Revista InterBuss | Edição 340 | 16.04.2017

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AS MELHORES FOTOS DO PORTAL INTERBUSS, CONFIRA

interbuss PORQUE TRANSPORTE É VIDA | ANO 7 | N° 340 | 16 DE ABRIL DE 2017

203 NOVOS VOLVO NO PANAMÁ

Novos ônibus serão acrescidos à enorme frota da marca que já circula pela capital panamenha MERCEDES-BENZ LIDERA VENDAS NA ARGENTINA


UMA REVISTA

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NESTA EDIÇÃO A GRANDE MATÉRIA

Volvo vende mais ônibus ao

Mais de duas centenas de chassis com piso baixo foram vendidos à viaç SUMÁRIO

6 NOSSA OPINIÃO

12 PÔSTER

7 A IMAGEM MARCANTE

14 DEU NA IMP

8 A GRANDE MATÉRIA

16 REDE SOCIA

11 ADAMO BAZANI

18 O MELHOR D

As melhorias no transporte de São Paulo

A foto que marcou a semana no setor de transportes

Brasil precisa de muito mais ferrovias

Doria quer Hyundai fabricando ônibus no Brasil

Marcopolo Paradiso G6, p

As notas da imprensa espe

O seu espaço na InterBuss

As melhores fotos publicad


ANO 7 | Nº 340 | DOMINGO, 16 DE ABRIL DE 2017 | 1ª EDIÇÃO | CONCLUÍDA ÀS 21h12 (5ª) EDIÇÃO COM 24 PÁGINAS

Panamá

ção no Panamá

por Alyson Frank E. Ferreira

PRENSA ecializada

AL s

DA INTERBUSS das no Portal InterBuss

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O MELHOR DA INTERBUSS

Confira o que já saiu de melhor nas galerias do Portal InterBuss

As melhores fotos já publicadas no antigo Portal InterBuss

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A GRANDE MATÉRIA

Brasil precisaria de mais 850km de trilhos para atender demanda

Demanda está presente nas grandes cidades do país

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DEU NA IMPRENSA

Mercedes-Benz lidera vendas de pesados na Argentina

Caminhões e ônibus da marca tiveram crescimento de vendas

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REDE SOCIAL

Confira as melhores fotos que foram publicadas no Facebook

As melhores fotos da semana saem aqui na Interbuss!

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EXPEDIENTE

Uma publicação da InterBuss Comunicação Ltda. DIRETOR-PRESIDENTE / EDITOR-CHEFE Luciano de Angelo Roncolato JORNALISTA RESPONSÁVEL Luciano de Angelo Roncolato REVISÃO Luciano de Angelo Roncolato ARTE E DIAGRAMAÇÃO Luciano de Angelo Roncolato AGRADECIMENTOS DESTA EDIÇÃO Agradecemos à todos os colaboradores de todo o país pelas fotos enviadas esta semana para capa, matérias e pôster. SOBRE A REVISTA INTERBUSS A Revista InterBuss é uma publicação semanal do site Portal InterBuss com distribuição on-line livre para todo o mundo. Seu público-alvo são frotistas, empresários do setor de transportes, gerenciadores de trânsito e sistemas de transporte, poder público em geral e admiradores e entusiastas de ônibus de todo o Brasil e outros países. Todo o conteúdo da Revista InterBuss provenientes de fontes terceiras tem seu crédito dado sempre ao final de cada material. O material produzido pela nossa equipe é protegido pela lei de direitos autorais e sua reprodução é autorizada após um pedido feito por escrito, e enviado para o e-mail revista@ portalinterbuss.com.br. As fotos que ilustram todo o material da revista são de autoria própria e a reprodução também é autorizada apenas após um pedido formal via e-mail. As imagens de autoria terceira têm seu crédito disponibilizado na lateral da mesma e sua autorização de reprodução deve ser solicitada diretamente ao autor da foto, sem interferência da Revista InterBuss. A impressão da revista para fins particulares é previamente autorizada, sem necessidade de pedido. PARA ANUNCIAR Envie um e-mail para contato@portalinterbuss.com. br ou ligue para (19) 99483-2186 e converse com nosso setor de publicidade. Você poderá anunciar na Revista InterBuss, ou em qualquer um dos sites parceiros do grupo InterBuss, ou até em nosso site principal. Temos diversos planos e com certeza um deles se encaixa em seu orçamento. Consulte-nos! PARA ASSINAR Por enquanto, a Revista InterBuss está sendo disponibilizada livremente apenas pela internet, através do site www.revistainterbuss.com.br. Por esse motivo, não é possível fazer uma assinatura da mesma. Porém, você pode se inscrever para receber um alerta assim que a próxima edição sair. Basta enviar uma mensagem para revista@portalinterbuss.com.br e faremos o cadastro de seu e-mail ou telefone e você será avisado. CONTATO A Revista InterBuss é um espaço democrático onde todos têm voz ativa. Você pode enviar sua sugestão de pauta, ou até uma matéria completa, pode enviar também sua crítica, elogio, ou simplesmente conversar com qualquer pessoa de nossa equipe de colunistas ou de repórteres. Envie seu e-mail para revista@ portalinterbuss.com.br ou contato@portalinterbuss. com.br. Procuramos atender a todos o mais rápido possível. A EQUIPE INTERBUSS A equipe do Portal InterBuss existe desde 2000, desde quando o primeiro site foi ao ar. De lá pra cá, tivemos grandes conquistas e conseguimos contatos com os mais importantes setores do transporte nacional, sempre para trazer tudo para você em primeira mão com responsabilidade e qualidade. Por conta disso, algumas pessoas usam de má fé, tentando ter acesso a pessoas e lugares utilizando o nome do Portal InterBuss, falando que é de nossa equipe. Por conta disso, instruímos a todos que os integrantes oficiais do Portal e Revista InterBuss são devidamente identificados com um crachá oficial, que informa o nome completo do integrante, mais o seu cargo dentro do site e da revista. Qualquer pessoa que disser ser da nossa equipe e não estiver devidamente identificada, não tem autorização para falar em nosso nome, e não nos responsabilizamos por informações passadas ou autorização de entradas dadas a essas pessoas. Qualquer dúvida, por favor entre em contato pelo e-mail contato@portalinterbuss.com.br ou pelo telefone (19) 99483.2186, sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia.

