O Jornalzão, edição 1135

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Diretor: André Nagib Moussa (Mtb 34286) - Santa Rosa de Viterbo, 27/01/2018 - Ano 24 - N.º 1.135 - Semanal - Preço do exemplar R$ 3,00

Geração de energia eólica no Nordeste tem dedo santa-rosense

Santa Casa paga salários com dinheiro de medicamentos Entidade não recebeu repasse da prefeitura. Funcionários receberam na quinta feira

DISCÓRDIA DA VEZ: LOCAL DO CARNAVAL DE RUA

Com polêmica, prefeitura mantém folia no “Espaço Mogiana” Carnaval de rua terá duas noites e 2 matinês prolongadas

Leandro Fiorini, no topo de um aerogerador, faz medições em equipamentos de parque eólico no Rio Grande do Norte. Ele presta serviço para empresa de Arthur Bonelli, aferidora da qualidade da energia produzida com a força do vento. Os dois engenheiros são nascidos em Santa Rosa.

O JORNALZÃO NAS RUAS

Você é a favor de ter carnaval de rua?

Encontro Beneficente de Carros arrecada mais de 300 kg de alimentos

SUCESSO

Baile Havaiano leva quase 2 mil pessoas ao ‘Primavera’

POSTOS ESTÃO ABERTOS HOJE, SÁBADO

VACINE-SE CONTRA A FEBRE AMARELA

Cupinzão - A placa aponta para uma cena corriqueira na entrada da cidade, como que mostrando a irregularidade cotidiana: animais na pista todos os dias da semana. É certo que o mato está alto e viçoso, mas ali não é lugar de animais pastarem. Um dia vai dar rolo e não diga que, insistentemente, não avisamos.


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Sem receber subsídio da prefeitura, Santa Casa não paga medicamentos para acertar salários Entidade pagou os funcionários na última quinta feira Arquivo - OJ

A Santa Casa colocou em dia os salários dos seus funcionários na quinta feira, 25, mesmo sem receber o repasse da prefeitura. Todos os funcionários da Santa Casa e do Pronto Socorro tiveram seus valores depositados em suas contas. A solução encontrada pela Diretoria da Santa Casa, que também faz a gerência do Pronto Socorro Municipal, foi deixar de pagar medicamentos, alguns médicos e impostos referentes a dezembro de 2017. A Santa Casa sustenta que a prefeitura deve cerca de 85 mil reais da subvenção de dezembro de 2017. Por meio de nota, a prefeitura explicou todo o convênio com a Santa Casa e afirma dever à entidade pouco mais de 37 mil reais. Plano de trabalho de 2018 – Todo este imbróglio tem origem na aprovação do plano de trabalho da Santa Casa para 2018. Na reunião do Conselho Municipal de Saúde, no final do ano passado, o plano de trabalho apresentado pel a Santa

Casa foi aprovado parcialmente, em reunião tensa. E este plano de trabalho precisa ser votado na Câmara, que está em recesso. A prefeitura sustenta que só pode repassar algum valor à Santa Casa depois da aprovação da Câmara. Já a Diretoria da Santa Casa diz que o repasse pode ser feito, mesmo sem a aprovação da mesma. Em cima da hora: A Câmara se reuniu ontem em sessão extraordinária e aprovou por unanimidade, liberando a prefeitura para efetuar o repasse. A sessão terminou por volta das 18h. Lei autoriza pagar – A Diretoria alega que a subvenção de dezembro, no valor de 80 mil reais não foi paga. Este valor é solicitado através de ofício para ser pago no mês seguinte. Pedese em dezembro o valor para pagar em janeiro. A Lei Federal 13019/ 2014, regulamenta os repasses de recursos públicos a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que prestam serviços à população, entre eles, serviços

A gestão do Pronto Socorro é da Santa Casa de Santa Rosa de Viterbo de saúde. Essa lei exige que haja um plano de trabalho e um cont rato de fomento entre o poder público e as entidades que se enqu adram. A Lei Municipal 4445/ 2017 diz, em seu artigo 31, “fica autorizada a concessão de recursos para Entidades públicas ou privadas

a título de “auxílios”, destinados a despesas de capital de Entidades privadas sem fins lucrativos, bem como “contribuições” a Entidades sem fins lucrativos, independentemente de contraprestação direta em bens ou serviços, na forma estabelecida na Lei Federal nº 4.320/64, atendidas ainda as

disposições contidas na Lei de Responsabilidade Fiscal, em especial no seu art. 26 e a Lei 13.019/2014". Ou seja, a prefeitura poderia sim repassar a subvenção à Santa Casa sem precisar de votação na Câmara, o que não geraria este mal estar pela falta de pagamento dos funcionários. E a política voltou – O que o Jornalzão apurou é que a relação da Diretoria do hospital com a prefeitura voltou a estremecer. A prefeitura tenta, desde o início desta gestão, ter novamente o controle do Pronto Socorro, que funciona há 20 ano s em prédio da Santa Casa, desde que foi construído pel o ex-prefei to Omar Nagib. O ex-prefeito cobstruiu o prédio em terreno da entidade e fez um contrato para usá-lo por 20 anos e depois deste tempo seria incorporado à Santa

Casa em caso de desacordo entre as partes. Em novembro de 2016 terminou o contrato que não foi renovado. Nestes 20 anos uma parceria fez com que a cidade tenha o serviço de pronto atendimento. Até 2014 era a prefeitura que fazia o gerenciamento do Pronto Socorro, via Santa Casa. A entidade recebia recursos da prefeitura e pagava os médicos que a própria prefeitura contratava. A partir de 2014, Santa Casa e prefeitura entraram em acordo e a entidade passou a gerenciar todo o Pronto Socorro, tanto na contratação de médicos, enfermeiros, quanto na compra de equipamentos e medicamentos, e a prefeitura paga um valor mensal, de acordo com os serviços prestados. Parece que este acordo, firmado na gestão passada, não agrada a administração atual, que quer voltar aos moldes antigos.


