2 minute read

MOBILIDADE NO MUNDO

Next Article
A GRANDE MATÉRIA

A GRANDE MATÉRIA

Pandemia fecha fronteiras na Europa e paralisa transporte

A Europa pretende estender até 15 de maio a proibição da entrada de não residentes, para combater a pandemia de coronavírus. • Do Diario de Pernambuco <diariodepernambuco.com.br>

Advertisement

A medida, em vigor desde 16 de março, tem duração de um mês, mas a Comissão Europeia (Executivo do bloco) considera que “as medidas aplicadas para combater a propagação do vírus requerem mais de 30 dias para serem efetivas”.

A proposta da UE deve ser acatada pelos 31 países que adotaram a proibição em curso: os 27 países da União Europeia, e outros 4 que integram a zona Schengen (Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça), espaço de livre circulação dentro do continente.

Exceções são abertas apenas para cidadãos europeus, residentes e seus familiares diretos, profissionais de saúde ou de transporte, diplomatas, cientistas e em casos de emergência.

FRONTEIRAS

FECHADAS

ajudam a lidar com o coronavírus, motoristas e trabalhadores agrícolas sazonais também devem continuar a ter a entrada na UE autorizada.

Segundo a Comissão, a proibição só tem efeito se todos os países participarem, já que a ideia é fechar as fronteiras externas aos países europeus e facilitar o trânsito dentro do continente.

Barreiras dentro do bloco têm preocupado a UE desde que, para conter a pandemia, alguns países passaram a barrar a entrada de motoristas de caminhão que levavam alimentos e medicamentos.

“Precisamos atuar juntos nas fronteiras internas para garantir que nosso mercado interno continue funcionando adequadamente e que produtos vitais possam chegar ao seu destino sem demora”, disse a comissária para Assuntos Internos, Ylva Johansson.

O risco de aumentar a transmissão comunitária (entre a própria população) do coronavírus dentro da Europa é avaliado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças como moderado, se houver medidas de mitigação, e muito alto, se elas forem insuficientes.

O risco de que a capacidade dos sistemas de saúde e assistência social se esgote nas próximas semanas é avaliado como alto, mesmo com as medidas de restrição em vigor.

Desde a implementação da restrição de viagens, na segunda quinzena de março, o tráfego aéreo de passageiros foi quase reduzido a zero, com os demais voos limitados principalmente ao transporte de cargas e repatriação.

O mesmo aconteceu com o transporte por trem e ônibus.

A pandemia mudou todo o cenário do transporte coletivo urbano, intermunicipal e internacional dentro da Europa, com veículos sendo colocados com tarifa zero para facilitar os deslocamentos, e em outros houve restrições para estimular as pessoas a ficarem dentro de casa durante os períodos decretados de quarentena. www.portalinterbuss.com.br | 11

This article is from: