Portfรณlio.AlexandraTrofin
Alexandra Trofin data de nascimento: 7 de Janeiro 1992 nacionalidade: romena email: alexandra.trofin.7@gmail.com número telemóvel: +351 924 396 534 (PT) +40 722 972 156 (RO)
EDUCAÇÃO 2015- 2016 Departamento de Arquitectura Universidade de Coimbra, Portugal 2014-2015 Curso Intensivo da Lingua e Cultura Portuguesa Universidade de Ouest Timișoara, Roménia 2011- presente Faculdade de Arquitectura Universidade Politecnica de Timișoara, Roménia 2007-2011 Colégio Nacional Traian Lalescu Reșița.Roménia perfil real 2008- Escola Superior Alberto Sampaio. Braga. Portugal perfil artes visuais 1999-2007 Escola das Artes Sabin Păuță. Reșița. Roménia perfil músico. instrumento_piano
ABILITAÇÕES INFORMATICAS instrumentos graficos: Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, Adobe InDesign. instrumentos de modelação 3D: ArchiCAD, Rhinoceros, Grasshopper, Sketchup. AutoCAD. instrumentos de visualisação: Artlantis, Maxwell (ArhiCAD 18), Vray. LINGUAS inglês francês português romeno - lingua materna
EXPERIÊNCIA DE TRABALHO 2015 e 2017 VitaminArchitects Timișoara, Roménia www.vitamina.ro 2016 Lexarq Arquitectura, Braga, Portugal www.lexarq.pt 2017 Q Architects Timișoara, Roménia OUTRAS ACTIVIDADES 2017 explicador particular da língua portuguesa em Timișoara 2015-2016 membro activo na equipe da revista NU (Darq UC) 2014-2017 voluntariádo na programa Brincar à arquitectura que presupõe ensinar numa maneira pertinente às crianças sobre arquitectura e espirito cívico. 2014 coordonador do A0 - Festival de arquitectura em Timișoara 2013 coordonador e introdutor do evento Seri(i)le D’arc PREMIOS E EXPOSIÇÕES 2017 projecto escolhido para realização na Vienna Design Week 2017 exposição fotográfica A Saudade se traduz 2016 artigo Brincar à arquitectura na revista NU (Darq), número Raiz 2015 menção BAUMIT - Reabilitação de um bairro social 2015 apresentação do projecto participante IVA ao evento Seri(i)le D’arc 2013 finalista C|A|S|A - Concurso Anual dos Estudantes em Arquitectura 2013 prémio universitário para a Casa Idéal 2013 prémio especial para as actividades extracurriculais 2013 exposição dos projectos finalistas C|A|S|A em Timișoara e Cluj 2013 exposição de maquete no Mokum Café Timișoara WORKSHOPS 2016 Biennial da arquitectura Timișoara - Yes, but there is a problem 2015 Student Fest Conflict - FABRICamos o espaço criativo 2014 Radical Island Blaster - coordenado por Parasite 2.0, no ambito da Annual da arquitectura da Timișoara. 2014 Sky Hill workshop do verão - restauração de casas vernáculas. 2013 Workshop Hodoni - realização de um pavilião em madeira - conceito, pormenores e processo constructivo
1. Centro cultural na cidade do Porto 1º ano do mestrado (2015-2016) 5ºano-Erasmus Departamento de Arquitectura, FCTUC, Coimbra prof. António Lousa
A aréa de interesse no desenvolvimento deste projecto fica entre a Ponte do Luís I e a Ponte do Infante na cidade do Porto, ao norte do Douro. O factor impressionante do sítio de intervenção é a relação fabulosa entre o edificado e o elemento natural, as vistas espectaculares e as alturas que oferecem a posibilidade de explorar a cidade verticalmente. A aréa do Passeio das Fontainhas é parte de uma malha bastante desfragmentada e problemática por causa do viaducto (R. Gen. Sousa Dias) que corta agresivamente o sítio ao meio, mas no mesmo tempo, consegue resolver grandes problemas do trafégo auto na escala urbana e gera, debaixo dele, espaços cobertos com potencial para explorar. O enunciado do projecto era de desenvolver uma estratégia pertinente para incluir na cidade do Porto um centro cultural de grandes dimenções com atelieres do trabalho, residências temporárias e galerias, tal como completar as funções existentes com o que fosse necessário para melhorar-lhes a função. É assim como apareceu a biblioteca que vem a continuar a Universidade de Lusófona e uma torre dedicada aos alunos da escola situada na Rua do Sol. Como solução foi escolhida uma abordagem tipo pavilionário, separando em camadas as funções tão diferentes. A residencial ficou no interior da malha já existente, reanimando dois edifícios abandonados e oferecendo uma experiência temporária de viver autenticamente nuns dos bairros mais antigos da cidade. A aréa do trabalho (os atelieres e a biblioteca) desce até o contacto com a base do viaducto, criando pátios ou zonas cobertas, tal como uma galeria em ar livre. A última camada é a do espectáculo e expôr em si, que desce na escarpa e que trata igualmente a arte e o sítio, a materialidade e as vistas, o espectaculo e o espaço.
