O Jornalzão, edição 971

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Diretor Administrativo: André Nagib Moussa (Mtb 34286) - Editor: Victor Cervi (Mtb 11226) - Santa Rosa de Viterbo, 29/11/2014 - Ano 21 - N.º 971 - Semanal - Fone/Fax 3954 3289

Caso Valter Em depoimento, ex-diretor conta como passou 36 horas entre a vida e a morte

Casal encontrado morto em sítio na cidade

R$ 2,00

Cidade pode ficar sem coleta de lixo Empresa que faz serviço não recebe há 90 dias

“Tá ruim...” - Placa de sinalização da avenida Professor José Dilermando está no chão, bem no meio da ciclovia ...

“... Mais tá bão” - ... que começou a receber sinalização esta semana e vai deixando a obra com a cara boa.

Sem receber, empresa conclui anfiteatro

Sem água - Mesmo com as últimas chuvas, a escada da Itaipava está assim para os peixes subirem a barragem na Piracema.

Prefeito quer lupas ou lentes de aumento instaladas nos mercados

Santa Rosa é 227ª colocada no ranking do IDHM Brasil 2.010

Fernando Túbero guarda boas memórias do futebol santa-rosense - Ainda morando na casa em que nasceu, em Bento Quirino, o craque, aos 83 anos, afirma que o Santa Rosa FC, time pelo qual foi campeão amador invicto de 1955, é doce memória em sua vida.

Identificados mandantes de seqüestro de jovem

Mário Kawassaky, o maior pescador de lambari da cidade


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POLÍTICA

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Santa Rosa é 227ª colocada no IDHM Brasil 2.010 Foi divulgado esta semana o IDHM - Índice de Desenvolvimento Humano base 2.010 - dos mais de 5 mil municípios brasileiros. Santa Rosa de Viterbo ocupa a 227ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros segundo o IDHM. Nes se ranking, o maior IDHM é 0,862 (São Caetano do Sul) e o menor é 0,418 (Melgaço). O IDHM de Santa Rosa é 0,770, o que situa nosso município na faixa de Desenvolvimento Humano Alto (IDHM entre 0, 700 e 0,799). Adimensão que mais contribui para o IDHM do município é Longevidade, com índice de 0,868, seguida de Renda, com índice de 0,746, e de Educação, com índice de 0,704. De 1991 a 2010, o IDHM do município passou de 0,559, em 1991, para 0,770, em 2010, enquanto o IDHM da Unidade Federativa (UF) passou de 0,493 para 0,727. Isso implica em uma taxa de crescimento de 37,75% para o município e 47% para a UF; e em uma taxa de redução do hiato de desenvolvimento humano de 52,15% para o município e 53,85% para a UF. No município, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (c om c res c imento de

0,359), seguida por Longevidade e por Renda. Na UF, por s ua vez, a dimens ão cujo índice mais cres ceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,358), seguida por Longevidade e por Renda. Com relação ao último levantamento em 2.000, o IDHM passou de 0,655 em 2000 para 0,770 em 2010 uma taxa de crescimento de 17,56%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 66,67% entre 2000 e 2010. Renda - A renda per capita média de Santa Rosa de Viterbo cresceu 62,06% nas últimas duas décadas, passando de R$ 511,65, em 1991, para R$ 591,54, em 2000, e para R$ 829,20, em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 15,61%, entre 1991 e 2000, e 40,18%, entre 2000 e 2010. A proporção de pes soas pobres, ou seja, com renda domiciliar per capita inferior a R$ 140,00 (a preços de agosto de 2010), passou de 11, 14%, em 1991, para 11,17%, em 2000, e para 5,44%, em 2010. A evolução da desigualdade de renda nes ses dois períodos

pode ser descrita através do Índice de Gini (método usado para medir o grau de conc entração de renda), que passou de 0, 48, em 1991, para 0,53, em 2000, e para 0,50, em 2010. Educação - Proporcões de crianças e jovens frequentando ou tendo completado determinados ciclos indica a situação da educação entre a população em idade escolar do estado e compõe o IDHM Educação. No município, a proporção de crianças de 5 a 6 anos na es c ola é de 98,08%, em 2010. No mesmo ano, a proporção de crianças de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental é de 89,90%; a proporção de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo é de 72,97%; e a proporção de jovens de 18 a 20 anos c om ensino médio completo é de 48,60%. Entre 1991 e 2010, essas proporções aumentaram, respec tivamente, em 60,32 pontos percentuais, 25,85 pontos percentuais, 44,10 pontos percentuais e 29,43 pontos percentuais. Longevidade, mortalidade e fecundidade - A mortalidade infantil (morta-

lidade de crianças com menos de um ano de idade) no município passou de 17,3 por mil nascidos vivos, em 2000, para 11,7 por mil nascidos vivos, em 2010. Em 1991, a taxa era de 21,6. Já na UF, a taxa era de 13,9, em 2010, de 19,4, em 2000 e 27, 3, em 1991. Entre 2000 e 2010, a taxa de mortalidade infantil no país caiu de 30,6 por mil nascidos vivos para 16,7 por mil nascidos vivos. Em 1991, essa taxa era de 44,7 por mil nascidos vivos. Com a taxa observada em 2010, o Brasil cumpre uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, segundo a qual a mortalidade infantil no país deve estar abaixo de 17,9 óbitos por mil em 2015.

O ranking Média Brasil .......................................... 1º São Caetano ...................................... Na região 178º Santa Rita do Passa Quatro ............. 227º Santa Rosa de Viterbo ..................... 274º São Simão ..................................... 993º Tambaú ......................................... 1514º Cajuru .........................................

0,727 0,862 0,775 0,770 0,766 0,731 0,713

Fonte: PNUD, Ipea e FJP

Entenda o IDHM dos municípios O que é IDHM? O indicador ajusta o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) para a realidade dos municípios e regiões metropolitanas. O dado foi desenvolvido para refletir as especificidades regionais dos bairros e suas desigualdades entre as regiões dentro de uma cidade. O índice varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1 melhor o desempenho. Como é composto o IDHM? Assim como o IDH, o IDHM leva em conta renda per capita, educação (média de anos de estudo e anos esperados de escolaridade) e expectativa de vida das pessoas das regiões estudadas. Por que foi criado o IDHM? Para fazer uma análise mais refinada sobre a realidade dos municípios que seriam mascaradas por um indicador único para todo país. O indicador pode auxiliar gestores públicos a desenhar políticas próprias às características de suas regiões. Posso comparar o IDH global com o IDHM? Não, os indicadores escolhidos para calcular os índices são diferentes. O IDHM só pode ser comparado com o próprio índice. Ou seja, não podemos comparar o município mais bem colocado no ranking do IDHM, que é São Caetano do Sul (SP), com índices de cidades da Noruega, que lidera o IDH global, ou qualquer outro município de fora do Brasil.


OPINIÃO

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EDITORIAL

CARTA À REDAÇÃO

CRÔNICA & CONTEXTO

Parou a venda - O “sucatoduto” como está sendo chamado o caso da venda de sucatas por funcionários municipais deu uma paradinha esta semana, depois que o Jornalzão noticiou a irregularidade. Nenhum caminhão saiu do pátio com o material para ser vendido. O prefeito fez reunião, mas não abriu sindicância. É o mínimo que deve fazer, e punir exemplarmente os responsáveis.

Piracema está comprometida pelo segundo ano consecutivo

por João de Bem

Preocupante - A situação financeira da prefeitura já começa a preocupar. O atraso do pagamento da pH7, que faz a coleta de lixo na cidade, pode ocasionar suspensão nos serviços, já que a empresa não recebe há 90 dias. Mais empresas estão na mesma situação. Obras não são pagas, salário pagos atrasados. Já estamos indo para metade da administração da “Onda Azul” e a coisa está indo para o vermelho. Anfiteatro - Muito boa a obra do anfiteatro do Nosso Teto. Será muito bom ver eventos realizados ali. Uma pena que vândalos já picharam e quebraram o local, mesmo antes de entregar a obra. mas isso já foi arrumado. O povo tem que zelar pelo que é seu. Depois não adianta botar a culpa no prefeito. A obra é sua, meu povo, use-a de forma adequada e zele pela sua conservação. Violência crescente - Toneladas de maconha, violência contra ex-Diretor, sequestro, homicídios, tráfico de drogas. A violência destas últimas semanas na cidade chocou a todos. A pacata e alegre Santa Rosa está assustada. As autoridades policiais fazem o seu papel, prendem. Mas a violência não acaba. Uma pena, que nossa pequena cidade não é a mesma de poucos anos atrás.