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DISCÓRDIA DA VEZ: LOCAL DO CARNAVAL DE RUA

Com polêmica, prefeitura mantém folia no “Espaço Mogiana” Carnaval de rua terá duas noites e 2 matinês prolongadas Vereadores procuraram o Ministério Público em busca de ajuda para fazer a mudança de local do Carnaval de Rua 2018. Everton Luiz, Marinho Titarelli, Roberta do Banespa, Heitor Bertocco e Dr. Paulo Wiesel estão amparados por pedidos da vizinhança. Eles alegam que o local é inapropriado devido a quantidade de vizinhos idosos e enfermos e que preferem que a festa de momo seja realizada no centro de Eventos “Toninho Amici”, mesmo local onde são realizados os rodeios e festas maiores. O local, segundo os vereadores, “apropriado para festas”, fica no acesso a Nhumirim, pela estrada de terra a menos de 2 km do salão do Zezão. A prefeitura afi rma que não há tempo hábil para a mudança devido à série de documentações exigidas, como alvarás de funcionamento, principalmente do corpo de bombeiros. A Diretoria de Cultura divulgou as datas e horários do evento (leia nesta página). Entrevistas – Os vereadores Everton Luiz, Ro-

berta do Banespa e Dr. Paulo Wiezel fizeram cerca de 50 entrevistas com moradores da região da Estação e a maioria é contra a realização do evento naquele local. “Conversamos com boa parte dos moradores do local e aquilo que ouvimos levamos ao Promotor para que ele tome as devidas providências”, disse Everton. Segundo o vereador, a quantidade de gente idosa e acamada que mora na região é grande. “Alguns disseram que fica impossível ficar em casa, que vão para parentes, tanto por causa do barulho quanto pelo desrespeito dos foliões, que até urinam, nas portas das casas”, disse. Ataque pelo wathsapp – No dia seguinte ao que os vereadores foram ao Ministério Público começou a circular no wathsapp uma mensagem contra seis vereadores, dizendo que eles eram contra o carnaval na cidade (veja foto ao lado). “Esta montagem que estão espalhando não corresponde com a verdade. Queremos o carnaval sim,

Reprodução do facebook com a mensagem contra os vereadores e a explicação do vereador Everton mas em local apropriado”, explicou o vereador Everton. O vereador disse que tentará achar a origem desta mensagem e de outras que ferem até seu negócio particular. “Além desta mensagem, existem outras denegrindo a imagem a minha empresa, levantando suspeitas sobre meus produtos”, disse indignado o vereador, que trabalha com salgadinhos e bufê para festas. Mas o vereador alerta que o “tiro saiu pela culatra”. Segundo ele, depois que ele usou seu facebook para mostrar a realidade dos fatos, ganhou o apoio da

população. “Tentaram denegrir os vereadores que estão apenas fazendo o seu trabalho e a resposta da população foi positiva, entendendo o nosso lado e principalmente dos moradores da região, qu e si m, são muito prejudicados nesta época”, explicou. Lei do Som – A prefeitura tentou, mas não conseguiu alt erar a “Lei do Som”. Projet o enviado à Câmara, para ser votado na sessão ext raordinária de ontem previa alteração do artigo 4º, que daria à prefeitura a opção de permitir som após às 22 horas, o que

viabilizaria o carnaval de rua no “Espaço Mogiana”. O placar foi 5 a 4 contra o projeto que permanece inalterado. O Carnaval de Rua – Segundo a Diretora de Cultura do município, Clélia Zanardo, o Carnaval de Rua deste ano será nos mesmos moldes do ano passado. Segundo Clélia, a festa dos foliões na rua será nos dias 10 das 21h às 2h; 11 das 16h às 23h; 12 das 21h às 2h e dia 13 das 15h às 22 h. Duas noi tes e du as matinês prolongadas. Clélia disse ainda que uma equipe de 40 seguranças fará a segurança da festa, que será monitorada por 16 câmeras de vigilância. A Fundação Cultural vai disponibilizar 10 barracas para venda a mil reais cada ou 800 reais cada para quem pegar duas. As inscriçõ es para os vendedores começam dia 29 e termina

dia 02 de fevereiro. O sorteio será dia 05, no Centro Cultural, às 19h00. Carnaval na Capela – Com a ausência do Bloquirim, a alternativa para quem gosta de carnaval no estilo antigo, com marchinhas, tocadas pela charanga da estação, tem como opção o Carnaval no salão Capela – salão de festas da Paróquia Santa Rosa de Viterbo, nos dias 09, 10, 11 e 12 de fevereiro, com matinê para a criançada dia 11. Nas noites o baile começa às 20h e na matinê às 15h. Os ingressos custam 15 reais por noit e, mas quem adquirir o pacote das 4 noites gasta 50 reais, e na matinê 10 reais. Os organizadores prometem ambiente familiar, com venda de mandioca frita, batata frita, pastel e bebidas. Alegria, alegria, o Carnaval chegou. Acorda, Maria Bonita ...


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EDITORIAL Este jornal é a favor da realização do Carnaval popular. A prefeitura tem meios e profissionais bem pagos para buscar recursos da iniciativa privada e realizar uma festa barata para os cofres públicos. Patrocínios, venda de barracas, que devem ser recebidas com antecedência, venda de espaços publicitários podem garantir uma festa digna a custo zero para o município. O baile havaiano realizado semana passada pelo Primavera é prova de que isso dá certo. Já o local é uma coisa mais complicada. Nos dias de hoje o público não se comporta mais como tempos atrás. Fosse o transtorno apenas do som, em três dias de festa, certamente os vizinhos não se incomodariam. Mas o comportamento popular é o que certamente incomoda. Por isso é inadequado fazer a festa em local densamente povoado. Que as partes encontrem a solução ideal, mesmo que seja no Centro de Eventos “Toninho Amici”, e que o Carnaval popular se realize. Política que não cura – Quem lê frequentemente o Jornalzão deve se lembrar de uma publicação no início deste ano, quando dissemos que a política deve ser deixada de lado na questão da Saúde. Ninguém tem a fórmula mágica para solucionar a Saúde. Se tivesse, não teríamos problemas. No caso hospital x prefeitura, parece que “situação” e “oposição” se unem no mesmo pensamento e formam uma só voz: não estão satisfeitos com a parceria. Mas aí pensamos: o que melhoraria se a prefeitura retomasse o Pronto Socorro? Qual o ganho da população com isso? Um hospital na mão da prefeitura, o que isso traria de benefício real para a população? Se pegarmos como exemplo a rede de postos de saúde que a prefeitura administra, onde a falta de médicos é constante, onde a falta de medicamentos é recorrente, onde para se marcar um simples ultrassom precisa aguardar anos na fila, onde os prédios estão se deteriorando, fica fácil responder, certo? Senhores, educados que são, sentem-se em uma mesa e coloquem todas as cartas nela, prós e contras, conversa franca e aberta e cheguem a um consenso. Chega dessa política baixa que só penaliza o povão.

SALÁRIO MÍNINO, VILÃO OU MOCINHO?