aréa das residências temporarias biblioteca, atelieres do trabalho e pavilhão das feiras do bairro blackbox, galerías e restaurante, torre dos alunos
O blackbox foi a parte que chegou a ser detalhada no âmbito do ateliere do projecto; ele funciona como um conector urbano vertical que liga a cota da ribeira à do Passeio das Fontaínhas, com ou sem a experiência do espectaculo artistico. O edifício é pouco intrusívo do nível da entrada princípal, a sua característica sendo o desenvolvimento na altura da escarpa que agora é acessível em vários pontos devido às plataformas criadas, cada uma com um carácter próprio.
elevadores
entrada principal
escadas
Passeio das Fontainhas
esplanada das galerías
accesso elevador panorámico
parcurso pedestro
acceso auto
O edifício é organizado por uma lógica muito simples, os espaços principais entre os corpos de circulações verticais que o apoia, não apenas funcionalmente mas também estruturalmente, com um nível livre de esplanada entre cada caixa funcional. As paredes frontais do espaço de espectaculo são constituídos pela a vista, respectivamente pela escarpa.
planta piso accesso
planta piso accesso nas galerĂas
planta piso da esplanada e zona tĂŠcnica
planta piso das galerĂas para espectatores
planta piso das camarinhas
A
C
B
D
E
F
G
H
P3'
40
48
P3'
5 7.20
5
3.00 1.20
3.00
3.20
2.80
9 11
Altura interior= 4 m A: 19.55 m2 PAV: soalho macheado PAR: reboco branco TET: reboco branco
10
Corredor
8 12 7 13
1.20
6
40
5
1.755
15 4
5.60
40
1.30
14
10.50
16 3 17 2 18
1.795
1
P4
2.175
3.40
48
75
1.50 2.10
U1
1.00
P5
U1
1.50
10.50
U3
90
75 15
U2
U3
2.00
P4
P6
4 16.10
8
4
P3
9.36
U2
H int= 2.70 A:
52.37 m2 soalho madeira betão a vista reboco branco
PAV: PAR: TET:
3
15
3
2.25 2.10
2.55
2.70
25.00
Corredor-backstage
P5
Corredor U3 3.70
H int= 2.7m A: 17.31 m2 PAV: soalho madeira PAR: reboco branco TET: reboco branco
P4
U1
1.50 2.10
U1
1.50 2.10
6.00
P4
85
P3
1.60
20
1.60
1
2
2
18 2
2.00
17
H int variável 3-10m A: 297.23 m 2 soalho madeira sportiva PAV: PAR: betão a vista técnico TET:
11
3.60
10
1.55
4.50
12
9
15
13
8
P4
2.865
3.60
14
7
4.70
15
6
75
5
90
16 4
BlackBox 2.40
75
18 x 17 = 3.10
3
P5
P1
2.40
80
P2
P2
1.15 56
3.40
P1
1.50
78
2.40 P2
P1
52
1 P1
1.00
1
3.52
3.52
56
3.52
2.80
13.60
3.52
12.88
P2
1.15
12.88
56
3.40
56
3.80
4.52 20.92
A
B
C
D
E
F
G
H
planta técnica do piso do espaço principal
+5.30
3
4
5
5.30
4.15
4.15
2.84
31
925
+2.23
- pavimento - calçada portuguesa - gravilha - 2x telas bituminosasas hidroisolamento - difusão - primer - betão inclinado - isolamento termico 80 mm - barreira de vápores - laje betão 310 mm - sistema linear de insuflação HVAC - montantes de piso técnico tipo Knauf pedra calcária lioz solancis model Saint Raphael D´ore 30x250x9 60mm
2.10
3.30
2.70
- seixos Esmaroz cinzento - gravilha - betão leve 30 mm - isolamento termico 80 mm - 2x telas bituminosas hidroisolamento - difusão - primer - betão inclinado - laje bubbledeck 310 mm - sistema linear de insuflação HVAC - teto suspenso, grelha metálica 30 mm
2
1
3.10
31
90 2.70
52 2.70 46
-6.86
2.50
2.15