NORBERTO SCHNEIDER ROLLO ADVOGADO Inf orma a seus clientes e amigos o endereço de seu NOVO escritório: Rua A lic e A lém Saadi, n. 8 5 5 , 1 º andar, s ala 1 0 4 – Centro Empresarial Castelo Branco Bairro N ova Riberânia, Ribeirão P reto, SP. Fones 0 1 6 3 2 8 9 - 6 7 1 9 – 9 9 1 0 9 - 9 9 1 9 e 9 9 2 1 8 - 9 6 2 7

Um acontecimento de consequências gravíssimas e que atinge diretamente a vida do rio Pardo e os seres que nele vivem. Assim está sendo definido o resultado do impacto de dois anos sem a Piracema.No ano passado o então baixo nível do rio interferiu drasticamente no evento, e este ano a história deverá se repetir de forma ainda mais severa, afinal já estamos no período da piracema, inclusive com a pesca fechada, como acontece todos os anos do início de novembro até fevereiro, só que agora numa situação ainda pior que a do ano passado, as corredeiras localizadas logo abaixo das barragens da usina Itaipava, considerada uma maternidade de peixes pela grande quantidade de cardumes que ali desovam, estão sem água, uma paisagem dominada somente pelas pedras, diferentemente do ano passado que nesta época ainda havia pelo menos um pouco de água.O pior desta situação, é que para o nível do rio Pardo voltar numa condição mínima para possibilitar pelo menos o acontecimento da piracema, será necessário um gigantesco volume de chuvas aqui em nossa região e, principalmente, na região acima de Poços de Caldas, onde estão localizadas as principais nascentes do rio Pardo. Associação Ecológica Boca da Mata

EXPEDIENTE O JOR NA LZÃ O é um a pub lic açã o da edi to ra And ré Na gib Mo uss a ME Re da çã o: rua C ond ess a F ilo me na Mat ara zz o, 95 - C en tro - San ta Ro sa de Vi ter bo- SP - CEP 14 .27 0- 000 Fo ne/ f a x: (16 ) 395 4 3 289 Us uár io Pap el Im un e: UP - 081 09 /01 4 - Di ret or Ad min ist ra tivo: And ré Mou ssa - Dir eto r d e R ed açã o: Vic to r C erv i - Free lancer - Romeu Antunes - Co la bor ad ore s: Ana Lígia, P a dre A lex, C lél ia Za nar do, S erg inh o G omes, João de Bem e Ro gér io Mos ca rdi ni Ar te f i nal ist a: Gráfica Egidio - Co nta to Co mer cia l: Jo ana Dobras Ti ra ge m: 2.700 exempla res - Ci rc ula çã o: San ta Ros a d e Vit e rb o Pe r i o d ic i d a d e : Se ma n a l - R $ 2,0 0 p o r e xe mp l a r Emai l:o jor nal zao @oj or nal zao .co m Im pre ssã o: Gra fi sc, Sã o C ar los . “ A rt igo s a ssi na dos s ão de in tei ra res pon sa bil ida de de se us aut ore s, nã o r epr ese nta nd o n ece ssa ri ame nte a opi ni ão do jor na l.” O Jor nal zão s e r ese rva o di rei to de res umi r c art as que co nsi dera r i nad equ ada s a o e spa ço dis pon íve l. O JOR NA LZÃO É AFIL IADO À A B RA RJ

Introspecção É bem provável que cada um de nós, em qualquer idade biológica, passe por momentos de questionamento sobre o que realmente significa viver. Acredito que já comentei sobre algo semelhante no passado recente, mas em função de tantas notícias sobre a roubalheira generalizada praticada, não só por bandidos armados, também por sinonímias de terno e gravata montados em cargos importantes, armados de contrato fajuto e caneta em punho, acabei por pensar muito, tentando entender a alma humana quando na condição transitória sobre a Terra, a cometer ilícitos ilimitadamente, amealhando bilhões de reais do erário e por extensão dos brasileiros inocentes. Esse caso da Petrobrás e apenas um dos muitos que ainda não vieram a furo. Existe uma minoria de gatunos de luxo vivendo como nababos, aparentando gente séria, comportada e bem vestida. Veja aí como as aparências enganam. A ambição desmedida penetra fundo na alma do indivíduo, levando o vício da ilicitude ao extremo, deixandoo c ompletamente des conectado de qualquer senso moral. Quem poderia imaginar que por trás daqueles trajes de grife havia um bandido capaz de fazer extorsões em função de sua posição na Empresa? Quem também imaginaria aqueles senhores presidentes de grandes corporações - as empreiteiras - mancomunados com esse bando de "respeitáveis" diretores de estatal? Será que para viver bem é imperativo ter dinheiro, esquecendo a honra, desativando a dignidade, suprimindo o caráter e prostituindo a moral? Esse pessoal que envereda por esses caminhos talvez acredite que o ser temporal finito não chegue a morrer - do contrário teriam algum tipo de limitador automático para a ganância que os afeta. Nós - nivelando por minha educação familiar tivemos desde criança o exemplo e a orientação de nossos pais no sentido de sermos socialmente corretos. Tivemos como pregação o trabalho digno, a remuneração honesta, independentemente de oportunidades que por vezes nos atentavam para o deslize. Nossa consciência nos incomodava e ainda incomoda muito nesse aspecto. Ela é nossa proteção contra as tentações do ilícito. Quem aprendeu assim em criança dificilmente se perverterá quando adulto - é uma questão de berço, de educação exemplar. A humanidade transitória viveria bem melhor se praticasse a introspecção raciocinando sobre o que realmente é a vida manifesta, finita - e se vale mesmo a pena praticar ilicitudes desvairadamente para ter riquezas materiais sem lastro no trabalho, apenas para passar alguns anos em cima de um monte de dinheiro que nem seu é! Ganhar dinheiro licitamente pelo trabalho de qualquer natureza legalmente é muito gratificante, mais gratificante é não ter o juiz maior - a consciência - atropelando o pensamento durante o dia ou em frequentes pesadelos durante o sono noturno. Políticos profissionais estão no mesmo time dos senhores engravatados - a alma deles fugiu do corpo, a consciência, pura fantasia!


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HISTÓRIAS DE NOSSO FUTEBOL

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Fernando Túbero diz que Santa Rosa FC marcou sua vida O volante do time campeão invicto, de 1955, ainda mora na casa em que nasceu, em Bento Quirino, se recorda da sangrenta confusão que marcou seu jogo de estréia, contra Cajuru, e diz que com o primeiro bicho construiu o alicerce de sua residência Fe rnan do T úbe ro não podia imaginar que pas saria os próximos quatro anos s e dedicando ao futebo l de Santa Ros a quando viu um grupo c hegar à oficina em que trabalhava naquela tarde de 1952, em Bento Quirino. - Do grupo, s ó me lembro do Toninho Tavares ; foram me bus car para dis putar o c ampeonato amador pelo Santa Rosa F. C. , time que marc ou minha vida de futebolista lembra o aposentado da Ferrovia São Paulo e Minas. Ele ainda mora na casa em que nasc eu, ao

lado da igreja do bairro de São Simão. Um desenho na parede mos tra como ela era quando, em seu tempo de criança, dormia com uma bola nos braços. - Com o primeiro dinheiro que ganhei, jogando em Santa Rosa, construí o alicerc e, quando reformei a c asa - afirma. Aos 83 anos, ele revela que jamais se esquec eu do jogo de estréia, amistoso contra Cajuru no es tádio local. - Houve um atrito entre jogadores, e invas ão de campo pela torcida que se armou com as ripas ar-

Um lance pra esquecer, em Minas Depois de seu período s anta-ros ense, Fernando Túbero jogou no Comercial de Ribeirão. Antes, porém, protagonizou uma pequena tragédia registrada pelo s ite 'Que fim levou?', sem a menção de seu nome: em 1949 foi, com a Quirinense, jogar em São Sebastião do Paraís o (MG). João Marcomini (Campolongo) depois de atuar pelo Botafogo de Ribeirão, passou por testes no Palmeiras da capital. Aprovado, iniciou treinamentos c om Oberdan, Canhotinho, Waldemar Fiúme e outras feras. Antes de assinar contrato c om o verdão, em visita à sua terra, entrou em campo para defender a Paraisense contra a Quirinense. Uma disputa de bola com Fernando provocou fratura na perna de Campolongo, e o fim de seu sonho profissional. - Não tive culpa nenhuma, nem falta foi. Mas o povo queria me linchar! - lamenta o volante da Quirinense.

ranc adas do gradil. Foi sangue para todo lado relata. Selim Cury, que s eria presidente do clube local logo depois, diz que es tava lá. - O Mané Valter levou uma botinada de um cajuruense, o Quim Quim (pai dele) invadiu o campo e o pau quebrou pra valer. Fernando conta que a direção da São Paulo e Minas, por causa daquele episódio, mandou trocar o gr adil de ma deir a p or alambrado, no campo de Bento Quirino.