POESIA Santa Rosa de Viterbo Terra querida e muito amada Aqui eu nasci e aqui eu fui criado Tenho saudades dos meus tempos passados Da banda Santa Cecília que cotava os seus dobrados Santa Rosa dos jornalistas De André Moussa, Romeu Antunes, Vito Cervi e João Cirilo E por derradeiro o mais premiado que é José Hamilton Ribeiro Sou uma locomotiva e não devo sair dos trilhos Nem falar mal do Monte Alto Um bairro que já foi citado até em música de Paulo Emílio. José Carlos Vilas Boas da Rocha

CHICO XAVIER Grupo Espírita “Bezerra de Menezes”

Ajudemos a vida mental E seguia-o uma enorme multidão da Galileia, de Decápolis, de Jerusalém, da Judeia e de além do Jordão. (Mateus, 4:25)

A multidão continua seguindo Jesus na ânsia de encontrá-lo, mobilizando todos os recursos ao seu alcance. Procede de todos os lugares, sequiosa de conforto e revelação. Inútil a interferência de quantos se interpõem entre ela e o Senhor, porque, de século a século, a busca e a esperança se intensificam. Não nos esqueçamos, pois, de que abençoada será sempre toda colaboração que pudermos prestar ao povo em nossa condição de aprendizes. Ninguém precisa ser estadista ou administrador para ajuda-lo a engrandecer-se. Boa vontade e cooperação representam as duas colunas mestras no edifício da fraternidade humana. E contribuir para que a coletividade aprenda a pensar na extensão do bem é a colaborar para que se efetive a sintonia da mente terrestre com a Mente divina. Descerra-se à nossa frente precioso programa nesse particular. Alfabetização. Leitura edificante. Palestra educativa. Exemplo contagiante na prática da bondade simples. Divulgação de páginas consoladoras e instrutivas. Exercício da meditação. Seja a nossa tarefa primordial o despertamento dos valores íntimos e pessoais. Auxiliemos o companheiro a produzir quanto possa dar de melhor ao progresso comum, no plano, no ideal e na atividade em que se encontra. Orientar o pensamento, esclarecê-lo e sublimá-lo é garantir a redenção do mundo, descortinando novos e ricos horizontes para nós mesmos. Ajudemos a vida mental da multidão e o povo conosco encontrará Jesus, mais facilmente, para a vitória da Vida eterna. Emmanuel Página extraída do livro “Fonte Viva” – Psicografia de Chico Xavier

Procura-se um líder Realmente não pareceu representar lágrimas de crocodilo que rolaram na face de uma boa parte de brasileiros e brasileiras que desoladamente acompanharam, esta semana, o desenrolar do julgamento do seu maior ídolo que culminou em condenação. Alguns choraram largado, na inocência e na pureza da alma. Acompanhamos o comportamento de certos companheiros, ao deitarem discursos beligerantes, ameaçadores, armados até os dentes, como foi o caso da atual presidente do Partido dos Trabalhadores a senadora Gleisi Hoffman, entre outros. Até aí, nada de novo nesse front. Fez-se transparecer que se tratou da maior tragédia já acometida neste País. Deixando no mesmo dia, por exemplo, apequenado a ameaça de um vulcão, como o Sinaburg na Indonésia e sem nenhuma importância. Da mesma maneira quase nos esquecemos da atemorização do possível surto de febre amarela. Afinal, nada mais importante do que o poder. Ficaram insignificantes treze milhões de desempregados. Apagados da memória estão as milhares de pequenas e médias indústrias fechadas nos últimos anos. Para o populista, ora condenado, tudo faz-se parecer que é a incompetência do empresário, não a situação econômica caótica causada pela péssima gestão pública, pelas políticas voltadas ao banqueiro, pelas mais altas taxas de juros cobradas do mundo, pela mais cara energia elétrica, pela mais elevada carga tributária e assim por diante. Mentira, alguns empresários prestam sim, aqueles que financiam as milionárias campanhas eleitorais e a corrupção. Os discursos que desviam a atenção na Petrobras que foi violentamente surrupiada. Que quebraram nossos Bancos Estatais e que lesaram o BNDES. Nesta linha, infelizmente, o líder se perdeu. Sobram para nós o déficit, o rombo nas contas públicas. Resta uma Nação desmantelada, sem rumo ao léu do próprio destino. Não sabemos quantas lágrimas ainda vão rolar; mas que sejam para dar um basta a toda essa podridão, todo esse engodo. Que sirvam para lavar os nossos olhos e consigamos enxergar que não precisamos de líderes populistas, precisamos sim é de bons administradores, honestos e competentes.

EXPEDIENTE O JORNALZÃO CNPJ 24.933.354/0001-57 Redação: rua Condessa Filomena Matarazzo, 58 - Centro - Santa Rosa de Viterbo-SP - CEP 14.270-000 Fone/fax: (16) 99164.4623 Usuário Papel Imune:UP-08109/014 - Diretor de Redação:André Moussa Free lancer - Gabriel Caldas e Romeu Antunes Contato Comercial: Daniel Pereira Tiragem: 2.000 exemplares - Circulação: Santa Rosa de Viterbo e São simão Periodicidade: Semanal- R$ 3,00 por exemplar - E-mail:ojornalzao@ojornalzao.com Impressão: Grafisc, São Carlos. “Artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não representando necessariamente a opinião do jornal.” O Jornalzão se reserva o direito de resumir cartas que considerar inadequadas ao espaço disponível. Reprodução de conteúdo somente com prévia autorização. O JORNALZÃO É AFILIADO À ABRARJ


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ENERGIA EÓLICA

Santa-rosenses monitoram ‘Moinhos de vento’ no Nordeste Empresa local detecta poluição produzida na geração de energia eólica antes dela ingressar na rede elétrica. Técnico escala aerogeradores com altura de até 120 metros Assim que recebeu o diploma de engenheiro mecânico pela Unip de Ribeirão Preto, no ano passado, Leandro Stefanelli Fiorini, 43 anos, ficou sabendo que uma empresa de Santa Rosa precisava de alguém com seu perfil para prestar ser-

viços pais afora. Bastou um mês de cursos de normas técnicas de segurança e trabalho em altura para ele iniciar os serviços em um parque eólico de Lagoa Nova, Rio Grande do Norte. - O trabalho em si é medição de qualidade de ener-

gia elétrica – explica o engenheiro – Abri uma micro empresa para prestar serviços à empresa do Arthur. Ele se refere a Arthur Fernando Bonelli, 32 anos, sócio da MAB Engenharia. - Os parques eólicos, lá no nordest e, são bem

grandes. É a região que mais possui esse tipo de geração. No Brasil, hoje chega a 10% a geração de energia movida a vento – explica o outro santa-rosense, engenheiro eletricista formado na Universidade Federal de Uberlândia.

