ITATIBA/SP RENOVA FROTA COM CAIO
interbuss ANO 10 • Nº 463 • 29 DE SETEMBRO DE 2019
MOBILIDADE
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TRANSPORTE
ISSO TEM SOLUÇÃO Congestionamentos em todo o Brasil têm como serem resolvidos, mas será que eles podem ser resolvidos?
8 ANOS 400 EDIÇÕES MAIS DE 10.000 PÁGINAS
SEMPRE EM
A Revista InterBuss completa mais um ano de vida e chega à 400ª edição, mais uma vez renovada. Sempre acompanhando as tendências do mercado, buscando as informações onde elas estão e levando aonde o público está. Por isso estamos sempre mudando, pois estamos em movimento, assim como o transporte e a mobilidade urbana.
MOVIMENTO
interbuss MOBILIDADE
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TRANSPORTE
Edição 4 6 3
29 DE SETEMBRO DE 2019
NESTA EDIÇÃO
NOSSOS CONTATOS 06 OEDITORIAL presentão da prefeitura de Campinas para a sua população: aumento /portalinterbuss
Uma publicação da InterBuss Comunicação Ltda. ARTE E DIAGRAMAÇÃO InterBuss Comunicação SOBRE A REVISTA INTERBUSS A Revista InterBuss é uma publicação semanal do site Portal InterBuss com distribuição on-line livre para todo o mundo. Todo o conteúdo da Revista InterBuss provenientes de fontes terceiras tem seu crédito dado sempre ao final de cada material. As fotos que ilustram todo o material da revista são de autoria própria e a reprodução também é autorizada apenas após um pedido formal via e-mail. As imagens de autoria terceira têm seu crédito disponibilizado na lateral da mesma e sua autorização de reprodução deve ser solicitada diretamente ao autor da foto, sem interferência da Revista InterBuss. A impressão da revista para fins particulares é previamente autorizada, sem necessidade de pedido. PARA ANUNCIAR Envie um e-mail para contato@portalinterbuss. com.br ou ligue para (19) 99483-2186 e converse com nosso setor de publicidade. Você poderá anunciar na Revista InterBuss, ou em qualquer um dos sites parceiros do grupo InterBuss, ou até em nosso site principal. CONTATO A Revista InterBuss é um espaço democrático onde todos têm voz ativa. Você pode enviar sua sugestão de pauta, ou até uma matéria completa, pode enviar também sua crítica, elogio, ou simplesmente conversar com qualquer pessoa de nossa equipe de colunistas ou de repórteres. Envie seu e-mail para revista@portalinterbuss. com.br ou contato@portalinterbuss.com.br. Procuramos atender a todos o mais rápido possível. A EQUIPE INTERBUSS A equipe do Portal InterBuss existe desde 2000, desde quando o primeiro site foi ao ar. De lá pra cá, tivemos grandes conquistas e conseguimos contatos com os mais importantes setores do transporte nacional, sempre para trazer tudo para você em primeira mão com responsabilidade e qualidade. Por conta disso, algumas pessoas usam de má fé, tentando ter acesso a pessoas e lugares utilizando o nome do Portal InterBuss, falando que é de nossa equipe. Por conta disso, instruímos a todos que os integrantes oficiais do Portal e Revista InterBuss são devidamente identificados com um crachá oficial, que informa o nome completo do integrante, mais o seu cargo dentro do site e da revista. Qualquer pessoa que disser ser da nossa equipe e não estiver devidamente identificada, não tem autorização para falar em nosso nome, e não nos responsabilizamos por informações passadas ou autorização de entradas dadas a essas pessoas. Qualquer dúvida, por favor entre em contato pelo e-mail contato@portalinterbuss. com.br ou pelo telefone (19) 99483.2186, sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia.
da tarifa do transporte coletivo
07 A IMAGEM MARCANTE
Confiram a foto de transporte de maior destaque da semana
08 A GRANDE MATÉRIA
Os congestionamentos no Brasil tem solução. Qual seria a resolução para tudo isso?