Fernando, o quarto em pé à partir da esquerda, com o time em 1955

'Acessa SP' tem seu nome em Bento Quirino No último dia 11 de agosto foi inaugurado, em Bento Quirino uma unidade do 'Acessa SP' batizada de 'Fernando Túbero'. Ela fica em frente ao museu da ferrovia onde ele trabalhou, tanto na oficina, quanto na administração, por mais de 30 anos. Tal homenagem tem lastro: Fernando participou da construção do cruzeiro de São Simão, da capela do cemitério e da casa paroquial de Bento Quirino. Foi também vereador daquele município por quatro gestões (de 1972 a 1988). Um acidente, quando tinha quatro anos de idade, deixou-o completamente cego. Mas uma promessa de sua mãe reverteu o quadro: em quatro meses o garoto se recuperou. Nas suas 'Bodas de Ouro' com Luíza, em 25 de janeiro de 2006, uma coincidência: o celebrante foi padre Alex Cássio Pereira, atual titular da Paróquia São Judas Tadeu, de Santa Rosa.

Companheiro do Sete que 'jogava demais' Logo que chegou a Santa Rosa, em 1952, Fernando Túbero jogou ao lado de uma legenda do futebol local: Serafim Iglesias que a torcida apelidou de 'Sete'. - O Sete era meia esquerda, ele nos orientava. Não queria a bola no pé, queria no 'ponto futuro'. Aquele jogava demais! Em 1955 outros craques de São Simão se juntaram a Fernando - que era volante - e ao zagueiro Elenir no elenco santa-rosense: Zigui, Jalter, Zé da Manteiga e Mazinho. Um time de respeito que foi campeão amador da região, sem perder nenhum jogo. O volante não contém as lágrimas quando fala das amizades que ganhou nessa época. - O Pé de Pato batizou um filho dele com o meu nome! A vida religiosa de Bento Quirino armou-lhe a arapuca do casamento: faltou um par para Luíza dançar a quadrilha, em festa preparada pela Associação Quirinense. Fernando foi escalado, o namoro começou e nunca mais se separaram. - Nos casamos em 1956, numa quarta-feira, já que no domingo não era possível porque eu tinha que jogar pelo Santa Rosa...


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GERAL

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COLUNA GOSPEL

Pagamento atrasado há quase 90 dias

por Rogério Moscardini

Cidade pode ficar sem coleta de lixo

Deus se importa? Minnie e George Lacy questionavam-se: "Jesus é suficiente? Nosso relacionamento com Ele é satisfatório para nos manter? Cristo será suficiente para nos ajudar a querer continuar vivendo? Ele se importa?" Em 1904 a filha mais nova deste casal de missionários adoeceu e numa rápida sequência todos os cinco filhos do casal faleceram de escarlatina. Nenhum sobreviveu para ver o novo ano. Em cartas à direção de missões, George Lacy escreveu sobre a profunda solidão e tristeza do casal: "Às vezes, parece ser mais do que podemos suportar." Mas acrescentou, "O Senhor está conosco e está nos ajudando de modo maravilhoso." Neste momento mais escuro, eles descobriram que Jesus estava mais perto e que Ele era suficiente. Muitos de nós enfrentarão momentos quando nos questionamos se vamos conseguir continuar ou não. Se nossa saúde falhar, se nosso emprego desaparecer, se perdermos os nossos queridos, descobriremos que o nosso relacionamento com o Senhor é verdadeiro o suficiente para continuar nos impulsionando adiante? O salmista nos lembra da presença e da fidelidade de Deus. Quando ele estava profundamente deprimido, clamou: "Ouve, Senhor e tem compaixão de mim; sê tu, Senhor, o meu auxílio" (Salmo 30:10). Deus deulhe a cura e consolo. Como cristãos, nunca teremos falta daquilo que precisamos para perseverar. O Senhor está s empre perto. A fé no Cristo Todo poderoso nos habilita a prosseguir!

A empresa pH7, que faz a coleta de lixo na c idade, pode parar o serviço caso não receba os duzentos mil reais que a pre-

fe it ura e s tá d eve nd o. Amanhã a empresa completa 90 dias sem rec eber e, pela Lei, pode s us pender o serviço imediata-

mente. A prefeitura atravess a grave cris e financ eira c om dívidas perto de dois milhões de reais. A pH7 presta serviços de

coleta de lixo há mais de 10 anos na c idade, pois dispõe de um local adequado para a depos ição do lixo.

Sem receber, empresa entrega anfiteatro O anfiteatro do Nosso Teto está pronto e foi entregue ontem pela construtora à prefeitura. O anfiteatro fica na praça "Zuleika", tem capacidade para 400 pessoas sentadas. Dentro do prédio tem dois camarins com banheiros e do lado de fora o grande palco e banheiros para o público, com cabine adaptada. A obra foi entregue dentro do prazo, mas a empres a que c ons truiu rec ebeu apenas 30% do

valor da obra. Pichação - Na terçafeira desta semana o anfiteatro amanheceu pichado e com algumas paredes quebradas , c om marcas de marteladas . A empres a construtora já reparou os danos causados pelos vândalos. No local, principalmente à noite devido a pouca iluminação e falta de policiamento, o local vira ponto de encontro de traficantes e viciados.

Câmara aprova parcelamento de dívida da prefeitura com CPFL O parcelamento da dívida da prefeitura com a CPFL foi aprovada pela Câ-

mara em sessão extraordinária esta semana. A prefeitura deve, somente em con-

tas atrasadas, pouco mais de prefeitura pagará a dívida 183 mil reais para a com- em doze parcelas mensais. panhia de energia elétrica. A A prefeitura tinha até


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CHICO XAVIER Grupo Espírita “Bezerra de Menezes”

Caridade da paz "Bem-aventurados os pacificadores..." - Jesus (Mateus, 5:9) Um tipo de beneficência ao alcance de todos e que não se deve esquecer - ocultar os próprios aborrecimentos, a fim de auxiliar. É provável hajas iniciado o dia, sob intromissão de contratempos que te espancaram a alma. À vista disso, se exibes a figura de mágoa, na palavra ou na face, ei-la que se expande, à feição de tóxico mental, atacando todos os que se deixem contagiar. E, qual acontece quando a poeira grossa te invade o reduto doméstico, obrigando-te à recuperação e limpeza, após te desequilibrares em aspereza e irritação, reconhece-te no dever de reparar os danos havidos, dispendendo força e diligência em solicitar desculpas e refazer os próprios brios, aqui e ali, como quem se empenha a suprimir os remanescentes de laboriosa faxina. Se te alteias, no entanto, acima de desgostos e inquietações, mantendo tranqüilidade e bom ânimo, para logo a tua mensagem de otimismo e renovação prossegue adiante, de modo a espalhar bênçãos e criar energias angariando-te simpatia e cooperação. Os estados negativos da mente, como sejam tristeza e azedume, angústia ou inconformidade, constituem sombras que o entendimento e a bondade são chamados a dissipar. Recordemos o donativo da paz que a todos nos compete distribuir, a benefício dos outros, evitando solenizar obstáculos e conflitos, aflições ou desencantos, que nos surpreendem a marcha. E permaneçamos claramente informados de que a única fórmula para o exercício dessa beneficência da paz, em louvor de nossa própria segurança, será sempre esquecer o mal e fazer o bem, porquanto, em verdade, tão somente a criatura consagrada a trabalhar, servindo ao próximo, não dispõe de recursos para entediar-se e nem encontra tempo para ser infeliz. Emmanuel ( Página extraída do livro "SEGUE-ME" - Psicografia de Chico Xavier)

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Prefeito quer lupas ou lentes de aumento

instaladas nos mercados Um projeto de Lei de autoria do exec utivo, no mínimo curioso, foi lido na última ses são da Câmara. O prefeito Cas sinho quer que os mercados e mini-

mercados instalem a cada 50 metros dentro do estabelecimento uma lupa ou lente de aumento, para que os c lientes vejam c om mais facilidade a data de deixar elaaos cuidados da escola, pois eu trabalho e minha mulhercuida da minhasogra queédoente."Ele conta que suafilhaé muito alegre, gosta bastante de conversar e j á fez várias amigas. Eleagoravai no dia 8 dejaneiro na Casa daCriança tentar arrumar uma vaga para seu filho Ygor de 2 anos. Carlos ainda tem mais umfilho,de 12 anos. Já a ajudante de pe-

validade dos produtos. A instalação deve s er em local visível e de fácil acesso. O estabelec imento que não ins talar, segundo a Lei, será multado em 300 UFM

dreiro AliceTainá Marques Ferreira, aindaprocurauma vaga na crechepra sua filha Catarina de um ano e seis meses. "Algum tempo atrás procureiumavagapra minha filha naCasada Criança, masnão consegui. Eu não sabiaque as inscrições já tinhamacabado, masvou procurar acreche da Irmã Ermana pradeixar ela,pois eu trabalho enão posso cuidar delao diatodo."