NOSSA OPINIÃO

Editorial

As melhorias no transporte de São Paulo Nas últimas semanas temos publicado um grande número de matérias e outros textos sobre a prefeitura de São Paulo e seu comandante, o empresário João Doria Jr., que está com grandes ideias para melhorar o sistema de transporte público por ônibus da maior cidade do país. Na semana passada Doria esteve na Coreia do Sul e conheceu o transporte local, e já trouxe mais ideias para as melhorias que quer implementar. Como é sabido, o transporte de São Paulo tem muitas deficiências e é muito complexo. Quando é feita alguma mudança geralmente é por etapas para causar o menor impacto possível no dia-a-dia dos munícipes. O grande problema é que os mandatos dos prefeitos acabam antes de as mudanças serem efetivamente aplicadas em toda a cidade e quando um novo mandatário entra, acaba por mudar tudo de novo e recomeça do zero. No fim, ficam resquícios das mudanças anteriores que são somadas às novas, e o mandato acaba de novo e vira um círculo vicioso, sendo que nada é modificado efetivamente. Com as mudanças previstas já para o começo do mandato, Doria espera que tudo esteja em ordem até o ano de 2020, quando acaba seu mandato e como já foi dito pelo próprio, não disputará reeleição. Há também nesse meio de tempo um processo licitatório que será lançado em breve. Com esse processo novas empresas de ônibus poderão chegar na cidade e implantar novos serviços. As atuais empresas já são bastante antigas e inovaram muito pouco nesse tempo em que estão circulando. A única coisa que mudou bastante foi o perfil da frota, que se resume em veículos articulados e de piso dianteiro rebaixado para facilitar a entrada dos passageiros (há empresário que diz que a compra de veículos com piso baixo tem por objetivo único agilizar o embarque dos passageiros para que as viagens fiquem mais rápidas e menos onerosas). Não há como não falar de São Paulo e seu prefeito com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, visando a melhoria da vida de seus moradores, e isso também se aplica ao transporte coletivo. Doria tem feito viagens surpresas e esporádicas em linhas de ônibus com o objetivo de conhecer o serviço de perto e ouvir as reclamações da população. Uma das promessas para melhorar a vida de todos e que foi sugestão de grande parte da população ouvida pessoalmente por Doria é a instalação de ar condicionado em toda a frota até o final de seu mandato. É uma meta bastante ousada levando em consideração que atualmente apenas 10% da frota é equipada com ar condicionado e que a frota toda é de mais de dez mil veículos entre convencionais, articulados, biarticulados, micro-ônibus e midibus. Ainda mais numa época em que a renovação de frota foi reduzida consideravelmente por conta da crise econômica tanto das empresas quanto da prefeitura, fica difícil acreditas que nos próximos três anos serão comprados cerca de 9 mil novos ônibus com ar condicionado, mas vamos dar o voto de confiança ao prefeito Doria. Enquanto isso, continuamos observando as mudanças que estão acontecendo na maior cidade do país e torcemos para que tudo dê certo, já que está bastante nítido que há muita boa vontade do prefeito Doria em querer mudar e melhorar São Paulo, deixando um ambiente muito melhor para se viver cada um de seus mais de dez milhões de habitantes.


A IMAGEM MARCANTE

Dortmund, Alemanha Terça-feira, 11 de Abril de 2017

O ônibus que levava os jogadores do time alemão do Borussia Dortmund foi atingido por uma explosão próximo ao estádio onde jogariam com o Mônaco. O jogador Marc Bartra ficou ferido mas passa bem. A foto é de divulgação.


