Universidade do Minho
Instituto de Ciências Sociais Ciências da Comunicação Métodos de Investigação I Docente Elsa Silva
As Redes Sociais, as Universidades e os seus Alunos Grupo N° 5 Dany Oliveira, 58784 Igor de Souza Pinto, E3804 Tomaz Penner, E3924 Marina Costa,60783 Marta Silva, 60764
2010/2011
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Indíce 1.
Introdução........................................................................................................................ 3
2.
Problemática .................................................................................................................... 4
3.
2.1
Envolvimento em Redes Sociais .............................................................................. 7
2.2
O Twitter .................................................................................................................. 8
2.3
O Facebook .............................................................................................................. 8
Modelo de Análise .......................................................................................................... 9 3.1
Hipóteses ................................................................................................................ 10
4.
Metodologia e Amostragem .......................................................................................... 11
5.
Bibliografia.................................................................................................................... 12
Anexo 1: O Twitter na América do Sul (Gráficos) ............................................................... 13 Anexo 2: O Facebook em Portugal ...................................................................................... 14 Anexo 3: Assessoria de Comunicação da UFPA ................................................................. 15 Anexo 4: Inquérito ................................................................................................................ 17
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1. Introdução Começámos por decidir que gostaríamos de tratar um tema relacionado com as redes sociais, como o Twitter e o Facebook, que queríamos associar a comportamentos de alunos universitários, ao mesmo tempo por ser um ambiente mais próximo de nós, e também por ser mais fácil de estudar no contexto da unidade curricular de Métodos de Investigação I. Resolvemos numa pergunta de partida que relacionasse estas duas realidades: “O envolvimento da Universidade do Minho (U. Minho) e da Universidade Federal do Pará (UFPA) nas redes sociais Twitter e Facebook está relacionado com o envolvimento dos alunos nas mesmas redes?” Optámos por esta pergunta por acharmos que seria interessante comparar a U. Minho e a UFPA, visto termos elementos no grupo de ambas as universidades, e também porque as redes sociais são um assunto do momento, nas quais se regista um crescimento muito visível. Limitámos as redes sociais ao Facebook e ao Twitter por serem aquelas que registam maior crescimento em Portugal e no Brasil, respectivamente. Confirmamos esta informação ilustrando com estudos divulgados pelo TechCrunch (2010), que reuniu análises realizadas pela firma analítica Pingdom, concluindo que o Twitter apresenta a sua maior taxa de crescimento em países da América Latina, incluindo o Brasil [ver Anexo 1]. O Socialbakers (s/d), por sua vez, apresenta dados relativos a um período de seis meses até à consulta, no qual claramente se observa um aumento dos utilizadores portugueses do Facebook, que quase atinge os três milhões por altura da realização deste trabalho [ver Anexo 2].
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2. Problemática Seguindo os passos do estudioso francês Pierre Lévy (1999), dois conceitos prontificam-se na contemporaneidade: o de ciberespaço e cibercultura. O ciberespaço, também chamado de “rede”, é o universo das informações digitais, da comunicação digital a nível global e de todo o aparato técnico que isso acarreta. O neologismo “cibercultura” refere-se às acções, aos valores, aos hábitos, às práticas e atitudes, sejam elas técnicas ou intelectuais, que desenvolvemos com o surgimento do ciberespaço (Lévy, 1999). Partindo dos dois conceitos em sua obra “Cibercultura” (1999), Lévy levanta a hipótese sobre uma nova universalização das mensagens, em que a técnica não é uma entidade autónoma, que age sem o domínio e a vontade do homem. Pelo contrário, pois o estudioso elucida a ligação íntima entre a evolução da técnica/tecnologia com algo fundado nos anseios das sociedades e culturas. Assim, a sociedade não é determinada pela técnica, mas sim condicionada por ela. No corpo social, Lévy observa a cibercultura como algo jovial, contemporâneo, que responde aos anseios de uma juventude metropolitana escolarizada por uma comunicação diferente daquelas propostas pelos meios de comunicação ditos clássicos. Da mesma forma, atesta o desenvolvimento do ciberespaço como um movimento social liderado por essa mesma juventude metropolitana: Eis, portanto, a tese que vou tentar sustentar: a emergência do ciberespaço é fruto de um verdadeiro movimento social, com seu grupo líder (a juventude metropolitana escolarizada), suas palavras de ordem (interconexão, criação de comunidades virtuais, inteligência coletiva) e suas aspirações coerentes (Lévy, 1999:123). As palavras de ordem às quais o estudioso se refere são, na verdade, os princípios básicos de orientação do ciberespaço, dentre as quais se destaca, para o presente projecto de pesquisa, a criação de comunidades virtuais. Sobre tal princípio, Lévy explica que criar comunidades virtuais é manifestar a expressão pela produção de laços sociais, conceito este cujo fundamento está na reunião de pessoas e instituições “em torno de interesses comuns, sobre o jogo, sobre a partilha do saber, sobre a aprendizagem cooperativa, sobre processos abertos de colaboração” (Lévy, 1999:130).