- c erca de R$ 810, que será dobrada a c ada reincidência. O projeto de L ei deve s er votado na próxima sessão.

Rede municipal oferece cerca de 900 vagas para crianças de 0 a 5 anos Gabriel Carmello Caldas

Santa Ros a atende cerca de 900 crianças de 0 a 5 anos, divididas em cinc o es c olas munic ipais , Irmã Hermana, no Luiz Gonzaga, Nagib Moussa e Maria Helena Salim Sordi, ambas no Teto, Professora Luzia Helena Menta Monici, no Bosque e Elias Baú Manoel de Barros, na Avenida Rio Branco, Centro. As escolas Irmã Hermana e Nagib Moussa são responsáveis pelas crianças dos seis mes es até aos 3 anos. Aquelas um pouco mais velhas, entre 3 anos e meio e 5, ficam na Elias Baú e as de 4 a 5, na Luzia Helena e Maria Helena Salim Sordi. O período de matrícula foi encerrado no dia 31 de outubro na secretária da educação, mas as mães que ainda quis erem c oloc ar

seus filhos em uma das creches podem proc urar as unidades escolares mais próximas de suas casas. Para conseguir essa vaga, é necessário apresentar a carteira de vacinação e certidão de nascimento da criança, RG do responsável, comprovante de residência e de trabalho, não precisa necessariamente ser a carteira de trabalho, uma declaração do empregador já é o suficiente. Isso para crianças dos seis meses aos três anos, pois os pequenos com quatro anos, já devem ser matriculadas na educação bás ic a, s egundo a Lei nº 12.796, do dia 4 de abril de 2013. O frentista Carlos de Oliveira Pires é um dos beneficiados por essas vagas. Sua filha Maria Antônia de 4 anos, estuda na Elias Baú Manoel de Barros, das 13h as 16h45."Ajuda bastante


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Bandas de Santa Rosa e de Serra Azul se apresentam hoje na Praça das Bandeiras As bandas municipais de Santa Rosa de Viterbo e de Serra Azul se apresentam hoje, dia 29 de novembro, as partir das 18h00 no anfiteatro Sidney Ângelo Frigo da Praça das Bandeiras, localizado ao lado da Estação da Cultura A Banda Sinfônica de Santa Rosa de Viterbo sob a regência do maestro Maurílio de Oliveira Júnior apresenta um repertório sofisticado, especialmente preparado para o Campeonato Paulista de Bandas de Música, onde destacamos as obras "Percussão Espanhola" e "Dança do Fogo". A Banda Municipal de Serra Azul sob a regência do maestro Ricardo de Mello, se apresenta através do ProAC ICMS Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, patrocinado integralmente pela Usina da Pedra da cidade de Serrana - SP. O encontro das bandas é promovido pela Prefeitura Municipal através da Diretoria de Cultura e visa à integração e troca de experiências entre músicos de nossa região.

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Réveillon itinerante chega ao seu terceiro ponto Gabriel Carmello Caldas

Pelo terceiro ano seguido, o Réveillon será num lugar diferente. Até 2012, a festa era realizada na Praça da Matriz, no ano passado foi transferida para o Teto e esse a virada será festejada na Praça André Passoni, na Cohab III, segundo comunicado da secretária da cultura. Eugênio Bonfim, 61, mora na Cohab IV e achou uma boa ideia essa rotação de lugares. Para ele, a festa não pode ser todo ano num lugar só "Ano passado ficou muito ruim pra gente, o Teto é muito longe e nem todo mundo tem carro pra ir pra lá." A questão do barulho não o incomoda, pois a festa é apenas uma noite e as pessoas costumam dormir mais tarde nesse dia. Eugênio ainda defende o uso da praça para outros eventos, segundo ele, o espaço é bom e isso ajudaria os comerciantes. Outro morador da Co-

hab IV, João Batista Soares Cardoso, 40, acredita que ficou melhor pra ele ir ao evento, pois está mais perto, mas ele não aprova o local. "É estranho, eu não concordo que a virada do ano seja nessa praça, a não ser que façam algumas melhorias. Acho que não vai caber todo mundo aqui e pessoal vai acabar indo para o lado do Cruzeiro, onde não tem muita grama, e fará poeira ou barro, dependendo o clima." João Batista ainda alerta que se chover não terá onde se esconder. Ele não vai se importar com o som, mas enfatiza que o melhor lugar seria a matriz. "Lá o ambiente é diferente, mais bonito e o povo já esta mais acostumado." Alan Carvalho, 28, também é morador da Cohab IV, achou legal essa rotação de lugares, mas acredita que a prefeitura deveria disponibilizar transporte para que todos poss am aproveitar a festa e ainda

reduzir acidentes. "A prefeitura poderia dar ônibus gratuitos para quem mora em bairros distantes. Isso também poderia diminuir os acidentes, porque assim as pessoas podem beber sem correr riscos ao volante". Mesmo acreditando que a Praça André Passoni mereça uma chance pra ser testada, ele acredita que o melhor local para o Réveillon seja o Estrela Azul. O comerciante Sebastião Darci, 50, mora na Co-

hab III e foi pego de surpresa com a notícia da mudança e ainda está em duvida sobre o local. "A gente s empre foi ac os tumado com a matriz, agora fico indeciso se é melhor ou pior. Mas tem que esperar pra ver, por que eu acho que essa praça não tem estrutura, e aqui não tem comércio para receber essa festa." Mas por outro lado, acha que será bom e cômodo pras pessoas que moram perto.

Feira na Estação depende dos Bombeiros, diz prefeito O prefeito Cassinho disse ontem que aguarda apenas a emissão do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) para que sejam liberados os dois barracões, réplicas da estação da Mogiana, construídos em frente a ela para abrigar a feira livre da cidade. Há pouco mais de um ano (O Jornalzão, 02/11/2013) ele anunciou que aguardava a conclusão dos banheiros para mudar a feira de endereço. - O telhado já está quase concluído, mas faltam ainda os banheiros. Assim que a obra estiver terminada, a feira muda pra lá - disse ele na época. Embora não tenha revelado prazo, Cassinho disse que aguarda o AVCB para qualquer momento. Apesar de algumas opiniões contrárias à mudança da feira, o prefeito mantém-se firme na decisão. - É claro que a feira vai pra lá! Fiz o espaço e tenho que correr atrás das providências para colocá-lo em funcionamento. Por iniciativa oficial, a feira funcionou por breve tempo nos anos 80. No início de 1990, depois de longa paralisação, ela recomeçou, por iniciativa dos próprios feirantes, no mesmo local, na praça Dr. Primo Cunalli, sempre aos sábados.