10 MOBILIDADE NO BRASIL
Caio Induscar entrega nova frota de ônibus urbanos da cidade de Itatiba, na Grande Campinas
11 MOBILIDADE NO MUNDO
Santo Domingo recebe novas unidades de ônibus articulados com carroceria da Marcopolo
12 PÔSTER
Comil Svelto, por Marcelo Miranda
14 DEU NA IMPRENSA
As notícias que foram destaque na grande imprensa especializada em transportes na semana passada
16 ACERVO PORTAL INTERBUSS
Confiram fotos que foram enviadas desde 2006 para o Portal InterBuss e foram publicadas na antiga Galeria de Imagens do site
20 REDES SOCIAIS
As melhores fotos de ônibus publicadas em redes sociais na última semana, com destaque para o movimento do feriado
22 VIAGENS & MEMÓRIA
Confira a coluna quinzenal de Marisa Vanessa N. Cruz
interbuss MOBILIDADE
TRANSPORTE
Engarramentos no Brasil tem como serem resolvidos. Mas podem ser resolvidos?
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Editorial
A prefeitura de Campinas e o reajuste da tarifa Os governantes dos municípios brasileiros acharam um artifício para enganar a população, até porque falta pouco tempo para as eleições municipais do ano que vem. Agora, o reajuste da tarifa do transporte urbano, que é algo que tem muita repercussão negativa entre os munícipes potenciais eleitores, é feito em datas diversas, e não mais apenas no começo do ano. Em Campinas, cidade que já passa por grandes problemas em diversas áreas, virou este ano com uma notícia que soou um tanto quanto curiosa: não vai ter reajuste da tarifa de ônibus em 2019. Oras, se todos os anos tem, por que neste não teria? A população campineira está de saco cheio com a péssima qualidade das obras do sistema BRT que está levando muitos problemas para os moradores das imediações das avenidas John Boyd Dunlop e das Amoreiras, então por esse motivo a prefeitura resolveu fazer o papel de boazinha e não conceder um reajuste de tarifa, mas o que aconteceu na semana retrasada? Publicou na surdina, no Diário Oficial da cidade, uma tabela com o reajuste dos valores da tarifa do
transporte público, mantendo o valor como o maior de todo o país. Campinas há muito tempo tem a tarifa de ônibus mais cara do Brasil, e o “ótimo” secretário de transportes da cidade, Carlos José Barreiro, está fazendo todos os esforços para que isso continue acontecendo mas sem nenhuma melhoria aparente para a população. Poucas coisas estão mudando e o usuário segue com vários problemas em diversas linhas. Mas voltando para a questão do BRT, todo mundo sabe que não há progresso sem que haja algum transtorno temporário, mas o problema é que alguns lotes das obras desses corredores estão tão mal feitos que deverão passar por novas obras em breve ou então vão ficar desse jeito mesmo, com rachaduras como acontece em um trecho da Via Perimetral, que sequer tem circulação de veículos mas já está caindo aos pedaços com rachaduras inclusive no solo. O artifício arrumado pela prefeitura de Campinas para reajustar a tarifa no meio do ano foi uma campanha mentirosa que está sendo feita na televisão e nos meios digitais. Foram
chamadas jornalistas demitidas da EPTV, emissora afiliada da Rede Globo na região, mas que possuem grande apelo popular junto aos espectadores, para falar sobre projetos que a prefeitura estaria fazendo, com investimentos em diversas áreas. Em uma das campanhas mentirosas, foi dito que estão sendo investidos milhões no setor da saúde, sendo que a prefeitura está sendo investigada por supostos desvios de verbas em um dos hospitais da cidade. O objetivo dessas propagandas fajutas é tentar levantar a popularidade do prefeito da cidade, que está bastante em baixa justamente por conta da bagunça das obras do sistema BRT. Como essas campanhas estão sendo bastante comentadas, em sua maioria de forma negativa, mas estão na boca do povo, aliado às férias escolares e ao feriado estadual que aconteceu em 9 de julho, a prefeitura aproveitou todo esse cenário e fez o lançamento do reajuste da tarifa, com informações sem pé e nem cabeça: que o valor é menor que a inflação do período e que a cidade estava há 18 meses sem reajuste. Bom artifício para enganar o povo.