- pedra calcária lioz solancis model Saint Raphael D´ore 30x250x9 60mm - argamassa flexível - betão leve 30 mm - isolamento térmico esferovite extrudado 80 mm - 2x telas bituminosas hidroisolamento - difusão - primer - betão inclinado - laje bubbledeck 310 mm
3.00
-4.12
31
-3.60
31
- pedra calcária lioz solancis model Saint Raphael D´ore 30x250x9 60mm - argamassa flexível - betão leve 30 mm - laje bubbledeck 310 mm - isolamento térmico esferovite expandado 80 mm fixação mecánica - pedra calcária lioz solancis model Saint Raphael D´ore 30x250x9 60mm
6.70
6.30
0.00
6.00
6.60
1.25
8.60
-10.32
2.70
- soalho macheado sportivo em madeira maciça trés camadas Kahrs Activity 30x200x2423 mm, Oak Mocha - 2 paineis OSB 50 mm - sistema montagem 50 mm - suporto plataforma hidraúlica SPIRALIFT HD9
36 2.67
2.70 31
51 2.70
3.00
-22.00 33
-22.42
15
- pedra calcária lioz solancis model Saint Raphael D´ore 30x250x9 60mm - argamassa flexível - betão leve 30 mm - isolamento térmico esferovite extrudado 80 mm - 2x telas bituminosas hidroisolamento - difusão - primer - laje betão 150 mm - reboco branco 20 mm
-19.30
90
- betão leve 30 mm - laje bubbledeck 310 mm - isolamento térmico esferovite expandado 80 mm fixação mecanica - pedra calcária lioz solancis model Saint Raphael D´ore 30x250x9 60mm
31
-15.75
2.50
-27.75 -28.30
40
- soalho macheado em madeira 7mm - cola 5 mm - betão leve 50 mm - tela de separação - laje 400 mm - telas hidroisolamento - isolamento termico esforovite extrudado 120 mm - drenagem 20 mm - geotêxtil - gravilha - escarpa - pedra natural
2.60
15
26
2.70
- soalho macheado em madeira 7mm - cola 5 mm - betão leve 50 mm - tela de separação - isolamento fónico 30 mm - laje 150 mm - reboco 20 mm
2.80
- soalho macheado sportivo em madeira maciça trés camadas Kahrs Activity 30x200x2423 mm, Oak Mocha - betão de egalização 20 mm - laje bubbledeck 310 mm
3.60
6.00
2.70
10.50
- piatră calcaroasă lioz - mortar flexibil - șapă suport 2cm - geotextil - pietriș - pământ natural, rocă
1
GSEducationalVersion
2
3
4
5
2. A story of Møllendal: the reclaiming process participação à Europan 13 Bergen, Noruega 4º ano (2015) Faculdade de Arquitectura UPT Timișoara
A 13ª sessão do Europan procurou o desenvolvimento de estratégias com o objetivo de iniciar a cultura urbana com base nas iniciativas criativas, novos processos de envolvimento e modelos de coexistência em áreas privadas e públicas. O projeto cria um plano de recuperação de Møllendal, esse sítio sempre inacessível, planejando um processo no qual as pessoas gradualmente se encontram com essa identidade recém-aberta e depois se estabelecem nela. O processo começa por marcar o lugar e ativá-lo através de áreas de banho, um parque e o passeio marítimo e iluminando o “Sol” - o antigo edifício Belsen - que representa o núcleo da comunidade, o local de encontro e o dispositivo de iluminação para os dias escuros de inverno em Bergen. Depois de se familiarizarem com isso, as pessoas são convidadas a participar na configuração do projeto de habitação: uma estrutura que contém várias tipologias de espaços compartilhados e, ao reunir-se e negociar entre si, eles preenchem a estrutura para que todos tenham uma configuração ideal.