Não se pode controlar o vento Chama-se parque eólico (ou complexo eólico) o conjunto de torres (entre 85 e 120 metros de altura cada uma) com hélices dotadas de três pás (30 a 60 m de comprimento cada uma) que produzem energia através do vento. O serviço de Leandro é su bir na to rre para captar dados que são analisados tecnicamente. - Os equipament os são instalados, e a gente fica um período medindo e fazendo análises para aferir a qualidade da energia gerada, para que ela possa estar compatível com um padrão aceitável pela rede elétrica, sem prejudicar. Se não, pode

até causar um black-out, conta Arthur. Segundo ele, a geração eólica é diferente das gerações convencionais – hidrelétrica e termelétrica – nas quais é possível controlar a força primária. - Na hidro, você controla a vazão da água; na termo, a utilização de carvão ou óleo diesel em maior ou menor quantidade. Mas o vento, a gente não pode controlar. E para se fornecer energia para a rede elétrica, tem que ter um padrão determinado. Assim, há um conversor que faz isso, mas causa alguns problemas – argumenta.

P o luiç ã o te m que fic ar e m nív e l ba ixo Segundo Arthu r Bo nell i, os conversores de potência, que ficam no aerogerado r, cau sam al gu mas i mperfei çõ es na energi a gerada. - Essas imperfeições a gente chama de poluição. Ela causa, desde queima de equipamentos, até atuação indevida dos mesmos. Aí a gente tem que medir pra aferir qual é o nível dessa poluição. Não tem como zerar essa poluição, mas tem como deixá-la em um nível bem baixo. Arthur foi aluno destacado no colégio ‘Conde’,

e personagem de matéria no Jornalzão em 20 04. Enquanto estudava, trabalhava no açougue do minimercado da sua família. Ingressar na Federal de Uberlândia, onde se fo rmou em 2008 e terminou o mestrado em 2010, foi o passo seguinte. Descobriu a energia eólica nas pesquisas acadêmicas e, depois, trabalhou em fábricas de equipamentos. - E xist em algumas pessoas que fazem esse tipo de estudo. Minha vantagem, além de saber a parte teórica, foi ter trabalhado na fabricação de equipamentos.

Ele já escreveu mais de 30 artigos técnicos Depois de diplomado, Arthur prestou concurso, passou e foi chamado a trabalhar em Furnas. Para dar conta, trabalha sem parar, à noite, e em fins de semana. Abriu a MAB Engenharia em sociedade. - Tenho um sócio de São Paulo. Tenho minhas obrigações em Furnas, e não daria conta do volume de trabalho. Fico ocupado o tempo todo. Por causa disso o Leandro tá trabalhando com a gente agora. Te-

mos também o Danilo Andrade Correa de Santa Rosa. Além de realizar serviços em instalações elétricas em Santa Rosa e região, ele também trabalha para MAB há mais de um ano. Arthur conta que participa de alguns projetos de pesquisa na Federal de Uberlândia, e tem mais de 30 artigos publicados, no Brasil e exterior, além de ser membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Qualidade de Energia Elétrica.

Leandro vai pra Alemanha estudar a língua No momento, Leandro Fiorini está em Santa Rosa. No final deste mês vai pra Alemanha fazer curso de alemão. Quando voltar, vai distribuir currículo em busca de emprego. - Minha intenção é mexer com isso, não tenho raiz em lugar nenhum, vou pra qualquer lugar. Continuo prestando serviços pra MAB; até que eu tenha emprego, estou à disposição dela. Vou ficar um mês na Alemanha. Já estou estudando sozinho o alemão pra não chegar lá totalmente verde. É bom pro currículo também, né. Lá eu vou ficar em Colônia.

Leandro, Arthur e Danilo, de Sta. Rosa para o Brasil

No meio do mar venta mais, diz o engenheiro Arthur “O mercado eólico deu uma caída agora. O que o mantém são os leilões de compra de energia. Havia 2 ou 3 leilões por ano. Por conta da crise, o governo cancelou (agora voltou, no final do ano houve dois leilões). O governo garantindo a compra, o empreendedor vai no BNDES e financia em torno de 70%, mas só pode fazê-lo com a garantia de compra de energia pelo governo. É isso que mantém.” “No meio do mar venta mais, e você consegue colocar geradores de maior potência, só que no mar é muito mais caro. Só se coloca no mar onde não tem mais terreno bom pra instalar, como na Europa. No Brasil, não tem porque colocar no mar, ainda tem muito terreno bom!” ”Eu dou consultoria realizando, desde análises dos problemas, até o dimensionamento dos equipamentos necessários. O mais barato custa R$ 500 mil, e o preço vai até R$ 20 milhões. Em torno de 70, 80% de geração eólica no Brasil está no Nordeste.” “Hoje em dia, o dono do parque eólico não compra o terreno. Ele arrenda aquele pedacinho. É bom pro proprietário da terra. Você pega um cara lá do Nordeste que vivia com Bolsa Família; do nada cai três aerogeradores no sitinho dele. Seu salário mensal aumenta muito, podendo chegar a 3 mil reais por aerogerador instalado”.


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EDITAL DE PROCLAMAS nº. 2466 Faço saber que pretendem se casar e apresentam os documentos exigidos pelo artigo 1.525, nº. I III e IV do Código Civil, os pretendentes: // ALDO AUGUSTO QUERIDO e MARIAAMELIA BROCHI //. Ele, natural de São Simão, Estado de São Paulo, nascido aos três (03) de maio de um mil novecentos e sessenta e oito (1968), profissão repositor, estado civil solteiro, domiciliado e residente à Rua José Mendes Junior, 74, Centro, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filho de ALDO QUERIDO e de dona ARACI RODRIGUES QUERIDO. Ela, natural de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, nascida aos vinte e sete (27) de novembro de um mil novecentos e setenta e oito (1978), profissão empregada doméstica, estado civil solteira, domiciliada e residente à Avenida Amalia, 119, Santa Terezinha, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filha de ANTONIO CAETANO BROCHI e de dona MARIA DO CARMO DE ALMEIDA BROCHI. EDITAL DE PROCLAMAS nº. 2467 Faço saber que pretendem se casar e apresentam os documentos exigidos pelo artigo 1.525, nº. I III e IV do Código Civil, os pretendentes: // APARECIDO ANTONIO CANOSSA e VANILDAAPARECIDA RUELA //. Ele, natural de Santa Adélia, Estado de São Paulo, nascido aos quatorze (14) de março de um mil novecentos e cinquenta e oito (1958), profissão rurícola, estado civil solteiro, domiciliado e residente à Rua Benedito de Souza, 571, André Franco Montoro, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filho de ANTONIO CANOSSI e de dona DAIR SHIMITH CANOSSI. Ela, natural de Areado, Estado de Minas Gerais, nascida aos dez (10) de março de um mil novecentos e sessenta e três (1963), profissão do lar, estado civil viúva, domiciliada e residente à Rua Benedito de Souza, 571, André Franco Montoro, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filha de OLIVINO RUELA e de dona ORMINDA TOMAZ RUELA. Se alguém souber de algum impedimento ao casamento de algum dos contraentes acima, oponha-o na forma da lei. Eu, Gisele Calderari Cossi – Oficial.