A GRANDE MATÉRIA

Ferrovias

Brasil tem déficit de 850 km em ferrovias

Quilometragem seria necessária para atender toda à demanda

Do Diário de Pernambuco | notícia 2016-2017. Atualmente, há 14 empresas O Brasil acumula um deficit de 850 km de trilhos para atender à demanda de passageiros por trens e metrôs nas grandes cidades e suas regiões metropolitanas. Para chegar a esse montante seriam necessários investimentos do porte dos que foram feitos para as Olimpíadas, no Rio de Janeiro, em um prazo de 20 anos. Ou seja, precisariam ser acrescentados pouco mais de 40 km por ano. Porém, a realidade está bem aquém. No ano passado, apenas 21,7 km foram acrescentados à malha nacional, o que representa um acréscimo de 2,8%. Hoje, o país soma 1.034 km de linhas operando em 11 unidades da Federação. As informações são da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) que no início do mês divulgou o balanço do período

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operando uma rede que soma 44 linhas, entre metrôs, trens urbanos e outros veículos sobre trilhos. E todas essas linhas juntas transportam pouco menos de 10 milhões de passageiros por dia. A diferença é brutal se “comparada a uma única linha da China”, que transporta esta quantidade de passageiros diariamente, comparou o presidente do Conselho da ANPTrilhos, Joubert Flores, durante o evento na manhã de hoje em Brasília. Ele também destacou que mais de 70% dessas viagens são de transporte de trabalhadores e que com o acirramento da crise econômica e consequente desemprego, o volume de passageiros teve queda de 2015 para 2016. “Essa é uma percepção que as pessoas estão tendo dos trens estarem mais vazios”. Porém, ele destaca que com a retomada do crescimento, a situação dos

transportes sobre trilhos tende a piorar, considerando a timidez nos investimentos e as futuras necessidades. Ele avalia que cidades com mais de um milhão de habitantes teriam que ser transportadas pelos veículos sobre trilhos, devido à sua grande capacidade, quando comparadas a ônibus, por exemplo. “Um trem com seis carros pode transportar 2 mil, enquanto um ônibus pode chegar a ter capacidade para transportar apenas 70 pessoas”, destaca. Apesar de a necessidade de uma maior expansão da oferta de transporte sobre trilhos, a expectativa é que o país ganhe 219 Km de trilhos urbanos nos próximos cinco anos. Atualmente há 19 projetos contratados ou em fase de execução. Entre os entraves para atrair o capital privado para esses investimentos, o presidente da ANPTrilhos atribui “a falta de regras claras e estáveis” para o segmento.


Mercado

Volvo vende mais 203 chassis para o Panamá

Veículos possuem motorização traseira e piso dianteiro rebaixado

Da Volvo | assessoria A Volvo consolidou sua participação no sistema de transporte coletivo urbano da Cidade do Panamá. A capital do Panamá, na América Central, acaba de adquirir mais 203 unidades do modelo padrón piso baixo da marca, que se somarão aos 1.236 ônibus da marca que já rodam na cidade. A compra foi feita pela TMPSA (Transportes Metropolitanos Panamá S/A). “Esta venda é resultado de uma experiência muito positiva dos clientes com os veículos da marca nos últimos anos, o que tem nos colocado em uma posição de liderança no segmento de ônibus urbanos pesados”, declara Fabiano Todeschini, presidente da Volvo Bus Latin America. O negócio é a continuidade do fornecimento em 2010 de mais de 1,2 mil veículos Volvo para aquele país. “É um grande orgulho para nós ganharmos mais este negócio. Reforça a qualidade dos nossos chassis e nos mantém na absoltua liderança da frota urbana e metropolitanos da

capital panamenha”, afirma Euclides Castro, diretor de negócios e projetos estratégicos da Volvo Bus Latin America. No ano passado, o governo da Cidade do Panamá assumiu o transporte urbano na região metropolitana, transformando-o em um sistema totalmente público. A intenção foi expandir ainda mais a operação, que passou de exclusivamente urbana para metropolitana. Os 203 ônibus da Volvo vendidos nesta etapa vão rodar nas autopistas que ligam a capital às cidades satélites. Os primeiros lotes começam a ser enviados para o Panamá a partir de agosto, e a entrega será concluída até o final do ano. Com 13,2 metros de comprimento, o modelo padrón piso baixo do Panamá são dotados de alta tecnologia. Além do sistema de freios EBS, eles são equipados, por exemplo, com o ESP, um programa eletrônico de estabilidade que reduz significativamente a possibilidade de derrapagem ou tombamento. Os ônibus têm ar condicionado, WI-FI e as poltronas possuem cintos de segurança. Terão também o Fleet

Manager, o gerenciador de frotas da Volvo que possibilita ao operador controlar uma série de funcionalidades do veículo: acesso ao consumo de combustível e ao tipo de condução do motorista, relatórios on-line sobre a posição do veículo, velocidade média da frota, giro do motor e uma infinidade de outras informações. Trânsito melhor Os ônibus da Volvo vão contribuir para melhorar o volumoso trânsito da Cidade do Panamá, que tem cerca de 1,3 milhões de habitantes em sua região metropolitana e concentra a maioria absoluta da população de todo o País. A nova frota vai reduzir o tráfego de carros entre a capital e as localidades vizinhas, tornando o ônibus uma peça importante nesses trajetos. “Nosso objetivo é melhorar a qualidade de vida das pessoas com um transporte mais rápido, confortável e seguro, e também garantir ao operador um ônibus com alta performance e tecnologia”, conclui Castro. 16.04.2017 |