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REUNIÕES TODAS AS TERÇAS 19h30 - Rua Alagoas, 370 APOIO DO JORNALZÃO


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MEMÓRIA FERROVIÁRIA

Generosas doações se transformaram em ruínas

Na foto dos anos 40, homens de terno posam com orgulho na frente da estação de Nhumirim O estado de abandono em que se encontra o prédio que serviu à estação de Nhumirim, do ramal Santos Dumont da ferrovia Mogiana, em nada se compara à generosidade demonstrada pelos doadores dos terrenos que permitiram sua construção. Ao menos duas cartas, preservadas no museu da ferrovia, testemunham esse desprendimento. Ambas têm a mesma data, 05 de março de 1910, nove meses antes do município de Santa Rosa ser desmembrado de São Simão. A primeira, assinada por Vicente Biagi e Manoel da Cruz Perina, diz o que segue: "Ilmo. Sr. Inspetor Geral da Cia. Mogaiana. Amigo e senhor. Estamos prontos a ceder, sem indenização, os nove metros do eixo da linha, paralelos dos nossos terrenos, para construção de estação aqui." A outra, iniciando da mesma forma e assinada por João Baptista Fernandes Zica, tem o seguinte teor: "Autorizo a Companhia Mogiana, independente de indenização, a utilizar-se de uma faixa de terreno com 150 metros de extensão por 15 m de largura em uma extremidade e 20 m de outra, de acordo com a planta que me foi apresentada pelo Capitão Agostinho Costa, fica compreendido nesta concessão o terreno marcado na planta como de Estação do Nascimento por me pertencerem. Apresento a V. Sª. os meus protestos de estima subscrevendo-me com a maior estima". O Tráfego de trens de passageiros em Santa Rosa foi interrompido em janeiro de 1967. A fazenda Amália ainda usou o ramal até meados da década de 1970. Atualmente o prédio da estação está sem portas, e sua cobertura, de telhas francesas legítimas, se encontra em ruínas

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Moradores ainda reclamam das mudanças de direção Gabr iel Carm ello Caldas

Há quase um mês, algumas ruas do centro da cidade tiveram suas mãos de direção mudadas, e muitos santa-ros enses ainda não adaptaram. Ainda existe muita reclamação entre a população. O policial na res erva Haroldo Pes s oa acredita que essas mudanças não trouxeram beneficio algum. "Acho desnecess árias, tem ruas que você não tem continuidade de tráfego, num quarteirão você vai e no outro não pode, sem contar as placas de proibido estacionar c om faixas amarelas que estão irregulares." Haroldo ainda questiona a utilização da verba proveniente de multas. "O dinheiro arrecadado pelas multas esta s endo mal usado, não tem uma campanha de educação de trânsito, ensinando a não falar no celular e dirigir usando c into de s egurança, por exemplo. O munic ípio fica com 94% do valor de uma multa onde estão gastando es s e dinheiro? Colocando placas irregulares. Ao invés de ficar gastando com semáforo, regularizem as placas ." A motorista Sheila Martani é outra que não concorda c om as alterações. "Está horrível, o centro perdeu a fluidez do trânsito. Um exemplo é a Rua do Café Maravilha que

s empre pas sava s entido centro, é uma rua de movimento sim, mais já era proibido estacionar de um lado. Temos q ficar igual bara ta tont a rode ando quarteirão." Sheila reclama que alguns caminhos que ela chama de alternativos foram retirados, a Travess a Espírito, na 9 de Julho e Iracy Leme estão entre suas reclamações e dá um palpite sobre o que poderia ter sido feito. "Ruas que ao c olocar proibição de estac ionamento de um só lado já resolveria o fluxo de carros. O combustível está muito caro para não termos caminhos alternativos." O comerciante Marcelo Benjamin Sordi acredita que melhorou em partes, mas acha que necessitam de melhorias. "Precisam ser melhor sinalizadas, arrumar algum jeito de diminuir velocidade em Avenidas e c ruzamentos e principalmente solucionar o problema de estacionamento junto às ruas do centro." Marc elo ainda questiona c omo s ão tomadas essas decisões. "Simplesmente eu gostaria de s aber qual é o critério utilizado pela Comissão de Trânsito para determinar qual rua é mão e qual não é. Ninguém c onvers a com ninguém. Não perguntam aos motoristas nem aos moradores dos locais."

Diário do Rancho Alegre na internet O Diário do Rancho Alegre escrito pelo falecido Angelo Monici de 1947 a 1953, em letras cursivas e bem feitas, está disponível na internet para quem quiser ler e copiar. O Diário conta, em detalhes, como um grupo de amigos construiu um rancho na margem do Pardo e os dias alegres que passavam ali, principalmente nos finais de semana. É ilustrado com fotos do pessoal que freqüentava o local. O trabalho de informática foi feito pelo neto de Ângelo, Rogério Menta Monici, e para acessar é só acessar a internet e digitar http://owd.me/xgyL2 e no canto superior direito escolher "Baixar" . Vale a pena.

DE OLHO NA CIDADE

Pre feitura não explica - Enviamos e.mail para a Comis são de T rânsito da cidade, através da assessoria de comunicação do município, perguntando quais os critérios utilizados nas mudanças , mas até o fec hamento desta edição, não tivemos a resposta.

Telão na avenida - Um telão para publicidade foi instalado na avenida presidente vargas, esquina com a rua Santa Catarina. Quem pára no semáforo tem um pouc o de distração com as publicidades . Só não pode distrair enquanto estiver dirigindo, s enão caus a acidente.


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DE OLHO NA CIDADE

NOSSA GENTE

Barro invade casa de morador da Vila Mendes

Mário Kawassaky, o maior pescador de lambari da cidade

Gabriel Carmello Caldas "Fiquei apavorado, com aquele mundo de água, terra, madeira, e pedra entrando em casa e eu sozinho em casa, sem poder fazer nada." Conta o aposentado Antônio Eleutério da Silva, 79, sobre os terríveis momentos que passou nessa terça-feira (23), quando um lamaçal em decorrência de uma forte chuva, invadiu sua casa no bairro Vila Mendes. Com os dedos ele mostrou que o lama tomou conta de toda sua área e ainda o interior da sua moradia. "Entrou por aqui na porta da sala e saiu lá na porta da cozinha." Toda essa terra vem de um loteamento ao lado da sua casa. Ele reclama que essa não foi à primeira vez. "Da outra vez, a mais ou menos um ano, a enxurrada fez uma buraco na minha parede, sorte que não arrumei, porque acabou ajudando a escoar a sujeira. Naquela oportunidade fui à prefeitura reclamar, mas não adiantou nada." O aposentado mora sozinho no final da Rua Salvador e para retirar toda aquela sujeira precisou da ajuda de mais cinco pessoas, que começaram o trabalho por volta das 14h e terminaram pouco depois das 20h. Mas as marcas ainda estão na parede, para contar história. Ele calculou que o barro tinha atingido cerca de 40 cm. Do lado da casa de Antônio, é possível ver um monte de toda a terra retirada e tem aproximadamente a altura dele. Eleutério mora na Rua Salvador há 33 anos e relata que uma máquina foi fazer um serviço na obra para melhorar o escoamento, para a enxurrada não invadir mais sua casa, sua esperança é que dê certo a obra.

Ele mostra a marca de onde a terra chegou

Com quase 92 anos de idade, que completa no dia 22 de dezembro, nascido em 1922, Mário Tamaky, na verdade é Mário Kawassaky, ganhou o Tamaky do pai e ficou até hoje. A não ser os cabelos brancos, não aparenta a idade que tem, está bem de saúde e de c abeça. Passa os dias no Grick, "para passar o tempo", já que não tem o que fazer, aposentado já faz bas tante tempo. No supermercado auxilia a coloc ar a mes a do café da manhã oferec ido aos fregues es , arruma mes as , tudo por vontade própria, sem nenhum compromisso com a empresa. Aos sábados, para variar, passa as manhãs na feira da Praça Primo Cunalli onde ajuda o pess oal da pamonha a tirar as palhas do milho verde. Antes era ele e o Mario Murari, já falecido, que levava as palhas para alimentar o gado. "Ali, tem conversas diferentes, é animado, gosto de ir, o tempo passa rápido". Ele trabalhou de pintor em Amália, onde morou até mudar para Santa Rosa para morar c om a família

na rua Sete de Setembro, onde vive até hoje c om a cunhada, s olteirão convicto. Em Santa Rosa, foi pintor de letreiros de lojas e caminhões, alguns resistem até hoje. "É preciso ter mão firme e letra boa". Também assentava vidros de vitrôs e janelas, mas parou de trabalhar. Fic ou famos o c o mo pe s c ad or, principalmente de lambari. Os antigos contam que ele não perdia uma fis gada. "Pegava cem lambaris ou mais , s e tives se bom de peixe". Pescava na Barrinha, ao lado do Porto Alexandr e, onde o Conde guardava barc os, hoje desaparecido, local de muito peixe. Parou de pesc ar porque "o peixe ac abou"! E não tem carro para ir a rio. Também pegou fama como bom nadador. "Saltava da ponte de ferro e ia até a barragem da Itaipava. Subir não dava não, a água do rio ali é muito forte". Morou em São Paulo alguns anos, mas não quer saber de lá. "Aqui é bom, gosto da cidade, dos amigos, c omo o Tonin Cintra e outros ".