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Câmara Municipal de Santa Rosa de Viterbo


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Com Rubinho Antunes no trompete, grupo revive Pixinguinha em Sampa

Rubinho está em pé, com o trompete O trompetista Rubinho Antunes participa hoje à tarde de um show que reviverá os arranjos originais de Pixinguinha. Ele será realizado na Av. Paulista, capital do Estado. Os músicos e pesquisadores Yves Finzetto e Henrique Araújo criaram o ‘Cordão Carnavalesco Assim É que E’, reunindo expoentes do samba-choro paulistano para reconstituir a formação original idealizada pelo grande compositor brasileiro. - Não apresentaremos composições do Pixinguinha; vamos tocar arranjos que ele fez para cantores e grupos – explicou o trompetista cuja iniciação musical foi feita em Santa Rosa. Segundo ele, o grupo repete formação característica do início do século XX: 2 trompetes,1 tuba, 1 bombardino, 1 flauta, 1 clarineta, cavaquinho e 4 percussões. - Para esse show teremos ainda a participação da cantora Fabiana Cozza – destacou Rubinho.

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Baile Havaiano leva quase 2 mil pessoas ao ‘Primavera’ A mudança da data do Baile Havaiano surtiu o efeito esperado, foram 1744 ingressos vendidos, com o público praticamente todo de santa-rosenses, sendo 70% sócios do clube. O presidente Marcelo Benjamin agradeceu aos parceiros patrocinadores e principalmente a equipe de funcionários do Clube “Que não descansaram em um só momento e fizeram tudo e a toda hora pra podermos fazer o melhor baile dos últimos tempos”, que segundo ele, não teve prejuízo financeiro e nada de quebradeiras no clube. “Enfim uma festa 100%, como as antigas da cidade”, conclui. O evento começou por volta das 22h30, e não houve filas para entrar. A banda Metrópole ficou na pista ao

lado das piscinas e cantou vários estilos, como axé, rock dos anos 80, eletrônica e pop. Mais cinco DJs ficaram na boate, Felipe Gasparoto, Giovanni Delgado, Patrick Lopes, Giovanni Siqueira, Murilo Cabral, Vinicius Costa, no salão antigo do clube. Novidade - Possivelmente o clube fará um Baile de Inverno. “Já estamos nas tratativas de um ‘Reveillon Havaiano’, juntar o baile do ano que vem com a virada do ano e fazer uma festa só”, informou Marcelo. O presidente ainda revelou que festejarão o sábado, domingo e terça de carnaval com festa nas piscinas, aberta até às 21h, bandinha, brinquedos, direcionados aos sócio e seus convidados.

IMPRENSA ANTIGA

Criado o Ginásio Estadual em Santa Rosa de Viterbo Com a promulgação do Projeto de Lei nº 612, pelo governador do Estado, foi definitivamente criado o Ginásio Estadual nesta cidade. A notícia foi recebida em meio de grande júbilo. Fomos informados de que será formada uma comissão composta pelo sr. prefeito municipal e elementos de destaque a qual pleiteará a imediata concretização do importante melhoramento.

Orçamento Municipal

Moda gravada Depois de cantarem no evento que inaugurou o “Centro de Memória Jornalista José Hamilton Ribeiro”, o cantor Raul Marostegan e o jornalista Romeu Antunes gravaram, anteontem, “A Moda do Zé Hamirto”, composição de Francisco Luiz Ferreira (Chico Louco, 1929 – 2002). A dupla ainda estuda a melhor maneira de publicar a gravação que foi feita no estúdio ‘Baboo Music’, em Ribeirão. Chico fez a música especialmente para a homenagem que Zé Hamilton recebeu na cidade em 1967, quando voltou do Vietnã.

Na última sessão do legislativo foi aprovado o orçamento do município para o exercício de 1950. Receita e despesa foram fixadas, respectivamente, em 750 mil cruzeiros.

Grêmio Operário Espera-se para a primeira quinzena de fevereiro próximo a inauguração das novas instalações do Grêmio Operário sendo que a diretoria, por esse motivo, fará realizar 4 pomposos bailes carnavalescos. (Jornal de Notícias, terça, 17 de janeiro de 1950)


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CONDENAÇÃO DE LULA Prefeitura disponibiliza terrenos para empresas Chico Alencar diz que ‘processo é muito questionável’ Foi aberta nesta semana uma concorrência pública com o objetivo de ceder terrenos às empresas interessadas em se instalar no município. Os lotes são destinados exclusivamente à instalação de empresas industriais de fabricação ou transformação, não poluentes e serão cedidos pelo prazo de 20 anos, podendo ser prorrogado por igual período. São cinco lotes disponíveis para a instalação de empresas: - Um terreno de 6.627 m² bem de frente à rodovia Padre Donizeti, no final do bairro Nosso Teto; - Dois terrenos de 260 m² em área próxima ao trevo entre as rodovias Conde Francisco Matarazzo e Padre Donizeti, no bairro Nosso Teto; - Dois terrenos de 520 m² em área próxima ao trevo entre as rodovias Conde Francisco Matarazzo e Padre Donizeti, no bairro Nosso Teto; Para participar da concorrência, as empresas precisam atender algumas exigências. Em caso de duas ou mais empresas desejarem a mesma área, será declarada vencedora a empresa que se comprometer a gerar mais empregos diretos. Os interessados deverão apresentar seus envelopes à Comissão Permanente de Licitações, até as 09h do dia 08 de março na Rua Sete de Setembro nº 398. A abertura dos envelopes de habilitação e proposta se dará às 09h10, do mesmo dia. O edital completo está disponível no site oficial do município pelo endereço: www.santarosa.sp.gov.br

O depu tado Chi co Alencar (Psol/RJ - Foto), contumaz frequentador de Santa Rosa, de que é cidadão honorário, reagiu indignado à atit ude do MPF4 que manteve, esta semana, a condenação do ex-presidente Luiz Inácio da Silva – o Lula – no processo conhecido como ‘Triplex do Gu aruj á’. “A Justi ça, na su a bu sca de combate à corrupção, mostrou-se seletiva. Como explicar que no país das mal as de dinheiro, do “mantenha isso, viu?”, das privatizações a preço de banana, o primeiro grande condenado seja o Lula, em processo muito questionável, às vésperas de uma eleição presidencial?”, postou em rede social, logo após a sessão de ju lgamento . Di as ant es, perguntado sobre sua expectativa sobre a reunião do MPF4, disse com exclusividade ao Jornalzão: “Lula não acaba como candidato dia 24 porque o julgamento do recurso pode não ser co nclu ído . Mais: serão

apresent ados recurso s a outras instâncias, e ele poderá ser candidato sub-judi ce. Seja o que for, O PSOL apresentará sua candidatura própria à presidência em março. Sem chance de aliança com o PT que não consegue fazer autocrítica dos erros que comet eu e desvios que t rilhou.” “Unidade na resistência à retirada de direitos” Chico, que deixou o PT logo que surgiu o caso ‘mensalão’, já havia se mani fest ado pelo faceboo k quatro dias antes do julgamento: “Just iça desigual não é justa: os tribunais têm a obrigação de julgar também, e com a celeridade do caso Lula, outros figurões, investigados por falcatruas típicas do padrão de política ao qual a cúpula do PT aderiu.” Na sequência de seu desabafo pelo FB, Alencar acusou: “Soa injusto tirar Lula do julgamento popular das eleições quando um