A imagem marcante
Petrolina, PE
Sexta-feira, 27 de setembro de 2019
O transporte urbano de Petrolina ganhará novos ônibus trazendo uma nova identidade visual. A Atlântico Transportes está recebendo as primeiras unidades Marcopolo Torino com chassi Volksbus 17.230 equipadas como itens para garantir mais conforto, segurança e comodidade, como elevador para passageiros portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida, itinerário eletrônico, poltronas City estofadas, câmeras internas de monitoramento e sistema GPS. As informações são do Fortalbus.
A grande matéria
• Do Jornal do Carro <jornaldocarro.estadao.com.br>
Trânsito, estresse, tempo perdido, acidentes. É possível listar os problemas que a má gestão da mobilidade urbana acarreta na vida dos moradores das regiões metropolitanas das cidades brasileiras. Com mais de 12 milhões de habitantes, a cidade de São Paulo tem mais de 6 milhões de carros registrados no Detran. Só no último mês de junho, de acordo com dados mais recentes do órgão, foram mais 23 mil carros emplacados no município. Se o carro é usado para facilitar o deslocamento, por conta do excesso de veículos, esse meio acaba tendo o sentido reverso. Segundo levantamento mais recente da CET (Companhia de Engenharia do Tráfego), em 2017, a velocidade média do tráfego geral na cidade foi de 24,8 km/h no pico da manhã e 18,5 km/h no pico da tarde. Fora a perda de tempo, há fatos mais graves. O estado de São Paulo, com mais de 45 milhões de habitantes, no último mês de agosto, registrou 478 mortes decorrentes de acidentes de trânsito, aumento de 2,8% em comparação com o mesmo período do ano passado (465 óbitos), de acordo com
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CO ENGARRAFA
dados do Infosiga, sistema do governo do Estado de São Paulo. A cada mês, em média, 440 pessoas morrem em acidentes no estado. Esses problemas de mobilidade afetam de maneira semelhante todas as grandes cidades brasileiras, de acordo com especialistas consultados pelo Estado. No entanto, segundo eles, não há “bala de prata” para solucionar os problemas de mobilidade urbana no Brasil. Visando propor uma reflexão sobre novas formas de se locomover, entre os dias 18 e 25 de setembro se comemora a Semana Nacional de Trânsito, prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro. O tema deste ano, definido pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), foi “No trânsito, o sentido é a vida”. O primeiro e mais importante problema a ser resolvido, tanto em rodovias federais como na área urbana das cidades brasileiras, é a morte por acidentes. Essa é a opinião de Claudio Barbieri, chefe do departamento de Engenharia de Transportes da POLI-USP. Para Barbieri, a maioria dos acidentes acontecem por conta da velocidade dos veículos. “Os acidentes acontecem desde o mau comportamento de motoristas até por falta de infraestrutura. A velocidade é um aspecto importante
pois quanto maior a velocidade maior a gravidade”, afirma. Como exemplo, o professor citou o acidente que aconteceu na Rodovia Castelo Branco no último domingo, 22, que deixou três mortos e cinco feridos. “O carro, neste caso, invadiu a pista contrária porque aparentemente estava em excesso de velocidade. O acidente é uma sucessão de causas que se somam. Seja por velocidade, por vias que não estão em condições adequadas de sinalização, de engenharia. O motorista que está em alta velocidade e desvia de um buraco ou bate num buraco e perde a direção”. Além dos acidentes, nas grandes cidades, um dos sintomas das más condições da mobilidade urbana é o congestionamento. São carros demais para vias de menos. Como se não bastasse esse problema afetar a rotina dos habitantes, ele também prejudica a economia. Segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/ FGV), o tempo perdido pelos brasileiros no deslocamento para o trabalho nas regiões metropolitanas gera um custo adicional de R$ 62,1 bilhões às cidades. Mas os quilômetros de carros enfileirados são um sintoma da falta de alter-
Veja as soluções para melhorar o trânsito no país
OMO ACABAR COM OS AMENTOS NO BRASIL nativas e investimento na mobilidade urbana, conforme aponta o engenheiro de tráfego e mestre em Transportes pela USP, Sergio Ejzenberg. “São milhões de viagens por dia de carro. Se você oferece alternativas à população, elas vão escolher a menos poluente, menos perigosa, mais confortável e segura. A sociedade não cria a mobilidade, ela usa o que está disponível”, disse. Os culpados por esse caos não são os motoristas, continua Ejzenberg, mas, sim, as autoridades públicas. “Qual a alternativa ao automóvel? O transporte público, que é ruim, que demora, que é caro. Uma rede de metrô minúscula, superlotada, que serve algumas regiões da cidade. É uma sorte quando você tem um metrô perto”, afirma. “Quem tem dinheiro usa o carro ou uma moto. E aí começam os problemas de congestionamento, poluição, acidentes. Mas eles não são vilões. Vilões são as autoridades públicas que não disponibilizam o transporte em massa necessário”. Para começar o processo de solução do problema, os especialistas são enfáticos: educação e fiscalização. “Educação para que as pessoas não se comportem de maneira irresponsável. Fiscalização