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Para Weber (1987), o conceito de comunidade baseia-se na orientação da acção social, fundada em qualquer tipo de ligação emocional, afectiva ou tradicional: Chamamos de comunidade a uma relação social na medida em que a orientação da ação social, na média ou no tipo ideal - baseia-se num sentido de solidariedade: o resultado de ligações emocionais ou tradicionais dos participantes (Weber, 1987:77). Todavia, o conceito de "comunidade" evoluiu de um sentido quase "ideal" de família e comunidade rural, passando a integrar um maior conjunto de grupos humanos com o passar do tempo. Com a modernidade e a urbanização, principalmente, as comunidades rurais passaram a desaparecer, cedendo espaço para as grandes cidades. Ao colocarmos a dimensão do ciberespaço nesta evolução, é fácil perceber uma mudança de paradigma em que a designação “comunidade” se vê engolida por um termo mais ampliado e complexo, no qual o indivíduo pode estar conectado a um número muito maior de laços sociais no ciberespaço, ampliando, inclusive, a possibilidade de agregar novos membros, pois trata-se de uma característica fundamental para o crescimento e manutenção do conceito emergente chamado “rede social”. Dessa forma, “comunidades virtuais” passa a ser uma das características estruturantes do conceito de “redes sociais”, pois: O conceito de comunidade na rede social seria mais apropriado porque permite o alargamento geográfico dos laços sociais. Além disso, a metáfora da rede também é importantíssima porque enfatiza a estrutura da rede, que é onde será encontrada a comunidade virtual (Recuero, 2009:144) Conceituado o ciberespaço, é preciso começar a esclarecer os conceitos tratados na questão principal do actual projecto. Segundo a Teoria Geral dos Sistemas de Ludwig Von Bertalanffy (citado por Recuero, 2009), é impossível analisar os fenómenos isolados dos contextos nos quais estão inseridos. Uma flor estudada em laboratório, por exemplo, pode ser dissecada e estudada em todos os seus aspectos individuais, mas nunca se saberá as influências que ela causava no ambiente e vice-versa. Ao debruçarmo-nos sobre as redes sociais, a constatação é precisamente a mesma. É necessário considerar, além das técnicas, as razões e os produtos sociais decorrentes da existência das redes. Segundo Raquel Recuero, em sua obra “Redes sociais na internet” (2009), é esperado de determinado grupo social que o número de agregações supere sempre o número de rompimentos. Desse modo, as características sistemáticas podem ser difundidas 5
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e passadas adiante. Holland (citado por Recuero, 2009) definiu esse processo “evolutivo” das redes como clusterização. O Modelo de Barabási e Albert (citado por Recuero, 2009) analisa profundamente a clusterização e considera que ela é possível pela existência de conectores (indivíduos que possuem muito mais conexões que a média) na rede. Eles são os responsáveis pela difusão de modas, tendências e informações. Seriam, portanto, peça fundamental no sucesso da interacção em redes sociais de instituições como as universidades. Com gestão adequada, os próprios perfis das universidades poderiam assumir o papel de conectores. A autora define “comportamentos emergentes” como o processo de autoorganização das redes, a sua adaptação de acordo com o contexto. A princípio, por exemplo, interagir nas redes das universidades