CHARGES DA SEMANA

Temer, um Aécio, um Alckmin e vários outros de grandes part ido s - todos cúmplices do padrão corrompido de política - estão aí, investigados mas... desimpedidos. Nessa quadra de retrocessos, as forças progressistas devem desenvolver um diálogo sem hegemonismos, respeito às candidat uras pró prias e unidade na resi stência à retirada de direitos.” Reações Dentre o s di verso s comentários às postagens

do deputado, tanto a favor quanto contra, destaqu e para o qu e escreveu Felipe Gonzaga de Figueiredo: ”Mas Chico, lhe indago: Dois ladrões invadem sua casa e ro ubam seu s pert ences. Um de cami sa azu l, o o ut ro de vermelha. A polícia só vai atrás do ladrão de camisa vermelha, prende e a Justiça o condena. Você vai pedir para a Justiça soltálo alegando persegui ção, pois a polícia não foi atrás do mel i ant e de cami sa azul?”


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O JORNALZÃO NAS RUAS

Você é a favor de ter carnaval de rua? Fomos às ruas e perguntamos se o povo é a favor ou contra a realização do Carnaval de Rua. Veja o que eles responderam. por Henrique Gil

Mariele Eduarda Pereira Arcângelo, 18, Do Lar - “Eu acho que sim.”

Niedson de Oliveira da Silva, 25, Motorista - “Não.”

Alexandre Ansel mo de Almeida, 43, Vigilante - “Tem que ter, mas tem que ser bem organizado.”

Mirlene Pereira, 32, Do Lar - “Eu, particularmente, acho que não.”

Renato França de Oliveira, 36, Empresário - “Lógico!”

Marcos Paulo da Silva, 28, desempregado - “Deve ter sim.”

Maria Irene F. Righini, 79, aposentada - “Deve ter sim! Eu gosto muito da juventude.

Lucas Righini Pereira, 6, estudante - “Sim!

tado

Rui Rosa, 52, aposen-

Bruno da Silva Rosa, 20, desempregado - “Eu acho que sim.”

Felipe Aparecido Antunes Santos, 15, estudante - “Lógico!”

Gabriel Rosa Martins, 18, desempregado - “Opa!”

Idalgo Bati sta dos Santos, 52, guarda noturno - “Eu acho que não!”

João Batista Santos, 54, servente geral - “Eu acho que deve ter um Culto para as pessoas lembrarem de Deus.”

Carlos Rogério da Silva Moura, 17, desempregado - “Não tenho opinião formada.”

Carlos Mesquita, 51, tapeceiro - “Para mim, tem que ter!”

João Pedro Junior da Silva, 17, estudante - “Sim.”

Carlos Alexandre Ferreira Francisco Junior, 17, estudante - “Deve!”

- “Não! Falta segurança e as drogas devem ser evitadas.”


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LIGUE JÁ. O FUTURO CHEGOU


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Grama do ‘Espaço Encontro Beneficente de Carros Mogiana’ foi retirada arrecada mais de 300 kg de alimentos

O Espaço Mogiana vem se consolidando como um dos pontos turísticos de Santa Rosa, já foi palco da festa de aniversário da cidade, evento do Biquirim, carnaval e semanalmente recebe a Feira da Mogiana que leva centenas de pessoas ao local. Durante a feira, feirantes e consumidores reclamavam que algumas barracas estavam sendo colocadas no gramado, em frente as duas cópias menores da Estação. Ao invés da prefeitura fazer a fiscalização e retirar quem ficava em cima da grama, esta semana foi pedido para que funcionários acabassem com o mal pela raiz, arrancando o gramado e jogando cimento. Além deste problema, a assessoria da prefeitura informou que estavam recebendo reclamações que quando tinham eventos ou a própria feira, ficava muito complicado ficar no local quando chovia, por isso resolveram cimentar aquele trecho. Consultado pelo Jornalzão, o arquiteto e dono do projeto do Espaço Mogiana, Omar Nagib, disse que não se sente incomodado com a mudança do projeto, mas acredita que retirar a grama não foi a melhor saída, já que a grama, além de ajudar na absorção da chuva, ajudava a diminuir o calor em dias com altas temperaturas.

O 6º Encontro Beneficente de Carros Rebaixados aconteceu no último domingo (20) e arrecadou 312 kg de alimentos não perecíveis. O evento voltou a ser realizado na praça do ‘E strela Azul’, onde já havia sido feito o primeiro. Segundo o organizador, Mario Marcos, cerca de 280 carros e mais de mil pessoas prestigi aram o evento, vindos de São Carlos, Porto Ferreira, Luiz Antônio, Cajuru, Cravinhos, Ribeirão Preto, Batatais, Franca, São Simão, Santa Cruz das Palmeiras, Serrana, Santa Rita do Passa Quatro, Mococa, Guaxupé, Tambaú, Sertãozinho e Altinópolis. Para participar era necessário contribuir levando alimentos não perecíveis. Além, dos 312 kg arrecadados, ainda tiveram ganharam muitas garrafas de óleo e caixinhas de leite, que foram todas destinadas para o Fundo Social. “Achei que o evento foi bem organizado. Muita gente ajudou na realização e espero que o próximo seja ainda melhor”, comemora Mario Marcos. O encontro teve apoio da câmara dos vereadores, departamento de esporte, cultura e turismo e a Polícia Militar.


