Dentro de poucas semanas os portugueses vão eleger um novo governo. Às empresas, ganhe quem ganhar, importa sobretudo que o próximo governo olhe para a atividade empresarial e iniciativa privada como o motor do crescimento económico, da riqueza e de emprego e não como uma fonte de receitas, à qual se recorre sempre que necessário. Com a ameaça no horizonte de uma nova recessão económica mundial, só apostando na criação de um ambiente de negócios favorável, impulsionador da inovação, podemos ter empresas mais produtivas e competitivas, capazes de resistir a cenários adversos. Para isso, há muito por fazer. A redução da carga fiscal e dos custos de contexto das empresas; a promoção de uma justiça económica célere e eficaz; e a implementação de medidas tendentes à capitalização e financiamento são apenas algumas das medidas urgentes.