Projecto Estratégico RDA

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Recreio Desportivo de Ă gueda Fundado em 10 de Abril de 1924

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Recreio Desportivo de Águeda Fundado em 10 de Abril de 1924

Uma ambição Um compromisso Um rumo

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Recreio Desportivo de Águeda Fundado em 10 de Abril de 1924

SUMÁRIO INTRODUÇÃO..........................................................................4 COMUNICAÇÃO E GESTÃO DA IMAGEM..............................5 DIVULGAÇÃO E MARKETING.................................................6 APOIO PEDAGÓGICO-SOCIAL...............................................7 ANÁLISE DO JOGO..................................................................8 METODOLOGIA DO TREINO...................................................9 RECRUTAMENTO DE ACTIVOS.............................................10 VALORIZAÇÃO DE ACTIVOS..................................................11 TORNEIOS................................................................................12 AVALIAÇÃO..............................................................................13 CONSIDERAÇÕES...................................................................14

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INTRODUÇÃO O trabalho que vamos realizar pretende organizar, tornar eficiente e eficaz o futebol de formação do clube, por isso procura examinar a tridimensionalidade (o clube-empresa / o(s) indivíduo(s), o desporto (futebol) e a sociedade de um modo coerente, sistemático e pragmático. A forma como propomos resolver o paradigma da organização no futebol de formação do Recreio Desportivo de Águeda, assenta num modelo de desenvolvimento centrado no jogador, comparticipado por uma forte estrutura organizacional e infraestrutural, em que a interpelação será privilegiada no sentido da procura da “primazia desportiva”. Com a regulamentação introdução das Sociedades Anónimas Desportivas no desporto de alta competição em Portugal, os seus activos (jogadores) passaram a ser mais-valias da organização, digamos que o património, que importa detetar, desenvolver e rentabilizar, sem no entanto delapidar.

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2 – COMUNICAÇÃO E GESTÃO DA IMAGEM

A temática comunicacional assume alguns contornos, sob os quais se definem as linhas de intervenção de uma organização. Propomos que se considerem três aspetos: A comunicação deve assumir a função de transmissão de mensagens; A participação deve ser estimulada, pois, favorece o sentimento de pertença a grupos ou coletividades, aproximando-se, deste modo, a comunidade ao clube; Que estimule um conjunto de valores que sejam caracterizados de comportamentos, de vontades e de pessoas;

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3 – DIVULGAÇÃO E MARKETING

É necessário credibilizar o futebol de formação, divulgando-o para o exterior, para a miro-comunidade (regional) e para a macro comunidade (nacional). Qualquer iniciativa do clube deve ser por um lado bem divulgada, suficientemente sugestiva e por outro que as pessoas sintam vontade de se aproximar do clube, porque o mesmo proporciona serviços de qualidade e tem associada uma boa imagem que fomenta a atração.

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4 – APOIO PEDAGÓGICO-SOCIAL Entronca na problemática do êxito escolar das crianças, dos jovens e dos adolescentes jogadores de futebol e no papel que os clubes devem desempenhar. Deve ser promovido um trabalho integrado entre o clube, os encarregados de educação e os treinadores no que à escola diz respeito. O fator pedagógico-social assume cada vez mais importância, quando pensamos em jogadores que combinam níveis adequados de ativação mental e de controlo atencional. O jogador inteligente é realmente uma mais-valia nas organizações desportivas. No essencial a partir do momento em que as noções de comunicação, significado e interpretação dos processos de aprendizagem, treino e competição se tornem relevantes. Elegemos o jogador estudante, porque o mesmo integra e atribui, de um modo mais abrangente, ao conhecimento e á mestria na tarefa com vista à especialização.

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5 – ANÁLISE DO JOGO A análise do jogo apresenta-se como o estudo cuidado da competição, de modo a quantificar e qualificar a efetividade das suas ações, em todos os seus domínios, salientando os fator e os comportamentos relevantes que contribuem para o seu rendimento. Identificando e caracterizando as suas tendências evolutivas e servindo como um verdadeiro instrumento de controlo e avaliação da prestação dos jogadores e das equipas. Com o entendimento evolutivo da realidade do futebol, torna-se necessário que as variáveis presentes se desenvolvam, de acordo com um processo correto e coerente de compreensão (observação) e interpretação (análise) do conteúdo do jogo de futebol.

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6 – METODOLOGIA DO TREINO Após o diagnóstico inicial, posterior análise, devendo ser sujeita à intervenção por parte do Treinador da Equipa Principal. No entanto, importa referir que deve acima de tudo existir um modelo de clube, consequentemente de jogo e não de treinador. Para tal, deve existir uma relação estreita com o Técnico da Equipa Principal, entre outros que se julgue adequado. Definições suscetíveis de abordagem – entendimento – desenvolvimento: Planeamento/Programação/Periodização; Modelo de Clube; Modelo de Jogo; Modelo de Treino; Modelo de Treinador; Modelo de Jogador; Definição de prioridades, das medidas complementares e dos instrumentos.

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7 – RECRUTAMENTO DE ACTIVOS

A procura de jogadores (e de treinadores) dotados, centra-se na seleção, deteção e recrutamento de talentos (ativos), sobremaneira importante no futebol para ser descurado, apresentando-se obviamente como uma mais-valia das organizações desportivas contemporâneas.

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8 – VALORIZAÇÃO DE ACTIVOS A valorização dos ativos centra-se na experiência internacional dos jogadores pertencentes os quadros do clube, com as presenças nas seleções distritais e nacionais. Integra-se também no âmbito de valorização dos ativos, naturalmente, o sector diretivo, médico e sobretudo o sector técnico, os treinadores. No sentido de que a estrutura organizativa permita (assegure) que os agentes supra referidos atualizem contínua e permanentemente os seus conhecimentos.

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9 – TORNEIOS

Sugere-se a participação nos melhores torneios, uma vez que os mesmos são fundamentais e repercutemse positivamente na formação dos jovens jogadores de futebol. Devemos também considerar em termos promocionais a importância de participar nos melhores torneios nacionais.

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10 – AVALIAÇÃO

A avaliação constitui-se como uma das bases essenciais das organizações desportivas e de toda a metodologia do treino. De onde se obtém informações objetivas e valiosas para possíveis decisões a serem tomadas no processo de aprendizagem desenvolvimento dos jovens jogadores de futebol e da organização desportiva.

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11 – CONSIDERAÇÕES É necessário então definir-se um modelo que seja interpretado por um estilo onde se combinem valores de disciplina, programas de treino de qualidade e exigentes, mas com cuidado e sensibilidade para com os jogadores. É indispensável transmitir-se aos jogadores uma cultura especial “marca da casa”, que os envolva e preencha dentro de uma identidade comum, reforçada pela mentalidade dos treinadores que pensam a longo prazo quanto aos jogadores e ao modelo de jogo adaptado. Este trabalho terá tanto mais impacto quanto maior for à sua volta a congruência entre o fator político em que deve existir vontade, decisão política de fazer. O fator económico pois deve ser rentável. O fator organizacional, determinante, porque os objetivos da organização devem ser compatíveis e com as pessoas apropriadas para o efeito. O fator técnico pela necessidade de disponibilizar e de utilizar a tecnologia necessária para a sua realização. E o fator sócio cultural no sentido da existência de um consenso social relativamente aos sectores envolvidos.

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Queremos que o recreio seja um grande Clube, tĂŁo grande como os maiores do Distrito.

O Clube

A Cidade

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