seria um modo de obter informações e contacto social com outros actores. No entanto, participar dessas redes pode, hoje, ser status, processo de construção de identidade no sistema, prova de envolvimento na vida universitária. Daí se observa as redes como instrumentos de aumento da visibilidade social. A inserção das universidades nas redes sociais pode ser uma medida de popularização das instituições, a fim de obter outros valores, como reputação e prestígio perante a comunidade académica e além desta, seja no universo online do ciberespaço ou no offline, fora do ciberespaço. Na sua tese de mestrado em Ciências da Educação, Raquel Marques estudou a utilização das redes sociais pelas escolas e o seu uso em aproximar os alunos dos professores e do ambiente lectivo (2009). Ao fazer observações por inquérito junto de jovens alunos do ensino secundário, concluiu que estes já haviam conseguido aliar a escola e as novas tecnologias, havendo um paralelismo muito forte entre as actividades escolares e de lazer no tempo que passavam online. Marques termina afirmando que as Tecnologias da Informação e Comunicação abrem oportunidades para que os professores se aproximem mais dos alunos, acreditando que o “ambiente informal” das redes sociais pode ajudar a dar a conhecer aos alunos novas oportunidades de acesso a informação, e retirar constrangimentos na comunicação entre alunos e instituição. Afirma mesmo: O mundo está a mudar e também deve mudar a educação: o ensino e a aprendizagem que proporcionamos aos nossos alunos para que se desenvolvam
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neste mundo onde o domínio é a transformação da informação é conhecimento, onde as redes sociais formam e lhes criam identidade (Marques, 2009:39). É importante que também nas universidades as formas de comunicar evoluam e se redefinam com o desenvolvimento de novos processos de o fazer, para que possam manterse a par dos seus alunos enquanto estes descobrem novas formas de “pensar, repensar, ligar, religar e recriar” (Marques, 2009:101). Nesse sentido, já é possível analisar as reverberações do fenómeno das redes sociais no ambiente universitário. Nossa pesquisa concluímos que a UFPA tem um perfil no Twitter [ver Anexo 3], o mantém actualizado e estabelece conexões significativas com professores, investigadores e alunos (tem quase oito mil seguidores). A página referida é oficial, mantida pela assessoria de comunicação da universidade. Quanto à UMinho, existe um perfil no Facebook com vários contactos (mais de onze mil pessoas “curtem” a página). No entanto, não recebemos qualquer informação do Gabinete de Comunicação e Imagem tomando conhecimento ou responsabilidade pela página. Leva-nos a crer que se trata de um profile extra-oficial, uma vez que as actualizações não são regulares e não há nenhum atalho para o perfil no site da própria universidade. Desse modo, chegamos a uma conclusão elementar: oficialmente ou não, ambas as instituições analisadas estão inseridas nas redes sociais. É importante, no entanto, que os responsáveis pela comunicação das universidades se dêem conta da importância dessa inserção e tomem para si a responsabilidade de gestão das páginas administradas por outros (no caso da Universidade do Minho). Isso é, sem dúvida, reflexo do envolvimento massivo de estudantes nas redes e uma ponte de conexão muito valiosa para aumento do capital simbólico e prestígio das escolas entre o corpo discente.