1916: vista estica do Møllendal, o sítio ainda não existente. A gente aproveita simplesemente Store Lungegårdsvannet
1960: a aréa nova do Møllendal, sempre fechada. Observe a falta de barcos ao redor de sua costa
2010: Ainda inacessível e distanciado do resto do bairro
2015+: Totalmente aberto às pessoas, convidandoos a se familiarizarem com o parque, zona de banho e reinventar a identidade de Møllendal
o “Sol” - o antigo edifício Belsen
Como o apartamento médio norueguês tem cerca de 60-70 metros quadrados, requer o máximo da luz natural quanto possível, tem uma afinidade predominante com uma configuração de dois andares, mas ainda deve ser adaptável a qualquer tipo de habitante, propomos um elemento bastante incomum : um cubículo de 6x6x6 metros - uma entidade espacial - que, por meio da repetição, cria uma estrutura que espera ser preenchida com apartamentos.
A negociação começam quando as pessoas recebem um mapa de diferentes tipos de espaços compartilhados - grandes cozinhas, saunas, ginásios, salas de estar comuns, área de recreação para crianças, jardins etc. - que são colocados dentro da estrutura. Eles têm que escolher o seu espaço compartilhado favorito e ligar seu apartamento para ele, tendo em mente as posições dos apartamentos vizinhos. Depois de cuidar do relacionamento com os vizinhos, pode-se concentrar em personalizar seus próprios cubículo(s), que também deve ser preenchido: os futuros habitantes têm uma grande paleta de módulos que eles podem escolher e através da aplicação online, colocá-los para atender às suas próprias necessidades e criar seu próprio apartamento personalizado.
A essência do projecto é o processo antes da construção dos apartamentos: os futuros vizinhos se familiarizam, eles devem discutir, imaginar a estrutura preenchida em conjunto, para compartilhar, de modo que, no tempo, mesmo antes de serem construídos, a habitação em Møllendal se torna Um lugar que leva tanto espaço no pensamento, que todos começam a vê-lo.
Os habitantes podem mudar, o clima pode mudar, as funções podem mudar, a economia pode mudar.Todas as coisas vão e vêm. A estrutura e a água permanecem simples, presentes, intemporais.
3. Light as structure participação à International Velux Award 3º ano (2014) Faculdade de Arquitectura UPT Timișoara
light as structure, light as a gift “ Light, light, the visible reminder of the Invisible Light “ (T.S. Eliot) Tudo vive através da luz. Baseando-nos neste princípio, propomos um pavilhão que prospera na luz natural e se retira silenciosamente para o resto do dia, enquadrando seu contexto, sublinhando a sua beleza. Consiste em duas placas de alumínio opacas e leves, suportadas por numerosas colunas acrílicas transparentes, diretamente conectadas ao topo da laje superior. À medida que a luz natural penetra nas colunas, elas ficam mais presentes e a luz age como uma estrutura para as lajes. Mas quando as colunas permanecem apagadas, refletem as luzes circundantes, e a estrutura do pavilhão responde ao seu contexto, escondendo-se suavemente em favor da imagem recém-moldada. O pavilhão proposto é um espaço de contemplação. Com um significado tão poderoso, requer uma interação direta com as pessoas internas, tanto física como espiritual. O pavilhão convida a criar uma conexão com o céu, oferecendo a possibilidade de levantar uma vela para ele. Simplesmente colocando a vela em uma placa correspondente a cada coluna, um mecanismo baseado no sensor de calor permite que a luz natural entre na coluna. Ao oferecer luz, recebes luz, e a estrutura do pavilhão revela-se. Ao invés de ser apenas um objeto escultural resfriado, o pavilhão, sob os efeitos do tempo, variando a densidade das colunas, a interação leve e direta com as pessoas, torna-se uma experiência sensorial completa e um mundo de vida.* *C.N. Schulz - Architecture: Presence, Language, Place
4. C | A | S | A finalista à Concurso Anual dos eStudantes em Arquitectura 2º ano (2013) Faculdade de Arquitectura UPT Timișoara professores: Oana Simionescu e Bogdan Demetrescu
Durante o semestre de primavera do 2º ano, de alguma forma, todas as escolas de arquitectura da Romênia têm o mesmo enunciado do projecto - habitação coletiva. Anos atrás, alguém veio com esta óptima idéia de fazer deste semestre uma competição nacional para os estudantes do segundo ano. Na minha geração, deveríamos projetar uma casa de quatro apartamentos na cidade de Târgu Mureş, na Romênia. Fomos confrontados com um sítio de canto delimitado por duas paredes cegas e algumas estranhas circunstâncias de escala. O sítio me inspirou a tratar o prédio como uma parede espessa que funcionará como sólido para cavar os apartamentos e, por outro lado, cria um pátio privado entre as paredes. Toda a circulação e atmosfera no pátio é altamente gerada pela chaminé da padaria que oferece uma forte identidade a esta casa.
