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Figura 4 - Biblioteca Strahav - Praga

De acordo com Azevedo (2018) as bibliotecas universitárias medievais surgem com o aumento de estudiosos que ingressam nas universidades e a intensa produção de livros. Concomitantemente, houve a necessidade de mais espaços para armazenagem das obras o que fez com que algumas bibliotecas restritas se tornassem acessíveis ao público. No Renascimento, as bibliotecas tornam-se disseminadoras de informação. Nesse período, havia na sociedade o interesse em acumular poder e ampliar o status social através do conhecimento, com isso, as bibliotecas passaram a receber apoio e recursos da alta nobreza (ver figura 04). Foi nesse cenário que surgiu a preocupação e as primeiras técnicas e medidas de cuidado com os livros, a fim de garantir sua preservação à longo prazo, com intuito de repassar as informações através do tempo (SANTOS, 2012).

Figura 4 - Biblioteca Strahav - Praga

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Fonte: Panrotas (2016)

Sendo assim, a partir do Renascimento, às bibliotecas tornam-se espaço democrático e de consumo, como uma instituição da sociedade responsável pela instrução cultural, social e política ao indivíduo. Essa virada de chave deu-se no Renascimento justamente pelo entendimento da biblioteca como um espaço de conhecimento essencial para a disseminação de informações importantes para o desenvolvimento humano (SANTOS, 2012).

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