Sandro Aguilar em Berlim: “Tenho fama de fazer filmes para hostilizar os espetadores, mas não é verdade” insider.pt/2018/02/24/sandro-aguilar-em-berlim-tenho-fama-de-fazer-filmes-para-hostilizar-os-espetadores-mas-nao-everdade/ Paulo Portugal
edf Paulo Portugal, em Berlim Podemos dizer que Sandro Aguilar assombrou o festival de Berlim. Pelo menos durante as diversas projeções de Mariphasa, a segunda longa metragem do cineasta português selecionada para secção do Fórum, seguramente aquela que acolhe os projetos mais experimentais da Berlinale. E fê-lo até com algum desvio das suas curtas anteriores (ao todo já são 14), embora sem adotar um alinha narrativa evidente, com um filme de emoções e sensações próximo do género de terror. De festo, Sandro Aquilar foi um dos três portugueses selecionados no Fórum – os outros são André Gil Mata, com Drvo/The Tree, e ainda João Viana, com Our Madness. Isto para além dos outros três portugueses que concorreram nas curtas-metragens. Foi na sala mítica do cinema Arsenal, agora renovado na super-moderna Praça Sony, mesmo ao lado da Potsdamer Platz, considerado o quartel general do Fórum, que a equipa assistiu à sessão oficial, na companhia de vários amigos, bem como o produtor Luís Urbano, sócio com Sandro Aguilar da produtora O Som e a Fúria, abrilhantada também presença de vários elementos do ICA, em particular do seu Presidente, Luís Chaby Vaz.
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