para que a gente assegure que as pessoas não vão ter um comportamento que coloca em risco suas vidas e a de outras pessoas”, afirma Barbieri. Ele explica. “Não há resultado imediato. É possível começar por certas alterações na legislação de trânsito, como para rever velocidades de algumas vias. Realizar um trabalho sério de investigação e mapeamento de acidentes e suas causas. No caso de São Paulo, a CET tem muitas atribuições e não consegue fazer isso na velocidade necessária. Uma coisa fantástica seria disponibilizar esses dados para outras organizações. Muitas são sérias, comprometidas em promover melhorias na mobilização da cidade”. Na visão de Ejzenberg, rodovias menores devem ser massivamente fiscalizadas com radares, mas, em trajetos maiores, o correto seria a utilização da lombada eletrônica. “Se você tem uma rodovia de centenas de quilômetros em uma velocidade alta e, em determinado trecho, o motorista tem que reduzir a velocidade, isso deveria ser proibido porque vira uma armadilha. O motorista é mal informado, a obediência é baixa e a arrecadação do estado é alta.”, explica. “A lombada eletrônica fica em evidência,
estudos comprovam que quase 100% dos motoristas diminuem a velocidade. A ocorrência de acidentes será menor”. Para o trânsito urbano, a sugestão de Barbieri é integrar os meios de transporte coletivo públicos. “Mecanismos que permitam a pessoa usar diversos modos de transporte de maneira integrada e ser cobrada uma única vez sem burocracia, desde a bicicleta até o ônibus ou metrô. Em São Paulo, por exemplo, a gente tem um bilhete para ônibus e metrô, mas o ônibus intermunicipal é outro bilhete. No Rio, o VLT também não funciona integrado com bilhete de ônibus. Esses são empecilhos para quem usa o carro deixar se usá-lo”. Criar um ambiente de segurança econômica para investidores e ampliar a malha ferroviária, de acordo com Ejzenberg, deveria ser a primeira meta dos governos. “Criando um ambiente de segurança negocial você permite que grandes investidores de empresas de fora invistam em infraestrutura de transporte no Brasil. Ampliando a malha ferroviária, tanto para carga quanto para passageiros, você coloca as cargas de milhares de caminhões nos trilhos. O resultado é o que queremos: mais segurança e menos trânsito nas rodovias”.
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Mobilidade no Brasil
TCI renovou frota com micros e convencionais
RENOVAÇÃO EM ITATIBA • Da Caio Induscar <caio.com.br>
Localizada a 80 km de São Paulo, a cidade de Itatiba passou a contar com 32 ônibus produzidos pela Caio Induscar. Os novos veículos, adquiridos pela empresa TCI - Transporte Coletivo de Itatiba, fazem parte da renovação de frota e marcam uma nova fase do transporte coletivo da cidade. Das 32 unidades entregues à empresa, tradicional cliente da marca Caio, 26 são do modelo Apache Vip, de motor dianteiro, o urbano mais vendido do país e produto consagrado no mercado de transportes, devido à sua qualidade, durabilidade e tecnologia. Já as outras 6 unidades são do microônibus F2400, na versão urbana, que traz praticidade para circular por ruas mais estreitas do município. Todos os ônibus possuem um novo visual, com layout que homenageia os principais pontos turísticos de Itatiba, como a Matriz, Parque da Juventude e o Museu. Eles são equipados com recursos tecnológicos como o sistema multiplex, o qual proporciona ao condutor o controle total das funções do ônibus
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e auxilia a identificação de falhas na parte operacional e elétrica do veículo; preparação para GPS e wi-fi; catraca e bilhetagem eletrônica; itinerários eletrônicos em LED; tomadas USB e sistema de monitoramento interno por câmeras, oferecendo maior segurança para todos que utilizam o transporte coletivo. São totalmente acessíveis, com elevadores e assentos destinados a pessoas com deficiência (PcD), mobili-
dade reduzida e idosos. Há mais de 73 anos, a Caio Induscar fideliza seus clientes pela tradição na qualidade e tecnologia dos produtos oferecidos, estando sempre presente nas renovações e ampliações de frotas dos municípios do país. Outras informações sobre a marca podem também ser obtidas no site: http://www.caio.com.br, nas redes sociais @caioinduscaroficial e no LinkedIn Caio Induscar Oficial.
