Jornal O Defensor - 18´05/2013

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oDefensor Taquaritinga, 18 de maio de 2013 | Ano XXX | Ed. 1.408

Família de servidor morto após acidente acusa PS e Prefeitura Familiares do funcionário público municipal Agnaldo Aparecido do Amaral, 39 anos, que morreu depois de sofrer uma queda do caminhão de lixo da Prefeitura no último sábado (11), acusam o Pronto-Socorro (PS) de negligência e a administração pública de omissão (falta de assistência) no caso. Conforme mãe e tias de Amaral, que era servidor da Prefeitura de Taquaritinga há 18 anos, embora sofresse ataques epilépticos e crises convulsivas, o PS e os administradores públicos não registraram boletim de

ocorrência (BO) e o servidor municipal chegou a ser dado como indigente. A família diz que a Prefeitura sabia dos problemas de saúde. O secretário dos Serviços Municipais (DSM), Gisto Mancin, porém, desmente as acusações, afirmando que a atual gestão prestou toda a assistência a Amaral e “não foi omissa”. Mancin justifica que o registro do BO não é compromisso da administração e sim do PS, salienta que o prefeito acompanhou o caso e nega protestos entre os servidores do Almoxarifado.

Cidade lamenta morte de Alfredo Luiz Pagliuso

Familiares de funcionário público municipal, que faleceu por traumatismo craniano depois de cair do caminhão de lixo da Prefeitura, denunciam que o Pronto Socorro "Dr. Matheus Beringh Rodrigues" não registrou boletim de ocorrência sobre o caso

Edson Silva/Folhapress

Secretário considera ‘absurda’ presença da Polícia Ambiental em Taquaritinga

Dois integrantes da Polícia Ambiental estiveram em Taquaritinga para averiguar a derrubada indiscriminada de seis árvores na Praça Dr. Horácio Ramalho para construção de um provável alçadão

O secretário municipal Cláudio Bedran (Meio Ambiente) se referiu como “absurda” a presença de dois membros da Polícia Ambiental para averiguar derrubada de árvores em praça central da cidade. Ele disse que a medida se sobrepôs ao prefeito Fúlvio Zuppani e que a corporação “não tem competência para isso”. Bedran foi mais além: “Nós temos nossas leis em Taquaritinga”. Conforme o secretário, “a presença dos policiais foi uma vergonha”, pois bastaria uma intimação do Ministério Público (MP).

Bedran chamou de “covardes e injustas” as críticas que tem recebido, voltou a insinuar que as árvores cortadas na praça “não pertencem ao nosso bioma, elas são de fora (de outro país) e já perderam a vitalidade e encerraram seu ciclo de vida” e que o jardim público “ficará lindo, moderno e iluminado”. O secretário chamou de “traíras” aqueles que o criticam e se referiu indiretamente (não citando nomes) a alguém cujo pai não teve “espaço” na atual administração municipal porque é “braço curto”.

Um dia após o falecimento de César Marques de Andrade, que o substituiu no Departamento de Obras da Prefeitura quando de sua aposentadoria (leia matéria na PÁGINA 5), quis a mão divina que a morte levasse o também engenheiro civil Alfredo Luiz Pagliuso, aos 74 anos, na manhã da última terça-feira (14), em Taquaritinga. Alfredo Pagliuso, que era casado e pai de três filhos, foi diretor de Obras da Prefeitura e, na construção do Estádio Taquarão, em dezembro de 1982, dividia as funções com a presidência do Clube Atlético Taquaritinga (CAT). Ele também foi diretor interino do SAAET de julho a dezembro de 2000. Seu falecimento comoveu a cidade.

Prefeito diz que problemas na Saúde tem que ser "amenizados". PÁGINA 3


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