5. Tischlein deck dich - experimento social projecto escolhido para participação na Vienna Design Week 30 sept - 10 oct 2017 www.viennadesignweek.at 2017 - colaboração com VitaminArchitects
No âmbito da Vienna Design Week deste ano foi pedido uma forma de design social na escala urbana. Como a comida tem um poder social tão grande em numerosas culturas, para esta edição da Vienna Design Week, a nossa proposta usa essa questão para reunir pessoas ao redor desta necessidade básica e testa as interações que as pessoas podem ter com o objeto proposto - o parcurso criado, a implicação, a participação e a disponibilidade. O valor multicultural inerente da gastronomia levou-nos a crie este objeto simples para oferecer uma oportunidade de expressar as diferenças culturais. O objecto Propómos duas caixas móveis que se podem abrir e se tornar uma mesa longa e uma aparador de trabalho e depósito, ambos simplesmente projetados em armações metálicas e folhas. A mesa, quando dobrada, pode ser usada como um carrinho para acomodar as cadeiras e facilmente transportá-los. Durante o festival Como evento de abertura de festival, a nossa equipe vai preparar comida romena para as pessoas das ruas da Viena. Vamos deixar as pessoas saberem que são livres para usar o pavilhão e se mover onde seja necessário, enquanto analisarmos discretamente as suas escolhas. Nos outros dias do festival, além do primeiro quando estamos no comando, vamos convidar membros ativos do grupo Street Food Vienna para participar e animar o objeto. Por outro lado, um outro objetivo deste pavilhão é ser um instrumento para a integração e a reunião multicultural, é por isso que estamos convidando os refugiados dos acampamentos em torno de Viena para expressar a sua cultura culinária e apropriado o objecto proposto, ao se juntar com os locais e participar do festival. O tabuleiro de trabalho funciona como um deposito geral a onde, qualquer pessoa que queira pode doar para o campo de refugiados onde o objecto continuará a sua vida após o festival.
folded
unfolded - long table
folded - cart like
6. The Smithsons - from theory to built project* 1º ano do mestrado - Darq, FCTUC trabalho realizado em língua portuguesa no ambito da cadeira Teoria da Arquitectura professor: Mário Krüger and Carolina Coelho
O “housing boom” dos anos 60, depois do restabelecimento da economia da Inglaterra a seguir a Segunda Guerra Mundial, deixou para atrás uma herança de edifícios brutalistas, em condições questionáveis. O desenvolvimento das torres de vidro e dos grandes bairros de negócios e escritórios de hoje alteraram a imagem dos antigos edifícios brutalistas na percepção dos londrinos, que os veem como monstruosidades de uma época já passada, como uma má lembrança. Há exemplos que conseguiram entrar na lista de monumentos elaborada pelo English Heritage, como a Torre Balfron e o Barbican, cuja manutenção sempre foi cuidadosamente feita, e que finalmente conseguiram o consentimento do público. Os Robin Hood Gardens, apesar de ser uma obra construída a partir de uma base teórica notável e com boas intenções de regeneração, não consegiu ficar na lista dos monumentos. Em 2008, a associação English Heritage recusa a listagem da obra, dividindo a opinião pública em duas: a maioria da população, que exige a demolição dos edifícios, e um grupo menor, geralmente constituído por arquitectos, que exige a listagem e a restauração dos Robin Hood Gardens. Foi a partir daqui que começou a polêmica sobre a valor da obra e a tentativa de esclarecer se foram os arquitectos que erraram no planeamento da habitação ou se foram as circunstâncias econômicas, políticas e sociais que causaram a falha dela - o que nós tentamos perceber através deste trabalho de pesquisa.