2.1
Envolvimento em Redes Sociais O envolvimento em redes sociais pode ser traduzido pela interacção virtual que os
utilizadores têm com as instituições analisadas. No caso da Universidade Federal do Pará, o número de seguidores do seu perfil no Twitter é um indicador. No caso da Universidade do Minho, o número de contactos no seu perfil no Facebook. Além disso, a quantidade de discussões e conteúdos produzidos acerca das instituições também é determinante. 7
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Um estudo realizado pela Chadwick Martin Bailey e iModerate Research Technologies (2010) mostra que fãs e seguidores virtuais de determinada marca estão mais propensos a comprar seus produtos ou serviços e a recomendá-la para os amigos. Dentre os entrevistados, 67% dos preferem as marcas que seguem no Twitter e 51% preferem as marcas de que são fãs no Facebook. Além disso, grande parte dos entrevistados afirmou ter uma imagem negativa de empresas que não actuam nas redes sociais. Desse modo, é possível quantificar o envolvimento dos utilizadores com as universidades nas redes sociais medindo o grau de interesse e interacção entre ambos.
2.2
O Twitter Criado em 2006 pelo americano Jack Dorsev, o Twitter é uma rede social que
permite aos utilizadores a colocação de textos pessoais e a leitura das actualizações dos seus contactos. Essa interacção pode ocorrer tanto via web quanto via SMS (Short Message Service, ou Serviço de Mensagens Curtas), via telemóvel. Os textos são postados na forma de tweets, mensagens que comportam até cento e quarenta caracteres. Tem origem nessa peculiaridade dimensional das mensagens o nome do site de relacionamentos. Tweet é o termo inglês equivalente a pipilar, o piar dos passarinhos. Logo, twitter seria o “piador”, aquele que fala por meio de pios. Desse modo, a relação é clara: os tweets são rápidos como o piar de um pássaro. Dinâmicos, eles duram o tempo de uma outra actualização ser feita. Carregam em si a leveza de um passarinho, a efemeridade de um pouso.
2.3
O Facebook Criado pelo americano Mark Zuckerberg enquanto ele era estudante de Harvard, o
“The Facebook” (originalmente) era uma rede que queria ligar os alunos que saíam do secundário e entravam na universidade. Depois de aprimorado o programa, o Facebook foi lançado em 2004 e hoje é uma das redes sociais mais populares no mundo inteiro.
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O Facebook opera por meio de perfis de utilizadores e comunidades, por meio dos quais é possível aos utilizadores interagir. Apenas utilizadores da mesma rede podem visualizar os perfis correspondentes. É possível acrescentar aplicativos (como jogos, testes, entre outras ferramentas) aos perfis, aumentando o grau de interacção. Além disso, o Facebook é inovador ao possibilitar aos utilizadores a criação de aplicativos, o que aumenta a sua participação na rede e torna os perfis mais personalizados (Recuero, 2009)
3. Modelo de Análise O nosso modelo de análise deriva da pergunta de partida, que, recordamos, é “O envolvimento das universidades U. Minho e UFPA nas redes sociais Twitter e Facebook está relacionado com o envolvimento dos alunos nas mesmas redes?” Para responder a esta questão, temos que começar por relacionar dois conceitos principais: envolvimento das universidades nas redes, e envolvimento dos alunos nessas redes. O conceito de Envolvimento das Universidades nas redes, definimos como o envolvimento das universidades em determinadas redes sociais, com as três seguintes dimensões e respectivos indicadores: Dimensão de Actividade e Afluência (actualização e visitas da página da universidade) • Existência de uma página da Universidade • Frequência de actualização dessa página • Número de seguidores (Twitter) ou amigos (Facebook) • Visitas diárias Por sua vez, o Envolvimento dos Alunos foi definido por nós através de quatro dimensões principais: Dimensão económica (disponibilidade de recursos financeiros) •
Possibilidade financeira de ter acesso à Internet
•
Presença de meios para aceder à Internet
•
Computador próprio
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Dimensão afectiva (presença de amigos nas redes) •
Número de seguidores/amigos que o aluno tem na sua página das redes sociais
•
Hábitos de utilização das redes sociais
Dimensão técnica (aptidões técnicas para o uso das redes sociais) •
Compreensão da logística das redes sociais
•
Facilidade de navegação nas redes sociais
Dimensão de Actividade e Afluência (actualização e visitas da página pessoal)
3.1
•
Tempo que utiliza a rede social
•
Frequência de actualização da página
•
Tempo dispendido nas redes sociais
•
Existência e formas de interacção com a página da Universidade
Hipóteses A partir das nossas pesquisas exploratórias pudemos desenvolver duas hipóteses
fulcrais. Essas duas são: •
No caso da UFPA, o seu envolvimento nas redes está ligado com o envolvimento prévio dos alunos nessas redes.
