Diferentes Formas de Participação Societária
Quando pensamos na palavra “sociedade” é natural que imaginemos algo relacionado a um agrupamento de pessoas, a uma comunidade ou a um conjunto de indivíduos que moram em uma mesma cidade ou região.
Mas a palavra “sociedade” também tem um significado econômico e jurídico, no sentido de um grupo de pessoas que se une para formar uma empresa, com o objetivo de vender produtos ou serviços e gerar lucro.
Na “sociedade” em que vivemos as pessoas são chamadas de cidadãos. Todas essas pessoas são iguais perante a lei, devendo ter acesso aos mesmos direitos e cumprir os mesmos deveres e obrigações.
Já na “sociedade empresarial” cada membro que a integra é chamado de sócio e, ao contrário do que acontece na “sociedade”, esses membros podem ter direitos e deveres diferentes dentro da empresa.
O que define o conjunto de direitos e deveres de cada sócio da empresa é a sua forma de participação nessa “sociedade”, que é determinada pela fatia da empresa pertencente a cada sócio, conforme quantidade de dinheiro colocada na empresa.
Portanto, uma empresa, ou seja, uma “sociedade empresarial”, é composta pela soma de investimentos que cada pessoa, neste caso chamado de sócio, realiza nessa empresa, definindo também seus direitos e deveres dentro da instituição.
A participação de cada sócio na empresa pode acontecer de três formas:
AÇÃO - menor divisão/fração do capital social da empresa (valor total da empresa) adquiridas por pessoas que, nesse caso, são chamadas de acionistas, tendo o mercado de ações na bolsa de valores como amplo espaço de acesso à esse tipo de participação societária.
QUINHÃO - parte/porção de um sócio na divisão do todo da sociedade empresarial.
QUOTA - é a fatia de um sócio frente ao capital social da empresa (valor total da empresa) adquirida por meio do aporte de dinheiro ou de bens, sendo a forma mais comum de participação societária.
A divisão do percentual de participação de cada sócio no capital social da empresa (valor total da empresa), geralmente, é realizada de acordo com o volume de dinheiro empregado, mas pode ser realizada levando em consideração, também, aspectos relacionados a:
nível de conhecimento técnico do sócio sobre o produto ou serviço vendido pela empresa;
carteira de clientes trazida de outras empresas pelo sócio; tempo de dedicação à empresa.
Esses aspectos podem ser tão relevantes à implantação e ao desenvolvimento da empresa que uma pessoa pode vir a ser sócio de uma instituição mesmo sem a realização de qualquer aporte financeiro na “sociedade empresarial”.
Se você tem um bom nível de conhecimento em tecnologia da informação, já trabalhou em uma empresa nessa área e conhece muitos clientes para esse tipo de negócio, por exemplo, você pode ser convidado a ser sócio de uma empresa mesmo sem dinheiro para aplicar nessa organização.
Já pensou ser dono do próprio negócio?
Qual seria a sua forma de participação societária? Ações, quotas ou o seu conhecimento técnico e carteira de clientes será o seu trunfo para entrar em uma sociedade empresarial?
Networking é tudo!
O networking nada mais é do que criar uma rede de contatos. Um bom networking gera autoridade e faz com que você seja visto como uma referência. Isso acontece justamente porque mais pessoas conhecem seu trabalho e suas realizações.
Você pode ampliar sua rede de contatos participando de eventos, fazendo cursos, indo a workshops ou, até mesmo, se conectando com pessoas da sua área virtualmente, nas redes sociais.
Se você deseja ser dono do seu próprio negócio, comece desde já a criar sua rede de contato!
Referências:
https://michaelis.uol.com.br/
https://www.contabeis.com.br/artigos/4888/comodefinir-a-participacao-societaria-em-sua-empresa/
https://cotidiano.com.br/participacaosocietaria/#:~:text=A%20participa%C3%A7%C3%A3o %20societ%C3%A1ria%20de%20uma,tipo%20mais%20 conhecido%20no%20mercado.
https://laurentiz.com.br/participacao-societaria/
https://slap.law/participacao-societaria/