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Rodovias “Petê” e “Caetaninho” abandonadas Usuários reclamaram ao Jornalzão do estado de abandono das estradas vicinais

Sinalização invisível: o mato tomou conta do acostamento e encobriu as poucas placas de sinalização existentes

A erosão toma conta de alguns locais ameaçando invadir a pista que não tem mais acostamento acessível em nenhum trecho

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Coleta de lixo domiciliar Departamento de Saúde promove terá mudanças campanha de vacinação contra Febre Amarela a partir deste sábado A Prefeitura Municipal informa que a partir deste sábado (27) o serviço de coleta de lixo domiciliar terá mudanças. Em virtude do crescimento da cidade, a empresa que presta o serviço para a administração pública obedecerá um novo calendário, com dois períodos de coleta ao longo dos dias. Um período tem início sempre às 7h e outro, às 18h. Outra novidade é que a cidade foi dividida em quatro setores, cada um com uma quantidade de bairros, e a coleta acontecerá conforme esta divisão. Confira como ficou a reorganização da coleta de lixo: Setor 01 Bairros: Jardim Petrópolis, Conj. Hab. Liliana Urtiaga I e II, Jardim Itamaraty, Conj. Hab. André Franco Montoro, Jardim Dom Bosco III, Jardim Nova Canaã, Jardim Nova Roma, Nhumirim. Coleta realizada às segundas, quartas e sextas-feiras a partir das 18h. Setor 02 Bairros: Jardim Itamaraty II, Jardim Primavera, Jardim Elite, Jardim Paloma, Jardim Planalto, Jardim Gurilândia, Jardim Boa Vista, Jardim Júlio Moretti, Conj. Hab. Delduque Ribeiro Garcia I e II, Monte Alto e Chácara Lagoinha. Coleta realizada às terças, quintas e sábados a partir das 18h. Setor 03 Bairros: Jardim do Sol, Res. Nova Viterbo, Res. Village Viterbo, Jardim Aquarius, Vila Ranzani, Vila Bandeirantes, Vila Barros, Jardim Alto da Boa Vista, desmembramento Nova Santa Rosa, Parque do Sol Nascente, Jardim Morumbi, Centro, Jardim Alto do Morumbi, desmembramento Edmar Esteves e Santa Terezinha. Coleta realizada às segundas, quartas e sextas-feiras a partir das 07h. Setor 04 Bairros: Res. Luiz Gonzaga, Monte Verde, Jardim das Flores, Vila Venice, Vila Rivai Mendes, Conj. Hab. Adib Moussa, Jardim Bela Vista I e II, Conj. Hab Artur Argeri e pq. Res. Ari Carneiro Barbosa. Coleta realizada às terças, quintas e sábados a partir das 07h.

No sábado, 27 de janeiro, o Departamento de Saúde da Prefeitura promove rá uma campa nha de vacinação contra a Febre Amarela. As salas de vac ina das unidades de saúde da cidade estarão abe rtas das 8h às 1 2h para atendimento à população. As salas ficam na UBS do P ovo (próximo à rodoviária), na UBS Paulo Ricci (Cohab) e na UBS Paschoal Cagliari (Nosso Teto). A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida po r vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço int enso . A maioria dos infectados se recupera bem e adqu ire imu nização permanente

contra a febre amarela. No meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela o u to mado a vaci na contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a do ença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra. Prevenção Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e pro liferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água pa-

rada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarel a, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que

moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo. Quem for viajar para algum lugar de risco precisa tomar a vacina 10 dias antes da viagem, caso não tenha sido vacinado.

Perguntas e respostas Quem pode tomar a vacina? ·Crianças a partir dos nove meses até idosos com 60 anos Quem deve perguntar ao médico antes de tomar a vacina? ·Gestantes ·Mulheres que estão amamentando ·Idosos ·Pessoas que vivem com o HIV ·Pessoas que terminaram o tratamento de quimioterapia e radioterapia ·Pessoas com doenças do sangue, como anemia falciforme Quem não pode tomar a vacina? ·Crianças menores de seis meses ·Pessoas que estejam fazendo agora quimioterapia e radioterapia ·Pessoas com alergia a ovo ·Pessoas que vivem com HIV e têm contagem de células CD4 menor do que 350 ·Pessoas com doenças ativas ou condições que diminuem as defesas do corpo (pessoa transplantada tomando drogas para diminuir rejeição)

Tem interesse em montar uma barraca na praça de alimentação do Carnaval? Veja como fazer As inscrições para quem deseja montar uma barraca na praça de alimentação do Carnavald e Rua 2018 vão de 29 de janeiro a 02 de fevereiro, em horário comercial no Centro Cultural, que fica na Rua Sete de Setembro, 1000. O valor para cada espaço de 3m x 3m é de R$ 1.000,00. Caso a pessoa queira adquirir dois espaços, o valor de cada um cai para R$ 800,00. O sorteio dos espaços será no dia 05 de fevereiro.

Conselho da Alimentação toma posse Tomou posso no dia 24 de janeiro, o Conselho de Segurança e Alimentação Municipal. A ação aconteceu na sede do Departamento de Educação e contou com a participação de todos os segmentos. Após análise das atribuições e definirem ações necessárias, foi eleita a diretoria ficando a presidência coma representante da Saúde: Débora Abba.


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Conselho Tutelar Centro de Triagem Municipal reabre as portas apresenta estatísticas Serginho Gomes referentes ao ano de 2017 Após um período de O Conselho Tutelar apresentou as estatísticas de atendimento referentes de janeiro a dezembro de 2017. Ao todo, os conselheiros realizaram 1131 ações, sendo feitas 120 requisições de serviços públicos, 412 notificações convocatórias, 51 ofícios expedidos, 36 viagens e 512 atendimentos. As requisições de serviços públicos foram feitas junto ao departamento social, saúde e educação. Notificações convocatórias foram feitas as famílias dos adolescentes e crianças para comparecerem no conselho por motivos de evasões escolares, maus tratos, negligência, denúncias anônimas, obstrução de visita entre outros. As famílias atendidas foram encaminhadas para os setores competentes para soluções dos problemas. Os ofícios expedidos pelo Conselho ao Departamento de Educação, APAE, Cartório, CMDCA, Promotoria, Poder Judiciário e Delegacia foram feitos requisitando informações sobres os casos e pedidos de providências e esclarecimento. As viagens feitas pelos conselheiros foram para acompanhar crianças e adolescentes ao IML, HC, Fundação Casa, capacitações em Franca e Ribeirão Preto, além de levar os meninos para cidades da região. Atendimentos foram realizados dentro e fora da sedem além de medidas protetivas, advertências, responsabilidade, normativas e recebimento de denúncias e acolhimento.