Mobilidade no Mundo
São 30 unidades enviadas para o país
MARCOPOLO EM SANTO DOMINGO • Da Marcopolo <marcopolo.com.br> A Marcopolo forneceu, em agosto, 30 ônibus articulados para a OMSA – Oficina Metropolitana de Servicios de Autobuses, de Santo Domingo, na República Dominicana. Os veículos, do modelo Torino Articulado, serão utilizados no sistema de transporte público da capital caribenha. Com 22.740mm de comprimento, os ônibus têm capacidade para transportar 174 passageiros, sendo 58 sentados em poltronas City e 116 de pé, além de posto para cadeira de rodas, com quatro assentos preferenciais e um para pessoas com necessidades especiais. Equipados com sistema de ar-condicionado Spheros CC670 com cortinas de ar nas portas, três renovadores de ar e duas entradas de ar natural, os veículos contam com elevador na porta central e sistemas de monitoramento com gravação de imagens, com quatro câmeras, além de câmera de marcha à ré. Os ônibus da OMSA têm ainda parede de separação completa, cortinas, itinerário eletrônico, sistema de
áudio e vídeo com preparação para DVD e monitor LCD. Esses são os primeiros ônibus urbanos que a Marcopolo fornece para a
OMSA, que desde 1997 é responsável pelo transporte público de Santo Domingo. Em 2018, esta empresa transportou mais de 24 milhões de passageiros.
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interbuss MOBILIDADE
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TRANSPORTE
MARCELO MIRANDA
Expresso Campibus, em Campinas/SP
Deu na imprensa
Programa de Formação de Condutores em parceria entre a Fabet e a TransJordano forma primeira turma
CURSO E SEGURANÇA • Da Transporte Mundial <transportemundial.com.br>
A Fabet SP (Fundação Adolfo Bósio de Educação no Transporte – Filial São Paulo) consolidou mais uma etapa do Programa ECO+RAIZEN, com o lançamento do Projeto: “Segurança e Sustentabilidade no Transporte de Combustível” – Formação de Condutores para Biarticulado. A 1ª turma é composta de profissionais do volante da Transjordano que presta serviços para a Raízen no transporte de combustível em veículos articulados e que estão recebendo a oportunidade do encarreiramento. Para a execução pedagógica das aulas práticas a Transjordano fez a doação de um bitrem, carregado com 45 mil litros de carga Líquida e considerado o laboratório móvel mais importante do projeto, que acoplado a um Actros 2651 – Mercedes Benz permitirá o exercício de manobras em locais restritos e atividades de percurso para garantir a aplicação dos conceitos da Segurança e da
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Direção Econômica, considerando modelo de veículo, com suas tecnologias, particularidades da carga e operação e as diferentes nuances de topografia. O treinamento tem duração de sete dias, com temas técnicos da direção segura e econômica no transporte de combustível, legislação especifica, responsabilidade civil, bem como temas comportamentais: senso de dono, ética, cultura da segurança e da economia, compromisso e responsabilidade, quebra de paradigmas, inteligência emocional e o perfil do motorista gestor. Na ocasião estiveram presentes as lideranças da área de transportes e segurança da Raízen, representadas pelo Gerente de Operações de Transportes Sr. Eduardo Lucena, o qual realizou a abertura oficial do Programa, juntamente com a Gerente da Fabet/SP Sra. Salete M. Argenton, o Sr. Gustavo Albuquerque, presidente do Conselho Técnico da Fundação, o Sr. João Bessa Proprietário da Transjordano, o Diretor Comercial Sr. Jordano Bessa e demais
representantes da empresa. A Fabet, entidade sem fins lucrativos, mantida através de parcerias, atua no mercado desde 1995, tendo qualificado mais de 120 mil profissionais nos diferentes níveis das organizações de transporte. Reconhecida por grandes empresas em território nacional e internacional. Referência absoluta em educação e desenvolvimento humano no segmento, com método pedagógico baseado nos pressupostos andrológicos que asseguram a mudança de comportamento para a redução dos custos operacionais. Fabet, preparando os profissionais para o trabalho e para a vida. Criada a partir da junção de parte dos negócios da Shell e da Cosan, a Raízen é hoje uma das maiores empresas em faturamento no Brasil. É a principal fabricante de etanol de cana-de-açúcar do país e a maior exportadora individual de açúcar de cana no mercado internacional, além de ser um dos principais players na distribuição e comercialização de combustíveis no Brasil.