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A GRANDE MATÉRIA Mecânica

Dez dicas para manter os seus pneus em ordem Feriados prolongados próximos pedem maiores cuidados

Da Bridgestone | assessoria Com a aproximação dos feriados, é fundamental prestar atenção aos cuidados com os pneus antes de viajar. Principal elo entre o veículo e o solo, eles exercem influência direta em todo o comportamento dinâmico de um carro e suas boas condições proporcionam o aproveitamento total dos sistemas de suspensão, transmissão, tração, direção e frenagem, trazendo assim maior segurança ao motorista e aos passageiros. Para ajudar os motoristas com ações preventivas e dicas de cuidados, a Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, elaborou os 10 mandamentos para o bom desempenho do pneu. “Além da revisão, é necessário que todo o conjunto pneu-veículo-motorista atue em harmonia”, comenta José Carlos Quadrelli, gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone. “Não adianta colocar pneus novos, se a suspensão e outras partes do veículo não estiverem em bom estado. Da mesma forma, de nada adianta viajar com um veículo zero, com pneus novos, se o motorista não tomar os cuidados básicos da direção segura evitando o choque dos pneus em lombadas, guias ou buracos, ou se acelera e freia bruscamente. Dirigir com cuidado e responsabilidade é um dos procedimentos para se utilizar o pneu de forma inteligente”. Conheça os 10 mandamentos para o bom desempenho do pneu: 1. Calibrar os pneus semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante do veículo. 2. Fazer o rodízio dos pneus: Veículos com pneus radiais a cada oito mil quilômetros rodados e veículos com pneus diagonais a cada cinco mil quilômetros. 3. Evitar sobrecarga no veículo: Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta o risco de danos ou de alterações estruturais. 4. Fazer a manutenção preventiva de todo o

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veículo: Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas atuam diretamente sobre os pneus.

vocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade das peças do veículo.

5. Utilizar as medidas de pneus e rodas indicadas pelo fabricante do veículo. As partes do carro foram projetadas para interagirem de forma equilibrada. A utilização de pneus e rodas diferentes altera este equilíbrio.

8. Observar periodicamente o indicador de desgaste da rodagem (TWI). Este indicador, existente em todo pneu, mostra o momento certo para se efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca. O limite de profundidade do sulco do pneu é de 1,6 milímetro.

6. Alinhar a suspensão e balancear os pneus sempre que o veículo sofrer impactos fortes, na troca de pneus, quando os pneus apresentarem desgastes irregulares, ao serem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver “puxando” para um lado ou a cada dez mil quilômetros. 7. Utilizar o pneu indicado para cada tipo de solo. Rodar na cidade com um pneu destinado ao uso em terra (fora de estrada) pro-

9. Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes. Estes produtos atacam a borracha fazendo com que ela perca suas propriedades físicoquímicas e mecânicas. 10. Evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção. Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso.


COLUNAS

NOSSO TRANSPORTE ADAMO BAZANI | adamobus@gmail.com

Doria quer trazer Hyundai para fazer o ônibus no Brasil e anuncia toda a frota paulistana com Anuncio foi feito em entrevista coletiva ar-condicionado e wi-fi até 2020 após visita a executivos da montadora O prefeito de São Paulo, João Doria, informou em entrevista coletiva que iniciou negociações com a Hyundai para instalação de uma fábrica de ônibus não poluentes no Estado de São Paulo. O anúncio foi feito numa entrevista coletiva em Seul, capital da Coreia do Sul, onde Doria realiza uma visita nesta semana, após encontro com executivos da montadora. O objetivo é auxiliar a renovação da frota de ônibus de São Paulo, incluindo veículos não poluentes. A Hyundai fabrica ônibus elétricos puros com bateria, híbridos e com tração elétrica a partir do hidrogênio. No Brasil, já existem empresas que produzem veículos de transporte coletivo sobre pneus menos poluentes. A Eletra, em São Bernardo do Campo, instalada há mais de 30 anos, por exemplo, ao longo desse tempo sente a falta de incentivos das diversas esferas de governo para ampliar a sua atuação. Além de poucas diferenciações tributárias, os ônibus elétricos no Brasil sofrem pelo fato de não haver marcos regulatórios mais próximos da realidade para criar cronogramas de substituições de frota em grandes centros. A Lei de Mudanças Climáticas da capital paulista prevê todos os ônibus não poluentes até 2018, com substituição gradual de 10% por ano desde 2009, quando esta lei entrou em vigor. No entanto, nem 7% da frota dos 14.700 ônibus paulistanos hoje, em 2017, se enquadrariam na lei. No Rio de Janeiro, os projetos de BRT, corredores de ônibus mais modernos, que atendem a uma parte da cidade também não contemplaram instalação de sistemas menos poluentes. Curitiba que, já foi exemplo de mobilidade para o país, mas hoje sofre com má gestão do sistema por parte dos diversos agentes, tanto operadores como gestores públicos, também hoje conta apenas com veículos diesel operando nos BRTs, muitos dos quais já desatualizados diante da necessidade da demanda. Foram colocadas algumas unidades com biodiesel em proporção maior. Há um projeto aprovado numa PMI, Proposição de Manifestação de Inter-

