la salud, a la educación, al transporte, al ambiente y demás puntos esenciales que logran esa calidad debida, y que las personas buscan. Se puede notar en estos momentos que mientras pasa el tiempo nos damos cuenta que el suelo se vuelve un recurso más valioso y más escaso, y en el caso de la vivienda se vuelve cada vez más un elemento segregado de la ciudad, se podría decir que la vivienda comienza donde la ciudad termina, y esto porque las personas encuentran mayor oportunidad y mejor perspectiva de vida en los bordes de una ciudad, de esta manera se establecen en zonas sin príorizar su calidad de vida, ocasionando un sentido escaso de urbanismo correcto del territorío.
A nivel de tipología de vivienda eco productiva, se plantea 4 puntos principales que debería tener esta nueva tipología para lograr esa calidad que se busca; la vivienda como un lugar seguro y confortable donde vivir; la vivienda como un espacio que este dentro y cerca de las redes de oportunidades que la ciudad ofrece; la vivienda como patrimonio que aumente de valor el territorío con el tiempo, que sea principalmente una herramienta con características concretas económicamente productivas, que permita usar la misma vivienda como un mecanismo para superar y mejorar el aspecto económico de acuerdo a la zona y el lugar donde se encuentra; la vivienda como parte esencial y eco preservativa del ambiente en el que reside; con estos puntos de tipología de vivienda propuesta se desea establecer ya sea en la zona rural o periurbana, tipologías de vivienda necesarias, confortables y correctas, las cuales lograran más espacios virtuosos de progreso, desarrollo y mejor calidad de vida futura.
MONTES CUYCA MIJAIL Estudiante del Taller IX - 2020-II
Con esa idea se entiende que el rol de una vivienda debe ser aquel espacio que te protege de la intemperie a pesar de las dificultades, que busca principalmente ofrecer una perspectiva cada vez mejor de encontrar una calidad de vida más adecuada, y para lograr eso de mejor manera, se plantea una idea de eco preservación a nivel urbano ya basada en la actualidad y la realidad, lo cual es tener concentrada a las personas en un espacio, mientras haya más concentración de población en una zona el gobierno permitirá el acceso de servicios y recursos necesaríos a mayor población y de manera más eficientemente y adecuada, logrando esta calidad de vida requerida y deseada, con un urbanismo correcto y estable,
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3 EL BORDE COMO PUNTO DE INFLEXIÓN EN LA ARQUITECTURA HUANCAÍNA La clave para entender el borde, talvez se encuentre en lo referido a la percepción del espacio según el libro de Jorge Burga Bartra, Del espacio a la Forma, cuando menciona que el cerebro va a envíar mensajes de que algo ha cambiado respecto de una superficie, al percatarse de un cambio, generalmente producido por un cambio de textura, iluminación o incluso el color, y todo junto también. Y por supuesto la idea de borde que encontramos en Kevin Lynch, La imagen de la ciudad, en donde se aborda este concepto. Es pues notorío que va a haber escalas en lo que respecta a los bordes, un conjunto de árboles puede ser un borde, o incluso todo un barrío para una ciudad como lo es el barrío de Chorrillos. En nuestra ciudad de Huancayo existe la necesidad de ampliarse y conectarse con una imperíosa necesidad de expandirse, sin poner los límites, un crecimiento que asusta, porque todo lo planteado ha sido pisoteado. Entonces pues, como podemos tener visión si hemos construido sobre lo que no debíamos, y ahora tenemos la ciudad que nos corresponde. Y para un futuro seguirá la tendencia hacia el caos social, con diversos problemas que sufriremos. Pero dentro de la oscuridad y apocalíptico destino de lo que se espera para la ciudad, tenemos que tener otro pensamiento, Kandinsky en su libro De lo espiritual en el arte nos hablaba de lo que era ser un visionarío para toda una época y ello conllevaba ser el loco de nuestra época que se convertiría en el genio de su próxima generación, y quien más que los arquitectos cuando se habla de visionaríos y locos también. Para tener una ciudad que esté preparada para la catástrofe que nos espera, tenemos que ponernos fuerte respecto de ciertas zonas para salvaguardar zona verde y de esparcimiento. Otro punto importante que deberíamos es ver a la alta densificación como una obligación para nuestra ciudad, ya que podemos vivir más gente en un metro cuadrado, pero esto no quiere decir que tengamos que hacinar a la población huancaína, esto significa pensar en espacios altos de concreto y acero, pero con la suficiente comodidad para vivir. .
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Para la población Huancaína que incluso negó al Río Florido borde importante que debió ser explotada en su momento, y cuya solución que encontraron fue canalizarla y que en épocas de lluvía le recuerda al poblador a no evadir los problemas, y que está en el destino llegar a ser una ciudad cosmopolita casi llegando a la importancia de Lima, y que en un futuro cuando las ciudades costeras se empiecen a inundar a causa del calentamiento global y el deshielo de los glaciares. Y que la gente de dichas ciudades busque refugio en los lugares más altos, es que la ciudad agradecerá haberse preparado 10, 20 o 100 años antes. Las catástrofes nunca han avisado a nadie. Un virus incluso a obligado a cambiar el pensamiento de toda una generación, es ahora cuando replantear lo que estemos haciendo o planeado.
APONTE HUAMAN JHANNDER YOJIRU Estudiante del Taller IX - 2020-II
“DOY GRACIAS A LA ARQUITECTURA PORQUE ME HA PERMITIDO VER EL MUNDO CON SUS OJOS “ RAFAEL MONEO