Os problemas de supermercados a partir do Carrefour
CASE LOGÍSTICO • Da Transporte Mundial <transportemundial.com.br> Os jornalistas recebem, diariamente, diversos comunicados das assessorias de empresas. Um comunicado sobre a inauguração de um novo centro de distribuição do Carrefour despertou a oportunidade para uma reflexão sobre os problemas logísticos que as redes de supermercados causam nas transportadoras, na vida das cidades e dos clientes; “Carrefour inaugura novo centro de distribuição de Cajamar para atender seu e-commerce e lojas físicas”. Lógico, que há também muitos benefícios que são a razão da empresa existir, portanto, uma obrigação que gera altíssima lucratividade. O Carrefour, só de janeiro a março deste ano, teve um lucro de R$ 1,043 bilhão. A logística eficiente depende do trabalho de qualidade em todas as etapas da movimentação de mercadorias. No caso do abastecimento de supermercado, um dos maio-
res problemas, é a ineficiência no recebimento de cargas – problema histórico e conhecido por todos os transportadores. O Carrefour é bastante conhecido nos bastidores da logística por ser altamente ineficiente, ao ponto de sindicatos de transportadoras terem que intervir para que melhorem ou as transportadoras não aceitariam mais cargas com destino ao Carrefour ou cobrarem um frete maior para compensar os prejuízos causados pelo pouco caso com o problema. O Carrefour e outras grandes redes sobrevivem porque no Brasil há poucos concorrentes ou empresas eficientes como Amazon, que começa a operar no País como marketplace, e em pouco tempo fez ações de grandes redes como Magazine Luiza e outras perderem valor. A mudança da Mercedes-Benz no Brasil
Um exemplo interessante de mudança de postura provocado pelo aumento da concorrência é o da Mercedes-Benz no segmento de veículos comerciais. Na década de 1990, por falta de concorrentes e cerca de 60% de marketshare, a arrogância dos funcionários na época, principalmente de vendedores da rede de concessionários, acabou empurrando os clientes para a marca que estava ainda na infância, a Volkswagen Caminhões e Ônibus. Nos últimos 10 anos, a MercedesBenz entendeu essa questão e reverteu a situação. O slogan “As estradas falam e as Mercedes-Benz ouve” não é uma retórica de marketing. É um valor que resultou na volta da marca à liderança e uma filosofia de trabalho. Não importa se uma empresa é a maior do mundo, o cliente é sempre único e de um em um que se chega ao faturamento equivalente a R$ 175 bilhões com a entrega de mais de 517 mil caminhões em todo o mundo.