•
No caso da UFPA, o seu envolvimento nas redes não está ligado com o envolvimento dos alunos nessas redes.
•
No caso da U. Minho, o seu envolvimento nas redes está ligado com o envolvimento prévio dos alunos nessas redes.
•
No caso da U. Minho, o seu envolvimento nas redes não está ligado com o envolvimento prévio dos alunos nessas redes.
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4. Metodologia e Amostragem Para a nossa metodologia de trabalho escolhemos investigar utilizando métodos variados. Começámos por fazer alguma pesquisa bibliográfica para nos familiarizarmos com o plano de estudo, lendo alguns trabalhos sobre a cibercultura e as redes sociais, como mencionado na nossa bibliografia. Procurámos informar-nos sobre as plataformas que a UFPA e a Universidade do Minho utilizam para contactar com os seus alunos. A UFPA enviou um documento relativo a esse assunto [ver Anexo 3] em que referiam que utilizam o Twitter. Procurámos marcar uma entrevista com o Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem da Universidade do Minho mas até à realização deste trabalho não recebemos qualquer resposta, positiva ou negativa. Quanto à recolha de informação dos alunos sobre o seu envolvimento nas redes sociais estudadas e a forma como tomaram conhecimento delas, escolhemos utilizar o método do inquérito. Este questionário pode ser consultado no Anexo 4 do nosso trabalho. Embora a nossa população seja constituída pelos alunos da U. Minho e da UFPA, a nossa amostragem consistirá de 50 alunos de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho e 50 alunos de Comunicação Social da UFPA. Assim, a amostragem será não probabilística, e escolheremos os sujeitos por conveniência, conforme os que estiverem mais disponíveis para responder ao nosso inquérito e aqueles com quem estivermos em contacto com mais frequência. Escolhemos limitar a nossa pesquisa aos alunos de Ciências da Comunicação (ou Comunicação Social na UFPA) não apenas por pertencermos a este curso e nos ser mais conveniente aplicar os inquéritos entre os nossos colegas, mas também devido à ideia de que os alunos de comunicação teriam, na teoria, uma maior aptidão para usar estas novas formas de comunicação na contemporaneidade.
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5. Bibliografia
IMODERATE Research Technologies, (10-03-2010), Engaging Consumers Via Facebook, Twitter Makes Them More Likely To Buy, Recommend http://www.imoderate.com/main/newsID/50/do/press_release_Detail Último acesso a: 22-11-2010 LÉVY, P., (1999). Cibercultura. São Paulo: Editora 34. MARQUES, R. (2009). Os Nossos Alunos e as suas Redes Sociais: Um estudo etnográfico sobre a relação dos alunos com as suas comunidades virtuais e sua integração na escola. Braga: Universidade do Minho. RECUERO, R., (2009). Redes Sociais na internet. Porto Alegre: Editora Sulina. DICIONÁRIO Priberam da Língua Portuguesa, Rede social, http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=rede Último acesso a: 24-11-2010 SOCIALBAKERS, (s/d), Portugal Facebook Statistics http://www.socialbakers.com/facebook-statistics/portugal Último acesso a: 02-12-2010 WAUTERS, R, (23-06-2010), Twitter Growth: Happening all over the world http://techcrunch.com/2010/06/23/twitter-international-growth/ Último acesso a: 02-12-2010 WEBER, M., (1987). Conceitos básicos de sociologia. São Paulo: Editora Moraes.