Ele foi pintor de letreiros de lojas e caminhões


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CLASSIFICADOS

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EDITAL DE PROCLAMAS PARA CASAMENTO EDITAL DE PROCLAMAS nº. 1957 Faço saber que pretendem se casar e apresentam os documentos exigidos pelo artigo 1.525, nº. I III e IV do C ódigo C ivil, os pretendentes: // JOSE APAREC IDO DE SOUZA e ADRIANA BARUC O //. Ele, natural de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, nascido aos primeiro (01) de junho de um mil novecentos e sessenta e cinco (1965), profissão contador, estado civil divorciado, domiciliado e residente à Rua Francisco Zaacs, 216, Jd. Boa Vista, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filho de ANTONIO DE SOUZA e de dona BENEDITA APAREC IDA GONÇ ALVES DE SOUZA. Ela, natural de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, nascida aos quatro (04) de setembro de um mil novecentos e sessenta e nove (1969), profissão do lar, estado civil divorciada, domiciliada e residente à Rua Francisco Zaacs, 216, Jd. Boa Vista, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filha de JOSÉ BARUC O e de dona MARIA BARBOZA BARUC O. (C onversão de União Estável em C asamento) EDITAL DE PROCLAMAS nº. 1958 Faço saber que pretendem se casar e apresentam os documentos exigidos pelo artigo 1.525, nº. I III e IV do C ódigo C ivil, os pretendentes: // THIAGO OLIVEIRA PALMEIRO e MARC ELA MENDES DE SOUZA RODRIGUES //. Ele, natural de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, nascido aos doze (12) de maio de um mil novecentos e noventa e quatro (1994), profissão barqueiro, estado civil solteiro, domiciliado e residente à Rua João Zanella, 125, Julio Moretti, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filho de DAVID OLIVEIRA PALMEIRO e de dona MEIRES DE OLIVEIRA PALMEIRO. Ela, natural de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, nascida aos treze (13) de novembro de um mil novecentos e noventa e seis (1996), profissão estudante, estado civil solteira, domiciliada e residente à Rua Antonio Geraldo Balbão, 287, C ohab 3, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filha de RONALDO RODRIGUES e de dona MARY ELLEN MENDES DE SOUZA RODRIGUES. EDITAL DE PROCLAMAS nº. 1959 Faço saber que pretendem se casar e apresentam os documentos exigidos pelo artigo 1.525, nº. I III e IV do C ódigo C ivil, os pretendentes: // JOSÉ LUIS TABAC HINI e VILMA DE ASSIS DA SILVA //. Ele, natural de Tambaú, Estado de São Paulo, nascido aos quatro (04) de dezembro de um mil novecentos e sessenta e seis (1966), profissão serviços gerais, estado civil divorciado, domiciliado e residente à Rua Wilson Vital, 58, Ari C arneiro Barbosa, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filho de JOSÉ TABAC HINI e de dona NILVA DE SOUZA TABAC HINI. Ela, natural de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, nascida aos treze (13) de abril de um mil novecentos e sessenta e cinco (1965), profissão cozinheira, estado civil solteira, domiciliada e residente à Rua Wilson Vital, 58, Ari C arneiro Barbosa, na cidade de Santa Rosa de Viterbo, Estado de São Paulo, filha de FRANC ISC O JOSE DA SILVA e de dona RO SA P AULINA SILVER IO DA SILVA. (C onversão de União Estável em C asamento) Se alguém souber de algum impedimento ao casamento de alg um dos contr aentes acima, oponha-o na forma da lei. Eu, Gisele Calderari Cossi - Oficial.


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PROSEANDO por Zé Pretinho

A Pausa... A alegria foi contagiante na última sessão, antes das longas e merecidas férias no legislativo da mata Graciosa. Ariranha hilariante, largo sorriso estampado na cara, proseou: - Puxa vida! Que ano demorado nobres colegas, já estou de malas prontas para o Méquissicou, Cancun me aguarde! Fiz minhas economias, parcelei o pacote de viagem em vinte e quatro suaves parcelas e finalmente vou voar pela primeira vez. Confesso que estou com um pouco de medo, mas a viagem me fascina! Uuu! Me segura Cancun! E você excentissímo e honrado presidente dessa casa, depois de entregar o mandato da presidência vai curtir pelo menos uma praia, dar uma salgada legal nobre colega? O nobre colega Carneiro, responde: - Que nada, vou passar um mês meditando em São Pedro dos Morrinhos, preciso me preparar psicologicamente para o próximo ano. Não consegui emplacar nem cinco por cento de minhas indicações, a prefeitura da Graciosa tá numa draga danada! Ariranha pira: - Que pobreza nobre colega, deixe de ser muquirana, tire o escorpião do bolso, vá viajar, vá conhecer o mar, você só conhece o corguinho do matadouro, nunca pisou diante do mar, esquece a política um pouco. Economize, bota todo mês pelo menos um pau na poupança, aí dá tranquilo para viajar. O papudo nobre colega Tuiuiú, o rei das promessas e nada de concreto, esbanja: - Nobre colega Carneiro, vamos para Fernando de Noronha? Eu banco tudo! Não aguento mais essa bicharada chata no meu pé! É pedido para pagar conta de luz, cesta básica, camisinha e até uma picainha para o churrasquinho! Vê se tem cabimento! Se não quiser ir, eu vou só, preciso me preparar para a próxima eleição, vou ser candidato a prefeito dessa bagaça! Erguerei a Graciosa que anda muito acabrunhada! Tuiuiú 2016! Eu sou o cara! Botarei para frente e para o alto essa maravilhosa terra querida!!! O nobre colega Cachorro pastor alemão, filantrópico e caridoso, pensa diferente: - Eu não vou viajar, vou sair pelas principais avenidas da mata Graciosa e convocar os comerciantes para fazermos uma vaquinha e botar algumas luzes de natal nas avenidas! Não temos dinheiro público, mas temos criatividade de sobra. As luzes de natal alegram a mata, a deixa mais Graciosa! Na data do nascimento de Jesus sempre renasce a esperança. Ainda dá tempo, acredito que a adesão vai ser grande. Esquilo, Coelho e Tatu com seus familiares alugaram umas charretes, estão indo para Bertioga. Queixada não vai viajar, trajado de papai Noel participará de uma campanha de arrecadação de brinquedos para os bichos pobres. Lebre vai curtir Ilhéus na Bahia, terrinha dos conterrâneos. Águia vai fazer um curso de aperfeiçoamento na Interpol, a malandragem que se cuide. E o nobre colega Ouriço que há tempos não grava uma cena polêmica, vai passar as férias na articulação política para voltar a ser presidente do paço legislativo, é sua grande obsessão. Em fevereiro depois do longo recesso a bicharada volta ao cenário político. Boas férias nobres colegas, inté mais vê...

GERAL

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Câmara entrega títulos para quatro novos cidadãos santa-rosenses Quatro pessoas serão homenageadas pela Câmara Municipal com o título de Cidadão Santa-rosense em sessão solene no próximo dia 16 de dezembro. Os homenageados são: The rezinha Aparecida Bissolli Balbão que nas ceu em Torrinha, São Paulo. Passou em 1º lugar na cidade de Araras e 43º lugar no Estado de São Paulo. Através desta colocação, garantiu o direito de escolher em primeiro lugar uma

escola para iniciar sua profissão e dentre várias opções escolheu Santa Rosa de Viterbo. Autor da propositura, vereador Carlos Alberto Messias Nydia Simõe s dos Santos nasceu em Porto Alegre/RS. Professora do Ensino Fundamental I, chegou em Santa Rosa de Viterbo dia 10 de fevereiro de 2001 e ingressou na Rede de Ensino Municipal, dia 15 de julho de 2002. Lecionou

em todas as escolas do Ensino Fundamental e também substitui a falta de professores nas pré-escolas do Município. Autor, vereador João Roberto Vilas Boas Ribeiro Padre Ale x Cáss io Pereira nasceu na cidade de Cajuru. Sua primeira Paróquia, São Judas Tadeu. Em nossa cidade fez muitas coisas para moradores do Bairro Liliana Urtiaga Andreazza. Autor: vereador

Luís dos Reis Augusto Dr. Alexandre Cesar Ribeiro nasceu em Ribeirão Preto. Desde Dezembro de 2006 reside em Santa Rosa de Viterbo, quando assumiu o cargo de Juiz de Direito Titular da Vara Única da Comarca de Santa Rosa de Viterbo; acumulando as funções de Juiz Eleitoral da Zona Eleitoral de Santa Rosa de Viterbo. Autores: Gonini Júnior e Renato Palma Rocha Júnior.