na Coréia do Sul

esse, aberta pela prefeitura de Curitiba, denominado CIVI – City Vehicle Interconnect, que deve contar com ônibus híbridos e, posteriormente, elétricos puros. A inciativa é de um consórcio formado pela Associação Metrocard, que reúne as empresas de ônibus da região metropolitana de Curitiba, da Nórdica, representante da montadora Volvo, e pela construtora Cesbe S.A. – Engenharia e Empreendimentos. O projeto prevê uma rede de cinco corredores que somam 106 quilômetros: Aeroporto/Centro Cívico; Tamandaré/Cabral; Linha Verde; Araucária / Boqueirão; e Norte/Sul. O sistema deve contar com aproximadamente 300 estações de embarque e desembarque, todas conectadas por cabos de fibra ótica. Por enquanto, tudo isso é apenas um plano, sem data para sair no papel numa capital onde se discute remuneração pela operação e as empresas estão amparadas numa liminar judicial que desde 2013 as desobriga de renovar a frota enquanto os números de prefeitura e empresários não se acertam. Em outros grandes centros, como Salvador, Distrito Federal e Recife, também nada de concreto e substancial sobre ônibus menos poluentes. Além da Eletra, no Brasil, a Volvo produz ônibus híbridos, com motor à combustão e elétrico, desde 2012, em Curitiba. A chinesa BYD inaugurou na semana passada uma fábrica de chassis para ônibus totalmente elétricos Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2017/04/07/fabricade-onibus-eletricos-da-byd-campinas-janasce-com-encomendas-diz-empresa/ Fora a tração elétrica, há alternativas como o aumento do uso do biodiesel

nos tanques dos coletivos em São Paulo. A associação que representa o setor desse tipo de combustível quer antecipar para todo país autorização para aumentar a proporção de 8% (B8), de biodiesel no óleo diesel, para 9% (B9). Os produtores e distribuidores defendem a antecipação para julho. O aumento para 9% está previsto para 2018. Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2017/04/11/produtores-querem-antecipacao-do-aumento-do-percentual-de-biodiesel-ao-diesel-fossil/ Já a montadora Scania aposta no GNV – Gás Natural e, posteriormente biometano, que pode ser usado no mesmo veículo, sem alteração, para a frota. Em maio, por iniciativa de uma empresa da zona Oeste, a unidade em demonstração vai circular em testes pela capital paulista. Relembre: https:// diariodotransporte.com.br/2017/04/12/ scania-60-anos-r-29-bilhoes-em-investimentos-onibus-a-gnv-na-zona-oeste-desao-paulo-e-100-onibus-rodoviarios-de-15metros-biarticulado-da-marca-em-curitiba/ AR E WI-FI Na viagem à Coreia do Sul, o prefeito e o secretário municipal de transportes e mobilidade, Sérgio Avelleda, anunciaram também que até 2020 toda a frota de ônibus da capital deve contar com acha condicionado equipamento de wi-fi. Hoje, segundo Avelleda, apenas 10% da frota possuem equipamento de refrigeração e os ônibus com wi-fi também são minoria . Não foi definido ainda como seriam cobertos os custos para instalação e manutenção das tecnologias na frota. 16.04.2017 |

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ALYSON FRANK EHLERT FERREIRA Marcopolo Paradiso G6 1800DD Auto Viação Catarinense, em Jaraguá do Sul/SC


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DEU NA IMPRENSA

Transpo Online

RESUMO DAS PRINCIPAIS NOTÍCIAS DA IMPRENSA ESPECIALIZADA

Artigo: Dinamarca define o veículo elétrico do futuro

Do site | Artigo

Marcas automotivas internacionais se juntam no projeto dinamarquês Parker para traçar o caminho da próxima geração de veículos elétricos. Aplicando o knowhow dinamarquês, um time formado por especialistas em redes integradas, como Enel, Nuvve e Insero, junto com os fabricantes Nissan, Mitsubishi e PSA Group, desenvolverá uma definição universal para a rede integrada, permitindo que os veículos elétricos em todo o mundo colaborem para um futuro sistema energético baseado em energias renováveis. Com a ambição de substituir os combustíveis fósseis por energias renováveis, o futuro sistema energético enfrentará desafios crescentes na obtenção da capacidade de rede necessária e no equilíbrio da rede elétrica. O projeto Parker demonstrará como o veículo elétrico pode desempenhar um papel chave na solução deste desafio global. Os parceiros do projeto estão na vanguarda do desenvolvimento de rede integrada, e os fabricantes de automóveis Nissan, Mitsubishi e PSA Groupe já implementaram a tecnologia conhecida como vehicle-to-grid (V2G – veículo-para-rede) em vários modelos de automóveis. O V2G é parte da tecnologia que torna possível que um veículo elétrico se torne uma rede integrada, além de fornecer e receber eletricidade da rede. Por meio da tecnologia V2G, os veículos podem servir como recursos de energia e, assim, apoiar ativamente a rede elétrica. No entanto, uma implantação global de veículos de rede integrada exige um terreno comum – uma definição universal -, para que milhares de veículos elétricos de todas as marcas e independentemente de suas localizações sejam capazes de fornecer eletricidade para a rede de energia de acordo com as necessidades da rede local. É importante ter uma definição comum do que é o veículo de rede integrada, pois garante que os carros, através de marcas contemporâneas de veículos produzidos em série, tenham as capacidades técnicas necessárias para apoiar de forma otimizada a rede. Para alcançar esta definição co-