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Anexo 1: O Twitter na América do Sul (Gráficoss) Gráfico divulgado pela Pingdom.com com dados da Internet World Statistics, citados em TechCrunch (23-06-2010). (23
Detalhe:
(desde Janeiro de 2009 até Junho de 2010, em visitantes diários individuais)
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Anexo 2: O Facebook em Portugal Dados divulgados pelo Socialbakers (s/d), website pertencente à CandyTech (empresa de desenvolvimento de aplicações do Facebook), que recolhe estes dados estatísticos para fins comerciais.
Dados relativos ao período entre 2 de Junho e 2 de Dezembro de 2010.
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Anexo 3:: Assessoria de Comunicação da UFPA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA UFPA
Veículos ulos de comunicação da Assessoria de Comunicação da UFPA “Divulga” – Informativo via e-mail, e mail, destinado à divulgação interna de fatos EXTRAORDINÁRIOS, relevantes para uma grande parcela da Universidade. Veicula, por exemplo, anúncios sucintos de falecimentos de servidores da UFPA, comunicados sobre falta de energia e infor informes urgentes de unidades estratégicas da Instituição. Contato: divulga@ufpa.br. “Acontece” – Informativo eletrônico destinado à publicização de assuntos institucionais, tais como cursos, oferta de bolsas, defesas de dissertações e teses, concursos. Disponível Disponível via ee-mail e no site www.ufpa.br/acontece. O interessado em utilizá utilizá-lo deve enviar e-mail para acontece@ufpa.br. acontece@ufpa.br “Agenda” – Cronograma atualizado periodicamente com os eventos mais recentes da UFPA. Portal da UFPA – Atualizado periodicamente, pode ser acessado pelo endereço www.ufpa.br. A ASCOM responsabiliza-se se pela atualização das seções “Notícias”, “Agenda”, “Guia de Pesquisadores” e “UFPA na Mídia”; pela elaboração de “banners” “ ” e pela postagem do “Acontece” on n line e “Beira do Rio” on line. E-mail E mail para contato: imprensa@ufpa.br ou carol@ufpa.br. Portal Multicampi – Atualizado periodicamente, é acessado pelo link “Campi do interior”, existente no Portal da UFPA e pelo www3.ufpa.br/multicampi/novo/. Apresenta n notícias dos campi e núcleos do interior. Para utilizá utilizá-lo, lo, o interessado deve enviar e-mail e para multicampiufpa@gmail.com Site da Ascom - Acessado pelo www.ufpa.br/ascom, pelo link “UFPA na mídia” do Portal ou pelo link “Imprensa”, contido nos menus das uni unidades dades que não possuem site próprio. Conta com ferramentas de interatividade, como enquetes e espaço para comentários de matérias e novo layout. O solicitante deve enviar e-mail e para imprensa@ufpa.br. Jornal Beira do Rio – Veículo de divulgação científica e institucional, engendrado pelas ações de ensino, pesquisa e extensão da Universidade. Sua versão impressa contempla todos os campi e também chega aos órgãos públicos estaduais, municipais e federais, às organizações nãonão governamentais e a outras instituições instituições de ensino. A versão eletrônica pode ser consultada na íntegra no Portal. Sugestões de pautas devem ser enviadas para beiradorio@ufpa.br e/ou rosyane@ufpa.br
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Universidade do Minho “Front light” - Quatro painéis suspensos por um poste resistente, com altíssimo impacto visual e que buscam ampliar a comunicação interna entre os usuários da UFPA. Situam-se no Portão principal; ao lado da Capela; Terminal rodoviário e na entrada do Hospital Bettina. A Ascom apenas cede o espaço e agenda os eventos, não se responsabilizando pela elaboração e colocação dos painéis, que custam de 400 R$ (papel) a 1200 R$ (lona). O solicitante deve enviar e-mail para imprensa@ufpa.br ou carol@ufpa.br. Twitter @UFPA_ Oficial - Criada em novembro de 2009, a ferramenta mostrou-se um importante meio de comunicação com nosso público, sobretudo estudantes e imprensa. Atualmente, contamos com mais de sete mil seguidores, seguindo 96.