Aposentado encontra inseto raro na cidade O aposentado Wilson Serrani, 68 anos, encontrou um inseto raro esta semana na parede do posto Titarelli, vizinho de sua casa, colocou num potinho plástico e trouxe ao Jornalzão para ser fotografado. Ele diz que ficou intrigado com "o jeitão do bicho" - cabeça de cobra e corpo de borboleta. "Eu nunca tinha visto antes e olha que ando muito no mato, pesco por aí, mas igual a este nunca vi." O inseto se mexe pouco, mesmo solto e parece muito frágil , apesar da aparência assustadora do "pescoço de cobra. É o jequetiranabóia, e há várias lendas a res peito. Uma diz que se quando ele pica o tronco de uma árvore, a árvore seca. Outra lenda diz que se a pessoa for picada, deve fazer sexo imediatamente por-

que corre risco de morte. Mas o leitor não deve se assustar com estas falsas crenças, pois o jequitiranabóia é um inseto inofensivo e incapaz de "secar" pessoas ou outros animais e até mesmo vegetais de grande porte. O jequitiranabóia antigamente, era vis to c om grande freqüência no interior das pequenas cidades, principalmente as do interior do Estado de São Paulo. Mas atualmente estas observações são muito difíceis de serem feitas, pois esta e muitas outras espécies acabaram se confinando em determinadas regiões. Este confinamento é prova de que o devastamento, a caça predatória (tráfico de animais) e a poluição estão a cada dia mais intensas, extinguindo a biodiversidade de nossa rica fauna e flora.


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Trotes sobre falso sequestro assustam moradores Gabriel Carmello Caldas O telefone toca. A ligação é a cobrar. A pessoa coloca o aparelho no ouvido e começa o diálogo com aquele clássico "Alô". Um susto. A voz do outro lado chora, grita e pede socorro. O desespero aumenta depois de mais uma frase: - Vamos matar sua filha! Após um breve diálogo um alívio. Era apenas um trote! Adoraria estar parafraseando mais um dos intrigantes casos de mistério de Sherlock Holmes, mas não. Esse fato se repetiu muito na cidade, aos menos cinco pessoas relataram terem sido vítimas de trotes nessa semana, mais especificamente na quarta. Pelo menos outras cinco receberam esse tipo de ligação há poucos dias atrás. A aposentada Rita Guardiano Juns, foi uma dessas vítimas. "Ligaram ontem (quarta) às nove da manhã chorando muito, era voz de mulher. Falando que tinha sido sequestrada e haviam levado o carro. Reconheci rapidamente que não era minha filha Renata, mas fiquei na dúvida se era a Raquel e fui fazendo várias perguntas até que eles acabaram se perdendo e desliguei." Passados os dois ou três minutos de ligação, Rita ligou pra sua outra filha, ela não atendeu. Ligou para o genro e estava tudo certo, para seu grande alívio. A estudante Sarah Queiroz, conta que sua mãe já recebeu esse tipo de ligação duas vezes em menos de um mês. "Na primeira, falaram pra minha mãe que tinham me sequestrado, colocaram na linha uma menina gritando e pedindo socorro, minha mãe ligou em seguida desesperada para a escola que estudo e descobriu que era um trote e desligou. Já na segunda falaram que minha mãe precisava ir ao local, ela passou pro meu pai. Desconfiado que fosse trote, disse que não tinha filha. Falaram então que era irmã, meu pai xingou muito e desligou." "Pô moça, assim não dá" - Às vezes os bandidos extrapolam na mentira, como aconteceu com a secretária do lar Adriana Teodoro, que ficou por uns quinze minutos na linha com um desses bandidos. O golpista começou a ligação a chamando de mãe, dizendo que tinha sequestrado seu filho, mas Adriana não tem filhos. Mudaram a estratégia e falaram que o estavam com sua mãe, porém sua mãe já faleceu. "Só se você foi ao cemitério e roubou osso dela." Ele insistiu falando que havia sequestrado sua irmã, mas ela é filha única. Tornaram então a insistir na história de filho. "Você também foi ao cemitério pra pegar meu filho? Porque perdi com sete meses de gestação." Por fim o bandido desistiu. "Pô moça, assim não dá." Antes de desligar Adriana deu seu último recado. "Da próxima vez investiga a vida de quem você vai passar trote palhaço" Adriana começou a rir na cara dele e desligou. Dicas - O policial na reserva Haroldo Pessoas explica que o golpe é antigo, mas ainda continua fazendo vítimas e dá algumas dicas de como se portar nesse momento: - Ao receber estas ligações tente manter a calma e agir racionalmente; A prevenção pode evitar esse tipo de chamada. Por isso, use senhas no celular que impeçam o acesso à agenda telefônica em caso de perda ou roubo e não identifique os números com nomes de parentes; Oriente idosos, crianças e empregados a não prolongar conversas telefônicas com desconhecidos; Desconfie de ligações que peçam informações pessoais para sorteios, prêmios e brindes, pois os dados cadastrais facilitam a ação do criminoso.

POLÍCIA

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Casal encontrado morto em sítio na cidade Na quinta-feira, um homem de 50 anos e a sua amásia, de 54, foram encontrados mortos pelo filho da mulher (foto) na c asa onde moravam, no Sítio Terra Flores , em Santa Rosa, na estrada do Tenente, bem perto do limite de municípios de Santa Rosa

e São Simão. O rapaz contou à polícia que chegou em casa por volta da uma hora da tarde quando encontrou a mãe deitada no quarto e o padrasto no corredor com um revólver ao lado, já mortos. O homem era conhecido como "Cowboy da Madrugada" e, segundo infor-

mações da Policia, a mulher tinha problemas psicológicos. O delegado Gonini Junior crê que foi homicídio seguido de suicídio, mas não descarta a possibilidade de dois homicídios. "Vamos esperar os resultados dos laudos", disse o delegado.

PMs prendem Bruno com droga na cueca Já conhecido dos meios policiais, Bruno foi detido por PMs na noite de quinta feira na rua João Bueno dos Reis com 14 ependorfs de cocaína na cueca e outros 43 invólucros vazios na sua Saveiro, que também foi apreendida. Foi levado para a delegacia, prestou depoimento e deveria ser enviado para o CDP de Serra Azul.

Identificados mandantes de seqüestro de jovem abandonado no canavial O delegado Gonini J unior já identific ou os mandantes do seqüestro do rapaz que foi abandonado num canavial na semana pass ada e quas e morreu asfixiado. Segundo o delegado um mandante é de Santa Rosa e outro é de Ribeirão Preto, que terão

pedido de prisão preventiva. Quanto aos autores do sequestro, o delegado diz que com a prisão dos mandantes, eles também poderão também ser identificados. Eles estavam de capuz no dia do crime e o rapaz que sofreu o seqüestro não identificou nenhum

3954 3371 - 3954 6920

deles. O s eqüestro aconteceu na última sexta-feira de manhã, quando os bandidos anestes iaram o rapaz e o c olocaram amarrado no porta malas, que estava estacionado em frente ao local onde ele trabalhavam pintando uma casa. O rapaz conseguiu falar no ce-

lular com a políc ia e abrir o porta malas do c arro, quando foi encontrado num canavial perto das torres de trans missão de energia do lado de Cajuru. O delegado desconfia que o c rime tem relação c om o tráfico de drogas, e que está sendo investigando.