Comunicado: Cadastro Ambiental Rural (CAR) O Setor de Meio Ambiente comunica que, diante da prorrogação de prazo para inscrição no Cadastro Ambiental Rural, conforme Decreto Federal 9.257/2017, continuaremos realizando as inscrições até o dia 31 de maio de 2018 para pequenas propriedades (até 56 ha). Para se cadastrar o proprietário rural ou posseiro deve entrar em contato com o Setor de Meio Ambiente pelo telefone 3954 - 8849 e agendar um horário. Além dos documentos pessoais do proprietário, algumas informações também são necessárias para o cadastramento: e-mail pessoal, endereço, área indicada na(s) matrícula(s) ou no documento de posse e planta ou croqui da propriedade. Para saber mais pesquise acesse: ht tp: // www.ambiente.sp.gov.br/sicar/

Vendo terreno avenida do Bosque 11x28, documentos em dia. Não troco, só vendo. Tratar 3954-2526

interrupção das atividades, devido a problemas com a documentação, o Centro de Triagem Municipal reabriu as portas no final do mês de dezembro de 2.01 7. Agora o prédio abriga a Associação de Agentes Ambientai s e Recicl adores de Santa Rosa de Viterbo – Recisa. O presidente da entidade, Carlo s Alexandre Ferrei ra, eleit o para um mandato de dois anos, conta até o momento com duas co labo radoras- Juciane Aparecida da Silva e Érica Cristina Marques, que atuam na coleta e separação dos recicláveis. - Havia um cadastro com nomes de catadores, mas perdeu a validade. Porém, os catadores que quiserem fazer parte da Recisa, deve pro curar o Centro de Triagem na rua José Hipólito Xavier, 500, ou pelo celular: 99197-8861. Estamos abertos a todos. No ssa int enção é somar com os catadores, frisa Alexandre. O trabalho é realizado em regime de cooperativa, das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira. O dinheiro arrecadado é repartido entre os cooperados. Para fazer a co leta eles utilizam um caminhão doado pelo Governo do Estado. O motorista e combustível são por conta da prefeitura. Diariamente eles percorrem a cidade em busca de recicláveis- tudo aquilo que pode ser reaproveitado pela in dústria, por exemplo: papel, alumínio, vidro, plástico, ferro, etc. - Pegamos tudo e trazemos no barracão para separar e prensar, depoi s a gent e vende, disseram as cooperadas. Animado com a fun-

ção que exerce voluntariamente Alexandre, que já foi vice-prefeito, bota a mão na massa para aj udar as ‘meninas’. Esta semana, assim que chegamos ao local, ele espremia na prensa hi dráu lica um fardo de ‘pets’, deixando-o pronto para ser comercializado. - Além de tudo a reci cl agem gera economia para o município. Porque antes a prefeitura pagava para ent errar to do esse material, lembrou Alexandre. O óleo de cozinha, um grande poluidor dos recursos hídricos (estima-se que um litro de óleo contamina um milhão de litros d’água), também está sendo recolhido pela entidade; -Pedimos para a popu lação col ocar o ól eo numa garrafa pet e deixar ao lado dos demais recicláveis para a gente coletar, sugere o presidente. Segu ndo el e, por dois anos a prefeitura irá arcar com as despesas da Recisa- energia, água, imposto, etc.: -Depois disso teremo s que andar com nossas próprias pernas, informa.

-P ara aumentar os rendimentos estamos considerando realizar parcerias com empresas e comércios em geral. O que tiverem de reciclável, nós iremos querer! Diz ele. Depois que os materiais são separados e prensados no barracão é feita co tação para est abelecer qual o melhor preço de venda. Juciane e Érica fizem um pedido à população: - As pessoas podem nos ajudar separando o lixo doméstico: -papel higiênico, restos de comida, etc, dos recicláveis. E quando tiver geladeira, fogão, armário-de metal- é só nos li gar que vamos col etar. Não precisa jogar nos terrenos. O Brasil é um dos países que mai s reci cl ammeno s po r consciência ecológica e mais por necessidade de so brevivência. É importante que as pessoas se conscientizem e ajudem a preservar a natureza e os recursos naturaisque são esgotávei s. Uma atitude simples é mandar para a reci cl agem tu do aquilo que pode ser reapro-

veitado. Cami la M. Ramo s Fedel Passoni - Chefe de setor de Meio Ambiente, disse: -Quando se fala em gestão de resíduos não podemos deixar de fora o tema Coleta Seletiva, isso porque todo material tem um destino diferente e se misturado acaba gerando um problema. Para que os resíduos tenham uma destinação adequada é fu ndament al qu e sejam separado s na fonte geradora (residências, comércios, industrias). A retomada da Coleta Seleti va pela RECISA, em parceria com a prefeitura, é indispensável para este processo. Os materiais recicláveis antes destinados para os aterros são a reaproveitados, gerando emprego a famílias carentes e desonerando de forma significativa os cofres públicos que antes pagava para enterrá-los em aterros. Para saber mais como fazer a destinação adequada o munícipe pode procurar orientações ju nto ao Setor de Meio Ambiente, que fica na Empresa Municipal, ou ligar para o telefone (1 6) 3954-8849.


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FALA NOSSO TETO

por Serginho Gomes

Lombadas na ‘Joaquina’

Bifes na rodovia

Esta semana a prefeitura construiu lombadas na avenida Joaquina Custódia Ribeiro. Duas em cada mão. A ‘Joaquina’ separa os bairros Nosso Teto e Montorão, além de se ligar à rodovia padre Donizetti. O tráfico de veículos pelo local é intenso e muitos ignoram o limite de velocidade. Por isso moradores pediam lombadas no local. -Agora ficou bom. Os motoristas subiam e desciam em alta velocidade. No mês passado um menino foi atropelado na avenida, disse José Ricardo da Silva, morador das imediações. Segundo ele, 90% dos motoristas que viajam no sentido bairro- centro pela ‘Joaquina’, entram pela contramão de direção na rua José Gentil: - A prefeitura precisa melhorar a sinalização ou alguém fiscalizar, frisa ele. No local há uma placa que indica sentido proibido.

Uma manada de gado, a mesma que vive à solta pelas ruas do bairro sem que os donos sofram represálias, desta vez exagerou ao procurar grama fresca para pastar. Os ruminantes esticaram as patas até a rotatória Edison Alves de Castro e, sem cerimônia, atacou o Trevo Adriano de Castro Gil, ambos na rodovia Conde Francisco Matarazzo Junior, altura do bairro Nosso Teto. Motoristas tiveram que parar os veículos formando uma grande fila, enquanto as centenas de arrobas de bifes, tranquilamente cruzavam a pista. O motorista do caminhão da concessionária que administra a rodovia, prestou assistência no local e acionou a Polícia para registrar o fato, acontecido na tarde da última quinta-feira (25).

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Rápido D’oeste desembarca no trevo Um problema que persiste no bairro, apesar dos vários apelos dos moradores e principalmente dos usuários da Viação Rápido D’oeste, é o desembarque de passageiros no Trevo Adriano de Castro Gil - o “trevo da morte”. Por causa do risco de acidente, moradores solicitam que em todos os horários de circulação, os ônibus da Rápido D’oeste entrem no bairro. Tanto na ida, quanto na volta. Recentemente, representantes da citada empresa se reuniram com políticos da cidade. Na ocasião a reivindicação não foi lembrada.


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SOCIAIS DO ÉDI CARLOS

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