@UFPA_Oficial: Inaugurado em novembro de 2009, o twitter @UFPA_Oficial vem ao longo desse tempo se transformando em uma sólida ferramenta para contato mais direto com a comunidade acadêmica da Universidade Federal do Pará (UFPA), principalmente os discentes. Durante esse um ano de atividade, o twitter gerenciado da Assessoria de Comunicação da UFPA (ASCOM) acumulou 7.064 seguidores, e proferiu 547 mensagens, com conteúdo do mais diverso, desde mensagens institucionais, comunicados oficiais, links para matérias do portal e até divulgações de perfis de outros setores da Universidade dentro do micro-blog (@bib_central, AEDI_UFPA, Ed_ufpa, entre outros). Ao longo desse um ano, a representação da UFPA no twitter cresceu muito e atingiu um dos objetivos principais do perfil: se aproximar da comunidade acadêmica. Ao mesmo tempo em que isso é um ponto positivo, pois os usuários passaram a enxergar o perfil como uma fonte de informações oficial e rápida sobre a Universidade, criou um problema complicado: a intimidade. Todos os dias, várias pessoas direcionam perguntas e dúvidas ao @UFPA_Oficial, o que torna muito complicado o seu gerenciamento, uma vez que o perfil é controlado por um estagiário, que também tem que dividir o seu tempo com outros serviços dentro da própria ASCOM. Apesar desse, porém, por meio do twitter está sendo possível ter um contato mais direto, principalmente com os estudantes, e saber opiniões sobre a UFPA, suas dúvidas e seus pensamentos, que são muito importantes para a Assessoria. Além disso, o @UFPA_Oficial se mostrou, nesse tempo, um ótimo propagador de notícias, como mostra o contador de acessos do portal da UFPA, que marca um crescimento considerável nas matérias divulgadas no micro-blog. Em suma, o perfil @UFPA_Oficial vem cumprindo os seus objetivos com êxito ao longo desse um ano. ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA UFPA AVENIDA AUGUSTO CORRÊA, N. 1 - PRÉDIO DA REITORIA - 1° ANDAR - GUAMÁ - BELÉM - PA - 66075-110 TEL.: (91) 3201-7577 - E-MAIL: IMPRENSA@UFPA.BR
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Anexo 4: Inquérito Grupo 1: Perguntas Gerais 1. Idade: ___ 2. Sexo: ( )F
( )M
3. Qual é a sua universidade? ( ) UFPA ( ) U.Minho 4. Ano que frequenta: ___ 5. Possui computador em casa? ( ) Sim ( ) Não 6. Possui computador próprio? ( ) Sim ( ) Não 7. Tem acesso à internet em sua casa? ( ) Sim ( ) Não 8. Onde costuma aceder à internet? ( ) Universidade ( ) Casa ( ) Cybercafés ( ) Casa de amigos/familiares ( ) Trabalho ( ) Bibliotecas ( ) Outros... 9. Quantas horas por dia passa a navegar na internet? ( ) – de 1 ( ) de 1 a 2 ( ) de 2 a 3 ( ) de 3 a 4
( ) + de 4
10. Possui uma conta no Twitter? ( ) Sim ( ) Não 11. Possui um perfil no Facebook? ( ) Sim ( ) Não 12. Conhece a conta da sua Universidade em algumas das redes mencionadas? ( ) Sim ( ) Não 13. Se sim, em qual? ( ) Twitter
( ) Facebook 17
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Parte 2: Questões para Utilizadores doTwitter 1. Há quanto tempo usa o Twitter? ( ) – de 6 meses ( ) de 6 meses a 1 ano ( ) + de 3 anos