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CASO VALTER

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Ex-Diretor de Educação conta drama que viveu O delegado Gonini Junior terminou inquérito por tentativa de latrocínio cometida por João Fernando dos Santos contra o ex-diretor de Educação, Valter Pereira e deve encaminhar pedido de prisão preventiva contra o acusado que está preso provisoriamente na cadeia local. Ele é acusado também por crime hediondo. O ex-diretor sofreu ferimentos graves e ontem passou por exames em Ribeirão Preto. Esta semana prestou depoimento ao delegado Gonini Junior em sua casa em Santa Rosa e revelou detalhes do brutal ataque que sofreu no dia 11 em sua casa. O ex-diretor de educação do município Valter Pereira viveu 36 horas de agonia abandonado no meio do mato, mortalmente ferido, se esvaindo em sangue antes que fosse salvo por um sitiante que passou por onde ele estava e o trouxe para o hospital local. Nesta terça feira Valter prestou depoimento ao delegado Gonini Júnior em sua casa onde se recupera do choque e contou, em detalhes, como tudo aconteceu em sua casa na noite de terçafeira, dia 11, até o dia em que foi encontrado, dia 13. Ele diz que naquela noite, por volta das nove horas, tinha recebido em sua casa clientes que combinaram festas de aniversário e casamento que ele faria. Ele havia recebido oitocentos reais antecipados dos clientes. Quando já tinha fechado o portão de entrada, na saída do último cliente, a campainha tocou e ele pensou que se tratava do casal de volta para acertar algum detalhe da festa, mas era o João Fernando, que tinha trazido um currículo para ser contratado. Abrindo o portão Valter já foi ameaçado por João, obrigando-o a

entrar na casa sob ameaça de um canivete. Os dois entraram na casa João atingiu Valter na cabeça com uma forma de ferro de sapateiro e o empresário ficou tonto, sem sentido. Já dentro da casa, quase desmaiando, Valter disse que o agress or poderia pegar o dinheiro que tinha recebido, carro e mais o que quisesse, mas o rapaz continuou com as agressões nas costas com o canivete. Valter conta pediu pelo amor de Deus que ele parasse com a violência implorando pelos seus três filhos que tinha para criar, que ele podia levar tudo que quisesse, mas o rapaz continuou com a agressão. Foi quando o bandido cortou a garganta de Valter, deixando um rastro de sangue nos ladrilhos, quando o puxou, com uma cinta, pelos cômodos da casa. Segundo o delegado Gonini Junior, o corte foi profundo passando raspando pela artéria. "Não morreu por s orte, porque se atingisse a artéria ele morreria", diz o delegado. Jogado no mato Valter conta que depois que o rapaz o deixou na cama,

semidesmaiado, não se lembra exatamente do que aconteceu depois dis so, com tanta clareza. Apenas que se fingiu de morto e que foi embrulhado nos lençóis da cama e jogado no porta-malas de s eu carro e levado para algum lugar. Jogado numa vala da estrada rural, Valter conta que continuou semi acordado. Conta ainda que o rapaz saiu com o carro de Valter, mas ouviu quando ele voltou um tempo depois e pisoteou seu corpo e deu vários chutes nele para verificar se ele es tava morto e ainda jogou um pouc o de terra em cima dele antes de ir embora de vez. Agonia - A partir daí, Valter passou por verdadeira agonia até ser descoberto. Diz que não sentia nada, e que com a mão, percebia que seu pescoço e peito estavam úmidos e que pegou terra do chão e colocou no pescoço para secar a umidade. Revela que se manteve acordado com muito esforço e graças às picadas de formigas que não o deixavam dormir. Diz que ficou sem movimentos do braço direito porque o corte do

canivete tinha seccionado um nervo. Quando percebeu que tinha amanhecido, tentou matar a sede comendo brotos de cana e comendo barro úmido. Passou o dia inteiro nesta situação sem forças, um braço inerte, mas já sem sangramento, porque a terra que colocou no pescoço tinha estancado o sangue. Conta no depoimento que se agarrou a sua fé em Deus e a seus santos protetores. "Foi o que me valeu". Mais uma noite - O dia pas sou e Valter continuou na valeta, passando fome e sede, mas sem perder a esperança. Picado de formigas tentava ficar sempre acordado porque poderia passar alguém por ali. De manhã, ele diz que acordou e ouviu barulho de carros passando e resolveu tentar sair a procura de ajuda. Com um braço sem forças, conseguiu colocar uma camisa que João tinha deixado no local, para segurar o braço. Conseguiu ficar de joelhos, encontrou uma vara por perto e começou a se arrastar rumo ao barulho dos carros, onde ele acreditava que tinha uma estra-

da. Se arrastou por cerca de meio quilômetro até perceber que estava perto da estrada. Foi quando viu um fusca que passava, deu sinais, mas o carro foi embora. Sem forças e debilitado, continuou no local quando o mesmo fusca retornou, pois ele foi reconhecido, e ele foi colocado no carro pelo sitiante que o levou para o hospital, rumo à salvação. Assistido em Santa Rosa, foi levado para Ribeirão Preto onde passou por cirurgia. Re cuperado - Es ta semana Valter voltou a Ribeirão Preto para novos exames, mas segundo familiares ele está bem se recuperando rapidamente e com a c abeça sem traumas . "Graças a Deus", disse ele. O delegado acredita que o crime foi premeditado, pois João Fernando havia saído de casa dizendo a namorada que iria comprar um carro. No dia que foi encontrado Valter contou ao delegado Gonini Junior o nome do autor e João Fernando foi preso em sua casa com notebook, carteira e outros pertences de Valter, além de carro roubado, que estava

Valter se recupera bem

na garagem sem placas e coberto com um lençol.


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Árvore da "Joaquina"

Advogado estuda pedir intervenção da promotoria O advogado Diego Henrique da Silva, presidente da Associação de Moradores, disse essa semana que solicitou informações da Divisão de Meio Ambiente, relativas ao corte da árvore centenária do loteamento Nova Canaã. "Confirmaram que o corte foi suspenso para estudo do projeto na tentativa de manter a árvore no local, e, caso concluam que o corte é mesmo inevitável, se comprometeram a nos avisar com antecedência", diz ele. "Estou estudando pedir à promotoria que investigue o caso, mas, primeiro, quero ter acesso ao projeto e ao TAC. O TAC é muito importante porque vai revelar, por exemplo, onde, quando e quantas árvores serão plantadas na compensação pelo corte", frisou. Para finalizar o advogado emendou: "Esperamos com isso deixar claro para a população que todos os esforços foram tomados no sentido de preservar a árvore, mas, se não restar alternativa, temos que aceitar o fato e não ficar contra o dono do empreendimento que afinal está proporcionando desenvolvimento à cidade".

FALA NOSSO TETO

Serginho Gomes

Nem inaugurou e já picharam o Anfiteatro

Pintores reprovaram a pichação "Uma obra destinada a promover a Cultura deveria ser tratada com mais respeito, principalmente por quem mais dela necessita". O Anfiteatro da praça Zuleika de M. Moura Balbão foi pichado assim que os trabalhadores da Cagicon, empresa local que construiu a obra, retiraram os tapumes na tarde de segunda-feira, 24. O prédio amanheceu pichado por desconhecidos e indignou os trabalhadores que na manhã de terça-feira, chegaram para dar os últimos retoques e deixar tudo nos "trinques" para a entrega o Anfiteatro à prefeitura, o que ocorreu no dia de ontem. "A sensação é de tristeza. Dinheiro do povo que ele mesmo rasga porque o prejuízo é ele mesmo quem vai pagar. O próprio homem transforma as bênçãos de Deus em maldição", disseram, Willians Menos, Renato Pelógia, e José dos Reis - Zezinho Pedreiro. Cidadãos Santa-rosenses que trabalharam na construção. A inauguração da obra é aguardada pelo povo que repudia vandalismo.

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Qualidade do asfalto divide opiniões Semana passada moradores questionaram nas redes sociais a qualidade do asfalto aplicado na avenida Joaquina Custódia Ribeiro. Na ocasião, O Jornalzão esteve no local e conversou com diversos moradores, inclusive com a senhora que cavou o asfalto com uma colher de cozinha. Levamos o problema ao conhecimento dos trabalhadores da empresa responsável pelo serviço, que estavam pelo local. Eles disseram que isso estava acontecendo porque não havia dado tempo de "cura" do asfalto que, segundo eles, leva em média uma semana. Eles também disseram que motoristas estavam desrespeitando as faixas que impediam o acesso de veículos no asfalto recém-colocado: "Qualquer veículo que passar vai fazer o asfalto se soltar. Nós estamos fazemos o serviço conforme foi contratado, Com fundação aproximada de 20 centímetros e com 4 cm de camada de asfalto.O asfalto é de qualidade", garantiram. Essa semana, depois do tempo de "cura" do asfalto voltamos ao local. O asfalto não se desprende mais aos golpes de colher, mas o povo está dividido a cerca da sua qualidade. Uns dizem que está bom e outros dizem que não. Discórdias à parte em uma coisa todos concordam: A prefeitura tem que fiscalizar a obra para garantir sua qualidade, sob o risco de, em pouco tempo, ter que correr com o pires na mão atrás de verba para recapeá-la.

Semana passada o asfalto esfarelava, hoje não


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JO RN Z ÃO OOJOR NAAL LZÃ O - EDClélia . 971 - 29/11/2014 Zanardo ED IÇ ÃO 971 29/11 /2014

cleliazanardo@bol.com.br

SOCIAIS

APACOS Associação Paulista dos Colunistas Sociais

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