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Acervo Portal InterBuss
As fotos publicadas na antiga Galeri
Maicon Igor Barbosa
Marcelo Souza
Marcel Prado
Marcelo Romanha de
Marcopolo Gran Viale Tutto Trasporti Metra
Marcopolo Veneza Mercedes-Benz LPO-1113 Auto Ônibus Três Irmãos
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Caio Apache Vip Volksbus 17 230 Juiz de Fora
CMA Flecha Azul Scania K113 São João
ia de Imagens do Portal InterBuss
e Oliveira
Mรกrcio Douglas Ribeiro Venino Nielson Diplomata 380 Scania K112 Expresso Brasileiro
Marcio Villas Boas Marcopolo Paradiso G6 Scania K380 Expresso Gardenia
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Acervo Portal InterBuss
As fotos publicadas na antiga Galeria
Marcos AndrĂŠ Lisboa
Matheus Germiniani
Marco Tulio Valadares
Marcos Viegas
Busscar Jum Buss 380 Scania K124IB Progresso
Busscar Urbanuss Pluss Scania L94UB Belo Horizonte
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Marcopolo Paradiso G6 1550LD Mercedes-Benz O-400RSD Mutum Preto
Marcopolo Paradiso G6 1800DD Scania K124IB Reunidas Paulista
a de Imagens do Portal InterBuss
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Matheus Novacki
Marcopolo Viale Mercedes-Benz O-500MA Viação Cidade Sorriso
Mateus Barbosa
Marcopolo Paradiso G7 1200 Mercedes-Benz O-500RS Vicampe www.portalinterbuss.com.br | 19
Rede Social
As melhores fotos de Ă´nibus publicadas nas redes sociais
Paulo Henrique Pereira Borges
Icaro Chagas
Rodrigo Gomes
Junior Almeida
Busscar Vissta Buss 1001 OCD Holding
Neobus Mega TrĂŞs Amigos OCD Holding
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Neobus New Mega Plataforma OCD Holding
Comil Campione Invictus DD Riodoce OCD Holding
Alex de Souza Caio Apache Vip Viação Verdun OCD Holding
Gabriel Henrique Lima Caio Apache Vip Araçatuba OCD Holding
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Viagens & Memória
MARISA VANESSA N. CRUZ
O prefixo 13: Superstição?
Desde os anos 80, eu acompanho o processo de prefixação dos ônibus de empresas intermunicipais. Alguns eram numerados de 10 em 10, outros de 5 em 5, outros números pares, outros ímpares. Um dos números que mais me chamaram a atenção é o número 13. Este número é um dos mais temidos entre proprietários de empresas de transporte.
Lembro que em 1991, quando a Viação Alpina entrou em Diadema para fazer linhas municipais, o que ela fez: Pegou todos os ônibus que tinham prefixos acima de 201 até 247 se não me engano, numerados de 1 a 1, e que antes faziam linhas municipais de SBC, e renumerou tudo em números ímpares a partir do 1, até o 63. Só que aí, quando chegou no 13, a viação pulou esse número. Depois do 11, pulou para o 15 (ambos eram Caio Amélia). O que eu tinha lido em listas de discussão é que nos anos 60 houve um acidente de uma outra empresa do mesmo grupo, envol-
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vendo o veículo de número 13 em uma cidade do ABC. E a partir daí, o grupo preferiu não utilizar mais o 13 em nenhum de seus veículos. Recentemente, digo anos atrás, a Viação Atibaia tinha um Comil de prefixo 1313, sendo que o primeiro 13 é o número de ordem e o último 13 é o ano de fabricação, fazendo normalmente a linha Atibaia – São Paulo (Tietê). Um certo dia, o “duplo treze” estava na Fernão Dias e foi incendiado pelos “suspeitos”. E agora... será que colocaram a culpa
no prefixo do ônibus que deu azar? Outro número que já foi temido era o número 24. Diz a lenda que uma empresa da Grande São Paulo, nos anos 70, teve de renumerar um ônibus de 24 para 23 devido a alguns funcionários que “zoavam” o motorista quando pegava ônibus com aquele número. Aqui na cidade de São Paulo, não encontrei rejeições para utilizar o número 13, pois foi praticamente utilizado em todas as empresas.
A MOBILIDADE DEVE SER PARA TODOS. PARA QUEM ANDA NA RUA E NA CALÃ&#x2021;ADA.
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TRANSPORTE
A INTEGRAÇÃO DOS MODAIS NÃO É UMA UTOPIA. CIDADE SUSTENTÁVEL É CIDADE INTEGRADA.
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