( ) de 1 a 2 anos
( ) de 2 a 3 anos
2. Actualmente, quantos seguidores possui aproximadamente? ___ 3. Actualmente, quantas pessoas segue aproximadamente? ___ 4. Com que frequência lança tweets? ( ) Diariamente ( ) Semanalmente ( ) Mensalmente ( ) Raramente ( )Nunca 5. Quanto tempo passa no Twitter? ( ) algumas horas por mês ( ) algumas horas por semana ( ) – de 1 hora por dia ( ) de 1 a 3 horas por dia ( ) de 3 a 5 horas por 6. Marque as ferramentas de comunicação do Twitter que conhece: ( ) Backtweets ( ) Twitterless ( ) SMS2Blog ( ) Twilk ( ) TweetEffect ( ) Friend or Follow ( ) iTweet ( ) Twitter Grader ( ) Twitt Twuffer ( ) Twitter Counter ( ) TwitBacks ( ) CheckRetweet( ) Tweepz ( ) Flokio ( ) Tweet Manager ( ) Favotter ( ) TweetStats ( ) Refollow ( ) Twitt ( ) Todas as anteriores ( ) Nenhuma anterior 7. Marque as ferramentas de comunicação do Twitter que mais usa: ( )Backtweets ( ) Twitterless ( ) SMS2Blog ( ) Twilk ( ) TweetEffect ( ) Friend or Follow ( ) iTweet ( ) Twitter Grader ( ) Twitt Twuffer ( ) Twitter Counter ( ) TwitBacks ( ) CheckRetweet( ) Tweepz ( ) Flokio ( ) Tweet Manager ( ) Favotter ( ) TweetStats ( ) Refollow ( ) Twitt ( ) Todas as anteriores ( ) Nenhuma anterior 8. Você tem alguma dificuldade no uso do Twitter? ( ) Não tenho dificuldades ( ) Raramente tenho dificuldades ( ) Tenho bastantes dificuldades 9. Segue o perfil da sua Universidade no Twiiter? ( ) Sim ( ) Não
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10. Se sim, como interage com ele? (Segue, dá replys, retweets aos tweets da sua Universidade, etc.) __________________________________________________________________
Parte 3: Questões para Utilizadores do Facebook 1. Há quanto tempo usa o Facebook? ( ) – de 6 meses ( ) de 6 meses a 1 ano ( ) de 2 a 3 anos ( ) + de 3 anos
( ) de 1 a 2 anos
2. Actualmente, quantos amigos possui aproximadamente? ___ 3. Com que frequência actualiza a sua página? ( ) Diariamente ( ) Semanalmente ( ) Mensalmente ( ) Raramente ( )Nunca 4. Quanto tempo passa no Facebook? ( ) algumas horas por mês ( ) algumas horas por semana ( ) – de 1 hora por dia ( ) de 1 a 3 horas por dia ( ) de 3 a 5 horas por dia 5. Marque as ferramentas de comunicação do Facebook que conhece: ( ) Partilha de Fotos ( ) Partilha de Vídeos ( ) Grupos ( ) Eventos ( ) Notas ( ) Compartilhamento de Links ( ) Chat ( ) Jogos ( ) Páginas de Fãs ( ) Anúncios ( ) Todas as anteriores ( ) Nenhuma anterior 6. Marque as ferramentas de comunicação do Facebook que mais usa: ( ) Partilha de Fotos ( ) Partilha de Vídeos ( ) Grupos ( ) Eventos ( ) Notas ( ) Compartilhamento de Links ( ) Chat ( ) Jogos ( ) Páginas de Fãs ( ) Anúncios ( ) Todas as anteriores ( ) Nenhuma anterior 7. Tem alguma dificuldade no uso do Facebook? ( ) Não tenho dificuldades ( ) Raramente tenho dificuldades ( ) Tenho bastante dificuldades 8. É fã ou amigo do perfil da sua Universidade no Facebook? ( ) Sim ( ) Não 9. Se sim, como interage com ele? (Comenta, publica no mural etc.) ___________________________________________________________________
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