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mum, o projeto dinamarquês demonstrará e definirá as capacidades técnicas que os futuros veículos elétricos devem suportar para lançar o V2G em todo o mundo. Além disso, o projeto dará os primeiros passos para o desenvolvimento de um certificado de Grid Integrated Vehicle (GIV – Veículo de Rede Integrada), o qual os fabricantes de automóveis podem solicitar para registrar a capacidade dos veículos de suportar a rede. Consequentemente, o projeto reforça a posição da Dinamarca enquanto pioneira global quando se trata de veículos de rede integrada. “É muito empolgante ver os diferentes parceiros se juntarem, incluindo utilitários e fabricantes de automóveis, juntando DTU e Nuvve na Dinamarca, onde temos sido pioneiros com a pesquisa em V2G nos últimos cinco anos”, diz o Professor Willett Kempton, CTO da Nuvve e inventor do conceito “Grid Integrated Vehicle”. Próximo passo para uma comercialização global – Além de desempenhar um papel fundamental em desafios globais, como a poluição do ar, mudanças climáticas e balanceamento da rede elétrica, as capacidades do V2G tornarão os futuros veículos elétricos mais atraentes para os consumidores, que, entre outras coisas, poderão vender serviços à rede. Os principais fabricantes de automóveis como Nissan, Mitsubishi e PSA Groupe reconhecem as oportunidades comerciais de rede integrada e veem o projeto Parker como o próximo passo para uma comercialização global de veículos de rede integrada: A Nissan, uma das parceiras no

projeto Parker, é conhecida pela inovação e qualidade, particularmente nos veículos elétricos, e pretende ser líder no desenvolvimento de veículos-para-rede. A montadora acredita que a integração da rede vai revolucionar o mercado de energia por meio da transformação de um veículo elétrico em um ativo de energia ativa. No projeto, os parceiros irão explorar as oportunidades comerciais mais viáveis, testando e demonstrando sistematicamente os serviços V2G em todas as marcas de automóveis. Aqui, serão identificadas barreiras econômicas e regulatórias, bem como os impactos econômicos e técnicos das aplicações no sistema energético e nos mercados. Fatos sobre o Projeto Parker Paceiros: Os parceiros do projeto são Nissan, Mitsubishi Corporation, Mitsubishi Motors Corporation, PSA Groupe, NUVVE, Frederiksberg Forsyning, Enel, Insero e DTU Electrical Engineering (PowerLabDK). Duração: O período do projeto é de Agosto de 2016 a Julho de 2018. Tecnologia: A tecnologia utilizada pelo projeto foi completamente testada e validada. Isso inclui os veículos (Nissan, Mitsubishi, PSA Groupe), a infraestrutura de carregamento (Enel) e software de agregação (NUVVE). O uso desses componentes maduros reduz os riscos relacionados à tecnologia no projeto. * Peter Bach Andersen é Pesquisador do Center for Electric Power and Energy, DTU Electrical Engineering, e Gerente de projeto do Parker.


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Mercedes lidera venda de ônibus na Argentina

Do site | notícias

A Mercedes-Benz Argentina, com o emplacamento de 410 unidades em março, alcançou o primeiro lugar em vendas de caminhões no País. Esta é uma conquista muito especial para a Empresa, que, após 18 anos, conquistou a liderança em todos os segmentos de caminhões. Em semipesados e pesados, foram emplacados 282 caminhões da marca na Argentina em março, o que resultou na liderança com 23,6% de market share. No que se refere a caminhões leves e médios, foram emplacadas 128 unidades, o que levou à liderança com uma participação de mercado de 40,5%. Considerando o volume acumulado do primeiro trimestre de 2017, foram emplacados 883 caminhões semipesados e pesados Mercedes-Benz, bem como 432 unidades do segmento de leves e médios. Dessa forma, a Empresa lidera o mercado total neste ano, com 1.315 caminhões vendidos. “O mercado argentino solicita configurações de caminhões que são praticamente as mesmas do brasileiro. Isso nos ajuda a atender rapidamente os nossos clientes”, afirma Joachim Maier, presidente da Mercedes-Benz Argentina. Exportações – “A Mercedes-Benz do Brasil também é líder nas exportações de caminhões para a Argentina. Nós temos aumentado de forma expressiva as vendas para este mercado”, diz Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina. “Isso foi novamente confirmado no último mês de março, com a exportação de 714 unidades, o que significa mais que o dobro de crescimento em relação ao mês de fevereiro, quando comercializamos 347 unidades”. O volume acumulado do primeiro trimestre de 2017 também reafirma a evolução nas vendas da Mercedes-Benz do Brasil para a Argentina. “Foram 1.388 caminhões, com leve crescimento sobre as 1.375 unidades do ano anterior neste mesmo período”. Os caminhões leves Accelo 815 e 1016 são grandes destaques nas vendas para o mercado argentino. “No primeiro trimestre deste ano, exportamos 486 uni-