*https://issuu.com/alexandratrofin/docs/the_smithsons_-_robin_hood_gardens
7. Gulbenkian - arquitectura na paisagem contentor* 6º ano - 2016-2017 Faculdade de Arquitectura UPT, Timișoara trabalho realizado em língua romena no ambito da cadeira Teorias e métodos na arquitectura contemporânea professor: Ioan Andreescu
Da série de interações entre os objectos de arquitetura e a paisagem que os contem, uma relação que tem sido benéfico e extremamente poderoso é a simbiose entre os dois elementos do sistema, uma relação que nasce, entre outros exemplos, no caso da Fundação Calouste Gulbenkian de Lisboa. O objetivo deste estudo é identificar métodos que realizam a conexão, neste caso particular, e para investigar a possibilidade de criar tais interações entre arquitectura contemporânea e arquitectura paisagística. Dentro dos vários tipos de relacionamento que possam surgir entre arquitetura e paisagem, uns mais modernos e inovadores do que outros, a submissão da paisagem-espaço pelo objecto arquitectónico é inevitável e atemporal, tendo em conta a definição da própria arquitetura como “espaço de arte que se encontra em relacionamentos“. Ao longo da história da arquitectura distingue-se três tipos de interação entre arquitetura e paisagem contentor, gerendo relacionamentos de tipo contraste, fusão e reciprocas. Nenhuma destas não acontece na forma pura na prática, geralmente há uma combinação de dois deles, um deles sendo dominante.
* https://issuu.com/alexandratrofin/docs/trofin_alexandra
8. De-a arhitectura - Brincar à arquitectura voluntáriado 2014-2017 Timișoara de-a-arhitectura.ro
De-a Arhitectura é um programa para crianças (10-11 anos) cuja missão é de introduzir na currícula a arquitectura e a educação ambiental, para incentivar e orientar os professores na utilização do ambiente construído e arquitectura como recursos de aprendizagem, de uma maneira relacionada com as outras disciplinas. Durante o ano académico, os alunos aprendem noções complexos explicados pertinentamente sobre asuntos como a comunidade, a escala, a sustentabilidade e espírito cívico, tendo a possibilidade de os aplicar no trabalho final que é a maquete da cidade ideal imaginado por eles. Como voluntária, estou a ensinar as crianças os conhecimentos básicos de arquitectura e urbanismo através da observação direta e a análise do ambiente construído em que vivem, aplicando estes conceitos num processo criativo comum. O programa também aumenta a visibilidade do Ordem dos Arquitectos na sociedade e prepara os arquitectos voluntários para uma maior disponibilidade de comunicação com o público.
9. FABRIC_amos espaço criativo workshop 2015 Blue Park Timișoara transformatori.net/en/parcul-albastro-blue-park/
O Parque Azul é um espaço urbano aberto criado para acomodar actividades educacionais e de recréação para a comunidade roma do Fabric, um dos primeiros bairros de Timișoara, actualmente problemático do punto de vista social. Com o ONG În comunitate e em colaboração do grupo bulgáro Transformatori (transformatori.net) especializados em design social, no âmbito do StudentFEST - edição CONFLICTO, conseguímos envolver a comunidade roma na construção de um pavilhão temporário para eles usarem e cuidar.
10. Radical Island - reactivação do espaço público workshop 2014 dirigido por Parasite 2.0 Luca Marullo, Stefano Colombo, Eugenio Cosentino Timișoara, RO anualadearhitectura.ro/en/workshop-2 http://radicalislandtimisoara.tumblr.com/ http://www.parasiteparasite.com/
Em 1996 Lacaton & Vassal surpreenderam a cena da arquitectura europeia com um projecto de requalificação de espaço público, com a proposta radical do Palais de Tokyo, que simplesmente propôs de deixar o espaço tal como já estava, sem porém deixar de o considerar nas suas múltiplas possibilidades. O workshop Radical Islands quis construir um dispositivo nómada de baixo custo com o objetivo de reativar possíveis ilhas radicais na paisagem póssoviética de Timisoara, usando-o para reformular o processo de desenho do espaço público e começando pela criação de um espaço de debate entre os arquitectos e a sociedade, com a finalidade de ativar um processo e não necessariamente de encontrar uma solução definitiva. A praça foi transformada num laboratório activo no espaço público de Timisoara, transformando estes espaços residuais em espaços propulsivos e laboratórios de novas práticas, a função democrática está devolvida ao espaço urbano, através da ocupação prolongada (ou quase permanente). “Dreaming the islands, no matter whether with anguish or joy, it means dreaming of separating, of being alreadyseparated, far from continents, of being alone and lost, or rather starting again and recreating. There are derivedislands, but island is even that to which it’s drifting, and there are original islands but island is also origin, the radicaland absolute origin.” G. Deleuze, Causes and Reasons of Desert Islands
Alexandra Trofin, Junho 2017