dades dessa linha de leves. Somando-se às 1.758 unidades comercializadas no ano de 2016, em que esses modelos começaram a ser vendidos na Argentina, chegamos a 2.244 caminhões”, ressalta Philipp Schiemer. “Ou seja, o sucesso do Accelo foi imediato e conquistou os clientes locais, especialmente pela versatilidade, agilidade, capacidade de carga e conforto no transporte urbano”. Como maior exportadora de caminhões e ônibus do Brasil, a Mercedes-Benz investe permanentemente em soluções cada vez mais adequadas às exigências dos diferentes mercados. Para obter êxito nas exportações, precisamos de produtos competitivos e agilidade no atendimento às mais variadas demandas. Ônibus, vans e automóveis – Além da liderança de mercado em todos os segmentos de caminhões no país vizinho, a Empresa tem mais a comemorar. “Em março, também reafirmamos a nossa tradicional liderança nas vendas de ônibus, como de vans e de automóveis”, diz Joachim Maier, presidente da Mercedes-Benz Argentina. No segmento de ônibus, a Empresa

alcançou, em março, um market share de 72,4%, superando amplamente os 51,2% de 2016. No acumulado do ano, a diferença também é importante, saltando de 58,5% de participação em 2016 para 71,8% em 2017. No primeiro trimestre deste ano, foram emplacadas 957 unidades. No segmento de vans, a MercedesBenz Argentina continua líder nos dois segmentos de atuação, tanto com a Sprinter, quanto com o Vito. Foram emplacadas 1.288 unidades da Sprinter no primeiro trimestre do ano, o que significa cerca de 50% sobre o resultado de 2016. Já o Vito teve 480 unidades emplacadas, com crescimento de 15% em comparação com o ano anterior. Por sua vez, no segmento de automóveis, a Mercedes-Benz segue sendo a número um do mercado argentino. Em março, a Empresa alcançou um market share de 37,5%, frente a 21,2% de 2016. No acumulado do trimestre, são 38,3%, superior, portanto, aos 23,7% de 2016, quando a marca tinha o segundo lugar do mercado. Até março, foram emplacados 1.159 automóveis, contra 187 unidades em 2016. 16.04.2017 |

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Paulo Henrique Pereira Borges | Neobus Mega Plus Fernando Martins Antunes | Marcopolo Paradiso G7

Caio César | Marcopolo Torino Tôni Cristian | Caio Apache S21

Danilo Vitorino | Busscar Jum Buss 360

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Douglas Lopes | Marcopolo Paradiso G6 1800DD


Beto Martins | Marcopolo Torino

Rafael Delazari | Mascarello Gran Via Midi

Luiz Petriz | Marcopolo Senior

Thiago Sione | Caio Apache Vip

Rodrigo Gomes | Caio Apache Vip

Danilo Vitorino | Marcopolo Viaggio G6 1050 16.04.2017 |

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O MELHOR DA INTERBUSS

UMA SELEÇÃO DAS MELHORES FOTOS PUBLICADAS NAS GALERIAS DO PORTA

Clemilton Rodrigues Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RS | Barroso

Clemilton Rodrigues Marcopolo Paradiso G7 1200 MBB O-500RS | Barroso

Antonio Santos Marcopolo Paradiso G4 1400 Scania K112TL | Dois Irmãos

Antonio Santos Marcopolo Paradiso G4 1400 Scania K112TL | Dois Irmãos

Antonio José Vasconcelos Jr. Irizar New Century MBB O-500RS | Expresso Guanabara

Antonio José Vasconcelos Jr. Busscar Jum Buss 360 Volvo B10M | Rápido Limoeiro

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S JÁ TAL INTERBUSS

Christian Fortunato Caio Gabriela MBB LPO-1113 | Escolar

Chailander Borges Marcopolo Paradiso G7 1200 Scania K340 | Danubio Azul

Chailander Borges Irizar New Century Volvo B12R | Viação Transnorte

Chailander Borges Marcopolo Paradiso G7 1200 Scania K420 | Gontijo

Antonio José Vasconcelos Jr. Ciferal Padron Cidade MBB OF-1721 | Siará Grande

Antonio José Vasconcelos Jr. Marcopolo Viale MBB OF-1721 | São Paulo

16.04.2017 |

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O MELHOR DA INTERBUSS

André Luiz Gomes de Souza Caio Apache Vip Volksbus 17 210 | Real

André Luiz Gomes de Souza Marcopolo Torino MBB OF-1418 | Pendotiba

Alicio Ferreira Dias Marcopolo Paradiso G6 1200 MBB O-500RS | Princesa do Norte

Alicio Ferreira Dias Busscar Jum Buss 360 Scania K124IB | São Geraldo

Ailson Gamarra Comil Campione 4.05HD Scania K124IB | Rizzatti

Ailson Gamarra Nielson Diplomata 350 Scania K112 | Real

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André Luiz Jorge R. Aguiar Irizar Century MBB O-400RSD | Montes Belos

André Luiz Jorge R. Aguiar Busscar Jum Buss 360 MBB O-400RSD | Paraíso

Alyson Frank Ehkert Ferreira Caio Amélia MBB O-364 | Lider Club

Alyson Frank Ehkert Ferreira Caio Amélia MBB O-364 | Lider Club

Ailson Gamarra Busscar Jum Buss 400 MBB O-400RSD | União Santa Cruz

Ailson Gamarra Nielson Diplomata 350 Scania K112 | Freitas Tur 16.04.2017 |

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COLUNAS

VIAGENS & MEMÓRIA

MARISA VANESSA N. CRUZ | ideiaselembrancas@gmail.com

Relembrando o extinto artigo 66 da resolução 4777/2015 da ANTT

A ANTT, Agência Nacional dos Transportes Terrestres, é o órgão regulador que atua e fiscaliza linhas rodoviárias e de turismo cuja origem e destino sejam de unidades de federação diferentes. Desde 2015, a ANTT criou a resolução 4777, e no artigo 66, fixou um limite máximo de idade para ônibus que circulam sob sua fiscalização em regime de fretamento. E o que foi fixado: Até 31 de dezembro de 2016, sua idade máxima de uso deveria ser 25 anos. Até 31 de dezembro de 2017, sua idade máxima de uso deveria ser 24 anos. A cada ano seguinte, a idade máxima cairia em um ano até que a partir de 2026 a idade máxima de uso fixaria em 15 anos. Este limite imposto pela autarquia gradualmente faria com que aumente a qualidade e a eficiência de seus serviços, mas por outro lado atinge pequenos frotistas que compram ônibus usados de empresas rodoviárias conhecidas, cujo tempo de uso ficaria menor em relação aos dias atuais. Exemplo: Em 2026, vamos supor que um frotista comprou um ônibus ano 2016: só ficaria vigente para a ANTT até 2031, ou seja, 5 anos de uso. Do contrário, em 2017 um frotista comprou ônibus ano

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2007: pela regra acima, poderia usar o mesmo ônibus válido pela ANTT até o ano de 2024, ou seja, teria mais 7 anos pela frente. Isso porque em 2024 sua idade máxima de uso deveria ser 17 anos. Sorte para quem comprou em 2007 um veículo ano 1997: para a ANTT, o veículo seria válido até 2019, pois sua idade máxima de uso deveria ser 22 anos. O que o frotista de veículos usados deveria lembrar nos próximos anos é que o tempo de uso de seus veículos iria diminuir, e a concorrência de venda de ônibus de “primeiro dono” iria aumentar para quem está vendendo ônibus com tempo de uso menor (exemplo: 5 anos de uso), assim como a concorrência da venda iria diminuir para quem está vendendo ônibus de “primeiro dono” com tempo de uso maior (exemplo: 12 anos de uso). Ou seja, isso faria que empresas de ônibus importantes forçariam a vender seus carros muito antes do limite de uso de 15 anos para não desvalorizar seu patrimônio, pois se uma viação querer vender seu ônibus a partir dos 12 ou 13 anos de uso, quase não haverá comprador, e assim, o ônibus seria vendido extremamente desvalorizado. Pelo visto, se uma empresa tem sua média de 12 anos de uso em cada ônibus, a sug-

estão seria reduzir o tempo de uso para oito anos, aumentando a procura de compradores. Polêmico, não? Em 18 de fevereiro de 2016, após protestos de rodoviários por todo o país, foi sancionada a resolução ANTT número 5017, revogando o artigo 66 da resolução 4777. Ou seja, não haverá mais limite máximo de idade para ônibus sob gerência da ANTT. Já no estado de São Paulo, gerenciado pela ARTESP, já foi implementado há alguns anos o limite de uso dos ônibus até 15 anos para linhas suburbanas ou rodoviárias cuja origem e destino seja dentro do estado de São Paulo. E infelizmente, não há exceções para ônibus “retrô” ou “vintage” mesmo em estado impecável de uso. E para o uso exclusivo em fretamento, a idade máxima é 20 anos. Por exemplo, em 2013 a Viação Cometa “ressuscitou” o Flecha Azul VII, ano 1998, na pintura clássica dos anos 90 e rodou em diversas linhas em um momento épico. Se voltar o mesmo ônibus nos dias atuais, somente deverá ser autorizado a rodar em linhas interestaduais sob gerência da ANTT, mas não será autorizado a rodar em linhas dentro de São Paulo, com exceção da operação em fretamento até 2018.


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